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<p>Definições e legislações</p><p>A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho das pessoas envolvidas.</p><p>A Segurança do Trabalho é praticada pela conscientização de empregadores e empregados em relação aos seus direitos e deveres.</p><p>A Segurança do Trabalho deve ser praticada no trabalho, na rua, em casa, em todo lugar e em qualquer momento</p><p>O dimensionamento do SESMT de uma empresa, quando necessário, é formado de uma equipe multidisciplinar composta pelos seguintes profissionais acima:</p><p>A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, composta por representantes do empregador e dos empregados tem a responsabilidade de auxiliar o SESMT nas atividades prevencionistas.</p><p>Legislações que norteiam a Segurança do Trabalho</p><p>A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis.</p><p>No Brasil a Legislação de Segurança do Trabalho baseia-se na Constituição Federal, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), nas Normas Regulamentadoras e em outras leis complementares como portarias, decretos e convenções internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização Mundial da Saúde (OMS).</p><p>Como estão classificadas as NR?</p><p>Na portaria Nº672, que foi publicada em 2021, o Ministério do Trabalho e Previdência estabeleceu três classificações para as normas regulamentadoras.</p><p>Normas gerais: Normas que regulamentam aspectos decorrentes da relação jurídica prevista em Lei, sem estarem condicionadas a outros requisitos, como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicas específicas.</p><p>Normas especiais: Normas que regulamentam a execução do trabalho considerando as atividades, instalações ou equipamentos empregados, sem estarem condicionadas a setores ou atividades econômicas específicas.</p><p>Normas setoriais: Normas que regulamentam a execução do trabalho em setores ou atividades econômicas específicas.</p><p>Para fins práticos, além das três categorias oficiais, é possível definir uma outra classificação: as normas revogadas. Ao todo, duas das 38 normas criadas não estão mais em vigor, são elas:</p><p>NR-2 Inspeção Prévia: definia diretrizes para a inspeção preventiva em ambientes de trabalho. A norma foi revogada em 2019 por meio da publicação de uma portaria.</p><p>NR-27 Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho: a norma foi revogada em 2008. Ela definia que órgão era responsável pela emissão do registro profissional do técnico de segurança do trabalho.</p><p>O acidente</p><p>Constitui um evento particular que gera uma sensação de derrota aos profissionais da segurança do trabalho, pois indica falha nas medidas preventivas.</p><p>Apesar disso, o SESMT e a CIPA devem se concentrar em:</p><p>detectar as causas,</p><p>analisar onde as ações preventivas falharam e determinar a imediata correção (elaboração de novos procedimentos de segurança) visando a não repetição do ocorrido.</p><p>Portanto: termo “acidente” pode ser definido:</p><p>como um evento não programado que interrompe ou atrapalha o desenvolvimento de uma atividade e que pode (ou não) produzir lesão ou danos à propriedade, máquinas e equipamentos.</p><p>Divisão do acidente de trabalho</p><p>Acidente tipo ou típico</p><p>Este tipo de acidente é consagrado no meio jurídico como definição do infortúnio do trabalho originado por causa violenta, ou seja, é o acidente comum, súbito e imprevisto.</p><p>Exemplos: batidas, quedas, choques, cortes, queimaduras, etc.</p><p>Doença do trabalho</p><p>É a alteração orgânica que, de modo geral, se desenvolve em consequência da atividade exercida pelo trabalhador o qual esteja exposto a agentes ambientais tais como:</p><p>Ruído, calor, gases, vapores, micro-organismos.</p><p>Acidente de trajeto</p><p>É o acidente sofrido pelo empregado no percurso da residência para o local de trabalho ou vice-versa, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do empregado.</p><p>Deixa de caracterizar-se como “acidente de trajeto” quando o empregado tenha, por interesse próprio, interrompido ou alterado o percurso normal.</p><p>Consideram-se acidentes de trabalho as seguintes entidades mórbidas:</p><p>I - doença profissional ou ocupacional: produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho, peculiar à determinada atividade e constante da relação elaborada pela Previdência Social.</p><p>É aquela que ocorre devido às características do seu trabalho.</p><p>Ela está diretamente ligada à exposição contínua a agentes de risco, podendo ser eles biológicos, físicos, químicos ou radioativos, e com o tempo pode agravar quadros existentes antes mesmo do início da atividade.</p><p>Exemplo:</p><p>Lesões por esforço repetitivo (inflamações em músculos, tendões e nervos provocadas por atividades de trabalho que exigem movimentos manuais repetitivos durante longo tempo),</p><p>Perda auditiva induzida pelo ruído (provocada, na maioria das vezes, pela exposição a altos níveis de ruído durante período prolongado),</p><p>Bissinose (estreitamento das vias respiratórias causado pela aspiração de partículas de algodão),</p><p>Siderose (causada pela inalação de partículas de ferro, atinge trabalhadores de mineradoras de hematita, soldadores e trabalhadores que manipulem pigmentos com óxido de ferro),</p><p>Asbestose (resultante do trabalho com amianto) e saturnismo (intoxicação provocada pelo chumbo).</p><p>II - doença do trabalho: adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e que com ele se relacione diretamente desde que constante na relação elaborada pela Previdência Social (ou de doença comprovadamente relacionada ao trabalho executado).</p><p>Ela resulta das condições ambientais do local de trabalho, e podem gerar afastamento temporário dos trabalhadores, devendo serem tratadas e curadas em longo prazo. Aqui, o trabalho é um fator de risco para o surgimento da doença, que é provocada por causa das condições em que o trabalho é realizado.</p><p>Exemplo: diminuição ou perda da audição, alergias respiratórias adquiridas em ambientes condicionados, estresse, fadiga, dores de coluna em motoristas e intoxicações profissionais agudas.</p><p>§ 1º Não serão consideradas como doença do trabalho:</p><p>a doença degenerativa;</p><p>Provoca a degeneração do organismo envolvendo vasos sanguíneos, tecidos, ossos, visão, órgãos internos e cérebro.</p><p>São exemplos de doenças degenerativas:</p><p>o diabetes, a arteriosclerose, a hipertensão, as doenças cardíacas e da coluna vertebral, além de câncer, Mal de Alzheimer, reumatismo, etc.</p><p>a inerente a grupo etário;</p><p>Doenças comuns a determinada faixa de idade</p><p>a que não produz incapacidade laborativa;</p><p>Incapacidade para o trabalho.</p><p>a doença endêmica adquirida por segurados habitantes de região em que ela se desenvolve, salvo comprovação de que resultou de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.</p><p>Doença que afeta simultaneamente um grande número de pessoas.</p><p>Equiparam-se também ao acidente de trabalho:</p><p>I - o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para a perda ou redução da sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação.</p><p>II - o acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho, em consequência de:</p><p>a) ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho;</p><p>b) ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada com o trabalho;</p><p>c) ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho;</p><p>d) ato de pessoa privada do uso da razão; e) desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos decorrentes de força maior.</p><p>III - a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.</p><p>IV - o acidente sofrido, ainda que fora do local e horário de trabalho:</p><p>a) na execução de ordem ou na realização de serviços sob a autoridade da empresa;</p><p>b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;</p><p>c) em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo, quando financiada por essa, dentro de seus planos para melhor capacitação da mão de obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;</p><p>d) no percurso da residência para o local de trabalho ou desse para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado, desde que não haja alteração ou interrupção por motivo alheio ao trabalho</p><p>Entende-se como percurso, o trajeto da residência ou do local de refeição para o trabalho ou desse para aqueles, independentemente do meio de locomoção, sem alteração ou interrupção por motivo pessoal do percurso habitualmente realizado pelo segurado, não havendo limite de prazo estipulado para que o segurado atinja o local de residência, refeição ou do trabalho. Deve ser observado o tempo necessário, compatível com a distância percorrida e o meio de locomoção utilizado.</p><p>Nos períodos destinados à refeição, ao descanso ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante esse, o empregado é considerado em exercício do trabalho.</p><p>N��o é considerada agravação ou complicação de acidente de trabalho a lesão que, resultante de acidente de outra origem, se associe ou se superponha às consequências do anterior</p><p>No caso de doença profissional ou do trabalho será considerado como dia do acidente, a data do início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual ou o dia em que o diagnóstico for concluído, valendo para esse efeito, o que ocorrer em primeiro lugar.</p><p>Quando, expressamente, constar no contrato de trabalho que o empregado deverá participar de atividades esportivas no decurso da jornada de trabalho, o infortúnio ocorrido durante tais atividades será considerado como acidente de trabalho. Será considerado agravante se o acidentado estiver sob a responsabilidade da reabilitação profissional. O acidente de trabalho será caracterizado tecnicamente pela perícia médica do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mediante a identificação do nexo entre o trabalho e o agravo.</p><p>Considera-se estabelecido o nexo entre o trabalho e o agravo quando se verificar nexo técnico epidemiológico entre a atividade da empresa e a entidade mórbida motivadora da incapacidade, elencada na Classificação Internacional de Doenças (CID).</p><p>DOLO x CULPA</p><p>O dolo é a intenção de agir em desfavor ao que dispõe a lei ou contrariamente às obrigações assumidas, agir de má-fé, é enganar mesmo com pleno conhecimento do caráter ilícito do próprio comportamento.</p><p>A culpa é a negligência, a falta de diligência (cuidado) necessária na observância de norma de conduta, isto é, não prever o que poderia ser previsível, porém sem intenção de agir ilicitamente e sem conhecimento do caráter ilícito da própria ação.</p><p>Imperícia: É caracterizada pela falta de técnica ou de conhecimento (erro ou engano na execução, ou mesmo consecução do ato).</p><p>Negligência: Ato de agir com descuido, indiferença ou desatenção, implicando em omissão ou inobservância de dever.</p><p>Imprudência: Ação precipitada e sem cautela, mas, não se caracteriza como uma omissão, tal como a negligência. Na imprudência, o sujeito toma uma atitude diversa da esperada. Age de forma imprudente aquele que, mesmo sabedor do risco envolvido, acredita que seja possível a realização do ato sem prejuízo ou danos.</p><p>LEI No 6.367, DE 19 DE OUTUBRO DE 1976.</p><p>Ainda sobre o Conceito legal</p><p>Art. 2º Acidente do trabalho é aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, ou perda, ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.</p><p>§ 1º Equiparam-se ao acidente do trabalho, para os fins desta lei:</p><p>I - a doença profissional ou do trabalho, assim entendida a inerente ou peculiar a determinado ramo de atividade e constante de relação organizada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS);</p><p>II - o acidente que, ligado ao trabalho, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte, ou a perda, ou redução da capacidade para o trabalho;</p><p>III - o acidente sofrido pelo empregado no local e no horário do trabalho, em conseqüência de:</p><p>a) ato de sabotagem ou de terrorismo praticado por terceiros, inclusive companheiro de trabalho;</p><p>b) ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada com o trabalho;</p><p>c) ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro inclusive companheiro de trabalho;</p><p>d) ato de pessoa privada do uso da razão;</p><p>e) desabamento, inundação ou incêndio;</p><p>f) outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior.</p><p>IV - a doença proveniente de contaminação acidental de pessoal de área médica, no exercício de sua atividade;</p><p>V - o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho:</p><p>a) na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;</p><p>b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;</p><p>c) em viagem a serviço da empresa, seja qual for o meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do empregado;</p><p>d) no percurso da residência para o trabalho ou deste para aquela.</p><p>Também são acidentes de trabalho os que ocorrem</p><p>• Quando o empregado estiver executando ordem ou realizando serviço sob o mando do empregador.</p><p>• Em viagem a serviço da empresa.</p><p>• No percurso da residência para o local de trabalho.</p><p>• No percurso do trabalho para a casa.</p><p>• Nos períodos de descanso ou por ocasião da satisfação de necessidades fisiológicas, no local de trabalho.</p><p>• Por contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.</p><p>Conceito prevencionista do acidente de trabalho</p><p>É qualquer ocorrência não programada, inesperada ou não, que interfere ou interrompe a realização de uma determinada atividade, trazendo como consequência isolada ou simultânea a perda de tempo, danos materiais ou lesões.</p><p>A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que para o conceito legal é necessário haver lesão física, enquanto que no conceito prevencionista são levadas em consideração, além das lesões físicas, a perda de tempo e de materiais.</p><p>Para o profissional prevencionista, mesmo um acidente sem lesão é muito importante, pois, durante a análise das suas causas surgirão medidas capazes de impedir sua repetição ou agravamento, isto é, um acidente com lesão.</p><p>A investigação</p><p>É, portanto:</p><p>a ferramenta que visa a determinação das causas dos acidentes com as consequentes ações de correção para evitar a sua repetição.</p><p>Exigência legal:</p><p>NR 04 prevê que cabe ao SESMT “analisar e registrar em documento(s) específico(s) todos os acidentes ocorridos na empresa ou estabelecimento, com ou sem vítima, e todos os casos de doença ocupacional,</p><p>CIPA “participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com o empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados”</p><p>Além do aspecto legal, é muito importante determinar:</p><p>as causas,</p><p>elaborar medidas técnicas,</p><p>elaborar medidas administrativas, que impeçam a repetição dos acidentes.</p><p>Para que uma investigação tenha sucesso, uma série de fatores devem ser observados e identificados.</p><p>apesar de não ter acontecido a lesão, é um indicativo de falha em procedimentos ou processos que pode dar origem a um acidente e, portanto, merece atenção especial.</p><p>O incidente é outro importante evento que deve ser completamente investigado, pois:</p><p>Objetivo principal</p><p>Encontrar os fatos que levaram ao acidente;</p><p>Não procurar culpados e/ou responsáveis,</p><p>A investigação deve ser realizada:</p><p>em equipe e envolver, o SESMT, a CIPA;</p><p>Profissionais com conhecimento sobre as atividades, ambientes</p><p>e processos de trabalho</p><p>Algumas situações:</p><p>Perito externo.</p><p>Causas de acidentes</p><p>falta de treinamento e de conscientização da importância da prevenção,</p><p>negligência,</p><p>imprudência,</p><p>pressão efetuada por parte da produção ou chefia,</p><p>falha ou retirada dos dispositivos de segurança,</p><p>OBS:</p><p>Um acidente nunca é produzido por uma única causa, mas por um conjunto de fatores que dão origem a todo o processo.</p><p>Com isso, é muito fácil perceber que se determinada investigação concluir que um acidente foi devido apenas a uma falha do trabalhador e nada mais, não atingiu seu objetivo maior:</p><p>“o levantamento de todas as causas geradoras e sua futura eliminação ou neutralização”.</p><p>Modelos de investigação de acidentes</p><p>“árvore de causas”</p><p>“espinha de peixe”.</p><p>Ambas se baseiam fundamentalmente na pergunta “por quê?”</p><p>Diagrama de “causa e efeito”</p><p>Denominado de diagrama de ISHIKAWA, espinha de peixe ou árvore de causas, é uma maneira gráfica de organizar os eventos que contribuíram para o acidente.</p><p>É muito importante que o processo da investigação ocorra o mais rápido possível, pois evidências, informações importantes e testemunhos, na medida em que o tempo passa, vão se perdendo ou se distorcendo, podendo haver até combinações posteriores de testemunhos em virtude de alguma perspectiva de punição.</p><p>Outro aspecto importante na rapidez do início do processo é:</p><p>registro de todas as imagens relevantes, antes da cena do evento se desfazer (equipamentos, ambiente, ferramental, danos, lesões, etc.)</p><p>Testemunhos e imagens vão fornecer os dados necessários para a elaboração da sequência nos procedimentos de investigação.</p><p>As informações sobre os acidentes</p><p>Devem ser coletadas:</p><p>com imparcialidade - a fim de evitar ideias pré-concebidas.</p><p>OBSERVAÇÃO:</p><p>Ao entrevistar as testemunhas, buscar as causas e NÃO os culpados.</p><p>Testemunha</p><p>Entrevistar, de preferência, de forma individual e não em grupo.</p><p>Saber ouvir e não conduzir ou interromper, deixar à vontade e não intimidar, obter informações e não interrogar.</p><p>Relatório preliminar sobre a investigação do acidente</p><p>Deve conter:</p><p>todas as possíveis causas.</p><p>Esse relatório será discutido, analisado e será base para a elaboração do relatório final, no qual deverão estar descritas todas as causas do acidente, bem como todas as recomendações e mudanças necessárias para prevenir a reincidência de um acidente semelhante (conclusões).</p><p>De nada adianta uma investigação concluída, com as respectivas medidas a serem executadas, se não houver a elaboração de um plano de implementação das ações corretivas propostas.</p><p>Faz necessário também o acompanhamento na execução e na posterior avaliação da efetividade dessas ações.</p><p>COMUNICAÇÃO DO ACIDENTE DE TRABALHO</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.png</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.emf</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.png</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.png</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.png</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.png</p><p>image30.png</p><p>image31.png</p><p>image32.jpeg</p><p>image33.jpeg</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpeg</p><p>image36.emf</p><p>image37.png</p><p>image38.emf</p><p>image39.jpeg</p><p>image40.jpeg</p><p>image41.jpeg</p><p>image42.emf</p><p>image43.emf</p><p>image44.emf</p><p>image45.png</p><p>image46.png</p><p>image47.png</p><p>image48.jpeg</p><p>image49.emf</p><p>image50.jpeg</p><p>image51.emf</p><p>image52.png</p><p>image53.jpeg</p><p>image54.emf</p><p>image55.jpg</p><p>image56.jpg</p>