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Contabilidade nos Negócios Empresariais Zona Franca de Manaus

Trabalho acadêmico sobre o regime tributário e o tratamento contábil na Zona Franca de Manaus; traz introdução, perguntas de pesquisa, fundamentação teórica com contexto histórico e referência às disciplinas Contabilidade Geral e Direito Tributário, abordando incentivos fiscais no Polo Industrial.

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<p>A CONTABILIDADE E O TRATAMENTO TRIBUTÁRIO E</p><p>FISCAL REFERENTE A ZONA FRANCA DE MANAUS</p><p>David Correa de Jesus dos Santos¹</p><p>Nome Completo Tutor(a)²</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>As ciências contábeis atuam dentro e fora das organizações, no registro de fatos e</p><p>ocorrências financeiras e patrimoniais. Com isso este trabalho acadêmico tem como finalidade uma</p><p>pesquisa sobre o regime tributário no qual está inserida a Zona Franca de Manaus, um regime</p><p>tributário peculiar dentro do Brasil.</p><p>Dentro do Brasil a tributação varia conforme o setor e enquadramento em que uma empresa</p><p>está classificada, registrada nos devidos órgãos instituídos, mas será abordado a tributação em que</p><p>estão inseridas e instaladas as indústrias no Polo Industrial de Manaus que fica localizado na cidade</p><p>de Manaus capital do Amazonas e uma breve analogia com a guerra fiscal e seu impacto nos rumos</p><p>de uma corporação.</p><p>A contabilidade neste trabalho será tratada pois o tema é Contabilidade nos Negócios</p><p>Empresariais. O subtema é A Contabilidade e o Tratamento Tributário na Zona Franca de Manaus,</p><p>teremos o cotexto histórico que contar o porquê da criação desta Zona de Livre Comércio, e as áreas</p><p>já mencionadas que serão abordadas.</p><p>O referencial que servirá como base são as disciplinas: Contabilidade Geral e Direito</p><p>Tributário. Não será tratada alguma empresa de forma específica, mas a atuação dos incentivos</p><p>fiscais em que trazem algum impacto para as organizações, que gozam do regime de tributação</p><p>diferenciado e algumas formas de uso desses incentivos fiscais.</p><p>Desse modo podemos perceber que a contabilidade não é utilizada somente para as</p><p>operações de registro do patrimônio ou financeiras, demonstrando as ocorrências e movimentações.</p><p>E podemos notar como uma ciência que está aplicada nas diferentes transações, sendo utilizada para</p><p>se ter um controle por diversas entidades na movimentação de mercadorias, atuando nas relações ao</p><p>redor do mundo por isso as ciências contábeis têm seu papel nas diferentes instituições.</p><p>Neste trabalho acadêmico não se fará observação de alguma empresa especificamente, mas</p><p>como alguns tipos de tributação e registro contábil, e como essa condição pode influenciar no</p><p>1 Acadêmicos: David Correa de Jesus dos Santos / 2 Tutor(a): Nome Completo. / Centro</p><p>Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Ciências Contábeis (xxxx) – Prática do Módulo III -</p><p>xx/06/2022</p><p>CONTABILIDADE NOS NEGÓCIOS EMPRESARIAIS</p><p>2</p><p>ambiente empresarial na situação em que há isenção fiscal e redução de tributos e renúncia fiscal</p><p>tendo como base área da Zona Franca de Manaus, ao decorrer deste trabalho acadêmico se</p><p>transcorrerá; o tratamento diferenciado que pode influenciar na tomada de decisão e relação de</p><p>tributação e implantação de uma atividade econômica.</p><p>As disciplinas que nortearam este trabalho acadêmico são: Contabilidade Geral e Direito</p><p>Tributário e suas respectivas demonstrações de importância no contexto mencionado, sua</p><p>abrangência que pode influenciar em alguns aspectos, ao longo dos anos na instalação de empresas</p><p>principalmente indústrias além de outras atividades, na Área de Livre Comércio que tem influência</p><p>nas áreas de importação e exportação.</p><p>Desse modo podemos perceber que a contabilidade não é utilizada somente para as</p><p>operações de registro do patrimônio ou financeiras, demonstrando as ocorrências e movimentações.</p><p>E pode-se notar como as ciências contábeis interagem nos mais variados cenários e ambientes que</p><p>farão uso para registro de informações, tanto para usuários internos como colaboradores e demais</p><p>membros da administração e usuários externos como os governos seja de um município, unidade de</p><p>uma federação ou país, prestando informações para avaliação e ou até controle.</p><p>1.1 O Problema da Pesquisa?</p><p>1. São todos os tributos que a Zona Franca de Manaus têm algum tipo de incentivo fiscal?</p><p>2. Há cobrança de algum tributo na Zona Franca de Manaus?</p><p>3. Pode se fazer uso de uma forma geral ou específica de regras tributarias?</p><p>4. O fator redução de custos para uma empresa é garantida dentro da Zona Franca de Manaus?</p><p>5. Neste caso do Polo Industrial de Manaus é qualquer indústria que pode se instalar na área?</p><p>6. A resposta obtida é favorável, desfavorável ou especifica em relação as áreas tributaria e</p><p>fiscal para instalação de uma industrial no Polo Industrial de Manaus?</p><p>7. Com base nas informações referências bibliográficas e nos dados obtidos se pode concluir,</p><p>que as informações da contabilidade e tributação são fatores determinantes para alguma conclusão</p><p>específica. Por parte do profissional de contabilidade ou se outros fatores agregados para tomada de</p><p>decisão?</p><p>2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA</p><p>2.1 Contexto Histórico</p><p>3</p><p>Para se ter a compreensão de como surgiu a Zona Franca de Manaus, devemos</p><p>observar os antecedentes econômicos da Região Norte, no século dezenove e início do</p><p>século vinte, a Região Amazônica viveu uma era de apogeu econômico e de cunho</p><p>desenvolvimentista na “Época da Belle Époque” na qual está materializada em casarões,</p><p>prédios e monumentos históricos e que estão presente nas cidades de Belém, Manaus, Rio</p><p>Branco entre outras.</p><p>Esse progresso e desenvolvimento se deu, pela circulação de voluptuosas quantias</p><p>em dinheiro, entre as construções que podemos destacar na capital do Amazonas foram o</p><p>palácio Rio Negro, o mercado Adolpho Lisboa, teatro Amazonas e a ponte Benjamin</p><p>Constant; as construções na capital do Pará foram o Cinema Olympia(o primeiro cinema do</p><p>país), teatro da Paz, o mercado Ver o Peso e a loja Paris N’América.</p><p>Durante esse período o Brasil tinha o monopólio da extração do “Látex” no qual é</p><p>extraído da seringueira (Hevea Brasilienses), árvore natural da Amazônia, a substância</p><p>ficou conhecida como “ouro branco da amazônia”, o primeiro ciclo findo no começo do</p><p>século XX e retorno durante a segunda guerra mundial, que durou três anos. O fim do</p><p>primeiro ciclo se deu porque o inglês Sir Henry Alexander Wickham, levou da região</p><p>amazônica 70.000 sementes da seringueira(Hevea Brasilienses).</p><p>As sementes foram levadas para Londres, posteriormente levadas para a Ásia e</p><p>plantadas na Malásia. No período do apogeu a “economia da borracha” na região tinha</p><p>uma participação de 40% na economia nacional, nesse período em Manaus circulavam as</p><p>Libras esterlina e pedras preciosas. Durante o decorrer dos anos após a segunda guerra, a</p><p>região amazônica viveu o oposto, ficou no ostracismo, com isso a estagnação e</p><p>decadência. A região ganhou alguns projetos, mas o que veio a ter eficacia foi a Zona</p><p>Franca de Manaus.</p><p>De acordo com Etelvina Garcia (apud SUFRAMA, 2020, p. 18), “[...] o</p><p>deputado Francisco Pereira da Silva apresentou à Câmara dos</p><p>Deputados o Projeto de Lei nº 1.310, de 23 de outubro de 1951, criando o</p><p>Porto Franco de Manaus [...] foi emendado pelo deputado relator,</p><p>Maurício Joppert, alterando a denominação de “porto franco” para “zona</p><p>franca”,o que lhe atribuiu maior abrangência e eficácia[…]</p><p>Em 1957 o presidente Juscelino Kubitschek assinou uma lei para a industrialização</p><p>no país, mas que não trouxe muitos efeitos. Durante o Regime Militar o presidente</p><p>Humberto Castelo Branco, revogou a lei anterior, e sancionou o Decreto-Lei nº 288, de 28</p><p>de fevereiro de 1967, que instalou a Zona Franca de Manaus; os motivos que levaram a</p><p>4</p><p>implantação da Zona Franca, foi devido a integração da região, com outras regiões mais</p><p>populosas e distantes, e com foco na “soberania nacional” por conta dos intereses</p><p>estrangeiros na região; pois os governos militares tinham</p><p>como lema sobre a região “Integrar para</p><p>não entregar”.</p><p>2.2 Zona Franca de Manaus</p><p>A instalação do projeto econômico Zona Franca de Manaus inicialmente estava concentrado</p><p>na capital do Amazonas, mas ao longo do tempo ocorreu a expansão de áreas atendidas tanto na</p><p>Amazônia Ocidental e na Amazônia Oriental (estado do Amapá). Então para assegurar a instalação</p><p>e execução foram criadas regras de renúncia fiscal, sendo está a base de ter como vantagens a</p><p>redução de custo operacional pelas empresas instaladas.</p><p>Municípios que compõe a área da Zona Franca de Manaus: Manaus, Rio Preto da Eva e</p><p>Presidente Figueiredo.</p><p>Estados/UF e</p><p>Municípios que fazem parte da</p><p>Área de Livre Comércio: Acre,</p><p>Cruzeiro do Sul, Brasiléia</p><p>Epitaciolândia e Rio Branco;</p><p>Amapá, Macapá e Santana;</p><p>Amazonas Tabatinga; Rondônia</p><p>Porto Velho Ji-Paraná Guajará-</p><p>Mirim e Vilhena; Roraima Boa</p><p>Vista Bonfim e Pacaraima.</p><p>O modelo Zona Franca permite a instalação de indústrias nacionais, estrangeiras e</p><p>outras a atividades que venham a usar a mão de obra local, e desenvolver a região aonde estão</p><p>atuando dentro das áreas compreendidas. A localização mais próxima</p><p>com países que fazem fronteira com a Região Norte do Brasil, criação e manutenção que favorece</p><p>o comércio exterior.</p><p>Segundo (Nascimento p.681) “Em 1994, o Brasil importou cerca de 300 mil automó-</p><p>veis, 1990% dos quais entraram pelo Porto de Vitória. Desses, 45% foram destinados ao</p><p>Estado de São Paulo. Na prática, criou-se um instrumento legal para arrecadar 30% do im-</p><p>posto gerado na operação”. De acordo com (Prado e Cavalcante, 2000 pesq. CNI apud</p><p>Nascimento) Para mais de 50% das respostas levam em consideração benefícios fiscais,</p><p>50% também a proximidade com centros mais populosos, 40% para mão de obra mais ba-</p><p>5</p><p>rata, 40% vantagens locacionais.</p><p>Entretanto, se fizermos uma análise tomando como base o ano</p><p>de 2003, notaremos que o PIBpm per capita amazonense cresceu 61% em 2007,</p><p>superior ao da Região (58%) e do Brasil (52%). Os resultados finais da pesquisa</p><p>chegam à conclusão que as desonerações tributárias são expressivas, mas distan-</p><p>tes de outras existentes em outras regiões do País e que, apesar das isenções fis-</p><p>cais, a arrecadação tributária no Estado é elevada. Sendo assim, os indicadores nos</p><p>mostram que os custos sociais para manter os incentivos fiscais são menores do</p><p>que os benefícios socioeconômicos usufruídos pelo Estado do Amazonas em decor-</p><p>rência da existência do PIM. (OLIVEIRA, 2011, p.7)</p><p>Produtos produzidos no Polo Industrial de Manaus de maior destaque:</p><p>Eletrodomésticos,</p><p>Veículos,</p><p>Televisores,</p><p>Celulares,</p><p>Motocicletas,</p><p>Aparelhos de som e de vídeo,</p><p>Aparelhos de ar-condicionado,</p><p>Relógios,</p><p>Bicicletas,</p><p>Microcomputadores,</p><p>Aparelhos transmissores/receptores.</p><p>Benefícios concedidos as empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus:</p><p>Isenção do IPI,</p><p>Isenção do PIS,</p><p>Isenção e redução da Cofins,</p><p>Redução sobre o IRPJ sobre o lucro,</p><p>Redução no Imposto de Importação – II,</p><p>Obtenção de créditos futuros no pagamento de ICMS na compra de maquinários,</p><p>2.3 Direito Tributário e a Zona Franca de Manaus</p><p>O campo jurídico é onde estão as leis e o conjunto de normas que regulamentam os</p><p>6</p><p>cidadãos, transações e os negócios pois devem cumprir a legislação seja federal, estadual e</p><p>municipal. Trataremos sobre leis e sobre e um pouco da jurisprudência que incide sobre a Zona</p><p>Franca de Manaus, assim sendo uma área industrial e incentivos ficais de regime tributário</p><p>diferenciado.</p><p>A Lei de Informática vigente é resultado de uma redefinição dos rumos da política</p><p>industrial para o complexo eletrônico e um marco regulatório inserido em uma pro-</p><p>posta de programa de âmbito nacional de capacitação e competitividade tecnológica</p><p>às indústrias de computação, automação, telecomunicações, microeletrônica,</p><p>software e serviços técnicos, estimulando a atividade de Ciência, Tecnologia e Ino -</p><p>vação no país, visando com isso ao desenvolvimento social e ao progresso econô-</p><p>mico.</p><p>A concessão de benefícios fiscais prevista na legislação vincula-se, por um lado, à</p><p>realização de esforços de pesquisa e desenvolvimento (P&D) por parte das empre-</p><p>sas em seus próprios departamentos de pesquisa, mas também em convênio com</p><p>outras instituições. Por outro lado, está associada ao cumprimento dos requisitos do</p><p>Processo Produtivo Básico (PPB), como forma de garantir a internalização de eta-</p><p>pas do processo de produção. (SUFRAMA 2020, p.34)</p><p>Este modelo de isenção fiscal teve ao longo de sua história em suas condições alteradas</p><p>devido as políticas econômicas, adotadas por vários governos entre esses pode ser destacado o do</p><p>presidente Fernando Collor, no qual adotou uma politica de abertura brasileira para a entrada de</p><p>produtos e bens estrangeiros no Brasil. A exclusividade da Zona Franca de Manaus em ser usada</p><p>como correador de importação foi retirada com essas medidas de Collor.</p><p>O Brasil é um País dotado de pluralidade e diversidade em amplos aspectos, sendo</p><p>integrado de regiões que apresentam condições geográficas e sociais diferenciadas, além</p><p>de perfis econômicos próprios, sejam eles efetivos ou potenciais. As políticas públicas</p><p>destinadas à promoção do desenvolvimento ao longo da história nem sempre se pautaram</p><p>pela compreensão desse conjunto e de suas especificidades, e não objetivando a necessária</p><p>unidade nacional. A Amazônia, cuja área constitui quase a metade do território</p><p>brasileiro(PONTES, 2011, p.230)</p><p>A Lei da informática também sancionada no governo Collor de Mello e retirou a</p><p>prerrogativa de exclusividade do Polo Industrial de Manaus neste setor. Também no mesmo</p><p>período outros estados procuraram oferecer vantagens locais, para abrir concorrência com o</p><p>modelo Zona Franca a partir de então incentivos fiscais de ordem estadual e municipal se inicio em</p><p>outras regiões, é importante ressaltar quem nem todos os estados fazem parte desse processo</p><p>chamado de “guerra fiscal”.</p><p>A importância da segurança jurídica está no fato de que os indivíduos passam a ter</p><p>relativa clareza de que as relações realizadas sob o “império de uma norma devem perdurar</p><p>ainda que tal norma seja substituída”.797 Essa clareza e garantia dos direitos adquiridos</p><p>em face às alterações normativas não se tem verificado nesse percurso histórico o que, em</p><p>determinados períodos, reduziu as expectativas de expansão e até de existência dessa base</p><p>econômica regional.(PONTES, 2011, p.231)</p><p>De acordo com Bastos e Barroso (apud PONTES, 2011, p. 235) para os quais o intérprete,</p><p>ao promover a sua ação, deve sempre partir dos princípios constitucionais, iniciando pelo</p><p>7</p><p>princípio maior que rege a matéria em questão; observando na sequência o mais genérico,</p><p>depois o mais específico, até encontrar a regra concreta que vai orientá-lo, superando o</p><p>legalismo estrito e buscando no próprio sistema a solução mais justa e os limites máximos</p><p>de interpretação.</p><p>Essas vantagens são oferecidas para atrair uma futura arrecadação segundo estes estados e</p><p>municípios que fazem parte da guerra fiscal. Com a concepção de que esses empreendimentos</p><p>estando em suas circunscrições, as movimentações e geração de emprego e renda acarretará em</p><p>aquecimento do comércio local e assim garantindo arrecadação.</p><p>Esses custos de impostos que incidiriam sobre os bens adquiridos, beneficiados ou</p><p>produzidos nas áreas de indústrias ou de serviço na Zona Franca de Manaus, têm como diferenciais</p><p>incentivos federais garantidos pela Constituição Federal de 1988. Com dispositivos como da</p><p>equidade, diminuição de diferenças entre as regiões e o tratamento alfandegário.</p><p>O desenvolvimento econômico é “um aumento na produção acompanhado de modi-</p><p>ficações nas disposições técnicas e institucionais”, ou seja, o desenvolvimento pro-</p><p>voca modificações qualitativas nas estruturas econômicas de determinadas socieda-</p><p>des, provocando, em ultima análise, um aumento do bem-estar de toda a popula -</p><p>ção.(OLIVEIRA, 2011, p.26)</p><p>Ao longo da historia da humanidade o desenvolvimento econômico tem ocorrido de</p><p>forma desigual. Como explicar isso? Estudiosos realizaram diversas pesquisas com</p><p>propósito de verificar porque alguns lugares o desenvolvimento é maior que outros.</p><p>Chegaram a algumas conclusões: que o desenvolvimento requer a ocorrência si-</p><p>multânea de diversos fatores que servem como espécie de alavanca que impulsiona</p><p>o crescimento dos mercados; que na maioria das vezes esses fatores não estavam</p><p>dispersos no espaço e sim concentrados em determinados espaços geográficos.</p><p>Que mais tarde seriam denominados de dinâmica regional.(OLIVEIRA, 2011, p.27)</p><p>O ICMS é um imposto cobrado em cada Estado e o Distrito Federal, é um imposto cobrado</p><p>sobre a circulação de bens e serviços e Segundo (Costa Neto p.51) ”(ICMS) é um tributo estadual</p><p>que incide sobre produtos de diferentes tipos, desde eletrodomésticos a parafusos, e que se aplica</p><p>tanto à comercialização dentro do país como a bens importados” é um imposto que é recolhido</p><p>tanto na compra de bens por uma pessoa física ou pessoa jurídica.</p><p>O fato gerador do ICMS corresponde à circulação de mercadorias ou à prestação de</p><p>determinados serviços, o que compreende: • saída de mercadorias, a qualquer título, de</p><p>estabelecimento de contribuinte, comercial, industrial ou produtor, ainda que para outro</p><p>estabelecimento do mesmo titular; • prestação de serviços de transporte interestadual ou</p><p>intermunicipal e de comunicações e telecomunicações (a partir da CF/88); (COSTA</p><p>NETO,2019, P.51)</p><p>Não Cumulatividade: será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada</p><p>operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante</p><p>cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal; (COSTA</p><p>NETO,2019, P.52)</p><p>Para a Jurisprudência e Tributação é feita quando ocorre o fato gerador até o consumidor</p><p>final, aonde é feita a tributação o ponto que se faz a última cobrança do referido tributo que aquele</p><p>bem ou serviço estará sujeito. A Tributação que a legislação obrigará a fazer o recolhimento ao</p><p>8</p><p>fisco, devido as movimentações até a efetivação com o consumo, no entanto o ICMS é um imposto</p><p>que é cobrado “por dentro do preço da mercadoria ou serviço.</p><p>Os números nos mostram que houve um crescimento da arrecadação dos tributos estaduais.</p><p>Em 2005, o Estado arrecadou cerca de R$ 3,2 bilhões. Em 2009, esse numero saltou para</p><p>R$ 4,6 bilhões, um acréscimo na ordem de 43,8%. Demonstrando que, apesar dos</p><p>incentivos fiscais proporcionados pela ZFM, a arrecadação fiscal estadual é extremamente</p><p>significante. Mais uma vez o “mito” que ninguém paga tributos no Amazonas é derrubado.</p><p>A arrecadação saltou de aproximadamente R$ 2,9 bilhões em 2005 para R$</p><p>4,3 bilhões em 2009, um crescimento na ordem de 48,3%. Vale salientar que os reflexos da</p><p>crise econômica mundial foram poucos sentidos localmente. Houve uma queda da</p><p>arrecadação no ano de 2009 se compararmos com o ano de 2008 na ordem de</p><p>aproximadamente 7%.(OLIVEIRA, 2011, p.46)</p><p>Isenções de tributação no caso da Zona Franca de Manaus ocorrem na tributação federal,</p><p>reduzindo o custo de vários tipos de mercadoria, neste caso em especial é garantida pela Carta</p><p>Magna de 1988 veremos os benefícios assegurados, que desta forma contemplam e contribuirão</p><p>para a implantação e continuidade do projeto Zona de Livre Comércio. Neste sentido esses</p><p>benefícios implantados inicialmente para abrigar indústrias e atividades agrícolas e comerciais.</p><p>Neste caso na cidade de Manaus os benefícios contemplam indústrias veremos as benesses</p><p>que empresas situadas no Polo Industrial de Manaus, têm como prerrogativas que o poder público</p><p>concedeu, mas não se aplica como via de regra aos demais municípios, em questão se um dos</p><p>municípios concede isenção de IPTU os outros não estão obrigados a repetir o mesmo feito, por</p><p>tanto é diferente o que ocorre com o ICMS nesses casos é utilizado o diferimento.</p><p>Para empresas dos outros Estados e Distrito Federal que faça uma venda, para a área da</p><p>Zona Franca é tratado como sendo uma exportação, então com esses fatores têm como efeito a</p><p>isenção em alguns casos como a venda de insumos, na venda de produtos que possa passar por</p><p>algum beneficiamento e retorne como produto final é os tributos têm uma redução de alíquota. Ao</p><p>longo do tempo a Zona Franca perdeu competitividade com a exclusão de benefícios como ocorreu</p><p>com a lei da informática sancionada pelo então presidente Fernando Collor e pela ministra Zélia</p><p>Cardoso de Mello, antes do presidente Collor a Zona Franca tinha exclusividade para realizar</p><p>importações.</p><p>Como a lei estabeleceu, para o resto do Brasil, incentivos para produtos (informática) que</p><p>também eram concedidos na ZFM, a competitividade desta, em relação a esses produtos,</p><p>ficou afetada. Nesse contexto, e visando minimizar os efeitos nocivos da Lei nº 8.248 para</p><p>a ZFM, é que surge a chamada Lei de Informática da ZFM, a Lei nº 8.387, de dezembro de</p><p>1991. (SUFRAMA, 2020, p.34)</p><p>Lista de mercadorias que são excluídas de qualquer beneficio ou renúncia fiscal:</p><p>• Armas,</p><p>9</p><p>• Fumo,</p><p>• Munições,</p><p>• Bebidas alcoólicas,</p><p>• Automóveis de passageiros,</p><p>• Produtos de perfumaria e cosméticos(somente se tiverem componentes da fauna e flora</p><p>da região amazônica).</p><p>2.4 Contabilidade e os incetivos à Zona Franca de Manaus</p><p>A contabilidade que é uma ciência que atua desde de muitos séculos, mas obteve um grande</p><p>aprimoramento com a inovação através do método das partidas dobradas, descoberta pelo Frei Luca</p><p>Pacioli. Neste tópico será abordado formas e métodos da utilização da contabilidade, em um breve</p><p>exemplo como a contabilização em determinadas jurisdições, passam a ser usadas em algumas</p><p>atividades.</p><p>Os métodos que veremos é a forma diferenciada em que está inserida a Zona Franca de</p><p>Manaus, com esse aspecto na circulação de mercadorias a base de cálculo utilizada a incidência ou</p><p>isenção. As empresas quando forem vender para a área de incentivo que gozam do regime especial</p><p>diferenciado, devem especificar nas notas ficais a mercadoria que será para o uso nos referidos</p><p>setores de produção, para que assim não ocorra problemas com o fisco. Quando uma empresa</p><p>fornecedora paga o ICMS o valor servirá como crédito, quando chega na área da Zona Franca no</p><p>próximo envio de mercadoria esse pagamento se tornará um crédito disponível, a ser debita nesta</p><p>nova transação.</p><p>A redução da base de cálculo do ICMS na aquisição de insumos do exterior é aplicada a</p><p>dois segmentos industriais específicos: placa de circuito impresso de áudio e vídeo, que é</p><p>beneficiada com 55% de redução de base de cálculo e de bens de capital com benefício de</p><p>reduçãode64,5%,na base de cálculo. É um incentivo semelhante ao diferimento da</p><p>importação.(SUFRAMA, 2020, pg. 125)</p><p>Figura 3: Maco Regulatório Zona Franca de Manaus</p><p>p.128</p><p>Figura</p><p>100</p><p>Figura</p><p>10</p><p>A reconstituição da base de cálculo é exigida porque na base de cálculo do ICMS deverá</p><p>estar contida o valor do próprio imposto, como acontece em todas as operações e</p><p>prestações realizadas em solo brasileiro. No caso da importação, como o valor CIF está</p><p>sem o ICMS, reconstitui-se a base de cálculo, antes da aplicação da alíquota.(SUFRAMA,</p><p>2020, p. 126)</p><p>Por isso os créditos que abrange as áreas beneficiadas poderá fazer o uso da mesma fórmula</p><p>somente nessas áreas. Não podem fazer a mesma operação nos outros municípios do mesmo</p><p>estado. Se uma empresa usa</p><p>está regra em Tabatinga não poderá fazer uso em Benjamin Constant</p><p>mesmo os dois municípios estando no Estado do Amazonas, se uma empresa localizada no Ceará</p><p>comercializar agora com uma empresa de Benjamin Constant deverá ser pago o ICMS e a</p><p>diferenciação de alíquota.</p><p>A apuração de crédito no regime da Zona Franca em muitos casos se faz pelo crédito</p><p>presumido, isso acontece porque o governo federal concede o regime de isenção, redução de</p><p>alíquota e regime alfandegário. Nas operações em que empresas de dentro do Polo Industrial de</p><p>Manaus, façam negócios entre si o fisco já as isentou a carga de impostos que trariam aumentariam</p><p>os custos nessas respectivas atividades. As empresas que estiverem instaladas na Zona de Livre</p><p>Comércio, podem ser optante por regimes como simples nacional, lucro real ou lucro presumido</p><p>pois a legislação vigente. É importante ressaltar que não foi encontrado alguma lei que trate de</p><p>outros tipos de sociedade empresarial.</p><p>Neste cenário de incentivos fiscais o regime de apuração do ICMS diferido, pois nas</p><p>entradas e saídas feitas dentro da Zona Franca, são postergadas para o momento em que essa</p><p>mercadoria ou produto deixa Polo Industrial de Manaus, e passa a compor a base de tributação.</p><p>Quando componentes saem de uma indústria para uma outra fábrica e na mesma é produzido um</p><p>produto eletro e eletrônicos, posterior a isso ao deixar o polo industrial a partir de então passa-se a</p><p>incidir o ICMS; não na cadeia produtiva mas no momento das saídas.</p><p>No caso da Zona Franca em especial o tratamento referente ao ICMS é diferente nessas</p><p>empresas sendo cobrado nas saídas de mercadorias para o restante do Brasil; com isso o ICMS</p><p>passa por adequação conforme o tipo de operação que é feita, para os demais Estados e Distrito</p><p>Federal nas vendas do varejo ou atacado são tributados conforme suas respectivas leis.</p><p>Um contribuinte na ZFM adquire de um fornecedor industrial situado em São Paulo,</p><p>mercadorias nacionais (sapatos) para revenda, no valor original de R$ 2.000,00. Como se</p><p>trata de uma remessa para a ZFM o fornecedor concederá um desconto de 7% (sete por</p><p>cento) sobre o valor de tabela, que corresponderá a R$140,00 (2.000,00 x 7%). Então, o</p><p>valor líquido da mercadoria será de R$1.860,00(2.000,00 – 140,00).(SUFRAMA, 2020,</p><p>p.115) Quanto à bebida alcoólica, que também consta da lista de vedações, é permitida a</p><p>operação pelo Corredor de Importação, desde que o preço praticado pelo estabelecimento</p><p>na ZFM não ultrapasse o preço praticado pelas lojas francas (duty free) em Manaus, Rio de</p><p>Janeiro e São Paulo.(SUFRAMA, 2020, p.120)</p><p>11</p><p>Mesmo com as alterações que ocorreram ao longo do tempo como abertura do Brasil para o</p><p>mercado estrangeiro, no início dos anos 1990 a prerrogativa de ser um corredor de importação “O</p><p>principal benefício do corredor de importação foi a concessão de um crédito presumido de 6% (seis</p><p>por cento)”(SUFRAMA, 2020 p. 139); segundo a lista de mercadorias que podem ter</p><p>“beneficiamento, agropecuária, pesca, instalação e operação de indústrias e serviços de qualquer</p><p>natureza, a estocagem para reexportação”(SUFRAMA, 2020 p. 42).</p><p>Os bens de informática, automóveis, tratores e outros veículos terrestres, obedecem às</p><p>regras específicas para aplicação dos redutores da alíquota do II, definidos como</p><p>Coeficiente de Redução da Alíquota do Imposto de Importação (CRA), que na essência</p><p>representa o abolido índice de nacionalização. Para os bens de informática, segundo a</p><p>legislação, levará em conta o coeficiente para cada produto, resultante da razão apurada</p><p>conforme os parâmetros:(Suframa, 2020, p. 46)</p><p>O Imposto de Importação - II têm que observar se poderá ocorrer o enquadramento do</p><p>produto quando é importado via Zona Franca de Manaus, terá no primeiro momento na entrada da</p><p>mercadoria com isenção; num segundo momento quando ocorre a saída recebe a incidência, nesse</p><p>instante é calculado 100% do imposto(débito), mas ocorre a renúncia de 88% do valor, no qual a</p><p>mercadoria têm somente o débito do referido imposto de 12% com o fisco para ser comercializado</p><p>em território nacional. Referente a esse imposto o calculado é feito em “dólar” isso também ocorre</p><p>nas importações de componentes eletro, eletrônicos e também em qualquer outra importação.</p><p>A apuração do Incentivo Fiscal para automóveis, tratores e outros veículos terrestres</p><p>obedece às mesmas premissas e lógica aplicada aos bens de 49 Marco Regulatório dos</p><p>Incentivos Fiscais da ZFM, AMOC e ALCs informática, exceto quanto ao percentual do</p><p>CRA. Desse modo, passa pelas duas fases do II, com a suspensão do II na entrada dos bens</p><p>importados e redução na saída do produto. Contudo, o CRA específico para este bloco de</p><p>bens,é acrescido de cinco pontos percentuais, limitado o referido coeficiente, no total, a</p><p>cem pontos percentuais. Por exemplo, no caso de um CRA hipotético de 15% (quinze por</p><p>cento)este será acrescido de outros 5%, computando-se uma redução efetivado II em 20%</p><p>sobre aqueles materiais importados aplicados no processo de fabricação do produto e, por</p><p>conseguinte, apuração do II a recolher da ordem de 80%, com renúncia líquida de 20%,</p><p>[…] (Suframa, 2020, p 48-49).</p><p>12</p><p>Segundo (Bispo, 2009) O tratamento que o algum insumo/componente na questão do IPI em</p><p>relação ao tratamento de uma venda para a Zona Franca de Manaus por parte de empresas nos</p><p>demais Estados, gera mais uma vantagem locacional com exemplo foi a venda de embalagens</p><p>plásticas ao invés de se fabricar no Polo Industrial de Manaus, algo como os custos não somente</p><p>encargos tributários que pode incidir sobre a fabricação e comercialização dentro de uma mesa</p><p>localidade isso foi apontado somente nesse setor.</p><p>O tratamento dado a venda do restante do país para uma venda ao Polo Industrial de</p><p>Manaus, é tido como exportação com isso gera mais uma isenção reduzindo mais esse tributo que</p><p>incidiria no preço de bens que tiverem passado por algum processo industrial e posteriormente indo</p><p>para a Zona Franca, essa ocorrência também funciona em produtos produzidos na Zona Franca;</p><p>mas cabe ressaltar que se a venda ocorrer para o exterior e retornar ao Brasil terá a incidência do</p><p>IPI.</p><p>Neste caso pode ser observado o registro do IPI como tributo em uma venda de mercadorias</p><p>dentro do Polo Industrial de Manaus, os registros contábeis são feitos com a incidência, e posterior</p><p>é registrado o incentivo fiscal referido. Percebe-se que a contabilidade tem seus efeitos na</p><p>demonstração de fatos contábeis aplicado em deferentes realidades, demonstrando efetivamente</p><p>tanto para os usuários internos da própria empresa como usuários externos como os órgãos</p><p>governamentais.</p><p>Figura 4: Maco Regulatório Zona Franca de Manaus p.46</p><p>igura</p><p>Manaus p.71</p><p>13</p><p>3. RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>De acordo com o resultado obtido recorrendo a pesquisa bibliográfica realizada para a</p><p>dissertação deste trabalho acadêmico, tendo como embasamento o referencial do tema central e</p><p>subtema para que se possa responder as perguntas no início deste trabalho. Um empreendimento</p><p>brasileiro que esteja a fim de reduzir seus custos operacionais e de ordem fiscal, ou uma empresa</p><p>estrangeira; então será traçado áreas de incentivos fiscais para isso para assegurar juridicamente, as</p><p>áreas da contabilidade e tributaria deverão fazer uma análise de caso pois os incentivos fiscais e</p><p>custos que por ventura ou não venham, a ter incidência e se não se atentarem a estes fatores para</p><p>que futuramente a empresa venha a ter um negócio dispendioso que por ventura não atenda suas</p><p>necessidades. Neste caso a contabilidade no ambiente corporativo é uma ferramenta estratégica em</p><p>um processo de tomada de decisão, não ocupando somente um papel de coadjuvante mais de</p><p>partícipe fundamentado uma tomada de decisão.</p><p>As vantagens de uma localidade é um fator atraente para que empresas queiram se instalar</p><p>em uma área de Zona de Livre Comércio como a Zona</p><p>Franca de Manaus, mas se tratando da</p><p>conjuntura nacional, com os resultados obtidos pode-se concluir que a área da Zona Franca é</p><p>favorável a instalação de atividades como o Comércio Exterior, Industrias(brasileiras ou</p><p>estrangeiras) e Prestadoras de serviço que venham atender as atividades empresariais da mesma.</p><p>Então o planejamento financeiro e orçamentário além de ser levados em consideração os tramites</p><p>burocráticos para serem apreciados por gestores e diretores tomadores de decisão.</p><p>Também são cobrados tributos na Zona Franca de Manaus mas há redução de incidência de</p><p>alguns e isenção de outros, podendo ser citado a redução de até 88% no imposto de importação;</p><p>também é feito o pagamento de ICMS nas obtenções de mercadoria do restante do território</p><p>nacional e ou venda para o mesmo destacando-se a que o encargo não é cobrado no sistema de</p><p>substituição tributária e sim através do diferimento de alíquota, até mesmo para outros Estados e o</p><p>Distrito Federal.</p><p>Não são todos os segmentos da indústria que podem se instalar na Zona Franca de Manaus e</p><p>fazer uso de incentivos fiscais, tem que ter um projeto de viabilidade econômica e que preencha os</p><p>requisitos determinados pelos órgãos de controle, e na prática a confecção de um produto</p><p>industrializado tem que seguir fielmente o projeto daquele produto sem haver distorções e não</p><p>podendo ter qualidade inferior a que foi apresentado para a SUFRAMA. Se ocorrer a não</p><p>realização do feito proposto esse produto deixa de ter qualquer beneficio fiscal, o mesmo ocorre se</p><p>14</p><p>a empresa não atender as exigências legais que lhe rege.</p><p>Complementando que somente essas atividades a seguir não tem a sua disposição qualquer</p><p>incentivo fiscal como armas, automóveis de passeio e fumo. Por exemplo empresas de cosméticos e</p><p>produtos de beleza também não recebem como beneficio qualquer isenção ou outro tipo de</p><p>renúncia fiscal, só se tiver como base produtos de que contenha ingredientes da Região Amazônica.</p><p>Com base no arcabouço teórico a seguinte através dos dados tidos através da bibliografia, a</p><p>decisão de se instalar ou não na Zona Franca de Manaus, decisão essa que é classificada como</p><p>situacional cabendo da empresa baseando-se em leis e regulamentações, para se colocar em</p><p>funcionamento na área citada ou em outro ponto do Brasil, sendo uma empresa multinacional a</p><p>mesma pode não ter uma resposta positiva diante da sua possibilidade de incursão de uma unidade</p><p>fabril ou atividades de relacionadas a exportação e importação. Tendo o enfoque na diminuição de</p><p>custos para a firma colaborando com a continuidade e manutenção das operações; neste trabalho</p><p>verifica-se que no Brasil não é imunidade da Zona Franca de Manaus em ofertar incentivos fiscais.</p><p>15</p><p>4. REFERÊNCIAS</p><p>BISPO, Jorge de Souza. Criação e distribuição de riqueza pela Zona Franca de Manaus, 2009. Tese</p><p>de Doutorado – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São</p><p>Paulo, São Paulo, 2009. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-04122009-</p><p>161933/publico/Versao_Definitiva.pdf. Acesso em: 29 abr. 2022.</p><p>BUENO, Sinara. Entenda mais sobre a Zona Franca de Manaus. Faxcomex, 10 mai. 2022. Opinião.</p><p>Disponível em: https://www.fazcomex.com.br/comex/zona-franca-de-manaus/. Acesso em: 23 mai.</p><p>2022.</p><p>BRASIL. AJUSTE SINIEF 03/94, de 29 de setembro de 1994. 75ª reunião ordinária do Conselho</p><p>Nacional de Política Fazendária. Brasília, DF: Ministerio da Fazenda, [1994]. Disponível em:</p><p>https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/1994/AJ_003_94. Acesso em: 01 mai. 2022.</p><p>BRASIL. Declaração do Controle de Internação da Zona Franca de Manaus – DCI-ZFM, Válido a</p><p>partir do dia 14/12/2009. Siscomex - Sistema Internação - Zona Franca de Manaus. Brasília, DF:</p><p>Ministerio da Economia – Receita Federal, [2009]. Disponível em:</p><p>http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/Siscomex/DeclContrInteZFM.htm. Acesso em: 15 abr.</p><p>2022.</p><p>BRASIL. Decreto-Lei Nº 288, de 28 de fevereiro de 1967. Casa Civil Subchefia para Assuntos</p><p>Jurídicos. Brasília, DF: Presidência da República, [1967]. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0288.htm. Acesso em: 08 mai. 2022.</p><p>BRASIL. LEI N° 8.387, de 30 de dezembro de 1991. Dá nova redação ao § 1° do art. 3° aos arts.</p><p>7° e 9° do Decreto-Lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, ao caput do art. 37 do Decreto-Lei n°</p><p>1.455, de 7 de abril de 1976 e ao art. 10 da Lei n° 2.145, de 29 de dezembro de 1953, e dá outras</p><p>providências. Brasília, DF: Presidência da República, [1997]. Disponível em:</p><p>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8387.htm. Acesso em: 04 mai. 2022.</p><p>BRASIL. Legislação Convênio ICM 65/88, de 6 de dezembro de 1988. Conselho Nacional de</p><p>Política Fazendária. Brasília, DF: Ministerio da Economia, [1988]. Disponível em:</p><p>https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/1988/CV065_88. Acesso em: 20 abr.</p><p>2022.</p><p>BRASIL. Legislação Convênio ICMS 36/97, de 23 de maio de 1997. 86ª Reunião Ordinária do</p><p>Conselho Nacional de Política Fazendária. Palmas, TO: Ministério da Fazenda, [1997]. Disponível</p><p>em: https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/1997/CV036_97. Acesso em: 05 mai.</p><p>2022.</p><p>BRASIL. Marcas institucionais da Superintendência da Zona Franca de Manaus, para download.</p><p>Suframa. Manaus, AM: Ministério da Economia, [2020]. Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/suframa/pt-br/publicacoes/marcas. Acesso em: 07 mai. 2022.</p><p>COSTA, Leonardo Perdiz; Coordenação Geral de Planejamento e Programação Orçamentária. In:</p><p>Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, 2019, Manaus. Anais [...]. Manaus:</p><p>SUFRAMA, 2019. Disponível em: https://slideplayer.com.br/slide/16811395/. Acesso em: 11 abr.</p><p>2022.</p><p>COSTA NETO, João Vicente. Contabilidade tributária I. Salvador: UFBA, Faculdade de Ciências</p><p>16</p><p>Contábeis; Superintendência de Educação a Distância, 2019. 106 p. ISBN:9788582922149</p><p>(broch.).</p><p>Frainer, Juliana. Metodologia científica. / Juliana Frainer. – Indaial: UNIASSELVI, 2020.</p><p>GURGEL, Angelo; CERQUEIRA, Claudia; GELCER, Daniel et al. Zona Franca de Manaus:</p><p>Impactos, Efetividade e Oportunidades. FGV EESP, São Paulo, Disponível em:</p><p>https://eesp.fgv.br/sites/eesp.fgv.br/files/estudos_fgv_zonafranca_manaus_abril_2019v2.pdf.</p><p>Acesso em: 28 abr. 2022.</p><p>Marcado como período histórico, o ciclo da borracha foi responsável pelas maiores exportações</p><p>brasileiras, Ciclo da Borracha. Portal Amazônia, 25 jan. 2022. Esportes. Disponível em:</p><p>https://portalamazonia.com/amazonia-az/ciclo-da-borracha. Acesso em: 20 abr. 2022.</p><p>Marco Regulatório dos Incentivos Fiscais da Zona Franca de Manaus,</p><p>Amazônia Ocidental e Áreas de Livre Comércio (4ª Edição, atualizada até</p><p>novembro de 2020 Coordenação Geral de Estudos Econômicos e</p><p>Empresariais –- COGEC (org). – Manaus: Superintendência da Zona Franca</p><p>de Manaus (SUFRAMA), 2020.Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/suframa/pt-br/publicacoes/marco_regulatorio_4a_edicao_2020.pdf Acesso em:</p><p>8 mai. 2022.</p><p>MOREIRA, Marco Antonio. Cinema Olympia completa 110 anos de História, Cultura e Memórias.</p><p>O LIBERAL, Belém, 22 abr. 2022. Cine News. Disponível em:</p><p>https://www.oliberal.com/cultura/cinema/cinenews/cinema-olympia-completa-110-anos-de-</p><p>historia-cultura-e-memorias-1.526416. Acesso em: 23 abr. 2022.</p><p>NASCIMENTO, Sidnei Pereira do. Guerra Fiscal: uma avaliação comparativa entre alguns Estados</p><p>participantes. Econ. aplic., São Paulo, out./dez. 2008. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/j/ecoa/a/JHzqCQTwXzXzbzk9mLsm74S/?format=pdf&lang=pt. Acesso em:</p><p>12 abr 2022.</p><p>Nova Revista Amazônica. DOSSIÊ AMAZÔNIA In: Nova Revista Amazônica.</p><p>TRANSAMAZÔNICA: INTEGRAR PARA NÃO ENTREGAR. [Belém, PA]: Universidade</p><p>Federal do Pará, 2020. Disponível em:</p><p>https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/8624/6189#. Acesso em: 08 mai. 2022.</p><p>OLIVEIRA, Jofre Luís</p><p>da Costa. Zona Franca de Manaus: um estudo sobre a renúncia dos entes</p><p>federativos e os beneficios socioeconomicos gerados, 2011. Dissertação (Mestrado Profissional em</p><p>Economia) – Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal do Rio Grande do</p><p>Sul, Porto Alegre, 2011. https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/35439/000789310.pdf?</p><p>se-</p><p>OLIVEIRA, José Aldemir de; MAGALHÃES, Soraia Pereira de. A CIRCULAÇÃO NA</p><p>MANAUS DA BELLE ÉPOQUE: modernização e exclusão (belle époque circulation at Manaus:</p><p>modernization and exclusion). Mercator, Fortaleza, v. 2, n. 4, nov. 2008. ISSN 1984-2201.</p><p>Disponivel em: http://www.mercator.ufc.br/mercator/article/view/149. Acesso em: 12 abr 2022.</p><p>Pontes, Rosa Oliveira de. O modelo de desenvolvimento do Polo Industrial de</p><p>Manaus e a discussão sobre a segurança jurídica./ Rosa Oliveira de Pontes. - João Pessoa:</p><p>Universidade Federal da Paraíba / Centro de Ciências Jurídicas, 2011.</p><p>RAMOS, Jefferson. ‘A Zona Franca de Manaus não é prejudicial ao País’, diz economista. A</p><p>CRÍTICA, Manaus, 23 abr. 2022. ZONA FRANCA DE MANAUS. Disponível em:</p><p>17</p><p>https://www.acritica.com/manaus/a-zona-franca-de-manaus-n-o-e-prejudicial-ao-pais-diz-</p><p>economista-1.250074. Acesso em: 25 abr. 2022.</p><p>SOUZA, Stefani Caroline de. Planejamento tributário na incidência dos impostos indiretos na</p><p>operação de venda do Estado de São Paulo para a Zona Franca de Manaus: um estudo de caso com</p><p>profissionais da área tributária da região da Baixa Mogiana. [s. l.], Ano. 15, n. 28, jan./jun. 2021.</p><p>Disponível em: https://revistauniversitas.inf.br/index.php/UNIVERSITAS/article/view/458. Acesso</p><p>em 01 maio 2020.</p><p>TESSARI, Osir Afonso. / Contabilidade Geral – Indaial: UNIASSELVI, 2013.</p><p>A CONTABILIDADE E O TRATAMENTO TRIBUTÁRIO E FISCAL REFERENTE A ZONA FRANCA DE MANAUS</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA</p><p>3. RESULTADOS E DISCUSSÕES</p>

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