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<p>LLLiiivvvrrrooo dddiiigggiiitttaaalll</p><p>POSICIONAMENTOS</p><p>RADIOGRÁFICOS</p><p>I N S T I T U T O C I M A S</p><p>Seja bem vindo</p><p>Esse é um livro digital idealizado e produzido pelo Instituto</p><p>Cimas, referência no mercado com, mais de 50 cursos</p><p>gratuitos na área da saúde, bem como uma variedade de</p><p>cursos nas categorias de: Pós-Graduação, cursos de</p><p>especialização pós-técnico, cursos técnicos, cursos de</p><p>aprimoramento, cursos livres e cursos de férias.</p><p>Além disso, o Instituto Cimas oferece cursos preparatórios</p><p>para concurso público nas áreas de radiologia e</p><p>enfermagem, assim como, palestras e workshops para o</p><p>público interno e externo.</p><p>Nos siga nas redes sociais e se inscreva no nosso canal do</p><p>Youtube para ter acesso a conteúdos como esse!</p><p>Bons estudos!</p><p>@institutocimas</p><p>Instituto Cimas _</p><p>www.institutocimas.com.br</p><p>https://www.instagram.com/institutocimas/?igshid=88l0n0ln0ulm</p><p>https://www.youtube.com/c/institutocimas2007</p><p>https://www.youtube.com/c/institutocimas2007</p><p>https://www.institutocimas.com.br/</p><p>Sumário</p><p>Introdução ........................................................................ 04</p><p>Equipamentos Radiográficos ................................................... 06</p><p>Parâmetros Radiográficos .......................................................... 10</p><p>Preparação e cuidados para o exame ............................................................. 20</p><p>Terminologia e posicionamento anatômico ........................................................... 38</p><p>Técnicas Radiográficas .................................................. 62</p><p>Auto-avaliação ............................................................................... 152</p><p>Referências .............................................................................. 159</p><p>BÔNUS: Descomplicando o posicionamento radiológico- Caderno de</p><p>Anotações</p><p>IIINNNTTTRRROOODDDUUUÇÇÇÃÃÃOOO</p><p>04</p><p>HHHiiissstttóóórrriiiaaa eee sssuuurrrgggiiimmmeeennntttooo</p><p>dddaaa rrraaadddiiiooolllooogggiiiaaa</p><p>A história da Radiologia começou em 1895 com a</p><p>descoberta experimental dos raios X pelo físico alemão</p><p>Wilhelm Conrad Roentgen. À época as aplicações médicas</p><p>desta descoberta revolucionaram a medicina, pois havia se</p><p>tornado possível a visão do interior dos pacientes. Com o</p><p>passar dos anos, este método evoluiu e assumiu uma</p><p>abrangência universal na pesquisa diagnóstica do ser</p><p>humano.</p><p>04</p><p>A primeira radiografia foi realizada em 22 de</p><p>dezembro de 1895. Neste dia, Roentgen pôs a mão esquerda</p><p>de sua esposa Anna Bertha Roentgen no chassi, com filme</p><p>fotográfico, fazendo incidir a radiação oriunda do tubo por</p><p>cerca de 15 minutos. Revelado o filme, lá estava, para</p><p>confirmação de suas observações, a figura da mão de sua</p><p>esposa e seus ossos dentro das partes moles menos densas.</p><p>No Brasil, a primeira radiografia realizada foi em 1896. A</p><p>primazia é disputada por vários pesquisadores: SILVA</p><p>RAMOS, em São Paulo; FRANCISCO PEREIRA NEVES, no</p><p>Rio de Janeiro; ALFREDO BRITO, na Bahia; e físicos do Pará.</p><p>Como a história não relata dia e mês, conclui-se que as</p><p>diferenças cronológicas sejam muito pequenas.</p><p>05</p><p>EEEQQQUUUIIIPPPAAAMMMEEENNNTTTOOOSSS</p><p>RRRAAADDDIIIOOOGGGRRRÁÁÁFFFIIICCCOOOSSS</p><p>06</p><p>EEEqqquuuiiipppaaammmeeennntttooosss dddeee</p><p>RRRaaaiiiooos-X</p><p>cccooonnnvvveeennnccciiiooonnnaaalll</p><p>Os equipamentos são compostos dos seguintes</p><p>componentes:</p><p>Painel de controle ou comando</p><p>Mesa com tampo flutuante ou fixo (aproximadamente</p><p>70 cm x 190 cm);</p><p>Braço giroscópico conectado a uma torre que se move</p><p>na horizontal</p><p>Cabeçote dotado com tubo de raios x;</p><p>Em geral, os equipamentos apresentam tensão entre 40 e 150</p><p>kV, corrente elétrica entre 50 e 1000 mA.</p><p>07</p><p>Componente onde se encontram os fatores de exposição</p><p>usados nos exames radiológicos. Nesta mesa podem ser</p><p>controladas a tensão Equipamentos de Radiologia da rede</p><p>(kV), a corrente elétrica (mA) e o tempo de exposição (ms e s).</p><p>Componente de vidro tipo pyrex ou de metal denominado de</p><p>Coolidge para suportar altas temperaturas, contendo dois</p><p>eletrodos: o cátodo e ânodo que funcionam no vácuo de</p><p>forma a obter maior eficiência na produção de raios X e maior</p><p>vida útil. Tem cerca de 30 a 50 centímetros (cm) de</p><p>comprimento e 20 cm de diâmetro. Os tubos mais antigos</p><p>chamados de Crookes, não funcionavam no vácuo, mas eram</p><p>ampolas que continham quantidade controlada de gás.</p><p>08</p><p>Tubo de raios X</p><p>Painel de Controle ou Mesa de Comando</p><p>Componentes internos do tubo</p><p>Ânodo</p><p>É o lado positivo do tubo de raios X que conduz</p><p>eletricidade, irradia calor e contém o alvo.</p><p>Existem ânodos fixos e os giratórios. Os elétrons</p><p>projetados do cátodo interagem com o ânodo e</p><p>mais Equipamentos de Radiologia Os elétrons</p><p>projetados do cátodo interagem com o ânodo e</p><p>mais de 99% da energia cinética é convertido em</p><p>calor, valor que é dissipado rapidamente por</p><p>cobre, molibdênio e grafite. A desaceleração dos</p><p>elétrons sobre o alvo produz energia suficiente</p><p>para originar efeito fotoelétrico.</p><p>Cátodo</p><p>É um filamento duplo separando os dois pontos</p><p>focais. O cátodo é o componente negativo do</p><p>tubo de raios X contendo filamento com capa</p><p>focalizadora. Ambos os filamentos contém 2 mm</p><p>de diâmetro sendo que o foco grosso pode variar</p><p>de 1.20 a 2.00 cm d e comprimento, enquanto que</p><p>o fino de 0.80 a 1.20 cm.</p><p>Capa</p><p>focalizadora</p><p>É um invólucro metálico que limita o espalhamento</p><p>do feixe de elétrons oriundos do cátodo e</p><p>direcionando o máximo de cargas para o ponto</p><p>focal do ânodo. A capa é carregada</p><p>negativamente para confinar o feixe de</p><p>Equipamentos de Radiologia A capa é carregada</p><p>negativamente para confinar o feixe de elétrons</p><p>em uma pequena área.</p><p>09</p><p>PPPAAARRRÂÂÂMMMEEETTTRRROOOSSS</p><p>RRRAAADDDIIIOOOGGGRRRÁÁÁFFFIIICCCOOOSSS</p><p>10</p><p>QQQuuuaaallliiidddaaadddeee dddaaa iiimmmaaagggeeemmm</p><p>rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccaaa</p><p>A percepção de pequenos detalhes em estruturas</p><p>reduzidas é chamada de limiar de detecção. A maneira</p><p>conhecida de se tentar aumentar esta capacidade de</p><p>detecção dos Profissionais é assegurar a imagem com</p><p>qualidade.</p><p>A imagem radiográfica com qualidade é aquela que</p><p>possui valor suficiente para identificar a anatomia e as</p><p>possíveis alterações para dar condições ao interpretador</p><p>gerar um laudo. Esta capacidade não é igual em todas as</p><p>pessoas, por isso uma imagem d e qualidade para uma</p><p>determinada pessoa pode ser considerada sem qualidade</p><p>para outra.</p><p>Os Radiologistas trabalham com um conjunto de</p><p>informações durante para a interpretação de uma</p><p>radiografia. São informações visuais da imagem em</p><p>associando a história clínica, anatômicas, fisiológicas,</p><p>patológicas e histológicas.</p><p>As características que podem definir a qualidade da</p><p>imagem radiográfica podem ser divididas em características</p><p>geométricas:</p><p>O detalhe registrado e a distorção (que controlam o</p><p>detalhe).</p><p>Densidade e o contraste (que controlam a visualização do</p><p>detalhe).</p><p>11</p><p>Grade antidifusora</p><p>Colimação</p><p>AAAccceeessssssóóórrriiiooosss</p><p>Após a interação dos raios x com o tecido, o efeito compton</p><p>produz a radiação espalhada, que não carregam nenhuma</p><p>informação para a formação da imagem latente. A radiação</p><p>espalhada só contribui para formação do véu na imagem o</p><p>que consequentemente produz a redução do contraste da</p><p>referida imagem. A grade anti-difusora aumenta o contraste</p><p>do tecido pela redução do número de raios X espalhados pelo</p><p>tecido.</p><p>A colimação é o nome que se dá para o processo</p><p>e a crista ilíaca</p><p>ao nível de L3.</p><p>Perfil Normal Direito e Perfil Normal Esquerdo</p><p>(Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões laterais, direita ou esquerda, do abdome mais</p><p>próximo do receptor.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no espaço que</p><p>coincide com a terceira vértebra lombar, ao nível da</p><p>crista ilíaca na altura de L3.</p><p>128</p><p>Posição em Oblíqua Posterior Direita (OPD) e Oblíqua</p><p>Posterior Esquerda (OPE)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior direita ou esquerda do abdome mais</p><p>próximas do receptor.</p><p>Paciente em hemidecúbito dorsal ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>Obliquidade paciente-filme 45°.</p><p>Raio central perpendicular penetrando no nível de L3.</p><p>Perfil Localizado de L5-S1</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda da articulação lombo</p><p>sacra mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática ou em decúbito lateral.</p><p>Raio central perpendicular penetrando 3 a 4 cm abaixo</p><p>do ponto mais alto da crista ilíaca.</p><p>129</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa cccooollluuunnnaaa sssaaacccrrraaa</p><p>Ântero-posterior (AP) – Incidência de Ferguson</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior da coluna sacra mais próxima do RI.</p><p>Paciente em decúbito dorsal.</p><p>Raio central com uma inclinação cefálica entre 15° e 25°,</p><p>penetrando de maneira que tangencie a sínfise pubiana.</p><p>Perfil Esquerdo Normal</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda da bacia mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando a</p><p>aproximadamente 5 cm em sentido distal à crista ilíaca.</p><p>130</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa cccooollluuunnnaaa cccoooccccccííígggeeeaaa</p><p>Perfil Esquerdo (P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral esquerda da bacia mais próximas do RI.</p><p>Paciente em decúbito lateral ou em posição ortostática.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na região ilíaca</p><p>para passar no meio do cóccix.</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do cóccix mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal ou em posição ortostática.</p><p>Raio central com uma inclinação podálica de 5° a 15°,</p><p>penetrando no meio do espaço entre as duas espinhas</p><p>ilíacas anterossuperiores e a sínfise pubiana.</p><p>131</p><p>CCCrrrââânnniiiooo eee fffaaaccceee</p><p>O crânio é dividido em dois grupos principais de ossos:</p><p>O crânio propriamente dito, que consiste em 8 ossos e;</p><p>Ossos da face, totalizando quatorze.</p><p>Os ossos do crânio são divididos em calota craniana e</p><p>assoalho, sendo quatro ossos de cada divisão:</p><p>Calota craniana Assoalho</p><p>Frontal Temporal esquerdo</p><p>Parietal esquerdo</p><p>Temporal direito</p><p>Parietal direito</p><p>Esfenóide</p><p>Occipital</p><p>Etmóide</p><p>132</p><p>Os ossos da face são divididos em:</p><p>Mandíbula</p><p>Nasal esquerdo</p><p>Vômer</p><p>Nasal direito</p><p>Zigomático esquerdo</p><p>Lacrimal esquerdo</p><p>Zigomático direito</p><p>Lacrimal direito</p><p>Maxila direita</p><p>Concha nasal inferior</p><p>esquerda</p><p>Palatino esquerdo</p><p>Concha nasal inferior</p><p>direita</p><p>Palatino direito</p><p>133</p><p>Suturas cranianas</p><p>Sutura Coronal</p><p>Entre os ossos frontal e parietal;</p><p>Sutura Sagital</p><p>Entre os dois parietais (linha sagital</p><p>mediana);</p><p>Sutura Lambdóide</p><p>Entre os parietais e o occipital;</p><p>Sutura Escamosa</p><p>Entre o parietal e o temporal.</p><p>134</p><p>Linhas de posicionamento do crânio</p><p>LGM</p><p>Linha Glabelomeatal</p><p>LOM</p><p>Linha Orbitomeatal</p><p>LIOM</p><p>Linha Infra-Orbitomeatal</p><p>LAM</p><p>Linha Acatomeatal</p><p>LMM</p><p>Linha Mentomeatal</p><p>135</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo cccrrrââânnniiiooo</p><p>Póstero-anterior PA – (Incidência de Caldwell)</p><p>Técnica:</p><p>Região da face mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>Regiões frontal e nasal sobre a linha central da mesa,</p><p>com os braços em uma posição que permita melhor apoio.</p><p>O raio central deve penetrar paralelo à LOM (linha</p><p>horizontal alemã segundo Boisson), saindo no násio.</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>Raio central penetrando paralelo à linha orbito meatal</p><p>(LOM), com uma média de 12° podálicos no násio, ou</p><p>perpendicular quando se consegue manter a LHA</p><p>vertical em relação ao plano da mesa.</p><p>136</p><p>Perfil direito (P. dir.) ou Perfil esquerdo (P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda mais próxima do RI.</p><p>Paciente em hemi decúbito ventral, sentado ou em</p><p>posição ortostática.</p><p>Quando em hemi decúbito ventral, colocar o corpo em</p><p>posição oblíqua, apoiado sobre o antebraço, com o joelho</p><p>fletido do lado elevado.</p><p>A cabeça deverá estar algo estendida, para melhor</p><p>enquadrá-la no espaço do filme 24 × 30 cm.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível da sela</p><p>turca.</p><p>137</p><p>Semi-Axial Ântero-posterior (Incidência de Towne)</p><p>Técnica</p><p>Região posterior da cabeça mais próxima do RI.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>O paciente deve aproximar o máximo possível o queixo</p><p>da fúrcula esternal com a intenção de reduzir a</p><p>angulação raio central, que deve ser de 35° em relação à</p><p>LOM.</p><p>O raio central penetra na região frontal, passa pelos</p><p>condutos auditivos.</p><p>Incidência de Hirtz – Submento vértice</p><p>Técnica</p><p>Região superior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>138</p><p>Raio central penetrando perpendicular, passando no</p><p>meio da LOM quando estiver paralela ao plano da mesa.</p><p>Em caso contrário, inclina-se o raio central cefalicamente</p><p>até que penetre perpendicular à LOM.</p><p>139</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa ssseeelllaaa tttuuurrrcccaaa</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica:</p><p>Paciente em decúbito ventral, no mesmo posicionamento</p><p>da incidência Póstero-anterior do crânio.</p><p>Plano mediano sagital coincidindo com a linha central da</p><p>mesa.</p><p>Raio central deve sair no násio e poderá incidir</p><p>perpendicular ou com inclinação podálica de 10°a 12°,</p><p>desde que passando paralelo à LOM.</p><p>Perfil Direito (P. dir.) e Perfil Esquerdo (P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Paciente em hemi decúbito lateral, no mesmo</p><p>posicionamento das incidências laterais do crânio.</p><p>Plano mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da</p><p>mesa.</p><p>Raio central deverá incidir perpendicular, 02 cm para</p><p>frente e para cima do conduto auditivo externo.</p><p>140</p><p>Semi-Axial Ântero-posterior (Incidência de Towne)</p><p>Técnica:</p><p>Paciente em decúbito dorsal, no mesmo posicionamento</p><p>da incidência de Towne para crânio.</p><p>Plano mediano sagital do paciente coincidindo com a</p><p>linha central da mesa.</p><p>Raio central incidindo na região frontal com uma</p><p>inclinação podálica de 35° em relação à linha horizontal</p><p>alemã, passando pelo conduto auditivo externo.</p><p>141</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa aaarrrtttiiicccuuulllaaaçççãããooo</p><p>ttteeemmmpppooorrrooommmaaannndddiiibbbuuulllaaarrr</p><p>Incidência de Schüller Bilateral</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita e esquerdada cabeça mais</p><p>próximas do filme.</p><p>Paciente em hemi decúbito lateral, com o corpo em</p><p>posição oblíqua. Região da articulação coincidindo com a</p><p>linha central da mesa.</p><p>De cada lado, são feitas radiografias com a boca aberta</p><p>ao máximo e fechada.</p><p>Raio central com uma inclinação podálica de 25° a 30°,</p><p>penetrando entre 05 e 07 cm acima da ATM mais</p><p>afastada do filme e saindo na articulação mais próxima</p><p>da linha central da mesa.</p><p>Semi-Axial Ântero-posterior (Inc. de Towne)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior da cabeça e coluna cervical mais</p><p>próxima do receptor.</p><p>142</p><p>Paciente em ortostática ou em decúbito dorsal, com o</p><p>plano mediano sagital coincidindo com a linha central da</p><p>mesa.</p><p>Raio central penetrando com angulação entre 30° e 35°</p><p>em relação à LOM, passando pelo meio do espaço entre</p><p>as articulações temporomandibulares.</p><p>143</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa mmmaaannndddíííbbbuuulllaaa</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito ventral, sentado ou em posição</p><p>ortostática, com o seu plano mediano sagital coincidindo</p><p>com a linha central da mesa ou estativa vertical.</p><p>Raio central perpendicular, passando no meio do espaço</p><p>entre os dois gônios.</p><p>Oblíquas Direita e Esquerda – Incidências de Bellot</p><p>Técnica:</p><p>Regiões laterais inferiores direita e esquerdada face e da</p><p>cabeça mais próximas do filme.</p><p>144</p><p>Paciente em decúbito lateral rigoroso, sentado ou em</p><p>posição ortostática, pendendo a cabeça, até encostar-se</p><p>à mesa ou na estativa.</p><p>O raio central deve penetrar no gônio mais afastado do</p><p>receptor.</p><p>145</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooosss ooossssssooosss ppprrróóóppprrriiiooosss</p><p>dddooo nnnaaarrriiizzz (((OOOPPPNNN)))</p><p>Perfil Direito (P. dir.) e Perfil Esquerdo (P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda da face mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em hemi decúbito ventral, sentado ou em</p><p>posição ortostática, de modo que o plano mediano sagital</p><p>da cabeça fique paralelo ao plano da mesa.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no násio.</p><p>146</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooosss aaarrrcccooosss zzziiigggooommmááátttiiicccooosss</p><p>Submentovértice (Hirtz modificada)</p><p>Técnica:</p><p>Região superior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>O plano mediano sagital do paciente deve coincidir com a</p><p>linha central da mesa ou estativa.</p><p>Raio central penetrando perpendicular a LOM.</p><p>Obliqua tangencial</p><p>Técnica:</p><p>Região superior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática. Inclinar a cabeça 15° para o lado que se</p><p>esteja examinando.</p><p>Raio central tangenciando o arco zigomático.</p><p>147</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooosss ssseeeiiiooosss dddaaa fffaaaccceee</p><p>Frontonaso (Incidência de Caldwell)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior da cabeça mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado.</p><p>As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros</p><p>Raio central incide paralelo à LOM, saindo no násio.</p><p>Mentonaso (Incidência de Waters)</p><p>Técnica:</p><p>Região mentoniana mais próxima do filme. Paciente em</p><p>posição ortostática ou sentado.</p><p>As mãos devem estar apoiadas lateralmente aos ombros.</p><p>O paciente deverá estender o pescoço, apoiando a</p><p>cabeça pela região mentoniana. A LOM deve formar</p><p>um ângulo de 45°com o plano da mesa.</p><p>Raio central penetra perpendicular, saindo no acântio.</p><p>148</p><p>Perfil direito (P dir.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita da cabeça mais próximas do RI.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado, com o plano</p><p>mediano sagital da cabeça paralelo ao plano da mesa ou</p><p>estativa.</p><p>É o mesmo posicionamento da incidência em Perfil de</p><p>crânio, só que a região da borda externada órbita</p><p>deverá estar coincidindo com a linha central da mesa.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no canto</p><p>externo.</p><p>149</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo cccaaavvvuuummm</p><p>Perfil Direito (P. dir.) ou Perfil Esquerdo (P. esq.) com</p><p>RC Horizontal</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda da face mais próximas</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, com o chassi colocado na</p><p>vertical.</p><p>É considerada a projeção com o posicionamento em perfil</p><p>mais rigoroso.</p><p>Raio central horizontal, penetrando no ramo da</p><p>mandíbula.</p><p>Perfil dir. ou esq. com RC perpendicular (Boca aberta</p><p>e Boca fechada)</p><p>Técnica:</p><p>Crânio posicionado em perfil absoluto.</p><p>Paciente ereto, em ortostase, ou até mesmo sentado.</p><p>Com o e a cabeça orientada no plano horizontal, e em</p><p>inspiração na incidência com a boca fechada.</p><p>150</p><p>Serão obtidas incidências em perfil pra cavum com boca</p><p>aberta e fechada.</p><p>Raio Central direcionado para a adenoide, incidindo nos</p><p>ramos mandibulares.</p><p>151</p><p>AAAUUUTTTOOO---AAAVVVAAALLLIIIAAAÇÇÇÃÃÃOOO</p><p>152</p><p>1- Assinale a alternativa que apresenta corretamente a</p><p>posição do corpo do paciente com a respectiva</p><p>descrição.</p><p>A) Tredelenburg: decúbito, com a cabeça mais alta que os</p><p>pés.</p><p>B) Posição de Fowler: deitado de costas com a face para</p><p>cima.</p><p>C) Posição de litotomia: decúbito, cabeça mais baixa que os</p><p>pés.</p><p>D) Supina: decúbito supino, joelhos e quadril flexionados.</p><p>E) Decúbito ventral: deitado com abdome e a face para baixo</p><p>(prona).</p><p>2- Ao realizar uma radiografia da coluna para estudo de</p><p>escoliose, o paciente deve se apresentar em:</p><p>A) posição ortostática e descalço.</p><p>B) hiperflexão.</p><p>C) posição oblíqua.</p><p>D) decúbito lateral.</p><p>E) decúbito ventral.</p><p>3- As incidências convencionais para fratura de</p><p>costelas são:</p><p>A) AP e oblíquas.</p><p>B) AP e perfil.</p><p>C) AP e tangencial.</p><p>D) AP e axial.</p><p>153</p><p>4- Incidência é um termo de posicionamento que</p><p>descreve a direção dos raios X quando estes</p><p>atravessam o paciente, projetando uma imagem no</p><p>receptor. Considerando os termos comuns de incidência,</p><p>identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as</p><p>seguintes afirmativas:</p><p>( ) Incidência póstero-anterior é a incidência na qual os</p><p>raios X penetram na superfície anterior e saem na</p><p>posterior, mesmo quando há uma rotação intencional.</p><p>( ) Uma incidência AP do membro superior ou inferior que</p><p>estiver em rotação é denominada oblíqua.</p><p>( ) As incidências mediolateral do tornozelo e látero-</p><p>medial do punho são exemplos de incidência lateral dos</p><p>raios X.</p><p>( ) Obtém-se uma incidência AP verdadeira quando não</p><p>há rotação, a menos que algum termo que a qualifique</p><p>seja também utilizado, indicando ser uma incidência</p><p>oblíqua.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência</p><p>correta, de cima para baixo:</p><p>A) F – V – F – V</p><p>B) V – F – V – F</p><p>C) V – F – F – V</p><p>D) F – V – V – V</p><p>E) V – V – F – F</p><p>154</p><p>5- Com base na descrição dos planos imaginários do</p><p>corpo humano para o posicionamento e direcionamento</p><p>do raio central durante um exame radiográfico, é</p><p>correto afirmar:</p><p>A) O plano sagital é definido como um plano longitudinal que</p><p>divide o corpo em dois quadrantes, o superior e o inferior.</p><p>B) O plano coronal é qualquer plano longitudinal que divide o</p><p>corpo em duas partes, anterior e posterior.</p><p>C) O plano da base da cabeça é obtido pela intersecção</p><p>entre as linhas das margens infraorbitárias às margens</p><p>superiores do meato acústico externo.</p><p>D) O plano axial é definido como um plano longitudinal ou</p><p>oblíquo, que divide o corpo humano nas porções direita e</p><p>esquerda.</p><p>E) O plano oblíquo transverso que divide a cabeça humana</p><p>nas metades superior e inferior, paralelo ao plano de</p><p>Frankfurt, chama-se plano mediano.</p><p>6- As articulações sacroilíacas são, frequentemente,</p><p>sede de dor lombar ou lombociatalgia, vista comumente</p><p>na prática clínica diária, sendo o processo inflamatório</p><p>não infeccioso, a sacroiliíte, a causa mais comum de</p><p>doença nessa topografia. A radiografia convencional é o</p><p>método de imagem ainda mais usado na prática clínica</p><p>para a avaliação da articulação sacroilíaca.</p><p>155</p><p>Diante disso, assinale a alternativa que contém as</p><p>incidências a serem realizadas em uma rotina radiológica</p><p>das articulações sacroilíacas:</p><p>A) Lateral direito e esquerdo.</p><p>B) AP, Oblíquas e Ferguson.</p><p>C) PA, OPE e Lateral direito.</p><p>D) PA e AP com angulação caudal.</p><p>7- Em um pedido médico em que se solicita para</p><p>radiografar o osso calcâneo em AP e perfil, a região que</p><p>deverá ser estudada é o(a):</p><p>A) bacia.</p><p>B) crânio.</p><p>C) coluna.</p><p>D) pé.</p><p>E) joelho.</p><p>8- A respeito dos critérios radiográficos, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>A) As estruturas mostradas devem precisamente evidenciar</p><p>as partes anatômicas, independentemente da solicitação</p><p>descrita no pedido médico.</p><p>B) O posicionamento da parte do corpo e os fatores de</p><p>posicionamento não são importantes para a incidência.</p><p>C) Os fatores quilovoltagem (kV), miliamperagem (mA) e</p><p>tempo podem ser estimados para uma exposição ideal da</p><p>parte do corpo a ser radiografada, independentemente do</p><p>movimento do paciente.</p><p>156</p><p>D) A colimação é utilizada e ajustada ao se visualizar o campo</p><p>luminoso direcionado sobre o paciente, a parte do corpo a ser</p><p>radiografada e o direcionamento do raio central.</p><p>E) Os marcadores de imagem que identificam o lado direito ou</p><p>esquerdo da posição do paciente devem ser colocados</p><p>corretamente para que fiquem superpostos à anatomia</p><p>essencial.</p><p>9- Após consulta com médico ortopedista, um paciente</p><p>se apresenta na sala de raios-x com um pedido de</p><p>exame de ombro – frente, incidência AP.</p><p>No atendimento, o técnico deverá:</p><p>A) Posicionar o braço examinado de forma elevada, apoiando</p><p>a mão no crânio, incidindo o RC na articulação glenoumeral</p><p>com 10º no sentido cefálico.</p><p>B) Posicionar o úmero ao longo do corpo, com a palma mão</p><p>apoiada na coxa, e incidir o RC na perpendicular, entrando</p><p>na articulação glenoumeral.</p><p>C) Posicionar o braço sobre o chassi, colocado sob a axila,</p><p>com RC incidindo na região mais alta do músculo deltoide, na</p><p>altura da cabeça do úmero.</p><p>D) Posicionar o paciente com o plano coronal em ângulo de</p><p>30º com o filme, membro superior em rotação interna e RC</p><p>incidindo na articulação glenofemural com 15º no sentido</p><p>podálico.</p><p>E) Posicionar o membro contralateral sobre a cabeça do</p><p>paciente, chassi 2 cm acima do acrômio e RC incidindo na</p><p>157</p><p>axila contralateral e emergindo na cabeça do úmero do lado</p><p>de interesse.</p><p>10- Após consulta com médico ortopedista, um paciente</p><p>se apresenta na sala de raios-x com um pedido de</p><p>exame de ombro – frente, incidência AP.</p><p>No atendimento, o técnico deverá:</p><p>A) Posicionar o braço examinado de forma elevada, apoiando</p><p>a mão no crânio, incidindo o RC na articulação glenoumeral</p><p>com 10º no sentido cefálico.</p><p>B) Posicionar o úmero ao longo do corpo, com a palma mão</p><p>apoiada na coxa, e incidir o RC na perpendicular, entrando</p><p>na articulação glenoumeral.</p><p>C) Posicionar o braço sobre o chassi, colocado sob a axila,</p><p>com RC incidindo na região mais alta do músculo deltoide, na</p><p>altura da cabeça do úmero.</p><p>D) Posicionar o paciente com o plano coronal em ângulo de</p><p>30º com o filme, membro superior em rotação interna e RC</p><p>incidindo na articulação glenofemural com 15º no sentido</p><p>podálico.</p><p>E) Posicionar o membro contralateral sobre a cabeça do</p><p>paciente, chassi 2 cm acima do acrômio e RC incidindo na</p><p>axila contralateral e emergindo na cabeça do úmero do lado</p><p>de interesse.</p><p>158</p><p>GABARITO</p><p>1)E 2)A 3)A 4)D 5)B 6)B 7)D 8)D 9)B 10)B</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>TRATADO de POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO e</p><p>ANATOMIA ASSOCIADA- John P. Lampignano Leslie E.</p><p>Kendrick</p><p>Série Manuais do Hospital das Clínicas da UNICAMP: MANUAL</p><p>DE PROCESSOS DE TRABALHO DA IMAGINOLOGIA E</p><p>SERVIÇO DE RADIOLOGIA; 3ª edição; Campinas, 2017</p><p>TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS BOISSON</p><p>CLARK'S POSITIONING IN RADIOGRAPHY</p><p>MERRILL POSICIONES RADIOGRAFICAS Y</p><p>PROCEDIMIENTOS RADIOLOGICOS.</p><p>Material Revisado pelo Professor Walter Luis Caetano</p><p>159</p><p>de tornar</p><p>paralelas, com a maior precisão possível, as trajetórias de</p><p>determinadas partículas de determinados feixes. São</p><p>restritores de feixes de raios x.</p><p>12</p><p>Filtração</p><p>Os filtros compensadores são utilizados para manter a</p><p>intensidade do feixe de radiação uniforme. São filtros de</p><p>alumínio e resinas. Ao adicionar a filtração do feixe de raios X</p><p>ocorrerá redução na intensidade da energia média. Os fótons</p><p>de baixa energia servem para incrementar a dose absorvida</p><p>no paciente e a radiação espalhada durante os exames.</p><p>13</p><p>Distância Foco/Receptor x Estrutura/Receptor</p><p>DDDiiissstttââânnnccciiiaaasss</p><p>A distorção do tamanho de um objeto em uma radiografia só</p><p>pode ser ampliação, nunca diminuição. Isto se deve a</p><p>geometria divergente do feixe de raios X. Toda a distorção do</p><p>tamanho é controlada pelas distâncias DFR e DFO.</p><p>A diminuição da distorção do tamanho melhora a resolução</p><p>da imagem. A ampliação é controlada pela posição do objeto</p><p>e do tubo, visando à maximização da DFR e a minimização da</p><p>DOR.</p><p>14</p><p>Ajuste da Corrente Elétrica (mA)</p><p>Carga transportavel (mAs)</p><p>PPPrrroooddduuuçççãããooo dddooosss RRRaaaiiiooosss---XXX</p><p>A corrente elétrica no tubo de raios X, que sai do cátodo na</p><p>direção do anodo, é medida em miliampéres (mA) , definido</p><p>como o número de elétrons emitidos por um dos filamentos.</p><p>Parâmetros Radiográficos O produto da corrente no tubo de</p><p>raios X (mA) e a exposição (s) é o mAs.</p><p>A quantidade de fótons produzidos em um feixe de radiação</p><p>é proporcional a carga transportável (mAs), e pode ser</p><p>mesurado por meio do número total de elétrons que são</p><p>Parâmetros Radiográficos emitidos do cátodo para o ânodo</p><p>em um intervalo de tempo.</p><p>15</p><p>Efeito da Tensão de Pico (kVp)</p><p>PPPrrroooddduuuçççãããooo dddooosss RRRaaaiiiooosss---XXX</p><p>A tensão de pico determina a qualidade do feixe de raios X</p><p>em razão da penetração na região anatômica estudada e a</p><p>energia média dos fótons incidentes. A qualidade do feixe de</p><p>radiação está intrinsecamente relacionada à tensão aplicada</p><p>a cada exame.</p><p>16</p><p>Distância</p><p>FFFaaatttooorrreeesss qqquuueee iiinnnfffllluuueeennnccciiiaaammm</p><p>nnnaaa fffooorrrmmmaaaçççãããooo dddaaa iiimmmaaagggeeemmm</p><p>A resolução aumenta quando a distância objeto-receptor</p><p>(DOR) diminui. Por este motivo sempre se posiciona o paciente</p><p>o mais próximo possível do RI. A resolução também aumenta</p><p>quando a distância foco-receptor (DFR) aumenta. Alguns</p><p>radiologistas defendem a mudança da DFR normalmente</p><p>usada de 100 cm para 120 cm. Quando algum ajuste for</p><p>necessário buscando uma melhor resolução, a DOR deve ser</p><p>considerada em primeiro lugar.</p><p>17</p><p>Influência dos fatores geométricos na resolução.</p><p>Em A, o ponto focal real maior produz um ponto focal efetivo</p><p>maior. O ângulo de incidência dos elétrons é o mesmo nos dois</p><p>ânodos.</p><p>(A e B) Efeito do tamanho do ponto focal na resolução.</p><p>(C e D) Efeito da DOR na resolução.</p><p>(E e F) Efeito da DFR na resolução</p><p>18</p><p>Princípio do foco linear.</p><p>Distância Foco Receptor</p><p>Fatores técnicos: quilovoltagem (kVp)</p><p>Fatores técnicos: Tempo de Exposição e Miliamperagem</p><p>(mAs – miliamperes por segundo)</p><p>Imagens de alta resolução necessitam de pequenos</p><p>tamanhos de pontos focais.</p><p>A DFR ideal,para exame do tórax é de 180cm, porém existem</p><p>equipamentos telecomandados que atingem apenas 150cm.</p><p>Nas incidências realizadas no leito em AP à distância foco</p><p>filme é de no mínimo 100 cm, levaremos em consideração</p><p>fatores locais para a realização do estudo</p><p>Geralmente a kVp deve ser suficientemente alta para resultar</p><p>em contraste para demonstrar os vários tons de cinza</p><p>necessários à visualização das impressões pulmonares mais</p><p>finas. A radiografia do tórax utiliza baixo contraste, descrito</p><p>como um contraste de longa escala com mais tons de cinza.</p><p>Geralmente a radiografia de tórax requer o uso de elevada</p><p>elevada mA e pequenos pequenos tempos de exposição</p><p>exposição para minimizar minimizar a chance de movimento e</p><p>conseqüentemente perda de detalhe (nitidez).</p><p>19</p><p>Ponto Focal</p><p>PPPRRREEEPPPAAARRRAAAÇÇÇÃÃÃOOO EEE</p><p>CCCUUUIIIDDDAAADDDOOOSSS PPPAAARRRAAA</p><p>OOO EEEXXXAAAMMMEEE</p><p>20</p><p>RRRoootttiiinnnaaa dddeee eeexxxaaammmeee:::</p><p>pppaaassssssooo aaa pppaaassssssooo</p><p>Manter os receptores de imagem que não foram</p><p>expostos aos raios X em local protegido da radiação</p><p>ionizante, para evitar prejuízo a qualidade dos exames.</p><p>Referente ao plate do DR deve ser carregado quando</p><p>atingir 30% da carga.</p><p>Deve verificar o pedido, respeitando o horário e</p><p>avaliando a necessidade de urgência / emergência.</p><p>Conferir nome completo e data de nascimento do</p><p>paciente e exame solicitado no pedido médico e na</p><p>planilha de trabalho.</p><p>Chamar o paciente pelo nome e sobrenome, confirmando</p><p>sobrenome e exame a ser efetuado.</p><p>Se identifique ao cliente e explique o procedimento a ser</p><p>realizado e certifique que ele compreendeu suas</p><p>orientações</p><p>Caso seja paciente de sexo feminino, questionar</p><p>gravidez. Caso suspeita e/ou confirmação, não realizar o</p><p>exame e encaminhá-la para o médico solicitante.</p><p>21</p><p>Verificar se há necessidade de troca de roupas (itens</p><p>metálicos como fechos, botões, sutiã, brincos, colar,</p><p>piercings etc.).</p><p>Higienizar as mãos.</p><p>Havendo indicação de contraste por via oral (verificar</p><p>indicação e/ou contraindicação para contraste baritado</p><p>ou iodado), administrar sob orientação do médico</p><p>residente da radiologia. Caso seja contraste por outras</p><p>vias (endovenosa e/ou vesical), solicitar ao médico</p><p>residente da radiologia quantidade necessário ao exame</p><p>e instrução para administração pela equipe de</p><p>enfermagem.</p><p>Posicionar o paciente no equipamento de raios X</p><p>conforme o exame solicitado e técnica preconizada.</p><p>Observar rigorosamente a tabela de técnicas, e todos os</p><p>parâmetros técnicos para a incidência solicitada.</p><p>No caso de radiografias de extremidades, é obrigatório o</p><p>uso de marcadores de lateralidade. Se a extremidade for</p><p>do lado esquerdo, deve ser colocada a letra de chumbo</p><p>“E” ao lado esquerdo do paciente. Se a extremidade for</p><p>do lado direito, deve ser colocada a letra de chumbo “D”</p><p>ao lado direito do paciente.</p><p>22</p><p>Caso o paciente precise de acompanhante, oferecer</p><p>avental plumbífero e protetor de tireoide orientando o</p><p>posicionamento.</p><p>Realizar o exame, conforme técnica.</p><p>Caso o paciente deambule, orientá-lo para aguardar na</p><p>sala de espera. Já em pacientes acamados, com</p><p>dificuldade de movimentação ou exame que requeira</p><p>posicionamento especial, mantê-lo na sala de exame até</p><p>avaliação da radiografia.</p><p>Quando utilizar digitalizadora de imagens radiográficas é</p><p>necessário consultar o work list (lista de trabalho), e</p><p>buscar o nome do paciente. Após conferir o nome</p><p>completo do paciente, conferir também a data de</p><p>nascimento e número de registro do cliente. Caso o</p><p>registro do paciente não for encontrado na lista de</p><p>trabalho é necessário cadastrar o paciente, com o nome</p><p>completo, data de nascimento, registro.</p><p>Caso o técnico/tecnólogo envie radiografias com</p><p>identificação errada, seja do nome do paciente ou do</p><p>lado da extremidade, o mesmo deve procurar o</p><p>supervisor técnico imediatamente para solicitar a</p><p>remoção do exame do PACS (A sigla é uma abreviação</p><p>23</p><p>para Picture Archivingand Communication System, que em</p><p>português significa Sistema de Comunicação e Arquivamento</p><p>de Imagens). Caso não tenha supervisor técnico de plantão, é</p><p>necessário comunicar imediatamente o médico radiologista de</p><p>plantão, e também o médico solicitante, para evitar maiores</p><p>transtornos. E após isso deve preencher o formulário de</p><p>solicitação</p><p>de remoção de exame do PACS.</p><p>No momento de trabalhar a imagem na digitalizadora é</p><p>necessário conferir se a radiografia realizada condiz com</p><p>a solicitação médica. No caso de radiografias de</p><p>extremidades é necessário conferir se o lado</p><p>radiografado condiz com o lado solicitado pelo médico.</p><p>Após a conferência, é obrigatório inserir a letra digital ao</p><p>lado da letra de chumbo. Ou seja, a radiografia deverá</p><p>ficar com duas letras identificando o lado, uma letra de</p><p>chumbo e outra digital. Dessa maneira reduzimos</p><p>drasticamente o risco de enviarmos imagens com letra</p><p>identificadora errada, e aumentamos a segurança e</p><p>qualidade do serviço.</p><p>As radiografias não devem ser recortadas ao serem</p><p>editadas. Salvo exceção a ser discutida com o médico</p><p>radiologista.</p><p>Nas radiografias de leito, deve ser colocada a palavra</p><p>“leito” na lateral da imagem.</p><p>24</p><p>Nas radiografias para controle de Sonda Naso enteral</p><p>(SNE), deve ser colocada a sigla “SNE” na lateral da</p><p>imagem. É proibido que o técnico em radiologia escreva</p><p>SNE para identificar a ponta ou parte da sonda. Ou seja,</p><p>a palavra SNE deve ser colocada na lateral da</p><p>radiografia, com o único objetivo de identificar que a</p><p>radiografia foi realizada para esse fim.</p><p>Após trabalhar a imagem na digitalizadora, ajustando</p><p>brilho e contraste, e conferir a qualidade do exame o</p><p>técnico em radiologia deve enviar as radiografias para as</p><p>duas Workstations (localizadas ao lado das</p><p>digitalizadoras) e PACS.</p><p>Somente após a certeza de que o exame foi</p><p>devidamente encaminhado para o sistema (PACS), o</p><p>paciente poderá ser liberado.</p><p>25</p><p>Caso o paciente seja ambulatorial (rotina)</p><p>que e</p><p>Dispensar o paciente.</p><p>Orientar o paciente que o exame e laudo estarão no PACS;</p><p>Quando o profissional utiliza equipamentos do tipo DR</p><p>(Radiografia Digital),é necessário encontrar o nome do</p><p>paciente no work list antes de iniciar o exame. Os</p><p>cuidados referentes ao cadastramento do paciente,</p><p>edição da radiografia, e envio da radiografia para os</p><p>destinos, são os mesmo já citados.</p><p>Seja utilizando CR ou DR é necessário que o</p><p>técnico/tecnólogo em radiologia, ao analisar a qualidade</p><p>da imagem, verifique o índice de exposição, a fim de</p><p>aprimorar-se a cada dia, e também evitar que</p><p>radiografias de baixa qualidade sejam executadas no</p><p>futuro, além de evitar a sobre dose de radiação ionizante</p><p>nos pacientes. No caso do CR o índice de exposição</p><p>aceitável varia de 1600 a 2000, segundo o fabricante.</p><p>No caso de DR da Konica/Sawa e varia de 300 a 600. É</p><p>fundamental, para segurança e qualidade dos pacientes,</p><p>sse índice de exposição seja mantido.</p><p>26</p><p>-</p><p>-</p><p>Caso o paciente seja internado:</p><p>Orientar o paciente que o exame e laudo estarão no PACS;</p><p>Avisar a recepção que o exame está encerrado e o paciente</p><p>está liberado.</p><p>A recepção entrará em contato com o Serviço de Escolta.</p><p>CÂMARA CLARA</p><p>Orientar o paciente que o exame e laudo estarão no PACS;</p><p>Avisar a recepção que o exame está encerrado e o paciente</p><p>está liberado.</p><p>A recepção entrará em contato com o Serviço de Escolta.</p><p>27</p><p>Caso o paciente seja de urgência ou UER – Unidade de</p><p>Emergência Referenciada:</p><p>Orientar o paciente que o exame e laudo estarão no PACS;</p><p>Orientar retorno à unidade de origem.</p><p>COLABORAÇÃO EM SERVIÇO</p><p>Deverá o técnico em radiologia cooperar para o bom</p><p>andamento do serviço, respeitando e atendendo as</p><p>solicitações da chefia imediata ou seu substituto, sob pena</p><p>de medidas administrativas.</p><p>Caso haja escala de trabalho com postos específicos para</p><p>cada técnico, o técnico que estiver ocioso deve procurar a</p><p>chefia imediata ou seu substituto a fim de verificar em qual</p><p>posto de trabalho o técnico pode cooperar, a fim de agilizar</p><p>o atendimento aos pacientes e melhorar a qualidade do</p><p>serviço.</p><p>28</p><p>Após a realização dos exames, a mesa, cassetes, plates,</p><p>superfícies de contato com o paciente, avental plumbífero, e</p><p>demais acessórios utilizados devem ser limpos e desinfetados</p><p>com produto padronizado pela CCIH.</p><p>LIMPEZA E DESINFECÇÃO</p><p>PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE</p><p>Precauções Padrão</p><p>Devem ser adotadas sempre que prestar assistência aos</p><p>pacientes, manusear equipamentos, materiais e superfícies</p><p>da assistência. Consistem em:</p><p>Higienizar as mãos (água e sabão ou álcool gel);</p><p>Utilizar barreiras e equipamentos de proteção individual</p><p>(luvas, avental, máscara e protetor ocular) de acordo</p><p>com o grau de exposição à matéria orgânica ou fluidos</p><p>corporais;</p><p>Realizar limpeza/desinfecção de materiais e</p><p>equipamentos utilizados;</p><p>Prevenir acidentes com perfuro-cortantes;</p><p>Manusear adequadamente resíduos, materiais</p><p>biológicos e roupas usadas.</p><p>Caso o profissional apresente sintomas respiratórios</p><p>(resfriado / gripe), conter secreções e higienizar as</p><p>mãos após assoar o nariz ou espirrar.</p><p>Precauções Adicionais</p><p>Adotar precauções adicionais sempre que indicado pela</p><p>CCIH. Maiores informações: Manual da Comissão de</p><p>Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf).</p><p>29</p><p>http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf</p><p>EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>30</p><p>Paredes baritadas, portas com revestimento de</p><p>chumbo, visor e biombos plumbíferos, aventais de</p><p>chumbo, protetor de tireoide, gonadal, óculos e luvas</p><p>plumbíferos.</p><p>Dosímetros de lapela de uso obrigatório.</p><p>Na câmara escura utilizar exaustor de gazes e lâmpada</p><p>de proteção se necessário.</p><p>Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação</p><p>da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf).</p><p>SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL</p><p>http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/NR32.pdf</p><p>AAAnnnááállliiissseee dddaaa</p><p>sssooollliiiccciiitttaaaçççãããooo mmmééédddiiicccaaa</p><p>31</p><p>AAAsssssseeepppsssiiiaaa</p><p>Desinfecção das superfícies com os seguintes materiais:</p><p>Alcool 70%</p><p>Glocoprotamina</p><p>Biguanina.</p><p>32</p><p>AAAjjjuuusssttteeesss nnnooo</p><p>eeeqqquuuiiipppaaammmeeennntttooo</p><p>Centralização do Raio Central;</p><p>Escolha do Receptor de imagem (RI);</p><p>Ajuste da distancia focoreceptor;</p><p>Escolha do tamanho do receptor;</p><p>Ajustar a angulação do feixe;</p><p>Checar ponto de incidência do Raio Central;</p><p>33</p><p>PPPooonnntttooosss dddeee rrreeefffeeerrrêêênnnccciiiaaa</p><p>Plano médio sagital;</p><p>Plano médio coronal;</p><p>Plano oblíquo;</p><p>Plano Transverso;</p><p>Apêndice xifóide.</p><p>Processo</p><p>Xifóide</p><p>34</p><p>PPPrrreeepppaaarrrooo dddooo pppaaaccciiieeennnttteee</p><p>O preparo do paciente inclui a remoção de adereços</p><p>radiopacos da área a ser radiografada, prevenindo assim a</p><p>aparição de artefatos nas imagens.</p><p>Cabelos longos trançados, molhados ou amarrados</p><p>com prendedores podem causar artefatos na radiografia se</p><p>estiverem superpostos à área torácica. Tubos de</p><p>oxigênio, eletrodos e cateteres devem ser</p><p>cuidadosamente deslocados para o lado do tórax.</p><p>35</p><p>MMMooovvviiimmmeeennntttooosss rrreeessspppiiirrraaatttóóórrriiiooosss</p><p>dddooo pppaaaccciiieeennnttteee</p><p>Os movimentos do tórax ósseo durante a inspiração</p><p>(entrada do ar) e a expiração (expulsão do ar) modificam</p><p>muito as dimensões do tórax, e, portanto, do volume torácico,</p><p>a cavidade aumenta de diâmetro em três dimensões.</p><p>O primeiro é o diâmetro vertical, é aumentado</p><p>basicamente pela contração e rebaixamento do diafragma,</p><p>assim aumentado o volume torácico.</p><p>O diâmetro transversal que é a segunda dimensão</p><p>aumentada durante a inspiração, ocorrendo quando as</p><p>costelas movem-se para fora e para cima.</p><p>A terceira dimensão aumentada é o diâmetro antero-</p><p>posterior, também aumentado durante a inspiração pela</p><p>elevação das costelas, principalmente da segunda a sexta</p><p>costelas. Durante a expiração, a retração elástica dos</p><p>pulmões, juntamente com</p><p>o peso das paredes torácicas, faz</p><p>com que os três diâmetros do tórax retornem ao normal.</p><p>Graus de inspiração</p><p>Para determinar o grau de inspiração na radiografia do tórax,</p><p>devemos identificar de 9 a 11 arcos costais posteriores</p><p>projetados sobre os pulmões e contar no mínimo seis espaços</p><p>intercostais anteriores em uma radiografia do tórax, o</p><p>paciente deve inspirar profundamente depois prender a</p><p>respiração para realizar o exame.</p><p>36</p><p>AAAçççãããooo dddaaa gggrrraaavvviiidddaaadddeee</p><p>1.Permitir que o diafragma desloque-se mais para baixo.</p><p>2.Uma posição ortostática causa a queda do fígado e de</p><p>outros órgãos abdominais, fazendo com que o diafragma</p><p>desloque-se mais para baixo na inspiração profunda,</p><p>permitindo assim total aeração dos pulmões.</p><p>3. Mostrar possíveis níveis hidroaéreos no tórax. Se houver</p><p>ar e líquido dentro de um pulmão ou dentro do espaço</p><p>pleural, o líquido mais pesado, tal como sangue ou soro,</p><p>ficará na posição inferior, enquanto o ar subirá.</p><p>Em decúbito, um derrame pleural espalhar-se-á sobre a</p><p>superfície posterior do pulmão, resultando em uma</p><p>aparência turva de todo o órgão. Na posição ortostática,</p><p>o líquido localizar-se-á próximo à base do pulmão.</p><p>4. A radiografia do tórax em posição ortostática mostra</p><p>excesso de líquido na cavidade torácica inferior</p><p>esquerda. A radiografia em decúbito dorsal mostra uma</p><p>aparência turva de todo o pulmão direito.</p><p>5. Evitar ingurgitamento e hiperemia dos vasos pulmonares.</p><p>O ingurgitamento significa distendido ou tumefeito por</p><p>líquido. Hiperemia refere-se a um excesso de sangue em</p><p>uma parte devido a um relaxamento dos pequenos vasos</p><p>sanguíneos distais e arteríolas.</p><p>37</p><p>TTTEEERRRMMMIIINNNOOOLLLOOOGGGIIIAAA EEE</p><p>PPPOOOSSSIIICCCIIIOOONNNAAAMMMEEENNNTTTOOO</p><p>AAANNNAAATTTÔÔÔMMMIIICCCOOO</p><p>38</p><p>PPPooosssiiiçççãããooo AAAnnnaaatttôôômmmiiicccaaa</p><p>É uma posição específica do corpo, utilizada como</p><p>referência para localização de estruturas corporais,</p><p>consistindo em pé e braços abduzidos com as palmas das</p><p>mãos voltadas para frente, pés retos para frente, está</p><p>posição anatômica é usada como ponto de partida para todo</p><p>e qualquer posicionamento radiológico.</p><p>Ao examinarmos uma radiografia devemos colocá-la de</p><p>forma que a parte radiografada do paciente esteja na</p><p>posição anatômica para quem analisa.</p><p>39</p><p>Plantar: Superfície posterior dos pés.</p><p>Palmar ou Volar: Refere-se à palma das mãos.</p><p>SSSuuupppeeerrrfffíííccciiieeesss</p><p>Superfície anterior (ventral): Vista ao observar</p><p>paciente de frente.</p><p>Superfície posterior (dorsal): Vista ao observar</p><p>paciente de costas.</p><p>Dorso: Superfície anterior dos pés.</p><p>40</p><p>PPPlllaaannnooosss eee cccooorrrttteeesss</p><p>Plano Sagital</p><p>Divide o corpo em partes direita e esquerda.</p><p>Plano Coronal</p><p>Divide o corpo em partes anterior e posterior.</p><p>Plano Transverso (horizontal)</p><p>Divide o corpo em partes superior e inferior</p><p>Plano Médio Sagital</p><p>Plano longitudinal que passa aproximadamente na linha</p><p>média na sutura sagital que divide o corpo em lado Direito e</p><p>Lado Esquerdo.</p><p>Plano Coronal</p><p>Plano longitudinal que divide o corpo em partes anterior e</p><p>posterior.</p><p>Plano Horizontal (axial)</p><p>Plano transverso que divide o corpo em porção superior e</p><p>inferior.</p><p>Plano Oblíquo</p><p>É um plano que está angulado ou inclinado e não paralelo aos</p><p>planos coronal, sagital ou axial.</p><p>41</p><p>42</p><p>TTTeeerrrmmmooosss dddeee rrreeelllaaaçççãããooo</p><p>São posicionamento e/ou anatômicos descrevendo as</p><p>relações das partes do corpo com seus significados</p><p>opostos.</p><p>Medial</p><p>Em direção ao centro, ou em direção ao plano mediano ou</p><p>linha média. A parte lateral do abdome e do tórax é distante</p><p>do plano mediano.</p><p>Lateral</p><p>É o oposto de medial. Exemplo: Na posição anatômica ,o</p><p>polegar esta na face lateral da mão.</p><p>Proximal</p><p>Parte mais próxima do tronco, a origem ou o início • daquele</p><p>membro. Exemplo: o cotovelo é proximal ao punho.</p><p>Distal</p><p>Distante da origem ou distante do tronco. Exemplo: O punho é</p><p>distal ao cotovelo.</p><p>Cefálico ou superior</p><p>Em direção à cabeça. Um ângulo cefálico é um ângulo em</p><p>direção à cabeça.</p><p>Caudal ou inferior</p><p>Distante da cabeça, em direção aos pés.</p><p>43</p><p>44</p><p>Interior versus exterior</p><p>Interior significa estar dentro de algo, próximo ao centro, e</p><p>Exterior significa estar situado sobre ou próximo do exterior.</p><p>O prefixo intra significa estar situado dentro ou na parte de</p><p>Dentro (por exemplo, intravenoso: estar dentro da veia).</p><p>Inter versus Exo</p><p>O prefixo inter significa estar situado entre algo (por exemplo,</p><p>intercostal: localizado entre as costelas). O prefixo exo</p><p>significa estar fora ou externamente (por exemplo),</p><p>exocárdico: algo em desenvolvimento ou situado fora do</p><p>coração).</p><p>Superficial versus Profundo</p><p>Superficial está próximo à superfície da pele; profundo está</p><p>longe da mesma.</p><p>Exemplo: O corte transverso desenhado na Fig. mostra que o</p><p>úmero é profundo quando comparado à pele do braço. Outro</p><p>exemplo é um tumor ou lesão superficial, localizado próximo à</p><p>superfície, comparado a um tumor profundo ou lesão,</p><p>localizado mais profundamente dentro do corpo ou parte dele</p><p>45</p><p>PPPooosssiiiçççõõõeeesss dddooo cccooorrrpppooo</p><p>Decúbito Dorsal</p><p>Deitado sobre o dorso, com a face voltada para cima</p><p>(anteriormente).</p><p>Decúbito Ventral</p><p>Deitado sobre o abdômen, com a face voltada para baixo.</p><p>Decúbito Lateral</p><p>O decúbito lateral é sempre usado com uma fonte horizontal</p><p>de raios-x. É realizado na estativa. Exemplo: para realizar um</p><p>rx de tórax para verificar nivel líquido no pulmão.</p><p>46</p><p>Posição de Fowler</p><p>Decúbito Dorsal (DD) cabeça em nível superior aos pés.</p><p>Posição de Litotomia</p><p>Uma posição de decúbito (decúbito dorsal) com os joelhos e</p><p>quadril fletidos e coxas abduzidas e rodadas externamente,</p><p>sustentadas por suportes para perna e tornozelo.</p><p>47</p><p>Posição Ortostática</p><p>Paciente em pé em posição anatômica, podendo ser de frente</p><p>ou de costas.</p><p>Posição de Sims (semi decúbito dorsal)</p><p>É uma posição de decúbito obliquo em que o paciente denta</p><p>sobre o lado anterior esquerdo com a perna esquerda</p><p>esticada e o joelho direito parcialmente fletido. Posição</p><p>indicada para aplicação de Enema de Baritado.</p><p>48</p><p>AAAnnnááállliiissseee dddooosss mmmooovvviiimmmeeennntttooosss</p><p>cccooorrrpppooorrraaaiiisss</p><p>Extensão</p><p>Estender ou retificar uma articulação.</p><p>Flexão</p><p>Flexionar ou dobrar uma articulação.</p><p>Hiperflexão</p><p>Flexionar ou dobrar uma articulação</p><p>ao seu máximo.</p><p>Hiperextensão</p><p>Estender uma articulação, a partir de</p><p>uma posição reta ou neutra.</p><p>Desvio Ulnar</p><p>Flexionar a mão em direção à ulna.</p><p>Desvio Radial</p><p>Flexionar a mão em direção ao rádio.</p><p>Flexão Plantar do Tornozelo</p><p>Estender a articulação do tornozelo movendo o pé e os dedos</p><p>para baixo.</p><p>49</p><p>Dorso flexão do Tornozelo</p><p>Flexionar o dorso do pé, movendo</p><p>os dedos para cima</p><p>Eversão</p><p>Rodar a superfície plantar, em</p><p>direção contrária ao plano médio.</p><p>Inversão</p><p>Rodar a superfície plantar em</p><p>direção ao plano médio.</p><p>Abdução</p><p>Movimento de afastar uma</p><p>parte de outra.</p><p>Adução</p><p>Movimento de aproximar uma</p><p>parte de outra.</p><p>Rotação</p><p>Rotação é virar ou rodar parte</p><p>do corpo ao redor do seu eixo</p><p>Circundação</p><p>Movimento circular ou semicircular</p><p>de um membro em volta do eixo do corpo</p><p>50</p><p>Supinação da mão</p><p>Movimento de rotação para</p><p>colocar a mão em posição</p><p>anatômica</p><p>Pronação</p><p>Movimento de rotação para</p><p>colocar a mão com a parte</p><p>palmar para baixo.</p><p>Elevação e depressão</p><p>do ombro</p><p>Pronação e retração da</p><p>mandíbula</p><p>51</p><p>AP Ântero Posterior</p><p>PA Póstero Posterior</p><p>P Perfil</p><p>DD Decúbito Dorsal</p><p>DL Decúbito Lateral</p><p>DV Decúbito Ventral</p><p>OPE</p><p>Oblíqua Posterior</p><p>Esquerda</p><p>OPD</p><p>Oblíqua Posterior Direita</p><p>OAE</p><p>Oblíqua Anterior</p><p>Esquerda</p><p>OAD</p><p>Oblíqua Anterior</p><p>Esquerda</p><p>RI Rotação Interna</p><p>RE Rotação Externa</p><p>MSD Membro Superior Direito</p><p>MSE</p><p>Membro Superior</p><p>Esquerdo</p><p>MID Membro Inferior Direito</p><p>MIE</p><p>Membro Inferior</p><p>Esquerdo</p><p>LCE Linha Central da Estativa</p><p>LCM Linha Central da Mesa</p><p>PMS Plano Médio Sagital</p><p>MMS</p><p>S</p><p>Membros superiores</p><p>MMII</p><p>Membros Inferiores</p><p>RC</p><p>Raio Central</p><p>DFF</p><p>Distância Foco-Filme</p><p>DFO Distância Foco-Objeto</p><p>SSSííímmmbbbooolllooosss eee aaabbbrrreeevvviiiaaaçççõõõeeesss</p><p>52</p><p>IIInnnccciiidddêêênnnccciiiaaasss rrraaadddiiiooolllóóógggiiicccaaasss</p><p>Perfil ou lateral</p><p>Técnica</p><p>Paciente na posição ortostática ou sentado lado cardíaco</p><p>mais próximo do filme, peso igualmente distribuído sobre</p><p>ambos os pés;</p><p>Levantar os braços cruzando-os acima da cabeça e</p><p>flexionar um pouco o tronco para frente para obter</p><p>melhor visualização da região retro cardíaca;</p><p>Centralizar o paciente em relação ao RI e a LCE,</p><p>verificando as bordas anteriores e posteriores do tórax;</p><p>RC perpendicular ao RI, centralizado no plano médio e</p><p>coronal ao nível de T7 de 8 a 10 cm abaixo da incisura</p><p>jugular;</p><p>DFoRi de 180 cm;</p><p>53</p><p>Antero-posterior (AP)</p><p>Técnica</p><p>Paciente em decúbito dorsal na maca ou na mesa de</p><p>exames: se possível a cabeceira da maca ou do leito</p><p>deve ser posicionada horizontalmente;</p><p>Levar os ombros para frente ao máximo possível, afastar</p><p>os braços do corpo;</p><p>Colocar o RI sob o paciente, localizar vértebra</p><p>proeminente colocando a borda superior do chassi</p><p>aproximadamente 5 cm acima da incisura jugular;</p><p>RC perpendicular ou 5 graus caudal, perpendicular ao</p><p>esterno direcionado em T7 de 8-10 cm abaixo da incisura</p><p>jugular;</p><p>DFoRi de 100 cm;</p><p>54</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica</p><p>Paciente na posição ortostática ou sentado, pés</p><p>afastados, peso distribuído sobre ambos os pés queixo</p><p>elevado as mãos sobre os quadris, palmas para fora;</p><p>Ombros rodados encostados no Bucky para permitir a</p><p>excursão das escápulas;</p><p>RC perpendicular ao receptor de imagem (RI) e</p><p>centralizado no plano mediossagital ao nível de T7.</p><p>Cerca de 18 cm a 20 cm abaixo da vértebra proeminente;</p><p>Distância foco-receptor de 180 cm;</p><p>55</p><p>Decúbito lateral com raios Horizontais - Laurell</p><p>Técnica</p><p>Paciente é posicionado em decúbito lateral sobre o lado</p><p>do derrame; (Obs: Pode ser realizada também em PA)</p><p>Frear a maca para evitar movimentos da maca;</p><p>Levantar ambos os braços acima da cabeça para evitar</p><p>sobre posição do braços, colocar o dorso ou o tórax em</p><p>contato com o Bucky;</p><p>RC horizontal orientado para o centro do RI, de 8 a 10 cm</p><p>abaixo do nível da incisura jugular;</p><p>56</p><p>Ápico Lordótica</p><p>Técnica</p><p>Paciente na posição ortostática ou sentado afastado do</p><p>Bucky aproximadamente 30 cm, inclinando o tronco para</p><p>trás;</p><p>Apoiar ambas as mãos nos quadris, palmas para fora;</p><p>levar os ombros para frente;</p><p>RC perpendicular ao RI ou de 15 a 20 graus ascendente</p><p>caso paciente tenha dificuldades de inclinar o corpo,</p><p>centralizando com a porção média do esterno 9 cm</p><p>abaixo da incisura jugular;</p><p>Distância foco-receptor de 180 cm;</p><p>57</p><p>Penetrado de Mediastino</p><p>Técnica</p><p>Posição ortostática, pés afastados, peso igualmente</p><p>distribuído sobre ambos os pés;</p><p>Mãos sobre os quadris, palmas para fora, cotovelos</p><p>parcialmente fletidos;</p><p>Ombros rodados encostados no Bucky para permitir</p><p>movimento lateral das escápulas. Também abaixar os</p><p>ombros para mover as clavículas para baixo dos ápices;</p><p>RC perpendicular ao RI e centralizado no plano</p><p>mediossagital ao nível de T7, 18 a 20 cm abaixo da</p><p>vértebra proeminente;</p><p>58</p><p>Oblíquas</p><p>Técnica</p><p>Paciente em posição ortostática, rodado em 45 graus</p><p>com o ombro esquerdo mais próximo do Bucky para a</p><p>OPD, elevar o membro superior esquerdo;</p><p>Na incidência OPE paciente rodado de 45 graus com o</p><p>ombro direito mais próximo do Bucky;</p><p>Membro superior elevado. Solicitar ao paciente para</p><p>manter o queixo levantado;</p><p>RC perpendicular ao RI orientado ao nível de T7;</p><p>De 8 a 10 cm abaixo do nível da incisura jugular;</p><p>DFoRi de 180 cm;</p><p>59</p><p>IIInnnccciiidddêêênnnccciiiaaasss rrraaadddiiiooolllóóógggiiicccaaasss</p><p>eeessspppeeeccciiiaaaiiisss///aaadddiiiccciiiooonnnaaaiiisss</p><p>São termos adicionais comumente usados para descrever</p><p>incidências. Esses termos, como mostram suas definições,</p><p>também se referem à trajetória ou incidência do RC e são</p><p>portanto incidências, em vez de posições.</p><p>O termo súpero-inferior ou cefalocaudal descreve uma</p><p>posição axial verdadeira em que o RC é direcionado ao longo</p><p>do eixo axial ou à linha central do corpo humano da cabeça</p><p>(superior ou cefálica) aos pés (inferior ou caudal.</p><p>Incidência axial (superior-inferior)</p><p>O termo axial refere-se ao eixo longo de uma estrutura ou</p><p>parte (em torno da qual o corpo gira ou é disposto)</p><p>60</p><p>Incidências axiais ínfero-superior e súpero-inferior</p><p>As incidências infere-superiores são freqüentemente feitas</p><p>para os ombros e o quadril, onde o RC penetra abaixo ou</p><p>inferiormente e sai acima ou superiormente</p><p>Incidência Transtorácica</p><p>É uma incidência lateral através do tórax. posicionamento</p><p>(posição lateral direita ou esquerda) para se indicar qual o</p><p>ombro. Observação: Essa é uma adaptação especial do</p><p>termo incidência, significando que o RC passa através do</p><p>tórax mesmo que não seja incluída a sua entrada nem seu</p><p>local de saída. Na prática, é uma incidência lateral de ombro</p><p>comum e é referida como lateral transtorácica de ombro</p><p>61</p><p>TTTÉÉÉCCCNNNIIICCCAAASSS</p><p>RRRAAADDDIIIOOOGGGRRRÁÁÁFFFIIICCCAAASSS</p><p>62</p><p>CINTURA ESCÁPULAR</p><p>(Clavícula e Escapula)</p><p>BRAÇO</p><p>(Úmero)</p><p>ANTEBRAÇO</p><p>(Ulna e Rádio)</p><p>MÃO E PUNHO</p><p>(Carpo, Metacarpo e Falanges)</p><p>MMMeeemmmbbbrrrooosss sssuuupppeeerrriiiooorrreeesss</p><p>Os membros superiores são divididos em quatro</p><p>segmentos:</p><p>1º Segmento – Ossos da mão</p><p>2º Segmento – Antebraço</p><p>3 º Segmento– Braço</p><p>4º Segmento – Cintura escapular</p><p>63</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa mmmãããooo</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica:</p><p>A região anterior ou palmar deve ficar apoiada sobre o</p><p>receptor, com os dedos ligeiramente afastados uns dos</p><p>outros.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na terceira</p><p>articulação metacarpo falangiana.</p><p>Oblíqua Anterior (OA)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior interna da mão mais próxima do RI.</p><p>A partir desta posição, girar lateralmente com os dedos</p><p>estendidos (esticados), sem ocorrer superposição entre</p><p>eles.</p><p>Obliquidade mão-receptor de 45°.</p><p>64</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na articulação</p><p>metacarpo falangiana do III dedo.</p><p>Idade óssea: Mãos e punhos</p><p>Técnica:</p><p>Para aferição da idade óssea, é de extrema importância</p><p>a inclusão no RI de todos os componentes ósseos da</p><p>mão, e mais as zonas metafisárias e epifisárias do rádio e</p><p>da ulna.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre as terceiras articulações metacarpo</p><p>falangianas de cada mão.</p><p>65</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo pppuuunnnhhhooo</p><p>Póstero-anterior(PA)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do punho mais próxima do RI. Mão em</p><p>concha.</p><p>Raio central perpendicular penetrando um cm abaixo do</p><p>processo estiloide da ulna, centralizado no ponto médio</p><p>do punho.</p><p>Perfil Interno (P. int.)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões mediais da mão, do punho e do antebraço</p><p>apoiadas sobre o chassi e a mesa.</p><p>Para a obtenção de um perfil rigoroso do punho, o braço</p><p>e o antebraço devem fazer</p><p>um ângulo de 90º.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível do</p><p>processo estiloide do rádio, de maneira que passe um cm</p><p>abaixo do processo estiloide da ulna.</p><p>66</p><p>PA com Desvio Ulnar</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do punho alinhada com a mão, apoiada</p><p>sobre o receptor e a mesa.</p><p>A mão deve sofrer um desvio externo, de maneira que o</p><p>polegar fique em linha com o rádio.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando 01 cm abaixo do</p><p>processo estiloide do rádio, no centro do punho.</p><p>67</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo tttúúúnnneeelll dddooo cccaaarrrpppooo</p><p>Incidência de Gaynor-Hart</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do punho apoiada sobre o receptor.</p><p>A partir desse posicionamento, hiperestender a mão e o</p><p>punho e girar levemente no sentido medial.</p><p>Raio central com uma inclinação em direção ao túnel do</p><p>carpo.</p><p>68</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo aaannnttteeebbbrrraaaçççooo</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do antebraço apoiada no receptor.</p><p>Raio central perpendicular penetrando no meio do</p><p>espaço entre as articulações do cotovelo e do punho.</p><p>Perfil Interno (P. int.)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões internas do braço, cotovelo, antebraço e punho</p><p>apoiada no receptor de imagem.</p><p>Para a obtenção de um Perfil rigoroso, deve ser mantido</p><p>um ângulo de 90º entre o braço e o antebraço, com a</p><p>mão também posicionada como em perfil interno.</p><p>69</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre as articulações do cotovelo e do punho.</p><p>70</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo cccoootttooovvveeelllooo</p><p>Ântero-posterior com Extensão (AP c/ ext.)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores do braço, cotovelo e antebraço</p><p>apoiadas sobre o receptor de imagem.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no ponto médio</p><p>da prega do cotovelo.</p><p>Ântero-posterior com Flexão (AP c/ Flex.)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do cotovelo apoiada sobre o receptor.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no ponto médio</p><p>da prega do cotovelo.</p><p>71</p><p>Perfil Interno (P. int.) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões internas do braço, cotovelo e antebraço</p><p>apoiadas sobre o receptor.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no epicôndilo</p><p>lateral do úmero.</p><p>72</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo bbbrrraaaçççooo</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do braço, apoiada sobre a mesa ou</p><p>receptor. Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em</p><p>posição ortostática.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre a articulação escapulo umeral e o cotovelo.</p><p>Perfil Interno</p><p>Técnica:</p><p>Região interna ou medial do braço, mais próxima do RI.</p><p>O exame pode ser feito com o paciente em decúbito</p><p>dorsal, sentado ou em posição ortostática.</p><p>73</p><p>A região palmar deve ficar contato com a mesa</p><p>(pronação).</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre as articulações proximal e distal do braço.</p><p>74</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa ccciiinnntttuuurrraaa eeessscccaaapppuuulllaaarrr</p><p>Ântero-posterior (AP) “sem Rotação”</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do ombro, mais próxima do RI.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>dorsal. Não forçar qualquer posição específica do braço</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no processo</p><p>coracóide da escápula.</p><p>Oblíqua Posterior (Incidência de Grashey)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior direita ou esquerda mais próxima do</p><p>filme.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em hemi</p><p>decúbito lateral.</p><p>Obliquidade paciente-mesa de 35°. O braço do lado a</p><p>ser examinado deve estar com ligeira supinação e</p><p>abdução.</p><p>Raio central penetrando no processo coracóide da</p><p>escápula.</p><p>75</p><p>Incidência de Neer</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do braço mais próxima do RI.</p><p>Paciente em ortostática com o tronco em oblíqua anterior</p><p>direita para o ombro direito e oblíqua anterior esquerda</p><p>para o ombro esquerdo.</p><p>Obliquidade paciente-bucky vertical entre 45° e 60°.</p><p>Raio central com uma angulação podálica de</p><p>aproximadamente 15°, penetrando na região superior do</p><p>ombro, passando no contorno superior da cabeça do</p><p>úmero.</p><p>76</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo nnnaaasss</p><p>llleeesssõõõeeesss iiinnnffflllaaammmaaatttóóórrriiiaaasss</p><p>(((bbbuuurrrsssiiittteeesss)))</p><p>Ântero-posterior “com Rotação Externa”</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do ombro mais próxima do RI.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>dorsal.</p><p>O membro superior deve sofrer uma rotação externa, de</p><p>maneira que a região palmar fique voltada para frente</p><p>em supinação com o paciente em ortostática.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no processo</p><p>coracóide da escápula.</p><p>Ântero-posterior “com Rotação Interna”</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do ombro mais próxima do RI.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>dorsal.</p><p>O membro superior deve sofrer uma rotação interna, de</p><p>maneira que a região palmar fique voltada para trás</p><p>quando o paciente em ortostática.</p><p>77</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no processo</p><p>coracóide da escápula.</p><p>Axial do Ombro “Súpero-inferior”</p><p>Técnica:</p><p>O receptor deve ficar o mais próximo possível da região</p><p>axilar, colocado entre a região medial superior do braço e</p><p>região lateral superior do tórax.</p><p>O paciente deve sentar ao lado de uma das</p><p>extremidades da mesa.</p><p>O braço deve ser abduzido e apoiado sobre a mesa. O</p><p>cotovelo, o antebraço e a região palmar também devem</p><p>estar apoiados sobre a mesa.</p><p>Raio central perpendicular penetrando no acrômio e</p><p>saindo no meio do receptor de imagem.</p><p>78</p><p>Axial do Ombro “Ínfero-superior” (Incidência de</p><p>Lawrence)</p><p>Técnica:</p><p>Receptor apoiado na região superior do ombro, com o</p><p>acrômio incidindo com o seu ponto central.</p><p>O paciente deve estar em ortostática ou em decúbito</p><p>dorsal, com o braço abduzido em 90° e a região palmar</p><p>voltada para cima (supinação).</p><p>Raio central com uma inclinação tal que penetre na</p><p>região axilar e saia no acrômio, perpendicular ao chassi.</p><p>79</p><p>IIInnnccciiidddêêênnnccciiiaaasss eeessspppeeeccciiiaaaiiisss</p><p>mmmaaaiiisss uuusssaaadddaaasss</p><p>Incidência de Rockwood</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do ombro mais próxima do RI, sem</p><p>correções.</p><p>Esta incidência é utilizada na avaliação do esporão</p><p>ântero-inferior do acrômio na síndrome do impacto.</p><p>Raio central com angulação de 30° caudal incidindo no</p><p>processo coracóide.</p><p>Incidência de Zanca</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do ombro mais próxima do filme, sem</p><p>correções.</p><p>Esta incidência é utilizada na avaliação específica da</p><p>articulação acrômio-clavicular.</p><p>Raio central com angulação de 10° a 20° cefálicos</p><p>incidindo no processo coracóide.</p><p>80</p><p>Incidência de West Point</p><p>Técnica:</p><p>Chassi apoiado na região superior do ombro, com o</p><p>acrômio coincidindo com o seu ponto central.</p><p>O paciente deve estar em decúbito dorsal, com o braço</p><p>abduzido em 90° e com o antebraço suspenso.</p><p>Raio central com uma inclinação dupla, 25° cefálicose 25°</p><p>da linha central da mesa.</p><p>Incidência Transtorácica</p><p>Técnica:</p><p>Região externa do braço a ser examinado mais próximo</p><p>do filme.</p><p>81</p><p>A incidência transtorácica permite a obtenção de um</p><p>perfil rigoroso do úmero.</p><p>O paciente deve aproximar a região lateral do lado a ser</p><p>examinado na estativa vertical, o outro braço deve ficar</p><p>erguido ao máximo.</p><p>Raio central perpendicular ou com inclinação cefálica de</p><p>5°, penetrando na linha axilar média, saindo ao nível do</p><p>colo cirúrgico do úmero.</p><p>82</p><p>MMMeeemmmbbbrrrooosss iiinnnfffeeerrriiiooorrreeesss</p><p>Os membros inferiores são divididos em quatro segmentos:</p><p>1º Segmento – Pé</p><p>2º Segmento – Perna</p><p>3º Segmento – Fêmur</p><p>4º Segmento – Bacia</p><p>BACIA-CINTURA PÉLVICA</p><p>Ilíaco (osso do quadril)</p><p>COXA</p><p>(Fêmur)</p><p>PERNA</p><p>(Tíbia e Fíbula)</p><p>PÉ</p><p>(Tarso, Metatarso e Falanges)</p><p>83</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooolllóóógggiiicccooo dddooosss</p><p>dddeeedddooosss dddooosss pppééésss (((aaarrrttteeelllhhhooosss)))</p><p>Também chamados de pododáctilos, os dedos do pé</p><p>apresentam a anatomia das falanges idêntica à das falanges</p><p>da mão.</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Face plantar do artelho mais próximo do filme. Estender</p><p>os dedos ao máximo, para conseguir visibilizar os espaços</p><p>articulares.</p><p>RC com angulação de 10° a 15° incidindo na articulação</p><p>metatarso falangiana (MTF).</p><p>84</p><p>Oblíqua Posterior Interna (OPI)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior interna do dedo mais próxima do</p><p>receptor. Para evitar superposição de falanges, devem</p><p>ser utilizados espaçadores radio transparentes entre os</p><p>dedos próximos ao que vai ser radiografado.</p><p>Obliquidade dedo-receptor de 45°.</p><p>RC perpendicular incidindo na articulação metatarso</p><p>falangiana (MTF) do dedo em estudo.</p><p>Raio central perpendicular ao maior eixo do dedo a ser</p><p>examinado.</p><p>Perfil Interno (P. int.) e Perfil Externo (P. ext.)</p><p>Técnica:</p><p>Região interna ou externa do dedo mais próximas do</p><p>filme.</p><p>Normalmente é utilizada a incidência em Perfil interno</p><p>para o primeiro, segundo e terceiro dedos, e o Perfil</p><p>externo para o quarto e quinto dedos, com a finalidade</p><p>de aproximar o dedo ao receptor obtendo-se melhor</p><p>85</p><p>definição da imagem.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na articulação</p><p>MTF.</p><p>86</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooolllóóógggiiicccooo dddooosss</p><p>ssseeesssaaammmóóóiiidddeeesss</p><p>Axial</p><p>Técnica:</p><p>Região da tuberosidade posterior do calcâneo apoiada</p><p>no receptor. Paciente sentado, estendendo os dois</p><p>primeiros dedos ao máximo.</p><p>Raio central perpendicular, percorrendo o maior eixo dos</p><p>sesamóides, para isso a região plantar deve fazer um</p><p>ângulo de aproximadamente 60° com a mesa.</p><p>87</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo dddooo pppééé</p><p>Dorso plantar (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região plantar em contato com o chassi. Estender os</p><p>dedos do pé para evitar superposição de falanges.</p><p>Paciente em ortostática sentado ou em decúbito dorsal.</p><p>O raio central deve penetrar perpendicular ao maior</p><p>eixo do pé, normalmente uma inclinação entre 10° e 15°,</p><p>incidindo na terceira articulação meatarsofalangeana.</p><p>Oblíqua Anterior Interna (OAI) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior ou plantar interna mais próxima do RI.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou também</p><p>deitado.</p><p>Obliquidade 45° entre a região plantar e o RI..</p><p>Raio central perpendicular ao maior eixo do pé,</p><p>penetrando na terceira articulação metatarsofalangeana</p><p>88</p><p>Perfil Interno (P. interno)</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral do pé mais próxima do filme.</p><p>Paciente sentado, apoiando a região externa da perna</p><p>sobre a mesa. O pé deve fazer um ângulo de 90°com a</p><p>perna.</p><p>Raio central perpendicular, passando pela base do</p><p>terceiro metatarso.</p><p>89</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo cccaaalllcccââânnneeeooo</p><p>Perfil (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral do pé mais próxima do RI.</p><p>Paciente sentado, com o joelho fletido, apoiando a região</p><p>externa da perna sobre a mesa. O pé deve fazer um</p><p>ângulo de 90° com a perna.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no corpo do</p><p>calcâneo.</p><p>Axial (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores da perna e da tuberosidade</p><p>posterior do calcâneo mais próximo do filme.</p><p>Paciente sentado ou em decúbito dorsal tracionando o</p><p>pé em sua direção à perna.</p><p>90</p><p>Raio central com uma inclinação média de 30° cefálicos,</p><p>penetrando na região plantar, aproximadamente 05 cm</p><p>acima do plano do RI.</p><p>91</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo tttooorrrnnnooozzzeeelllooo</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores da perna e do calcâneo, mais</p><p>próximas ao RI.</p><p>O pé deve fazer um ângulo de 90° com a perna, que</p><p>deverá estar em linha com o terceiro dedo.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando 1 cm para cima</p><p>do maléolo medial.</p><p>Perfil (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral da articulação do tornozelo</p><p>mais próxima do receptor.</p><p>Paciente sentado com o joelho fletido apoiando a região</p><p>externada perna e do maléolo lateral ou fibular sobre o</p><p>receptor de imagem.</p><p>92</p><p>O pé deve fazer um ângulo de 90° com a perna.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando 01 cm acima do</p><p>maléolo tibial, no meio da articulação.</p><p>93</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa pppeeerrrnnnaaa</p><p>Ântero-posterior(AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior da perna mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, com o pé em ângulo reto</p><p>com a perna.</p><p>Raio central perpendicular penetrando no meio do</p><p>espaço entre as articulações.</p><p>Perfil (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral da perna mais próxima do</p><p>filme.</p><p>Paciente em hemi decúbito lateral ou sentado, colocando</p><p>a outra perna na frente.</p><p>94</p><p>A região externa do pé em ângulo reto com a perna em</p><p>contato com a mesa.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no ponto médio</p><p>entre as articulações.</p><p>95</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo jjjoooeeelllhhhooo</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores das coxas, dos joelhos e das pernas</p><p>mais próximas do filme.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática.</p><p>Raio central perpendicular ao platô tibial, incidindo no</p><p>ápice da patela.</p><p>Perfil (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral do joelho mais próxima ao RI.</p><p>Paciente em hemi decúbito lateral ou sentado, colocando</p><p>a outra perna na frente da que vai ser examinada.</p><p>96</p><p>RC a nível do ápice patelar com angulação cefálica de 7°</p><p>a 10°.</p><p>Axial de Patela</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior da coxa e proximal do joelho mais</p><p>próximo do RI. Paciente em decúbito ventral, fletindo as</p><p>pernas sobre as coxas.</p><p>Raio central 15° a 20° tangenciando o espaço</p><p>femoropatelar.</p><p>97</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo tttúúúnnneeelll dddooo jjjoooeeelllhhhooo</p><p>Túnel do joelho com Inclinação Cefálica</p><p>Técnica:</p><p>Paciente ajoelhado com a face anterior da perna</p><p>apoiada no receptor e a coxa elevada.</p><p>Ângulo coxa-perna entre 130° e 140°.</p><p>Raio central com inclinação cefálica de</p><p>aproximadamente 40°.</p><p>98</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo fffêêêmmmuuurrr</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores mediais e distais da coxa mais</p><p>próximas ao receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal ou sentado, fazendo uma</p><p>ligeira rotação interna da coxa a ser examinada.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio dos</p><p>segmentos da coxa a ser examinada.</p><p>Perfil</p><p>Técnica:</p><p>Região externa ou lateral da coxa, com o seu terço médio</p><p>e distal mais próximo do receptor.</p><p>O maior eixo longitudinal mediano da coxa deve coincidir</p><p>com a linha central da mesa ou do RI.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio dos</p><p>segmentos da coxa a serem examinados.</p><p>99</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa ccciiinnntttuuurrraaa pppééélllvvviiicccaaa</p><p>AP Comparativa com Rotação Interna e com</p><p>Rotação Externa</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores de ambas as articulações mais</p><p>próximas do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, girando os pés junto com</p><p>os membros inferiores para dentro, e outra radiografia,</p><p>com os pés para fora.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio das duas</p><p>articulações.</p><p>AP Localizada com Rotação Interna e com Rotação</p><p>Externa</p><p>Técnica:</p><p>No mesmo posicionamento da incidência AP</p><p>comparativa, a região da articulação a ser examinada</p><p>deve coincidir com a linha central da mesa.</p><p>100</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível da</p><p>articulação a ser examinada.</p><p>Oblíqua Direita (OD) e Oblíqua Esquerda (OE)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores direitas e esquerdas da bacia,</p><p>respectivamente, mais próximas da mesa.</p><p>Obliquidade paciente-mesa de 30° a 45°.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na articulação</p><p>do quadril a ser examinada</p><p>101</p><p>Incidência de Cleaves (Posição de Rã)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores das articulações coxofemorais mais</p><p>próximas da mesa.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, fletindo as coxas e as</p><p>pernas com os pés apoiados na mesa com a região dos</p><p>malelolos laterais em contato com a mesa.</p><p>Radiografia afastando os dois joelhos do plano mediano</p><p>sagital de 60°.</p><p>Raio central perpendicular, incindindo no meio das</p><p>duas articulações coxofemorais.</p><p>102</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo dddaaa</p><p>aaarrrtttiiicccuuulllaaaçççãããooo sssaaacccrrroooiiilllíííaaacccaaa</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Ferguson)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior da articulação mais próxima da mesa.</p><p>Paciente em decúbito dorsal com o seu plano mediano</p><p>sagital coincidindo com a linha central da mesa.</p><p>Raio central com uma inclinação entre 20° e 25° cefálicos,</p><p>passando pela borda superior da sínfise pubiana</p><p>Oblíqua Anterior Direita com Angulação Cefálica</p><p>Técnica:</p><p>Paciente em posicão obliquada com o lado a ser</p><p>radiografado afastado da mesa.</p><p>Obliquidade paciente-mesa de 30°. O lado que está</p><p>levantado é o que será radiografado.</p><p>103</p><p>Raio central com angulação cefálica entre 20° e 25°,</p><p>penetrando 03 cm para dentro da espinha ilíaca</p><p>anterossuperior ao lado a ser radiografado.</p><p>104</p><p>TTTóóórrraaaxxx eee AAAbbbdddôôômmmeeennn</p><p>O tórax é parte superior do tronco, e sua anatomia</p><p>radiológica é dividida em três seguimentos:</p><p>Tórax ósseo</p><p>Sistema respiratório e</p><p>Mediastino.</p><p>Tórax Ósseo</p><p>Sua função é a proteção dos órgãos, que está relacionada</p><p>com a respiração e circulação sanguínea. É constituído pelo</p><p>esterno, duas clavículas, duas escapulas, doze pares de</p><p>costelas e doze vértebras torácicas.</p><p>Sistema respiratório</p><p>Sua função é realizar a troca de substâncias gasosas entre o</p><p>ar e a corrente sangüínea. Sendo constituído por boca,</p><p>laringe, faringe, traqueia, brônquios e pulmões.</p><p>Mediastino</p><p>Considerado mediastino a porção medial da</p><p>cavidade</p><p>torácica, localizada entre os pulmões. As principais estruturas</p><p>relacionadas são: coração e grandes vasos, traquéia,</p><p>esôfago e timo.</p><p>105</p><p>Regiões e Quadrantes Abdominais:</p><p>Quadrante Superior Direito;</p><p>Quadrante Superior Esquerdo;</p><p>Quadrante Inferior Direito e</p><p>106</p><p>Quadrante Inferior Esquerdo.</p><p>Região Superior:</p><p>Localizada no nível da nona costela.</p><p>Sendo a região hipocondríaca</p><p>direita, região epigástrica, região</p><p>hipocondríaca esquerda.</p><p>Região Média:</p><p>Localizada entre as nonas costelas</p><p>e os ossos do quadril. Sendo região</p><p>lateral direita, região umbilical e</p><p>região lateral esquerda.</p><p>Região Inferior:</p><p>Localizada no nível superior aos</p><p>ossos do quadril. Sendo região</p><p>inguinal direita, região púbica</p><p>(hipogástrica) e região inguinal</p><p>esquerda.</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo aaabbbdddooommmeee</p><p>Ântero-posterior (AP) – Abdome Simples (Incidência</p><p>de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do abdome mais próxima da mesa.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, com o seu plano mediano</p><p>sagital coincidindo com a linha central da mesa.</p><p>Raio central perpendicular, incidindo no meio do espaço</p><p>entre a sínfise pubiana e o apêndice xifoide,</p><p>habitualmente coincidindo com o ponto médio entre as</p><p>cristas ilíacas.</p><p>Ântero-posterior (AP) com o Paciente em</p><p>Ortostática</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do abdome do paciente mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>107</p><p>Paciente em ortostática, com o seu plano mediano sagital</p><p>coincidindo com a linha central do bucky vertical.</p><p>Raio central perpendicular, incidindo no meio do espaço</p><p>entre a sínfise pubiana e o apêndice xifoide,</p><p>habitualmente coincidindo com o ponto médio entre as</p><p>cristas ilíacas</p><p>Obs: na radiografia em ortortase devemos incluir as</p><p>cúpulas diafragmaticas.</p><p>Perfil - Paciente em Decúbito Dorsal e o RC</p><p>Horizontal</p><p>Técnica:</p><p>Paciente deverá estar em decúbito dorsal em uma</p><p>maca com os mmss acima da área de interesse, levar</p><p>a maca até a estativa.</p><p>Raio central perpendicular a estativa incidindo no plano</p><p>coronal a nível das cristas ilíacas superiores.,</p><p>108</p><p>Ântero-posterior (AP) e Póstero-anterior (PA)</p><p>Paciente em Decúbito Lateral e o RC Horizontal</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do abdome (AP) e anterior (PA) mais</p><p>próximas do filme.</p><p>Paciente em decúbito lateral direito ou esquerdo,</p><p>podendo estar deitado em uma maca para aproximar as</p><p>regiões posterior ou anterior do abdome do bucky</p><p>vertical.</p><p>Raio central perpendicular a estativa incidindo no plano</p><p>coronal a nível das cristas ilíacas superiores, penetrando</p><p>perpendicular no meio do espaço entre o púbis e o</p><p>apêndice xifoide.</p><p>109</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo tttóóórrraaaxxx (((cccaaammmpppooosss</p><p>pppllleeeuuurrrooopppuuulllmmmooonnnaaarrreeesss)))</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do tórax mais próxima da estativa.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentada.</p><p>A radiografia deve ser realizada em apnéia inspiratória.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na linha das</p><p>axilas.</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do tórax mais próxima do filme.</p><p>Paciente em ortostática, sentado ou em decúbito dorsal.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre os mamilos, em homens, ou 05 cm acima do</p><p>apêndice xifoide, em mulheres.</p><p>110</p><p>Perfil Direito (P. dir.) e Perfil Esquerdo (P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda do tórax mais próxima</p><p>do filme.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando na linha axilar</p><p>média.</p><p>111</p><p>Incidência de Hjelm-Laurell (Derrame Pleural)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões anterior ou posterior do tórax mais próximas do</p><p>receptor.</p><p>Paciente em decúbito lateral rigoroso, deitado em uma</p><p>maca com dois anteparos, um sob o ombro e outro sob o</p><p>quadril, com intenção de elevar o lado que vai ser</p><p>radiografado.</p><p>Raio central perpendicular ao receptor, incidindo no meio</p><p>do tórax</p><p>Incidência Ápico-lordótica Clássica com RC</p><p>Horizontal</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posterior e superior do tórax mais próximas da</p><p>estativa.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado.</p><p>112</p><p>Com o paciente em ortostática, manter a região posterior</p><p>e superior do tórax apoiada no Bucky vertical, e a seguir</p><p>com dois passos para frente, para que o tórax se</p><p>mantenha inclinado.</p><p>Raio central perpendicular ao filme, penetrando no</p><p>ângulo esternal, ângulo de Louis.</p><p>Incidência Ápico-lordótica com RC com Inclinação</p><p>Cefálica</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do tórax mais próxima do filme.</p><p>Paciente</p><p>sentado ou em posição ortostática.</p><p>A radiografia deve ser feita em apnéia inspiratória.</p><p>Raio central com uma inclinação cefálica de 25°,</p><p>penetrando no ângulo esternal, “Ângulo de Louis”.</p><p>113</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaasss cccooosssttteeelllaaasss fffaaalllsssaaasss</p><p>eee vvveeerrrdddaaadddeeeiiirrraaasss</p><p>Póstero-anterior (PA)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior do tórax mais próxima ao receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, decúbito ou sentado.</p><p>O paciente deve colocar as mãos na cintura e aproximar</p><p>simetricamente os ombros da estativa, com a finalidade</p><p>de afastar as escápulas.</p><p>A incidência deve ser realizada em apnéia expiratória.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre os ângulos distais das escápulas.</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do tórax mais próxima da estativa.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>dorsal.</p><p>114</p><p>O paciente deve colocar as mãos na cintura e afastar</p><p>simetricamente os ombros da estativa com a finalidade</p><p>de retirar as escápulas da superposição com os arcos</p><p>costais.</p><p>A incidência deve ser feita em apnéia expiratória.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando entre o manúbrio</p><p>e o corpo do esterno.</p><p>Posição Oblíqua Anterior Direita (OAD) e Oblíqua</p><p>Anterior Esquerda (OAE)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior direita e esquerdado tórax mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado.</p><p>Obliquidade paciente-mesa de 45°.</p><p>115</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível da</p><p>quarta vértebra torácica.</p><p>Posição Oblíqua Posterior Direita (OPD) e Oblíqua</p><p>Posterior Esquerda (OPE)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior direita e esquerdado tórax mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática ou sentado. Obliquidade</p><p>paciente-mesa de 45°.</p><p>Na posição em OPD é estudado o lado direito, e na OPE</p><p>são radiografados os arcos costais esquerdos.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível do</p><p>ângulo esternal.</p><p>116</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaasss cccooosssttteeelllaaasss fffllluuutttuuuaaannnttteeesss</p><p>Ântero-posterior (AP)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior toracolombar mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal.</p><p>Usar Técnica de Abdome.</p><p>No momento da exposição o paciente deve estar em</p><p>apnéia expiratória.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no apêndice</p><p>xifoide.</p><p>Posição Oblíqua Posterior Direita (OPD) e Oblíqua</p><p>Posterior Esquerda (OPE)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões toracolombares posteriores direita e esquerda</p><p>mais próxima do filme. Paciente em decúbito dorsal,</p><p>posicionado com uma obliquidade entre 15° e 20°.</p><p>A radiografia deve ser obtida em apnéia expiratória</p><p>117</p><p>Usar Técnica de Abdome.</p><p>A Oblíqua Posterior Direita estuda as costelas flutuantes</p><p>direitas, e a OPE, as flutuantes esquerdas.</p><p>Raio central perpendicular, no nível do apêndice xifoide.</p><p>118</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddooo ooossssssooo eeesssttteeerrrnnnooo</p><p>Perfil Direito e Perfil Esquerdo (P. dir. e P. esq.)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerdado tórax mais próxima</p><p>do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>lateral com os braços voltados para trás e o tórax em</p><p>lordose forçada.</p><p>Raio central perpendicular ao filme, penetrando no meio</p><p>do espaço entre o manúbrio e o apêndice xifoide.</p><p>Posição Oblíqua Anterior Direita (OAD) e Oblíqua</p><p>Anterior Esquerda (OAE)</p><p>Técnica:</p><p>Região anterior direita ou esquerda do tórax mais</p><p>próxima do receptor.</p><p>119</p><p>Paciente em posição ortostática, em hemidecúbito lateral</p><p>ou sentado. Obliquidade paciente-mesa entre 15° a 30°.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível da sexta</p><p>vértebra torácica.</p><p>120</p><p>CCCooollluuunnnaaa VVVeeerrrttteeebbbrrraaalll</p><p>A coluna vertebral é dividida em quatro regiões: cervical,</p><p>torácica, lombar e sacro- coccígea estende-se do crânio até</p><p>a pelve, composta de uma série de ossos chamados</p><p>vértebras.</p><p>São 7 vértebras cervicais, 12 torácicas e 5 lombares,</p><p>5 sacrais e um cóccix com 4 segmentos fundidos.</p><p>A coluna vertebral é composta de uma série de curvas</p><p>ântero-posteriores. A região lombar e cervical têm curvaturas</p><p>côncavas e são descritas como lordóticas. A região torácica e</p><p>sacral possuem curvaturas convexas e são descritas como</p><p>cifoses.</p><p>121</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo dddaaa</p><p>cccooollluuunnnaaa ccceeerrrvvviiicccaaalll</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do pescoço mais próxima do RI.</p><p>O paciente em posição ortostática ou sentado.</p><p>A borda superior do chassi deve coincidir com a região</p><p>mais alta do pavilhão auricular.</p><p>Raio central com inclinação cefálica de 12.</p><p>Perfil Normal (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda do pescoço mais</p><p>próxima do filme, devendo- se, por convenção, quando</p><p>não houver indicação específica, realizar a incidência em</p><p>Perfil esquerdo.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou, em última</p><p>hipótese, em decúbito lateral.</p><p>122</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no nível da</p><p>quarta vértebra cervical.</p><p>Transoral (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Regiões posteriores da cabeça e do pescoço mais</p><p>próximas do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, sentado ou em posição</p><p>ortostática, abrindo a boca ao máximo.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando de maneira que</p><p>tangencie os dentes incisivos superiores.</p><p>123</p><p>Posição em Oblíqua Posterior Direita (OPD) e Oblíqua</p><p>Posterior Esquerda (OPE)</p><p>Técnica:</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou, em última</p><p>hipótese, em decúbito dorsal.</p><p>Obliquidade paciente-mesa de 45°.</p><p>Raio central com inclinação cefálica de 10°, penetrando</p><p>no nível da quarta vértebra cervical.</p><p>Perfil com Flexão</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda do pescoço mais</p><p>próxima do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou, em última</p><p>hipótese, em decúbito lateral.</p><p>O paciente deve fletir ao máximo a cabeça, até que olhe</p><p>em direção dos pés.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando ao nível de C4.</p><p>124</p><p>Perfil com Extensão</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda do pescoço mais</p><p>próxima do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou, em última</p><p>hipótese, em decúbito lateral.</p><p>O paciente deve estender ao máximo a cabeça, até que</p><p>olhe em direção ao teto.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando ao nível de C4.</p><p>125</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa cccooollluuunnnaaa tttooorrráááccciiicccaaa</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região posterior do tórax mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou, em última</p><p>hipótese, em decúbito dorsal.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no meio do</p><p>espaço entre a fúrcula esternal e o apêndice xifoide.</p><p>Perfil Esquerdo (Inc. de Rotina) – Perfil Direito</p><p>Técnica:</p><p>Região lateral direita ou esquerda do tórax mais</p><p>próximas do receptor.</p><p>Paciente em posição ortostática, sentado ou em decúbito</p><p>lateral.</p><p>126</p><p>Raio central perpendicular penetrando no nível da sexta</p><p>vértebra torácica.</p><p>127</p><p>EEEssstttuuudddooo rrraaadddiiiooogggrrráááfffiiicccooo</p><p>dddaaa cccooollluuunnnaaa lllooommmbbbaaarrr</p><p>Ântero-posterior (AP) (Incidência de Rotina)</p><p>Técnica:</p><p>Região lombar mais próxima do receptor.</p><p>Paciente em decúbito dorsal, flexionando as pernas até</p><p>as regiões plantares ficarem em contato com a mesa.</p><p>Raio central perpendicular, penetrando no ponto médio</p><p>entre a borda inferior da cartilagem costal</p>

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