Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Unidade 1</p><p>Conceito no contexto de projeto</p><p>Aula 1</p><p>O que são projetos?</p><p>Introdução</p><p>Olá, estudante!</p><p>Daremos início à 1ª unidade de ensino que trata sobre o conceito no contexto de projetos. O</p><p>conteúdo será dividido em quatro partes: o que são projetos; gerenciamento de projetos; análise</p><p>de projeto e características de projeto. Esta aula tratará sobre o tema relacionado a projeto, seus</p><p>conceitos, de�nição e a importância de conhecer e projetar. Porque utilizar projetos e suas</p><p>vantagens na utilização dessa metodologia.</p><p>Esses conceitos permitirão relacionar a teoria para a elaboração e aplicação de um projeto. A</p><p>disciplina de Implementação de Projeto Web contribuirá para a aquisição de novos conteúdos</p><p>aperfeiçoando seu aprendizado.</p><p>Sendo assim, convido você a estudar conosco nesta unidade para o aperfeiçoamento de seu</p><p>conhecimento. Vamos lá?</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Desenvolvimento de projetos: conceitos</p><p>O projeto é um empreendimento temporário, mas progressivo, com o objetivo de criar um produto</p><p>ou serviço. Diz respeito a uma atividade ou a um conjunto de atividades para atender à</p><p>necessidade para a criação de um produto (PMBOK, 2004).</p><p>Para a realização de um projeto será necessário realizar alguns levantamentos de informações</p><p>para compor a base de um projeto. Será necessário encontrar um objetivo para a criação do</p><p>projeto, uma justi�cativa e a metodologia que será desenvolvida ao longo dele. Após esses</p><p>dados iniciais, deverá ser realizado o levantamento de requisitos (são declarações sobre o que</p><p>um sistema deve ser capaz de fazer). Os requisitos se dividem em requisitos funcionais (funções</p><p>que o sistema deverá realizar no sistema) e não funcionais (suporte para o bom funcionamento</p><p>de um sistema). Será necessário também o levantamento da viabilidade do projeto e um</p><p>cronograma para o desenvolvimento (BOARATI; RUFFINI, 2017). As etapas citadas são</p><p>necessárias para o desenvolvimento de projetos de qualquer natureza e serão abordadas no</p><p>capítulo.</p><p>Os requisitos funcionais visam as funcionalidades que o projeto irá disponibilizar (exemplos:</p><p>realizar um cadastro, efetuar login, etc.). É possível obter essas informações relevantes para o</p><p>projeto através de questionários e entrevistas sobre a necessidade do usuário mostrando o que</p><p>realmente necessita que seja feito para a realização de suas tarefas rotineiras (BOARATI;</p><p>RUFFINI, 2017).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Um projeto engloba uma série de dados necessários que formam um conjunto de princípios,</p><p>conceitos e práticas para o desenvolvimento de projetos de sistemas. Para tanto, será necessário</p><p>observar a implementação dos requisitos não funcionais que dão suporte ao melhor</p><p>funcionamento do projeto desenvolvido, proporcionando funcionalidade, con�abilidade,</p><p>usabilidade, e�ciência, manutenabilidade, portabilidade, entre outras (PRESSMAN, 2011).</p><p>Existem recursos disponíveis que podem facilitar a criação de projetos. A utilização de design</p><p>patterns ajuda na padronização e resolução de problemas criando soluções que poderão ser</p><p>reutilizadas em outros projetos que possam ocorrer com determinada frequência.</p><p>Para um projeto de sistemas web tornar pro�ssionais mais preparados no desenvolvimento, no</p><p>teste e na manutenção de um projeto, pode-se utilizar diversas tecnologias e diversas linguagens</p><p>de programação e marcação. Ao praticar a diversidade, será necessária a busca de objetivo de</p><p>atividade para gerar um modelo. A sociedade busca estar conectada à rede cada vez mais devido</p><p>à popularização da web. Pensando nisso, exige também projetos so�sticados que acompanhem</p><p>a velocidade e complexidade da internet, pois a World Wide Web foi o produto desenvolvido mais</p><p>importante realizado no mundo.</p><p>Frente à pandemia que a população enfrentou em 2019, a programação voltada para a web</p><p>cresceu, facilitando a vida dos consumidores, pois hoje temos muitas vendas, acordos, reuniões</p><p>realizadas on-line, inclusive cursos que utilizam a plataforma. Por esse motivo, a criação de um</p><p>projeto será essencial para que um software seja desenvolvido atendendo as necessidades dos</p><p>usuários, pois a complexidade de um projeto em ascensão é grande e a arquitetura do software</p><p>deve atender todas essas exigências.</p><p>Dessa maneira, será necessário seguir alguns protocolos importantes que atendam a</p><p>comunicação, as funcionalidades e a estrutura de controle. Todo projeto necessita ser pensado e</p><p>executado independente do ciclo de vida escolhido e aplicado, até mesmo paradigmas</p><p>diferentes, pois o que importa é sua implantação atendendo as especi�cações do usuário.</p><p>Desenvolvimento de projetos: importância de projetar</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Após conhecer um pouco sobre o conceito de projeto, será necessário saber o que o estudante</p><p>gostaria de desenvolver. Para tanto, um planejamento se faz necessário. Saber quais são os</p><p>objetivos do projeto, a justi�cativa, qual metodologia será utilizada. Essa etapa de planejamento</p><p>será extremamente importante para que a equipe designada para o trabalho possa trocar</p><p>informações e de�nir pontos-chaves do projeto. Algumas questões levantadas nessa fase devem</p><p>ser respondidas, tais como:</p><p>1. O que vamos trabalhar nesse projeto?</p><p>2. Qual será o objetivo esperado no desenvolvimento desse projeto?</p><p>3. Como vamos dividir as tarefas para que todos tenham responsabilidades na execução do</p><p>projeto?</p><p>4. Que materiais iremos utilizar?</p><p>5. Quais recursos das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) usaremos na</p><p>realização desse projeto?</p><p>�. O que se espera aprender com essa prática na realização do projeto e quanto tempo</p><p>durará?</p><p>7. Vale a pena planejar um projeto por etapas de trabalho com divisão de tarefas diárias?</p><p>�. Esse projeto inicial será realizado onde?</p><p>Todas essas perguntas poderão ser úteis na preparação e condução dessa prática na realização</p><p>do projeto. Dessa forma, você e sua equipe poderá pensar e de�nir quais serão as metas, a</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>metodologia, os materiais utilizados, a divisão de tarefas, os resultados prévios, a solução dos</p><p>eventuais problemas e a solução �nal.</p><p>Caso seja decidido realizar algum projeto simples, deverá pensar no tema do projeto para que</p><p>possa se desenvolver melhor e raciocinar prevendo erros e buscando soluções possíveis. Na</p><p>escolha do tema, meio ambiente, por exemplo, poderão desenvolver o projeto em laboratório com</p><p>auxílio de equipamentos de medição de ar, poluição, temperatura ambiente, resultado de resíduos</p><p>sólidos jogados em locais inadequados poluindo rios, lagos e mares, dani�cando os lençóis</p><p>freáticos e aquíferos.</p><p>Dessa forma, buscando quais são os requisitos funcionais e não funcionais que devem ser</p><p>inseridos no projeto. O erro de um iniciante em projetos é imaginar que irá sentar na frente de um</p><p>computador e começar a codi�car sem antes planejar um projeto em etapas para evitar o</p><p>retrabalho. Dessa forma, será essencial pensar em um projeto simples para depois seguir com</p><p>um mais complexo.</p><p>Será sempre necessário ter em mente os objetivos do projeto. Realizar pesquisas sobre o tema</p><p>desejado, entrevistas, questionários on-line, observação de um ambiente, etapas utilizadas para o</p><p>desenvolvimento de um trabalho em um setor, etc. Dessa forma, o estudante estará levantando</p><p>os requisitos funcionais necessários para que sua implementação supra a necessidade de um</p><p>setor, de uma empresa.</p><p>Faz parte criar um cronograma de trabalho para que o tempo seja calculado de forma correta e o</p><p>projeto seja entregue dentro do prazo, pois quando se entrega produtos fora do prazo, o</p><p>pro�ssional ou a empresa acaba perdendo a credibilidade no mercado de trabalho. É preciso</p><p>deixar uma margem de tempo para a realização de testes para que possíveis falhas possam ser</p><p>contempladas e ajustadas. Dessa forma, o cliente recebe seu projeto de maneira satisfatória.</p><p>Desenvolvimento de projetos: hora de praticar</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Nesta etapa de trabalho, você já recebeu instruções</p><p>é necessário realizar o levantamento</p><p>de requisitos. Imagine uma empresa que deseja desenvolver um aplicativo de delivery de comida.</p><p>Durante o levantamento de requisitos, é fundamental identi�car as principais funcionalidades que</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>o aplicativo deve possuir, como seleção de restaurantes, escolha de pratos, pagamento on-line e</p><p>rastreamento do pedido. Além disso, é necessário de�nir os requisitos não funcionais, como</p><p>tempo de resposta rápido, interface amigável e segurança das informações do usuário.</p><p>Por outro lado, consideremos um cenário em que um levantamento de requisitos adequado não é</p><p>realizado. Suponhamos que uma empresa decida criar um sistema de gerenciamento de projetos</p><p>sem analisar as necessidades e expectativas dos usuários. Nesse caso, o sistema pode não</p><p>atender aos requisitos funcionais necessários para acompanhar as tarefas, de�nir prazos e</p><p>gerenciar recursos. Além disso, os requisitos não funcionais, como desempenho e segurança,</p><p>podem ser negligenciados, resultando em um sistema ine�ciente e vulnerável a ataques. Ainda,</p><p>os requisitos devem ser descritos de forma clara e objetiva. É comum utilizar a técnica SMART</p><p>(eSpecí�co, Mensurável, Alcançável, Relevante e Tempo limite) para esse �m.</p><p>A análise dos requisitos desempenha um papel essencial nesse processo, assegurando que</p><p>todas as informações sejam corretamente interpretadas e que o projeto seja guiado de acordo</p><p>com esses requisitos.</p><p>Existem diversas ferramentas e técnicas que podem ser utilizadas para auxiliar no levantamento</p><p>e na análise de requisitos. Uma delas é o diagrama de caso de uso, que oferece uma visão geral</p><p>abrangente do relacionamento entre atores, casos de uso e sistemas.</p><p>Figura 1 | Exemplo de diagrama de caso de uso. Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Outra ferramenta é o protótipo, que pode ser utilizado para validar as informações coletadas e</p><p>ajudar a de�nir melhor as funcionalidades que serão desenvolvidas no projeto.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 2 | Exemplo de protótipo. Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Nesta aula, aprofundamos nosso conhecimento sobre os tipos de requisitos e destacamos a</p><p>necessidade de realizar esse levantamento de forma adequada para evitar problemas futuros.</p><p>Espero que vocês tenham compreendido a importância dessa etapa fundamental no</p><p>desenvolvimento de projetos de software.</p><p>Aplicação prática do levantamento de requisitos: um estudo de caso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Nesta aula iremos explorar a aplicação prática do levantamento de requisitos, destacando sua</p><p>importância na análise e no desenvolvimento de projetos de software. Vamos mergulhar em um</p><p>estudo de caso �ctício para entender como as etapas do levantamento de requisitos se aplicam</p><p>na prática, fornecendo uma visão concreta do processo e suas implicações.</p><p>Estudo de Caso: Sistema de Reservas de Hotéis</p><p>Fomos contratados por uma empresa de turismo para desenvolver um sistema de reservas de</p><p>hotéis on-line. Para iniciar o projeto, precisamos entender as necessidades e os requisitos dos</p><p>usuários, além de considerar os objetivos do negócio. Vamos seguir as etapas do levantamento</p><p>de requisitos e analisar como elas se aplicam nesse contexto.</p><p>1.  Identi�cação dos stakeholders (partes interessadas)</p><p>Primeiro, identi�camos os stakeholders envolvidos no projeto, como os usuários �nais (clientes</p><p>que desejam reservar hotéis), a equipe de atendimento ao cliente, os hotéis parceiros e a equipe</p><p>de desenvolvimento.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 1 | Partes interessadas.  Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>2.  Coleta de Informações</p><p>Realizamos entrevistas com representantes de cada grupo de stakeholders para entender suas</p><p>necessidades e expectativas em relação ao sistema de reservas. Também analisamos</p><p>documentos relacionados ao setor de turismo, como regulamentos e padrões do mercado. As</p><p>entrevistas podem ter três tipos de perguntas:</p><p>Fechadas:</p><p>Quantas reservas são feitas por dia pelo telefone?</p><p>Quantos clientes se hospedam no hotel?</p><p>Abertas:</p><p>O que você pensa a respeito do modo como as reservas são processadas atualmente?</p><p>Quais são alguns dos problemas que você enfrenta diariamente?</p><p>Investigativas:</p><p>Por quê?</p><p>Você pode me dar um exemplo?</p><p>3.  Análise dos Requisitos:</p><p>Com base nas informações coletadas, identi�camos os requisitos funcionais do sistema, como:</p><p>Buscar hotéis por localização.</p><p>Disponibilizar quartos.</p><p>Visualizar fotos.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Mostrar descrições dos hotéis.</p><p>Reservar quartos.</p><p>Cancelar reservas.</p><p>Além disso, também levantamos requisitos não funcionais, como:</p><p>Desempenho:</p><p>O sistema deve ser capaz de lidar com um alto volume de acessos simultâneos durante</p><p>períodos de pico, garantindo tempos de resposta rápidos.</p><p>O tempo de carregamento das páginas do sistema não deve exceder 2 segundos.</p><p>Segurança:</p><p>O sistema deve implementar autenticação e autorização robustas para proteger as</p><p>informações dos usuários e evitar acesso não autorizado.</p><p>As informações sensíveis dos usuários, como dados de pagamento e informações</p><p>pessoais, devem ser armazenadas de forma segura, utilizando criptogra�a.</p><p>Usabilidade:</p><p>A interface do usuário do sistema deve ser intuitiva e de fácil utilização, permitindo que os</p><p>usuários realizem reservas de hotéis sem di�culdades.</p><p>O sistema deve ser responsivo, adaptando-se a diferentes dispositivos e tamanhos de tela</p><p>em desktops, tablets e smartphones.</p><p>4.  Priorização e negociação</p><p>Com um conjunto inicial de requisitos, realizamos reuniões com os stakeholders para priorizar as</p><p>funcionalidades e alinhar expectativas. Essa etapa envolve a negociação e o gerenciamento de</p><p>con�itos, garantindo que os recursos e o escopo do projeto sejam adequadamente de�nidos.</p><p>Tabela 1 | Priorização de requisitos</p><p>Requisito</p><p>Prioridade</p><p>Justificativa</p><p>Reservar quartos</p><p>Alta</p><p>Essencial para o</p><p>funcionamento básico do</p><p>sistema e atendimento às</p><p>necessidades dos usuários.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Pesquisar disponibilidade</p><p>Alta</p><p>Permite aos usuários verificar</p><p>a disponibilidade de quartos</p><p>antes de efetuarem a reserva,</p><p>garantindo uma experiência</p><p>mais eficiente e conveniente.</p><p>Autenticar e autorizar</p><p>Alta</p><p>Garante a segurança das</p><p>informações dos usuários e</p><p>evita acesso não autorizado</p><p>às funcionalidades do</p><p>sistema.</p><p>Pagamento on-line</p><p>Média</p><p>Proporciona comodidade aos</p><p>usuários ao permitir que</p><p>efetuem o pagamento de</p><p>suas reservas diretamente</p><p>pelo sistema.</p><p>Avaliação de hotéis</p><p>Média</p><p>Oferece aos usuários a</p><p>possibilidade de avaliar os</p><p>hotéis após a estadia,</p><p>fornecendo informações úteis</p><p>para outros usuários e</p><p>auxiliando na tomada de</p><p>decisão.</p><p>Baixa</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>5. Documentação dos requisitos</p><p>Elaboramos documentos de especi�cação de requisitos, que descrevem detalhadamente cada</p><p>funcionalidade do sistema, incluindo casos de uso, �uxos de trabalho e requisitos de interface.</p><p>Essa documentação será a base para o desenvolvimento do sistema.</p><p>Figura 2 | Diagrama de caso de uso. Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Conclusão</p><p>O estudo de caso apresentado nos permite visualizar a aplicação prática do levantamento de</p><p>requisitos em um projeto de software. Através da coleta de informações, análise, priorização e</p><p>Suporte a múltiplos idiomas</p><p>Pode ser considerado um</p><p>requisito adicional para</p><p>alcançar um público mais</p><p>amplo, mas não é crucial para</p><p>o funcionamento básico do</p><p>sistema.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>documentação dos requisitos, conseguimos estabelecer uma base sólida para o</p><p>desenvolvimento do sistema de reservas de hotéis. Essa abordagem nos ajuda a garantir que a</p><p>solução atenda às necessidades dos usuários e agregue valor ao negócio.</p><p>Videoaula: Requisitos para projeto</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário</p><p>que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante! O levantamento de requisitos é uma etapa crucial em qualquer projeto, incluindo</p><p>projetos web. Neste vídeo, vamos abordar a atividade de levantamento de requisitos, seus tipos</p><p>(funcionais e não funcionais) e a importância da análise desses requisitos para o sucesso do</p><p>projeto. Acompanhe-nos nesta jornada e saiba como aplicar esses conceitos na prática!</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Compreender a atividade de levantamento de requisitos é fundamental para o sucesso de um</p><p>projeto. Por isso, é importante ter acesso a ferramentas e plataformas que possam auxiliar na</p><p>elaboração e análise desses requisitos.</p><p>Para aprofundar seu conhecimento sobre o tema, recomendamos a leitura dos livros Análise e</p><p>Projeto de Sistemas, Parte 2 – Fase de Análise, de Alan Deenis, e Engenharia de requisitos, de</p><p>Sheila Reinehr. Eles trazem uma abordagem completa sobre o processo de levantamento de</p><p>requisitos, com exemplos práticos e dicas valiosas.</p><p>Além disso, uma das principais plataformas utilizadas para gerenciar projetos é o Trello</p><p>(trello.com). Com ele, é possível criar listas de tarefas e atividades, atribuir responsabilidades,</p><p>de�nir prazos e acompanhar o andamento do projeto de forma clara e organizada. É uma</p><p>ferramenta essencial para o levantamento de requisitos e gerenciamento de projetos em geral.</p><p>Outra opção interessante é o Lucidchart (lucid.app), uma plataforma para criar diagramas e</p><p>�uxogramas de forma simples e intuitiva. Com ela, é possível elaborar mapas mentais,</p><p>organogramas e �uxogramas que ajudam a visualizar e estruturar os requisitos do projeto de</p><p>forma clara e objetiva.</p><p>Essas ferramentas e plataformas são recursos que podem ser extremamente úteis para o</p><p>estudante que deseja se aprofundar no processo de levantamento de requisitos e aprimorar suas</p><p>habilidades de gerenciamento de projetos. Aproveite para explorá-las e incrementar seus</p><p>conhecimentos!</p><p>Referências</p><p>DENNIS, A.; WIXOM, B. H.; ROTH, R. M. Análise e Projeto de Sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN,</p><p>2014. E-book. ISBN 978-85-216-2634-3. Disponível em:</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2634-3/. Acesso em: 10 maio</p><p>2023.</p><p>LARMAN, C. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientado a</p><p>objetos. Porto Alegre: Bookman, 2007.</p><p>PRESSMAN, R. S. Engenharia de software: uma abordagem pro�ssional. Nova York: McGraw-Hill,</p><p>2016.</p><p>REINEHR, S. Engenharia de requisitos. Porto Alegre: Grupo A, 2020. Disponível em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556900674/pageid/0. Acesso em:</p><p>10 maio 2023.</p><p>SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. [S. l.]: Pearson Universidades, 2018.</p><p>Aula 2</p><p>Técnicas para requisitos</p><p>Introdução</p><p>Olá, estudante!</p><p>Nesta aula, serão abordadas técnicas básicas para ajudá-lo a de�nir seus requisitos de projeto. O</p><p>processo de coleta e documentação de requisitos é essencial para o desenvolvimento bem-</p><p>sucedido. Entre as técnicas discutidas, destacam-se o brainstorming e outras estratégias</p><p>colaborativas que promovem a geração de ideias e a criatividade da equipe.</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2634-3/</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786556900674/pageid/0</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Abordaremos também a importância de uma especi�cação de requisitos clara e concisa que</p><p>sirva de guia para o desenvolvimento do projeto. Veremos ainda a análise de requisitos como</p><p>etapa fundamental para identi�car contradições e garantir a viabilidade das soluções propostas.</p><p>Compreender e aplicar essas técnicas irá prepará-lo para conduzir um processo e�caz de</p><p>especi�cação de requisitos e obter melhor resultados em seus projetos.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conceito sobre técnicas para auxílio nas especi�cações de requisitos,</p><p>requisitos para projeto e análise de requisitos para projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Técnicas de especi�cação de requisitos são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto,</p><p>principalmente projetos relacionados à web. Este texto examina dois conceitos principais,</p><p>brainstorming e análise de requisitos, e explica como eles podem ser aplicados ao especi�car</p><p>requisitos para um projeto web.</p><p>O brainstorming é uma técnica amplamente utilizada no processo de levantamento de requisitos.</p><p>Consiste em discussões em grupo nas quais os membros da equipe tentam apresentar o</p><p>máximo de ideias e soluções possíveis para um determinado problema. No contexto de uma</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>especi�cação de requisitos para um projeto web, o brainstorming pode ser usado para identi�car</p><p>e considerar os vários recursos e propriedades necessários para o sistema (ALVES, 2019).</p><p>Durante as sessões de brainstorming, os participantes são encorajados a expressar suas ideias</p><p>livremente, sem restrições ou julgamentos. Isso inspira criatividade e produz soluções</p><p>inovadoras. Para uma especi�cação de projeto web, o brainstorming se concentrará na</p><p>identi�cação de recursos como navegação intuitiva, design responsivo, integração com redes</p><p>sociais, mecanismos de pesquisa e�cientes e outras características especí�cas do projeto. Após</p><p>a sessão de brainstorming, comece a de�nir os requisitos para o seu projeto web (ALVES, 2019).</p><p>Nesta etapa, os recursos e as propriedades previamente identi�cados são documentados em</p><p>detalhes. As especi�cações de requisitos podem ser escritas de várias maneiras: casos de uso,</p><p>histórias de usuários, �uxogramas, protótipos e até mesmo linguagem natural. A abordagem</p><p>escolhida depende das necessidades e preferências de sua equipe. Ao escrever uma</p><p>especi�cação de requisitos para um projeto da web, deve-se tomar cuidado para garantir que a</p><p>especi�cação de requisitos seja clara, completa e consistente. Cada recurso deve ser detalhado</p><p>o su�ciente para que o desenvolvedor entenda exatamente o que precisa ser implementado.</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>É importante que as especi�cações sejam consistentes entre si e evitem inconsistências e</p><p>ambiguidades potencialmente enganosas. A análise de requisitos é outra técnica importante no</p><p>processo de especi�cação de requisitos do projeto web. Isso inclui uma revisão crítica da</p><p>especi�cação com o objetivo de identi�car possíveis problemas, inconsistências e omissões.</p><p>Durante a análise de requisitos, a equipe pode fazer perguntas detalhadas, veri�car a</p><p>consistência das informações e identi�car possíveis con�itos com restrições e requisitos do</p><p>projeto. Além disso, a análise de requisitos também pode incluir priorização e negociação de</p><p>requisitos. Devido a restrições de tempo, recursos e orçamento, pode não ser possível</p><p>implementar todos os requisitos identi�cados no brainstorming. Nesses casos, é necessária uma</p><p>análise cuidadosa para determinar quais requisitos são essenciais e mais importantes para o</p><p>sucesso do projeto (ALVES, 2019).</p><p>Em suma, o brainstorming e a análise de requisitos são técnicas valiosas para especi�car os</p><p>requisitos do projeto web. O brainstorming pode gerar ideias e soluções criativas, enquanto a</p><p>análise de requisitos garante a qualidade e consistência das especi�cações. A aplicação</p><p>adequada dessas técnicas ajudará sua equipe a obter requisitos claros, completos e</p><p>consistentes para as necessidades do seu projeto, contribuindo para o desenvolvimento de</p><p>sistemas web e�cientes e bem-sucedidos.</p><p>Interpretação para técnicas de auxílio na especi�cação de requisitos,</p><p>requisitos de projeto e análise de projetos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>As técnicas que ajudam a especi�car os requisitos são essenciais para o sucesso do seu projeto,</p><p>e usá-las adequadamente pode render ótimos resultados. Este texto examina três dessas</p><p>técnicas: brainstorming, especi�cação de requisitos de projeto e análise de requisitos de projeto</p><p>da web e fornece exemplos de aplicativos do mundo real (APPLEN, 2013).</p><p>O brainstorming</p><p>é uma técnica amplamente utilizada para geração de ideias e soluções. Imagine</p><p>uma equipe de desenvolvimento de software responsável por criar um aplicativo de entrega de</p><p>comida. As sessões de brainstorming reúnem os membros da equipe para compartilhar suas</p><p>ideias sobre os requisitos do aplicativo. Um participante pode sugerir a criação de um recurso de</p><p>rastreamento em tempo real que permitiria aos usuários rastrear a localização dos correios. Essa</p><p>ideia é discutida e re�nada e se torna um requisito fundamental a ser incluído na especi�cação</p><p>do projeto. Uma especi�cação de requisitos de projeto é um documento detalhado que descreve</p><p>os requisitos funcionais e não funcionais de um sistema ou projeto.</p><p>Vamos analisar outro cenário de uma empresa que deseja criar um site de comércio eletrônico</p><p>para vender roupas on-line. A especi�cação de requisitos para esse projeto incluiu requisitos</p><p>como a capacidade dos usuários de navegar pelos produtos por categoria, a disponibilidade de</p><p>�ltros de pesquisa avançados, a necessidade de um sistema de pagamento seguro e a</p><p>necessidade de móveis de design responsivos e compatíveis com dispositivos. Essas</p><p>especi�cações fornecem uma base sólida para o desenvolvimento do projeto e garantem que</p><p>todos os envolvidos tenham uma compreensão clara do que precisa ser entregue (APPLEN,</p><p>2013).</p><p>Uma análise de requisitos para um projeto da web é uma análise completa dos requisitos</p><p>de�nidos para identi�car quaisquer contradições, lacunas ou possíveis problemas. Por exemplo,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>uma equipe de desenvolvimento de um site de reserva de hotel deve revisar os requisitos do</p><p>sistema para garantir que todos os recursos sejam especi�cados corretamente. Durante a</p><p>análise, podemos descobrir que os requisitos não mencionavam a integração com serviços de</p><p>pagamento on-line. Essa lacuna é identi�cada e corrigida antes do início do projeto para evitar</p><p>problemas futuros.</p><p>A análise de requisitos pode incluir testar a viabilidade técnica dos requisitos e avaliar se os</p><p>requisitos podem ser implementados dentro das restrições técnicas existentes. Por exemplo, se</p><p>você estiver desenvolvendo um site com funcionalidade complexa, como um sistema de</p><p>recomendação personalizado, a equipe de análise de requisitos deve considerar se a tecnologia</p><p>necessária para implementar essa funcionalidade está disponível e é apropriada para o projeto. É</p><p>necessária uma investigação para averiguar o que está acontecendo (APPLEN, 2013).</p><p>Em suma, as técnicas de especi�cação de requisitos, como brainstorming, especi�cação de</p><p>requisitos de projeto e análise de requisitos de projeto da web, desempenham um papel</p><p>importante no sucesso de um projeto. Essas abordagens ajudam a identi�car os principais</p><p>requisitos, garantem um entendimento claro entre as partes interessadas e evitam problemas</p><p>futuros. Com exemplos do mundo real, você verá como essas técnicas podem ser aplicadas de</p><p>forma prática e e�caz, contribuindo para o desenvolvimento de projetos web de alta qualidade.</p><p>Aplicação para técnicas de auxílio na especi�cação de requisitos, requisitos</p><p>de projeto e análise de projetos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Utilizar técnicas para especi�car requisitos, como o brainstorming do projeto da web, a</p><p>especi�cação dos requisitos do projeto e a análise dos requisitos são essenciais para garantir o</p><p>sucesso e a qualidade do projeto.</p><p>Estão disponíveis diversas ferramentas e técnicas que podem facilitar e melhorar o processo de</p><p>especi�cação de requisitos. Este texto explora essas técnicas e apresenta algumas ferramentas</p><p>úteis para apoiar esse processo. O brainstorming é uma técnica amplamente utilizada para</p><p>estimular a criatividade e gerar ideias. As sessões de brainstorming reúnem membros da equipe,</p><p>partes interessadas e especialistas para compartilhar suas ideias sobre os requisitos do projeto.</p><p>Essa abordagem colaborativa ajuda a identi�car os principais requisitos e a considerar diferentes</p><p>perspectivas (DEENIS, 2014).</p><p>Existem várias ferramentas on-line que facilitam o brainstorming, como o Miro. O Miro permite</p><p>que os participantes criem um espaço virtual compartilhado, onde podem adicionar ideias,</p><p>comentar as melhores sugestões e votar. Uma especi�cação de requisitos de projeto é um</p><p>documento detalhado que descreve os requisitos funcionais e não funcionais de um sistema.</p><p>Essas especi�cações fornecem uma base sólida para o desenvolvimento do projeto e garantem</p><p>um entendimento comum entre as partes interessadas (DEENIS, 2014).</p><p>Existem várias técnicas e ferramentas que podem ser usadas ao criar especi�cações de</p><p>requisitos. Uma técnica comumente usada é a prototipagem. Isso inclui a criação de um modelo</p><p>visual ou interativo do sistema. Ferramentas como Sketch, Adobe XD e InVision ajudam você a</p><p>visualizar os requisitos por meio de protótipos interativos, identi�car possíveis problemas e</p><p>entender melhor os requisitos (DEENIS, 2014).</p><p>Uma análise de requisitos de um projeto web é uma etapa importante para garantir a</p><p>consistência, integridade e viabilidade dos requisitos. Várias técnicas e ferramentas estão</p><p>disponíveis para apoiar esse processo. Uma técnica comumente usada é a análise de</p><p>rastreabilidade, para criar matrizes de rastreabilidade para mapear requisitos para várias</p><p>entregas do projeto, como casos de teste, telas e componentes do sistema. Usando essa matriz,</p><p>você pode garantir que todos os requisitos sejam adequadamente cobertos e acompanhar as</p><p>mudanças e os impactos ao longo do ciclo de vida do projeto (DEENIS, 2014).</p><p>Ferramentas como IBM Rational DOORS e Enterprise Architect oferecem recursos avançados que</p><p>facilitam a análise de rastreabilidade. O uso de uma ferramenta de gerenciamento de requisitos</p><p>pode ser muito útil para organizar e rastrear os requisitos entre os projetos. Essas ferramentas</p><p>fornecem a capacidade de capturar, documentar, rastrear e gerenciar requisitos com e�ciência.</p><p>Exemplos de ferramentas comuns incluem JIRA, Microsoft Azure DevOps e Trello (DEENIS,</p><p>2014).</p><p>Por �m, colaboração e comunicação efetivas são essenciais para uma especi�cação de</p><p>requisitos bem-sucedida. Ferramentas de comunicação e colaboração como Slack, Microsoft</p><p>Teams e Google Docs facilitam o compartilhamento de informações e a colaboração entre</p><p>membros da equipe, partes interessadas e clientes. Isso signi�ca aplicar técnicas de</p><p>especi�cação de requisitos, como: habilidades como brainstorming, especi�cação de requisitos</p><p>de projeto e análise de requisitos de projeto da web, que são essenciais para o sucesso do</p><p>projeto.</p><p>Usar as ferramentas e técnicas certas pode melhorar a e�ciência e a qualidade do processo de</p><p>especi�cação de requisitos. Portanto, é importante explorar e alavancar as ferramentas</p><p>disponíveis para apoiar a elaboração, o gerenciamento e a análise de requisitos ao longo do ciclo</p><p>de vida do projeto.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Videoaula: Técnicas para requisitos</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Este vídeo aborda técnicas essenciais de especi�cação de requisitos, como: brainstorming e</p><p>outras abordagens colaborativas. Além disso, discute a importância de uma especi�cação de</p><p>requisitos clara e concisa para orientar o desenvolvimento do projeto. A análise de requisitos é</p><p>enfatizada como um processo importante para identi�car contradições e garantir a viabilidade</p><p>das soluções propostas. Assista ao vídeo para obter informações valiosas sobre como colocar</p><p>essas técnicas em prática e tornar seu projeto um sucesso.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>NAVAS, H. V. G. Brainstorming – gerador de ideias criativas. Inovação & empreendedorismo, v. 78,</p><p>p. 4-4, 2016.</p><p>https://run.unl.pt/bitstream/10362/70637/1/Brainstroming_gerador_de_ideias_criativas.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>SILVA, V. L. da. Utilização de técnicas de gestão de projetos na análise de</p><p>requisitos de projetos</p><p>de software. 2012. Dissertação (Mestrado em Sistemas de Informação) – Universidade do</p><p>Minho. Braga, Portugal, 2012.</p><p>TURINE, M. A. S.; MASIERO, P. C. Especi�cação de requisitos: uma introdução. São Carlos: Icmsc-</p><p>Usp, 1996.</p><p>Bons estudos!!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the Web: Composing, Coding, and Constructing Web Sites. London:</p><p>Taylor & Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 3</p><p>Especi�cação de caso de uso</p><p>Introdução</p><p>https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/20593</p><p>https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/20593</p><p>https://repositorio.usp.br/directbitstream/499f05d2-f00c-4f6a-8edc-b8939b6ac2fc/Relat%C3%B3rio%20T%C3%A9cnico_39_1996.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Nesta aula sobre análise de conceitos, especi�cações e casos de uso, um caso de uso captura</p><p>os requisitos funcionais de um sistema e descreve as interações entre os atores e o sistema.</p><p>Essa especi�cação descreve cada caso de uso em detalhes, explicando os eventos e �uxos</p><p>primários e alternativos. A análise de caso de uso identi�ca requisitos adicionais e regras de</p><p>negócios.</p><p>Nosso objetivo é dar a você uma compreensão sólida desses conceitos e demonstrar sua</p><p>aplicação no desenvolvimento de software. Ele explora exemplos da vida real e discute as</p><p>melhores práticas para uma análise e�caz. Prepare-se para aprender mais sobre essa</p><p>metodologia fundamental da engenharia de software.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conceito de caso de uso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>O conceito de caso de uso é uma abordagem fundamental de engenharia de software que se</p><p>concentra em capturar e descrever os requisitos funcionais de um sistema. Essa técnica fornece</p><p>uma compreensão mais clara das interações entre atores externos e o sistema em questão,</p><p>levando a uma compreensão mais profunda do comportamento esperado do software.</p><p>Um caso de uso é uma representação narrativa de como o sistema é realmente usado. Ele</p><p>descreve funções e ações especí�cas que atores externos podem executar no sistema. Atores</p><p>são usuários ou sistemas externos que interagem com o sistema em análise. Cada caso de uso</p><p>descreve um conjunto de eventos que ocorrem quando um ator executa uma determinada função</p><p>dentro do sistema (ALVES, 2019).</p><p>O principal objetivo de um caso de uso é fornecer uma descrição detalhada dos requisitos</p><p>funcionais do sistema, concentrando-se em "o que" o sistema pretende fazer, em vez de "como"</p><p>ele é implementado. Isso permite que as equipes de desenvolvimento entendam melhor as</p><p>necessidades do usuário e criem soluções que atendam efetivamente a essas necessidades.</p><p>Ao desenvolver casos de uso, é importante considerar diferentes cenários e �uxos de eventos.</p><p>Um caso de uso geralmente inclui um �uxo principal que descreve um conjunto típico de ações</p><p>que um invasor executaria e �uxos alternativos que descrevem situações excepcionais ou</p><p>caminhos diferentes que o sistema pode seguir. Essa abordagem �exível permite uma</p><p>representação completa e abrangente do comportamento do sistema (ALVES, 2019).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Os casos de uso podem ser organizados em diagramas de caso de uso que fornecem uma visão</p><p>geral da funcionalidade do sistema e das interações entre atores e casos de uso. Esses</p><p>diagramas ajudam a comunicar de forma clara e concisa a funcionalidade do sistema para as</p><p>partes interessadas. Os casos de uso também são ferramentas poderosas em todo o ciclo de</p><p>vida do desenvolvimento de software. Eles ajudam a identi�car e validar os requisitos, facilitam a</p><p>comunicação entre as equipes de desenvolvimento e os usuários �nais, orientam a fase de</p><p>design e servem como base para escrever testes de aceitação (ALVES, 2019).</p><p>Os casos de uso podem ser atualizados e re�nados à medida que o sistema evolui, ajudando as</p><p>equipes de desenvolvimento a �carem claras e atualizadas com os requisitos do sistema. No</p><p>entanto, é importante observar que os casos de uso não fornecem soluções completas para</p><p>todos os aspectos dos projetos de software. Eles se concentram principalmente nos aspectos</p><p>funcionais do sistema e não podem tocar em detalhes técnicos ou requisitos não funcionais.</p><p>Portanto, é importante complementar o caso de uso com outras técnicas de gerenciamento de</p><p>requisitos e design de sistema (ALVES, 2019).</p><p>Em suma, os casos de uso representam uma abordagem e�caz para capturar e descrever os</p><p>requisitos funcionais de um sistema. Eles mostram as interações entre atores e sistemas de</p><p>forma clara e compreensível e são úteis para o desenvolvimento de software orientado a objetos.</p><p>Aproveitando os casos de uso, as equipes de desenvolvimento podem criar soluções de forma</p><p>e�ciente e e�caz que atendam às necessidades do usuário.</p><p>Especi�cação de caso de uso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>A especi�cação de casos de uso é uma etapa essencial no processo de desenvolvimento de</p><p>software orientado a objetos. Isso consiste em uma descrição detalhada e precisa dos casos de</p><p>uso identi�cados e no fornecimento de informações detalhadas sobre as interações entre os</p><p>atores externos e o sistema em análise. O principal objetivo de uma especi�cação de caso de</p><p>uso é fornecer uma visão completa e compreensível do comportamento do sistema,</p><p>descrevendo os eventos e o �uxo de eventos que ocorrem durante a execução de cada caso de</p><p>uso (APPLEN, 2013).</p><p>De acordo com Applen (2013), essa especi�cação é uma forma de documentar as capacidades</p><p>do sistema e as ações que os atores podem executar no sistema. Ao escrever uma especi�cação</p><p>de caso de uso, é importante considerar diferentes cenários e �uxos de eventos. Isso inclui um</p><p>�uxo principal que descreve a sequência típica de ações que um ator realiza ao executar um caso</p><p>de uso e �uxos alternativos que descrevem situações excepcionais, erros ou diferentes caminhos</p><p>que o sistema pode seguir. Uma especi�cação de caso de uso deve conter os seguintes</p><p>elementos:</p><p>1. Título do caso de uso: uma breve descrição do caso de uso.</p><p>2. Ator principal: o ator externo que inicia o caso de uso.</p><p>3. Resumo: uma visão geral do que o caso de uso faz.</p><p>4. Pré-condições: condições que devem ser atendidas antes que o caso de uso possa ser</p><p>executado.</p><p>5. Fluxo do evento principal: uma sequência de ações que ocorrem durante a execução</p><p>normal de um caso de uso.</p><p>�. Fluxos alternativos: caminhos alternativos ou anômalos que podem ocorrer durante a</p><p>execução do caso de uso.</p><p>7. Pós-condições: condições que são verdadeiras após o caso de uso ser concluído com</p><p>sucesso.</p><p>�. Requisitos não funcionais: requisitos adicionais relacionados a desempenho, segurança,</p><p>usabilidade ou outros aspectos não funcionais.</p><p>Uma especi�cação de caso de uso também pode incluir outros elementos, como diagramas de</p><p>sequência, diagramas de atividades e protótipos de interface do usuário, que ajudam a entender</p><p>e visualizar as interações entre atores e sistemas. Uma boa especi�cação de caso de uso deve</p><p>ser clara, concisa e compreensível para todas as partes envolvidas no projeto de software. Ele</p><p>serve como um guia para os desenvolvedores implementarem a funcionalidade correta e para os</p><p>usuários �nais entenderem como usar o sistema corretamente (APPLEN, 2013).</p><p>As especi�cações de caso de uso são uma ferramenta valiosa para controlar o escopo e evitar</p><p>ambiguidades e mal-entendidos durante o desenvolvimento de software. Isso dá à equipe de</p><p>desenvolvimento e aos interessados uma visão clara e compartilhada dos requisitos funcionais</p><p>do sistema.</p><p>Em suma, especi�car casos de uso é uma etapa importante no desenvolvimento de software</p><p>orientado a objetos. Ele detalha as interações entre atores externos e o sistema e fornece uma</p><p>visão geral completa e fácil de entender do comportamento do sistema. Uma especi�cação bem</p><p>escrita ajuda a garantir que a funcionalidade correta seja</p><p>implementada e que os requisitos</p><p>funcionais do sistema sejam claramente compreendidos por todos os envolvidos.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Análise de caso de uso</p><p>Aplicações de análise de caso de uso em engenharia de software podem ser ilustradas usando</p><p>exemplos especí�cos e o uso de técnicas especí�cas. Esses exemplos e técnicas ajudarão você</p><p>a entender melhor a aplicação prática da análise de caso de uso e melhorar sua e�cácia no</p><p>desenvolvimento de sistemas orientados a objetos (DEENIS, 2014).</p><p>Por exemplo, considere um sistema de reservas de passagens aéreas. Um caso de uso pode ser</p><p>"reservar uma passagem". Ao analisar esse caso de uso, podemos identi�car os atores</p><p>envolvidos, como usuários e sistemas de pagamento. Você pode especi�car operações de chave,</p><p>como: selecionar a origem e o destino, selecionar as datas e o número de passageiros,</p><p>selecionar os voos disponíveis e fornecer as informações de pagamento. Além disso, processos</p><p>alternativos como cancelamento de reservas, alterações de dados e tratamento de erros podem</p><p>ser discutidos. A criação de um diagrama de sequência é uma técnica frequentemente usada</p><p>(DEENIS, 2014).</p><p>Esses diagramas mostram as interações entre atores e sistemas, mostrando a ordem em que as</p><p>mensagens são trocadas e as respostas correspondentes. Um diagrama de sequência</p><p>representa visualmente o �uxo de eventos em um caso de uso e ajuda a identi�car as classes</p><p>envolvidas e suas interações.</p><p>Outra técnica útil é o uso de protótipos. Fazer os protótipos de uma interface de usuário permite</p><p>que você visualize como seus casos de uso serão implementados e como os usuários irão</p><p>interagir com seu sistema. Essa abordagem permite coletar feedback dos usuários �nais, validar</p><p>requisitos e identi�car possíveis melhorias antes de implementar totalmente o sistema (DEENIS,</p><p>2014).</p><p>A análise de caso de uso pode ser combinada com outras técnicas de engenharia de requisitos,</p><p>como entrevistas, pesquisas e workshops colaborativos. Essas técnicas nos ajudam a entender</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>melhor as necessidades de nossos usuários, capturando requisitos adicionais e re�nando os</p><p>casos de uso existentes. Outro exemplo é o uso da análise de valor. Essa metodologia classi�ca</p><p>os casos de uso com base em sua importância e valor para os usuários e os negócios. Isso</p><p>permite que você priorize seus casos de uso e concentre seus recursos na implementação dos</p><p>recursos mais importantes (DEENIS, 2014).</p><p>Técnicas de análise de risco podem ser usadas para identi�car possíveis problemas e desa�os</p><p>em casos de uso. A análise de riscos auxilia na identi�cação dos cenários mais críticos,</p><p>possibilitando o desenvolvimento e planejamento adequado de estratégias de mitigação de</p><p>riscos. Para aplicar efetivamente a análise de caso de uso, também é e�caz usar ferramentas</p><p>especí�cas. Existem várias ferramentas que ajudam a criar diagramas de caso de uso, diagramas</p><p>de sequência e documentos de caso de uso, como Rational Rose, Enterprise Architect e Astah</p><p>(DEENIS, 2014).</p><p>Em suma, a aplicação da análise de casos de uso pode ser aprimorada por meio de exemplos</p><p>concretos, uso de técnicas especí�cas e suporte de ferramentas especializadas. Exemplos do</p><p>mundo real mostram como os casos de uso podem ser aplicados a diferentes sistemas, e</p><p>técnicas e ferramentas fornecem uma abordagem estruturada e e�caz para analisar e modelar</p><p>casos de uso. Juntas, essas abordagens aprimoram seu processo de desenvolvimento de</p><p>software para fornecer sistemas de forma e�ciente e e�caz que atendam às necessidades de</p><p>seus usuários.</p><p>Videoaula: Especi�cação de caso de uso</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>O vídeo do caso de uso é uma ferramenta útil para comunicar de forma clara e concisa os</p><p>requisitos funcionais de um sistema. Apresenta os atores envolvidos, o decorrer dos eventos e a</p><p>interação do usuário com o sistema. Um vídeo com exemplos práticos e diagramas mostra como</p><p>cada caso de uso deve ser implementado, facilitando o entendimento tanto para a equipe de</p><p>desenvolvimento quanto para os interessados.</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>DevMedia - Casos de uso: uma visão geral. Este artigo aborda a especi�cação de casos de uso,</p><p>fornecendo uma visão geral do conceito, suas características e como documentá-los</p><p>adequadamente.</p><p>DE SOUZA, G. T.; PIRES, C. G. S.; BELCHIOR, A. D. Padrões de requisitos para especi�cação de</p><p>casos de uso em sistemas de informação. In: LATIN AMERICAN CONFERENCE ON PATTERN</p><p>LANGUAGES OF</p><p>PROGRAMMING SUGARLOAFPLOP. Anais. Campos do Jordão, 2005, p. 48.</p><p>TORRES, D. G. Specnl: Uma ferramenta para gerar descrições em linguagem natural a partir de</p><p>especi�cações de casos de teste. 2006. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de</p><p>Pernambuco. Recife, 2006.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3720765/course/section/857581/Aula02_CasosDeUso.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3720765/course/section/857581/Aula02_CasosDeUso.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3720765/course/section/857581/Aula02_CasosDeUso.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3720765/course/section/857581/Aula02_CasosDeUso.pdf</p><p>https://citeseerx.ist.psu.edu/document?repid=rep1&type=pdf&doi=e1c245ef5e32b27166f52c919a6b8d881926d014#page=53</p><p>https://citeseerx.ist.psu.edu/document?repid=rep1&type=pdf&doi=e1c245ef5e32b27166f52c919a6b8d881926d014#page=53</p><p>https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2585</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 4</p><p>Documentação do projeto</p><p>Introdução</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Nesta aula de documentação de projetos web, exploraremos a importância crítica da</p><p>documentação e�caz para o sucesso de um projeto digital. Garantir que os membros da equipe</p><p>entendam e colaborem é fundamental para documentar projetos da web. Ele contém um guia</p><p>passo a passo sobre como desenvolver, projetar e implantar um site ou aplicativo. Ao criar uma</p><p>documentação abrangente, você cria uma referência con�ável que facilita a comunicação, evita o</p><p>retrabalho e ajuda a manter o projeto no prazo e dentro do cronograma.</p><p>A documentação permite a fácil identi�cação de defeitos, correções e melhorias futuras. Nesta</p><p>aula, aprenderemos sobre diferentes tipos de documentação, incluindo especi�cações</p><p>funcionais, �uxogramas, estruturas metálicas e guias de estilo. Também discutiremos as</p><p>melhores práticas para criar e manter a documentação atualizada e disponível para toda a</p><p>equipe.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conhecer os padrões de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>O conhecimento dos padrões de projeto, também conhecidos como design patterns, é essencial</p><p>para pro�ssionais de desenvolvimento e design de software. Esses padrões são soluções</p><p>testadas e comprovadas para problemas comuns que os desenvolvedores encontram ao criar</p><p>aplicativos e sistemas (DEENIS, 2014).</p><p>Os padrões de design fornecem uma abordagem estruturada e reutilizável para resolver</p><p>problemas de design especí�cos, economizando tempo e esforço dos desenvolvedores para criar</p><p>soluções a partir do zero. Além disso, promovem consistência de código, manutenibilidade e</p><p>escalabilidade (DEENIS, 2014).</p><p>Segundo Deenis (2014), existem vários tipos de padrões de projeto, cada um com seu propósito</p><p>e ambiente de uso. Alguns dos modelos mais famosos são:</p><p>Padrões de criação: esses padrões estão relacionados à criação de objetos. Os exemplos</p><p>incluem o padrão Singleton, que garante</p><p>que apenas uma instância de uma classe seja</p><p>criada; e o padrão Factory, que encapsula uma determinada classe para criar objetos.</p><p>Padrões estruturais: esses padrões lidam com a criação de classes e objetos para formar</p><p>estruturas maiores. Um exemplo é o padrão do adaptador, que permite que classes com</p><p>interfaces incompatíveis trabalhem juntas por meio de um adaptador intermediário.</p><p>Modelos comportamentais: esses modelos focam na interação e comunicação entre</p><p>objetos. Por exemplo, o modelo Observer de�ne um relacionamento de dependência um-</p><p>para-muitos entre os objetos para que, quando um objeto muda de estado, todos os seus</p><p>observadores sejam noti�cados e atualizados.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Além dos padrões de projeto, existem outros conceitos importantes associados ao</p><p>desenvolvimento de software, como:</p><p>Arquitetura de software: refere-se à estrutura geral e organização de um sistema de</p><p>software. Ele de�ne como diferentes partes do sistema interagem entre si e como a</p><p>responsabilidade é distribuída.</p><p>Princípios SOLID: são princípios de design de software que visam criar sistemas �exíveis,</p><p>escaláveis e de fácil manutenção. Esses princípios incluem Responsabilidade Única (SRP),</p><p>Aberto/Fechado (OCP), Substituição de Liskov (LSP), Isolamento de Interface (ISP) e</p><p>Inversão de Dependência (DIP).</p><p>Clean Code (Código Limpo): este é um conceito que enfatiza a importância de escrever um</p><p>código legível, organizado e fácil de entender. O código limpo torna mais fácil para os</p><p>membros da equipe manter, entender e colaborar.</p><p>Uma compreensão completa dos princípios básicos de programação, estruturas de dados,</p><p>algoritmos e boas práticas de codi�cação é essencial. Conhecer esses conceitos e padrões de</p><p>projeto fornece uma base sólida para o desenvolvimento de software de qualidade. Eles ajudam</p><p>a evitar a reinvenção da roda, promovem a reutilização de soluções comprovadas e permitem</p><p>que os desenvolvedores tomem decisões informadas ao projetar e implementar sistemas</p><p>complexos (DEENIS, 2014).</p><p>É importante enfatizar que os padrões de projeto não são uma solução única para todos. Cada</p><p>projeto é único e pode exigir adaptação ou combinação de padrões existentes ou até mesmo a</p><p>criação de soluções personalizadas. O conhecimento desses padrões, a experiência e o bom</p><p>julgamento o ajudarão a tomar decisões de design inteligentes ao desenvolver seus projetos de</p><p>software.</p><p>Documentação do projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Segundo Applen (2013), a documentação do projeto é uma parte importante do sucesso e gestão</p><p>e�caz do trabalho realizado. Consiste em documentos escritos que contêm informações</p><p>detalhadas sobre o projeto, incluindo sua �nalidade, escopo, requisitos, design, implementação e</p><p>teste. A documentação serve como guia para a equipe envolvida no projeto e como referência</p><p>futura para manutenções, atualizações ou ampliações. A seguir, fornecemos diretrizes</p><p>importantes para implementar a documentação do projeto e�caz:</p><p>De�na uma estrutura clara: organizar a documentação de forma lógica e estruturada,</p><p>dividindo-a em seções ou capítulos que tratem de diferentes aspectos do projeto, como</p><p>representação, requisitos, arquitetura, design, implementação, testes, etc. Essa estrutura</p><p>facilita ao navegar e encontrar informações especí�cas.</p><p>De�nição de requisitos: descrever claramente os requisitos do projeto, incluindo</p><p>funcionalidade e necessidades do usuário. Usar diagramas, tabelas ou listas para tornar os</p><p>requisitos mais compreensíveis e identi�cáveis.</p><p>Arquitetura e design detalhados: explicar a arquitetura do projeto, descreva os</p><p>componentes, seus relacionamentos e as decisões de design. Usar diagramas de</p><p>arquitetura, �uxogramas ou outros modelos visuais para ilustrar a estrutura e o �uxo do</p><p>sistema.</p><p>Documente o código: adicione comentários relevantes ao código-fonte para torná-lo mais</p><p>fácil de entender e manter. Descrever a lógica por trás de códigos complexos e explicar o</p><p>propósito de funções e classes.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Registre as decisões tomadas: registre as decisões importantes tomadas durante o projeto,</p><p>como escolhas de tecnologia, métodos usados, soluções alternativas consideradas e</p><p>justi�cativas para certas abordagens. Ajuda a traçar as razões das escolhas feitas.</p><p>Descrever os testes realizados: documentar os casos de teste e os resultados obtidos</p><p>durante o processo de teste. Isso permite que a equipe entenda quais recursos foram</p><p>testados, quais bugs foram encontrados e como foram corrigidos. Inclua guias e manuais:</p><p>se o projeto for um software ou aplicativo, forneça manuais e guias aos usuários �nais.</p><p>Esses materiais devem descrever as etapas necessárias para instalar, con�gurar e usar o</p><p>produto de forma correta e e�caz.</p><p>Mantenha os documentos atualizados: enquanto o projeto evolui, é importante manter os</p><p>documentos atualizados. Ao fazer alterações, adicionar novos recursos ou corrigir erros,</p><p>atualize a documentação relevante de acordo com essas alterações.</p><p>Use as ferramentas certas: existem várias ferramentas para a documentação do projeto,</p><p>como editores de texto, editores de diagramas, ferramentas de versionamento e wikis.</p><p>Escolha as ferramentas certas que atendam às necessidades do projeto e facilitem a</p><p>colaboração entre toda a equipe. Lembre-se de que a documentação é um processo colaborativo</p><p>contínuo. Incentive toda a equipe a participar do processo de documentação, permitindo que</p><p>cada membro contribua com sua experiência e conhecimento (APPLEN, 2013).</p><p>Em suma, pode-se a�rmar que a documentação do projeto é parte importante para garantir o</p><p>entendimento, a manutenibilidade e o sucesso do trabalho desenvolvido. Seguindo as diretrizes</p><p>mencionadas anteriormente, você estará no caminho certo para criar uma documentação</p><p>abrangente e útil que será um recurso valioso durante e após o projeto.</p><p>Conhecer as ferramentas que permitam a documentação de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Conhecer e utilizar as ferramentas certas para a documentação do projeto é essencial para</p><p>garantir a e�ciência, organização e colaboração do processo. Existem várias opções disponíveis,</p><p>cada uma com suas próprias características e benefícios. A seguir, abordaremos algumas das</p><p>ferramentas mais importantes usadas na documentação do projeto (ALVES, 2019).</p><p>Editores de texto: os editores de texto são ferramentas básicas amplamente utilizadas na</p><p>documentação de projetos. Eles permitem criar e formatar documentos de texto, adicionar</p><p>imagens, tabelas e outros elementos visuais. Exemplos populares são Microsoft Word, Google</p><p>Docs e LibreO�ce Writer. Essas ferramentas são ideais para criar documentos detalhados, como</p><p>especi�cações de requisitos, manuais do usuário e relatórios.</p><p>Diagramas: ferramentas de diagramação como Microsoft Visio, Lucidchart e Draw.io são</p><p>amplamente usadas para criar diagramas visuais que ajudam a ilustrar arquitetura, �uxo de</p><p>informações, relacionamentos de componentes e outros aspectos do design. Essas ferramentas</p><p>fornecem uma variedade de formas e símbolos prede�nidos que facilitam a criação de</p><p>diagramas claros e compreensíveis.</p><p>Wikis: wikis, como MediaWiki, Con�uence e DokuWiki, são plataformas colaborativas que</p><p>permitem criar, organizar e compartilhar informações na forma de páginas da web. Eles são</p><p>particularmente úteis para documentar especi�cações, manuais do usuário e procedimentos de</p><p>projeto. Além disso, os wikis permitem que a equipe colabore, edite e atualize as páginas juntas</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Sistemas de controle de versão: ferramentas como Git, Subversion (SVN) e mercurial são usadas</p><p>para gerenciar e controlar diferentes versões de documentos e arquivos do projeto. Essas</p><p>ferramentas permitem rastrear alterações, facilitar a colaboração da equipe e fornecer um</p><p>histórico detalhado das alterações feitas na documentação ao longo do tempo.</p><p>Gerentes de projeto: plataformas de gerenciamento de projetos como Asana, Trello e Jira podem</p><p>incluir recursos especiais</p><p>para documentação do projeto. Essas ferramentas permitem que você</p><p>crie e atribua tarefas, acompanhe o progresso, colabore com sua equipe e salve documentos</p><p>relacionados ao projeto. Elas são úteis quando a documentação é integrada com outras funções</p><p>de gerenciamento de projetos (ALVES, 2019).</p><p>Ferramentas de modelagem: projetos envolvendo modelagem de informações ou a criação de</p><p>diagramas UML (Uni�ed Modeling Language) fazem uso extensivo de ferramentas como</p><p>Microsoft Visio, Astah e Visual Paradigm. Essas ferramentas fornecem recursos avançados para</p><p>criar grá�cos estruturados e fáceis de entender.</p><p>Documentação de codi�cação: muitos projetos incorporam a documentação diretamente no</p><p>código-fonte. Linguagens de programação como Python e JavaScript possuem estruturas e</p><p>bibliotecas especí�cas para criar documentação legível diretamente do código, como Sphinx e</p><p>JSDoc (ALVES, 2019).</p><p>Dessa forma, a documentação está sempre atualizada e facilmente acessível para os</p><p>desenvolvedores. Ao escolher uma ferramenta para documentar um projeto, considere as</p><p>necessidades especí�cas do projeto, as preferências da equipe e sua capacidade de integração</p><p>com outras ferramentas que você usa. É importante escolher uma ferramenta que seja fácil de</p><p>usar, facilite a colaboração e atenda aos requisitos de documentação do projeto (ALVES, 2019).</p><p>Em suma, as ferramentas de documentação do projeto são essenciais para a criação, a</p><p>organização e o compartilhamento e�cientes e colaborativos. Usando as ferramentas certas,</p><p>você pode criar uma documentação clara, completa e atualizada que fornece um recurso valioso</p><p>para toda a equipe do projeto.</p><p>Videoaula: Documentação do projeto</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>O vídeo de documentação de web design fornece uma visão abrangente da importância e dos</p><p>principais elementos da documentação. Ele aborda as práticas recomendadas para documentar</p><p>com e�ciência seu projeto da Web, desde a de�nição de requisitos até a criação de diagramas de</p><p>�uxo de dados e arquitetura.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Veremos exemplos práticos e dicas úteis para ajudar os espectadores a entender como criar</p><p>uma documentação clara e organizada, que é a base de qualquer projeto de sucesso. Uma</p><p>ferramenta valiosa para desenvolvedores que buscam orientação sobre como documentar seus</p><p>projetos web.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>RIBEIRO, M. I. C.; COSTA, J. B. da; BRAVIM, J. M. Projeto de Sistemas WEB. Rede e-Tec Brasil.</p><p>Cuiabá: UFTM, 2015.</p><p>REIS, T. P. C.; JAELSON, F. B.; CASTRO, L. A. O. Medição de Qualidade de Aplicações Web na Fase</p><p>de Requisitos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, Gramado, RS (2002):</p><p>162-174.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://proedu.rnp.br/bitstream/handle/123456789/1536/87.Projeto%20Sistemas%20Web%20-%20INFORM%C3%81TICA%20-%20IFRO.pdf?sequence=1&isAllowed=y</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/profile/Luis-Olsina/publication/228847297_Medicao_da_Qualidade_de_Aplicacoes_Web_na_Fase_de_Requisitos/links/555b3c8808ae6aea08169223/Medicao-da-Qualidade-de-Aplicacoes-Web-na-Fase-de-Requisitos.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 5</p><p>Revisão da unidade</p><p>Implementação de projeto web</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Os requisitos do projeto desempenham um papel decisivo na de�nição dos objetivos e</p><p>capacidades do sistema a ser desenvolvido. Eles representam as necessidades e expectativas</p><p>das partes interessadas e dos usuários �nais. Os requisitos podem ser categorizados como</p><p>requisitos funcionais (que descrevem a funcionalidade e características especí�cas do sistema)</p><p>e requisitos não funcionais (que tratam de aspectos como desempenho, segurança e</p><p>usabilidade). A coleta e a análise adequadas dos requisitos são essenciais para o sucesso do</p><p>projeto, pois fornecem uma base sólida para seu desenvolvimento e sua implementação</p><p>(DEENIS, 2014).</p><p>Técnicas de acordo com suas necessidades: existem várias técnicas para identi�car, capturar e</p><p>analisar os requisitos do projeto. Técnicas comuns incluem entrevistas com partes interessadas,</p><p>pesquisas, análise de documentação existente, brainstorming, prototipagem e análise de cenário.</p><p>Cada técnica tem suas próprias vantagens e é importante escolher a melhor abordagem para</p><p>cada projeto especí�co. Essas técnicas ajudam você a entender claramente as necessidades e</p><p>os desejos de suas partes interessadas e a identi�car requisitos adicionais e possíveis con�itos</p><p>(APPLEN, 2013).</p><p>Especi�cações do caso de uso: uma especi�cação de caso de uso é uma técnica amplamente</p><p>utilizada para descrever interações entre usuários e sistemas. Documente os requisitos</p><p>funcionais do projeto e apresente diferentes cenários de uso do sistema na forma de casos de</p><p>uso. Cada caso de uso</p><p>descreve um conjunto de ações que um usuário pode executar no sistema</p><p>e a resposta esperada do sistema. As especi�cações de caso de uso ajudam você a entender a</p><p>funcionalidade principal do seu sistema, identi�car seus �uxos de trabalho e fornecer uma base</p><p>sólida para desenvolvimento e teste (ALVES, 2019).</p><p>Documentação do projeto: os documentos de design são uma parte importante do ciclo de vida</p><p>do projeto. Isso inclui a criação de um registro escrito detalhado do projeto do início ao �m. A</p><p>documentação do projeto pode incluir de�nições de requisitos, especi�cações de casos de uso,</p><p>arquitetura do sistema, projetos, código-fonte, testes e guias de uso. Ele serve como um guia</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>abrangente para equipes de desenvolvimento e ajuda a garantir consistência, compreensão e</p><p>manutenção do projeto (ALVES, 2019).</p><p>A documentação do projeto também desempenha um papel vital na colaboração entre equipes,</p><p>pois fornece uma referência centralizada e atualizada para todos os envolvidos. Além disso,</p><p>facilita a comunicação entre as diversas partes interessadas para que todos tenham uma visão</p><p>clara e compartilhada do projeto (APPLEN, 2013).</p><p>Ao documentar seu projeto, é importante seguir boas práticas como: use uma estrutura clara e</p><p>consistente, forneça bons exemplos e diagramas e revise e atualize regularmente a</p><p>documentação à medida que o projeto avança. Uma documentação bem projetada não apenas</p><p>contribui para o sucesso do projeto em si, mas também serve como um recurso valioso para</p><p>referência futura, manutenção do sistema e treinamento de novos membros da equipe (DEENIS,</p><p>2014).</p><p>Em suma, requisitos de design, engenharia de requisitos, especi�cações de caso de uso e</p><p>documentos de design desempenham um papel importante na de�nição, análise e</p><p>documentação do projeto. Aplicando esses conceitos e seguindo as melhores práticas, os</p><p>pro�ssionais de desenvolvimento de projetos podem garantir o sucesso de seus esforços,</p><p>atender às necessidades de seus stakeholders e entregar soluções e�cientes e de alta</p><p>qualidade.</p><p>Videoaula: Revisão da unidade</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>O vídeo aborda os fundamentos do sucesso do projeto, como requisitos, técnicas para identi�cá-</p><p>los, de�nição de caso de uso e documentação. Com exemplos práticos e dicas valiosas, o vídeo</p><p>explora a importância de entender as necessidades das partes interessadas, usando técnicas</p><p>e�cazes para capturar requisitos, documentando cenários de uso com casos de uso e criando</p><p>documentação clara e abrangente. É um recurso inestimável para pro�ssionais que procuram</p><p>melhorar suas habilidades em gerenciamento e documentação de projetos e�cazes.</p><p>Estudo de caso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Neste estudo de caso, exploraremos a importância dos requisitos para projeto, técnicas para sua</p><p>identi�cação, especi�cação de caso de uso e documentação de projeto. Imagine uma empresa</p><p>de desenvolvimento de software que está iniciando um novo projeto de criação de um sistema de</p><p>gerenciamento de tarefas para equipes de trabalho.</p><p>Inicialmente, a equipe responsável pelo projeto realiza entrevistas com os principais</p><p>stakeholders, como gerentes de equipe e usuários �nais, para entender as necessidades e</p><p>expectativas do sistema. Essas entrevistas ajudam a identi�car os requisitos funcionais, como a</p><p>capacidade de atribuir tarefas, de�nir prazos e acompanhar o progresso das atividades. Além</p><p>disso, a equipe utiliza técnicas como análise de documentos existentes, brainstorming e</p><p>prototipagem para capturar requisitos adicionais e validar as informações obtidas nas</p><p>entrevistas. Para auxiliar nessa tarefa, vamos nortear o estudo com três questões:</p><p>1. Quais são os principais requisitos identi�cados durante as entrevistas com os stakeholders</p><p>para o sistema de gerenciamento de tarefas?</p><p>2. Quais técnicas foram utilizadas pela equipe para capturar requisitos adicionais além das</p><p>entrevistas com os stakeholders? Como essas técnicas contribuíram para a compreensão</p><p>das necessidades do projeto?</p><p>3. Como a especi�cação de caso de uso foi elaborada para descrever as interações entre os</p><p>atores e o sistema de gerenciamento de tarefas? Quais são os principais casos de uso</p><p>identi�cados e como eles representam as funcionalidades do sistema?</p><p>__________</p><p>Re�ita</p><p>Re�exão sobre os requisitos identi�cados: é importante re�etir sobre a adequação dos requisitos</p><p>identi�cados às necessidades dos stakeholders e ao escopo do projeto. Será que todos os</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>requisitos são essenciais para o sucesso do sistema de gerenciamento de tarefas? É necessário</p><p>realizar uma análise crítica para garantir que os requisitos sejam relevantes, claros e</p><p>alcançáveis.</p><p>Re�exão sobre as técnicas de captura de requisitos: é necessário re�etir sobre a e�cácia das</p><p>técnicas utilizadas para capturar requisitos adicionais. Será que todas as técnicas foram</p><p>exploradas de maneira adequada? Será que alguma técnica especí�ca poderia ter sido mais</p><p>e�ciente na identi�cação de requisitos-chave? Re�etir sobre essas questões pode ajudar a</p><p>identi�car oportunidades de melhoria e aperfeiçoamento das técnicas empregadas.</p><p>Re�exão sobre a especi�cação de caso de uso: é importante re�etir sobre a clareza e a</p><p>abrangência da especi�cação de caso de uso. Os casos de uso identi�cados são representativos</p><p>das principais interações entre os atores e o sistema? Eles abordam todas as funcionalidades</p><p>relevantes? É necessário revisar e validar a especi�cação de caso de uso para garantir que ela</p><p>seja precisa e completa, proporcionando uma base sólida para o desenvolvimento do sistema.</p><p>Ao realizar essas re�exões, a equipe estará mais preparada para resolver o estudo de caso de</p><p>forma e�ciente, identi�cando possíveis ajustes e melhorias nos requisitos, nas técnicas de</p><p>captura de requisitos e na especi�cação de caso de uso. Isso contribuirá para o sucesso do</p><p>projeto e para a satisfação dos stakeholders envolvidos.</p><p>Videoaula: Resolução do estudo de caso</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>No estudo de caso do sistema de gerenciamento de tarefas, os principais requisitos foram</p><p>identi�cados durante as entrevistas com as partes interessadas. Alguns dos principais requisitos</p><p>eram a capacidade de atribuir tarefas aos membros da equipe, de�nir prazos, monitorar o</p><p>andamento das atividades e gerar relatórios de desempenho. Técnicas como entrevistas,</p><p>questionários e análise de documentos existentes foram utilizadas para identi�car esses</p><p>requisitos. Além das técnicas mencionadas, outras ferramentas podem ser utilizadas para</p><p>capturar requisitos adicionais e entender as necessidades do projeto.</p><p>Uma dessas ferramentas é a observação ao vivo, em que os analistas de requisitos observam os</p><p>usuários trabalhando em seu ambiente de trabalho para identi�car necessidades e desa�os.</p><p>Outra ferramenta útil é o uso de workshops colaborativos, onde os membros da equipe e as</p><p>partes interessadas se reúnem para discutir e desenvolver os requisitos do sistema. Para de�nir</p><p>os casos de uso, a equipe utilizou a técnica do diagrama de casos de uso para descrever as</p><p>interações entre os atores e o sistema. Nesse diagrama, cada caso de uso representa a</p><p>funcionalidade do sistema e mostra as ações executadas pelos participantes e as respostas</p><p>esperadas do sistema.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Uma ferramenta frequentemente utilizada para colaborar nessa especi�cação é a Uni�ed</p><p>Modeling Language (UML), que permite representações visuais de atores, casos de uso e</p><p>relacionamentos entre sistemas. Em relação à documentação do projeto, os requisitos, a</p><p>descrição do caso de uso e outros aspectos importantes foram capturados</p><p>em vários</p><p>documentos. Um exemplo é um documento de requisitos funcionais e não funcionais que</p><p>detalha os requisitos identi�cados durante o processo de faturamento.</p><p>Além disso, a equipe criou documentos de especi�cação de caso de uso detalhando cada caso</p><p>de uso, incluindo seus pré-requisitos, �uxo principal e �uxos alternativos. Ferramentas como</p><p>editores de texto, planilhas e ferramentas de gerenciamento de aplicativos podem ser usadas</p><p>para criar e manter documentos. Essas ferramentas permitem organizar a informação de forma</p><p>estruturada, facilitando o reporte e a atualização contínua da documentação.</p><p>Em conclusão, o estudo de caso foi abordado utilizando técnicas como entrevistas, análise de</p><p>documentos existentes e de�nição de casos de uso. Além disso, ferramentas como observação</p><p>direta, workshops colaborativos, diagramas UML e documentos de especi�cação foram usados</p><p>para auxiliar na coleta de requisitos, representação visual e documentação de design. Usando</p><p>essas técnicas e ferramentas, a equipe foi capaz de de�nir os requisitos do sistema de</p><p>gerenciamento de tarefas e criar uma documentação clara e abrangente, que forneceu uma base</p><p>sólida para o desenvolvimento e a implementação do projeto.</p><p>Resumo visual</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Referências</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>,</p><p>Unidade 3</p><p>Metodologia, Modelagem e Mapeamento</p><p>Aula 1</p><p>Metodologias de projeto</p><p>Introdução da aula</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Você já se perguntou como desenvolver com e�ciência os sites e aplicativos que usamos todos</p><p>os dias? Incentivamos você a explorar o mundo.</p><p>Uma metodologia de projetos web é uma abordagem estruturada que fornece diretrizes claras</p><p>para o desenvolvimento de soluções on-line. Desde a de�nição dos requisitos até à entrega �nal,</p><p>é essencial garantir a e�cácia, qualidade e sucesso do seu projeto web.</p><p>Aprender uma metodologia dá a oportunidade de aprender técnicas de planejamento estratégico,</p><p>design, codi�cação, teste e implementação, bem como familiarizar-se com metodologias ágeis</p><p>que permitem ajustes e melhorias contínuas ao longo do processo de desenvolvimento. Ampliar</p><p>seus conhecimentos nessa área abrirá as portas para você atuar em um mercado cada vez maior</p><p>e também o ajudará a criar experiências on-line mais e�cientes e impactantes.</p><p>Estamos ansiosos para ajudá-lo a alcançar novos patamares e aprimorar suas habilidades nesse</p><p>campo emocionante.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conhecer as metodologias utilizadas em projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Deenis (2014), as metodologias utilizadas em projetos web desempenham um papel</p><p>importante no planejamento, no desenvolvimento e na entrega de soluções on-line e�cazes.</p><p>Essas abordagens estruturadas ajudam a simpli�car o processo de construção e garantem</p><p>qualidade, e�ciência e satisfação do usuário. Este texto revisa alguns dos principais métodos</p><p>utilizados em projetos web, juntamente com exemplos que demonstram sua aplicação prática.</p><p>Cascata (Waterfall): a metodologia cascata é uma abordagem linear e sequencial na qual as</p><p>etapas do projeto são executadas em uma ordem �xa. Começa com a análise de requisitos,</p><p>seguida de design, codi�cação, teste e, �nalmente, implementação. O objetivo é garantir que</p><p>cada fase seja concluída antes de prosseguir para a próxima fase. O método cascata é menos</p><p>�exível para mudar, mas é útil quando os requisitos são estáveis e bem de�nidos (DEENIS, 2014).</p><p>Exemplo: desenvolvimento de um site institucional para uma empresa de varejo. A equipe segue</p><p>uma sequência linear de execução de uma análise de requisitos, projetando o layout e a estrutura</p><p>do site, codi�cando as páginas, testando a funcionalidade e, �nalmente, implantando o site no</p><p>servidor.</p><p>Ágil (Agile): as metodologias ágeis enfatizam a �exibilidade e a colaboração contínua. Baseia-se</p><p>em repetições curtas e frequentes, chamadas de "sprints", nas quais a equipe cria melhorias e</p><p>recebe constantemente feedback de clientes e usuários �nais. O desenvolvimento é dividido em</p><p>ciclos menores, permitindo ajustes e melhorias ao longo do caminho.</p><p>Exemplo: desenvolver um aplicativo de gerenciamento de tarefas. As equipes trabalham em</p><p>sprints semanais, entregando funcionalidades especí�cas em cada ciclo. Os usuários testam e</p><p>fornecem feedback, que se re�ete nas iterações subsequentes, permitindo um processo rápido e</p><p>adaptável.</p><p>Scrum: o Scrum é uma das metodologias ágeis mais populares, dividindo o desenvolvimento em</p><p>repetições, chamadas "sprints". As equipes se gerenciam e trabalham juntas. O Scrum tem</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>papéis bem de�nidos, como um Product Owner, que representa o cliente, um Scrum Master é</p><p>responsável por executar o processo e uma equipe de desenvolvimento (DEENIS, 2014).</p><p>Exemplo: desenvolvimento de site de comércio eletrônico. As equipes Scrum executam sprints</p><p>de duas semanas e de�nem metas e entregas para cada ciclo. O Product Owner de�ne</p><p>prioridades de funcionalidades e a equipe trabalha em conjunto para alcançar os objetivos</p><p>de�nidos.</p><p>Lean: a metodologia Lean se concentra na eliminação de desperdícios e na maximização do</p><p>valor entregue. Focada na melhoria contínua e para otimizar os processos. O Lean incentiva a</p><p>colaboração e a identi�cação de atividades sem valor agregado para melhorar a e�ciência e a</p><p>qualidade do produto �nal.</p><p>DevOps: é uma abordagem que combina desenvolvimento de software (Dev) e operações (Ops).</p><p>O objetivo é reunir equipes de desenvolvimento e operações para acelerar a entrega de software</p><p>e melhorar a colaboração. O DevOps enfatiza a automação de processos, monitoramento</p><p>contínuo e melhoria contínua.</p><p>Essas são apenas algumas das metodologias amplamente utilizadas em projetos web. É</p><p>importante ressaltar que a escolha da metodologia depende das necessidades especí�cas de</p><p>cada projeto, considerando fatores como prazos, requisitos, recursos disponíveis e cultura</p><p>organizacional (DEENIS, 2014).</p><p>Compreendendo e aplicando esses métodos, os pro�ssionais de desenvolvimento web podem</p><p>melhorar a e�ciência dos processos, garantir a qualidade do produto �nal e promover uma</p><p>experiência positiva para seus usuários. Adaptar e combinar diferentes metodologias também é</p><p>uma prática comum, permitindo que as equipes adaptem sua abordagem às necessidades</p><p>únicas de cada projeto.</p><p>Bons estudos!</p><p>Diferença entre as metodologias</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Alves (2019), as metodologias de projetos web fornecem abordagens distintas para o</p><p>desenvolvimento de soluções on-line, cada uma com suas próprias características. Assim,</p><p>podemos explorar as principais diferenças entre algumas das metodologias mais utilizadas no</p><p>desenvolvimento web.</p><p>Cascata versus Ágil: uma das diferenças mais notáveis é a abordagem sequencial da cascata e a</p><p>abordagem frequente e incremental do ágil. Enquanto na cascata cada fase de um projeto é</p><p>executada linearmente, uma após a outra, no desenvolvimento ágil é dividido em ciclos menores</p><p>(sprints) e entregues com frequência. A cascata funciona melhor quando os requisitos são</p><p>estáveis e bem de�nidos, enquanto no ágil é �exível para mudanças e adaptação contínua</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>Scrum versus Lean: há também uma grande diferença entre Scrum e Lean. Scrum é uma</p><p>metodologia ágil que foca na colaboração, comunicação e organização em sprints. Papéis claros</p><p>como Dono do Produto (Product Owner), Scrum Master e Equipe de Desenvolvimento são</p><p>de�nidos. O Lean, por outro lado, concentra-se na eliminação do desperdício e na melhoria</p><p>contínua para maximizar o valor que fornecemos aos nossos clientes. Facilita a otimização de</p><p>processos e a identi�cação de atividades</p><p>desnecessárias (ALVES, 2019).</p><p>DevOps e Cascata: DevOps é uma metodologia que integra desenvolvimento (Dev) e operações</p><p>(Ops), promovendo a integração e a colaboração contínua entre as equipes. Ao contrário da</p><p>cascata, que adota uma abordagem sequencial, o DevOps enfatiza a automação, o</p><p>monitoramento contínuo e a entrega ágil de software. A cascata tende a ter longos prazos de</p><p>entrega, enquanto o DevOps visa fornecer atualizações frequentes e consistentes (ALVES, 2019).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Kanban e Ágil: Kanban é uma metodologia visual focada no gerenciamento do �uxo de trabalho.</p><p>Utiliza quadros visuais para visualizar tarefas e suas fases para que sua equipe possa</p><p>acompanhar o progresso e identi�car gargalos. O Kanban se concentra no controle e na</p><p>transparência do �uxo de trabalho, enquanto o ágil é uma abordagem mais global que enfatiza a</p><p>entrega contínua de valor ao cliente (ALVES, 2019).</p><p>Espiral versus Cascata: a metodologia espiral é uma abordagem repetida que combina um</p><p>elemento cascata com feedback contínuo. Ele inclui um ciclo de desenvolvimento no qual as</p><p>equipes projetam, implementam e testam repetidamente. Ao contrário da cascata, que progride</p><p>linearmente, o método espiral permite um ajuste �no e melhoria com base no feedback do cliente</p><p>ao longo do caminho (ALVES, 2019).</p><p>Essas são apenas algumas das diferenças entre as práticas de metodologia de projetos web</p><p>mais comuns. É importante ressaltar que cada abordagem possui vantagens e desvantagens e a</p><p>escolha da metodologia depende das necessidades especí�cas do projeto, da equipe e do</p><p>contexto em que ocorre o desenvolvimento.</p><p>O mais importante é escolher uma metodologia que permita uma entrega e�ciente, qualidade do</p><p>produto �nal e satisfação do cliente. As metodologias diferem em abordagem, ordem,</p><p>�exibilidade, ênfase na colaboração, gerenciamento de �uxo de trabalho e valor para o cliente.</p><p>Entender essas diferenças ajudará os pro�ssionais de web a escolher a metodologia mais</p><p>adequada para atender às necessidades e aos objetivos de cada projeto, facilitando o sucesso e</p><p>a e�cácia na entrega de soluções on-line de qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Métodos de escolhas para projeto</p><p>Olá, estudante!</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Segundo Applen (2013), ao desenvolver projetos web, escolher o método certo é importante para</p><p>garantir a criação bem-sucedida e e�ciente de soluções on-line. Diferentes métodos de seleção</p><p>podem ser aplicados considerando as necessidades especí�cas de cada projeto. Para facilitar o</p><p>entendimento, é importante descrever alguns desses métodos e suas propriedades.</p><p>Método de seleção baseado em requisitos: este método envolve uma análise detalhada dos</p><p>requisitos do projeto. As partes interessadas identi�cam as necessidades do cliente, as metas do</p><p>projeto, as restrições e os recursos disponíveis. Com base nessas informações, deve-se avaliar</p><p>cuidadosamente as opções disponíveis, considerando fatores como custo, tempo, tecnologia e</p><p>experiência necessária. O objetivo é escolher o método que melhor se adapta às necessidades</p><p>especí�cas do projeto (APPLEN, 2013).</p><p>Método de seleção baseado na complexidade do projeto: a complexidade do projeto é um fator</p><p>importante a ser considerado ao escolher um método apropriado. Projetos de web com</p><p>requisitos simples e bem de�nidos podem se bene�ciar de métodos tradicionais, como cascata,</p><p>onde as etapas são executadas em ordem linear. Por outro lado, projetos complexos e em</p><p>constante mudança podem exigir uma abordagem mais �exível, como a metodologia ágil, que</p><p>particiona o desenvolvimento em ciclos repetitivos menores (APPLEN, 2013).</p><p>Método de seleção baseado em equipe: a equipe de desenvolvimento desempenha um papel</p><p>importante na escolha de um método. A implementação de um determinado método requer a</p><p>avaliação da experiência, habilidades e disponibilidade da equipe. Por exemplo, se sua equipe é</p><p>altamente especializada em metodologias ágeis como Scrum, pode ser mais e�ciente e</p><p>produtivo escolher metodologias ágeis para seu projeto. Por outro lado, se sua equipe está</p><p>acostumada com técnicas tradicionais como cascata, pode fazer mais sentido seguir essa</p><p>abordagem (APPLEN, 2013).</p><p>Método de seleção baseado no contexto do projeto: cada projeto da web é único e tem seu</p><p>próprio contexto. Portanto, é importante considerar fatores especí�cos do projeto ao escolher</p><p>qual método usar. Isso inclui tamanho do projeto, orçamento disponível, equipes envolvidas,</p><p>prazos e expectativas das partes interessadas. Por exemplo, projetos com prazos apertados e</p><p>que exigem entrega rápida podem exigir uma abordagem ágil, enquanto projetos com requisitos</p><p>estáveis e bem de�nidos podem se bene�ciar de uma abordagem mais tradicional (APPLEN,</p><p>2013).</p><p>Método de seleção baseado em uma combinação de métodos: em alguns casos, pode ser</p><p>vantajoso combinar diferentes métodos dependendo das necessidades do seu projeto. Isso é</p><p>chamado de abordagem híbrida. Por exemplo, você pode adotar uma abordagem ágil para o</p><p>desenvolvimento do projeto, mas seguir o princípio da cascata para garantir uma análise</p><p>completa dos requisitos antes de iniciar cada iteração. Essa combinação permite �exibilidade e</p><p>adaptabilidade, mantendo alguma estrutura e planejamento (APPLEN, 2013).</p><p>A escolha de um método de desenvolvimento web é um processo estratégico que requer uma</p><p>análise cuidadosa das necessidades do seu projeto, equipe e situação. Nenhum método é</p><p>adequado para todos os projetos. É importante considerar requisitos, complexidade, equipes</p><p>envolvidas e outros fatores relevantes para tomar a decisão mais adequada. Escolher o método</p><p>certo resultará em um processo de desenvolvimento e�ciente e um resultado de alta qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Metodologias de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>O vídeo explora os métodos de projetos web mais populares e como eles podem ajudá-lo a ter</p><p>sucesso em seus projetos on-line. Considere abordagens como Cascata, Ágil, Scrum e Kanban,</p><p>destacando seus benefícios e quando usá-los. Assista ao conteúdo de importância para</p><p>desenvolver soluções web e�cientes e de alta qualidade.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Existem inúmeros cursos e guias para trabalhar com projeto web, seguem alguns que são</p><p>gratuitos.</p><p>Metodologias Ágeis para Desenvolvimento de Software</p><p>Este curso da Coursera aborda as metodologias ágeis mais utilizadas no desenvolvimento de</p><p>software, como Scrum e Kanban. Ele explora os princípios, práticas e benefícios dessas</p><p>abordagens.</p><p>https://www.coursera.org/learn/metodologias-ageis-desenvolvimento-software</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Metodologias de Desenvolvimento Web</p><p>O artigo do portal DevMedia apresenta uma visão geral das principais metodologias de</p><p>desenvolvimento web, como Waterfall, Agile e Lean. Ele discute os conceitos e as características</p><p>de cada uma, ajudando os alunos a entenderem melhor as opções disponíveis.</p><p>Metodologias de Desenvolvimento de Projetos Web</p><p>O blog da TreinaWeb oferece um artigo completo sobre as metodologias de desenvolvimento de</p><p>projetos web. Ele aborda as abordagens mais populares, como Waterfall, Agile e DevOps,</p><p>explicando seus princípios e vantagens.</p><p>Introdução às Metodologias de Projeto Web</p><p>Este vídeo do canal "Web Designer Brasil" no YouTube apresenta uma introdução às</p><p>metodologias de projeto web. Ele explora as principais metodologias, suas diferenças e como</p><p>escolher a mais adequada para cada projeto.</p><p>Metodologias de projeto web: um guia prático</p><p>O artigo do portal iMasters fornece um guia prático sobre as metodologias de projeto web. Ele</p><p>explora abordagens como Waterfall, Agile, Scrum e Kanban, apresentando suas características e</p><p>exemplos de aplicação.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas</p><p>de como trabalhar, como proceder cada fase</p><p>do projeto. De posse da metodologia que será utilizada e objetivos que serão desenvolvidos,</p><p>pode seguir para a divisão de tarefas para colocar a mão na massa e dar início ao projeto. Caso</p><p>queira desenvolver o projeto sozinho também poderá, porém será necessário realizar o</p><p>cronograma de forma bem elaborada para que todo o trabalho seja contemplado e o produto</p><p>�nal seja entregue dentro do prazo.</p><p>Dentro de um grupo de trabalho será necessário deixar os integrantes cientes de suas funções e</p><p>que todos eles dependerão do desenvolvimento das tarefas para que o projeto consiga seguir,</p><p>pois se alguém não conseguir cumprir o cronograma o projeto estará comprometido.</p><p>Após a decisão do projeto inicial, pode-se iniciar a preparação de um diário de bordo, onde serão</p><p>registradas todas as atividades do dia, ocorrências, problemas, conquistas, nome dos</p><p>responsáveis, tarefas de cada estudante etc. Você e sua equipe poderá observar se novas</p><p>questões deverão ser discutidas, tais como: surgimento de problemas, di�culdades, mudanças</p><p>de metas, etc.</p><p>De posse do tema ou produto que deseja produzir, deverá pensar nos requisitos para esse</p><p>projeto. Como exemplo: uma criação simples de um site sobre a preservação da natureza deverá</p><p>pensar nos requisitos funcionais, tais como: o site terá login obrigatório? O meio de comunicação</p><p>será através de e-mail ou chat? Quem poderá interagir com a aplicação? Para participar do chat e</p><p>deixar suas contribuições referentes à natureza, por exemplo, o usuário cadastrado deverá estar</p><p>logado para poder identi�car palavras de má conduta, ofensivas? Se o usuário do site não usar a</p><p>identi�cação não será possível buscar informações para identi�car esse tipo de usuário.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>O site terá apenas informativos sobre como preservar a natureza ou dará recomendações</p><p>importantes para a conservação com dicas e receitas para a utilização de materiais recicláveis</p><p>evitando o desperdício e não poluindo o meio ambiente? O site usará recursos de mídia e</p><p>imagens para ilustração? As imagens deverão ser tratadas e caso pre�ra pode-se produzir suas</p><p>próprias imagens? Pois devemos tomar cuidado com os direitos autorais. O site terá depoimento</p><p>de pessoas e/ou ambientalistas que poderão conscientizar a população para que o meio</p><p>ambiente seja protegido? Importante também é ter a visão de que tipo de usuário irá utilizar as</p><p>informações depositadas no site, pois temos diversos tipos de usuários.</p><p>A interação homem-computador (IHC) deverá estar bem de�nida no projeto e também o uso de</p><p>acessibilidade para determinados per�s que futuramente utilizarão o site produzido. Para as</p><p>crianças, o site não poderá ser poluído com muitas imagens e nem cores vibrantes, para não</p><p>causar distrações, pois dentro desse per�l também encontraremos usuários portadores de</p><p>necessidades especiais, tais como: dé�cit de atenção e hiperatividade; daltonismo; cegueira;</p><p>surdez; mobilidade; etc. (BOARATI, 2012).</p><p>Após a alimentação do conteúdo dentro do site, você deverá realizar testes para que qualquer</p><p>tipo de problema seja solucionado. Logo em seguida, você deverá liberar o projeto para ser</p><p>acessado por outros usuários. Dessa forma, realizando esse projeto simples você adquiriu</p><p>experiências para desenvolver outra aplicação com maior complexidade.</p><p>Videoaula: O que são projetos?</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Neste vídeo falaremos sobre a importância de trabalhar conceitos teóricos sobre projeto e</p><p>relacioná-los com a aplicação prática para assimilar o conteúdo, motivando o estudante na</p><p>produção de um projeto com enfoque inicial, visando o objetivo, a justi�cativa e o método de</p><p>trabalho. Isso fará re�etir que a execução dessa prática trará benefícios para a execução do</p><p>projeto e evitará retrabalhos desnecessários. Vamos lá!</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Quer conhecer mais sobre os requisitos de um sistema? Um requisito é de�nido como uma</p><p>condição ou um recurso com o qual um sistema deve estar em conformidade. Existem vários</p><p>requisitos para o planejamento de um projeto, tais como a funcionalidade, a utilidade, a</p><p>con�abilidade, o desempenho, a suportabilidade, entre outros. Dessa forma, vale a pena ler o</p><p>artigo: Conceito: Requisitos e descubra mais sobre o assunto.</p><p>Referências</p><p>https://www.cin.ufpe.br/~gta/rup-vc/core.base_rup/guidances/concepts/requirements_62E28784.html</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>BOARATI, S. R. S.; RUFFINI, A. C. C. Aplicação de metodologias de desenvolvimento de sistema</p><p>em projeto: um estudo de caso. [S. l.]: Novas Edições Acadêmicas, 2017.</p><p>BOARATI, S. R. S. Identi�cação de guidelines para o projeto de interfaces no contexto de ecas e</p><p>TDA/H. [S. l.]: Novas Edições Acadêmicas, 2012.</p><p>PMBOK. Um guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. Uma Norma</p><p>Nacional Americana ANSI/PMI 99-001-2004.</p><p>PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6. ed. Nova York: McGraw-Hill, 2011.</p><p>REGINATTO, O. 5 passos para garantir um planejamento de website pro�ssional. Upside, 2018.</p><p>Disponível em: https://agenciaupside.com/2018/03/22/5-passos-para-planejamento-de-website-</p><p>pro�ssional/. Acesso em: 8 maio 2023.</p><p>Aula 2</p><p>Gerenciamento de projetos</p><p>Introdução</p><p>https://agenciaupside.com/2018/03/22/5-passos-para-planejamento-de-website-profissional/</p><p>https://agenciaupside.com/2018/03/22/5-passos-para-planejamento-de-website-profissional/</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Daremos início à segunda aula que trata sobre o conceito no contexto de projetos, mais</p><p>especi�camente sobre o tema relacionado ao gerenciamento de projeto, seus conceitos,</p><p>de�nição e a importância de conhecer e projetar, aprender sobre os fundamentos da gestão de</p><p>projetos e a importância do escopo para um bom gerenciamento de projeto.</p><p>Os conceitos apresentados darão embasamento para o desenvolvimento de qualquer projeto,</p><p>desde o mais simples até o mais complexo, relacionando a teoria com a prática na elaboração e</p><p>aplicação de um projeto. A disciplina de Implementação de Projeto Web contribuirá para a</p><p>aquisição de novos conteúdos, aperfeiçoando seu aprendizado.</p><p>Sendo assim, convido você a estudar conosco nesta unidade para o aperfeiçoamento de seu</p><p>conhecimento.</p><p>Vamos lá?</p><p>Gerência de projetos: fundamentação</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Sempre que iniciamos um novo projeto, do mais simples ao mais complexo, devemos nos atentar</p><p>para diversos itens necessários para o sucesso. De acordo com o PMI (2008) a Gestão de</p><p>Projetos é a aplicação que envolve conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas voltadas</p><p>para as atividades do projeto a �m de atender aos seus requisitos.</p><p>O Guia de Conhecimento em Gerência de Projetos (PMBOK) é um guia que serve como uma</p><p>norma para a pro�ssão de gerenciamento de projetos. Funciona como um documento padrão</p><p>que descreve as normas, os métodos, os processos e as boas práticas utilizadas para o</p><p>gerenciamento de projetos. Dessa forma, os projetos �cam padronizados, facilitando sua</p><p>utilização (PMI, 2008).</p><p>Para o gerenciamento de um projeto e�caz, será necessário identi�car as necessidades,</p><p>estabelecendo objetivos claros que deverão ser alcançados, balanceando demandas que podem</p><p>in�uenciar na qualidade, no escopo, no tempo e no custo de um projeto. A gestão de projetos</p><p>visa o sucesso e a qualidade do projeto desde o início até a execução dele. Sempre é aplicado</p><p>através de fases, pois dessa forma os erros podem ser trabalhados antes de seguir na próxima</p><p>fase. Cada experiência nova ou problemas inesperados que surgiram e seus resultados servirão</p><p>de experiências para os projetos futuros.</p><p>Vale ressaltar que existem tipos de gestão de projetos diferentes, como gestão de projetos</p><p>tradicional (garantir que todo o planejamento seja concluído com êxito, alcançando os resultados</p><p>mais positivos</p><p>de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>https://www.devmedia.com.br/metodologias-de-desenvolvimento-web/26826</p><p>https://www.treinaweb.com.br/blog/metodologias-de-desenvolvimento-de-projetos-web/</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=XEh3Q0nO_Rw</p><p>https://imasters.com.br/desenvolvimento/metodologias-de-projeto-web-um-guia-pratico</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 2</p><p>Modelagem de projeto</p><p>Introdução da aula</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Compreender os fundamentos e as melhores práticas para criar modelos e�cientes e</p><p>estruturados para projetos da web. A modelagem desempenha um papel importante no</p><p>desenvolvimento de soluções on-line, permitindo que os pro�ssionais de projetos web e de</p><p>desenvolvimento visualizem e organizem diferentes partes de um projeto de maneira consistente</p><p>e lógica.</p><p>Nesta aula, você aprenderá vários aspectos do modelo de web design, incluindo de�nição de</p><p>requisitos, criação de wireframes e protótipos, organização de conteúdo e de�nição de</p><p>arquitetura de informações. Ele também discute ferramentas e técnicas práticas para ajudar na</p><p>modelagem. Vamos embarcar nessa jornada de modelagem de projetos web?</p><p>Bons estudos!</p><p>Introdução sobre a modelagem de sistemas</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>A modelagem do sistema é uma etapa essencial no processo de desenvolvimento de soluções</p><p>web. Isso permite visualizar e projetar a estrutura, o comportamento e as interações dos</p><p>componentes do sistema, garantindo assim a e�ciência e qualidade do seu projeto. Ao criar</p><p>sistemas complexos da web, a modelagem desempenha um papel fundamental para ajudá-lo a</p><p>entender seus requisitos, de�nir sua arquitetura e organizar elementos relacionados.</p><p>Segundo Alves (2019), vários aspectos são importantes a serem considerados ao modelar</p><p>sistemas web, como: interação do usuário, processamento de dados, segurança, escalabilidade e</p><p>integração com outros sistemas. A modelagem nos permite identi�car os vários componentes</p><p>do sistema, seus relacionamentos e como eles se comunicam entre si. Uma das abordagens</p><p>mais comuns para modelar sistemas web é o uso de diagramas para representar visualmente as</p><p>informações e interações do sistema. Alguns dos diagramas mais usados incluem:</p><p>1. Diagramas de caso de uso: usados para representar a funcionalidade do sistema do ponto</p><p>de vista do usuário. Eles mostram as interações entre usuários e sistemas e ajudam a</p><p>de�nir os requisitos e as principais funcionalidades.</p><p>2. Diagrama de classes: representa as classes do seu sistema e seus relacionamentos,</p><p>permitindo visualizar as entidades, seus atributos e métodos e os relacionamentos entre</p><p>eles.</p><p>3. Diagramas de sequência: mostram a ordem de interação entre os objetos do sistema,</p><p>mostrando como as mensagens são trocadas e a ordem em que as ações são executadas.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>4. Diagrama de componentes: Representa os componentes físicos e lógicos do sistema,</p><p>como Servidores, Bibliotecas e Módulos. Ajuda a identi�car dependências e estruturas do</p><p>sistema.</p><p>Além dos diagramas, a modelagem de sistemas também inclui a criação de protótipos ou</p><p>representações interativas do sistema. Você pode usar esses protótipos para validar suas ideias,</p><p>testar a usabilidade e coletar feedback do usuário antes da implementação �nal.</p><p>Assumir a modelagem de sistemas dá aos pro�ssionais de desenvolvimento uma visão mais</p><p>clara e estruturada de seus projetos. Isso facilita a comunicação dentro de sua equipe, evita erros</p><p>e retrabalho e ajuda você a entender melhor os requisitos e necessidades de seu cliente.</p><p>A modelagem do sistema contribui para a escalabilidade do projeto, podendo ser adaptado e</p><p>ampliado para atender necessidades futuras. A modelagem também ajuda você a planejar seus</p><p>testes, identi�car pontos de acesso e estabelecer sua estratégia de segurança. Várias</p><p>ferramentas e métodos estão disponíveis para dar suporte à modelagem de sistemas da Web,</p><p>incluindo Uni�ed Modeling Language (UML), uma linguagem padronizada para expressar</p><p>modelos. Existem softwares de prototipagem e design que podem ser usados para criar</p><p>interfaces interativas e visualmente atraentes (ALVES, 2019).</p><p>A modelagem de sistemas, portanto, desempenha um papel importante no desenvolvimento de</p><p>soluções on-line. Isso permite visualizar, organizar e entender os diversos componentes do seu</p><p>sistema, garantindo e�ciência, qualidade e satisfação do usuário. Usando técnicas de</p><p>modelagem, os pro�ssionais podem tomar decisões mais informadas, colaborar com mais</p><p>e�ciência e projetar sistemas da web bem-sucedidos.</p><p>Bons estudos!</p><p>Modelo de análise de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>O desenvolvimento de projetos web requer uma abordagem estruturada e bem de�nida para</p><p>garantir o sucesso e a e�ciência do processo. Nesse contexto, o modelo de análise de projetos,</p><p>incluindo a web, desempenha um papel fundamental, fornecendo diretrizes e procedimentos para</p><p>entender requisitos, de�nir capacidades e criar estratégias de implementação adequadas.</p><p>Segundo Applen (2013), os modelos de análise de design envolvendo a web geralmente seguem</p><p>uma sequência lógica de etapas. Podem variar dependendo do projeto e da metodologia</p><p>utilizada, mas em geral existem várias etapas principais que ocorrem.</p><p>Compreender os requisitos: nesta fase, é importante entender as necessidades do cliente e os</p><p>objetivos do projeto. O objetivo é reunir informações sobre grupos-alvo, recursos desejados,</p><p>requisitos técnicos e limitações existentes.</p><p>Análise de mercado e competitiva: é importante conhecer o ambiente em que seu projeto incluirá</p><p>tendências de mercado, melhores práticas e estratégias da concorrência. Isso ajuda a identi�car</p><p>oportunidades e de�nir vantagem competitiva.</p><p>De�nindo recursos: com base nos requisitos identi�cados, você deve listar e priorizar os recursos</p><p>que seu projeto da web deve fornecer. Isso inclui a criação de um inventário funcional e a</p><p>de�nição de casos de uso.</p><p>Estratégia de navegação e arquitetura da informação: esta etapa cria uma estrutura de</p><p>navegação consistente e intuitiva para o seu projeto web. Isso inclui a de�nição de categorias,</p><p>subcategorias, menus e como os usuários interagem com o conteúdo.</p><p>Prototipagem e design: prototipagem e design são essenciais para visualizar e validar a</p><p>aparência e usabilidade do seu projeto web. Isso pode ser feito por meio de prototipação e</p><p>ferramentas de design grá�co que permitem a criação de interfaces de usuário intuitivas e</p><p>agradáveis.</p><p>Análise e seleção de tecnologia: nesta etapa é realizada uma análise das tecnologias disponíveis</p><p>adequadas aos requisitos do projeto web. Isso inclui a escolha de linguagens de programação,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>estruturas, bancos de dados e outros recursos técnicos necessários para a implementação.</p><p>Plano de desenvolvimento e implementação: com base nas etapas anteriores, é criado um plano</p><p>detalhado para o desenvolvimento e a implementação do seu projeto web. Isso inclui de�nir</p><p>prazos, alocar recursos e de�nir tarefas e procedimentos para a entrega de cada função.</p><p>Teste e validação: após a implementação, é importante realizar testes para garantir a qualidade e</p><p>funcionalidade do seu projeto web. Isso inclui testes de usabilidade, testes de desempenho,</p><p>testes de segurança e outros testes relacionados para garantir que o sistema esteja funcionando</p><p>conforme o esperado.</p><p>Lançamento e manutenção: após testes e validação, seu projeto web está pronto para ser</p><p>publicado. No entanto, o trabalho não termina aqui. É importante manter o projeto, atualizá-lo</p><p>regularmente, monitorar seu desempenho e melhorá-lo continuamente. Usar um modelo de</p><p>análise de projeto que inclua a web oferece muitas vantagens.</p><p>Isso garante que todos os aspectos relevantes sejam considerados, evita retrabalho e garante a</p><p>satisfação do cliente. Além disso, ajuda a alinhar</p><p>a comunicação e as expectativas entre os</p><p>membros da equipe. Vários métodos e abordagens podem ser aplicados ao analisar um projeto</p><p>da web, como modelo em cascata, ágil (como Scrum) e enxuto (APPLEN, 2013).</p><p>A escolha do modelo depende das características especí�cas do projeto, necessidades do</p><p>cliente e preferências da equipe. A análise de design da web desempenha um papel fundamental</p><p>no desenvolvimento de soluções on-line e�cientes e bem-sucedidas. Por meio de um modelo</p><p>estruturado e bem de�nido, você pode entender requisitos, de�nir capacidades, desenvolver</p><p>estratégias de implementação adequadas e garantir a satisfação do cliente.</p><p>Bons estudos!</p><p>Apresentar os principais tipos de modelagem</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Deenis (2014), a modelagem é uma etapa importante no desenvolvimento de um</p><p>projeto web, pois fornece uma representação visualmente estruturada das várias partes do</p><p>sistema. Vários tipos de modelagem são utilizados nesse contexto, cada um com suas</p><p>características e �nalidades próprias. Vamos descrever os tipos mais importantes de</p><p>modelagem na web.</p><p>Modelagem de Dados: a modelagem de dados serve para representar a estrutura e organização</p><p>dos dados utilizados em sistemas web. Esse tipo de modelagem cria um Diagrama de Entidade e</p><p>Relacionamento (ERD), ou modelo conceitual, que representa as entidades do sistema, seus</p><p>atributos e os relacionamentos entre eles. A modelagem de dados é essencial para garantir a</p><p>integridade e consistência dos dados durante todo o desenvolvimento do seu projeto web.</p><p>Modelagem de processos: o objetivo da modelagem de processos é representar a sequência de</p><p>atividades e interações entre os vários processos que ocorrem dentro de um sistema web. Esse</p><p>tipo de modelagem usa diagramas de �uxo de processo ou diagramas de atividades para</p><p>representar etapas de processo, decisões, �uxos de dados e interações entre as partes</p><p>interessadas. A modelagem de processos é importante para entender e documentar os �uxos de</p><p>trabalho do sistema web.</p><p>Modelagem de navegação: o objetivo da modelagem de navegação é representar a estrutura e o</p><p>�uxo de navegação de um sistema web. Esse tipo de modelagem usa diagramas de navegação</p><p>para mostrar páginas, links e hierarquia do conteúdo do seu site. A modelagem de navegação é</p><p>essencial para criar uma experiência de usuário intuitiva e facilitar a localização de informações</p><p>em sistemas web.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Modelagem de interface: a modelagem de interface é uma representação visual da interface de</p><p>um sistema web. Nesse tipo de modelagem, são criados protótipos que mostram o layout, os</p><p>elementos da interface, como estão dispostos e como interagem. A modelagem de interface</p><p>ajuda a de�nir o design e a usabilidade de um sistema web, permitindo a validação e melhoria da</p><p>experiência do usuário antes da implementação �nal.</p><p>Modelagem de arquitetura: o objetivo da modelagem de arquitetura é representar a estrutura e</p><p>organização de um sistema web em termos de seus componentes e suas interações. Esse tipo</p><p>de modelagem usa diagramas de arquitetura, como diagramas de componentes e diagramas de</p><p>pacotes, que representam os componentes do sistema e suas dependências. A modelagem de</p><p>arquitetura é importante para de�nir a estrutura técnica de um sistema web e garantir sua</p><p>extensibilidade e manutenção.</p><p>Esses são os principais tipos de modelagem na web, sendo que cada um tem sua importância e</p><p>contribui para o desenvolvimento de projetos web e�cientes e bem estruturados. É importante</p><p>ressaltar que esses tipos de modelagem podem ser usados de forma combinada dependendo</p><p>das necessidades e objetivos do projeto (DEENIS, 2014).</p><p>A utilização da modelagem no desenvolvimento de projetos web proporciona aos especialistas</p><p>envolvidos uma visão clara e estruturada do sistema, facilitando a comunicação, a colaboração e</p><p>a tomada de decisões durante todo o processo. A modelagem contribui para a documentação e</p><p>compreensão do sistema, o que auxilia na manutenção do projeto e desenvolvimento futuro.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Modelagem de projeto</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Neste vídeo de modelagem para projetos web, exploraremos os principais princípios de</p><p>modelagem e como eles podem aumentar o sucesso de seus projetos da web. Descubra</p><p>conosco como construir uma estrutura forte e e�ciente para desenvolver suas soluções on-line,</p><p>utilizando ferramentas e técnicas que podem trazer sucesso para os projetos.</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Aqui estão alguns links gratuitos que podem ser úteis para os alunos que desejam estudar sobre</p><p>modelagem de projetos web:</p><p>Artigo: Introdução à Modelagem de Processos com BPMN:Neste artigo da DevMedia, você</p><p>encontrará uma introdução à modelagem de processos utilizando a notação BPMN (Business</p><p>Process Model and Notation), com exemplos práticos e explicação dos principais elementos.</p><p>Tutorial de Wireframe com Balsamiq: A TreinaWeb oferece um tutorial sobre a criação de</p><p>wireframes utilizando a ferramenta Balsamiq. O tutorial aborda os conceitos básicos de</p><p>wireframing e como criar protótipos interativos para projetos web.</p><p>Curso On-line de Arquitetura da Informação: Disponibilizado pela Coursera, esse curso explora os</p><p>conceitos de arquitetura da informação e sua aplicação no design de projetos web. O curso é</p><p>ministrado por especialistas na área e oferece um certi�cado de conclusão.</p><p>E-book gratuito. Modelagem de Arquitetura para Web: O e-book disponibilizado pelo portal</p><p>MundoJ oferece uma visão abrangente sobre a modelagem de arquitetura para projetos web,</p><p>abordando diferentes aspectos, como componentes, padrões e boas práticas.</p><p>Lembrando que é sempre importante veri�car a qualidade e a atualização dos materiais</p><p>disponibilizados nos links mencionados. Assim, explorar diferentes fontes de aprendizado, como</p><p>livros, blogs e fóruns, também pode ser enriquecedor para aprofundar seus conhecimentos em</p><p>modelagem de projetos web.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>https://www.devmedia.com.br/introducao-a-modelagem-de-processos-com-bpmn/32208</p><p>https://www.treinaweb.com.br/tutoriais/tutoriais-design/tutorial-wireframe-com-balsamiq</p><p>https://www.coursera.org/learn/arquitetura-informacao-design-web</p><p>http://www.mundoj.net/modelagem-arquitetura-web/</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 3</p><p>Mapeamento de processo</p><p>Introdução da aula</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>O mapeamento de processos é uma atividade fundamental do desenvolvimento de projetos web.</p><p>Isso inclui analisar, documentar e visualizar processos e etapas na criação e implementação de</p><p>soluções on-line. No contexto de projetos web, o mapeamento de processos desempenha um</p><p>papel fundamental na identi�cação de melhorias, otimização de tarefas e entendimento dos</p><p>requisitos do projeto.</p><p>Essa metodologia permite visualizar de forma clara e estruturada como se relacionam as</p><p>diferentes partes do seu projeto, desde o levantamento de requisitos até a entrega �nal. Mapear</p><p>processos em um projeto web ajuda a identi�car gargalos, pontos de falha e opções de</p><p>automação; facilitar a comunicação entre os membros da equipe, alinhar expectativas e garantir</p><p>�uxo de trabalho e�ciente.</p><p>Esse texto aborda as principais etapas e técnicas utilizadas no mapeamento de processos para</p><p>projetos web. Vamos entender como essa prática contribui para a entrega de soluções de</p><p>qualidade e impulsiona a e�ciência, produtividade e satisfação do cliente.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conhecer o processo de negócio</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Entender os processos de negócios é uma etapa essencial no desenvolvimento de projetos web.</p><p>Essa prática envolve uma compreensão e análise completas das atividades, tarefas e �uxos de</p><p>trabalho que compõem as operações de uma empresa ou organização. No contexto de um</p><p>projeto web, o principal objetivo de conhecer o processo de negócio é entender como uma</p><p>solução on-line se encaixa nesse cenário, identi�car necessidades e requisitos especí�cos e</p><p>alinhar o projeto às metas e aos objetivos da empresa.</p><p>Segundo Alves (2019), um processo de negócios pode ser de�nido como uma série de atividades</p><p>inter-relacionadas que transformam entradas em saídas e visam atingir um objetivo especí�co.</p><p>Esses processos podem abranger diferentes áreas da sua empresa, como vendas, marketing,</p><p>atendimento ao cliente e logística.</p><p>O objetivo de conhecer os processos de negócio de um projeto web é possibilitar o</p><p>desenvolvimento de soluções que atendam às necessidades e expectativas da organização. Isso</p><p>inclui a identi�cação de atividades-chave, interações interdepartamentais e as informações</p><p>necessárias para que o sistema on-line funcione de maneira e�caz.</p><p>Conhecer seus processos de negócios pode ajudá-lo a identi�car melhorias, oportunidades de</p><p>automação e integração com outros sistemas existentes em sua empresa. Esse entendimento</p><p>possibilita a de�nição clara e concisa dos requisitos do projeto web, evitando retrabalhos e</p><p>garantindo soluções adequadas às necessidades do negócio. Existem várias técnicas e</p><p>abordagens que você pode usar para entender o processo de negócios do seu projeto da web.</p><p>Aqui estão alguns que se destacam:</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Entrevistas com as partes interessadas (stakeholders): entreviste as principais partes</p><p>interessadas internas, como gerentes, funcionários e clientes, para entender as</p><p>necessidades, os desa�os e as expectativas associadas ao seu projeto da web (ALVES,</p><p>2019).</p><p>Análise de documentos e registros: revisão de documentos, manuais, relatórios e outros</p><p>registros que descrevam as atividades e processos de trabalho existentes na empresa</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>Observação direta: observar atividades e interações no ambiente de trabalho para entender</p><p>como o processo de negócios realmente funciona (ALVES, 2019).</p><p>Diagramas de processo: represente visualmente as etapas e os �uxos de trabalho de um</p><p>processo de negócios usando técnicas de modelagem, como �uxogramas e diagramas de</p><p>atividades (ALVES, 2019).</p><p>Análise de requisitos: identi�que os requisitos funcionais e não funcionais para um projeto</p><p>da web com base nas necessidades e objetivos do processo de negócios (ALVES, 2019).</p><p>Compreendendo os processos de negócios, os pro�ssionais de projetos web podem desenvolver</p><p>soluções on-line que atendam efetivamente às necessidades de negócios. Isso resulta em</p><p>melhor integração entre os sistemas da web e os processos de negócios existentes, maior</p><p>e�ciência operacional, melhor experiência do usuário e melhor resultados de negócios.</p><p>O conhecimento dos processos de negócio do seu projeto web é essencial para garantir que a</p><p>sua solução on-line seja adequada e adaptada às necessidades da sua empresa. Esse</p><p>entendimento nos permite identi�car requisitos, de�nir metas claras e criar soluções que</p><p>agreguem valor e contribuam para o sucesso da empresa.</p><p>Bons estudos!</p><p>Mapeamento de processos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>O mapeamento de processos é uma prática essencial no desenvolvimento de projetos web</p><p>porque fornece uma compreensão clara e detalhada das etapas, atividades e interações</p><p>envolvidas em um �uxo de trabalho. Essa metodologia consiste em documentar, analisar e</p><p>visualizar os processos existentes para permitir uma visão abrangente e estruturada dos</p><p>processos do projeto (ALVES, 2019).</p><p>No contexto de projetos web, o mapeamento de processos ajuda a identi�car as etapas críticas e</p><p>os subprocessos na criação de uma solução on-line. Desde a coleta de requisitos até a entrega</p><p>�nal do projeto, ele ajuda você a entender como as diferentes partes se relacionam e interagem</p><p>(APPLEN, 2013).</p><p>O uso de mapas de processo em seu projeto da web tem várias vantagens. Primeiro, visualizar</p><p>seu �uxo de trabalho ajuda a identi�car gargalos, redundâncias e atividades desnecessárias. Isso</p><p>agiliza e simpli�ca o processo, elimina etapas redundantes e economiza tempo e recursos.</p><p>O mapeamento de processos ajuda a identi�car possíveis melhorias e implementar soluções</p><p>inovadoras. A análise dos processos existentes pode identi�car lacunas, problemas e</p><p>oportunidades de automação e integração com outras ferramentas e sistemas. Isso ajuda você a</p><p>trabalhar com mais e�ciência e obter resultados mais satisfatórios (APPLEN, 2013).</p><p>Outro benefício do mapeamento de processos em projetos da web é a melhoria da comunicação</p><p>e colaboração entre os membros da equipe. Com uma visão clara dos processos, as equipes</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>podem coordenar atividades, identi�car dependências e coordenar esforços com mais e�ciência.</p><p>Isso reduz o retrabalho, evita erros e promove um ambiente de trabalho mais colaborativo.</p><p>Segundo Applen (2013), a documentação dos processos também é uma vantagem do</p><p>mapeamento, podendo criar uma fonte de referência para sua equipe registrando �uxos de</p><p>trabalho, atividades e responsabilidades. Isso facilita a transferência de conhecimento, permite a</p><p>padronização de processos e contribui para a continuidade do projeto, mesmo quando há</p><p>mudança de equipe.</p><p>Além disso, o mapeamento de processos de projetos web fornece uma visão mais clara e</p><p>objetiva dos requisitos do projeto. Compreender as atividades e interações necessárias nos</p><p>permite de�nir os requisitos funcionais e não funcionais com mais precisão. Isso elimina a</p><p>ambiguidade e o retrabalho e garante que o produto atenda às expectativas e necessidades do</p><p>cliente.</p><p>O mapeamento de processos também pode ajudar a monitorar e melhorar continuamente seus</p><p>projetos da web. Ao visualizar os processos, você pode medir o desempenho, identi�car desvios</p><p>e tomar ações corretivas. Isso melhora a e�ciência operacional, a qualidade do produto e a</p><p>satisfação do cliente.</p><p>Portanto, o mapeamento de processos é uma prática valiosa no contexto de projetos da web.</p><p>Tem várias vantagens como: identi�car melhorias, otimizar processos, melhorar a comunicação,</p><p>padronizar operações e alcançar resultados mais satisfatórios. O mapeamento de processos</p><p>torna seus projetos da web mais e�cientes, mais alinhados com suas necessidades de negócios</p><p>e com maior probabilidade de sucesso.</p><p>Bons estudos!</p><p>Apresentar as principais metodologias para mapeamento de processo</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>A aplicação e apresentação das principais técnicas de mapeamento de processos é essencial</p><p>para uma compreensão clara e e�ciente das atividades e interações envolvidas em um projeto.</p><p>Dentre os métodos mais utilizados, destaca-se a notação BPMN (Business Process Model and</p><p>Notation). Ele fornece uma linguagem grá�ca padronizada para representar visualmente os</p><p>processos de negócios.</p><p>A notação BPMN é uma ferramenta poderosa para mapeamento de processos porque permite</p><p>criar diagramas intuitivos e fáceis de entender. Por meio de ícones, símbolos e �uxos, você pode</p><p>representar as atividades, eventos, decisões, �uxos de informações e responsabilidades</p><p>envolvidos em seu processo. Essa notação facilita a comunicação entre as equipes e fornece</p><p>uma visão clara e objetiva do processo (APPLEN, 2013).</p><p>Outro método amplamente utilizado é a abordagem de �uxograma. Nesse método, os processos</p><p>são representados por símbolos grá�cos, como retângulos que representam atividades, losangos</p><p>que representam decisões e setas que representam a direção do �uxo. Um �uxograma é uma</p><p>representação visual de um processo, facilitando a identi�cação de início, �m, etapas</p><p>intermediárias e decisões e interações entre elas.</p><p>Segundo Deenis (2014), existem outros métodos disponíveis para</p><p>mapeamento de processos,</p><p>como: análise do valor da receita (VAC), diagrama de causa e efeito (Ishikawa) e análise SWOT.</p><p>Esses métodos oferecem diferentes abordagens para identi�car e analisar processos,</p><p>considerando aspectos como custo, qualidade, causa e efeito, fatores internos e externos que</p><p>afetam o processo. Ao usar esses métodos, é importante seguir uma série de etapas para obter</p><p>resultados efetivos.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>O primeiro passo é identi�car quais processos mapear e de�nir o escopo do trabalho. Dados</p><p>relevantes sobre o processo devem então ser coletados por meio de entrevistas com as partes</p><p>interessadas, análise de documentos, observação direta, etc.</p><p>Uma vez que os dados são coletados, o processo de modelagem começa usando o método</p><p>selecionado. Envolver as partes interessadas neste processo é importante para obter diferentes</p><p>perspectivas e garantir a precisão e integridade da representação grá�ca do processo. Ao</p><p>mapear, é importante documentar informações relevantes sobre cada atividade, como: nome,</p><p>descrição, pessoa responsável, tempo de execução, entradas e saídas. Esse documento serve</p><p>como um guia para uma maior compreensão e análise do processo (DEENIS, 2014).</p><p>Uma vez mapeados, é possível realizar uma análise dos processos identi�cados para buscar</p><p>oportunidades de melhoria, eliminar atividades desnecessárias, reduzir redundâncias e identi�car</p><p>gargalos. Essa análise possibilita a implementação de ações corretivas e a adoção das melhores</p><p>práticas para otimizar os processos.</p><p>Ao apresentar os resultados do mapeamento de processos, é importante considerar seu público-</p><p>alvo e usar uma linguagem clara e compreensível. As representações grá�cas, como diagramas e</p><p>�uxogramas BPMN, facilitam a compreensão e a visualização dos processos, tornando as</p><p>apresentações mais e�cazes (DEENIS, 2014).</p><p>Em suma, aplicar e apresentar as principais técnicas de mapeamento de processos, como o uso</p><p>de notação BPMN e �uxogramas, fornecerá uma imagem clara e objetiva dos processos</p><p>envolvidos em seu projeto. Esses métodos permitem um maior entendimento, análise e</p><p>otimização dos processos, contribuindo para a e�ciência operacional e sucesso do projeto.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Mapeamento de processo</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>O vídeo explora o empolgante mundo do mapeamento de processos em projetos da web, mostra</p><p>como a identi�car e documentar todas as etapas críticas, desde a coleta de requisitos até a</p><p>implementação �nal do projeto. Veja como o mapeamento de processos pode agilizar seu �uxo</p><p>de trabalho, identi�car oportunidades de melhoria e garantir o sucesso de seus projetos web.</p><p>Não perca a chance de aprimorar suas habilidades e fazer mais!</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Para aprofundar seus conhecimentos sobre mapeamento de processos, recomendo a leitura do</p><p>livro “Mapeamento e Modelagem de Processos” de Henrique M. Rocha, Jeanine S. Barreto e Ligia</p><p>M. F. Affonso. Este livro aborda tópicos relevantes da aula e vai além, oferecendo um</p><p>conhecimento completo sobre o assunto. Recomendo fortemente a leitura completa, mas,</p><p>especi�camente para esta aula, sugiro focar nos seguintes capítulos:</p><p>Unidade 1, capítulo "Notação BPMN no Contexto do Mapeamento e da Modelagem de Processo":</p><p>explora a notação BPMN (Business Process Model and Notation) no contexto do mapeamento e</p><p>modelagem de processos. Você pode encontrar mais informações na página 15.</p><p>Unidade 1, capítulo "Atividades de Planejamento do BPMN": Neste capítulo, você aprenderá sobre</p><p>as atividades de planejamento relacionadas ao BPMN. Acesse a página 54 para obter mais</p><p>detalhes.</p><p>Unidade 2, capítulo "Mapeamento de Processos": Nele, você encontrará mais informações sobre</p><p>mapeamento de processos. Compreender o funcionamento de uma organização é fundamental,</p><p>mas também é relevante considerar a integração desses processos ao implementar projetos</p><p>web. Consulte a página 74 para aprofundar seu entendimento.</p><p>Boa leitura e sucesso nos estudos!</p><p>Referências</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595021471/pageid/15</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595021471/pageid/54</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595021471/pageid/74</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 4</p><p>Projetos ágeis</p><p>Introdução da aula</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Os projetos ágeis revolucionaram a maneira como as equipes desenvolvem soluções on-line.</p><p>Essa abordagem inovadora traz �exibilidade, adaptabilidade e velocidade ao processo de</p><p>desenvolvimento de web design. Ao contrário dos métodos tradicionais, os projetos ágeis</p><p>enfatizam a colaboração contínua, a entrega iterativa e o envolvimento contínuo do cliente.</p><p>Nesse contexto, várias metodologias ágeis populares surgiram, incluindo Scrum, Kanban e XP</p><p>(Extreme Programming), cada uma com suas próprias práticas e princípios. Esses métodos</p><p>fornecem uma estrutura e diretrizes claras para gerenciar tarefas, prioridades e prazos,</p><p>permitindo que as equipes trabalhem com e�ciência e orientadas para resultados.</p><p>As metodologias ágeis são mais utilizadas para projetos web, focando em seus princípios, suas</p><p>características e seus benefícios. Entenda como esses métodos promovem agilidade,</p><p>transparência e e�ciência no desenvolvimento de soluções on-line, capacitando as equipes a</p><p>atender com e�cácia as necessidades dos clientes e entregar produtos de qualidade no prazo.</p><p>Bons estudos!</p><p>Principais motivações de metodologia ágil</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>As metodologias ágeis estão ganhando popularidade na prática do mercado devido à sua</p><p>principal motivação e utilidade. Essas abordagens inovadoras fornecem um método �exível e</p><p>adaptável de desenvolvimento de projetos focado na criação contínua de valor e na satisfação do</p><p>cliente (ALVES, 2019).</p><p>Os principais conceitos da metodologia ágil são baseados no Manifesto Ágil, um conjunto de</p><p>princípios que enfatizam a colaboração entre equipes, resposta rápida à mudança, foco nas</p><p>necessidades do cliente e entrega incremental. Esses métodos enfatizam a interação humana, a</p><p>comunicação contínua e a �exibilidade para atender aos requisitos em constante evolução.</p><p>Um dos principais benefícios do uso de metodologias ágeis é a capacidade de se adaptar às</p><p>mudanças. Ao contrário das abordagens tradicionais que seguem planos rígidos e in�exíveis, as</p><p>metodologias ágeis permitem ajustes e mudanças ao longo do processo de desenvolvimento.</p><p>Isso permite que a equipe responda rapidamente ao feedback, novos requisitos e novas</p><p>oportunidades de mercado, garantindo que o produto atenda às expectativas e necessidades do</p><p>cliente (ALVES, 2019).</p><p>Outra motivação para usar metodologias ágeis é a criação contínua de valor. As metodologias</p><p>ágeis incentivam a entrega incremental e repetitiva, em vez de esperar até o �nal do projeto para</p><p>entregar o produto. Isso signi�ca que as equipes podem desenvolver e entregar peças de</p><p>recursos de seus produtos em ciclos mais curtos, e os clientes podem começar a usá-los e se</p><p>bene�ciar deles mais cedo. Essa abordagem não apenas cria valor imediato, mas também</p><p>oferece a oportunidade de receber feedback valioso que impulsiona o desenvolvimento e a</p><p>melhoria do produto a longo prazo.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Além disso, as metodologias ágeis incentivam a colaboração e o autogerenciamento da equipe.</p><p>Em vez de hierarquias rígidas, as metodologias ágeis incentivam</p><p>equipes interdisciplinares e</p><p>autônomas, permitindo que os membros da equipe trabalhem de forma colaborativa e</p><p>responsável. Isso promove uma comunicação e�caz, compartilhamento de conhecimento e</p><p>motivação da equipe, resultando em um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.</p><p>As metodologias ágeis também enfatizam a transparência e a visibilidade do trabalho. As</p><p>equipes ágeis podem usar ferramentas como quadros Kanban, grá�cos de burndown e reuniões</p><p>diárias para acompanhar o progresso do projeto, identi�car possíveis obstáculos e tomar</p><p>decisões informadas. Essa transparência promove a con�ança entre os membros da equipe e as</p><p>partes interessadas, ajudando todos a se alinharem com as metas e o progresso do projeto</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>Na prática do mercado, as metodologias ágeis são difundidas em todos os setores e</p><p>organizações. Empresas de desenvolvimento de software, agências de marketing digital, equipes</p><p>de TI e startups são exemplos de setores que se bene�ciam das metodologias ágeis. A</p><p>�exibilidade e adaptabilidade dessas abordagens permitem que as equipes atendam às</p><p>demandas do mercado, entreguem produtos de qualidade no prazo e alcancem a satisfação do</p><p>cliente.</p><p>Em suma, as principais motivações para o uso de metodologias ágeis são adaptação à mudança,</p><p>criação contínua de valor, colaboração e autogestão da equipe e transparência e visibilidade do</p><p>trabalho. Essas motivações aumentaram a popularidade das metodologias ágeis no mercado,</p><p>pois fornecem uma abordagem e�ciente e e�caz para o desenvolvimento de projetos, levando a</p><p>uma maior satisfação do cliente e a melhores resultados.</p><p>Bons estudos!</p><p>Apresentar ferramentas para auxílio em projeto ágil</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Applen (2013), a interpretação é uma habilidade importante no contexto de projetos</p><p>ágeis. Compreender e interpretar corretamente as mudanças nos requisitos do cliente, requisitos</p><p>da equipe e escopo do projeto é fundamental para uma implementação bem-sucedida das</p><p>metodologias ágeis. Além disso, ter as ferramentas certas auxilia muito nesse processo e</p><p>certamente melhora a e�ciência, a comunicação e o controle das atividades.</p><p>Uma das ferramentas mais populares para gerenciar projetos ágeis é o Kanban. O Kanban é uma</p><p>técnica visual que utiliza um quadro com colunas e cartões para exibir tarefas em diferentes</p><p>estágios de execução. Com essa ferramenta, as equipes podem rastrear �uxos de trabalho,</p><p>identi�car gargalos, priorizar atividades e ver claramente o status atual dos projetos. O Kanban é</p><p>muito �exível e pode ser customizado de acordo com as necessidades especí�cas de cada</p><p>equipe.</p><p>Outra ferramenta bastante utilizada é o Trello. O Trello é uma plataforma on-line construída sobre</p><p>os conceitos de quadros, listas e cartões. Ele permite que as equipes organizem e priorizem</p><p>tarefas, atribuam responsabilidades, adicionem prazos e acompanhem o andamento das</p><p>atividades em conjunto. Com recursos como noti�cações, comentários e integrações com outras</p><p>ferramentas, o Trello facilita a comunicação e colaboração entre os membros da equipe,</p><p>promovendo transparência e agilidade no desenvolvimento de projetos (APPLEN, 2013).</p><p>Outra ferramenta interessante é o JIRA. O JIRA, desenvolvido pela Atlassian, é uma plataforma</p><p>abrangente para gerenciamento de projetos ágeis. Ele oferece recursos avançados, como</p><p>planejamento de sprint, backlogging, rastreamento de problemas e relatórios. O JIRA permite que</p><p>as equipes acompanhem e gerenciem todo o ciclo de vida do projeto, desde o planejamento até a</p><p>entrega �nal, promovendo a colaboração e a comunicação entre os membros da equipe. Além</p><p>dessas ferramentas, existem diversas outras opções no mercado, como Asana, Basecamp e</p><p>Monday.com. Cada uma dessas ferramentas tem seu próprio conjunto de recursos, mas todas</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>compartilham um objetivo comum de permitir que as equipes gerenciem e interpretem projetos</p><p>ágeis (APPLEN, 2013).</p><p>É importante ressaltar que ferramentas são apenas ferramentas e não substituem a necessidade</p><p>de uma boa comunicação e colaboração entre os membros da equipe. Essas são as ferramentas</p><p>que suportam e visualizam o seu trabalho, mas cabe à sua equipe usá-las de forma e�caz de</p><p>acordo com os princípios e valores ágil.</p><p>Em suma, interpretar corretamente os requisitos e usar as ferramentas certas são essenciais</p><p>para o sucesso de um projeto Agile. Kanban, Trello, JIRA e outras ferramentas disponíveis no</p><p>mercado ajudam a organizar, comunicar e monitorar a atividade, contribuindo para maior</p><p>e�ciência e agilidade no desenvolvimento dos projetos. Cabe à equipe escolher as ferramentas</p><p>que melhor atendem às suas necessidades e utilizá-las de forma combinada para garantir o</p><p>sucesso da implementação das metodologias Ágeis. As metodologias ágeis sempre serão</p><p>adicionadas de acordo com a necessidade da empresa e dependendo do segmento do negócio.</p><p>Bons estudos!</p><p>Desa�os relacionados a projetos ágeis</p><p>Olá, estudante!</p><p>A adoção de projetos ágeis traz alguns benefícios importantes, mas também há desa�os que as</p><p>equipes devem enfrentar para obter sucesso. É necessário compreender os prós e os contras</p><p>dos projetos ágeis.</p><p>Uma das principais vantagens dos projetos ágeis é a �exibilidade. As metodologias ágeis</p><p>permitem que as equipes se adaptem rapidamente às mudanças de requisitos e prioridades. Ao</p><p>contrário dos métodos tradicionais, em que as mudanças de escopo são complicadas e</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>demoradas, os projetos ágeis incentivam a adoção de mudanças e a incorporação contínua do</p><p>feedback do cliente. Isso permite uma melhor capacidade de resposta às necessidades</p><p>emergentes e um produto que atenda às expectativas (APPLEN, 2013).</p><p>Outro benefício é a criação de valor incremental. A metodologia ágil incentiva a entrega rápida de</p><p>incrementos de recursos, em vez de esperar até o �nal do projeto para entregar o produto. Isso</p><p>permite que os clientes coletem os benefícios de nossos produtos mais cedo, ao mesmo tempo</p><p>que nos oferece uma oportunidade valiosa de receber feedback e impulsionar o desenvolvimento</p><p>futuro.</p><p>Segundo Deenis (2014), as metodologias ágeis também promovem a colaboração e a</p><p>comunicação e�caz entre os membros da equipe. Os projetos ágeis enfatizam equipes</p><p>interdisciplinares e auto-organizadas em vez de hierarquias rígidas. Isso facilita a troca de</p><p>conhecimentos, habilidades e ideias, aumentando o engajamento e a motivação dos integrantes</p><p>da equipe.</p><p>No entanto, os projetos ágeis também apresentam desa�os que as equipes devem superar. Um</p><p>dos desa�os é a necessidade de uma gestão de escopo e�ciente, de estabelecer um mecanismo</p><p>para rastrear e priorizar as solicitações de mudança, pois são aceitas e integradas ao longo do</p><p>projeto, e garantir que as solicitações de mudança sejam bem gerenciadas para evitar perda de</p><p>foco e aumento do tempo de desenvolvimento.</p><p>Outro desa�o é o gerenciamento de tempo e recursos. Projetos ágeis exigem rastreamento</p><p>contínuo de tarefas e progresso, bem como alocação e�ciente dos recursos disponíveis.</p><p>Equilibrar as necessidades e habilidades de sua equipe é fundamental para garantir que o</p><p>trabalho seja concluído dentro dos prazos de�nidos (DEENIS, 2014).</p><p>A falta de documentação detalhada também pode ser um desa�o para projetos ágeis. Devido ao</p><p>seu foco na entrega contínua de valor, pode haver uma tendência de reduzir a documentação em</p><p>favor do desenvolvimento ágil. No entanto, é importante encontrar um equilíbrio e garantir que</p><p>haja um bom registro das decisões tomadas, dos requisitos acordados e das informações</p><p>críticas para a continuidade do projeto.</p><p>Por �m, é importante que sua equipe tenha muita colaboração e comunicação e�caz. Isso pode</p><p>ser difícil se os membros da equipe estiverem geogra�camente dispersos ou se houver falta de</p><p>coordenação entre as várias partes interessadas do projeto. Para enfrentar esse desa�o, é</p><p>essencial criar um ambiente de trabalho colaborativo e usar as ferramentas certas para facilitar a</p><p>comunicação (DEENIS, 2014).</p><p>Em suma, os projetos ágeis têm várias</p><p>vantagens, como �exibilidade, criação de valor</p><p>incremental e colaboração efetiva. No entanto, também apresenta desa�os em termos de</p><p>gerenciamento de escopo, gerenciamento de tempo e recursos, documentação e colaboração</p><p>que exigem comprometimento da equipe e uma abordagem disciplinada para superar esses</p><p>desa�os. Se esses desa�os forem compreendidos e gerenciados adequadamente, os projetos</p><p>ágeis podem levar a resultados bem-sucedidos e satisfatórios.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Projetos ágeis</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Veja como os projetos ágeis estão revolucionando o desenvolvimento web. Assista a este vídeo</p><p>para saber mais sobre os principais recursos e benefícios dessa abordagem dinâmica. Saiba</p><p>como as metodologias ágeis promovem a entrega contínua, a adaptabilidade à mudança e a</p><p>colaboração e�caz entre as equipes. Não perca essa oportunidade de aprimorar seus</p><p>conhecimentos em projetos ágeis.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Algumas ferramentas e técnicas sobre projetos ágeis, todas as sugestão são gratuitas e em</p><p>português.</p><p>Agile Alliance Brasil: o site da Agile Alliance Brasil oferece uma variedade de recursos gratuitos</p><p>sobre projetos ágeis, incluindo artigos, palestras, vídeos e eventos.</p><p>Scrum.org: a Scrum.org é uma organização que oferece treinamentos e certi�cações em Scrum,</p><p>uma das metodologias ágeis mais populares. No site, você encontrará uma seção de recursos</p><p>com guias, artigos e vídeos gratuitos sobre Scrum.</p><p>Trello Blog: o blog do Trello é uma excelente fonte de informações sobre gerenciamento de</p><p>projetos ágeis. Você encontrará uma variedade de artigos relacionados a metodologias ágeis,</p><p>https://www.agilealliance.org/agilealliancebrazil/</p><p>https://www.scrum.org/</p><p>https://blog.trello.com/br</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>dicas práticas e exemplos de uso do Trello como ferramenta de gestão ágil.</p><p>Kanbanize Blog: o blog da Kanbanize é focado em Kanban, uma metodologia ágil popular para o</p><p>gerenciamento de �uxo de trabalho. No blog, você encontrará artigos informativos, estudos de</p><p>caso e dicas sobre como implementar o Kanban em projetos.</p><p>Lembrando que é importante sempre veri�car a qualidade e relevância dos recursos disponíveis</p><p>nos links mencionados. Além disso, você pode explorar outras fontes con�áveis, como livros e</p><p>cursos on-line, para aprofundar seus conhecimentos em projetos ágeis.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 5</p><p>Resumo da unidade</p><p>https://kanbanize.com/pt</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Implementação de projeto web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Metodologia de projetos, modelagem de projetos, mapeamento de processos e projetos ágeis</p><p>são fundamentais no contexto do desenvolvimento web. Cada uma dessas abordagens</p><p>desempenha um papel importante no planejamento, na execução e na entrega de projetos da</p><p>web. Vamos examinar brevemente cada uma dessas áreas.</p><p>Uma metodologia de projeto web é uma estrutura e um processo projetados para guiar uma</p><p>equipe de desenvolvimento em todas as fases de um projeto. Eles fornecem diretrizes claras</p><p>sobre como proceder em cada etapa, desde a análise de requisitos até o teste e a implantação.</p><p>Exemplos comuns de metodologias de design incluem cascata, Scrum e Lean. Esses métodos</p><p>diferem em como organizam tarefas, prazos e interações com as partes interessadas.</p><p>A modelagem do projeto é uma técnica usada para visualizar e representar de forma clara e</p><p>concisa os principais elementos de um projeto. Ela ajuda a de�nir a estrutura do projeto, os</p><p>componentes e os relacionamentos entre as diferentes partes do projeto. Na web, a modelagem</p><p>de design pode incluir a criação de diagramas de �uxo de informações, protótipos e diagramas</p><p>de banco de dados. Essas representações visuais ajudam no planejamento e na comunicação</p><p>entre os membros da equipe e as partes interessadas.</p><p>O mapeamento de processos é a identi�cação, documentação e análise dos processos</p><p>existentes dentro de um projeto ou uma organização. Essa técnica é a base para entender como</p><p>uma atividade é executada, quem é o responsável por cada etapa e como as informações �uem.</p><p>No contexto de projetos web, o mapeamento de processos ajuda a identi�car gargalos,</p><p>ine�ciências e oportunidades de melhoria, otimizando os �uxos de trabalho e alocando melhor</p><p>os recursos.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>A�nal, os projetos ágeis na web estão se tornando cada vez mais populares. Essa abordagem</p><p>enfatiza a �exibilidade, a colaboração e a entrega em etapas. Ao contrário das metodologias</p><p>tradicionais, os projetos ágeis permitem uma rápida adaptação à mudança, promovem a</p><p>colaboração focada entre os membros da equipe e permitem a criação de valor em ciclos curtos.</p><p>Os frameworks ágeis mais usados são Scrum e Kanban, que fornecem estruturas e práticas para</p><p>facilitar a execução e�ciente de projetos ágeis.</p><p>O desenvolvimento da web geralmente usa uma combinação dessas abordagens para obter</p><p>melhores resultados. Uma metodologia de projeto fornece uma estrutura global para gerenciar</p><p>um projeto, a modelagem de projeto ajuda na visualização e no planejamento, o mapeamento de</p><p>processos ajuda a identi�car oportunidades de melhoria e os projetos ágeis respondem com</p><p>agilidade às mudanças e fornecem resultados de valor contínuo.</p><p>É importante enfatizar que cada projeto é único e pode exigir combinações individuais dessas</p><p>abordagens. Por isso, é fundamental que sua equipe tenha uma sólida compreensão desses</p><p>conceitos e aplique as melhores práticas de acordo com as necessidades e os objetivos do</p><p>projeto. Para se manter atualizado no mundo em constante evolução da web, é importante</p><p>aprender e se adaptar continuamente a novas tecnologias e práticas.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Resumo da unidade</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Não perca a oportunidade de aprender mais sobre as principais metodologias de projetos,</p><p>modelagem de projetos, mapeamento de processos e projetos ágeis no contexto da web.</p><p>Certi�que-se de assistir ao vídeo que explica essas questões de forma clara e concisa. Veja</p><p>como essas abordagens podem aumentar o sucesso de seus projetos web, desde o</p><p>planejamento até a entrega. Aprenda sobre as melhores práticas, ferramentas e benefícios em</p><p>cada uma dessas áreas.</p><p>Estudo de caso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Você, como gerente da empresa TechSolutions, propõe a implementação de um sistema de</p><p>gestão de projetos para abordar os desa�os identi�cados e alcançar melhorias signi�cativas em</p><p>e�ciência e produtividade. Nessa proposta, você declarou a liderança e a adoção de</p><p>metodologias ágeis, modelagem e mapeamento de processos, que contribuirão para o sucesso</p><p>dessa implementação.</p><p>Como líder da equipe, seu papel será fornecer uma visão clara e comunicar os objetivos e</p><p>benefícios da implementação do sistema de gestão de projetos. Você deve assegurar que todos</p><p>compreendam a importância de melhorar o controle e acompanhamento das atividades, além de</p><p>facilitar a comunicação e a colaboração entre as equipes e estabelecer uma comunicação aberta</p><p>e transparente para garantir que todos os membros da equipe estejam engajados e alinhados</p><p>com as metas do projeto.</p><p>A metodologia Scrum será a base para o gerenciamento dos projetos. Como gerente, você deve</p><p>liderar a equipe na adoção dessa metodologia ágil, que promove entregas</p><p>incrementais e</p><p>feedback contínuo; organizar a equipe em sprints, de�nindo as metas e prioridades de cada</p><p>período e realizando reuniões diárias de acompanhamento e planejamento. Você será</p><p>responsável por incentivar a colaboração e a autogestão da equipe, buscando sempre a</p><p>adaptação e o aprimoramento contínuo.</p><p>Antes da implementação do sistema de gestão de projetos, será fundamental realizar a</p><p>modelagem e o mapeamento dos processos existentes na empresa. Nesse sentido, como</p><p>gerente, você liderará a equipe na identi�cação dos �uxos de trabalho, atividades-chave e</p><p>interações entre as equipes e trabalhará em conjunto para criar diagramas de processos e</p><p>�uxogramas que ajude a visualizar e documentar os processos atuais.</p><p>Com base na modelagem e no mapeamento de processos, iniciaremos a implementação do</p><p>sistema de gestão de projetos, usaremos ferramentas como Kanban e Trello para visualizar e</p><p>gerenciar as tarefas. Como gerente, supervisionar o acompanhamento do progresso dos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>projetos, atribuição de responsabilidades e comunicação entre as equipes; estar atento aos</p><p>possíveis gargalos, ine�ciências e pontos de melhoria, garantindo a adaptação do sistema de</p><p>gestão de projetos às necessidades especí�cas da nossa empresa.</p><p>Ao longo da implementação, será necessário acompanhar de perto os resultados obtidos. Avaliar</p><p>a melhoria da e�ciência na execução dos projetos, o tempo de entrega reduzido e a qualidade</p><p>aprimorada dos resultados. Além disso, estar atento à melhoria na comunicação interna e na</p><p>colaboração entre as equipes, garantindo um ambiente de trabalho mais produtivo e motivador.</p><p>Em conclusão, como gerente da TechSolutions, você estará comprometido em liderar a</p><p>implementação do sistema de gestão de projetos, através da liderança e da adoção de</p><p>metodologias ágeis, modelagem e mapeamento de processos, tendo a convicção de que</p><p>alcançaremos melhorias signi�cativas em nossa e�ciência, qualidade e comunicação interna.</p><p>Juntos, vamos impulsionar a produtividade e o sucesso da nossa empresa.</p><p>Bons estudos!</p><p>_______</p><p>Re�ita</p><p>A re�exão sobre esse estudo de caso nos leva a compreender a importância de uma abordagem</p><p>estruturada e orientada para a melhoria dos processos de gestão de projetos. Como gerente da</p><p>empresa TechSolutions, reconheço que a implementação de um sistema de gestão de projetos</p><p>requer liderança e adoção de metodologias ágeis, além da modelagem e do mapeamento dos</p><p>processos existentes.</p><p>Neste caso, destaca-se a relevância de uma comunicação clara e transparente para garantir que</p><p>todos os membros da equipe estejam alinhados com os objetivos e benefícios da</p><p>implementação. A liderança desempenha um papel fundamental na transmissão dessa visão e</p><p>no engajamento dos colaboradores, assegurando a compreensão da importância de melhorar o</p><p>controle e acompanhamento das atividades, bem como facilitar a comunicação e colaboração</p><p>entre as equipes.</p><p>A metodologia Scrum, adotada como base para o gerenciamento dos projetos, permite uma</p><p>abordagem ágil e �exível, promovendo entregas incrementais e feedback contínuo. Como</p><p>gerente, é meu papel liderar a equipe na adoção dessa metodologia, organizando sprints e</p><p>promovendo reuniões diárias de acompanhamento e planejamento. Incentivar a colaboração e a</p><p>autogestão é essencial para adaptar-se às mudanças e buscar constantemente melhorias.</p><p>A realização da modelagem e do mapeamento dos processos existentes é uma etapa crucial</p><p>antes da implementação do sistema de gestão de projetos. Como gerente, é minha</p><p>responsabilidade liderar a equipe na identi�cação dos �uxos de trabalho, atividades-chave e</p><p>interações entre as equipes. Por meio de diagramas de processos e �uxogramas, é possível</p><p>visualizar e documentar de forma clara os processos atuais, identi�cando oportunidades de</p><p>melhoria.</p><p>Durante a implementação do sistema de gestão de projetos, é necessário acompanhar de perto</p><p>os resultados obtidos. Avaliar a e�ciência na execução dos projetos, o tempo de entrega reduzido</p><p>e a qualidade aprimorada dos resultados é fundamental. Além disso, aprimorar a comunicação</p><p>interna e a colaboração entre as equipes contribui para um ambiente de trabalho mais produtivo</p><p>e motivador.</p><p>Em suma, esse estudo de caso ressalta a importância da liderança, metodologias ágeis,</p><p>modelagem e mapeamento de processos na implementação de um sistema de gestão de</p><p>projetos e�caz. Como gerente da TechSolutions, estou comprometido em liderar esse processo e</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>impulsionar melhorias signi�cativas em e�ciência, qualidade e comunicação interna. Juntos,</p><p>alcançaremos o sucesso e aprimoramento contínuo de nossa empresa.</p><p>Videoaula: Resolução do estudo de caso</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>A empresa optou por adotar a metodologia Scrum para gerenciar seus projetos. O Scrum é uma</p><p>metodologia ágil que se baseia em entregas incrementais e feedback contínuo. A equipe de</p><p>desenvolvimento foi organizada em sprints, com reuniões diárias de acompanhamento e</p><p>planejamento das atividades. A metodologia Scrum permitiu uma abordagem �exível e</p><p>adaptativa, possibilitando ajustes e mudanças ao longo do processo.</p><p>Antes de iniciar a implementação do sistema de gestão de projetos, a equipe realizou a</p><p>modelagem e o mapeamento dos processos existentes na empresa. Foram identi�cados os</p><p>�uxos de trabalho, as atividades-chave e as interações entre as equipes. Essa etapa foi</p><p>fundamental para entender o contexto atual da empresa e identi�car oportunidades de</p><p>melhorias.</p><p>A equipe utilizou técnicas de modelagem como diagramas de processos e �uxogramas para</p><p>visualizar e documentar os processos. Em seguida, foi feito o mapeamento dos processos,</p><p>identi�cando gargalos, ine�ciências e possíveis pontos de melhoria. Essa análise permitiu uma</p><p>compreensão mais clara dos processos e serviu como base para a implementação do novo</p><p>sistema de gestão de projetos.</p><p>Com base na modelagem e no mapeamento de processos, a equipe de desenvolvimento iniciou a</p><p>implementação do sistema de gestão de projetos. Foram utilizadas ferramentas como Kanban e</p><p>Trello para visualizar e gerenciar as tarefas. O novo sistema facilitou o acompanhamento do</p><p>progresso dos projetos, a atribuição de responsabilidades e a comunicação entre as equipes.</p><p>Os resultados obtidos com a implementação foram signi�cativos. A empresa conseguiu</p><p>melhorar a e�ciência na execução dos projetos, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a</p><p>qualidade dos resultados. Além disso, houve uma melhoria na comunicação interna e na</p><p>colaboração entre as equipes, o que resultou em um ambiente de trabalho mais produtivo e</p><p>motivador.</p><p>A implementação de um sistema de gestão de projetos utilizando metodologia, modelagem e</p><p>mapeamento de processos, aliado aos princípios dos projetos ágeis, trouxe benefícios</p><p>signi�cativos para a empresa TechSolutions. A abordagem ágil permitiu uma maior �exibilidade e</p><p>adaptabilidade aos desa�os encontrados, enquanto a modelagem e o mapeamento de processos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>garantiram uma compreensão clara e uma base sólida para a implementação. Como resultado, a</p><p>empresa obteve uma melhoria signi�cativa na e�ciência, na qualidade e na comunicação interna.</p><p>Bons estudos!</p><p>Resumo visual</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>,</p><p>Unidade 4</p><p>Conceitos de Riscos e Modelagem UML para Projeto</p><p>Aula 1</p><p>Riscos de projeto</p><p>Introdução da aula</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Interessado em gerenciamento de projetos e procurando</p><p>melhorar suas habilidades nessa</p><p>importante área? Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado. Esta aula explora a importância</p><p>do conceito de risco e como ele afeta o sucesso do projeto. Ele também discute a modelagem</p><p>UML (Uni�ed Modeling Language), uma ferramenta poderosa que ajuda você a visualizar e</p><p>comunicar projetos complexos. Os participantes aprofundarão seus conhecimentos teóricos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>sobre riscos e aprenderão como aplicar a modelagem UML na prática por meio de estudos de</p><p>caso e exercícios interativos.</p><p>Não perca essa oportunidade de ampliar seus conhecimentos e adquirir habilidades valiosas que</p><p>o ajudarão a se destacar no mercado de trabalho. Agora é o momento para aprender os</p><p>conceitos de risco de projeto e modelagem UML.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conhecer os riscos de projeto</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Alves (2019), em nosso mundo cada vez mais digital, os projetos web estão se</p><p>tornando essenciais para empresas de todos os setores. No entanto, a complexidade de criar e</p><p>implementar esses projetos apresenta muitos desa�os e incertezas. Portanto, entender e</p><p>conhecer os riscos na implementação web é uma abordagem importante para o sucesso.</p><p>Os riscos em projetos web referem-se a eventos ou circunstâncias incertas que podem afetar</p><p>adversamente o resultado do projeto. Isso pode ocorrer em vários estágios do processo, desde o</p><p>projeto e planejamento até a implementação e manutenção. Ignorar ou subestimar esses riscos</p><p>pode levar a atrasos, custos adicionais e até falha de todo o projeto.</p><p>Uma abordagem estruturada é essencial para combater e�cazmente os riscos de implementação</p><p>web. O objetivo é identi�car, analisar, avaliar e mitigar esses riscos. Vejamos cada uma dessas</p><p>etapas com mais detalhes. Identi�car os riscos é o primeiro passo para uma gestão adequada.</p><p>Isso inclui uma análise minuciosa de todos os envolvidos, recursos disponíveis, prazos e</p><p>requisitos do projeto.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>É importante considerar fatores externos, como mudança tecnológica, instabilidade do mercado</p><p>e comportamento do concorrente. Ao identi�car riscos especí�cos para seu projeto web, você</p><p>pode tomar medidas preventivas para evitar ou mitigar os riscos. Uma análise de risco pode</p><p>então ser realizada para entender melhor o impacto potencial de cada risco identi�cado. O</p><p>objetivo aqui é avaliar a probabilidade de ocorrência e a gravidade das consequências caso</p><p>ocorra (ALVES, 2019).</p><p>Uma boa análise de risco ajuda você a priorizar os mais importantes e desenvolver estratégias</p><p>apropriadas de mitigação de riscos. Avaliar os riscos do seu projeto web é muito importante para</p><p>determinar as contramedidas apropriadas. A equipe de gerenciamento do projeto deve</p><p>determinar se o risco é aceitável, se pode ser transferido para terceiros, se as ações especí�cas</p><p>devem ser tomadas para mitigar o risco ou se um plano de contingência deve ser desenvolvido</p><p>para lidar com a ocorrência do risco (ALVES, 2019).</p><p>Uma avaliação de risco permite que você tome decisões bem-informadas com antecedência para</p><p>evitar problemas futuros. Por �m, a mitigação de riscos é o processo de implementação de</p><p>contramedidas previamente de�nidas. Isso pode incluir a realização de testes adicionais,</p><p>desenvolvimento de backups, desenvolvimento de planos de contingência ou alocação de</p><p>recursos adicionais para lidar com riscos especí�cos (ALVES, 2019).</p><p>Novos riscos podem surgir e as condições existentes podem mudar com o tempo, portanto,</p><p>reduzir o risco de seus projetos da web requer um esforço contínuo. Em suma, conhecer os</p><p>riscos da implementação web é uma abordagem essencial para o sucesso do negócio digital. Ao</p><p>identi�car, analisar, avaliar e mitigar riscos, as equipes de projeto estão preparadas para lidar</p><p>com desa�os inesperados e tomar medidas proativas para minimizar seu impacto. Ao adotar</p><p>uma abordagem estruturada de gerenciamento de riscos, as empresas podem aumentar a</p><p>probabilidade de sucesso do projeto da web e atingir seus objetivos com e�cácia.</p><p>Bons estudos!</p><p>Planejamento e mitigação de riscos de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Applen (2013), o planejamento e a mitigação de riscos desempenham um papel</p><p>importante no sucesso de qualquer projeto web. À medida que nossa dependência da internet</p><p>cresce e a complexidade dos projetos on-line cresce, torna-se incontestável identi�car, analisar e</p><p>mitigar os riscos associados a esse ambiente, além de examinar a importância de planejar e</p><p>mitigar os riscos da implementação web e como essas práticas podem levar ao sucesso.</p><p>O primeiro passo para um projeto web de sucesso é o planejamento adequado. Isso inclui de�nir</p><p>metas claras, estabelecer requisitos detalhados, identi�car os recursos necessários e</p><p>estabelecer cronogramas realistas. O planejamento adequado ajuda a equipe do projeto a ter</p><p>uma compreensão clara do escopo e dos desa�os que enfrenta. Uma parte importante do</p><p>processo de planejamento é identi�car riscos potenciais que podem afetar seu projeto web. Os</p><p>riscos podem estar relacionados a muitas áreas, como tecnologia, segurança, pessoas, prazos e</p><p>orçamentos (APPLEN, 2013).</p><p>É importante realizar uma análise de risco completa para entender a probabilidade de ocorrência</p><p>e o impacto potencial no projeto. Uma vez identi�cados os riscos, devem ser desenvolvidas</p><p>estratégias para mitigá-los. A mitigação de riscos inclui a implementação de medidas</p><p>preventivas e o desenvolvimento de planos de contingência para minimizar os efeitos adversos</p><p>dos riscos identi�cados.</p><p>Por exemplo, se um dos riscos identi�cados for a indisponibilidade de recursos técnicos durante</p><p>um projeto, uma estratégia de contingência pode ser �rmar um contrato de suporte técnico com</p><p>um fornecedor con�ável. Outra prática importante é analisar continuamente os riscos ao longo</p><p>do projeto. Conforme o projeto avança, novos riscos podem surgir e as condições existentes</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>podem mudar. Portanto, é importante revisar e atualizar regularmente sua análise de risco para</p><p>garantir que suas estratégias de mitigação de risco sejam atuais e e�cazes (APPLEN, 2013).</p><p>A comunicação e colaboração efetivas são essenciais para o planejamento bem-sucedido de</p><p>projetos da web e mitigação de riscos. Equipes de projeto, partes interessadas e tomadores de</p><p>decisão precisam permanecer engajados e informados sobre os riscos identi�cados, as</p><p>estratégias de mitigação de riscos empregadas e o progresso geral do projeto. Isso garante que</p><p>todos os envolvidos estejam alinhados e trabalhando para o sucesso do projeto. A seguir estão</p><p>alguns exemplos concretos de como o planejamento e a mitigação de riscos podem afetar o</p><p>sucesso do seu projeto web (APPLEN, 2013).</p><p>Por exemplo, um risco comum em projetos da web é a segurança da informação. Para mitigar</p><p>esse risco, as equipes de projeto podem implementar medidas de segurança apropriadas, como</p><p>criptogra�a de dados, autenticação de usuário e testes regulares de penetração. Outro exemplo é</p><p>o risco de atrasos no desenvolvimento do projeto. Ao identi�car esse risco, as equipes podem</p><p>de�nir prazos realistas, priorizar as tarefas mais importantes e criar planos de contingência para</p><p>lidar com possíveis atrasos e alocar os recursos adicionais ou reorganizar as atividades do</p><p>projeto (APPLEN, 2013).</p><p>Em suma, o planejamento e a mitigação de riscos são os pilares de qualquer projeto web bem-</p><p>sucedido. Essas práticas preparam as equipes de projeto para os desa�os e as incertezas do</p><p>ambiente e mitigam os impactos negativos dos riscos identi�cados. Ao adotar uma abordagem</p><p>estruturada para o planejamento e mitigação de riscos, uma organização pode aumentar a</p><p>probabilidade de um projeto da web bem-sucedido e uma experiência de usuário positiva.</p><p>Bons estudos!</p><p>Gerenciamento de riscos de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Deenis (2014), a gestão de riscos desempenha um papel importante no sucesso de</p><p>qualquer projeto web. Vamos explorar as principais técnicas e ferramentas no gerenciamento</p><p>de</p><p>riscos de projetos da web.</p><p>Identi�cação de riscos: o primeiro passo na gestão de riscos é identi�car riscos potenciais. Isso</p><p>inclui uma análise abrangente de áreas incertas do projeto, como tecnologia, segurança, pessoal,</p><p>cronograma e orçamento. Técnicas como brainstorming, análise Swot (Forças, Fraquezas,</p><p>Oportunidades e Ameaças) e revisão das lições aprendidas em projetos anteriores podem ser</p><p>usadas para identi�car vários riscos.</p><p>Análise de risco: uma vez que um risco é identi�cado, é importante realizar uma análise</p><p>detalhada para entender sua probabilidade e impacto potencial. A análise qualitativa</p><p>normalmente usa uma matriz de risco para avaliar a gravidade e a probabilidade de cada risco. A</p><p>análise quantitativa atribui valores numéricos aos riscos e calcula os impactos �nanceiros ou de</p><p>séries temporais esperados.</p><p>Avaliação de risco: é a determinação da importância e prioridade de cada risco identi�cado. Isso</p><p>permite que as equipes de projeto tomem decisões informadas sobre quais riscos requerem</p><p>atenção imediata. Uma abordagem comum é usar uma matriz de pontuação de risco que</p><p>combina a probabilidade e o impacto de cada risco para determinar sua gravidade.</p><p>Mitigação de riscos: é a etapa de desenvolvimento de estratégias para lidar com os riscos</p><p>identi�cados. Isso inclui tomar medidas de precaução para reduzir a probabilidade de ocorrência</p><p>e desenvolver planos de emergência para minimizar o impacto.</p><p>Monitoramento contínuo: o gerenciamento de riscos é um processo contínuo em todo o seu</p><p>projeto web. É importante monitorar regularmente os riscos identi�cados, avaliar a e�cácia das</p><p>estratégias de mitigação de riscos e fazer os ajustes necessários. O monitoramento contínuo</p><p>prepara a equipe para lidar com novos riscos e mudanças nas condições existentes.</p><p>Segundo Deenis (2014), além das técnicas descritas aqui, existem várias ferramentas que podem</p><p>ajudar a gerenciar o risco do projeto da web. Os mais populares são:</p><p>Matriz de risco: a matriz de risco é uma ferramenta visual que resume a probabilidade e o</p><p>impacto dos riscos em uma grade, permitindo que você avalie rapidamente a gravidade de um</p><p>risco. Isso lhe ajuda a priorizar riscos e tomar decisões informadas.</p><p>Software de gerenciamento de riscos: existem várias soluções de software especi�camente</p><p>projetadas para gerenciamento de riscos. Essas ferramentas fornecem recursos como</p><p>identi�cação de riscos, análise, avaliação, planejamento de mitigação de riscos e monitoramento</p><p>contínuo. Elas facilitam a colaboração da equipe, fornecem relatórios detalhados e ajudam a</p><p>automatizar tarefas relacionadas ao gerenciamento de riscos.</p><p>Análise de cenários: a análise de cenários é a criação de cenários hipotéticos que representam</p><p>diferentes combinações de riscos e eventos futuros. Usando esta técnica, a equipe do projeto</p><p>pode estimar como diferentes riscos interagem e qual impacto pode ocorrer. Isso pode ajudar a</p><p>identi�car mitigações adicionais ou adaptar estratégias existentes.</p><p>Resumindo, o gerenciamento de riscos de projetos na web é fundamental para o seu sucesso on-</p><p>line. Com a ajuda de técnicas de identi�cação, análise, avaliação, mitigação e monitoramento</p><p>contínuo e das ferramentas certas, as equipes de projeto podem se preparar para os desa�os e</p><p>as incertezas do ambiente on-line, minimizar o impacto dos riscos e aumentar as chances de</p><p>sucesso do projeto (DEENIS, 2014).</p><p>Bons estudos!</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Videoaula: Riscos de projeto</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Pronto para explorar os desa�os e as soluções do mundo de implementação web? Não perca</p><p>nosso vídeo exclusivo sobre riscos de projetos web. Aprenda a identi�car e lidar com os riscos</p><p>mais comuns para garantir o sucesso de seus projetos on-line. Fique à frente da concorrência e</p><p>aprimore suas habilidades!</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Aqui estão alguns links de estudo gratuitos em português do Brasil sobre riscos de projeto web:</p><p>Artigo - Gerenciamento de Riscos em Projetos Web</p><p>Material de Estudo - Riscos em Projetos Web</p><p>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65132018000100062</p><p>https://www.infoq.com/br/articles/riscos-em-projetos-web/</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Blog - Gerenciamento de Riscos em Projetos Web</p><p>Esses recursos oferecem informações valiosas sobre os riscos especí�cos encontrados em</p><p>projetos web, bem como estratégias para identi�car, analisar e mitigar esses riscos. Aproveite</p><p>essas oportunidades de aprendizado e aprimore seus conhecimentos sobre riscos de projeto</p><p>web.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the Web: Composing, Coding, and Constructing Web Sites. London:</p><p>Taylor & Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 2</p><p>Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML)</p><p>Introdução da aula</p><p>https://www.rdstation.com/blog/gerenciamento-riscos-projetos-web/</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Interessado em aprender mais sobre Uni�ed Modeling Language (UML)? Não perca esta</p><p>oportunidade de aprender mais! UML é uma poderosa linguagem visual que ajuda a modelar e</p><p>comunicar sistemas complexos. Por isso, convidamos você a participar desta aula, que examina</p><p>os conceitos básicos de UML, seus diagramas e sua aplicação em projetos reais.</p><p>Aprenda a desenvolver a estrutura, o comportamento e as interações de forma clara e precisa.</p><p>Entenda como a UML é amplamente utilizada no desenvolvimento de software e sistemas. Não</p><p>perca a chance de melhorar suas habilidades de modelagem de sistema.</p><p>Bons estudos!</p><p>Aprendendo os conceitos sobre a UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Alves (2019), a Uni�ed Modeling Language (UML) é uma ferramenta poderosa para</p><p>modelar sistemas complexos, incluindo sistemas de software. Aprender conceitos UML ajuda</p><p>você a entender como eles se aplicam na vida real. Vejamos alguns exemplos do mundo real do</p><p>uso de UML em cenários da vida real.</p><p>Sistema de reserva de voos: imagine um sistema de reserva de voos. Usando UML para modelar</p><p>esse sistema, você pode criar um diagrama de caso de uso que identi�ca as partes envolvidas</p><p>(usuários), como passageiros ou funcionários de companhias aéreas. Em seguida, você pode</p><p>de�nir casos de uso como "fazer uma reserva", "cancelar uma reserva", "con�rmar um voo", etc.</p><p>Esse diagrama ajuda a entender os requisitos funcionais do sistema e as interações entre os</p><p>atores (ALVES, 2019).</p><p>Aplicativo de compras on-line: considere um aplicativo de compras on-line. Aqui, a UML pode ser</p><p>usada para criar diagramas de classes onde cada classe representa um elemento do sistema,</p><p>como um usuário, produto, carrinho, etc. Você pode especi�car atributos para cada classe, de�nir</p><p>nomes, preços, quantidades e relacionamentos entre eles, além da alocação entre "Usuários" e</p><p>"Carrinhos de Compras". Esse diagrama ajuda a visualizar a estrutura e os relacionamentos do</p><p>sistema (ALVES, 2019).</p><p>Sistemas bancários: os sistemas bancários também são um exemplo relevante. A UML permite</p><p>criar diagramas de sequência que descrevem as interações entre vários objetos em seu sistema.</p><p>Por exemplo, você pode modelar o processo de transferência de dinheiro entre contas. Esse</p><p>diagrama mostra a sequência de mensagens trocadas entre objetos como cliente, conta de</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>origem e conta de destino para fornecer uma compreensão clara do �uxo de operações (ALVES,</p><p>2019).</p><p>Sistema de gerenciamento de projetos: UML também pode ser usado para gerenciamento de</p><p>projetos. Você pode usar diagramas de atividades para modelar o �uxo de trabalho do seu</p><p>projeto e visualizar atividades, decisões e condições de aprovação. Esse grá�co ajuda</p><p>você a</p><p>identi�car pontos problemáticos e tomar decisões informadas durante o gerenciamento de</p><p>projetos. À medida que você aprende os conceitos da UML, pode explorar mais tipos de</p><p>diagramas, como: diagramas de componentes, diagramas de implantação e diagramas de</p><p>estado. Cada um tem sua própria aplicação e ajuda a representar diferentes aspectos do sistema</p><p>(ALVES, 2019).</p><p>Na prática, é importante mencionar que muitas ferramentas de desenvolvimento de software,</p><p>como o Visual Studio e o Eclipse, possuem suporte integrado para criar e visualizar diagramas</p><p>UML. Isso facilita a aplicação do conceito e a colaboração dentro da equipe de desenvolvimento.</p><p>Resumindo, aprender conceitos UML é essencial para modelar sistemas complexos. Exemplos</p><p>do mundo real mostram como a UML pode ser aplicada em muitas áreas diferentes, desde</p><p>sistemas de reservas de voos até aplicativos de compras on-line e sistemas bancários. Com os</p><p>diagramas certos, você pode visualizar, comunicar e analisar com e�ciência os requisitos e as</p><p>interações do sistema, contribuindo assim para o desenvolvimento de software e�ciente e de alta</p><p>qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Elementos que compõem a UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Applen (2013), a Uni�ed Modeling Language (UML) é uma linguagem visual para</p><p>modelagem de software e outros sistemas complexos. A UML possui vários elementos que</p><p>permitem expressar diferentes aspectos e propriedades do seu sistema. Vamos examinar alguns</p><p>dos elementos mais comuns que compõem a UML.</p><p>Classes: as classes são os blocos básicos de construção da UML. Eles representam entidades</p><p>ou conceitos do sistema que está sendo modelado e estão ligados a atributos (características) e</p><p>operações (ações). Uma classe é representada gra�camente por um retângulo dividido em três</p><p>seções: nome da classe, atributos e operações (APPLEN, 2013).</p><p>Objeto: um objeto é uma instância de uma classe particular. Ele representa unidades concretas</p><p>do sistema em um determinado ponto no tempo. Os objetos são representados gra�camente</p><p>como retângulos com o nome do objeto (APPLEN, 2013).</p><p>Relacionamentos: relacionamentos são conexões entre classes ou objetos em UML. Eles</p><p>descrevem como as entidades se conectam e interagem. Os relacionamentos mais comuns em</p><p>UML incluem associação, generalização, composição, agregação e dependência (APPLEN, 2013).</p><p>Diagramas: diagramas são representações grá�cas de vários aspectos de um sistema modelado.</p><p>A UML oferece uma variedade de diagramas, cada um com uma �nalidade especí�ca. Alguns dos</p><p>diagramas mais comumente usados são diagramas de casos de uso, diagramas de classes,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>diagramas de sequência, diagramas de atividades, diagramas de componentes, etc. (APPLEN,</p><p>2013).</p><p>Atributos: os atributos são características ou propriedades de uma classe que descrevem o</p><p>estado da classe. Eles representam as informações contidas na classe. Os atributos podem ser</p><p>do tipo de dados como texto, número, data, etc. e podem ter uma multiplicidade que indica a</p><p>quantidade de valores atribuídos ao atributo (APPLEN, 2013).</p><p>Operações: operações são ações que podem ser executadas por uma classe. Eles representam o</p><p>comportamento ou os serviços fornecidos pela classe. As operações podem ter parâmetros de</p><p>entrada e valores de retorno (APPLEN, 2013).</p><p>Pacotes: os pacotes são usados para organizar e agrupar itens relacionados em uma estrutura</p><p>hierárquica. Eles ajudam a organizar e modularizar o sistema modelado, facilitando sua</p><p>compreensão e manutenção.</p><p>Esses são apenas alguns dos elementos básicos que compõem a UML. A linguagem também</p><p>possui elementos mais avançados como interfaces, componentes, atividades e estados, que</p><p>permitem uma modelagem mais detalhada e precisa de sistemas complexos (APPLEN, 2013).</p><p>É importante enfatizar que a UML é uma linguagem �exível e extensível. Isso signi�ca que novos</p><p>elementos podem ser de�nidos para atender às necessidades especí�cas de um determinado</p><p>domínio ou projeto. Compreendendo os elementos da UML, você pode criar modelos claros e</p><p>precisos que facilitam a comunicação e a colaboração entre os membros da equipe de</p><p>desenvolvimento (APPLEN, 2013).</p><p>A UML é amplamente utilizada na indústria de software e é uma habilidade essencial para</p><p>analistas, arquitetos e desenvolvedores. Portanto, se você tem interesse em modelagem de</p><p>sistemas ou deseja aprofundar seus conhecimentos em engenharia de software, aprender os</p><p>elementos da UML pode ajudá-lo a se tornar um especialista quali�cado e e�ciente na criação e</p><p>análise de sistemas complexos, é um passo importante.</p><p>Bons estudos!</p><p>Tipos de diagramas da UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Deenis (2014), a Uni�ed Modeling Language (UML) fornece uma variedade de</p><p>diagramas que podem ser usados para representar diferentes aspectos e perspectivas de um</p><p>sistema. Cada tipo de diagrama UML atende a um propósito especí�co e fornece informações</p><p>valiosas durante o processo de desenvolvimento de software.</p><p>Vamos descrever alguns dos principais tipos de diagramas UML e as técnicas e ferramentas</p><p>associadas a cada um.</p><p>Diagrama de caso de : este diagrama é utilizado para identi�car os requisitos funcionais do</p><p>sistema e mostrar as interações entre os atores (usuários) e os casos de uso (funcionalidade) do</p><p>sistema. Isso o ajudará a entender os objetivos do sistema e a de�nir os requisitos. Técnicas</p><p>como identi�car os atores envolvidos, criar narrativas de casos de uso e analisar �uxos</p><p>alternativos podem ser aplicadas à sua criação. Ferramentas comuns para criar diagramas de</p><p>caso de uso incluem Enterprise Architect, Lucidchart e Visual Paradigm (DEENIS, 2014).</p><p>Diagrama de classes: este diagrama é usado para modelar a estrutura estática do sistema e</p><p>representar as classes, seus atributos, métodos e os relacionamentos entre eles. Isso ajuda a</p><p>visualizar as entidades do sistema e os relacionamentos entre elas. Técnicas como identi�cação</p><p>de classes, de�nição de atributos e métodos e aplicação de relacionamentos como associações,</p><p>agregações e generalizações são comumente usadas (DEENIS, 2014).</p><p>Diagrama de sequência: este diagrama representa as interações entre os objetos ao longo do</p><p>tempo e mostra a sequência de mensagens trocadas entre os objetos. É útil entender o �uxo de</p><p>operações em um cenário especí�co. Técnicas como identi�cação dos objetos envolvidos,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>de�nição das mensagens trocadas e ordenação cronológica dessas mensagens podem ser</p><p>aplicadas (DEENIS, 2014).</p><p>Diagrama de atividades: este diagrama é usado para modelar o �uxo de atividades em um</p><p>processo ou procedimento. Isso ajuda você a entender o comportamento dinâmico do seu</p><p>sistema. Técnicas como identi�cação de atividades, de�nição de �uxos de trabalho e</p><p>especi�cação de critérios de decisão podem ser aplicadas (DEENIS, 2014).</p><p>Diagrama de componentes: este diagrama representa a estrutura dos componentes físicos do</p><p>sistema, bibliotecas, módulos e pacotes. Isso ajuda a entender as dependências entre os</p><p>componentes e sua con�guração física. Técnicas como identi�cação de componentes,</p><p>especi�cação de suas interfaces e de�nição de dependências entre componentes podem ser</p><p>aplicadas (DEENIS, 2014).</p><p>Diagrama de implantação: este diagrama mostra a distribuição física dos componentes do</p><p>sistema em vários nós de hardware, como servidores e dispositivos. Isso ajudará você a entender</p><p>a infraestrutura necessária para executar seu sistema. Técnicas como identi�cação de nós de</p><p>implantação, especi�cação de componentes e de�nição de conexões entre componentes podem</p><p>ser aplicadas (DEENIS, 2014).</p><p>Além desses diagramas, a UML fornece outros tipos, como diagramas de estado, diagramas de</p><p>objetos e diagramas de interação. Cada um tem seu próprio propósito e pode ser aplicado em</p><p>diferentes estágios do processo de desenvolvimento de software. É importante observar que as</p><p>ferramentas listadas aqui são apenas exemplos e existem muitas outras ferramentas disponíveis</p><p>no mercado. Sua escolha de ferramenta dependerá</p><p>possíveis) e gestão de projeto ágil (oferecer mais liberdade para os pro�ssionais</p><p>dentro de um �uxo de trabalho otimizado e prático), nesta aula o foco será no método</p><p>tradicional.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Os indicadores de desempenho podem auxiliar no gerenciamento de um projeto medindo a</p><p>qualidade do processo utilizado para alcançar os resultados �nais de um projeto. Durante a</p><p>execução de um projeto, ao ser observada uma falha não prevista anteriormente, poderá ser</p><p>revisada antes de prosseguir. Fazem parte dos indicadores de desempenho a utilização da</p><p>metodologia de gestão de projetos, processos de controle, uso de recursos aplicados em busca</p><p>da qualidade do projeto e também o envolvimento do cliente no projeto.</p><p>Para atender as exigências dos clientes, será necessário observar e cumprir os prazos</p><p>determinados, sempre lembrando de deixar uma margem para testes e correção de erros. O</p><p>levantamento de custos do projeto é um item importante, pois mesmo realizando uma estimativa</p><p>de valor a ser dispensado no projeto, poderá obter um orçamento estourado e para isso serão</p><p>necessárias providências para sanar essa di�culdade.</p><p>Todo o projeto poderá e deverá ser feito com qualidade, pois o cliente busca a qualidade. Após a</p><p>análise e a concordância sobre os itens discutidos no projeto, poderão ser feitos a assinatura e o</p><p>registro do contrato de prestação de trabalho. Dessa forma, o tempo, o custo e a qualidade são</p><p>itens essenciais no ciclo de vida de um projeto.</p><p>Para a execução de um projeto será necessário o pro�ssional que atue como um gerente de</p><p>projeto. Para isso será necessário ter habilidades gerenciais para liderar, decidir, comunicar-se,</p><p>in�uenciar pessoas, negociar e resolver con�itos e problemas. Também deve ter conhecimento</p><p>gerencial com técnicas e liderança de pessoas e conhecimento técnico dos produtos que serão</p><p>produzidos.</p><p>Gerência de projeto: escopo</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Quando é de�nido o escopo de um projeto, quer dizer que uma descrição bem detalhada foi</p><p>inserida para que o projeto ou produto seja executado de maneira satisfatória. As premissas,</p><p>entregas de etapas e restrições são detalhadas no escopo no início do projeto. O escopo precisa</p><p>ser detalhado para que tudo o que foi idealizado e descrito seja contemplado, para que nada seja</p><p>esquecido. Existe uma preocupação relacionada a riscos adicionais, integridade de um projeto.</p><p>Se cada processo for realizado em fases, em etapas �cará mais fácil de trabalhar e gerenciar de</p><p>forma satisfatória.</p><p>De acordo com Lage e Martins (2014), pode-se utilizar uma estrutura analítica do projeto (EAP),</p><p>que é uma decomposição hierárquica orientada às entregas do trabalho que deverão ser</p><p>executadas pela equipe para atender os objetivos do projeto a ser desenvolvido. Quando o</p><p>processo de formalização da aceitação das entregas concluídas de um projeto está ocorrendo, a</p><p>validação de um escopo aumenta a chance de o projeto ser aceito no �nal. Dessa forma, a</p><p>validação por etapa a cada entrega da parte produzida é validada e aceita. Controlar a qualidade</p><p>é um item importante, com precisão das entregas e cumprimento dos requisitos de qualidade</p><p>especí�cos.</p><p>Esse controle de qualidade pode ser entregue antes ou junto com o escopo. O processo de</p><p>monitoramento do escopo, de como está indo, se houve modi�cação, é realizado no controle do</p><p>escopo. O planejamento do escopo é primordial, pois todo o detalhamento é realizado e tudo o</p><p>que se espera de um projeto já é contemplado. Todas as mudanças e alterações serão</p><p>contempladas nesse momento (CAMARGO, 2021).</p><p>Normalmente, para um projeto bem executado são realizados alguns procedimentos iniciais, tais</p><p>como: um questionário para saber mais sobre o projeto, preenchimento de planilhas com itens e</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>funções solicitadas pelo cliente, requisitos funcionais e não funcionais, restrições declaradas no</p><p>início do projeto, estudo de viabilidade, levantamento de materiais necessários, recursos, mão de</p><p>obra e cronograma. Todas as providências devem ser pensadas e executadas antes ou no</p><p>decorrer do projeto para que não ocorra atraso e margem �nanceira extrapolada.</p><p>Dessa forma, a declaração do escopo deve contemplar todos os itens que serão desenvolvidos</p><p>em um projeto, atendendo os objetivos propostos. Se todos os pontos que foram levantados</p><p>estiverem ordenados e de acordo com a solicitação do cliente, �cará mais claro para que o</p><p>gerente de projeto possa entender quais foram as solicitações do projeto.</p><p>A declaração de escopo pode garantir que todos os envolvidos do projeto possam estar</p><p>alinhados quanto ao objetivo, levantamento, solicitação para serem pensadas e desenvolvidas no</p><p>projeto. Sendo assim, �cará mais fácil a organização e o planejamento do projeto (CAMARGO,</p><p>2021). O planejamento de estratégias e a de�nição de pacotes de trabalho são itens que estão</p><p>inseridos na declaração do escopo.</p><p>Gerência de projeto: aplicação</p><p>Para que um projeto seja bem-sucedido, é de suma importância que sua execução seja realizada</p><p>por um pro�ssional capacitado. O gerente de projetos deve ser habilitado, preparado para atuar</p><p>no levantamento de uma ideia inicial, no levantamento de requisitos funcionais e não funcionais,</p><p>ele deve estudar a viabilidade do projeto, prever um orçamento real, desenvolver um cronograma</p><p>compatível com a realidade da empresa e do cliente. Além disso, deve veri�car se terá</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>pro�ssionais preparados para ajudar a desenvolver cada etapa estipulada, contratar pro�ssionais</p><p>para o desenvolvimento do projeto, a compra de materiais e os serviços necessários para que</p><p>tudo corra dentro do prazo e orçamento esperados.</p><p>O sucesso do projeto deve-se a todos os itens estabelecidos previamente, a �m de atingir todos</p><p>os objetivos do projeto e consequentemente o sucesso dele. Algumas tratativas do gerente de</p><p>projeto serão necessárias em todo o decorrer do projeto, tais como: desenvolver um plano para</p><p>gerenciamento e planos correlacionados, manter o cronograma e o orçamento pré-estabelecido,</p><p>identi�car os riscos e monitorar e fornecer relatórios precisos sobre o projeto. A função do</p><p>gerente de projeto também está no campo da comunicação, pois terá que se comunicar com</p><p>todas as partes envolvidas desse projeto. Se o projeto possui um patrocinador, deverá ser inclusa</p><p>na comunicação toda a equipe do projeto e outros envolvidos na preparação, execução e entrega</p><p>do projeto.</p><p>Dessa forma, vemos que o gerente de projeto possui muitas responsabilidades que exigem</p><p>cuidado, dedicação e empenho: planejar, liderar, organizar e controlar. O gerente de projeto</p><p>precisa ser preparado e possuir habilidades para liderar e empreender um projeto. De acordo com</p><p>Kerzner (2003), a habilidade do gerente de projeto é importante para o sucesso �nal. As</p><p>habilidades podem ser:</p><p>Administração (desenvolver técnicas de controle, tempo e orçamento).</p><p>Alocação de recursos (determinar os recursos necessários para a execução do projeto).</p><p>Competência técnica (coordenar as ações técnicas do projeto que está sendo</p><p>desenvolvido).</p><p>Construção de equipes (formar e gerenciar equipes de trabalho).</p><p>Empreendedor (gerar e gerenciar negócios do projeto).</p><p>Liderança (in�uenciar e liderar toda a equipe).</p><p>Organização (estabelecer os critérios de trabalho no projeto).</p><p>Planejamento (elaborar planos e executá-los).</p><p>Resolução de con�itos (identi�car e resolver con�itos).</p><p>Suporte gerencial (gerenciar interfaces com todos os envolvidos no projeto).</p><p>Um projeto concluído trará satisfação para a empresa e para o cliente, bem como para os</p><p>pro�ssionais envolvidos. Com o orçamento e prazo dentro do esperado, pode-se considerar um</p><p>projeto que obteve sucesso e foi realizado com qualidade. Dessa forma, vale a pena pensar,</p><p>analisar, estudar opções de compra, prazos e estabelecer objetivos coerentes com o projeto</p><p>desejado.</p><p>Videoaula: Gerenciamento de projetos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo</p><p>de suas necessidades e preferências</p><p>pessoais, bem como de seu orçamento disponível (DEENIS, 2014).</p><p>Em suma, os diagramas UML são ferramentas valiosas para representar e comunicar aspectos</p><p>importantes de sistemas de software. Dominar a criação e interpretação desses diagramas e</p><p>usar técnicas adequadas é essencial para um bom entendimento e colaboração entre os</p><p>membros da equipe de desenvolvimento. Portanto, estudar e praticar a criação desses</p><p>diagramas usando técnicas apropriadas é um passo importante para se tornar um pro�ssional</p><p>competente usando UML.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML)</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Linguagem de Modelagem Uni�cada - você já ouviu falar em UML? É uma ferramenta poderosa</p><p>para modelar sistemas de software complexos. Se você estiver interessado em aprender mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>sobre UML e como ela pode ajudá-lo a criar software de qualidade, assista ao vídeo. Nele,</p><p>exploramos importantes conceitos de UML, tipos de diagramas e sua aplicação em cenários do</p><p>mundo real. Não perca esta oportunidade de ampliar seus conhecimentos em engenharia de</p><p>software.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Aqui estão alguns links de estudo gratuitos em português que podem ajudar você a aprender</p><p>mais sobre a Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML):</p><p>Apostila de UML: A Universidade Federal de Santa Catarina disponibiliza uma apostila completa</p><p>sobre UML, abordando os principais conceitos e diagramas.</p><p>Blog da Tegra: O blog da Tegra é uma fonte de artigos e tutoriais sobre diversos temas de</p><p>tecnologia, incluindo UML. Eles têm uma seção especí�ca sobre UML, com diversos artigos que</p><p>podem ajudar na compreensão da linguagem.</p><p>Tutorialspoint: O site Tutorialspoint oferece uma seção completa dedicada à UML, com</p><p>explicações detalhadas sobre os conceitos e exemplos de diagramas.</p><p>Esses recursos são ótimas opções para estudar UML de forma gratuita e em português. Eles</p><p>fornecem uma base sólida para compreender os conceitos e aplicar a UML em seus projetos de</p><p>software. Aproveite esses materiais e bons estudos!</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>https://moodle.ufsc.br/pluginfile.php/434191/mod_resource/content/0/uml.pdf</p><p>https://www.tegra.com.br/blog/tag/uml/</p><p>https://www.tutorialspoint.com/uml/uml_overview_portuguese.htm</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 3</p><p>Ferramentas de Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML)</p><p>Introdução da aula</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Saudações, estudante!</p><p>A UML é uma poderosa ferramenta de representação visual amplamente utilizada no</p><p>desenvolvimento de software. A UML fornece um conjunto de diagramas que permitem aos</p><p>desenvolvedores descrever, documentar e comunicar com e�cácia os vários estágios do</p><p>processo de desenvolvimento de software. Ela permite modelar e visualizar muitos aspectos de</p><p>seu sistema, desde a estrutura estática até o comportamento dinâmico.</p><p>A linguagem fornece uma maneira padronizada de expressar componentes de software, suas</p><p>interações e relacionamentos, permitindo uma compreensão clara e concisa dos requisitos,</p><p>arquitetura e design do sistema.</p><p>Nesta aula, abordaremos as ferramentas UML que fornecem uma interface intuitiva para criar,</p><p>editar e analisar esses diagramas, facilitando a colaboração e o desenvolvimento de software de</p><p>alta qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Apresentar ferramentas para modelagem UML (ASTAH e outros)</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Alves (2019), a modelagem UML (Uni�ed Modeling Language) é uma técnica</p><p>amplamente utilizada no desenvolvimento de software para representar visualmente o design e a</p><p>estrutura de sistemas de software. Várias ferramentas estão disponíveis no mercado para ajudar</p><p>os desenvolvedores a criar e analisar modelos UML. Vamos apresentar algumas das ferramentas</p><p>como o Astah.</p><p>Astah é uma ferramenta de modelagem UML popular, amplamente conhecida por sua interface</p><p>intuitiva e rico conjunto de recursos. O Astah facilita a criação de diagramas de casos de uso,</p><p>diagramas de classes, diagramas de sequência, diagramas de atividades e muito mais. Além</p><p>disso, oferece suporte à geração automática de código a partir de modelos UML, facilitando a</p><p>transição do design para a implementação (ALVES, 2019).</p><p>Outra ferramenta amplamente utilizada é o Enterprise Architect. Ele oferece recursos avançados</p><p>para modelagem UML e é conhecido por sua ampla gama de recursos. O Enterprise Architect</p><p>permite que os desenvolvedores criem e gerenciem modelos UML complexos e os integrem a</p><p>outras fases do ciclo de vida de desenvolvimento de software, como requisitos, testes e</p><p>documentação. Ele também suporta várias notações UML e colaboração em equipe (ALVES,</p><p>2019).</p><p>O Visual Paradigm também é uma escolha popular para modelagem UML. Com essa ferramenta,</p><p>você pode criar vários diagramas UML, diagramas de classe, diagramas de sequência, diagramas</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>de estado, etc. Assim, o Visual Paradigm possui recursos avançados de colaboração em equipe</p><p>que permitem que vários membros do projeto trabalhem em modelos UML simultaneamente e</p><p>compartilhem atualizações em tempo real (ALVES, 2019).</p><p>O MagicDraw é outra poderosa ferramenta de modelagem UML amplamente utilizada em</p><p>indústrias como aeroespacial, defesa e automotiva. Ele fornece recursos avançados para criar</p><p>modelos UML precisos e detalhados e suporta análise, simulação e validação de modelos. O</p><p>MagicDraw também permite a integração com outras ferramentas de engenharia de software</p><p>para fácil colaboração e compartilhamento de dados.</p><p>Além dessas ferramentas, outras opções como ArgoUML, StarUML e Rational Rose também</p><p>estão disponíveis no mercado. Cada uma delas possui características e capacidades próprias,</p><p>permitindo aos desenvolvedores escolher aquela que melhor se adapta às suas necessidades e</p><p>preferências (ALVES, 2019).</p><p>Em suma, as ferramentas de modelagem UML desempenham um papel importante no processo</p><p>de desenvolvimento de software, ajudando os desenvolvedores a criar modelos visuais claros e</p><p>precisos. As ferramentas mencionadas, como Astah, Enterprise Architect, Visual Paradigm e</p><p>MagicDraw, fornecem recursos abrangentes e diversas opções para modelagem UML. A escolha</p><p>da ferramenta adequada dependerá das necessidades do projeto, da complexidade do sistema e</p><p>da colaboração em equipe. Em última análise, as ferramentas de modelagem UML são aliadas</p><p>poderosas para garantir um desenvolvimento de software e�ciente, de alta qualidade e alinhado</p><p>com os requisitos do projeto.</p><p>Bons estudos!</p><p>Tipos de ferramentas de modelagem UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Applen (2013), é importante interpretar os diferentes tipos de ferramentas de</p><p>modelagem UML para escolher a melhor para o seu projeto de desenvolvimento de software.</p><p>Existem três categorias principais de ferramentas de modelagem UML: ferramentas CASE</p><p>(engenharia de software auxiliada por computador), ferramentas de design e prototipagem e</p><p>ferramentas de engenharia reversa.</p><p>A ferramenta CASE é uma ferramenta abrangente que fornece recursos completos de</p><p>modelagem UML. Eles cobrem todo o ciclo de vida do desenvolvimento de software, desde a</p><p>análise e o design até a implementação e o teste. Essas ferramentas fornecem a capacidade de</p><p>criar e gerenciar modelos UML complexos, bem como colaboração em equipe e geração</p><p>automática de código. Exemplos de ferramentas CASE incluem Enterprise Architect, MagicDraw e</p><p>Rational Rose. Essas ferramentas são ideais para grandes</p><p>projetos e equipes de</p><p>desenvolvimento que requerem recursos avançados e suporte abrangente para o processo de</p><p>desenvolvimento de software (APPLEN, 2013).</p><p>As ferramentas de desenho e prototipagem são simples em comparação com as ferramentas</p><p>CASE. Elas visam principalmente a criação rápida de diagramas UML para comunicação e</p><p>brainstorming. Essas ferramentas são ótimas para esboçar ideias, capturar requisitos iniciais e</p><p>criar protótipos de baixa �delidade. Exemplos de ferramentas de design e prototipagem incluem</p><p>Astah, Visual Paradigm e Lucidchart.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Essas ferramentas não fornecem recursos avançados de geração de código ou análise de</p><p>modelo, mas são e�cazes na criação rápida de representações visuais para discussão e</p><p>compartilhamento de ideias (APPLEN, 2013).</p><p>As ferramentas de engenharia reversa, por outro lado, são usadas para analisar e entender os</p><p>sistemas de software existentes. Essas ferramentas permitem importar código-fonte ou arquivos</p><p>executáveis e gerar modelos UML a partir desse código. Isso é útil para entender a estrutura e o</p><p>comportamento de sistemas legados e para sistemas complexos de engenharia reversa.</p><p>Exemplos de ferramentas de engenharia reversa incluem Enterprise Architect, Visual Paradigm e</p><p>ArgoUML. Elas ajudam os desenvolvedores a documentar e analisar os sistemas existentes,</p><p>tornando-os mais fáceis de manter, refatorar e atualizar.</p><p>É importante observar que essas categorias de ferramentas não são mutuamente exclusivas e</p><p>muitas delas podem incluir funcionalidades de mais de uma categoria. Ao escolher uma</p><p>ferramenta de modelagem UML, é importante considerar as necessidades especí�cas de seu</p><p>projeto, a complexidade do sistema, o tamanho da equipe e o orçamento disponível. Além disso,</p><p>é preciso avaliar a facilidade de uso da ferramenta, o suporte fornecido, a integração com outras</p><p>ferramentas e os processos de desenvolvimento (APPLEN, 2013).</p><p>Em suma, entender os tipos de ferramentas de modelagem UML é fundamental para escolher a</p><p>melhor ferramenta para seu projeto de desenvolvimento de software. CASE, design e</p><p>prototipagem e ferramentas de engenharia reversa oferecem diferentes conjuntos de recursos e</p><p>atendem a diferentes necessidades. Ao considerar essas categorias e avaliar as opções</p><p>disponíveis no mercado, os desenvolvedores podem escolher ferramentas que fornecem a</p><p>funcionalidade de que precisam para criar, analisar e comunicar modelos UML de forma e�caz e</p><p>e�ciente.</p><p>Bons estudos!</p><p>Conceito de orientação objeto utilizando UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>A aplicação de conceitos orientados a objetos usando UML é difundida na indústria de</p><p>desenvolvimento de software. Vejamos alguns exemplos do mundo real de como usar UML para</p><p>modelar sistemas orientados a objetos. Um exemplo comum é o desenvolvimento de sistemas</p><p>de gestão de bibliotecas (DEENIS, 2014).</p><p>Segundo Deenis (2014), nesse caso, a UML pode ser usada para modelar classes relacionadas,</p><p>seus atributos, métodos e relacionamentos. Os diagramas de classe UML são usados para</p><p>representar entidades do sistema, como livros, usuários e bibliotecas. Cada classe vem com</p><p>seus atributos (título, autor, ISBN, etc. para a classe “Livro”) e métodos (emprestar(), devolver(),</p><p>cadastrar(), etc. para a classe "Usuário"). Associações, herança e agregação também podem ser</p><p>modeladas em UML.</p><p>Outro exemplo é o desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de pedidos em e-</p><p>commerce. Você pode usar UML para modelar classes relacionadas, como “cliente”, “produto”,</p><p>“pedido”, etc. Um diagrama de classe UML pode mostrar os atributos e métodos de cada classe e</p><p>os relacionamentos entre eles. Um mapeamento entre "cliente" e "pedido" indicando que um</p><p>cliente pode fazer vários pedidos. Além disso, diagramas de sequência UML podem ser usados</p><p>para modelar o �uxo de interação entre objetos durante o processo de criação e edição de um</p><p>pedido (DEENIS, 2014).</p><p>A UML também é comumente usada para modelar sistemas de software em áreas como</p><p>aeroespacial e automotiva. Por exemplo, a indústria automotiva pode usar UML para modelar</p><p>sistemas de controle de veículos. Componentes do sistema como sensores, atuadores e</p><p>controladores e suas interações e �uxos de informações podem ser representados em</p><p>diagramas de classes e diagramas de sequência UML. Isso facilita o projeto e a manutenção de</p><p>sistemas automotivos complexos, visualizando e comunicando o projeto e a operação do</p><p>sistema de controle (DEENIS, 2014).</p><p>A UML também é usada para modelar sistemas de software em áreas como telecomunicações,</p><p>�nanças e saúde. Por exemplo, em telecomunicações, a UML pode ser usada para modelar</p><p>redes, protocolos e serviços de comunicação. Os diagramas UML de sequência, estado e</p><p>atividade podem ser usados para ilustrar o comportamento dinâmico desses sistemas e auxiliar</p><p>no desenvolvimento e no teste. O desenvolvimento de jogos também pode usar UML para</p><p>modelar a estrutura de um jogo, seus personagens, cenários e interações (DEENIS, 2014).</p><p>Diagramas de classe UML, diagramas de sequência e diagramas de estado podem ser usados</p><p>para representar os elementos do jogo e como eles interagem entre si e com o jogador. Esses</p><p>são apenas alguns exemplos de como a UML pode ser usada na prática para modelar sistemas</p><p>orientados a objetos.</p><p>A UML fornece uma linguagem visual comum que permite aos desenvolvedores comunicar e</p><p>expressar com clareza e precisão o design e o comportamento de sistemas complexos. A UML</p><p>torna mais fácil entender, colaborar e implementar sistemas orientados a objetos em uma ampla</p><p>variedade de setores e áreas de aplicação.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Ferramentas de Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML)</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Convido você a assistir a um vídeo sobre Ferramentas de Linguagem de Modelagem Uni�cada</p><p>(UML). Neste vídeo, você poderá explorar as diversas opções de ferramentas disponíveis no</p><p>mercado, como o Astah, Enterprise Architect, Visual Paradigm e MagicDraw. Descubra como</p><p>essas ferramentas podem auxiliar no desenvolvimento de software, desde a criação de</p><p>diagramas até a geração automática de código. Não perca a oportunidade de conhecer as</p><p>melhores ferramentas para a modelagem UML e aprimorar suas habilidades de desenvolvimento.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Aqui estão alguns links gratuitos e em português que você pode acessar para obter mais</p><p>informações sobre ferramentas de Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML):</p><p>Astah Community Edition: uma versão gratuita do Astah, uma das ferramentas de modelagem</p><p>UML mais populares.</p><p>Modelio Community Edition: uma ferramenta de modelagem UML gratuita e de código aberto que</p><p>oferece recursos avançados para modelagem e engenharia de software.</p><p>https://astah.net/download/</p><p>https://www.modelio.org/downloads/download-modelio.html</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>ArgoUML: uma ferramenta de modelagem UML de código aberto, com recursos para criação de</p><p>diagramas de classes, sequência, atividades e muito mais.</p><p>StarUML: uma ferramenta de modelagem UML gratuita e de código aberto, com suporte para os</p><p>principais diagramas UML e recursos avançados de modelagem.</p><p>UMLet: uma ferramenta de modelagem UML gratuita e simples de usar, com uma interface</p><p>intuitiva que permite criar facilmente diagramas UML.</p><p>Esses links fornecem acesso a ferramentas de modelagem UML gratuitas em português,</p><p>permitindo que você explore e experimente diferentes opções de acordo com suas necessidades</p><p>e preferências. Aproveite essas ferramentas para aprimorar suas habilidades em modelagem</p><p>UML e desenvolvimento de software.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing,</p><p>coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 4</p><p>O uso da UML na modelagem de sistema</p><p>http://argouml.tigris.org/</p><p>https://staruml.io/</p><p>https://www.umlet.com/</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Introdução da aula</p><p>Saudações, estudante!</p><p>A UML é uma linguagem visual comumente usada em sistemas de software de modelagem. Ele</p><p>fornece uma abordagem padronizada e e�caz para representar visualmente o design e a</p><p>estrutura do sistema. Ela permite que desenvolvedores e analistas de sistema criem diagramas</p><p>que capturam os principais aspectos de um sistema, como: classes, objetos, relacionamentos,</p><p>comportamentos e �uxos de dados.</p><p>Essa linguagem poderosa facilita a comunicação entre as equipes de desenvolvimento, ajuda a</p><p>identi�car os principais requisitos e recursos e fornece uma visão clara e compreensível de todo</p><p>o sistema. Nesta aula analisaremos como o uso da UML na modelagem de sistemas pode</p><p>contribuir para o desenvolvimento de software e�ciente e de alta qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>A UML na modelagem de sistemas</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Alves (2019), a UML é uma linguagem visual comumente usada em sistemas de</p><p>software de modelagem. Ele oferece uma variedade de conceitos e técnicas para auxiliar na</p><p>compreensão dos processos e sistemas de modelagem. Abordaremos alguns desses conceitos</p><p>e técnicas comumente usadas na modelagem de sistemas usando UML.</p><p>Um dos conceitos centrais da UML é o diagrama de classes. Você pode usar esse diagrama para</p><p>representar a estrutura estática de seu sistema mostrando classes, seus atributos, métodos e</p><p>relacionamentos. Essa é uma técnica básica para identi�car as principais unidades do sistema e</p><p>suas inter-relações. Os diagramas de classes também podem ser usados para modelar herança,</p><p>agregação e relacionamentos entre classes (ALVES, 2019).</p><p>Outra técnica importante são os diagramas de sequência. Esse grá�co é utilizado para mostrar</p><p>as interações entre os objetos ao longo do tempo, mostrando a ordem das mensagens trocadas</p><p>entre os objetos. Ele ajuda você a modelar o comportamento dinâmico do seu sistema e</p><p>entender como os objetos funcionam juntos para executar uma função especí�ca.</p><p>Além disso, a UML inclui diagramas de caso de uso que descrevem a funcionalidade do sistema</p><p>da perspectiva do usuário. O diagrama identi�ca atores ou entidades externas que interagem</p><p>com o sistema e casos de uso que representam as ações e funcionalidades fornecidas pelo</p><p>sistema. Essa metodologia ajuda a identi�car os requisitos e de�nir os recursos críticos do</p><p>sistema.</p><p>Os diagramas de atividades são outra técnica UML importante. Eles permitem que você modele o</p><p>�uxo de atividades e processos em seu sistema, mostrando as etapas, decisões e ações</p><p>envolvidas em um determinado processo. Adequado para representar �uxos de trabalho,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>algoritmos e processos de negócios. Dessas técnicas, a UML também inclui diagramas de</p><p>estado que descrevem os vários estados de um objeto e as transições entre eles. Isso é útil para</p><p>modelar o comportamento de elementos que mudam de estado ao longo do tempo. A aplicação</p><p>dessas técnicas de modelagem usando UML pode ser feita facilmente por uma variedade de</p><p>ferramentas disponíveis comercialmente (ALVES, 2019).</p><p>Por exemplo, Astah é uma ferramenta popular que suporta a criação de diferentes tipos de</p><p>diagramas UML, como diagramas de classes, diagramas de sequência, diagramas de atividades,</p><p>etc. Ele oferece recursos avançados, como geração de código a partir de modelos UML e</p><p>colaboração em equipe. Outra ferramenta amplamente utilizada é o Enterprise Architect. Ele</p><p>fornece amplo suporte para UML e permite a integração com outras fases do ciclo de vida do</p><p>desenvolvimento de software, como requisitos, testes e documentação.</p><p>O Visual Paradigm também é uma escolha popular, oferecendo modelagem UML avançada e</p><p>recursos de colaboração em equipe. Isso permite que vários membros da equipe trabalhem em</p><p>modelos UML simultaneamente e compartilhem atualizações em tempo real (ALVES, 2019).</p><p>Essas técnicas e ferramentas UML na modelagem de sistemas ajudam os desenvolvedores a</p><p>visualizar, comunicar e entender a estrutura e o comportamento dos sistemas de software.</p><p>Aplicando as técnicas certas e usando as ferramentas certas, os pro�ssionais podem criar</p><p>modelos UML de alta qualidade, simpli�car o processo de desenvolvimento e garantir a</p><p>implantação de sistemas robustos e funcionais.</p><p>Bons estudos!</p><p>Aprender recursos de modelagem conceitual da UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Segundo Deenis (2014), a UML fornece recursos poderosos de modelagem conceitual para</p><p>representar a estrutura e o comportamento de sistemas de software. Dois desses recursos</p><p>principais são a agregação e a composição, que de�nem os relacionamentos entre as classes e a</p><p>herança, que permite a criação de hierarquias de classes.</p><p>Nesta aula examinaremos a interpretação dessas funções e como aplicá-las adequadamente à</p><p>modelagem UML conceitual. Agregação e composição são tipos de relacionamentos entre</p><p>classes que descrevem como as classes se relacionam entre si. A agregação expressa a relação</p><p>das partes de um todo em que uma classe é composta por outras classes, mas essas partes</p><p>podem existir independentemente umas das outras.</p><p>Esse relacionamento é representado visualmente por um losango vazio no diagrama de classe</p><p>UML. Por exemplo, em um sistema de vendas, a classe “Pedido” tem uma agregação com a</p><p>classe “ItemPedido” para indicar que um pedido consiste em vários itens de pedido, mas os itens</p><p>de pedido podem existir independentemente (DEENIS, 2014).</p><p>A composição, por outro lado, é uma relação todo-parte mais forte, na qual as partes existem</p><p>apenas como parte do todo e não podem existir sozinhas. Esse relacionamento é representado</p><p>por um losango preto no diagrama de classe UML. Por exemplo, em um sistema de veículo, uma</p><p>classe “Carro” pode ser organizada com uma classe “Motor”. Isso mostra que um carro consiste</p><p>em um motor, e o motor não pode existir sem fazer parte do carro (ALVES, 2019).</p><p>A herança é um mecanismo fundamental na UML que permite que uma classe herde</p><p>funcionalidades de outra classe, estabelecendo a relação entre especialização e generalização.</p><p>Na UML, a herança é representada por uma linha sólida com uma seta apontando para a classe</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>base. Por exemplo, em um sistema de funcionário, uma classe de gerente pode herdar de uma</p><p>classe de funcionário, herdar todos os atributos e métodos da classe base e adicionar novos</p><p>atributos e métodos especí�cos para gerentes. A interpretação correta desses recursos é</p><p>essencial para a modelagem correta dos conceitos do sistema (DEENIS, 2014).</p><p>A agregação e a composição devem ser utilizadas de acordo com a natureza da relação entre as</p><p>classes, distinguindo entre os casos em que as partes podem existir independentemente</p><p>(agregação) e os casos em que são essenciais à existência do todo (composição). A herança</p><p>deve ser aplicada quando existe um relacionamento de especialização-generalização entre as</p><p>classes e a classe derivada herda as características da classe base e pode adicionar suas</p><p>próprias características (ALVES, 2019).</p><p>É importante ressaltar que a correta interpretação dessas funções requer um sólido</p><p>entendimento dos conceitos e uma análise cuidadosa dos relacionamentos entre as classes.</p><p>Existem ferramentas de modelagem UML disponíveis para dar suporte à criação e interpretação</p><p>de diagramas UML, como agregação, composição e herança.</p><p>Dominar a interpretação das funções de agregação, composição e herança da UML é essencial</p><p>para uma modelagem conceitual e�caz de sistemas de software. Esses recursos permitem uma</p><p>representação clara e precisa da estrutura e dos relacionamentos entre as classes, facilitando o</p><p>entendimento e a comunicação entre os membros da equipe de desenvolvimento. O uso</p><p>apropriado desses recursos pode produzir</p><p>modelos UML robustos que auxiliam no</p><p>desenvolvimento de sistemas de software de alta qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Classes de associação, enumerações e tipos primitivos na UML</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Existem funções importantes para modelar sistemas de software, como classes relacionadas,</p><p>enumeração e tipos primitivos. Esses elementos desempenham um papel importante na</p><p>representação de estruturas complexas e na de�nição de atributos e relacionamentos entre</p><p>classes. Vamos analisar as aplicações dessas funções em UML e como elas contribuem para a</p><p>modelagem e�caz de sistemas (ALVES, 2019).</p><p>Segundo Alves (2019), as classes de associação são usadas para representar relacionamentos</p><p>entre classes que possuem seus próprios atributos. Essa classe intermediária é criada para</p><p>capturar informações especí�cas desse mapeamento. Por exemplo, um sistema de pedidos on-</p><p>line pode criar uma associação entre as classes “Cliente” e “Produto”, mas também adicionar</p><p>uma classe de mapeamento chamada “Pedido”, que representa informações como quantidade,</p><p>preço e data de entrega. Essa classe de associação ajuda a modelar o relacionamento e permite</p><p>adicionar atributos e métodos especí�cos a esse relacionamento.</p><p>As enumerações são usadas para representar um conjunto �xo de valores. Isso permite que você</p><p>de�na um conjunto limitado de opções que os atributos podem assumir. Por exemplo, um</p><p>sistema de vendas pode ter uma enumeração chamada "Status do pedido" com opções como</p><p>"Pendente", "Em andamento" e "Concluído". Essa enumeração ajuda a garantir que os atributos</p><p>relacionados ao status do pedido levem apenas valores prede�nidos, o que ajuda na</p><p>compreensão e validação dos dados. Além de classes e enumerações relacionadas, a UML</p><p>também oferece suporte a tipos primitivos para representar valores básicos como números,</p><p>“strings” e datas (APPLEN, 2013).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Esses tipos primitivos são usados para de�nir atributos de classe e indicar o tipo de dados que</p><p>podem ser armazenados. Por exemplo, o atributo "idade" pode ser de�nido como um tipo</p><p>primitivo inteiro e o atributo "nome" pode ser de�nido como um tipo primitivo “string”. Esses tipos</p><p>primitivos formam a base para de�nir atributos e ajudam a fornecer as informações necessárias</p><p>para implementar o sistema com sucesso (DEENIS, 2014).</p><p>O uso desses recursos em UML ajuda na modelagem e�ciente de sistemas, fornecendo uma</p><p>representação precisa e completa da estrutura e propriedades do sistema. As classes de</p><p>associação permitem modelar relacionamentos complexos entre classes, adicionando</p><p>informações especí�cas a essas associações. As enumerações ajudam a de�nir um conjunto</p><p>�xo de opções, tornando seus dados mais fáceis de validar e entender. Os tipos primitivos</p><p>também fornecem a base para de�nir atributos de classe e especi�car os tipos de dados que</p><p>podem ser armazenados (ALVES, 2019).</p><p>É importante ressaltar que a seleção e o uso adequado desses recursos dependerão das</p><p>necessidades e características especí�cas de cada sistema. Compreender os requisitos do</p><p>sistema e as relações entre classes é importante para decidir quando usar classes relacionadas,</p><p>enumeração e tipos primitivos. As ferramentas que permitem criar diagramas UML que</p><p>representam classes relacionadas, enumeração, tipos primitivos e seus relacionamentos,</p><p>facilitam a visualização e a comunicação da estrutura e do comportamento do sistema (ALVES,</p><p>2019).</p><p>Em suma, o uso adequado de classes relacionadas, enumeração e tipos primitivos em UML é</p><p>essencial para a modelagem e�caz de sistemas de software. Esses recursos fornecem uma</p><p>descrição precisa e completa da estrutura, relacionamentos e propriedades do sistema para</p><p>auxiliar na compreensão e implementação correta do sistema. O uso adequado desses recursos</p><p>pode criar modelos UML robustos e facilitar o desenvolvimento de sistemas de alta qualidade.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: O uso da UML na modelagem de sistema</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>Convido você a assistir a um vídeo fascinante sobre o uso da UML na modelagem de sistemas.</p><p>Nesse vídeo, você terá a oportunidade de explorar os conceitos e as técnicas fundamentais da</p><p>UML, bem como compreender a importância da modelagem para o desenvolvimento de sistemas</p><p>de software e�cientes. Você vai aprender sobre os conceitos de modelagem conceitual, sobre</p><p>agregação e composição, herança, classes de associação, enumerações e tipos primitivos. Não</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>perca a chance de aprofundar seus conhecimentos nessa área tão relevante para a engenharia</p><p>de software.</p><p>Saiba mais</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Se você está interessado em aprender mais sobre os recursos de modelagem conceitual da UML,</p><p>como agregação, composição, herança, classes de associação, enumerações e tipos primitivos,</p><p>aqui estão alguns links gratuitos em português que podem te ajudar:</p><p>Introdução à UML</p><p>Neste link você encontrará um curso introdutório sobre UML, abordando os principais conceitos e</p><p>recursos de modelagem conceitual.</p><p>Modelagem de Sistemas com UML</p><p>Este artigo fornece uma visão geral sobre os recursos de modelagem conceitual da UML,</p><p>incluindo agregação, composição, herança, classes de associação, enumerações e tipos</p><p>primitivos.</p><p>Agregação, Composição e Herança em UML</p><p>Este artigo detalha os conceitos de agregação, composição e herança na UML, explicando sua</p><p>aplicação e diferenças.</p><p>Tipos Primitivos e Enumerações em UML</p><p>Neste link, você encontrará informações sobre como utilizar tipos primitivos e enumerações na</p><p>modelagem de sistemas com UML.</p><p>Através desses recursos gratuitos em português, você poderá aprofundar seu conhecimento</p><p>sobre a aplicação da UML na modelagem de sistemas, incluindo os recursos de modelagem</p><p>https://www.coursera.org/learn/uml-modelagem</p><p>https://www.devmedia.com.br/modelagem-de-sistemas-com-uml/32862</p><p>https://www.devmedia.com.br/agregacao-composicao-e-heranca-em-uml/19070</p><p>https://www.inf.pucrs.br/~pinho/PRGSWB/uml/uml04.html</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>conceitual mencionados. Aproveite essa oportunidade de aprender mais sobre essa linguagem</p><p>tão importante no desenvolvimento de software.</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>Aula 5</p><p>Resumo da unidade</p><p>Implementação de projeto web</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Os riscos de projetos, ferramentas de Linguagem de Modelagem Uni�cada (UML), Linguagem de</p><p>Modelagem Uni�cada (UML) e o uso de UML em sistemas de modelagem são tópicos</p><p>importantes para o desenvolvimento de software e�caz. Neste texto, exploraremos brevemente</p><p>cada um desses tópicos.</p><p>Os projetos de desenvolvimento de software envolvem uma série de riscos que podem afetar o</p><p>sucesso do projeto. Esses riscos podem incluir problemas técnicos, falta de recursos, mudanças</p><p>de requisitos, prazos apertados e muito mais. É muito importante identi�car e gerenciar esses</p><p>riscos para minimizar seu impacto negativo no projeto. A análise de riscos e a implementação de</p><p>estratégias de mitigação é uma prática comum ao lidar com os riscos do projeto.</p><p>A UML é uma linguagem visual usada para modelar sistemas de software. Ela fornece um</p><p>conjunto de notações e diagramas padronizados para representar vários aspectos de um</p><p>sistema, como estrutura, comportamento, interações e requisitos. A UML facilita a comunicação</p><p>entre os membros da equipe de desenvolvimento, permitindo que eles visualizem e entendam</p><p>melhor o sistema. Inclui diagramas como diagrama de classes, diagrama de sequência, diagrama</p><p>de atividades, diagrama</p><p>de caso de uso e outros.</p><p>Existem diversas ferramentas no mercado que ajudam os desenvolvedores a criar e analisar</p><p>modelos UML. Essas ferramentas oferecem recursos avançados, como codi�cação automática</p><p>de modelos, suporte para colaboração em equipe, validação de modelos e muito mais. Exemplos</p><p>de ferramentas populares incluem Astah, Enterprise Architect, Visual Paradigm, MagicDraw,</p><p>ArgoUML, StarUML e Rational Rose. Essas ferramentas simpli�cam o processo de modelagem e</p><p>ajudam a garantir a consistência e precisão do modelo.</p><p>A UML desempenha um papel central na modelagem de sistemas de software. Ela permite que</p><p>você visualize o design e a arquitetura do sistema, ajudando a entender os requisitos, as</p><p>decisões arquitetônicas e o planejamento do desenvolvimento. Os diagramas UML permitem que</p><p>os desenvolvedores analisem e comuniquem aspectos importantes de um sistema, como</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>classes e seus relacionamentos, �uxo de informações, interações entre componentes, requisitos</p><p>de trabalho e muito mais.</p><p>A UML também facilita a identi�cação de problemas e a tomada de decisão informada ao longo</p><p>do ciclo de vida do projeto. Resumindo, compreender os riscos do projeto, dominar a Linguagem</p><p>de Modelagem Uni�cada (UML), usar as ferramentas apropriadas e aplicar a UML à modelagem</p><p>do sistema são fatores importantes no desenvolvimento de software bem-sucedido.</p><p>Esses conceitos e práticas ajudam a minimizar os riscos, melhorar a comunicação e a</p><p>colaboração entre as equipes e obter uma compreensão mais clara dos sistemas em</p><p>desenvolvimento. O uso e�caz de ferramentas de modelagem UML contribui para o</p><p>desenvolvimento de sistemas de maior qualidade e mais e�cientes.</p><p>Bons estudos!</p><p>Videoaula: Resumo da unidade</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Saudações, estudante!</p><p>Convido você a assistir a um vídeo informativo sobre os principais tópicos em software: riscos</p><p>de projeto, Uni�ed Modeling Language (UML), ferramentas de modelagem UML e uso de UML na</p><p>modelagem de sistemas. Aprenda os desa�os, entenda os principais conceitos e use as</p><p>ferramentas certas para tornar seu projeto um sucesso.</p><p>Estudo de caso</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>A empresa ABC Solutions Tech é uma empresa de desenvolvimento de software que enfrenta</p><p>desa�os signi�cativos relacionados a riscos de projeto, Uni�ed Modeling Language (UML),</p><p>ferramentas de modelagem UML e o uso de UML na modelagem de sistemas.</p><p>Os projetos corporativos geralmente enfrentam prazos apertados, requisitos variáveis e recursos</p><p>insu�cientes, resultando em atrasos e baixa qualidade do software. A falta de conhecimento</p><p>aprofundado da UML di�culta a comunicação entre a equipe de desenvolvimento, levando a</p><p>diferentes interpretações dos requisitos. Por isso, a escolha certa das ferramentas de</p><p>modelagem UML e a falta de treinamento adequado é um desa�o para a empresa. A equipe se</p><p>esforça para aplicar adequadamente os conceitos UML na prática, resultando em diagramas</p><p>imprecisos e representações pouco claras do sistema.</p><p>Você como empregado da empresa deve desenvolver estratégias para superar esses desa�os,</p><p>reconhecendo o gerenciamento de riscos do projeto, investindo em treinamento, pesquisando</p><p>ferramentas apropriadas e estabelecendo práticas UML e�cazes para modelagem de sistemas. O</p><p>objetivo é melhorar a qualidade dos projetos de software e atender às expectativas dos clientes,</p><p>selecionando ferramentas, metodologias e técnicas existentes para solucionar os problemas</p><p>identi�cados.</p><p>Bons estudos!</p><p>_______</p><p>Re�ita</p><p>Um estudo de caso apresentando ABC Solutions Tech destaca importantes desa�os</p><p>relacionados a riscos de projeto, UML, ferramentas de modelagem UML e uso de UML para</p><p>modelagem de sistema.</p><p>Nesse contexto, é importante considerar possíveis estratégias para superar esses desa�os e</p><p>melhorar a qualidade dos projetos de software de acordo com as expectativas dos clientes. Uma</p><p>questão importante a ser abordada é o gerenciamento de riscos do projeto. Identi�car riscos,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>avaliar sua probabilidade e impacto e criar planos de contingência são atividades essenciais para</p><p>evitar atrasos e garantir prazos realistas. Isso inclui a criação de um processo formal de</p><p>gerenciamento de riscos e um plano de gerenciamento de requisitos que aborda as mudanças</p><p>durante a fase de desenvolvimento.</p><p>É preciso investir em treinamento UML e quali�cação da equipe para superar as di�culdades de</p><p>comunicação e garantir uma interpretação consistente dos requisitos. Aprofundar seu</p><p>conhecimento de UML, seja por meio de cursos especiais, workshops ou recursos on-line,</p><p>permite que você aplique com mais precisão os conceitos da linguagem de modelagem.</p><p>Outra consideração importante é escolher as ferramentas de modelagem UML corretas. A</p><p>escolha da ferramenta mais adequada às necessidades da sua empresa exige uma análise</p><p>cuidadosa das opções disponíveis, tendo em conta critérios como funcionalidade, facilidade de</p><p>utilização e suporte técnico. Fornecer treinamento e suporte aos membros da equipe garante o</p><p>uso e�caz da ferramenta escolhida. Estabelecer práticas efetivas de UML é crítico para garantir</p><p>clareza e consistência na modelagem do sistema.</p><p>A criação de diretrizes internas, como modelos de referência, modelos de diagrama e</p><p>convenções de nomenclatura, promove uma comunicação clara entre a equipe e facilita a revisão</p><p>e validação de modelos UML. Enfrentar esses desa�os requer uma abordagem integrada usando</p><p>ferramentas, métodos e técnicas disponíveis, implementando estratégias como gerenciamento</p><p>de riscos de projetos, investindo em treinamento, pesquisando ferramentas apropriadas e</p><p>criando práticas efetivas de UML.</p><p>A ABC Solutions Tech é capaz de melhorar a qualidade dos projetos de software e atender às</p><p>expectativas dos clientes. A resolução de desa�os não só bene�cia a empresa em termos de</p><p>satisfação e crescimento dos clientes, como também reforça as competências da equipa e a</p><p>imagem da organização no mercado.</p><p>Videoaula: Resolução do estudo de caso</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Olá, estudante!</p><p>A ABC Solutions Tech enfrenta desa�os signi�cativos relacionados a riscos de projeto, UML,</p><p>ferramentas de modelagem UML e o uso de UML na modelagem de sistemas. Algumas</p><p>estratégias e ferramentas existentes podem ser adotadas para superar esses desa�os.</p><p>Uma estratégia é implementar um processo formal de gerenciamento de risco de projeto usando</p><p>ferramentas como Microsoft Project ou Trello para identi�car riscos, avaliar sua probabilidade e</p><p>impacto e desenvolver planos de mitigação. Ajuda a de�nir prazos realistas, lidar com demandas</p><p>em constante mudança e recursos insu�cientes.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Investir em treinamento e quali�cação UML é essencial para a equipe de desenvolvimento.</p><p>Cursos dedicados disponíveis em plataformas on-line como Udemy e Coursera ajudam a</p><p>aprofundar o conhecimento e a aplicação adequada dos conceitos UML. Com isso, você pode</p><p>explorar recursos gratuitos, como tutoriais e a documentação o�cial da UML. A escolha certa das</p><p>ferramentas de modelagem UML é crucial.</p><p>É importante avaliar alternativas como Visual Paradigm, Enterprise Architect e Lucidchart com</p><p>base em critérios como funcionalidade, interface intuitiva, colaboração em equipe e suporte</p><p>técnico. Fornecer treinamento e suporte aos membros da equipe o ajudará a usar a ferramenta</p><p>escolhida de maneira e�caz.</p><p>Estabelecer práticas efetivas de uso de UML é crítico para garantir consistência e clareza na</p><p>modelagem do sistema. Estabelecer diretrizes internas, como modelos padrão, convenções de</p><p>nomenclatura e revisões regulares, promove uma comunicação clara em toda a equipe.</p><p>O uso de</p><p>ferramentas de validação como Rational Rose ou Modelio também ajudará a garantir a qualidade</p><p>dos grá�cos.</p><p>Ao aplicar essas estratégias e usar as ferramentas existentes, a ABC Solutions Tech é capaz de</p><p>superar desa�os relacionados a riscos de design, UML, ferramentas de modelagem e uso de UML</p><p>na modelagem de sistemas. Isso leva a projetos de software bem-sucedidos, prazos realistas,</p><p>requisitos gerenciados com e�cácia e comunicação mais e�caz. Melhorar a qualidade dos</p><p>produtos de software promove a satisfação do cliente e o crescimento dos negócios.</p><p>Bons estudos!</p><p>Resumo visual</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Referências</p><p>ALVES, W. P. Projetos de sistemas web conceitos, estruturas, criação de banco de dados e</p><p>ferramentas de desenvolvimento. São Paulo: Saraiva, 2019.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>APPLEN, J. D. Writing for the web: composing, coding, and constructing web sites. London: Taylor</p><p>& Francis Group, 2013.</p><p>DEENIS, A. Análise e projeto de sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014.</p><p>é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Neste vídeo falaremos sobre a importância de desenvolver um projeto com o auxílio de um</p><p>gerenciamento de projetos, estudar o escopo do projeto e o cumprimento de prazos e custos pré-</p><p>estabelecidos anteriormente. Pensar em um objetivo do projeto, estudar os requisitos funcionais</p><p>e não funcionais, a viabilidade do projeto, cronograma e custos são essenciais para que o projeto</p><p>seja desenvolvido com sucesso e qualidade. Dessa forma, o projeto será executado e corrigido</p><p>evitando retrabalho. Vamos lá!</p><p>Saiba mais</p><p>Você sabia que é na fase de planejamento que é de�nido o escopo de um projeto?</p><p>De acordo com Lage e Martins (2014, p.5) será no início da fase de planejamento o momento</p><p>ideal para de�nir os limites do escopo do projeto.  “A Declaração de Escopo do projeto é a</p><p>primeira tentativa de determinar esses limites do escopo, principalmente o que deve ser feito, em</p><p>linhas gerais, para alcançar os objetivos do projeto”.</p><p>Segue o link do artigo:</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>LAGE, N. O.; MARTINS, C. E. Gerência de Projetos: teoria e prática. Enape. Diretoria de</p><p>Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância. Brasília, 2014</p><p>Referências</p><p>CAMARGO, M. R. Gerenciamento de projetos: fundamentos e prática. USP, 2021. Disponível em:</p><p>https://edisciplinas.usp.br/plugin�le.php/4962802/mod_resource/content/0/Marta%20</p><p>Rocha%20Camargo%20-%20Gerenciamento%20de%20Projetos_%20Fundamentos%20e%20</p><p>Pratica %20Integrada_cap5.pdf. Acesso em: 20 maio 2023.</p><p>KERZNER, H. Strategic Planning for a Project O�ce. Project Management Journal. v. 34, n. 2,</p><p>p.13-25, 2003.</p><p>LAGE, N. O.; MARTINS, C. E. Gerência de Projetos: teoria e prática. Enape. Diretoria de</p><p>Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância. Brasília, 2014.</p><p>Disponível em: https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1109/1/</p><p>GerenciaDeProjeos_modulo_2_�nal_.pdf. Acesso em: 20 maio 2023.</p><p>PMI - PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de</p><p>Projetos. Guia PMBOK®. Quarta Edição – EUA: Project Management Institute, 2008.</p><p>Aula 3</p><p>Análise de projeto</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1109/1/%20GerenciaDeProjeos_modulo_2_final_.pdf</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1109/1/%20GerenciaDeProjeos_modulo_2_final_.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4962802/mod_resource/content/0/Marta%20%20Rocha%20Camargo%20-%20Gerenciamento%20de%20Projetos_%20Fundamentos%20e%20%20Pratica%20%20Integrada_cap5.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4962802/mod_resource/content/0/Marta%20%20Rocha%20Camargo%20-%20Gerenciamento%20de%20Projetos_%20Fundamentos%20e%20%20Pratica%20%20Integrada_cap5.pdf</p><p>https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4962802/mod_resource/content/0/Marta%20%20Rocha%20Camargo%20-%20Gerenciamento%20de%20Projetos_%20Fundamentos%20e%20%20Pratica%20%20Integrada_cap5.pdf</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1109/1/%20GerenciaDeProjeos_modulo_2_final_.pdf</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1109/1/%20GerenciaDeProjeos_modulo_2_final_.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Introdução</p><p>Olá, estudante!</p><p>Esta aula tratará sobre o tema relacionado à análise do projeto, conceito do projeto web, análise</p><p>e projeto web e projeto orientado a objetos. Aprender a analisar um projeto voltado para o</p><p>desenvolvimento web e orientação a objetos será de grande importância. Os conceitos</p><p>apresentados darão embasamento para o desenvolvimento de projeto relacionando a teoria com</p><p>a prática na elaboração e aplicação de um projeto. A disciplina de Implementação de Projeto</p><p>Web contribuirá para a aquisição de novos conteúdos, aperfeiçoando seu aprendizado.</p><p>Sendo assim, convido você a estudar conosco nesta unidade para o aperfeiçoamento de seu</p><p>conhecimento.</p><p>Vamos lá?</p><p>Análise de projeto: conceito web</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>A informática surgiu para facilitar as tarefas dos usuários e não para complicar. Os sistemas</p><p>mais antigos �xados em uma máquina, notebooks, foram �cando para trás, dando abertura às</p><p>programações web que facilitam a vida dos usuários, pois traz facilidade no processo. Dessa</p><p>forma, quando criado um programa, um site, um software, en�m, um sistema, deverá ser</p><p>planejado e executado seguindo a solicitação do usuário ou das empresas solicitantes, de forma</p><p>que atenda as demandas dos funcionários, porque o sistema deve se adaptar aos usuários, e não</p><p>ao contrário.</p><p>Por isso, em uma conversa inicial, uma entrevista com o cliente e posteriormente com os</p><p>funcionários será possível ter a real ideia do que o cliente espera que seja programado e</p><p>executado. Muitas vezes o cliente sabe o que quer, porém não sabe explicar, enquanto que outras</p><p>vezes o programador entende completamente diferente a solicitação do cliente. Dessa forma, a</p><p>importância da documentação de projeto se faz necessária.</p><p>Vimos nos capítulos anteriores a importância de estudar a modelagem do sistema, de�nir seu</p><p>escopo, suas prioridades, seus requisitos funcionais e não funcionais, etc., assim, a construção</p><p>de um projeto é mais rica e promissora, trazendo benefícios para os usuários. Caso contrário,</p><p>veríamos um projeto sem qualidade e com muito retrabalho, gastando mais tempo e muitas</p><p>vezes tendo mais custos.</p><p>O uso de uma modelagem facilita na codi�cação do projeto, evitando esforço desnecessário para</p><p>o analista de sistemas. O esforço na produção de um projeto poderá ser facilitado pelo uso de</p><p>ferramenta CASE (Computer-Aided Software Engineering), frameworks, entre outras (FERREIRA,</p><p>2008).</p><p>O projeto web é desenvolvido em módulos que são caracterizados e organizados. O</p><p>desenvolvimento de cada módulo deve constar na documentação do escopo. Existem diversos</p><p>projetos web, do mais simples ao mais complexo, e cabe a de�nição de trabalho na metodologia</p><p>do projeto. Para a modelagem, costuma-se utilizar as metodologias através de grá�cos, modelos</p><p>de entidade relacionamento (DER), Diagrama de Fluxo de Dados, Diagrama de Contexto,</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Diagrama de Orientação a objetos, etc. Dessa forma, pode-se declarar a entidade/classe,</p><p>atributos e os métodos e veri�car os relacionamentos entre eles. A Figura 1 mostra um esquema</p><p>simples de como cada módulo será formado e desenvolvido.</p><p>Figura 1 | Esquema simples de um projeto. Fonte: adaptada de Ferreira (2008).</p><p>O uso da modelagem auxilia a visão do sistema que está sendo projetado. No diagrama de</p><p>contexto poderemos observar um processo central e as entidades relacionadas a esse sistema.</p><p>Já com o uso do diagrama �uxo de dados (DFD), conseguimos expandir os processos em outros</p><p>para visualizar tarefas que ainda não foram contempladas e, dessa forma, evitar erros de</p><p>programação. Quanto mais se expandem os processos, melhor será a visualização deles.</p><p>Existem diversos diagramas que podem ser utilizados no desenvolvimento dos sistemas e cabe</p><p>ao estudante escolher o que melhor representa e atende as necessidades do usuário (BOARATI,</p><p>2017).</p><p>Análise de projeto: projeto web</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>A construção de projetos de sistemas web tem crescido, pois dessa forma concretiza outros</p><p>meios de comunicação diferentes do tradicional. As pessoas procuram por agilidade. As</p><p>usabilidades dos sites são indispensáveis. De acordo com Pressman (2011), para um projeto de</p><p>software deve-se levar em consideração os dados que é a base do projeto. Logo em seguida, a</p><p>arquitetura deverá ser extraída, para em seguida realizar as tarefas do projeto.</p><p>Os sistemas para web precisam ser desenvolvidos pelos princípios da engenharia, por serem um</p><p>pouco mais complexos. Suas características deverão funcionar de maneira e�caz. Para</p><p>Pressman (2011), um projeto de software deverá ter um conjunto de princípios, conceitos e</p><p>práticas para que o projeto que está sendo desenvolvido seja feito com qualidade.</p><p>A Figura 2 mostra uma representação de um sistema</p><p>web que gerencia e soluciona</p><p>necessidades eventuais.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 2 | Fase de projeto adaptação. Fonte: adaptada de Pressman (2006).</p><p>A ABNT (2003) utiliza para avaliação de produtos de software algumas características de</p><p>qualidade, que são:  Funcionalidade (conjunto de funções que satisfazem às necessidades</p><p>explícitas e implícitas e suas propriedades especí�cas);  Con�abilidade (capacidade do software</p><p>de manter seu nível de desempenho); Usabilidade (esforço necessário para se utilizar um produto</p><p>de software); E�ciência (nível de desempenho do software e a quantidade de recursos</p><p>utilizados); Manutenibilidade (esforço para realizar as modi�cações); Portabilidade (capacidade</p><p>de transferência de ambiente).</p><p>De acordo com Brito (2011), para trabalhar com interface web será necessário conhecer</p><p>conceitos básicos sobre os diferentes tipos de usuários da web, o espaço de uma página,</p><p>navegação nas páginas, características da página principal e páginas internas da web, a</p><p>usabilidade, a acessibilidade e a legibilidade.</p><p>Além disso, é preciso aprender sobre as linguagens de marcação, Linguagem de Marcação de</p><p>Hipertexto (HTML) é uma linguagem de computador que compõe a maior parte das páginas da</p><p>internet, entendendo sobre os conceitos e funcionamentos do HTML, como atributos,</p><p>marcadores, tabelas, inserções de imagens, sons e vídeos; e conhecer o editor de texto do</p><p>software que será utilizado para a programação.</p><p>Ainda, é necessário aprender a utilizar o Cascading Style Sheets (CSS) nas programações,</p><p>compreendendo seu conceito de utilização e criação de estilos, conhecer métodos de estilos e</p><p>aplicações do CSS no documento HTML e conhecer o conceito de pseudoclasses e</p><p>pseudoelementos.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Por �m, conhecer os tipos de imagens existentes e softwares que manipulam imagens, tais</p><p>como o Coreldraw e suas ferramentas básicas, software GIMP e suas ferramentas e ferramentas</p><p>de animação e interpolação da Adobe. Dessa forma, terá condições para desenvolver aplicações</p><p>web.</p><p>Hoje em dia existem diversas opções de software que possam atender as demandas para a</p><p>programação voltada para a web. Umas mais simples outras mais complexas que podem auxiliar</p><p>nas manipulações de imagens, interações e até mesmo de programações que podem bene�ciar</p><p>o programador da melhor forma possível. A realização de programações e manipulações sempre</p><p>são seguidas de testes para veri�car se as imagens e outros recursos �caram aceitáveis em tela</p><p>e que serão futuramente disponibilizados na web.</p><p>Análise de projeto: projeto orientado a objetos</p><p>De acordo com Vargas (2009), um projeto possui um ciclo de vida que determina o início e o �m</p><p>de cada etapa, dando alicerce ao tempo, ao custo e à qualidade, que é o tripé de sucesso. É</p><p>preciso atentar-se que o ideal é entregar o projeto no prazo estabelecido juntamente com o</p><p>orçamento estipulado, atendendo as necessidades dos usuários com qualidade.</p><p>Hoje em dia, muitas empresas estão buscando alternativas tecnológicas na otimização dos</p><p>processos, diminuindo custos e otimizando os lucros, buscando a melhoria de seus produtos e</p><p>serviços devido à competitividade do mercado. A maioria das empresas desenvolve projetos</p><p>simultaneamente com objetivos diferentes, atendendo a necessidades diversi�cadas e, por esses</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>motivos, necessitam de gerenciamento otimizado e manter alinhada com as metas da</p><p>organização.</p><p>Também existe a possibilidade de alguns projetos serem afetados de forma negativa devido ao</p><p>cronograma não cumprido a tempo, custo ultrapassado, escopo do projeto não estruturado e</p><p>falta de qualidade no produto. Dessa forma, para evitar esses problemas em um local que muitos</p><p>projetos estão sendo executados ao mesmo tempo deve-se redobrar a atenção (ALÉSSIO, 2016).</p><p>Os projetos que são desenvolvidos utilizando a orientação a objetos trabalha em busca de uma</p><p>análise. Estruturação e interligação das partes de acordo com as funções especí�cas. É</p><p>alicerçada em objetos que possuem o desenvolvimento de forma independente.</p><p>A orientação a objetos trabalha em três etapas no desenvolvimento de projeto: análise orientada</p><p>a objetos; projeto orientado a objetos; programação orientada a objetos. Essas etapas são</p><p>sequenciais e dependentes, �nalizando sempre uma etapa antes de começar outra (ALÉSSIO,</p><p>2016).</p><p>Na programação estruturada os dados passam por funções, mostrando os dados recuperados,</p><p>novos ou modi�cados. Já na programação orientada a objetos trabalha-se com classes que são</p><p>compostas por atributos e métodos.</p><p>De acordo com Aléssio (2016), um projeto orientado a objetos é composto por uma:</p><p>Classe (agrupamento de objetos similares que apresentam os mesmos atributos e</p><p>operações. Exemplo: pessoas).</p><p>Atributo (característica particular de uma ocorrência da classe. Exemplo: características de</p><p>uma pessoa, tais como: nome, sexo, data de nascimento).</p><p>Operações (lógica contida em uma classe para designar-lhe um comportamento. Exemplo:</p><p>cálculo da idade).</p><p>Encapsulamento (combinação de atributos e operações de uma classe. Exemplo: atributo –</p><p>data de nascimento e operação – cálculo da idade).</p><p>Herança (compartilhamento pela subclasse dos atributos e operações da classe pai.</p><p>Exemplo: Subclasse – eucalipto que compartilha atributos e operações da classe árvore).</p><p>Subclasse (característica particular de uma classe. Exemplo: classe – Árvore, subclasses –</p><p>Ipê, Eucalipto).</p><p>Instância de classe (ocorrência especí�ca de uma classe, mesmo que objeto. Exemplo:</p><p>uma pessoa, uma organização).</p><p>Objeto (elemento do mundo real. Exemplo: Pessoa Fulano de tal).</p><p>Mensagem (solicitação entre objetos para invocar certa operação. Exemplo: informar a</p><p>idade de uma pessoa).</p><p>Polimor�smo (mesma mensagem para invocar comportamentos diferentes. Exemplo:</p><p>calcular saldo de correntista, usar derivações para cálculo de saldo de poupança).</p><p>A programação orientada a objetos representa as situações do mundo real e esse é o paradigma</p><p>da orientação a objetos.</p><p>Videoaula: Análise de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Neste vídeo falaremos sobre a importância de desenvolver um projeto analisando projetos</p><p>voltados para a prática web e também projeto orientado a objetos, levando em consideração o</p><p>escopo do projeto e o cumprimento de prazos e custos determinados para ser utilizados no</p><p>projeto. A prática de seguir o cumprimento do objetivo do projeto, levantar os requisitos</p><p>funcionais e não funcionais, bem como a viabilidade do projeto, cronograma e custos são</p><p>essenciais para que o projeto obtenha sucesso e qualidade. Dessa forma, o projeto estará bem</p><p>de�nido. Vamos lá!</p><p>Saiba mais</p><p>O modelo orientado a objetos já existe há algum tempo, era aplicado às linguagens de</p><p>programação e vem se desenvolvendo cada dia mais utilizando vários modelos padronizados,</p><p>como é o caso da UML (Uni�ed Modeling Language).</p><p>Veja o link abaixo:</p><p>TONSIG, S. L. Projeto orientado a objetos e UML. Mestrado (Gerência de Sistemas da</p><p>Informação) - PUCCamp. [s. d.].</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Referências</p><p>ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO/IEC 9126 – 1:2003 –</p><p>Engenharia de software – Qualidade de Produto, parte 1: modelo de qualidade. Rio de Janeiro,</p><p>2003.</p><p>ALÉSSIO; S. C. Projeto orientado a objetos. São Paulo: UNIASSELVI, 2016. Disponível em:</p><p>https://www.uniasselvi.com.br/extranet/layout/request/trilha/materiais/livro/livro.php?</p><p>codigo=29785. Acesso em: 20 maio 2023.</p><p>BOARATI, S. R. S. Identi�cação de guidelines para o projeto de interfaces no contexto de Ecas e</p><p>TDA/H. [S. l.]: Novas Edições Acadêmicas, 2017.</p><p>BRITO, K. Fundamentos do Desenvolvimento Web. Instituto Federal Espírito Santo. Colatina:</p><p>CEAD/IFES, 2011.</p><p>FERREIRA, A. A. de C. Metodologia para análise e projeto de sistemas multi-agentes.</p><p>Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Curso de Bacharelado em Ciências da</p><p>Computação. Florianópolis, 2008.</p><p>PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. McGraw-Hill. 6. ed. 2006.</p><p>PMBOK. Um guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. 3. ed. Uma</p><p>Norma Nacional Americana ANSI/PMI 99-001-2004.</p><p>TONSIG, S. L. Projeto orientado a objetos e UML. Mestrado (Gerência de Sistemas da</p><p>Informação) - PUCCamp. [s. d.]. Disponível em:</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tec</p><p>nologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20u</p><p>ml.pdf. Acesso em: 30 maio 2023.</p><p>VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Brasport, 2009.</p><p>https://www.uniasselvi.com.br/extranet/layout/request/trilha/materiais/livro/livro.php?codigo=29785</p><p>https://www.uniasselvi.com.br/extranet/layout/request/trilha/materiais/livro/livro.php?codigo=29785</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>http://smeduquedecaxias.rj.gov.br/nead/Biblioteca/Forma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada/Tecnologia/cursos/programacao/analise%20e%20logica/projeto%20orientado%20a%20objeto%20uml.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Aula 4</p><p>Características de projeto</p><p>Introdução</p><p>Olá, estudante!</p><p>Esta aula tratará sobre o tema relacionado a características de projeto, conceito de ciclo de vida</p><p>de projeto e boas práticas para projeto. Conhecer as características de um projeto bem como o</p><p>objetivo para se adquirir produtos desenvolvidos são essenciais para se obter o sucesso. Através</p><p>do conceito de ciclo de vida de um projeto, pode-se distinguir as fases de um projeto, podendo</p><p>encontrar os erros e acertos que poderão melhorar a qualidade e os custos de um produto.</p><p>As boas práticas para a realização do projeto contribuem para conhecer as fases e as</p><p>características de cada uma delas, aperfeiçoando o desenvolvimento do projeto. Os conceitos</p><p>apresentados darão embasamento para o desenvolvimento de projeto. Sendo assim, convido</p><p>você a estudar conosco nesta unidade para o aperfeiçoamento de seu conhecimento. Vamos</p><p>lá?</p><p>Características de projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>De acordo com MPPR (2018) , o projeto pode ser de�nido como um esforço temporário para a</p><p>criação de algo único e exclusivo, pois são conjuntos de ações com prazo de execução (início,</p><p>meio e �m), com recursos e objetivos previstos para o desenvolvimento de um produto ou</p><p>serviço. Os projetos são caracterizados pela temporariedade, singularidade e progressividade,</p><p>apresentando início e �m de�nidos, com recursos, prazo, custo e recursos humanos de�nidos de</p><p>acordo com o objetivo proposto com geração dos resultados. Existem projetos que caracterizam</p><p>prazos de curta ou longa duração, mas a temporariedade dos projetos não implicará a</p><p>temporariedade dos produtos, serviços ou resultados.</p><p>Sabe-se que todo projeto poderá criar um novo produto de�nido de acordo com o objetivo e ser</p><p>considerado único, porque cada produto possui peculiaridades exclusivas, pode até ter produtos</p><p>similares, mas não igual. O projeto pode ser elaborado de forma progressiva e essa é uma</p><p>característica importante que possibilita um desenvolvimento por etapas pré-de�nidas. Na</p><p>iniciação de um projeto, é possível ter noção geral do projeto e à medida que são aplicadas novas</p><p>técnicas para um gerenciamento e�caz, seguindo sua própria metodologia terá maior</p><p>conhecimento com detalhes do projeto (MPPR, 2018).</p><p>Antes de executar um projeto, será necessária a realização de um plano de projeto, que será</p><p>criado descrevendo as atividades, as tarefas, as dependências e os prazos. Para tanto, um</p><p>gerente do projeto poderá  coordenar a preparação do orçamento do projeto, estabelecendo</p><p>estimativas e levantamento de custo relacionados a equipamentos, materiais e mão de obra.</p><p>Para uma empresa, o orçamento é fundamental, pois serve para controle dos gastos com custos</p><p>do projeto e, dessa forma, poderá realizar as adequações necessárias na implementação de seu</p><p>projeto de acordo com a empresa (MPPR, 2018).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>O projeto possui um ciclo de vida que é uma série de fases pelas quais o projeto passa, desde</p><p>seu início até a sua conclusão.</p><p>Conceito de ciclo de vida de projeto</p><p>De acordo com Soares (2013), o ciclo de vida de um projeto pode ser de�nido por um conjunto de</p><p>fases que podem ser sequenciais ou não com a �nalidade de gerenciar as atividades que serão</p><p>desenvolvidas.</p><p>Sabe-se que as fases de um projeto podem depender de metodologia (é o estudo dos métodos,</p><p>ou as etapas que devem ser seguidas, de um determinado processo) que poderá ser aplicada no</p><p>projeto de acordo com a área, podendo ser na engenharia, tecnologia da informação, aquisições</p><p>ou políticas públicas (SOARES, 2013).</p><p>De acordo com o MPPR (2018, p. 6), a representação das características de um projeto pode ser</p><p>vista na Figura 1.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 1 | Características de um projeto. Fonte: MPPR (2018, p. 6).</p><p>Um projeto pode ser temporário, mas com início, meio e �m do projeto. O projeto pode criar um</p><p>produto ou serviço único e exclusivo. Pode-se também ser um projeto progressivo, com</p><p>detalhamento proporcionando um melhor entendimento sobre o produto ou serviço</p><p>disponibilizado.</p><p>Para um ciclo de projeto e�caz será necessário dividir o projeto em fases com atividades</p><p>interdependentes. Serão de�nidas técnicas de trabalho que serão aplicadas em cada fase, bem</p><p>como quais pessoas estarão envolvidas nela. Cada marco é resultado de trabalhos que podem</p><p>ser veri�cados no �nal de cada projeto. A elaboração progressiva é outra característica</p><p>importante que possibilita o desenvolvimento em etapas. Já na iniciação, tem-se uma noção</p><p>geral do projeto. As técnicas de gerenciamento são aplicadas no projeto utilizando uma</p><p>metodologia para um maior conhecimento e detalhamento do projeto (MPPR, 2018).</p><p>O planejamento estratégico de um projeto pode ser medido através de um estudo de viabilidade</p><p>ou a elaboração de um protótipo. Na conclusão de uma fase do projeto é necessária uma revisão</p><p>nos trabalhos e nos padrões observando o desempenho para a veri�cação de sua continuidade e</p><p>correção dos desvios do projeto (MPPR, 2018).</p><p>Segundo Camargo (2019), o ciclo de vida de um projeto poderá passar por algumas etapas</p><p>importantes. As cinco fases da gestão de projetos são: início do projeto (com a de�nição de</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>maneira ampla); planejamento de projetos (com utilização de um roteiro com criação de metas);</p><p>execução do projeto (com uso das informações que serão reunidas nas etapas de criação e</p><p>lançar o projeto); desempenho do projeto (com uso de indicadores-chave de desempenho com o</p><p>objetivo de medir a e�ciência de um projeto); encerramento do projeto (recapitulação entre os</p><p>participantes do projeto) (Figura 2).</p><p>Figura 2 | Cinco fases da gestão de projetos. Fonte: MPPR (2018, p. 8).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Dessa forma, pode-se a�rmar que no cumprimento das etapas do ciclo de vida de um projeto</p><p>proporcionará menor número de erros e imprecisões, pois o ciclo de vida de um projeto pode</p><p>facilitar o gerenciamento, o planejamento e o controle, proporcionando um projeto e�caz.</p><p>Boas práticas para projeto</p><p>A metodologia é um caminho para se chegar a um �m. Segundo Soares (2013), foi desenvolvida</p><p>uma metodologia chamada de MGP-SISP5 através da união de: Secretaria de Logística e</p><p>Tecnologia da Informação (SLTI), Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) e órgão</p><p>central do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP). Eles</p><p>desenvolveram uma metodologia de gerenciamento de projetos que é um conjunto de boas</p><p>práticas em gerenciamento de projetos para os órgãos da administração pública.</p><p>Os produtos de uma fase são insumos das fases posteriores, sendo que cada fase irá gerar seus</p><p>próprios subprodutos e ao �nal de cada fase deverá resultar em uma avaliação da situação</p><p>determinando se o projeto está correto ou necessita de correção. A estrutura com as</p><p>características básicas do ciclo de vida do projeto de acordo com Soares (2013) podem ser:</p><p>Início do projeto.</p><p>Preparação e planejamento.</p><p>Execução dos trabalhos, conforme as características e área de aplicação do projeto.</p><p>Encerramento e aceitação dos resultados do projeto.</p><p>O grau de incerteza e os riscos estão nas fases iniciais de um projeto, pois os resultados não</p><p>atingidos ocorrem com maior frequência nessas fases. Já nas fases intermediárias esses riscos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>e incertezas diminuem, chegando a zero ao terminar o projeto. Quando o projeto é iniciado, os</p><p>riscos e temores são trabalhados e eliminados de forma que vão se regularizando nas demais</p><p>fases até os términos dos riscos. Dessa forma, as falhas de planejamento vão sendo corrigidas.</p><p>Pensando no tamanho da equipe, os custos do planejamento e a execução são menores no início</p><p>do projeto, nas fases iniciais, e vão crescendo quando executado, atingindo o seu ápice.</p><p>Dessa forma, pode-se concluir que a metodologia aplicada em cada projeto é o ciclo de vida do</p><p>projeto escolhido para a execução de um projeto que é constituído pelas fases: início do projeto;</p><p>organização e preparação; execução do trabalho do projeto e encerramento do projeto. Essas</p><p>etapas podem ser revisadas de acordo com a necessidade da equipe e os objetivos propostos.</p><p>Falando sobre as boas práticas em gerenciamento de projetos, são processos com integridade e</p><p>condução nesse conjunto de fases, que permitem a construção de uma base com metas</p><p>de�nidas, com um elaborado escopo visando o custo e os prazos de trabalhos envolvidos no</p><p>projeto. Dessa forma, é de extrema importância a aplicação das boas práticas de gerenciamento</p><p>de projetos que podem garantir sua e�ciência.</p><p>Videoaula: Características de projeto</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Neste vídeo falaremos sobre a importância de desenvolver um projeto de acordo com o seu</p><p>objetivo, levando em consideração o escopo e o cumprimento de prazos e custos determinados</p><p>para serem utilizados no projeto. O cumprimento do objetivo do projeto, levantar os requisitos</p><p>funcionais e não funcionais, bem como a viabilidade do projeto, cronograma e custos são</p><p>essenciais para que ele obtenha sucesso e qualidade. Dessa forma, o projeto estará bem</p><p>de�nido. A utilização das boas práticas também poderá trazer benefícios para a criação e</p><p>execução de um projeto. Vamos lá!</p><p>Saiba mais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Vimos no decorrer da unidade que conhecer as características de um projeto, seu ciclo de vida e</p><p>as boas práticas podem resultar em um projeto com qualidade e e�ciência. Dessa forma, o</p><p>gerente de projeto deve estar atento aos diversos aspectos relacionados com o projeto e a</p><p>equipe que estará envolvida na sua execução.</p><p>Veja o documentário de Mariangela Sera�m Ferreira que fala sobre as principais fases do ciclo</p><p>de vida de um projeto e comportamento do projeto ao longo do seu ciclo de vida.</p><p>FERREIRA, M. S. As principais fases ciclo de vida de um projeto comportamento do projeto ao</p><p>longo do seu ciclo de vida. Universidade FUMEC, [s. d.].</p><p>Referências</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>CAMARGO, R.  Ciclo de vida de um projeto: saiba cumprir etapas para ter mais sucesso. Blog</p><p>Robson Camargo Projetos e Negócios, 2019. Disponível em:</p><p>https://robsoncamargo.com.br/blog/Ciclo-de-vida-de-um-projeto. Acesso em: 4 jul. 2023.</p><p>FERREIRA, M. S. As principais fases ciclo de vida de um projeto comportamento do projeto ao</p><p>longo do seu ciclo de vida. Universidade FUMEC, [s. d.]. Disponível em:</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comport</p><p>amento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida. Acesso em: 4 jul. 2023.</p><p>MPPR - MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Gerenciamento de projetos. Gempar, 2018.</p><p>Disponível em: https://planejamento.mppr.mp.br/arquivos/File/subplan/gempar/manual.pdf.</p><p>Acesso em: 4 jul. 2023.</p><p>SOARES, M. A. Q. Elaboração de projetos. Curso Elaboração de Projetos do Programa Gestão</p><p>Estratégica Brasília: ENAP/CGPROG/DDG, 2013. 65 p.</p><p>Aula 5</p><p>Revisão da unidade</p><p>Conceitos no contexto do projeto</p><p>https://robsoncamargo.com.br/blog/Ciclo-de-vida-de-um-projeto</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://www.academia.edu/9115162/as_principais_fases_ciclo_de_vida_de_um_projeto_comportamento_do_projeto_ao_longo_do_seu_ciclo_de_vida</p><p>https://planejamento.mppr.mp.br/arquivos/File/subplan/gempar/manual.pdf</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Vamos iniciar a revisão dos conteúdos abordados durante o desenvolvimento da Unidade 1, que</p><p>tratou sobre o conceito no contexto de projeto, cujo tema envolveu conhecer os conceitos sobre</p><p>projeto, compreender e conhecer a importância de projetar e a necessidade de utilizar projetos.</p><p>Além disso, apresentou as vantagens e os fundamentos da gestão de projetos, a importância do</p><p>escopo e do gerenciamento de projeto, bem como a introdução do conceito de projeto web, a</p><p>análise de projeto web e orientado a objetos, suas características, o conceito de ciclo de vida de</p><p>projeto e as boas práticas para projeto. Dessa forma, os conceitos apresentados permitirão</p><p>relacionar a teoria com a prática no desenvolvimento de projetos com utilização das boas</p><p>práticas para alcançar produtos ou negócios com qualidade e e�ciência.</p><p>Vimos que para iniciar um projeto será necessário realizar alguns levantamentos de informações</p><p>para compor a base desse projeto. De acordo com Boarati e Ru�ni (2017) será necessário</p><p>encontrar um objetivo para a criação do projeto, uma justi�cativa e a metodologia que será</p><p>desenvolvida ao longo</p><p>dele. Após esses dados iniciais, deverá ser realizado o levantamento de</p><p>requisitos (são declarações sobre o que um sistema deve ser capaz de fazer). Os requisitos se</p><p>dividem em funcionais (funções que o sistema deverá realizar no sistema) e não funcionais</p><p>(suporte para o bom funcionamento de um sistema).</p><p>Também se faz necessário o levantamento da viabilidade do projeto e um cronograma para o</p><p>desenvolvimento. É possível obter essas informações relevantes para o projeto através de</p><p>questionários e entrevistas sobre a necessidade do usuário, mostrando o que realmente</p><p>necessita que seja feito para a realização de suas tarefas rotineiras. Os requisitos funcionais</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>visam as funcionalidades que o projeto irá disponibilizar (exemplos: realizar um cadastro, efetuar</p><p>login, etc.) (BOARATI; RUFFINI, 2017).</p><p>De acordo com Pressman (2011), será necessário observar a implementação dos requisitos não</p><p>funcionais que dão suporte ao melhor funcionamento do projeto desenvolvido, proporcionando</p><p>funcionalidade, con�abilidade, usabilidade, e�ciência, manutenabilidade, portabilidade dentre</p><p>outros.</p><p>Outro ponto importante na construção de projetos é a interação homem-computador (IHC), que</p><p>deverá estar bem de�nida, e também o uso de acessibilidade para determinados per�s que</p><p>futuramente utilizarão o site produzido. Para as crianças, o site não poderá ser poluído com</p><p>muitas imagens e nem cores vibrantes para não causar distrações, pois dentro desse per�l</p><p>também encontraremos usuários portadores de necessidades especiais, tais como: dé�cit de</p><p>atenção e hiperatividade; daltonismo; cegueira; surdez; mobilidade; etc. (BOARATI, 2012).</p><p>Para a execução de um projeto será necessário o pro�ssional que atue como um gerente de</p><p>projeto. Para isso será necessário ter habilidades gerenciais para liderar, decidir, comunicar-se,</p><p>in�uenciar pessoas, negociar e resolver con�itos e problemas. Também deve ter conhecimento</p><p>gerencial com técnicas e liderança de pessoas e conhecimento técnico dos produtos que serão</p><p>produzidos.</p><p>Dessa forma, pode-se concluir que a metodologia aplicada em cada projeto é o ciclo de vida do</p><p>projeto escolhido para a sua execução, que é constituído pelas fases: início do projeto;</p><p>organização e preparação; execução do trabalho do projeto e encerramento do projeto. Essas</p><p>etapas podem ser revisadas de acordo com a necessidade da equipe e os objetivos propostos.</p><p>Em relação às boas práticas em gerenciamento de projetos, elas são processos com integridade</p><p>e condução nesse conjunto de fases, que permitem a construção de uma base com metas</p><p>de�nidas, com um elaborado escopo, visando o custo e os prazos de trabalhos envolvidos no</p><p>projeto. Dessa forma, é de extrema importância a aplicação das boas práticas de gerenciamento</p><p>de projetos, que podem garantir sua e�ciência.</p><p>Videoaula: Revisão da unidade</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Neste vídeo falaremos sobre a importância de trabalhar conceitos teóricos sobre projeto e</p><p>relacioná-los com a aplicação prática para assimilar o conteúdo, motivando-o na produção de um</p><p>projeto inicial, visando o objetivo, a justi�cativa e o método de trabalho. Isso fará re�etir que a</p><p>execução dessa prática trará benefícios para a execução do projeto e evitará retrabalhos</p><p>desnecessários. Você verá também como desenvolver projetos com o auxílio de um</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>gerenciamento de projetos, estudando o escopo, o ciclo de vida e a utilização das boas práticas</p><p>no desenvolvimento de um produto ou negócio. Vamos lá!</p><p>Estudo de caso</p><p>De acordo com o que estudamos nas aulas anteriores, vimos a importância de idealizar um</p><p>projeto, buscar concretizar os objetivos propostos, realizar os levantamentos necessários para</p><p>compor um projeto, buscar os requisitos funcionais e não funcionais, utilizar as modelagens para</p><p>criar o projeto, veri�car cronograma de trabalho do início ao �m na implementação, custos</p><p>planejados esperados e não esperados durante o decorrer do projeto, a adequação no ciclo de</p><p>vida do projeto e as boas práticas para o projeto. Ter um bom gerenciamento é extremamente</p><p>importante para que o projeto seja de qualidade e e�ciente.</p><p>Problematização:</p><p>Para contextualizar sua aprendizagem, imagine que você trabalha em uma empresa que leva a</p><p>sério o lado social. Você foi indicado para assumir um projeto voltado ao meio ambiente. A</p><p>proposta da empresa será em criar uma aplicação web simples que deva orientar e ensinar os</p><p>usuários em relação à limpeza, diminuição de gastos e embalagens e aumento dos produtos</p><p>recicláveis. Seu papel será na direção e organização desse projeto para a confecção de uma</p><p>aplicação que será disponibilizada ao público em geral relacionado a esse tema.</p><p>Dessa forma, você deverá realizar um levantamento de materiais que possam ser reciclados,</p><p>gastos mensais, limpeza e descarte das embalagens que não será reciclada. Para tanto, deverá</p><p>trazer essa educação ambiental para dentro da empresa, orientando os colaboradores através de</p><p>banners, cartilhas de orientação on-line, mensagens via WhatsApp, etc.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>_______</p><p>Re�ita</p><p>Quais são os materiais que podem ser reciclados?</p><p>O que pode ser feito com eles?</p><p>Por que o local de trabalho necessita ser organizado e limpo?</p><p>O que cada setor poderá realizar para participar do projeto com sucesso?</p><p>Videoaula: Resolução do estudo de caso</p><p>Este conteúdo é um vídeo!</p><p>Para assistir este conteúdo é necessário que você acesse o AVA pelo</p><p>computador ou pelo aplicativo. Você pode baixar os vídeos direto no aplicativo</p><p>para assistir mesmo sem conexão à internet.</p><p>Muitas pessoas não sabem quais materiais podem ser reciclados e qual o objetivo de se reciclar</p><p>o material descartável. Vivemos em um mundo onde a sustentabilidade deve estar presente em</p><p>cada parte do mundo. O consumo consciente deve ser trabalhado todo o tempo.</p><p>As boas práticas presentes nos escritórios, nas fábricas são consideradas na preservação do</p><p>meio ambiente. Todos os colaboradores devem participar e isso vale para o uso de papel sul�te,</p><p>salvar arquivos em nuvem em vez de imprimir, usar copos e xícaras unitárias com nomes em vez</p><p>de usar um copo descartável a cada dez minutos, reaproveitar latas, caixas para fazer suporte</p><p>para canetas, arquivos, etc. Usar lixeira seletiva para separar os resíduos de maneira correta.</p><p>São nos pequenos detalhes que podemos contribuir com o meio ambiente, tais como: lápis feito</p><p>com madeira re�orestada, cola atóxica, caneta corretiva atóxica, régua feita com plástico</p><p>reciclado, papel sul�te reciclado, pastas arquivos feitas com papel reciclado.</p><p>As lixeiras seletivas são fáceis de utilizar e de fácil identi�cação: metal (cor amarela), vidro (cor</p><p>verde), papel (cor azul), plástico (cor vermelha) e outras cores como: perigoso ou contaminado</p><p>(cor laranja), ambulatório ou de serviço de saúde (cor branco), radioativos (cor roxo), orgânicos</p><p>(cor marrom) e resíduos geral não reciclável ou misturado (cor cinza). Após recolher os resíduos,</p><p>é preciso encaminhar para o local correto em aterros sanitários e cooperativas que farão bom</p><p>uso deles.</p><p>Muitas cooperativas devolvem como forma de pagamento produtos produzidos com materiais</p><p>reciclados ou vendem por preços baixos para pagar a produção (Figura 1).</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 1 | Boas Práticas - Processo de Reciclagem. Fonte: elaborada pela autora.</p><p>Dessa forma, após o levantamento para o projeto web, você deverá criar uma aplicação contendo</p><p>conteúdos relacionados à educação ambiental com layout simples e menus autoexplicativos,</p><p>levando em consideração a interação homem-computador e a diversidade de usuários que</p><p>poderá acessar a aplicação.</p><p>Resumo visual</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Olá, estudante!</p><p>Chegou o momento de re�exão sobre os principais pontos estudados nesta</p><p>unidade. Você já</p><p>deve ter compreendido a importância da realização prévia de estudos antes de iniciar um projeto.</p><p>Criar uma modelagem e um cronograma de trabalho é de fundamental importância para o</p><p>sucesso de um projeto.</p><p>A representação de forma resumida sobre a produção de um projeto poderá ser observada na</p><p>Figura 2.</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Figura 2 | Resumo - Desenvolvimento de um projeto. Fonte: elaborada pela autora.</p><p>No diagrama de contexto pode-se observar um processo que resume o Projeto Reciclagem, que</p><p>está interligado às entidades de relacionamento de usuários (todos que forem acessar a</p><p>aplicação e que participarão do projeto); materiais recicláveis (todos os materiais utilizados e</p><p>que podem ser reutilizados); produtos com recicláveis (produtos construídos a partir de um</p><p>material reciclável) e ambiente (relação de contribuição com o ambiente).</p><p>Bons estudos!</p><p>Referências</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>BOARATI, S. R. S.; RUFFINI, A. C. C. Aplicação de metodologias de desenvolvimento de sistema</p><p>em projeto: um estudo de caso. [S. l.]: Novas Edições Acadêmicas, 2017.</p><p>BOARATI, S. R. S. Identi�cação de guidelines para o projeto de interfaces no contexto de Ecas e</p><p>TDA/H. [S. l.]: Novas Edições Acadêmicas, 2012.</p><p>PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6. ed. Nova York: McGraw-Hill, 2011.</p><p>,</p><p>Unidade 2</p><p>O levantamento no contexto de projeto</p><p>Aula 1</p><p>Requisitos para projeto</p><p>Introdução</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Boas-vindas, estudante! Nesta aula, vamos abordar um tema de extrema importância para a</p><p>construção de projetos bem-sucedidos: a análise de requisitos. O objetivo principal desta aula é</p><p>compreender a atividade de levantamento de requisitos, tanto funcionais quanto não funcionais,</p><p>e sua importância para o desenvolvimento de um projeto que atenda às expectativas do cliente.</p><p>Ao �nal desta aula, você será capaz de identi�car, coletar e analisar os requisitos necessários</p><p>para um projeto de sucesso, aprimorando assim suas habilidades. Além disso, esta aula</p><p>contribuirá para o desenvolvimento da sua capacidade de análise crítica, uma vez que a análise</p><p>de requisitos é uma atividade fundamental para a implementação de projetos web.</p><p>Lembre-se de que esta aula é um passo importante em sua jornada. Siga adiante com motivação</p><p>e curiosidade e esteja preparado para aplicar seus novos conhecimentos.</p><p>Fundamentos do levantamento de requisitos</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Nesta aula, exploraremos os conceitos essenciais relacionados a essa atividade crucial no</p><p>desenvolvimento de sistemas.</p><p>1. Compreendendo a atividade de levantamento de requisitos</p><p>O levantamento de requisitos é uma atividade fundamental no processo de desenvolvimento de</p><p>software. Consiste em identi�car, coletar e compreender as necessidades, expectativas e</p><p>restrições dos usuários e outras partes interessadas para o sistema em questão. O objetivo é</p><p>estabelecer uma base sólida para o projeto, garantindo que o software desenvolvido atenda às</p><p>necessidades reais dos usuários.</p><p>O levantamento de requisitos pode ser dividido em dois tipos principais:</p><p>a) Requisitos funcionais: esses requisitos descrevem as funcionalidades e os comportamentos</p><p>especí�cos que o sistema deve oferecer. Eles respondem à pergunta "O que o sistema deve</p><p>fazer?" e são geralmente expressos como ações, operações ou serviços esperados pelo usuário.</p><p>Por exemplo, em um sistema de e-commerce, os requisitos funcionais podem incluir "realizar a</p><p>busca de produtos", "adicionar itens ao carrinho" e "�nalizar o pedido".</p><p>b) Requisitos não funcionais: esses requisitos abordam as características não relacionadas às</p><p>funcionalidades diretas do sistema, mas que são igualmente importantes. Eles tratam de</p><p>aspectos como desempenho, segurança, usabilidade, con�abilidade e escalabilidade. Por</p><p>exemplo, requisitos não funcionais podem incluir "tempo de resposta do sistema inferior a 2</p><p>segundos", "acesso seguro aos dados do usuário" e "interface intuitiva e de fácil aprendizado".</p><p>Tipos de requisitos para projeto</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Além dos requisitos funcionais e não funcionais, é importante entender outros tipos de requisitos</p><p>que podem surgir durante o levantamento e a análise. Alguns exemplos comuns incluem:</p><p>a) Requisitos de negócio: esses requisitos estão relacionados aos objetivos e às estratégias de</p><p>negócio da organização. Eles re�etem as necessidades do cliente e a visão geral do sistema</p><p>dentro do contexto organizacional.</p><p>b) Requisitos de usuário: esses requisitos se concentram nas necessidades dos usuários �nais</p><p>do sistema. São derivados de suas atividades, expectativas e restrições especí�cas. É</p><p>importante envolver ativamente os usuários durante a fase de levantamento para obter uma</p><p>compreensão precisa de suas necessidades.</p><p>c) Requisitos de sistema: esses requisitos de�nem as características e restrições do sistema</p><p>como um todo. Eles incluem requisitos de hardware, software, rede, segurança e outros aspectos</p><p>relacionados à infraestrutura do sistema.</p><p>A importância da análise de requisitos para o projeto</p><p>Ao analisar e validar os requisitos coletados durante o levantamento, podemos garantir que eles</p><p>sejam claros, consistentes, completos e testáveis. Alguns benefícios importantes da análise de</p><p>requisitos incluem:</p><p>a) Evitar retrabalho: a análise adequada de requisitos ajuda a identi�car possíveis problemas ou</p><p>inconsistências antecipadamente, evitando retrabalho no desenvolvimento do software. Isso</p><p>economiza tempo e recursos signi�cativos ao longo do projeto.</p><p>b) Sincronizar expectativas: a análise de requisitos permite que as expectativas do cliente e das</p><p>partes interessadas sejam compreendidas e alinhadas com o produto �nal. Isso ajuda a evitar</p><p>mal-entendidos e garante que o software atenda às necessidades reais dos usuários.</p><p>c) Orientar o projeto: a análise de requisitos fornece uma base sólida para o projeto de software,</p><p>orientando as decisões de design, arquitetura e implementação. Isso garante que o sistema seja</p><p>desenvolvido de forma coerente e atenda aos objetivos estabelecidos.</p><p>Nesta aula, exploramos os fundamentos do levantamento de requisitos e sua importância no</p><p>projeto de software. Discutimos os tipos de requisitos, incluindo os funcionais e não funcionais,</p><p>assim como outros tipos relevantes. Também destacamos a importância da análise de requisitos</p><p>para evitar retrabalho, sincronizar expectativas e orientar o projeto de forma e�caz.</p><p>Importância da análise de requisitos em projetos web</p><p>Disciplina</p><p>Implementação de Projeto Web</p><p>Nesta aula, aprofundaremos nosso conhecimento nessa área, explorando os diferentes tipos de</p><p>requisitos e a importância da análise desses requisitos para o sucesso do projeto.</p><p>O levantamento de requisitos envolve a coleta de informações sobre as necessidades dos</p><p>usuários e os requisitos do sistema. Lembrando que os requisitos podem ser agrupados em duas</p><p>categorias principais: requisitos funcionais e requisitos não funcionais. Os requisitos funcionais</p><p>descrevem as funcionalidades especí�cas que o sistema deve oferecer, ou seja, as ações que ele</p><p>deve ser capaz de executar.</p><p>Já os requisitos não funcionais estão relacionados às características e qualidades do sistema.</p><p>Eles descrevem os atributos do sistema, como desempenho, segurança, usabilidade e</p><p>con�abilidade.</p><p>A análise dos requisitos envolve a compreensão detalhada dos requisitos coletados, a</p><p>identi�cação de inconsistências, ambiguidades ou lacunas e a de�nição de requisitos claros,</p><p>concisos e não ambíguos.</p><p>A importância do levantamento de requisitos se torna evidente quando consideramos as</p><p>consequências de um levantamento inadequado. Caso os requisitos não sejam coletados e</p><p>analisados de forma adequada, podem ocorrer problemas durante o desenvolvimento do projeto.</p><p>Por exemplo, funcionalidades importantes podem ser omitidas, requisitos con�itantes podem</p><p>surgir e os custos e prazos podem aumentar devido a retrabalhos necessários para corrigir</p><p>problemas.</p><p>Vejamos alguns exemplos práticos para entender quando</p>

Mais conteúdos dessa disciplina