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Prévia do material em texto

<p>Conteudista: Prof.ª M.ª Fabiana Aparecida Vilaça</p><p>Revisão Textual: Prof.ª Dra. Fernanda Medeiros de Figueirêdo</p><p>Material Teórico</p><p>Material Complementar</p><p>Referências</p><p>Síndromes Geriátricas</p><p>Introdução</p><p>O envelhecimento é um processo �siológico que atinge todos os seres humanos, mas</p><p>manifesta-se de maneira diferente para cada indivíduo. De uma maneira geral, a saúde do</p><p>idoso está estritamente relacionada com a sua funcionalidade global, de�nida como a</p><p>capacidade de gerir a própria vida ou cuidar de si mesmo.</p><p>Dessa maneira, podemos dizer que a capacidade de autonomia do idoso leva a sua saúde a ser</p><p>determinada pelo funcionamento harmonioso de quatro funções fundamentais: cognição,</p><p>humor, mobilidade e comunicação. A perda dessas funções resulta nas grandes síndromes</p><p>geriátricas, tais como:</p><p>imobilidade;</p><p>instabilidade postural e quedas;</p><p>instabilidade cognitiva;</p><p>1 / 3</p><p>Material Teórico</p><p> Objetivo da Unidade:</p><p>Identi�car as principais síndromes da idade senil.</p><p>incontinência urinária;</p><p>incapacidade comunicativa;</p><p>insu�ciência familiar.</p><p>A família é um elemento fundamental para o bem-estar do indivíduo senil, e sua ausência é</p><p>capaz de desencadear ou perpetuar a perda de autonomia e independência do idoso, fato</p><p>caracterizado como insu�ciência familiar, cuja abordagem é complexa e problemática, por</p><p>tratar-se de algo de cunho social, desenvolvido, principalmente, pela realidade do século XXI,</p><p>na qual a taxa de fecundidade diminuiu e as demandas familiares são crescentes, limitando a</p><p>disponibilidade dos pais de cuidarem tanto de seus �lhos quanto dos �lhos de cuidarem de</p><p>seus pais.</p><p>Um outro ponto relacionado à qualidade de vida de idosos é o tratamento médico que</p><p>recebem. A iatrogenia é considerada um problema na idade senil e está ligada às alterações</p><p>patogênicas provocadas pela prática médica. A iatrogenia em idosos é perigosa devido a</p><p>vulnerabilidade mais acentuada desses indivíduos às reações adversas associadas às drogas e</p><p>às intervenções não-medicamentosas, o que pode agravar o caso, ao invés de restaurar a</p><p>saúde do idoso.</p><p>Assim, percebe-se que o conhecimento das particularidades relacionadas ao processo de</p><p>envelhecimento é fundamental para implementar ações que levem a uma melhor qualidade de</p><p>vida do idoso. Para tanto, é necessário entender as características das principais síndromes</p><p>geriátricas.</p><p>Figura 1 – Domínios da saúde do idoso</p><p>Fonte: Adaptada de Fisiogerontologiaufc</p><p>Imobilidade</p><p>O comprometimento ou limitação do idoso é um fator que acarreta uma diminuição na</p><p>qualidade de vida, além de fazer o indivíduo �car dependente de familiares ou cuidadores.</p><p>A imobilidade manifesta-se em gravidade variável e tende a aumentar com o tempo. No grau</p><p>mínimo de imobilidade, o idoso apresenta di�culdade para mover-se ou andar, porém, ainda</p><p>mantém certa independência. No grau máximo de imobilidade, conhecido como síndrome de</p><p>imobilização ou da imobilidade completa, o idoso é dependente completo, necessitando de</p><p>cuidador em tempo integral, pois apresenta dé�cit cognitivo avançado, rigidez e contraturas</p><p>generalizadas e múltiplas, afasia, disfagia, incontinência urinária e fecal.</p><p>A imobilidade completa deve ser evitada a todo custo, pois limita demais o indivíduo, visto que</p><p>todos os sistemas �siológicos perdem progressivamente as suas funções. Por isso a</p><p>necessidade de uma equipe multidisciplinar que dê suporte ao paciente idoso, impedindo que a</p><p>imobilidade se instale de maneira irreversível.</p><p>As principais consequências da imobilidade nos sistemas �siológicos dos idosos são:</p><p>1. Sistema cardiovascular: risco de trombose venosa profunda, taquicardia, náusea,</p><p>sudorese, síncope após repouso prolongado e diminuição da capacidade aeróbica de</p><p>maneira geral;</p><p>2. Sistema respiratório: risco de embolia pulmonar, insu�ciência respiratória, pneumonia e</p><p>retenção de líquidos;</p><p>3. Sistema digestório: anorexia secundária à restrição dietética, desidratação por redução da</p><p>ingestão hídrica, alto risco de aspiração pulmonar por engasgo, tosse ou re�uxo,</p><p>constipação intestinal e fecaloma;</p><p>4. Sistema geniturinário: aumento do volume residual da bexiga e alto risco de retenção</p><p>urinária (“bexigoma”), alto risco de infecção urinária aguda ou recorrente, bacteriúria</p><p>assintomática e hipercalciúria da imobilidade;</p><p>5. Pele: dermatite amoniacal da “fralda”, escoriações, lacerações e equimoses,</p><p>frequentemente causadas por manipulação inadequada do idoso, prurido cutâneo, úlcera</p><p>de pressão por compressão prolongada da pele, redução do tônus e da força muscular (3</p><p>a 5% ao dia), encurtamento e atro�a muscular, redução da elasticidade das �bras</p><p>colágenas com hipertonia, encurtamento muscular e tendinoso e contraturas.</p><p>Instabilidade Postural e Quedas</p><p>As quedas constituem um dos grandes problemas dentro da geriatria, sendo desencadeadas</p><p>por problemas de equilíbrio e instabilidade postural, fatores que também estão relacionados à</p><p>motilidade e que levam a uma diminuição da qualidade de vida do indivíduo, sendo</p><p>responsáveis por mais de 80% das internações de idosos acima de 65 anos.</p><p>A instabilidade postural ocorre devido ao enrijecimento do tecido conjuntivo no idoso, que</p><p>leva à diminuição na amplitude do movimento - o que, por si só, não é causa de quedas - mas</p><p>favorece o seu aparecimento. Por isso a necessidade de realizar o teste de marcha no indivíduo</p><p>senil a �m de avaliar o risco de queda em suas atividades diárias.</p><p>É importante lembrar que alguns medicamentos utilizados pelos idosos podem gerar ou</p><p>agravar a instabilidade postural, tais como: antidepressivos tricíclicos, anticonvulsivantes,</p><p>anti-in�amatórios, anti-hipertensivos, antiarrítmicos, antibióticos, hipoglicemiantes orais e</p><p>corticosteroides.</p><p>Figura 2 – Medicamentos utilizados pelos idosos antes de</p><p>sofrer queda</p><p>Fonte: Adaptada de FABRICIO, et al. p. 96, 2004</p><p>As quedas podem variar em relação à sua causa e gravidade, sendo que, muitas vezes, podem</p><p>acarretar fraturas ósseas, como a fratura de fêmur, muito comum em idosos.</p><p>Instabilidade Cognitiva</p><p>A instabilidade cognitiva está ligada ao comprometimento das funções encefálicas superiores</p><p>do idoso, sendo desencadeada pelos 4Ds da incapacidade cognitiva, a saber:</p><p>demência;</p><p>depressão;</p><p>delirium;</p><p>doenças mentais.</p><p>O diagnóstico da causa da incapacidade cognitiva não é uma tarefa fácil, pois pode haver mais</p><p>de um fator desencadeante coexistindo em um mesmo indivíduo, além  do que, a demência</p><p>pode ser facilmente confundida com doenças psiquiátricas.</p><p>A incapacidade cognitiva gira em torno, principalmente, da demência, sendo que de 50% a</p><p>60% dos casos estão relacionados ao Mal de Alzheimer. Associados à demência, os idosos</p><p>desenvolvem ansiedade, agressividade, irritabilidade, distúrbios alimentares, entre outras</p><p>alterações. Dessa forma, percebe-se que a questão da incapacidade cognitiva vai além dos 4Ds.</p><p>Figura 3 – Sintomas de idosos com demência</p><p>Fonte: Adaptada de SILVA, et al. p. 5, 2018</p><p>Incontinência Urinária</p><p>O escape ou perda involuntária da urina, seja lá qual for o grau, pode ser chamado de</p><p>incontinência urinária. De uma maneira geral, a prevalência da incontinência urinária varia,</p><p>em mulheres, de 12,2% entre 60 a 64 anos para 20,9% aos 85 anos de idade. Nos homens, a</p><p>incidência é de cerca de 10% entre os 60 a 64 anos e perto de 18% aos 85 anos, estando</p><p>relacionada a doenças prostáticas, como a hiperplasia de próstata.</p><p>Figura 4 – Relação entre idade e grau de incontinência</p><p>urinária</p><p>Fonte: Adaptada de Wikimedia Commons</p><p>A incontinência urinária pode ser desencadeada por:</p><p>Situações de esforço: causada pela perda involuntária de urina por esforço com tosse ou</p><p>espirro, está relacionada à �acidez dos músculos do assoalho pélvico nas mulheres e à</p><p>hiperplasia da próstata ou após prostatectomia radical nos homens;</p><p>Figura 5 – Atividades de perda urinária relatada pelas</p><p>idosas incontinentes da amostra (n = 69)</p><p>Fonte: Adaptada de VIRTUOSO, et al. p. 577, 2012</p><p>Situações de urgência: ocorre perda involuntária de urina devido à presença</p><p>de urgência</p><p>miccional, na qual o idoso perde a capacidade de controlar o esfíncter uretral;</p><p>Situações mistas: ocorre devido ao esforço associado à urgência miccional;</p><p>Situações de transbordamento: caracterizada pela perda contínua de urina associada ao</p><p>esvaziamento vesical incompleto.</p><p>A incontinência urinária pode ser desencadeada também pela utilização de medicamentos</p><p>como diuréticos, anti-hipertensivos, sedativos, anticonvulsivantes, relaxantes musculares,</p><p>entre outros. A qualidade de vida dos idosos pode ser melhorada pela prática de alguns hábitos</p><p>gerais, como: ingerir quantidade adequada de líquidos; evitar o consumo de álcool e de</p><p>cafeína.</p><p>Quadro 1 – Principais drogas e seus efeitos colaterais que podem levar à incontinência</p><p>urinária</p><p>Drogas Efeito</p><p>Antagonistas alfa-adrenérgicos Diminuição da resistência uretral</p><p>Opióides Constipação intestinal</p><p>Anticonvulsivantes Confusão mental / Ataxia</p><p>Antihipertensivos Hipotensão arterial – mobilidade diminuída</p><p>Antiparkinsonianos Confusão mental / Hipotensão postural</p><p>Antagonistas H2 Confusão mental</p><p>Diuréticos potentes de alça Aumento da frequência / Urgência miccional</p><p>Sedativos / Hipnóticos Sedação excessiva</p><p>Anestésicos, raquianestesia,</p><p>peridural</p><p>Paralisia detrusora</p><p>Antagonistas dos canais de cálcio Constipação intestinal / retenção urinária</p><p>Relaxantes musculares Constipação intestinal / retenção urinária</p><p>Inibidores da enzima conversora Tosse – Incontinência urinária de estresse</p><p>Álcool / Cafeína</p><p>Poliúria – aumento da frequência e urgência</p><p>miccional</p><p>Fonte: Adaptado de REIS, et al. p. 49, 2003</p><p>Incapacidade Comunicativa</p><p>Um outro fator que impacta, e muito, a qualidade de vida de idosos é a incapacidade</p><p>comunicativa, visto que, ao deixar de comunicar-se, o indivíduo perde a capacidade de criar</p><p>conexões e vínculos com o ambiente e com as pessoas ao seu redor.</p><p>Cerca de um quinto da população com mais de 65 anos apresenta incapacidade comunicativa,</p><p>passando por problemas na linguagem, audição, motricidade oral e voz. A visão pode ser</p><p>incluída como a quinta função comunicativa, atuando como função compensatória, na</p><p>ausência das outras habilidades da comunicação oral-verbal.</p><p>A incapacidade comunicativa leva a uma frustação severa dos idosos e acaba acarretando,</p><p>depois de algum tempo, em problemas psíquicos e até mesmo incapacidade cognitiva.</p><p>Insu�ciência Familiar</p><p>O aumento da expectativa de vida e a diminuição dos índices de natalidade tem levado o Brasil</p><p>a uma nova realidade social em relação ao aumento do número de idosos. Tal fato impacta</p><p>também o ambiente familiar.</p><p>As famílias, devido aos aspectos psicológicos e econômicos, estão diante de demandas</p><p>diferentes daquelas que eram habituais no século XX e, logo, muitos idosos estão sofrendo</p><p>com a insu�ciência familiar, caracterizada pela diminuição ou ausência do apoio familiar ao</p><p>indivíduo senil.</p><p>A insu�ciência familiar acarreta:</p><p>Vulnerabilidade social da pessoa idosa;</p><p>Declínio da saúde psicológica;</p><p>Declínio funcional;</p><p>Menor qualidade de vida;</p><p>Envelhecimento mal sucedido.</p><p>Assim, observa-se que a insu�ciência familiar leva ao isolamento social do idoso, o que acaba</p><p>promovendo a aceleração da incapacidade cognitiva e deterioração da qualidade de vida,</p><p>potencializando o processo de envelhecimento.</p><p>Em Síntese!</p><p>O processo �siológico do envelhecimento pode ser potencializado pela</p><p>perda da autonomia e da independência do indivíduo idoso. Dessa</p><p>maneira, manifestam-se as grandes síndromes geriátricas que, por</p><p>sua vez, constituem um problema de saúde pública relacionado ao</p><p>idoso.</p><p>Figura 6 – Principais síndromes geriátricas</p><p>Fonte: Adaptada de Fisiogerontologiaufc</p><p>Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados</p><p>nesta Unidade:</p><p>Leitura</p><p>Conceito de insu�ciência familiar na pessoa idosa: análise crítica da literatura</p><p>2 / 3</p><p>Material Complementar</p><p>Conceito de insu�ciência familiar na pessoa idosa:</p><p>análise crítica da literatura</p><p>Mudanças sociodemográ�cas e culturais, tais como o aumento da longevidade das</p><p>pessoas, a redução da taxa de fecundidade, o aumento da participação da mulher no</p><p>mercado de trabalho, a valorização do individualismo e os con�itos intergeracionais, ao</p><p>longo dos anos, repercutiram na con�guração da família com consequente fragilização</p><p>do suporte familiar.</p><p>https://www.scielo.br/j/reben/a/kvXWLXNmctddJNk7hY5kYqs/?lang=pt&format=pdf</p><p>https://www.scielo.br/j/reben/a/kvXWLXNmctddJNk7hY5kYqs/?lang=pt&format=pdf</p><p>Grandes síndromes geriátricas</p><p>Prevalência de síndromes geriátricas em uma população de uma Unidade de Saúde do Pará</p><p>LEIA MAIS SCIELO </p><p>Grandes síndromes geriátricas. |</p><p>campusvirtualsp_brasil</p><p>Módulo 8 da unidade III - Grandes sindromes geriátrica, produzido por Ana Lucia</p><p>Vilela, Edgar Nunes de Moraes, Valeria Lino, da publicação Envelhecimento e saúde da</p><p>pessoa Idosa do curso a distância de mesmo nome, organizado por Ana Paula Abreu</p><p>Borges e Ângela Maria Castillho Coimbra (EAD/ENSP/Fiocruz/MS) no ano de 2008.</p><p>LEIA MAIS BVSALUD </p><p>PREVALÊNCIA DE SÍNDROMES GERIÁTRICAS EM UMA</p><p>POPULAÇÃO DE UMA UNIDADE DE SAÚDE DO PARÁ</p><p>O objetivo da presente pesquisa foi veri�car a prevalência de Síndromes Geriátricas na</p><p>população atendida por uma unidade de saúde do Pará. Trata-se de uma pesquisa</p><p>transversal, quantitativo, descritivo baseado em aplicação de três questionários, os</p><p>https://www.scielo.br/j/reben/a/kvXWLXNmctddJNk7hY5kYqs/?lang=pt&format=pdf</p><p>https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/cfc-193260</p><p>https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/cfc-193260</p><p>https://acervomais.com.br/index.php/artigos/article/view/4235</p><p>https://acervomais.com.br/index.php/artigos/article/view/4235</p><p>Saúde do idoso em tempos de pandemia Covid-19</p><p>Consequências da polimedicação em doentes idosos em ambulatório</p><p>quais avaliaram a qualidade de vida do participante (Questionário WHOQOL-bref), seu</p><p>estado de saúde e aspectos socioeconômicos do entrevistado (ambos questionários</p><p>foram elaborados pelos autores).</p><p>LEIA MAIS ACERVOMAIS </p><p>SAÚDE DO IDOSO EM TEMPOS DE PANDEMIA COVID-</p><p>19 | Hammerschmidt | Cogitare Enfermagem</p><p>Resumo Objetivo: trata-se de comunicação livre com intenção de abordar de forma</p><p>re�exiva e crítica aspectos relacionados à saúde do idoso nos tempos de pandemia</p><p>COVID-19.Desenvolvimento: os idosos são destaque na pandemia COVID-19,</p><p>especialmente aqueles com doenças crônicas e, com isso, ascendem-se preocupações</p><p>com a diversidade do envelhecimento e com o idoso.</p><p>LEIA MAIS UFPR </p><p>Consequências da polimedicação em doentes idosos</p><p>em ambulatório | Estudo Geral</p><p>A população caminha a passos largos para um envelhecimento pouco sustentável. A</p><p>polimorbilidade e a polimedicação associadas a esta franja da sociedade (> 65 anos de</p><p>idade) acredita-se estarem a aumentar, o que por si só acarreta consequências de</p><p>várias ordens.</p><p>https://acervomais.com.br/index.php/artigos/article/view/4235</p><p>https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/72849</p><p>https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/72849</p><p>https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/72849</p><p>https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/31762</p><p>LEIA MAIS UC </p><p>https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/31762</p><p>ISAACS, B. The Challenge of Geriatric Medicine. Oxford: Blackwell, 1992.</p><p>MORAES, E. N. Princípios básicos de geriatria e gerontologia. Belo Horizonte: Coopmed,</p><p>2008.</p><p>MORAES, E. N.; MARINO, M. C. A.; SANTOS, R. R. Principais síndromes geriátricas. Rev Med.</p><p>Minas Gerais, Minas Gerais, v. 20, n. 1, p. 54-66, 2010. Disponível em:</p><p><http://www.rmmg.org/artigo/detalhes/383>. Acesso em: 25/05/2021.</p><p>3 / 3</p><p>Referências</p>

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