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TERAPIA</p><p>FILMOGRAFIA PARA CRIANÇAS</p><p>RESPIRA, NÃO PIRA</p><p>A CAIXA MÁGICA DOS SENTIMENTOS</p><p>ADOLESCENTES ..................................................................... 49</p><p>PARTE DE MIM</p><p>QUEBRANDO O GELO</p><p>QUEM É ESSE NO ESPELHO?</p><p>MEU CORPO DE HOJE</p><p>CRESCER DÓI?</p><p>QUEM ÉRAMOS NÓS?</p><p>CONTOS DE FAMÍLIA</p><p>O QUE SABEMOS SOBRE DROGAS?</p><p>ESCLARECENDO E DIVULGANDO</p><p>DIALOGANDO COM AS FAMÍLIAS</p><p>MIL COMPARTILHAMENTOS</p><p>RESPEITO É BOM E EU GOSTO</p><p>DESCONECTAR É PRECISO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>3</p><p>O QUE ESPERO DE MIM?</p><p>CARTA PARA O FUTURO PROFISSIONAL</p><p>LEVANAMENTO DE INTERESSES PROFISSIONAIS</p><p>QUESTIONÁRIO ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL</p><p>MESA REDONDA DAS PROFISSÕES</p><p>PLANO DE ESTUDO</p><p>ADULTOS ............................................................................... 90</p><p>MARCOS E MARCAS</p><p>MAPA DE HÁBITOS</p><p>PASSAGEM AO ALTO</p><p>SUPERPODER</p><p>QUEBRA-CABEÇA DA VIDA</p><p>TEM UMA PONTE NO MEIO DO CAMINHO</p><p>COLCHA DE RETALHOS</p><p>À CRIANÇA</p><p>GESTÃO DE TAREFAS</p><p>CONSTRUINDO O HERÓI</p><p>VOCÊ TEM MEDO DE QUE?</p><p>VALORES DE HOJE</p><p>CONTROLADA MENTE</p><p>NA BALANÇA</p><p>A MIM</p><p>QUEM SOU EU POR MIM?</p><p>DO PIOR, O MELHOR</p><p>ASSUMINDO O COMANDO</p><p>REGRAS DO JOGO</p><p>REFLETINDO A MORTE</p><p>CASAIS E FAMÍLIA ................................................................ 125</p><p>BIOGRAFIA CRUZADA</p><p>COMUNICAÇÃO USANDO OS SENTIDOS</p><p>CASAL/FAMÍLIA FRENTE A SI MESMO</p><p>RECORDAR É (RE)VIVER</p><p>HISTÓRIAS SOBRE A ORIGEM DO CASAL/FAMÍLIA</p><p>TRACA DE PAPÉIS OU DANÇA DAS CADEIRAS</p><p>PLANOS CONJUGAIS/FAMILIARES</p><p>A ROTINA NOSSA DE CADA DIA</p><p>LINGUAGENS DE AFETO OU EMOÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>4</p><p>CABO DE GUERRA</p><p>CARTAS DE PROPOSTAS</p><p>PERDOE-ME, MAS...</p><p>COMO ANDA NOSSA SEXUALIDADE?</p><p>SE EU TE PERDER...</p><p>MURO DE MÁGOAS</p><p>ESCALA DE NECESSIDADES</p><p>RITOS ORGANIZADORES</p><p>FAMÍLIA/CASAL TERAPÊUTICO</p><p>IDOSOS ................................................................................ 158</p><p>LINHA DA VIDA</p><p>MEU PLANO DE AÇÃO</p><p>MAPA DE FRAGILIDADES</p><p>MODELANDO UMA NOVA MULHER</p><p>DUAS FACES DA MOEDA</p><p>ANTES E DEPOIS DE VOCÊ</p><p>REVIVER</p><p>CARA A CARA COM A APOSENTDORIA</p><p>MITO OU VERDADE?</p><p>ESTOU ME VENDO</p><p>O CAPITÃO MANDOU</p><p>NOSSO PRESENTE</p><p>ASSINO EMBAIXO</p><p>MINHA CANÇÃO</p><p>A HISTÓRIA DE UM VASO DE CERÂMICA</p><p>NO MEU TEMPO</p><p>MINHAS MARCAS</p><p>ÁRVORE DA VIDA</p><p>A VELA</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>5</p><p>CRIANÇAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>6</p><p>QUEM SOU EU?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Interagir com a criança no intuito de saber mais sobre a percepção de si mesma, de</p><p>como é vista pelas pessoas que convive com ela diretamente e com quem se identifica.</p><p>Dizer quem ela é possibilita uma estruturação da sua imagem egóica além de situar sua</p><p>condição de sujeito no mundo, como pensa, do que gosta quais suas características mais</p><p>marcantes e como pode lidar com essa identidade ainda em construção psíquica e social.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Canetas, lápis de cor, giz de cera, tinta, papel, cartolina, metro, revistas para recorte,</p><p>tesoura sem ponta, cola papel.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar a criança criar um texto, se ela souber escrever, desenhar ou colar</p><p>figuras de revistas sobre como se vê, quem acredita que é. A ideia é que ela faça</p><p>uma autobiografia que pode ser estruturada através de um texto corrido ou por</p><p>tópicos, frases, palavras ou figuras que a represente.</p><p>B. Uma redação falando sobre si, um desenho, uma colagem, tópicos com</p><p>características que representem a criança, desenho grande no papel metro</p><p>contendo coisas que identifique.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Se a criança não quiser fazer nenhuma dessas opções, a aplicadora pode ir fazendo e</p><p>perguntando para ela. Pode ser construído de forma conjunta tanto o texto quanto a</p><p>figura. Outra ideia é a aplicadora ir escrevendo tudo que a criança se identifica,</p><p>perguntar a ela, por exemplo, o que gosta de fazer, de comer, de assistir, de ler, de ouvir.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa ferramenta pode ser utilizada com crianças maiores de 6 anos na primeira sessão</p><p>de avaliação. Com crianças menores pode ser utilizada depois de um tempo de vínculo</p><p>com o terapeuta, e com a ajuda dele no processo.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>7</p><p>Caso a criança demonstre muita resistência, é importante trabalhar com ela sua</p><p>autoimagem, autoestima e questões interpessoais.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>O que você acha mais legal ou Interessante em você? Se você pudesse mudar algo em</p><p>você o que mudaria?</p><p>As pessoas acham isso de você também, quais?</p><p>Se pudesse nascer novamente, como gostaria de ser? Identifica-se com algum artista ou</p><p>personagem de filme ou desenho?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>Se existir resistência por parte da criança em fazer essa atividade, quais as análises</p><p>podem ser feitas?</p><p>A criança que está sendo proposta essa ferramenta está numa fase de desenvolvimento</p><p>que permite ser construída a atividade?</p><p>Você conhece o suficiente a demanda da família e da criança para inferir análises</p><p>consistentes do resultado dessa ferramenta?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>8</p><p>CONTE UMA HISTÓRIA...</p><p>OBJETIVOS</p><p>Favorecer a criança o espaço livre para explorar seus conteúdos simbólicos e estruturar</p><p>de forma a trazê-la para uma perspectiva mais real do discurso e da história contada e</p><p>ouvida por ela mesma.</p><p>Ela poderá reviver situações que já experimentou ou apenas deseja vivenciar, de forma</p><p>livre podendo ajustar como entender mais interessante em sua fantasia para depois</p><p>conseguir colocar em prática de forma assertiva e coerente, fazendo um link entre o que</p><p>imagina e o que pode ser vivido na realidade.</p><p>A criança também demonstra através dessa ferramenta o que se identifica, o que julga</p><p>ser correto ou errado, seus valores sua forma de ver o mundo e de se relacionar com as</p><p>pessoas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Cartas (amarelas) com desenho de personagens diferentes (pode ser animais, tipos de</p><p>pessoas, personagens de contos de fadas) cartas (azuis) com ações diversas sugeridas</p><p>para os personagens fazerem, cartas (rosa) com perfil de cada personagem.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A aplicadora pede para a criança sortear uma cartinha de cada cor e contar uma história</p><p>com o personagem, o perfil e a ação que foram sorteadas. A ideia é que a criança possa,</p><p>através dessas cartinhas, construir uma história baseada nas sugestões que foram</p><p>explicitadas</p><p>no humor, mas não consegue nomear esses sentimentos ou relacioná-los às</p><p>transformações vivenciadas na passagem da infância para a adolescência.</p><p>A. Construir, numa folha de papel, um quadro com os dez últimos anos da vida do</p><p>adolescente. Exemplo: se for um menino de quinze anos, o quadro será</p><p>composto de dez colunas com as idades de 6 anos até os 15 anos;</p><p>B. Em cada coluna, o adolescente deve escolher uma palavra que represente seus</p><p>sentimentos naquela idade;</p><p>C. Refletir, a partir dos conteúdos que emergiram, sobre os processos de transição</p><p>que vivenciamos ao longo da vida.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A depender da idade do adolescente (pré-adolescente), o quadro pode ser referente aos</p><p>cinco últimos anos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso o adolescente esteja com dificuldade de se expressar, o (a) aplicador (a) pode</p><p>sugerir que os sentimentos sejam representados por uma música ou situações vividas.</p><p>Ex.: 6 anos - passeio na praia aos sábados.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>59</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Voltando para os seus anos, qual palavra/vivência significativa você escolheria para</p><p>representar esse momento?</p><p>Quantas palavras representam momentos de prazer e bem estar da sua vida e quantas</p><p>te remetem a sentimentos opostos?</p><p>Quais são as palavras que mais te chamam atenção?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>60</p><p>QUEM ÉRAMOS NÓS?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Expressar sentimentos decorrentes de conflitos vivenciados com pai, mãe e familiares</p><p>que fazem função paterna ou materna;</p><p>Reconectar o adolescente com outras fases da vida em que o relacionamento com o</p><p>pai/mãe trazia sensação de bem-estar ou satisfação.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel A4, caneta,</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Falar sobre a necessidade de diferenciação do adolescente em relação aos seus</p><p>pais pode ser uma boa estratégia para iniciar a aplicação dessa ferramenta;</p><p>B. Ajudar o adolescente a mudar sua perspectiva e flexibilizar a percepção de que</p><p>ele não é o único a viver esse tipo de conflito;</p><p>C. Após esse diálogo, fazer um convite para pensar como era essa relação quando</p><p>ele(a) era criança;</p><p>D. Apresentar uma folha de papel com as seguintes perguntas e, juntos, preencher</p><p>as respostas:</p><p>a. Quem éramos nós?</p><p>b. O que eu mais gostava de fazer com ele(a) era...</p><p>c. O que eu mais admirava nele(a) era...</p><p>d. Liste três características dele(a) que você acha que herdou.</p><p>E. A partir dessas perguntas, explorar com o adolescente os pontos de embate e</p><p>propor uma reflexão sobre quais comportamentos têm dificultado a resolução</p><p>dos conflitos.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>61</p><p>A depender do vínculo com o adolescente e da complexidade do conflito, o(a)</p><p>aplicador(a) pode construir com ele(a) a possibilidade de convidar o familiar para</p><p>participar da sessão e as perguntas serem feitas diretamente.</p><p>Ex.: pergunta do familiar para o adolescente: quais atividades você sente falta de fazer</p><p>comigo?</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais atividades você sente falta de fazer com ele(a)?</p><p>O que ele(a) fazia que dava orgulho a você? Com quem você mais parece hoje?</p><p>Se fosse antes, como resolveriam um problema?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>62</p><p>CONTOS DE FAMÍLIA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Utilizar a literatura como recurso na (re)construção da história familiar.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel A4, caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Pais e mães angustiados, frequentemente demandam apoio, orientação para resolução</p><p>de conflitos que surgem na relação com os filhos que entram na adolescência.</p><p>A. Acolher as angústias e anseios da família que, por vezes, sente muita dificuldade</p><p>em elaborar o luto da imagem construída na infância e que parece não se refletir</p><p>na adolescência do seu(sua) filho(a) que vem vivendo profundas transformações</p><p>físicas e emocionais;</p><p>B. Solicitar que todos os membros escrevam um conto, tomando como base a</p><p>história da família;</p><p>C. A partir de cada conto, construir uma história única:</p><p>D. Refletir sobre os conflitos descritos em comum.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Todos os membros da família devem ser convidados a escrever o conto. Crianças</p><p>menores podem contribuir com ilustrações.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Onde começa sua história? Quem são as personagens principais e quais são suas</p><p>características?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>63</p><p>O que se espera de cada um dos personagens?</p><p>Quais os maiores desafios vividos pelos personagens dessa história?</p><p>O que eles fazem para enfrentar esse desafio?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>64</p><p>O QUE SABEMOS SOBRE DROGAS?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Compreender qual o conhecimento que o adolescente possui sobre as drogas</p><p>(substâncias psicoativas) e verificar se existem distorções com relação ao conceito de</p><p>abuso ou do efeito das substâncias.</p><p>Ofertar informações consistentes, a partir de fontes científicas, sobre os efeitos das</p><p>substâncias psicoativas lícitas e ilícitas: Discutir sobre as questões sociais que envolvem</p><p>a produção, comercialização e consumo das drogas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel A4, caneta. Sugestão de publicações para consulta: Cartilha informativa</p><p>sobre drogas (Revista da Associação Paulista de Medicina, 2005); Cartilha para</p><p>Educadores do Ministério da Justiça (Série: Por dentro do Assunto. 2011).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Listar as substâncias psicoativas (drogas) lícitas e ilícitas que conhece;</p><p>B. Descrever os efeitos dessas substâncias;</p><p>C. Comparar as descrições feitas com informações oferecidas por materiais</p><p>científicos e publicações voltadas para a promoção da saúde.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esta ferramenta pode ser aplicada junto com “Esclarecendo e divulgando “.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>De quais substâncias psicoativas (drogas) lícitas e ilícitas você já ouviu falar?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>65</p><p>Você saberia descrever o efeito de cada uma delas no organismo das pessoas?</p><p>O que define o uso abusivo?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>66</p><p>ESCLARECENDO E DIVULGANDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Elaborar uma peça publicitária (cartaz, vídeo, chamada de rádio, post para redes sociais)</p><p>de uma campanha de prevenção do uso abusivo de drogas (substâncias psicoativas);</p><p>Divulgar para a comunidade o material construído (escolas, centros comunitários,</p><p>congregações) oferecendo orientações baseadas em</p><p>conteúdos científicos, sobre os</p><p>efeitos do abuso de substâncias psicoativas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>O material dependerá da escolha da peça publicitária. Cartazes: cartolina, papel pardo,</p><p>giz de cera, hidrocor, revista, cola, tesoura.</p><p>Vídeos, posts em redes sociais e áudios: recursos de telefone celular.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Levantar, junto aos adolescentes, quais são as substâncias psicoativas (lícitas ou</p><p>ilícitas) de que já ouviram falar ou de que gostariam de saber mais informações;</p><p>B. Promover debates e oferecer informações científicas para elaboração do</p><p>material;</p><p>C. Separar os adolescentes em subgrupos, a partir das substâncias listadas</p><p>anteriormente;</p><p>D. Estabelecer critérios para elaboração das peças escolhidas:</p><p>a. Quantidade de cartazes ou posts ou tempo de duração do vídeo;</p><p>b. Formato (relato de casos reais de uso abusivo de drogas e de familiares, por exemplo).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Para enriquecer a discussão com grupos de adolescente em instituições escolares,</p><p>hospitalares, ambulatórios, centros de referência ou CAPS-ad e qualificar a elaboração</p><p>do material, pode-se convidar professores (ciências, química, biologia) ou médicos para</p><p>falar sobre os efeitos bioquímicos das substâncias psicoativas no organismo.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>67</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Sobre quais substâncias psicoativas (drogas) vocês gostariam de saber mais</p><p>informações?</p><p>Que tipo de peça publicitária você considera mais eficiente para a divulgação das</p><p>informações levantadas?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>68</p><p>DIALOGANDO COM AS FAMÍLIAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Construir espaço de psicoeducação;</p><p>Oportunizar a família momento de trocas de informações sobre o lidar com adolescente</p><p>que faz uso abusivo de substância psicoativa (drogas);</p><p>Oferecer espaço de escuta para a família verbalizar medos e preocupações;</p><p>Esclarecer dúvidas acerca das consequências do uso abusivo;</p><p>Dialogar sobre ações resolutivas para enfrentar situações de conflito que surgem na</p><p>relação cotidiana com o adolescente que faz uso abusivo de drogas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>O profissional pode disponibilizar material produzido a partir de fontes científicas.</p><p>Sugestão de publicações para consulta: Cartilha informativa sobre drogas (Revista da</p><p>Associação Paulista de Medicina, 2005); Cartilha para pais de adolescentes do Ministério</p><p>da Justiça (Série: Por dentro do Assunto, 2013).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Explicar aos membros da família a importância de todos se apropriarem, a partir</p><p>de fontes científicas, dos conteúdos relacionados à temática das drogas,</p><p>B. Solicitar que as pessoas verbalizem quais são suas dúvidas sobre o tema;</p><p>C. Orientar sobre as substâncias psicoativas, fazendo as devidas distinções quanto</p><p>aos efeitos no organismo, forma de uso e consequências do abuso;</p><p>D. Oportunizar espaço de trocas de experiência e construção de estratégias</p><p>resolutivas para situações de conflito.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Esta ferramenta pode ser aplicada em salas de espera de ambulatório e CAPS-ad que</p><p>fazem atendimento a adolescentes encaminhados para acompanhamento em função</p><p>de uso abusivo de substâncias psicoativas e que vão acompanhados de seus familiares.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>69</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Psicoeducar a família é uma etapa fundamental no trabalho com adolescentes que</p><p>vivenciam conflitos decorrentes de uso abusivo de substâncias. Muitas vezes, a família</p><p>reproduz um discurso pautado na associação das drogas à marginalidade, à loucura ou</p><p>à morte que pouco tem efeito no jovem, que não se vê como alguém viciado ou incapaz</p><p>de realizar suas atividades.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais são as drogas de que vocês gostariam de saber mais informações?</p><p>Qual o seu maior medo com relação ao uso de drogas? O que mais gera conflito entre</p><p>vocês?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>70</p><p>MIL COMPARTILHAMENTOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Discutir conteúdo público e privado nas redes sociais e aplicativos de mensagem</p><p>instantânea;</p><p>Explorar e diferenciar conceitos como nude, sexting e sextorsão;</p><p>Elaborar estratégias de proteção de conteúdo de redes sociais.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Vídeos (se houver recursos para exibição) e materiais impressos disponibilizados pela</p><p>ONG Safernet Brasil (new.safernet.org.br), folha de papel A4, caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Apresentar o conteúdo que será trabalhado e solicitar que os adolescentes</p><p>comentem o que sabem sobre o tema;</p><p>B. Iniciar a discussão sobre privacidade e segurança de dados na internet;</p><p>C. Exibir os vídeos ou material impresso disponibilizado pela safernet;</p><p>D. Separar em pequenos grupos para discussão de casos fictícios envolvendo</p><p>adolescentes que tiveram sua privacidade violada nas redes sociais;</p><p>E. Elaborar propostas de resolução para lidar com as situações levantadas nos</p><p>casos.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Esta ferramenta pode ser utilizada no atendimento clínico Individual, no caso de</p><p>adolescentes que foram vítimas de violação de privacidade no contexto virtual. O uso</p><p>do material pode ser muito útil para que o adolescente se compreenda como vítima e</p><p>entenda que essas ações se configuram crime.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso alguém exponha um caso real, cabe ao (a) aplicador pactuar o sigilo com o grupo.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>71</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Existe espaço nas redes sociais para conteúdo privado?</p><p>Quais são as ferramentas disponíveis para proteção dos dados que disponibilizamos na</p><p>internet?</p><p>Alguém próximo a você já teve seus dados violados ou conteúdo íntimo exposto?</p><p>Se acontecesse com você, o que faria?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>72</p><p>RESPEITO É BOM E EU GOSTO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Diferenciar e explicar conceitos como: bullying, cyberbullying, cyberthreat, trollagens</p><p>etc.; combater à violência, intimidação, bullying e cyberbullying.</p><p>Promover ações de incentivar a construção das relações baseadas no respeito e na</p><p>cultura da paz.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel A4, lápis de cor, hidrocor, giz de cera.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. O (A) aplicador (a) deve apresentar o tema e fomentar uma discussão sobre</p><p>intimidação e violência sistemática;</p><p>B. Solicitar que os adolescentes expliquem como uma situação pode passar de uma</p><p>brincadeira para um ato de intimidação;</p><p>C. Explicar as definições de bullying,cyberbullying, cyberthreat, trollagens;</p><p>D. Esclarecer sobre o papel do autor, vítima e testemunhas da ação (Bullying);</p><p>E. Construir cartilhas contendo as informações discutidas e com orientações sobre</p><p>a cultura do respeito.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Caso tenha acesso à internet, o profissional pode utilizar vídeos e materiais informativos</p><p>disponibilizados por ONGs que combatem o bullying e cyberbullying.</p><p>Sugestão: Safernet Brasil (new.safernet.org.br).</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>73</p><p>O que define o bullying?</p><p>Qual a fronteira entre a brincadeira/zoeira e a intimidação?</p><p>Qual seria a responsabilidade das testemunhas?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>74</p><p>DESCONECTAR É PRECISO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Discutir sobre a necessidade do uso consciente das tecnologias (celulares, tablets,</p><p>computadores, televisão): Refletir sobre as dificuldades de gestão das atividades de</p><p>rotina em função do tempo excessivo dedicado aos jogos virtuais, videogames, mídias</p><p>sociais ou plataformas virtuais de séries e filmes.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Anúncios de jornais, folha de papel A4, hidrocor preto.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Mostrar modelos de anúncios que servirão como referência para o trabalho;</p><p>B. Dividir os adolescentes em dois grupos (grupo 1 e grupo 2);</p><p>C. Consigna:</p><p>Grupo 1- Deve criar um produto tecnológico, voltado para o público adolescente. O</p><p>diferencial do produto deve estar relacionado aos ganhos que o usuário pode ter se</p><p>aumentar o tempo de uso do produto;</p><p>Grupo 2 - Deve criar um anúncio de uma colônia de férias para adolescentes. O</p><p>diferencial desse produto deve estar relacionado ao fato de que, nessa colônia, as</p><p>pessoas não podem fazer uso de aparelhos tecnológicos. As atividades propostas</p><p>envolvem contato com a natureza. Todos os problemas que surgem são resolvidos</p><p>através de soluções analógicas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Se o grupo de trabalho for acima de 30 pessoas, pode-se criar o grupo 3, formado por</p><p>consumidores que farão a análise dos produtos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>75</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais são as vantagens e desvantagens de cada um dos produtos?</p><p>Como podemos controlar o uso das tecnologias para</p><p>fazermos uma melhor gestão do nosso tempo?</p><p>Quanto tempo do seu dia você dedica aouso de tecnologia?</p><p>E a outras atividades?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>76</p><p>O QUE ESPERO DE MIM?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Projetar perspectiva de futuro; mapear quais expectativas estão sendo construídas</p><p>sobre si; compreender o que se tem feito para cumprir tais expectativas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Cartões com palavras-chave (ver anexo).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Esta ferramenta pode ser apresentada como um jogo.</p><p>A. Inicialmente, o profissional deve virar todos os cartões para baixo, de forma que</p><p>as palavras não possam ser lidas;</p><p>B. Explicar a regra básica: todos os cartões da mesa contêm uma única palavra no</p><p>verso. Ao virar o cartão e ler a palavra, imediatamente, o adolescente deve dizer</p><p>a primeira palavra ditas podem ser anotadas para que sejam retomadas no final</p><p>do jogo.</p><p>C. As palavras que lhe venha à cabeça;</p><p>D. Sugestões de palavras, a depender do contexto em que o trabalho seja realizado:</p><p>vida / futuro / amigos / prazer / dinheiro / família / trabalho / amor / medo /</p><p>frustrações/arrependimentos.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Esta é uma ferramenta que pode ser aplicada num contexto de trabalho individual ou</p><p>de grupo, caso as pessoas já tenham vínculo fortalecido e se sintam seguras em expor</p><p>seus sentimentos. Pode ser utilizada em atividades com adolescentes privados de</p><p>liberdade e que necessitam construir perspectiva de futuro.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>77</p><p>Caso o (a) aplicador (a) realize encontros sistemáticos, individuais ou em grupos, as</p><p>palavras do jogo podem ser coletadas dos encontros anteriores, para que façam mais</p><p>sentido para o adolescente.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quando você associou a palavra você pensou em quê?</p><p>A palavra lembrou a você algo muito positivo? O que podemos fazer para construir essa</p><p>situação na vida?</p><p>Esta ferramenta pode ser apresentada como um jogo.</p><p>O que espero de mim? VIDA - FAMÍLIA – AMIGOS - PRAZER – DINHEIRO - FUTURO -</p><p>AMOR - TRABALHO - MEDO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>78</p><p>CARTA PARA O FUTURO PROFISSIONAL</p><p>OBJETIVOS</p><p>Mapear as expectativas com relação ao futuro profissional e áreas de interesse de</p><p>atuação.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Carta em folha de papel A4 (ver anexo), caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Escrever uma carta destinada a você mesmo, considerando a passagem de 10 anos</p><p>na sua vida;</p><p>B. Criar hipóteses sobre como estaria a sua vida profissional com o passar do tempo;</p><p>C. Descrever detalhadamente local, horário do trabalho e tipo de atuação.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso o adolescente tenha dificuldade em projetar ou construir perspectiva de o futuro,</p><p>o (a) aplicador (a) pode orientar que ele escolha um adulto de referência e descreva,</p><p>inicialmente, a vida dessa pessoa.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quem são os adultos que você admira? O que fazem essas pessoas?</p><p>Para você, quais são as responsabilidades de uma pessoa adulta?</p><p>Querido(a) (escreva seu nome completo) Abraços, EU.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>79</p><p>LEVANAMENTO DE INTERESSES PROFISSIONAIS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Reconhecer atividades de interesse que podem ser referência para escolha de área de</p><p>atuação profissional; excluir atividades pelas quais não demonstra afinidade.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Questionário em folha de papel A4 (ver anexo), caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Responder às duas perguntas propostas, tomando como base atividades do seu</p><p>interesse e também aquelas pelas quais não há nenhuma afinidade ou reconhecimento</p><p>de possibilidade de atuação.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O adolescente pode ser orientado a responder primeiro à pergunta 2, já que, para</p><p>muitas pessoas, fica mais fácil reconhecer por quais atividades não se têm afinidade</p><p>interesse.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quando criança, qual atividade ou profissão você projetava realizar/ser?</p><p>Na escola, quais disciplinas despertam o seu interesse?</p><p>Quais profissionais você admira?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>80</p><p>Imagina-se trabalhando diretamente compessoas, animais, computadores, máquinas,</p><p>no campo?</p><p>Tem interesse por área de vendas,indústria, comércio, cuidados ao outro?</p><p>QUESTIONÁRIO DE INTERESSES PROFISSIONAIS</p><p>1) Na minha vida profissional, penso em realizar atividade relacionadas com:</p><p>2) Na minha vida profissional, NÃO penso em realizar a atividades relacionadas</p><p>com:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>81</p><p>QUESTIONÁRIO ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL</p><p>OBJETIVOS</p><p>Ampliar repertório acerca das possibilidades de áreas de atuação profissional: formação</p><p>técnica/graduação, área de atuação, remuneração, estágio.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Questionário semiestruturado, caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Apresentar o questionário e verificar quais perguntas podem ser incluídas no</p><p>questionário;</p><p>B. Buscar profissionais que trabalham nas áreas de interesse de atuação para</p><p>aplicar o questionário.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Caso a ferramenta seja aplicada em escola, o (a) aplicador(a) responsável por conduzir</p><p>a atividade pode construir uma rede de profissionais de apoio que estejam disponíveis</p><p>para responder às entrevistas. Essa rede de profissionais também pode ser construída</p><p>para a prática clínica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esta ferramenta pode ser aplicada junto com "Mesa redonda das profissões", no caso</p><p>do trabalho realizado com grupos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Existem outras dúvidas que você deseja esclarecer sobre as áreas de atuação</p><p>profissional que são do seu interesse, além daquelas já mencionadas no questionário?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>82</p><p>QUESTIONÁRIO ÁREAS DE ATUAÇÃO</p><p>AREA PROFISSÃO DE INTERESSE:</p><p>NOME DO PROFISSIONAL:</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO:</p><p>CURSO TÉCNICO/PROFISSIONALIZANTE (LEVANTAMENTO DOS CONTEÚDOS</p><p>TRABALHADOS):</p><p>QUAIS SÃO AS ÁREAS E LOCAIS DE TRABALHO?</p><p>QUAIS AS MELHORES ÁREAS PARA ESTÁGIO OU TREINAMENTO?</p><p>QUAL A REMUNERAÇÃO MÉDIA DESSE PROFISSIONAL?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>83</p><p>MESA REDONDA DAS PROFISSÕES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Possibilitar contato com profissionais de diferentes áreas. Esclarecer dúvidas específicas</p><p>quantos às profissões.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Sugestão de questionário em folha de papel A4, sala com cadeiras em semicírculo,</p><p>caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Aplicar, inicialmente, com o grupo de adolescentes, questionário com lista de</p><p>profissões e levantar o número de interessados para cada profissão;</p><p>B. Convidar profissionais de diversas áreas para compor mesas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esta é uma ferramenta de aplicação para trabalhos em grupo.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais outras profissões ou áreas de atuação você tem interesse em conhecer, além das</p><p>que estão listadas no questionário?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>84</p><p>FICHA DE SONDAGEM</p><p>ÁREA 1: EXATAS</p><p>( ) Agronomia</p><p>( ) Análise de Sistemas</p><p>( ) Arquitetura</p><p>( ) Ciência da Computação</p><p>( ) Eng. Civil</p><p>( ) Eng. Computação</p><p>( ) Eng. de Alimentos</p><p>( ) Eng. de Controle e Automação</p><p>( ) Eng. de Minas</p><p>( ) Eng. de Produção</p><p>( ) Eng. Elétrica</p><p>( ) Eng. Física</p><p>( ) Eng. Mecânica</p><p>( ) Eng. Mecatrônica</p><p>( ) Eng. Naval</p><p>( ) Eng. Química</p><p>( ) Física</p><p>( ) Geologia</p><p>( ) Matemática</p><p>( ) Oceanografia</p><p>( ) Petróleo e Gás</p><p>( ) Química</p><p>ÁREA 2: SAÚDE</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>85</p><p>( ) Biomedicina</p><p>( ) Ciências Biológicas</p><p>( ) Enfermagem</p><p>( ) Farmácia</p><p>( ) Fisioterapia</p><p>( ) Fonoaudiologia</p><p>( ) Gastronomia</p><p>( ) Medicina</p><p>( ) Medicina Veterinária</p><p>( ) Nutrição</p><p>( ) Odontologia</p><p>( ) Terapia Ocupacional</p><p>( ) Zootecnia</p><p>ÁREA 3: HUMANAS</p><p>( ) Administração</p><p>( ) Biblioteconomia</p><p>( ) Ciências Contábeis</p><p>( ) Ciências Econômicas Comércio Exterior</p><p>( ) Comunicação Social</p><p>( ) Direito</p><p>( ) Filosofia</p><p>( ) Geografia</p><p>( ) História</p><p>( ) Hotelaria O Jornalismo</p><p>( ) Pedagogia</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>86</p><p>( ) Produção cultural</p><p>( ) Psicologia</p><p>( ) Publicidade</p><p>( ) Relações Internacionais</p><p>( ) Relações Públicas</p><p>( ) Secretariado Executivo</p><p>( ) Serviço Social</p><p>( ) Sociologia</p><p>( ) Turismo</p><p>ÁREA 4: LETRAS</p><p>( ) Letras</p><p>ÁREA 5: ARTES</p><p>( ) Artes Cênicas</p><p>( ) Artes Visuais</p><p>( ) Desenho Industrial</p><p>( ) Design</p><p>( ) Fotografia</p><p>( ) Moda</p><p>( ) Música</p><p>BACHARELADO INTERDICIPLINAR (BI's)</p><p>( ) Humanidades</p><p>( ) Artes</p><p>( ) Tecnologia e Ciência</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>87</p><p>( ) Saúde</p><p>OUTROS:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>88</p><p>PLANO DE ESTUDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Organizar o tempo dedicado ao estudo, conciliando com outras atividades e rotinas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Tabela de plano de estudo em folha de papel A4. Caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Listar todas as atividades, compromissos e obrigações;</p><p>B. Preencher a tabela com as atividades que são fixas e rotineiras;</p><p>C. Distribuir a carga horária de estudo para todas as disciplinas/ conteúdos</p><p>trabalhados ao longo da semana.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>No caso de adolescentes que precisam conciliar o horário de estudo com o trabalho,</p><p>pode-se orientar a seleção de grupos de conteúdos e tarefas mais importantes e que</p><p>precisam ser estudados com prioridade.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esta ferramenta pode ser aplicada individualmente ou em grupo.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais são as atividades que você realiza ao longo da semana?</p><p>Quanto aos conteúdos/disciplinas, quais você sente mais dificuldade?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>89</p><p>PLANEJAMENTO SEMANAL</p><p>8 dicas para realizar seu planejamento</p><p>1 Inclua os horários de acordar, dormir e se alimentar.</p><p>2 Inclua os seus compromissos que tem horário fixo (trabalho, terapia).</p><p>3 Separe um horário para praticar atividade física.</p><p>4 Separe um horário para as atividades de casa.</p><p>5 Separe um horário para praticar o autocuidado.</p><p>6 Insira suas tarefas que não tem horário fixo.</p><p>7 Insira momentos para o ócio, ele é necessário para TODOS.</p><p>8 Lembre-se: mesmo que algo saia do planejado, isso não anula o seu planejamento</p><p>inteiro.</p><p>PLANEJAMENTO SEMANAL DE ESTUDOS</p><p>SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO DOMINGO</p><p>MANHÃ</p><p>TARDE</p><p>NOITE</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>90</p><p>ADULTOS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>91</p><p>MARCOS E MARCAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Mapeamento sobre momentos importantes vividos pelo cliente e</p><p>suas reverberações.</p><p>Identificar padrões e generalizações a partir de marcos na história de vida.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>*Se avaliar pertinente, disponibilize hidrocor e/ou outros materiais para a realização da</p><p>atividade.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Para realização dessa ferramenta, peça que o cliente desenhe uma linha, marque o dia</p><p>do nascimento que pode ser o começo da linha ou não) e o final, o dia da aplicação.</p><p>Etapa 1: Peça para que o cliente eleja 10 (dez) marcos importantes na vida dele, que</p><p>podem ser interpretados como positivos ou negativos.</p><p>Etapa 2: Depois de eleito os marcos importantes, peça para que o cliente defina quais</p><p>as marcas que esses marcos deixaram em sua história.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Dependendo do que e de quem esteja trabalhando, você pode pensar em propor a</p><p>construção da linha com fotos, imagens, figuras;</p><p>É possível a construção da linha de marcos e marcas pensando por assuntos. Exemplo:</p><p>os "cinco relacionamentos amorosos"; ou "10 decepções". Sempre convidando o cliente</p><p>a definir os marcos e, depois, pensar nas marcas deixadas pelos marcos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>92</p><p>É importante que se percebe que não necessariamente o início da linha seja o</p><p>nascimento do cliente. Podem existir marcos importantes na vida dele antes do</p><p>nascimento e é importante conectarmos com isso e ampliarmos nossa visão.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quanto mais instigar seu cliente a pensar sobre os marcos e marcas, mais alcança o</p><p>objetivo da ferramenta. Não poupe questões "investigativas": "de quem veio", "o que</p><p>ficou", "como se quero", "o que quis fazer" são perguntas que podem ajudar você a</p><p>aprofundar as questões.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>93</p><p>MAPA DE HÁBITOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificação de padrões comportamentais cotidianos; Seleção de hábitos relacionados</p><p>a um objetivo ou meta do cliente: quais os que contribuem e os que prejudicam alcance</p><p>da meta? Categorizar hábitos; Ressignificar entendimento de comportamentos</p><p>cotidianos "bons" e "ruins".</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>1° Etapa: Mapeamento de hábitos. Construa um mapa para cada hábito, identificando</p><p>gatilho desencadeador e recompensa.</p><p>2° Etapa: Substituição de hábito (sugiro que só se realize essa etapa depois de</p><p>completada a 1°).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Aqui podemos trabalhar com a mudança de hábitos (o que chamo de etapa 2), aqueles</p><p>que já foram previamente identificados como não agregadores (negativos) para alguma</p><p>meta, objetivo ou estilo de vida já estabelecido.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Um hábito em si não é bom ou ruim, positivo ou negativo: eles devem ser percebidos</p><p>em um contexto maior e diante de um objetivo. Ter clareza do que se quer é</p><p>fundamental para que possamos criar categorias para os hábitos - nossos e de quem</p><p>prestamos serviços.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>94</p><p>1° Etapa:</p><p>A. Gatilho (normalmente presente no desencadeamento de um hábito):</p><p>B. Onde estou?</p><p>C. Qual horário? O que eu sinto? Quem geralmente está comigo? O que eu fiz</p><p>anteriormente?</p><p>D. Recompensa (raiz): Qual sensação de satisfação que esse hábito proporciona?</p><p>Por que essa sensação é importante para você? O que se busca preencher ao ter</p><p>contato com essa sensação? O que esse hábito provoca em outras pessoas?</p><p>2° Etapa:</p><p>A. Iniciar definindo que hábito se deseja substituir.</p><p>B. Planejamento de mudança de comportamento quando aparece o "desejo" de</p><p>praticar o que se deseja mudar: O que você vai fazer? Onde você vai fazer? Com</p><p>quem você vai fazer? O que você acreditar que vai sentir?</p><p>C. Estabelecimento de novo hábito.</p><p>Extrapolando:</p><p>Que sentimentos você precisaria ter para se comportar como deseja?</p><p>Que pensamentos poderiam te trazer esse tipo de sentimentos?</p><p>O que pode te ajudar a pensar dessa nova forma quando essas situações se repetirem?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>95</p><p>PASSAGEM AO ALTO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Eleger metas possíveis (descarte das irrealizáveis); clarear sobre metas eleitas; planejar</p><p>ações para realização das mesmas; deslocar lugar e papel do cliente diante de sua</p><p>própria vida; provocar protagonismo.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Essa ferramenta deve ser dividida em 3 (três) etapas:</p><p>1° Etapa: Levantamento de metas, objetivos. Nessa fase, não se deve pensar no como</p><p>fazer, mas no que se quer. É uma descrição livre em associação livre, como diria</p><p>"Freudinho").</p><p>2º Etapa: Aqui precisamos passar um filtro no que foi construído na etapa anterior.</p><p>Sugira a construção de três categorias em referência ao tempo de realização: curto,</p><p>médio e longo prazo. Devemos terminar essa segunda etapa com não uma, mas três</p><p>listas de alvos.</p><p>3ª Etapa: Nessa etapa será analisada cada meta (alvo) descrita na etapa anterior. Você</p><p>pode sugerir ao seu cliente começar pelas de curto prazo (pelo fato de o resultado vir</p><p>mais rápido!), mas não há uma obrigatoriedade nisso. Deve-se fazer a bateria de</p><p>perguntas para cada uma das metas constantes nas categorias:</p><p>a. Qual o alvo?</p><p>b. Quando ou como perceberá que atingiu seu alvo?</p><p>c. Quais são as estratégias que você utilizará para atingir seu alvo?</p><p>d. Por que quer esse alvo?</p><p>e. Para que quer esse alvo?</p><p>f. Quando quer esse alvo?</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>96</p><p>Essa é uma ferramenta que pode ser aplicada na sessão com seu cliente ou ainda</p><p>proposta para que realize sozinho.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa é uma ferramenta que pode ser realizada em várias sessões e que não tem uma</p><p>continuidade condicional;</p><p>A especificidade do alvo é fundamental para maior clareza. Não convém que o cliente</p><p>coloque, por exemplo, "juntar dinheiro" - aqui o objetivo é que ele coloque quanto quer</p><p>juntar ("juntar R$ 50.000,00");</p><p>Quando for trabalhar as estratégias para atingir alvo (letra"c"), construa com seu cliente</p><p>esses passos de forma cronológica ou processual. A percepção de etapa é fundamental</p><p>para diminuir potenciais "desvios de rota";</p><p>As letras "d" e "e" tendem a ser confundidas, e a gente precisa tomar cuidado! Na 1°,</p><p>faz-se referência à motivação (passado) do alvo e a 2°, finalidade (futuro).</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Que situações estão te impedindo de atingir o alvo que propôs atualmente?</p><p>Quais são os comportamentos que você tem tido diante dessas situações?</p><p>Alguns dos seus comportamentos podem estar contribuindo para que essas situações</p><p>aconteçam com frequência? Que sentimentos essas situações provocam em você?</p><p>Que pensamentos lhe ocorrem quando essas situações se repetem?</p><p>O que você pensa sobre o seu comportamento diante dessas situações?</p><p>O que você pensa imediatamente antes de se comportar dessa maneira?</p><p>O que você pensa sobre essas situações?</p><p>De que forma essas situações te afastam dos seus propósitos?</p><p>Esses comportamentos estão alinhados com os seus valores? Como você gostaria de se</p><p>comportar diante destas circunstâncias?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>97</p><p>SUPERPODER</p><p>OBJETIVOS</p><p>Ampliação de possibilidades diante de dificuldades; Expansão da percepção de poder.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Aqui a proposta é que o cliente, depois de eleger uma dificuldade é (pode ser uma</p><p>queixa sempre presente nas falas dele, por exemplo), liste todas as possibilidades de se</p><p>livrar dela, mesmo que as soluções encontradas sejam improváveis, fantasiosas ou</p><p>impossíveis. A revelação do superpoder se dá quando o sujeito percebe que tem</p><p>escolha, mas isso só é possível diante de possibilidades.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa é uma ferramenta que pode ser utilizada com foco numa dificuldade, como</p><p>proposta na apresentação, ou num desejo também.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Um problema comum na aplicação dessa ferramenta é a dificuldade do cliente em</p><p>perceber possibilidades. Aqui caberá um estímulo da (o) aplicadora (o), uma provocação</p><p>para fazê-lo entrar no clima.</p><p>Tendo essas possibilidades descritas, vocês podem pensar em que cada uma delas se</p><p>sustenta. Por exemplo: "eu poderia sumir" (ou morrer, ou desaparecer) está sustentada</p><p>no movimento de fuga.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>98</p><p>QUEBRA-CABEÇA DA VIDA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Refletir sobre a importância do foco; eleger um objetivo - recrutando peças que se</p><p>encaixam e descartando as que não servem; avaliar oportunidades cotidianas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Quebra-cabeça (comum ou personalizado) e algumas peças de outro quebra-cabeça que</p><p>não se encaixam.</p><p>Obs.: a quantidade de peças do quebra-cabeça deve variar com a idade e capacidade do</p><p>cliente, além do tempo disponível para a aplicação da ferramenta, e isso deverá ser</p><p>avaliado antes da aplicação.</p><p>Dica: penso que o quebra-cabeça completo pode ser uma mensagem relacionada ao</p><p>conteúdo que está sendo trabalhado. Portanto, avalie a possibilidade de personalizar o</p><p>recurso.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Para a aplicação dessa ferramenta, é importante que não haja qualquer tipo de imagem</p><p>"guia" sobre o conteúdo da imagem a ser formada no quebra-cabeça. A proposta ao</p><p>cliente precisa ser o mais superficial possível, com o convite "despretensioso" para</p><p>montar o brinquedo.</p><p>Daí, surgirá, provavelmente, a primeira "queixa", de não saber o que se está montando</p><p>- o que levará a refletir sobre a forma que a gente funciona: muitas vezes não sabemos</p><p>qual é nosso quebra cabeça, mas estamos recrutando ou descartando peças!</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Aqui a gente pode usar a ferramenta de forma mais generalista, convidando nosso</p><p>cliente a pensar o que ele está "montando" na vida, ou de maneira mais afunilada,</p><p>elegendo assuntos mais específicos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>99</p><p>É importante que exista pouca ou nenhuma orientação (assim como na vida!) para a</p><p>montagem do quebra-cabeça. Decidir sobre o que ficar e o que descartar faz parte dos</p><p>objetivos: As peças que não se encaixam podem ou não ser usadas (você deverá avaliar</p><p>se faz sentido manter ou descartar seu uso). Elas servem para fazer pensar que, muitas</p><p>vezes, temos "aquela oportunidade", um atalho, uma peça muito bons, mas que, não</p><p>completa nosso jogo; Essa é uma ferramenta que tanto a sua aplicação quanto as</p><p>reflexões posteriores devem acontecer na mesma sessão. o mais importante está nas</p><p>conclusões possíveis a partir da experiência do cliente, ou seja, não foque em fazer uma</p><p>ferramenta difícil (pela quantidade de peças, por exemplo) que inviabilize sua conclusão</p><p>ou fácil, que não desperte as reflexões que são objetivos da atividade. Dica: penso que</p><p>o quebra-cabeça completo pode ser uma mensagem relacionada ao conteúdo que está</p><p>sendo trabalhado. Portanto, avalie a possibilidade de personalizar o recurso.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Convide o cliente a pensar no que ele está fazendo ou fez (você escolhe se conduzirá a</p><p>reflexão no momento da montagem ou posterior a ela) diante da tarefa proposta:</p><p>Como escolheu começar a montagem?</p><p>Qual estratégia escolheu para realizar sua atividade?</p><p>Quais os critérios que utilizou para criar categorias para as peças?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>100</p><p>TEM UMA PONTE NO MEIO DO CAMINHO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Deslocar o olhar dos limites (barreiras) às possibilidades (pontes); fortalecer e</p><p>potencializar, com intencionalidade, características positivas a favor do cliente.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis e internet.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Essa ferramenta é constituída de duas etapas:</p><p>1° Etapa: O cliente deverá listar os pontos fortes dele. Sugira ele coloque em ordem</p><p>hierárquica.</p><p>2° Etapa: Peça para que ele pesquise entre pessoas de diferentes laços relacionais</p><p>(amigos, familiares, colegas de trabalho, etc.) qual é o ponto mais forte dele. É</p><p>importante que a pergunta seja feita para caber uma única resposta (característica) de</p><p>seu cliente.</p><p>Opcional: Peça para que ele trate os dados criando categorias para as respostas ou</p><p>façam juntos, quando na apresentação dos resultados da pesquisa.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A pesquisa poderá ser feita por mensagem via aplicativo de mensagem instantânea, e-</p><p>mail, telefone ou mesmo pessoalmente.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Normalmente, as pessoas falam das pedras no meio do caminho. Esses obstáculos,</p><p>muitas vezes, são justificativas para que uma pessoa não realize o que deseja.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>101</p><p>Essa não será uma ferramenta de aplicação em um momento único. Acorde com seu</p><p>cliente quando ele deverá apresentar os resultados. Quanto mais pessoas responderem,</p><p>melhor! Estimule seu cliente a convidar, para a pesquisa, a maior quantidade possível</p><p>de pessoas.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que você faz de melhor?</p><p>No que você é extraordinário?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>102</p><p>COLCHA DE RETALHOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar influência, consciente não, da forma de ou funcionamento de diferentes</p><p>pessoas (retalhos) em seu cliente (colcha).</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>O cliente deverá, partindo da reflexão de sua forma de funcionar, identificar pessoas</p><p>próximas que funcionam de maneira parecida.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não é condicionado ao uso impresso do anexo para aplicação da ferramenta.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Para cada pessoa listada, convide seu cliente a pensar como essas pessoas funcionam</p><p>no mundo, a mensagem que elas deixaram nele, as falas mais fortes dessas pessoas.</p><p>Como elas encararam fracassos, conquistas, como lidam com lutas, medos. Quanto mais</p><p>aprofundada a análise de cada uma dessas pessoas, desses retalhos, melhor!</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quem são as pessoas que mais "costuraram" retalhos em você?</p><p>Quais as mensagens essas pessoas tatuaram em sua personalidade?</p><p>Quais as falas mais frequentes?</p><p>Como elas enxergam o mundo? O sucesso? O mérito? O propósito?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>103</p><p>À CRIANÇA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Deslocar a autopercepção do sujeito; convidá-lo a olhar para si; Resgate da criança.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Fotografia do cliente quando criança, papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Convide o cliente a apresentar àquela criança da foto na 3 pessoa. Estimule-o a falar de</p><p>seus sonhos, seus medos. Depois disso, sugira que seu cliente diga o que desejar àquela</p><p>criança (por exemplo, dê conselhos ou peça desculpas) do lugar que ele está hoje, o de</p><p>adulto. Peça para que ele escreva uma carta a ela.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Se quiser, pode usar algum elemento do ambiente que represente a criança.</p><p>Ao invés de propor que a atividade seja falada, você pode pedir que seja escrita num</p><p>formato de carta, por exemplo, escreva uma carta àquela criança.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Aqui é possível trabalhar também com questões específicas da infância (exemplo:</p><p>violência, bullying, separação dos pais, dentre outros), e o convite ao cliente é o de</p><p>orientar à criança na situação.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Provoque-o a dar conselhos, do lugar de quem já caminhou nas estradas que aquela</p><p>criança ainda não passou.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>104</p><p>GESTÃO DE TAREFAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Organizar a rotina para otimizar a gestão de tarefas e construir caminho em direção a</p><p>um alvo estabelecido.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A proposta é o preenchimento semanal.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>O planejamento pode ser com outros tempos de referência: quinzenal, a cada 10 dias</p><p>ou outra medida de tempo que faz sentido para o cliente (referência - a rotina dele).</p><p>É possível utilizar o planejamento de tarefas para otimizar algum aspecto da vida (por</p><p>exemplo, o cliente se queixa que tem tido pouco contato com o irmão - deve-se</p><p>estabelecer quantas vezes na semana, ou na quinzena ou no mês seu cliente fará</p><p>contato, e isso deve ir para a planilha).</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É essencial que o cliente inclua em seu planejamento o ócio, o tempo livre, e atividades</p><p>"sem função", como por exemplo: o Instagram, o Facebook, etc.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Tem espaço na sua agenda para você?</p><p>Manutenção de sua rede de amigos teve espaço?</p><p>Tem clareza do que vai priorizar?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>105</p><p>SEMANA 1</p><p>SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM</p><p>MANHA TARDE NOITE</p><p>SEMANA 2</p><p>SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM</p><p>MANHA TARDE NOITE</p><p>SEMANA 3</p><p>SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM</p><p>MANHA TARDE NOITE</p><p>SEMANA 4</p><p>SEG TER QUA QUI SEX SÁB DOM</p><p>MANHA TARDE NOITE</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>106</p><p>CONSTRUINDO O HERÓI</p><p>OBJETIVOS</p><p>Deslocar o sujeito de lugar e papel em sua forma de funcionamento no mundo;</p><p>Ressaltar o protagonismo do cliente diante de seus objetivos e metas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Essa é uma ferramenta que pode ser feita entre aplicadora(o) e cliente, ou proposta para</p><p>que seja realizada só por ele.</p><p>Tijolos da Construção:</p><p>Para começar: Nome do Herói?</p><p>Tijolo 1 | Superpoder - O que te torna único e especial para ser um herói (qualidades)?</p><p>Tijolo 2 | Missão - O que ou quem te inspira a ser um herói (objetivo ou meta)?</p><p>Tijolo 3 | Vulnerabilidade - Quais são suas principais falhas ou limitações? O que está e</p><p>o que não está em seu controle?</p><p>Tijolo 4 | Transformação - O que você está disposto a mudar para transformar suas</p><p>limitações em virtudes?</p><p>Tijolo 5 | Código de Honra - A que (ou a quem) você é leal?</p><p>Tijolo 6 | Mestre Quem é cabe questionar o porquê)? o seu mentor (inspiração -aqui</p><p>Tijolo 7 | Renúncia - O que você está disposto a sacrificar?</p><p>Tijolo 8 | Discurso - O que você pretende dizer ao conquistar seu objetivo?</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>107</p><p>Essa é uma ferramenta que poderá ser aplicada para cada objetivo ou meta que o cliente</p><p>estabelecer, já que o convida a fazer uma análise mais distanciada e estratégica do</p><p>caminho.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Conduza o cliente sempre ter o foco na missão para colocar cada um dos tijolos! Quando</p><p>for responder sobre o superpoder, por exemplo, ideal é que tenha relação com o</p><p>objetivo ou meta que É importante lembrar que o poder de escolher é um "superpoder"</p><p>que ele estabeleceu.</p><p>(Tijolo 1). Caso exista resistência do cliente em realizar a ferramenta, você pode já</p><p>provocá-lo assim, lembrando a seu cliente sobre o poder de escolher!</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>A construção desse herói, protagonista da história, tem relação direta com a missão,</p><p>objetivo ou meta, estabelecida. Considerando que o tijolo angular é o 2, algumas</p><p>perguntas de aprofundamento podem ser feitas sobre ele:</p><p>O que torna meu objetivo norteador tão importante para mim?</p><p>Qual a essência dele?</p><p>Ainda marcando o protagonismo, perceba que o artigo utilizado no nome da ferramenta</p><p>é "o" e não "um". Isso é importante para que fique claro (e esse papel é de quem aplica</p><p>a ferramenta), que não é qualquer um protagonista; é o protagonista.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>108</p><p>VOCÊ TEM MEDO DE QUE?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Mapear os medos; criar categorias para os mesmos; elaborar estratégias para lidar com</p><p>eles.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel (anexo) e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>1° Etapa: Peça para que o cliente liste seus medos, para que pense em medos abstratos</p><p>(morte, rejeição, por exemplo).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa é uma ferramenta que pode ser usada para outras emoções além do medo. Use a</p><p>criatividade!</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa é uma ferramenta que o vínculo com o paciente pode ajudar em sua aplicação</p><p>(sugestão de uso passado um tempo do início da prestação de serviço);importante</p><p>convidar o cliente a ampliar o olhar e se dar é conta de medos não objetivos (medo de</p><p>ser bom, medo de ganhar dinheiro). Se não for bem conduzida, essa é uma ferramenta</p><p>que poderá deixar o cliente na superfície, sem aprofundamento.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que isso pode fazer com você?</p><p>Qual o risco que você corre enfrentando? O que você perde se não enfrenta? E o que</p><p>ganha?</p><p>Você tem medo de quê?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>109</p><p>Medos reais com risco:</p><p>Medos fantasiosos sem risco:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>110</p><p>VALORES DE HOJE</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar os valores que norteiam as escolhas do hoje; avaliar se os valores condizem</p><p>com o que se deseja.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel (ver anexo) e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>1ª Etapa: Entregue a folha contendo diferentes</p><p>valores e peça para que o cliente circule</p><p>os dez valores mais fundamentais no presente, que tem norteado escolhas no cotidiano.</p><p>2ª Etapa: Solicite que o cliente crie uma lista, por ordem de prioridade, dos dez valores</p><p>do presente. Depois ele precisará analisar cada um dos valores da lista</p><p>comparativamente.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A quantidade de valores pode variar de acordo com a necessidade: Essa é uma</p><p>ferramenta que tem o tempo como aliado e pode ser feita profissional-cliente ou ainda</p><p>ser proposta para momento posterior.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso existam valores que não estão na lista apresentada, deixe o cliente a vontade para</p><p>completá-la.</p><p>É muito importante deixar bem claro que essa atividade não é referente a valores que o</p><p>cliente deseja para o futuro ou acha correto, mas os que regem a vida dele hoje,</p><p>independente do julgamento. Por exemplo: se o cliente trabalha demais, o valor por trás</p><p>pode ser "poder" ou "sucesso", mesmo que ele diga que liberdade" é mais importante.</p><p>Essa avaliação tem relação com as escolhas que o sujeito tem feito no presente.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>111</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que é mais importante para você? Isso tem guiado suas decisões e escolhas hoje?</p><p>Valores do Hoje:</p><p>Rotina - Respeito - Contribuição - Honestidade - Sucesso - Compaixão - Liberdade</p><p>Excelência – Desafios - Superação - Poder - Estabilidade de Reputação – Competitividade</p><p>- Reconhecimento - Status - Aceitação social – Individualidade - Comprometimento com</p><p>o próximo – Mudança - Comprometimento consigo mesmo – Responsabilidade -</p><p>Previsibilidade Ordem - Organização - Crescimento contínuo.</p><p>Anote aqui outros valores que são importantes para você e que não estão no quadro</p><p>anterior.</p><p>Daqueles dez valores que você circulou, quais são aqueles que mais têm governado as</p><p>suas decisões? Que têm falado mais alto na hora de você fazer escolhas na vida? O nosso</p><p>objetivo é que restam cinco valores principais? Cinco coisas que você vem valorizando</p><p>muito na sua vida sempre que você vai tomar uma decisão importante.</p><p>Agora coloque os valores em ordem hierárquica</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>5.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>112</p><p>CONTROLADA MENTE</p><p>OBJETIVOS</p><p>Ampliar a autoconsciência;</p><p>Melhorar o controle emocional pela autopercepção; desenvolver estratégias para</p><p>manejo produtivo das emoções.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Convide seu cliente a pensar nas perguntas abaixo. Aqui a sugestão é que você faça junto</p><p>com ele a ferramenta, pois responder para você poderá ajudá-lo a pensar, além de você</p><p>ter possibilidade de perceber e intervir no conteúdo verbalizado:</p><p>1) Identifique o que Você Realmente Sente:</p><p>a) "O que estou realmente sentindo neste momento?" Desafie resposta inicial do</p><p>cliente: Se pensar, a princípio, "Eu me sinto zangado", faça para ele outra pergunta:</p><p>"Estou realmente me sentindo zangado? Ou é outra coisa? Se é outra coisa, que nome</p><p>essa emoção tem? Qual é a origem dessa emoção?"</p><p>b) O que você poderia fazer para baixar a intensidade dessa emoção? O que teria que</p><p>pensar diferente? que você ganharia com isso?</p><p>2) Reconheça e Aprecie Suas Emoções:</p><p>a) Convide seu cliente a ser grato por existir uma parte do cérebro dele que envia sinal</p><p>de apoio, de alerta, um chamado à ação.</p><p>b) Estimule-o a cultivar sentimento de contemplação por todas as emoções, e como uma</p><p>criança que precisa de atenção, vai descobrir as emoções se "acalmando", quase que no</p><p>mesmo instante.</p><p>3) Seja curioso sobre a mensagem que a emoção está lhe oferecendo:</p><p>a) O que você quer realmente sentir?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>113</p><p>b) Em que você vem acreditando para se sentir como vem se sentindo?</p><p>c) O que você está disposto a fazer para criar uma solução e dominar a situação agora?</p><p>d) O que você pode aprender com isso?</p><p>4) Lembrar uma ocasião em que sentiu uma emoção similar:</p><p>a) O que você fez no passado?</p><p>b) Onde pôs o seu foco?</p><p>c) Quais as perguntas você se fez naquela oportunidade?</p><p>d) Quais foram suas percepções?</p><p>e) Quais ações foram diferentes?</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Aqui é possível focar mais na compreensão da emoção (causa) ou no planejamento da</p><p>reação (consequência). Esse foco varia de acordo com a situação e demanda de seu</p><p>cliente.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa é uma ferramenta potente para ser utilizada quando o cliente está em uma</p><p>experiência emocional intensa, mas não é uma condição. A diferença será no modo de</p><p>avaliação: emocionalmente afetado, ele avalia o que sente (presente). Fora de uma</p><p>situação emocionalmente intensa, ele lembra do que sentiu (passado).</p><p>Vale marcar que a ferramenta pode ser utilizada tendo como foco qualquer emoção -</p><p>normalmente se acredita que compreensão ou planejamento de reação só deve ocorrer</p><p>diante de emoções ditas "negativas".</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Vide orientações gerais.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>114</p><p>NA BALANÇA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar diferentes elementos em relação às possibilidades cotidianas:</p><p>a. motivadores;</p><p>b. sabotadores;</p><p>c. ganhos;</p><p>d. perdas.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Pedir ao cliente que analise cada uma das quatro perguntas norteadoras constantes na</p><p>análise de uma situação, decisão ou problema.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa é uma ferramenta muito versátil que pode ser utilizada com diferentes finalidades:</p><p>diante de uma decisão, reação ou escolha. Provoque seu cliente a pensar, aprofundar,</p><p>expandir as possibilidades para além do óbvio,</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Quanto mais provocativo e questionador você for na aplicação dessa ferramenta, maior</p><p>alcance do objetivo.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que você ganha se obtiver isso?</p><p>O que você perde se obtiver isso?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>115</p><p>A MIM</p><p>OBJETIVOS</p><p>Elaborar questões do passado que impedem mudanças de padrões comportamentais.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Proponha que o cliente escreva uma carta para ele mesmo, na época do episódio,</p><p>falando de como se sentiu, de como entendeu a situação e de como entende que seria</p><p>a melhor forma de solucionar a questão.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>As cartas podem ser utilizadas em diferentes temas e para destinatários diversos.</p><p>Sempre que julgar apropriado, delas!</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É importante ter clareza da necessidade de um trabalho anterior, uma preliminar de</p><p>acesso ao conteúdo que será trabalhando pela ferramenta.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais seriam as soluções para cada envolvido?</p><p>O que sentiu sobre cada um dos participantes dessa situação?</p><p>Como manejou suas emoções? Como você reagiu?</p><p>Como julga hoje sua reação?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>116</p><p>QUEM SOU EU POR MIM?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Facilitar a apresentação do cliente;</p><p>Potencializar sua descrição auto perceptiva.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Fotos.</p><p>ORIENTAÇÕES</p><p>GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Solicite que o cliente leve à sessão uma média de cinco fotos que ele considere que o</p><p>retratam bem.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Aqui há variadas possibilidades de trabalho, incluindo pedir para que outros registros</p><p>sejam trazidos para apresentação da percepção de outras pessoas. Exemplo: "Traga uma</p><p>foto que represente como seu filho te vê".</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Quanto mais você questionar, mais aprofundarão a questão da identidade, que é o foco</p><p>dessa ferramenta. Explore como ele se enxerga, como ele acha que as pessoas o</p><p>enxergam, como gostaria de ser visto, etc.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como você se vê?</p><p>Por que escolheu essa foto para falar de você?</p><p>Por que acha isso de você? Quem é assim na sua família?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>117</p><p>DO PIOR, O MELHOR</p><p>OBJETIVOS</p><p>- Ressignificar um momento ruim; Facilitar uma aprendizagem.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Giz de cera, lápis e papel.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Depois de escolher uma ou mais cores, o cliente deverá eleger o momento difícil da sua</p><p>história e, na folha em branco, riscar o quanto aquele episódio marcou a sua vida. Depois</p><p>dessa projeção, pegue a folha de papel riscada, mostre ao cliente e convide-o a pensar</p><p>sobre o que ele aprendeu com aquele episódio, o que foi positivo e negativo.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A projeção pode ser com fotos ou desenhos, por exemplo. Importante é fazer com que</p><p>o cliente tenha contato com aquelas emoções ligadas ao evento, foco da ferramenta.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É importante que você deixa claro que os riscos que ele faz no papel são a projeção da</p><p>repercussão subjetiva daquele evento na vida do cliente. Logo, a intensidade do risco,</p><p>tamanho, cores e uso dos limites do papel devem ser sinalizados na orientação para</p><p>aplicação da ferramenta.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais seriam as soluções para cada envolvido?</p><p>O que sentiu sobre cada um dos participantes dessa situação?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>118</p><p>Como manejou suas emoções? Como você reagiu?</p><p>Como julga hoje sua reação?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>119</p><p>ASSUMINDO O COMANDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Criar condições para o cliente gerenciar as próprias reações de forma assertiva.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Passo 1: Identifique o comportamento, sentimento ou situação sobre o qual você</p><p>gostaria de ter uma reação e percepção melhor.</p><p>Passo 2: Suspende todo o julgamento. Assuma uma atitude de curiosidade com relação</p><p>ao que experimenta diante do fato.</p><p>Passo 3: Qual é a importância da situação ou comportamento que eu estou tentando</p><p>entender?</p><p>Passo 4: Quais as influências positivas e negativas esses comportamentos ou situações</p><p>têm sobre a sua vida?</p><p>Passo 5: Quais os sentimentos esses comportamentos situações têm sobre você e sua</p><p>vida?</p><p>Passo 6: Quais as lições essas descobertas lhe trazem. Como Você pode aplicá-las hoje</p><p>até a próxima sessão?</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa é mais uma ferramenta versátil que você poderá adaptá-la para diferentes</p><p>situações.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>120</p><p>Aqui é importante criar nossas possibilidades reativas para que quando diante da</p><p>situação gatilho, existam já planejadas outras reações. Explore essas possibilidades,</p><p>convide-o a analisa consequências positivas e negativas, e a repercussão disso tanto</p><p>para o cliente quanto para as pessoas a sua volta.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que está na base da sua reação ou qual a origem da reação?</p><p>O que você pode aprender com isso?</p><p>Qual o impacto que valorizar ou acreditar no seu julgamento obtido nos seus</p><p>resultados?</p><p>O que você ganha em refletir sobre esses fatos?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>121</p><p>REGRAS DO JOGO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Potencializar a autoconsciência sobre quais são as regras convicções de funcionamento;</p><p>avaliar quais os critérios de satisfação do cliente, separando com parâmetros de</p><p>terceiros; adotar regras realistas;</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Solicite que o cliente reflita e responda sobre as perguntas norteadoras descritas abaixo.</p><p>Estimule-o a avaliar e comparar diferentes regras e convicções antes de responder</p><p>concluir resposta.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>A percepção de frustração é uma visitante constante de nossos clientes, nos mais</p><p>diferentes espaços de prestação de serviços. Racionalizar esses momentos é importante</p><p>para que existe um distanciamento "do que sinto" em relação ao que "esperam que eu</p><p>sinta". Essa é uma Ferramenta para ser feita junto com o cliente.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que é preciso para você se sentir bem sucedido na vida ou no seu trabalho?</p><p>O que é preciso para você se sentir seguro?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>122</p><p>O que é preciso para você se sentir mais confiante?</p><p>O que é preciso para você se sentir excelente em qualquer área da sua vida?</p><p>O quanto essas regras são realistas?</p><p>Como essas regras contribuem para o seu bem-estar?</p><p>Como esses critérios contribuem para que você se sinta mal?</p><p>O que de tudo isso dá ao mundo externo o controle sobre</p><p>como você se sente?</p><p>Quais os critérios você pode estabelecer para que tenha o controle de como se sente?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>123</p><p>REFLETINDO A MORTE</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar questões voltadas à morte do cliente (diagnóstico); desenvolver reflexões</p><p>sobre final de vida e legado.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>E importante criar um clima de passagem para lançar a proposta de realização dessa</p><p>ferramenta já que, dependendo da condição/ situação ou crenças do cliente, pode ser</p><p>muito mobilizadora ou ainda inviabilizar seu uso.</p><p>A pergunta principal é:</p><p>O que ficará quando você se for?</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa ferramenta poderá ser usada tanto em tempo presente (avaliação) quanto em</p><p>relação ao futuro (planejamento):</p><p>a. Presente: quando a(o) aplicadora(o) pedir para que seja construído epitáfio hoje</p><p>(com a interrupção da vida), o convite é de avaliação do que foi feito até aqui.</p><p>b. Futuro: quando se pede para que o sujeito projete o que quer que as pessoas</p><p>digam e lembrem, isso coloca em foco o que preciso fazer hoje para que chegue</p><p>ao resultado querido.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Se houver dificuldade do cliente em projetar em um futuro a morte, pode aplicar a</p><p>ferramenta como se ele tivesse a interrupção da vida naquele momento.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>124</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Algumas perguntas para o cliente:</p><p>O que eu fiz?</p><p>O que eu deixei?</p><p>Como eu agi?</p><p>Quantas pessoas ajudei?</p><p>Quantas pessoas poderia ter ajudado e não fiz?</p><p>O que foi a minha vida?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>125</p><p>CASAIS E FAMÍLIA</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>126</p><p>BIOGRAFIA CRUZADA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Conhecer cada membro do casal a partir da perspectiva do outro o que cada par escolhe</p><p>falar de si e do outro para par;</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Registro em Papel (ver modelo).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. O profissional deve se apresentar e pedir que eles apresentem um ao outro,</p><p>destacando questões sociodemográficas (idade, profissão, família de origem</p><p>etc.) até questões comportamentais (personalidade, temperamento, humor</p><p>etc.);</p><p>B. O(a) aplicador(a) deve fazer o registro de como cada par ver outro (como meu</p><p>par me vê?);</p><p>C. Após, questionar como a pessoa se vê (como eu me vejo?).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Para família, também pode ser usada, pedindo para que eles escolham quem</p><p>apresentar. Isso pode ser um indício de afinidades relacionais ou do grau de intimidade</p><p>entre alguns membros da família.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É uma ferramenta clínica, porém adaptável a outros contextos. Pode Aplicável no início</p><p>do processo de vinculação: utilizado como tarefa terapêutica (para ser feito em Pode-se</p><p>articular a essa ferramenta a história do casal solicitando que eles apresentem como se</p><p>conheceram até o ser casa) momento atual;</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>127</p><p>Peço que vocês apresentam um ao outro.</p><p>Como você sentiu a forma como ela te apresentou?</p><p>O que você acrescenta?</p><p>Cruzar apresentações:</p><p>(NOME DO PAR 1)</p><p>Como eu me vejo?</p><p>Como meu par me vê?</p><p>(NOME DO PAR 2)</p><p>Como eu me vejo?</p><p>Como meu par me vê?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>128</p><p>COMUNICAÇÃO USANDO OS SENTIDOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Explorar outras formas de comunicação de emoções, sentimentos, pensamentos ou</p><p>ações usando os diferentes sentidos (visão, audição, tato, paladar, olfato); identificar</p><p>padrões comunicacionais e formas de remodelá-los.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Espaço adequado.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Estimular a conexão do casal através dos sentidos, exemplo: fiquem se olhando por um</p><p>determinado período de tempo ou o seu par vai lhe contar algo intimo você deve ouvir</p><p>atentamente e vice-versa. Após a exploração sensorial, questionar sobre o que sentiu,</p><p>o que pensou etc.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se vendar os membros do casal ou família e pedir que se toquem, acariciar partes</p><p>do corpo ou rosto, bater nas mãos ou em partes do corpo etc.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Pode-se pedir para o casal refazer, após a exploração verbal, com modificações do que</p><p>eles perceberam na primeira ocasião;</p><p>Caso sejam deflagrados conflitos ou agressividade, o terapeuta ou profissional pode</p><p>mediar ou até dar consignas mais delimitadas, evitando-os. A orientação é que</p><p>conduzam de forma lúdica, não violenta;</p><p>Caso alguém corra risco de se machucar ou ser machucado, suspender e conversar</p><p>sobre.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>129</p><p>Na exploração verbal, buscar fazer perguntas para que o casal amplie a experiência,</p><p>dizendo o que sentiu, possíveis desconfortos, confortos e o que poderia fazer diferente.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>130</p><p>CASAL/FAMÍLIA FRENTE A SI MESMO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar padrões relacionais.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Registro em Papel (ver modelo).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que o sistema conjugal ou familiar se dirija até um espelho que deve ser</p><p>de altura igual ou superior a 2 metros;</p><p>B. Frente ao espelho, o sistema deve ficar em silêncio, em contato com o que veem;</p><p>C. Após, o(a) aplicador(a) explora a experiência individual e sistemicamente.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Você pode colocar um membro frente ao outro, pedindo que reconheça características</p><p>que lhe são familiares e, também, as diferenças (o outro como meu reflexo).</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É uma ferramenta que exige vínculo entre o profissional e o casal/ família, com isso, não</p><p>indico aplicar nos primeiros encontros.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Explorar como cada membro se sente ao se vê e vendo o sistema:</p><p>Como você se vê? Como vê seu par? O que vê do casal/família? Como se sente?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>131</p><p>RECORDAR É (RE)VIVER</p><p>OBJETIVOS</p><p>Proporcionar a reconexão do casal ou família com momentos importantes da vida;</p><p>possibilitar a reconexão através de afetos positivos vividos em diferentes momentos da</p><p>vida do sistema.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis de cor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>1. Pedir que cada membro relembre um momento importante da vida como casal</p><p>ou família;</p><p>2. Escrever ou representar por desenho esse momento:</p><p>3. Partilhar as memórias (produções).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>As produções podem ser presenteadas para um membro da família ou do casal e o</p><p>aplicador deve orientar para que ele cuide, fixando em algum lugar para que lembre</p><p>sempre que precisar;</p><p>Os participantes não devem interpretar as produções, a ser que seja de interesse para o</p><p>trabalho clínico ou objetivo da tarefa.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>132</p><p>HISTÓRIAS SOBRE A ORIGEM DO CASAL/FAMÍLIA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Buscar memórias das histórias familiares através de determinados membros,</p><p>geralmente as primeiras gerações; casal na sua origem; conhecer mais sobre a família</p><p>ou rememorar o que ligou o Transformar a forma de ver e entender o casal ou família.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Recortes de revistas, cartolina, cola, lápis de cor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>1. Escolham diferentes e variados recortes e montem a história de vocês como</p><p>casal ou família;</p><p>2. A produção deve ser feita a muitas mãos, com isso, vocês devem entrar em</p><p>consenso quanto ao que irão montar;</p><p>3. Expor a produção e falar sobre ela.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Caso seja família, pode-se usar o recurso da árvore genealógica ou do genograma com</p><p>auxílio do terapeuta na sua construção; pode-se pedir que as pessoas construam suas</p><p>histórias já trazendo mudanças possíveis ou cursos diferentes da história;</p><p>As histórias podem ser produzidas individualmente, depois se compara e conversa</p><p>e incrementar da sua forma. Pode ser feita quantas vezes a aplicadora</p><p>quiser.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se trabalhar com desenho livre, ou desenho de uma história em quadrinhos, a</p><p>aplicadora pode pedir para a criança criar também esses três tipos de cartas com as</p><p>sugestões dela mesma. A aplicadora também pode criar as cartinhas com personagens</p><p>reais para a criança, como as pessoas de suas famílias, colegas de escola, professores, e</p><p>colocar perfis e ações que já sabe que a criança vivenciou para que ela mesma consiga</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>9</p><p>contar de forma mais livre e lúdica sobre o que viveu e sobre o que pensa e sente sobre</p><p>isso.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Trabalhar com histórias tanto inventadas quanto reais é um recurso muito bom para se</p><p>vincular a criança e também facilitar sua expressão sem achar estar sendo julgada pelo</p><p>que pensa, sente e se comporta.</p><p>É importante plastificar todas as cartinhas;</p><p>A aplicadora pode desenvolver o conteúdo das cartinhas especifico para cada criança,</p><p>criando a partir da história e demanda trazida por ela e pela família.</p><p>O conteúdo do anexo são apenas sugestões, cada aplicadora pode desenvolver o seu.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Explorar ao máximo a história "contada" pela criança, fazer perguntas em relação a tudo</p><p>que for dito por elas.</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>O que pode ser ouvido além da própria história que a criança inventa a partir das</p><p>sugestões?</p><p>O que está nas entrelinhas do que é contado pelas crianças?</p><p>Como você pode explorar melhor as histórias criadas pelas crianças?</p><p>Consegue adaptar as cartinhas para as demandas trazidas pelas crianças e sua família?</p><p>CARTINHAS PERSONAGENS</p><p>Imagens de crianças</p><p>Imagens de animais</p><p>Personagem de contos de fadas</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>10</p><p>CARTINHAS PERFIL PERSONAGENS</p><p>Imagens Adulto</p><p>Sentimentos (triste, alegre, tangado, entediado, angustiado, medroso, corajoso,</p><p>animado, surpreso, asustado)</p><p>Personalidade (chato, espontâneo, carinho passivo, chorão, sério, amor cuidadoso,</p><p>desajeitado, tímido, manhoso, birrento</p><p>CARTINHAS AÇÕES DIVERSAS</p><p>Almoçar, Jantar, tomar café da manhã, trabalhar, ir para o shopping, tomar banho,</p><p>arrumar a bagunça, ir para a escola.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>11</p><p>MINHA FAMÍLIA ANIMAL</p><p>OBJETIVOS</p><p>Analisar através da projeção da criança como ela percebe as pessoas que fazem parte</p><p>da sua família pela perspectiva das características dos animais.</p><p>Fazer uma associação entre o que o animal desenhado e a pessoa da família sugerida</p><p>podem ter em comum e diferente. Explorar a capacidade simbólica e associativa da</p><p>criança, através de aspectos da sua fantasia, da sua realidade e do seu jeito de perceber</p><p>as pessoas de referência de cuidado e proteção.</p><p>Os animais desenhados no lugar das pessoas possibilitam que criança fale de forma mais</p><p>livre sobre questões que se sintam inibidas de falar diretamente na figura que identifica</p><p>de forma mais real sobre seus pais e familiares.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera, tinta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que a criança desenhe sua família em forma de animal, explicando que</p><p>o desenho deverá ser do animal e esse representa a pessoa da sua família.</p><p>B. Depois que a criança desenhar é importante solicitar que ela escreva em cima de</p><p>cada desenho quem cada um deles representa (pai, mãe, avós, tios, irmãos e a</p><p>própria criança), tudo que for comentado durante o desenho deverá ser anotado</p><p>pela aplicadora.</p><p>C. A forma de analisar essa técnica deve ser em conjunto com o discurso trazido</p><p>pela criança no momento do desenho e em como ela entende a característica do</p><p>animal desenhado.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A criança que não quer desenhar pode colar animais recortados de revistas, a aplicadora</p><p>pode levar as figuras de animais já previamente separadas e mostrar para a criança</p><p>pedindo para ela associar cada um a uma pessoa da sua família.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>12</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O mais interessante é que essa atividade seja realizada através do desenho da criança,</p><p>já que essa técnica por si só já é bastante projetiva e pode elucidar na criança outras</p><p>possibilidades de construir e elaborar suas questões internas.</p><p>Os animais desenhados no lugar das pessoas possibilitam que criança fale de forma mais</p><p>livre sobre questões que se sintam inibidas de falar diretamente na figura que identifica</p><p>de forma mais real sobre seus pais e familiares.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>O que esse animal representa para você? Em que você acha que sua (pessoa da família)</p><p>parece com esse animal?</p><p>O que esse animal desenhado gosta de fazer?</p><p>O animal desenhado cuida bem dos seus filhotes?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>O que a criança responde em relação ao animal tem a ver com o que ela acha da pessoa</p><p>associada?</p><p>Como a criança se relaciona com sua família? A criança tem percepção adequada sobre</p><p>os animais desenhou?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>13</p><p>JOGO DA MEMÓRIA PESSOAL</p><p>OBJETIVOS</p><p>Elucidar nas crianças a sua capacidade de atenção e memória, não apenas cognitiva, mas</p><p>também afetiva. Fomentar na criança lembranças de como são as pessoas que ela</p><p>convive e quais são as coisas que fazem parte da sua vida, dando a ela uma ideia de</p><p>pertencimento e segurança.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Blocos de madeira ou plástico, papel, cola, papel adesivo, papel EVA, imagem de</p><p>crianças, de adultos, de objetos da rotina, de animais impressos do tamanho dos</p><p>bloquinhos que serão colados.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Esse jogo pode ser feito em conjunto com crianças mais velhas, ela vai sugerindo as</p><p>figuras que fazem parte da sua rotina jogo da memória será desenvolvido com conteúdo</p><p>da vida da criança, imagens que ela possa se identificar e associar as coisas e pessoas</p><p>que fazem parte da sua vida.</p><p>Depois de montado o jogo, deverá ser feito de forma tradicional como se faz como um</p><p>jogo da memória, as crianças viram os bloquinhos e tentam descobrir onde estão os</p><p>pares, é importante também ampliar com a criança as suas ideias sobre como é a sua</p><p>vida e o que faz parte dela.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Esse jogo da memória pode ser produzido com diversos materiais, contanto que não</p><p>deixem as imagens transparentes e não se estraguem com facilidade. O jogo da memória</p><p>pode ser utilizado da forma tradicional de se jogar ou então mostrando as figuras para</p><p>a criança e pedindo para ela dizer qual acontecimento ou situação aquela imagem a faz</p><p>lembrar, construindo assim um jogo da memória afetiva e fomentando na criança um</p><p>espaço de construção de fala e análise dos fatos que acontecem a sua volta.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>14</p><p>Pode ser construído tanto para ser usado com qualquer criança no contexto terapêutico,</p><p>quanto de forma personaliza conjuntamente com ela. Pode também</p><p>a</p><p>respeito, produzindo ou não uma história única;</p><p>Pode-se lançar mão do uso de fotos, pedindo que cada membro do casal ou da família</p><p>escolha uma foto marcante ou que juntos escolham fotos que contem a sua história</p><p>como casal ou família.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>133</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Explorar detalhes da produção conjunta:</p><p>Como foi fazer?</p><p>O que dificultou?</p><p>O que facilitou?</p><p>O que modificaram na história?</p><p>Como se sentiram, produzindo?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>134</p><p>TRACA DE PAPÉIS OU DANÇA DAS CADEIRAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Desenvolve empatia; mudar de papel para sentir, pensar e/ou agir como o outro.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Espaço adequado e cadeiras.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Colocar um frente ao outro (cadeiras em posições opostas): Narrar a situação-problema</p><p>(fato) e pedir que representem; pedir que quem provocou a situação troque de lugar</p><p>com quem sofreu a situação e reproduzam o que aconteceu como o outro agiu;</p><p>Explorar sentimentos e emoções e funcionamento do casal ou família.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se usar com família, em pares, em caso de número ímpar, revezar os membros.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Na troca de papéis, o(a) aplicador(a) deve estar atento para que a pessoa reproduza o</p><p>mais fielmente possível o comportamento do outro;</p><p>A pessoa imitada não pode interferir.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como você sente quando ele age assim com você?</p><p>O que você pensa quando ele fala nesse tom com</p><p>você? (Circular perguntas para que os membros do casal ou da família possam se colocar</p><p>no lugar do outro).</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>135</p><p>PLANOS CONJUGAIS/FAMILIARES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Proporcionar ao sistema uma reflexão do que querem para o futuro e como podem</p><p>planejar agora; possibilitar acesso a padrões disfuncionais e possibilitar novas</p><p>aprendizagens para atingir esses planos.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis ou caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Tracem como querem estar num prazo de dois, cinco, 10 e 20 anos;</p><p>B. Dividam a folha de papel em quatro quadrantes, sendo cada um pertencente a</p><p>um período e planejem o que desejam e como querem estar em cada tempo;</p><p>C. Após, preencham o quadro do como pretendemos atingir esses planos? (em</p><p>anexo)</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Quando o sistema for familiar, ficar atenta ao momento do ciclo de vida, se estão em</p><p>fase de aquisição ou fase tardia. Isso exigirá que o profissional ajuste os eixos temporais.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Verificar a presença ou ausência de planos e auxiliar o casal a trabalharem, juntos, para</p><p>atingir as metas;</p><p>Evitar sonhos inatingíveis ou fantasiosos feitos pelo casal; O(a) aplicador(a) pode</p><p>acompanhar o mapa ao longo do tempo e, nos tempos a longo prazo, pedir</p><p>comprometimento das pessoas; importante trabalhar, também, planos individuais.</p><p>Após isso, pedir que eles conversem no casal e, depois, façam um Para casais em</p><p>planejamento do casal; crise e em processo de construção</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>136</p><p>de vínculo, indico ter adequação ao momento de propor esse exercício. Casais em</p><p>processo de separação, também podem planejar e manejar decisões futuras dos efeitos</p><p>pós-separação.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>DATA DA APLICAÇÃO MAPA TEMPORAL</p><p>O que planejamos para nós em...</p><p>Dois anos:</p><p>Cinco anos:</p><p>Dez anos:</p><p>Vinte anos:</p><p>OBSERVAÇÕES DO APLICADOR:</p><p>Como pretendemos atingir esses planos?</p><p>PRAZO FINAL:</p><p>PASSOS PARA EFETIVAR O PLANO:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>137</p><p>A ROTINA NOSSA DE CADA DIA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar regras para condução da rotina; possibilitar ajustes para uma condução mais</p><p>justa.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A respeito da rotina de vocês como casal ou família, liste:</p><p>A. O que você faz;</p><p>B. O que poderia ou gostaria de fazer: O que propor para as tarefas serem mais</p><p>justas;</p><p>C. Tarefas diárias gerais, delimitar as tarefas;</p><p>D. Após a listagem de tarefas pessoais, firmar com assinatura de comprometimento</p><p>(ver anexo).</p><p>Afixar em local visível.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Com famílias, pedir que os membros façam individualmente (até como tarefa de casa)</p><p>e conversem junto com o profissional; pode-se acrescentar a representação de dias</p><p>especiais (aniversários, feriados, viagens etc.) e explorar.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Ferramenta que permite uma conversa sobre os afazeres domésticos ou cuidado com</p><p>os filhos, ampliando a possibilidade de reacordos;</p><p>Em caso de famílias com crianças, os adultos responsáveis devem delimitar juntos ou</p><p>fazer acordos com as crianças, respeitando a idade;</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>138</p><p>Caso surjam conflitos, o profissional deve pedir que eles foquem na resolução do</p><p>problema, não no problema.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>QUADRO DE TAREFAS GERAIS</p><p>SEG</p><p>TER</p><p>QUA</p><p>QUI</p><p>SEX</p><p>SÁB</p><p>DOM</p><p>TAREFA DA SEMANA NO HORÁRIO</p><p>Manha</p><p>Tarde</p><p>Noite</p><p>MINHAS TAREFAS</p><p>EU ME COMPROMETO A REALIZAR AS MINHAS TAREFAS DIÁRIAS, CASO NÃO SEJA</p><p>POSSIVEL, DEVO RENEGOCIAR COM AS PESSOAS DA MINHA CASA.</p><p>ASSINATURA</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>139</p><p>LINGUAGENS DE AFETO OU EMOÇÕES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Perceber emoções do outro e mostrar o que sente de torna segura; reconhecer sua</p><p>linguagem emocional dominante.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel em branco e lápis de cor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Um por vez deve assumir o centro e falar sobre algum da pessoa da sua vida;</p><p>B. Os demais, em roda, vão registrar o nome sente em relação à pessoa;</p><p>C. Partilhar os afetos e memórias afetivas com auxílio de profissional através da fala</p><p>ou registro artístico do afeto.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>É possível surgirem afetos negativos? Sim, o(a) aplicador(a) deverá intervir para regular</p><p>as emoções pedindo que a pessoa pense o que faria ou o que não tivesse mais essa</p><p>emoção;</p><p>É possível aplicar a ferramenta apenas com afetos positivos Sim, pedindo que simboliza</p><p>o que têm de melhor e deem presente para o outro.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Exige envolvimento e compromisso das pessoas com a tarefa. Pessoas mais envolvidas</p><p>assumiram novos caminhos; O(a) aplicador(a) deve estimular caso a pessoa resista ou</p><p>demonstre não saber, acolhendo, provocando ou até pedindo pessoas mais flexíveis no</p><p>sistema, ajuda de outras; o(a) profissional deve estar ciente das possíveis linguagens</p><p>expressão de emoções, como contato físico, verbal, de resolutivo etc.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>140</p><p>CABO DE</p><p>GUERRA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Demonstrar a disputa pelo poder no casal ou família; a levantar prós e contras de cada</p><p>ponto de vista e estimular uma decisão.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Corda, papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Utilizando um pedaço de corda robusto, pedir para que o casal segura cada</p><p>ponta;</p><p>B. O(a) na aplicador(a) pede, então, que eles sejam um tema de em qual se tem</p><p>mais prós como forma de tomada da decisão.</p><p>C. Cada par escreve argumentos prós (a favor da minha opinião) e contras sua</p><p>opinião acerca do conflito e vai colocando os prós no seu lado da corda e os</p><p>contras do lado oposto;</p><p>D. Ao final, verificar a configuração que se formou e conflito;</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se aplicar em famílias, pedindo que a própria família eleja quem ficará em cada</p><p>ponta do cabo de guerra, seguindo as orientações acima.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O(a) aplicador(a) pode mostrar vantagens da existência de posições diferentes nos</p><p>grupos humanos, contudo ressaltar a busca de acordos para resolução de problemas;</p><p>Caso o sistema entre numa escalada simétrica, em que cada membro defende seu ponto</p><p>de vista sem considerar o do outro, o aplicador deve intervir, favorecendo diálogos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>141</p><p>O que sentem ao se verem em lados opostos?</p><p>O que você defende é o que pensa ou é uma forma de atacar/se defender do outro?</p><p>PONTO A RESOLVER / TEMA CONFLITO:</p><p>Prós Contras DECISÃO:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>142</p><p>CARTAS DE PROPOSTAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Auxiliar a pessoa a tomar consciência do que precisa mudar individualmente; facilitar ao</p><p>casal trazer à tona conflitos existentes; propor novos acordos e fazer juntos.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis ou caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Cada um de vocês escreve, por ordem de prioridade, uma lista respondendo aos itens</p><p>abaixo:</p><p>A. O que quer mudar?</p><p>B. O que quer que o outro mude?</p><p>C. O que propõe mudar?</p><p>D. Oque não vai mudar?</p><p>Após o exercício, eles devem ler um para facilitando a comunicação e delimitando</p><p>pontos o outro, com o aplicador de compromisso com a mudança.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Indica-se aplicar em famílias, separando em subsistemas em crise como parental,</p><p>fraternal, conjugal.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O(a) profissional deve focar nas propostas de mudanças e ajudar o casal a discutir o que</p><p>não se dispõe a mudar.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>143</p><p>As interferências do(a) aplicador(a) devem seguir para que os subsistemas cheguem a</p><p>acordos para mudanças efetivas, ao invés, de estimular que eles entrem num processo</p><p>de acusação e defesa.</p><p>O que quero que você modifique?</p><p>O que não irei modificar?</p><p>O que posso modificar?</p><p>O que te proponho?</p><p>Por fim, me comprometo a mudar…</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>144</p><p>PERDOE-ME, MAS...</p><p>OBJETIVOS</p><p>Reparar mágoas ou emoções negativas causadas ao outro; libertar-se e liberar o outro</p><p>de culpas do passado.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha dobrada com as frases "eu te/me perdoo” e "eu sinto muito pelo que te causei”.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pedir que a pessoa que se sente culpada ou que foi vítima de alguma situação</p><p>dolorosa abra o papel e se diga, como um mantra, a frase muitas vezes ao dia</p><p>(individual).</p><p>B. Pedir que a pessoa que se sente culpada ou que provocou alguma dor ao par,</p><p>peça perdão de forma genuína.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se aplicar em famílias, pedindo que a própria família eleja quem ficará em cada</p><p>ponta do cabo de guerra, seguindo as orientações acima.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O terapeuta deve auxiliar para que a pessoa não utilize advérbio, MAS na reparação já</p><p>que pressupõe uma desconstrução da proposta de buscar reparar o que causou; Deve</p><p>ser aplicada quando os membros do sistema sentem que as mágoas estão dificultando</p><p>o processo ou quando há disponibilidade para perdoar.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>A consigna é: Desculpe-me por... (a pessoa que se sente culpada deve falar de forma</p><p>que sente o que diz e quem recebe o pedido de reparação deve ter amorosidade de</p><p>perdoar, pondo um ponto final naquele tema).</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>145</p><p>Caso não cumpram, perguntar do que pode acontecer caso eles perdoem ou peçam</p><p>perdão pelo que causaram. É uma forma de explorar os impasses que dificultam o</p><p>andamento do trabalho.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>146</p><p>COMO ANDA NOSSA SEXUALIDADE?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Comunicar desejos e/ou sensações antes, durante e depois Intimidade sexual; Auxiliar</p><p>na reconstrução da intimidade do casal.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Vocês irão rememorar cenas intimas sensuais e individualmente;</p><p>B. Agora, vocês exploram suas satisfações e insatisfações no ato sexual (considerar</p><p>preliminares) e escreverá como forma de comunicar ao seu par;</p><p>C. Após isso, entregue ou leia para seu parceiro o que escreveu;</p><p>D. Pensem em outras formas de estarem juntos sexualmente, se afastando das</p><p>insatisfações.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Para casais sem atividade sexual há longo tempo, sugerir exercícios sensuais, proibindo</p><p>penetração. A ideia é estimular a exploração do contato corporal e de zonas erógenas</p><p>anteriormente ao sexo genital.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esse exercício pode ser feito como tarefa para casa. Utilizar essa ferramenta quando já</p><p>construído vínculo como casal.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O(a) aplicador(a) deve estimular o casal após a exposição das insatisfações propondo</p><p>questões como:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>147</p><p>O que posso fazer para que você se sinta mais à vontade comigo?</p><p>O que você gostaria que fizesse para que você tenha mais prazer?</p><p>Nossa intimidade sexual</p><p>Não sinto tesão quando você...</p><p>sinto tesão quando você...</p><p>O QUE VAMOS MANTER?</p><p>O QUE PODEMOS MELHORAR?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>148</p><p>SE EU TE PERDER...</p><p>OBJETIVOS</p><p>Simular possíveis consequências da separação ou perdão; conectar-se com a</p><p>importância do outro na vida, par ou membro da família;</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta,</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pense e escreva em papéis separados o nome ou relação que tenha com três</p><p>pessoas que você sente que são importantes para você;</p><p>B. Agora, disponibilize os papéis;</p><p>C. O(a) aplicador(a) retirar um dos papéis, simulando a perda aquela pessoa.</p><p>D. Explorar como cada pessoa se sente ao perder</p><p>ou se ver sem daquela pessoa;</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Para casais, o(a) aplicador(a) deve orientar que se conectem com a possibilidade de</p><p>perder seu par e escrevam o que pensam ou sentem;</p><p>A escrita pode ser em forma de carta a ser entregue ao par, em que se ressalta "a falta</p><p>que você faz na minha vida....</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Pode ser aplicado em encontro individual;</p><p>Pode ser adaptada para perdas por morte, estimulando a escrita de carta para a pessoa</p><p>ausente, com indicação de queimar e enterrar as cinzas após;</p><p>Pode ser feito com uso de objetos-símbolo para o casal e simular a separação, como</p><p>retirar as alianças.</p><p>Se o casal decidir pela separação, estimular transformar as alianças em outro objeto</p><p>como símbolo do momento atual.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>149</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Algumas perguntas-estímulo:</p><p>O que você gostaria de dizer, ao se despedir do seu par?</p><p>Conecte-se com a separação e diga como imagina estar sem ela de forma saudável.</p><p>Conecte-se com a separação e diga tudo que precisa dizer para que seja útil para todos.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>150</p><p>MURO DE MÁGOAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Auxiliar o casal ou família a reconhecer, individualmente, mágoas que foram se</p><p>acumulando; estimular ações para que essas mágoas sejam criadas, no sistema, para</p><p>que se desprende do passado e se lancem para o futuro.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e lápis de cor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Caixas de palitos de fósforos grandes, mágoas em relação ao outro em forma de</p><p>construção de obstáculo (uso das caixas);</p><p>A. Simbolizar as caixas;</p><p>B. Simbolizar por desenho as mágoas ou listá-las em papel;</p><p>C. Queimar, em forma de ritual, as folhas com os desenhos destruir, juntos, o muro</p><p>das mágoas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Possibilidade de usar o recurso das caixas ou dos desenhos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Há necessidade de ver o desenho ou a lista de mágoas?</p><p>Não. Caso aconteça, que haja a mediação para que o casal possa conversar sobre e</p><p>poder reparar. Trazer à tona verbalmente as mágoas só atualiza dores e se fortalecem</p><p>mais mágoas.</p><p>É um ritual para pôr fim às mágoas, por isso, o casal deve se comprometer em não ter</p><p>acesso ao material do par.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>151</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Pergunta-chave para execução da ferramenta:</p><p>Vocês estão decididos a deixar o passado de mágoas para trás e assumir novas formas</p><p>de relação?</p><p>Caso não estejam prontos, não é o momento de aplicar. Caso eles digam que sim e, no</p><p>processo, percebem que não pare a condução e conversem sobre.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>152</p><p>ESCALA DE NECESSIDADES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Explorar, individualmente, as necessidades de cada membro; estimular possibilidades</p><p>de o par escutar essas necessidades oportunizar atendê-las,</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pedir para que cada membro do sistema conjugal ou familiar liste cinco</p><p>necessidades pessoais mais prioritárias;</p><p>B. Os demais membros devem escutar e buscar formas de atender às necessidades.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso haja resistência do casal, não é o momento da tarefa. Eles podem entender como</p><p>espaço para reclamações e queixas das necessidades do outro ou aparecerem injustiças</p><p>relacionais. Caso isso aconteça, o(a) profissional deve orientar que o casal se desprenda</p><p>de si para atender, genuinamente, o par. Pode ser aplicado individualmente,</p><p>especialmente, para pessoas que têm dificuldade de sinalizar necessidades.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais são as suas principais necessidades emocionais nessa relação?</p><p>Quais são as suas principais necessidades práticas nessa relação? O que você precisa</p><p>que ele(a) faça para que você se sinta mais satisfeito(a)?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>153</p><p>RITOS ORGANIZADORES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar os rituais que estão presentes no casal ou família; representar</p><p>simbolicamente os rituais mais marcantes, função e importância para o sistema.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, caneta ou lápis, lápis de cor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Liste dois a cinco rituais presentes na sua família ou relação conjugal;</p><p>B. Escreva ou represente-os no papel.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode-se solicitar que foquem nos rituais de família de origem ou atual da pessoa.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Pode ser utilizado como recurso de acesso às emoções das pessoas dos sistemas;</p><p>Atenção ao propósito de uso dessa ferramenta para que seja útil ao cliente.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>154</p><p>FAMÍLIA/CASAL TERAPÊUTICO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Conhecer o casal ou família em termos de estrutura e funcionamento.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Bonecos da família terapêutica.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Você está diante de uma família terapêutica;</p><p>B. Represente como você vê essa família, casal utilizando os bonecos.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Podem-se fazer adaptações ao material, ajustando às necessidades específicas da</p><p>família ou casal em questão. Por exemplo, utilizando ou construindo bonecos com</p><p>necessidades especiais, gestantes, animais etc.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Para trabalhar a parentalidade em casais, incluir bonecos que representem os filhos.</p><p>O(a) aplicador(a) orienta que eles podem utilizar simbólicos, desenhos ou metáforas que</p><p>representem o sistema.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Após a primeira exploração e representação do casal ou família, explorar:</p><p>Como cada membro desse casal se sente nessa cena?</p><p>O que poderia fazer diferente para saírem da situação em que estão?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>155</p><p>Posição de cada um dos membros na cena representada, função e maneira de manter a</p><p>crise ou conflito (como cada uma dessas pessoas está representada?</p><p>O que faz na cena?</p><p>Ajuda ou atrapalha? Como?</p><p>Outras possibilidades de enxergar o sistema</p><p>De que outra forma você poderia vê- los?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>156</p><p>MAPA DE GANHOS E RISCOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trazer maior consciência das possíveis razões para dificultar a realização de mudanças</p><p>(riscos);</p><p>Identificar ganhos com a manutenção ou modificação da situação-problema;</p><p>Prevenir a implementação de mudanças que tragam crise para as relações.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel e caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pergunte aos membros da sua família ou seu par os riscos que traz para a relação</p><p>caso você mude seu comportamento-problema;</p><p>B. Liste os ganhos que você tem com a manutenção e modificação desse problema</p><p>na sua relação ou na família (registre no mapa de riscos e ganhos - em anexo);</p><p>Feito isso, questionar quais conclusões ou caminhos novos o casal ou família pode</p><p>delimitar.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Em caso das pessoas não identificarem ou não conseguirem repertório por questões</p><p>emocionais, mantenha a tarefa, estimulando outras possibilidades como o que pensa</p><p>do comportamento das pessoas caso assuma a mudança.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>No trabalho clínico, pode-se pedir como tarefa para casa. Pode-se fazer em encontros</p><p>individuais.</p><p>Não opte por esse recurso, caso exponha o cliente a riscos.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>157</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Fazer questões que possam estimular pessoas que não conseguem enxergar ganhos ou</p><p>riscos.</p><p>Que riscos teria com a mudança?</p><p>Que ganhos teria com a mudança?</p><p>Quais conclusões eu tiro desse mapa?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>158</p><p>IDOSOS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>159</p><p>LINHA DA VIDA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Acessar memórias afetivas e projetar o futuro (objetivos/metas)</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>1 folha de papel A3; Folhas de Papel A4; 1 régua; Lápis, canetas coloridas ou hidrocor;</p><p>Etiquetas de controle coloridas (ao menos 2 cores).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Prepare na folha uma linha cronológica, dividindo-a a cada 10 anos, desde pouco</p><p>antes do nascimento do indivíduo, marcando a data atual e anos futuros.</p><p>Convide-o a construir um mapa histórico da vida, destacando eventos que ele</p><p>julgue importantes, atribuindo a estes características negativas ou positivas (que</p><p>deverão ser assinalados pelas etiquetas amarelas e vermelhas, por exemplo);</p><p>B. Para iniciar de forma menos estruturada, durante a propositura da atividade,</p><p>poderás ler ou declamar o poema "A Linha Assanhada", de Carlos Jorge (em</p><p>anexo) e solicitar que ele contextualize o poema em relação à sua própria história</p><p>de vida. À medida que for trazendo os fatos, já poderão marcar na linha</p><p>cronológica com a etiqueta da cor escolhida. Além de marcar, poderá escrever</p><p>brevemente o evento. À parte, pode se pontuar a data aproximada, descrevendo</p><p>em pormenores se convier, o ocorrido.</p><p>C. Inquirir também quanto ao momento atual, solicitando uma avaliação dos</p><p>aspectos gerais, como relacionamentos, saúde entre outros (sugere-se uso da</p><p>ferramenta Gráfico para Ação). Etiquetas de controle coloridas (ao menos 2</p><p>cores).</p><p>D. Refletir em seguida quais as metas seguintes e pontos de investimento de</p><p>atenção para que estas sejam alcançadas. Aqui poderão ser utilizadas etiquetas</p><p>azuis para pontuar os objetivos e verdes para sinalizar os passos a seguir, Refletir</p><p>junto ao cliente sobre a importância de sua ação para a realização destes e,</p><p>quando não for possível, quais as estratégias que comporão o seu repertório.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>160</p><p>A. depender do grau de escolarização ou de outros fatores, o indivíduo poderá ter</p><p>dificuldade em assimilar a metáfora. Sugere se que o facilitador/terapeuta reflita</p><p>junto com ele. Nesse caso ou ainda em aplicação de contexto grupal, pode-se</p><p>utilizar das artes plásticas para fazer essa analogia, como colagem com barbante</p><p>colorido.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Em um mesmo ano ou tempo histórico pode haver eventos positivos ou negativos. O</p><p>mesmo evento pode ter essas duas características;</p><p>A construção da linha não precisa seguir uma lógica cronológica, uma vez que inclusive</p><p>o funcionamento psíquico não ocorre nesse sentido.</p><p>Se em um processo terapêutico, esse instrumento poderá ser revisitado a cada evento</p><p>novo apresentado, ao fim de cada sessão, podendo ser entregue no fim dos</p><p>atendimentos tanto a linha histórica quanto os demais matérias produzidos na</p><p>construção desta;</p><p>Sugere-se que para atividades grupais haja um manejo para evitar maior</p><p>aprofundamento em pontos de vulnerabilidade, focando as potencialidades e redes de</p><p>apoio. Em contexto de aposentadoria, focar aspectos relacionados ao trabalho.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como podes descrever a linha da sua vida?</p><p>Como está a linha agora?</p><p>A partir de agora, quais pontos você precisa melhorar?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>161</p><p>MEU PLANO DE AÇÃO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Construção do plano de ação da Intervenção Psicoterapêutica/Psicossocial.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>3 tiras de EVA (10cmX1cm) Azul; 3 tiras de EVA (10cmX1 cm) Vermelho; Cola Líquida;</p><p>Tesoura; Régua; Caneta Permanente; Gráficos impressos ou construídos com ajuda de</p><p>régua;3 tiras de EVA (10cmX1 cm) Verde; 3 tiras de EVA (10cmX1cm) Amarelo;</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Explicar que cada cor refere a uma esfera da vida, subdividas em três dimensões</p><p>a serem avaliadas separadamente: Vida Pessoal (Saúde e Disposição, Estado</p><p>Emocional, Alimentação), Qualidade de vida (Diversão/Lazer, Plenitude e</p><p>Felicidade, Espiritualidade), Relacionamentos (Amor Próprio, Familiar, Social) e</p><p>Capacidade Funcional (Senso de Autonomia, Senso de dependência, Propósito</p><p>de Vida);</p><p>B. Questionar o nível de satisfação em cada dimensão, pontuando de 0 a 10. Cortar</p><p>a tira de EVA conforme a classificação dada e escrever nela a pontuação e</p><p>descrição. Por exemplo, se considerou que na esfera relacionamentos, a</p><p>dimensão "amor próprio" tem pontuação igual a oito, deverá medir 8 cm, cortar</p><p>1 tira na cor escolhida para representar a esfera relacionamentos, escrever</p><p>"Amor Próprio" e "8 pontos". Repetir até que todos os itens sejam avaliados. Os</p><p>itens poderão ser substituídos, caso não se aplique ou tenha algum mais</p><p>adequado.</p><p>C. Analisando os itens anteriores, identificar quais dimensões deverão ser foco de</p><p>atenção neste momento, discutir com o cliente se há uma esfera que ele julgue</p><p>prioritária. Classificá-las de 1 a 12, escolhendo as cinco principais para</p><p>intervenção mais imediata. Poderá ainda analisar os três últimos itens elencados,</p><p>avaliando de que forma impactam o bem estar do idoso. Considerar, pois a</p><p>importância do equilíbrio entre todas as áreas.</p><p>D. O(a) facilitador(a) deverá estar atento às verbalizações do cliente/paciente em</p><p>cada dimensão, e, julgando relevante, pôr à mesa para reflexão.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>162</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Usar gráficos impressos e utilizar lápis de cor para pontuar cada quesito.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa ferramenta tem base na Roda da vida, muito utilizada para autoconhecimento, mas</p><p>foi formulada incluindo dimensões fundamentais nesta etapa da vida, especificamente</p><p>na esfera Capacidade Funcional. Sua disposição também foi pensada para facilitar o</p><p>entendimento da mesma e propor uma construção conjunta com o terapeuta.</p><p>Nos quesitos referentes à capacidade funcional, verificar se uma pontuação baixa será</p><p>considerada positiva ou negativa. Sugere-se ter tiras de EVA extras</p><p>de cada cor, em caso</p><p>de erro ou reavaliação do quesito.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Das esferas 'Relacionamentos', 'Qualidade de Vida', Pessoal' e Capacidade Funcional,</p><p>qual é mais importante pra você?</p><p>Analisando o gráfico anterior, quais dimensões precisam de ação com urgência?</p><p>Você pode colocar nesse outro gráfico?</p><p>Amor próprio - autonomia - propósito emocional intelectual - plenitude social -</p><p>espiritualidade - dependência - lazer - familiar – saúde.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>163</p><p>MAPA DE FRAGILIDADES</p><p>OBJETIVOS</p><p>Identificar fragilidades e monitorar o avanço de doenças.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Questionário de Fragilidades (em anexo)</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Indica-se a aplicação desde o primeiro encontro, em especial para idosos de</p><p>idade avançada. Se for possível, perguntar pessoa idosa a ocorrência ou não</p><p>desses sinais, caso o mesmo esteja impossibilitado, ainda que</p><p>momentaneamente, rastrear junto a familiares e cuidadores do mesmo,</p><p>B. Analisar os dados encontrados de forma a questionar se sobre a necessidade de</p><p>encaminhamento para outras especialidades;</p><p>C. Monitorar periodicamente para verificar avanço dos sintomas ali instalados.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa ferramenta não tem objetivo diagnóstico, mas poderá refletir alguns indícios de</p><p>pontos frágeis na saúde e bem estar do idoso, uma vez que considera o contexto</p><p>domiciliar, condições de saúde, alterações físicas, fisiológicas e comportamentais e</p><p>dificuldades nas atividades da vida diária.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>não se aplica</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>164</p><p>Mapa de fragilidades</p><p>Um ponto para cada resposta afirmativa, obtendo a pontuação geral com o somatório.</p><p>Só com 60 anos ou mais.</p><p>Patologias (05 ou mais diagnósticos)</p><p>Farmacologia (05 ou mais fármacos)</p><p>Mobilidade total ou parcial</p><p>Redução do condicionamento físico</p><p>Cardiorrespiratório limitante</p><p>Incontinência urinária ou fecal</p><p>Distúrbios da marcha ou queda de repetição</p><p>Síndrome demencial, depressão, delirium</p><p>Histórico de internações recentes</p><p>Dependência para atividades básicas, como tomar banho, se alimentar ou vestir</p><p>Insuficiência familiar</p><p>Conflito familiar</p><p>Idoso institucionalizado ou em vulnerabilidade social</p><p>Idoso em situação de violência</p><p>Subnutrição ou emagrecimento significativo não intencional</p><p>Acessibilidade insuficiente: surdez ou cegueira total ou parcial</p><p>Autopercepção negativa</p><p>Isolamento social</p><p>Alterações comportamentais</p><p>PONTUAÇÃO GERAL</p><p>Análise da situação atual e evolução (assinar e carimbar)</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>165</p><p>MODELANDO UMA NOVA MULHER</p><p>OBJETIVOS</p><p>Ressignificar as mudanças na menopausa/envelhecimento da mulher.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Água; Corante (opcional); Vasilha plástica; Folha de transparência; Farinha de trigo;</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Iniciar fazendo breve explanação sobre a modelagem e técnicas projetivas,</p><p>enquanto mistura farinha de trigo e água para obter uma massa homogênea.</p><p>O(a) facilitador(a) poderá iniciar e pedir que o cliente aprimore à sua maneira,</p><p>deixando-a no ponto de massa de modelar.</p><p>B. Solicitar que a mesma construa uma boneca que a represente nesse momento,</p><p>enquanto discutem as transformações e desafios impostos pela menopausa. Na</p><p>segunda rodada, construirá uma nova boneca, diferente da anterior, podendo</p><p>usar a mesma boneca já modelada (nesse caso sugere-se o registro fotográfico).</p><p>Nesse momento refletirão sobre suas potencialidades e as transformações</p><p>necessárias para passar com êxito pela menopausa, visando um envelhecimento</p><p>mais saudável e feliz.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Em grupo, dividir uma parte para cada pessoa e pedir que manipulem. De tempos em</p><p>tempos, deverão passar para mão da colega ao lado. Solicitar que avaliem se houve</p><p>diferenças entre a que manuseava e as demais. Refletir sobre como a sua percepção e</p><p>seu manejo individual modificam aquele produto, assim como pode ocorrer na vivência</p><p>da menopausa. Por fim, pedir que apresentem ao grupo suas produções e as</p><p>características Individuais nesse processo de amadurecimento feminino.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>166</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais as sensações ao manipular essa massa?</p><p>Quais as sensações ao manipular a massa da colega? Igual ou diferente da sua?</p><p>As maiores dificuldades transformações na menopausa?</p><p>Como tais desafios poderão ser desbancados?</p><p>Que mulher deseja se tornar?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>167</p><p>DUAS FACES DA MOEDA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar com o adoecimento limitante.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>3 folhas de ofício; Post it; Canetas ou hidrocor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Iniciar a intervenção refletindo sobre o lado bom das situações ruins, Sugere-se</p><p>utilizar metáforas, como dois lados de uma moeda. Pedir que o cliente lembre</p><p>um evento em sua história de vida que teve um lado ruim, mas também pontos</p><p>positivos a se marcar. Usar aqui as perguntas norteadoras.</p><p>B. Em seguida, lhe apresentar três folhas que deverão conter as seguintes frases:</p><p>"As coisas que aprendi após o/a "Depois do/a eu pude...",</p><p>"Depois do/a eu ganhei...",</p><p>C. Lance o desafio de encontrar, em sua vivência atual, fatos que encaixem nestas</p><p>frases. Escrever no post it e ir adicionando a cada quadro. O psicólogo deverá</p><p>estimular a encontrar esses fatos e até pode dar pistas. É importante que</p><p>visualmente seja significativo o quadro construído.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Poderá ser utilizada desde pacientes acamados até aqueles com pequenas</p><p>incapacidades, desde o atendimento individual ao grupal, como sala de espera ou</p><p>intervenções nos centros de convivência.</p><p>No grupo, abrir a primeira parte pra debate, nem todos precisam falar, mas trarão</p><p>vivências que poderão ser referência para os demais participantes.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>168</p><p>O espaço tracejado deverá ser substituído pela doença que o acometeu (câncer ou</p><p>diabetes, por exemplo). A postura empática e rapport são fundamentais para a aplicação</p><p>e bom usufruto desta ferramenta.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Podes me descrever um evento que foi bom, mas trouxe repercussões negativas em sua</p><p>vida?</p><p>E o contrário? Você se recorda de situações que foram negativas, à primeira vista, mas</p><p>que também tiveram aspectos positivos?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>169</p><p>ANTES E DEPOIS DE VOCÊ</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar a temática da viuvez.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Equipamento de sonorização; 3 folhas de ofício A3; Hidrocor e lápis de cor, Tesoura; Cola</p><p>branca; Revistas; Tintas; Pincéis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Propor a</p><p>construção de três cartazes. O primeiro deles deve conter conteúdos</p><p>referentes à vida de casado, desde o início do relacionamento até o último</p><p>encontro. O segundo cartaz deverá apresentar a vida de solteiro (a) e o último</p><p>refletirá a vida após falecimento do cônjuge. Poderão ser utilizados desenhos, as</p><p>colagens, palavras soltas, metáforas - o que lhe for interessante.</p><p>B. Diante dos cartazes, refletir sobre a transitoriedade das coisas e pessoas e a sua</p><p>própria, passando para um rascunho de como será, e elencando coisas que</p><p>gostaria de fazer, habilidades a serem desenvolvidas, realizações, dores a serem</p><p>ressignificadas, etc. Essa etapa poderá ser incluída no último cartaz.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso o cliente se negue a criação de um ou mais cartaz, suscitar debate quanto à</p><p>representação subjetiva dessa postura/reação.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Poderás citar eventos marcantes na vida do casal desde quando se conheceram, quem</p><p>tomou a iniciativa, pessoas importantes, festas, dificuldades, momentos juntos, etc.?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>170</p><p>Como era você antes de conhecer seu esposo/sua esposa?</p><p>Como tem sido lidar com a ausência após a morte? Quais sonhos você ainda precisa</p><p>realizar?</p><p>Quais os desafios agora?</p><p>Qual a lição pode tirar disso tudo?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>171</p><p>REVIVER</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar perda de filhos ou de pais.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de ofício (A4); Lápis de cor, giz de cera, hidrocor, etc.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Aplicar o questionário, registrando a pontuação atribuída a cada item. Cliente é</p><p>situado quanto ao tema a ser abordado na sessão, sendo lhe solicitando que</p><p>avalie seu grau de conforto em falar da experiência da perda, atribuindo a nota</p><p>de 0 a 10, sendo 10 o mais elevado índice de bem estar.</p><p>B. Diante dos cartazes, refletir sobre a transitoriedade das coisas e pessoas e a sua</p><p>própria, passando para um rascunho de como será, e elencando coisas que</p><p>gostaria de fazer, habilidades a serem desenvolvidas, realizações, dores a serem</p><p>ressignificadas, etc. Essa etapa poderá ser incluída no último cartaz.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso o cliente se negue a criação de um ou mais cartaz, suscitar debate quanto à</p><p>representação subjetiva dessa postura/reação.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Poderás citar eventos marcantes na vida do casal desde quando se conheceram, quem</p><p>tomou a iniciativa, pessoas importantes, festas, dificuldades, momentos juntos, etc.?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>172</p><p>1- Qual seu grau de conforto em pensar sobre a morte dessa pessoa?</p><p>2- Qual seu grau de conforto em falar sobre a morte dessa pessoa?</p><p>3- Qual o momento mais difícil de recordar da perda?</p><p>4- Quais as sensações ao recordar?</p><p>Solicitar que o cliente projete na folha de papel ofício todas as sensações desagradáveis,</p><p>podendo verbalizar suas sensações e pensamentos enquanto escreve. Em seguida,</p><p>pensar na pessoa em vida e responder aos quesitos a seguir, novamente atribuindo a</p><p>nota de 0 a 10:</p><p>1- Qual seu grau de conforto em pensar sobre sua convivência essa pessoa?</p><p>2- Qual seu grau de conforto em falar sobre sua vida com essa</p><p>3- Qual o momento mais feliz que recorda de ter vivido com pessoa?</p><p>4- Quais as sensações ao recordar?</p><p>Essa recordação também deverá ser materializada através da pintura, verbalizando suas</p><p>impressões e sentimentos em construir.</p><p>Solicitar que o cliente escolha entre as duas obras e simbolicamente queimar as</p><p>sensações desagradáveis relacionadas à morte do filho ou pai ou ainda do familiar</p><p>próximo.</p><p>Também de forma simbólica entregar o desenho das recordações da vida e questionar</p><p>seu grau de conforto carregando as melhores lembranças.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>173</p><p>CARA A CARA COM A APOSENTDORIA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar contextos de Aposentadoria</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Mapa para aposentadoria (modelo sugerido em anexo)</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. A abertura da atividade deverá ser feita de modo a estimular a interação e</p><p>empatia, podendo ser utilizada uma dinâmica vitalizadora. Em seguida, dispostos</p><p>em círculo, deverão expor suas impressões em torno da sua aposentadoria.</p><p>Os demais integrantes do grupo deverão ser orientados a pontuar se perceberem que o</p><p>interlocutor prediz seu futuro de forma negativa ou rotulada. Explicar ainda que o</p><p>objetivo desta intervenção é possibilitar que os integrantes tenham novas e mais</p><p>estruturadas percepções sobre o seu processo de envelhecimento. Ciente disso, o</p><p>interlocutor poderá anotar os feedbacks dos demais colegas.</p><p>B. Num segundo momento, individualmente, deverão ser orientados a se projetar</p><p>no futuro, definindo uma missão pós aposentadoria. Deverá ser orientado a</p><p>determinar sua missão levando em conta seu nível de prazer e satisfação</p><p>realizando tal feito. Em seguida, preencherá o gráfico identificando fatores</p><p>internos e externos que atualmente lhe auxiliam ou atrapalham na realização</p><p>desta missão.</p><p>C. Em dupla ou trio, deverão apresentar sua missão e a análise das fragilidades e</p><p>potencialidades por ele diagnosticadas. Os colegas poderão sugerir novas</p><p>questões não pontuadas até então a fim de auxiliar ao colega na sua realização</p><p>pessoal. Cada um deverá ouvir as proposições dos demais, anotar e avaliar em</p><p>seguida se acolhe ou não o que for sugerido.</p><p>D. Individualmente, vão pensar estratégias para a realização da missão, com base</p><p>no que foi construído em grupo. Em seguida, deverá estabelecer objetivos,</p><p>descrevendo metas e prazo para sua realização. Por fim, a ferramenta propõe a</p><p>descrição de sentimentos e comemoração ao atingir seus resultados. Tal</p><p>ferramenta deverá ser revisitada e alterada sempre que surgirem novos insights</p><p>e também para monitoramento das metas.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>174</p><p>E. Em grupo, deverão expor suas percepções em relação atividade, se houve</p><p>mudanças negativas ou positivas relacionadas à aposentadoria. O facilitador</p><p>deverá indicar que, percebendo maiores dificuldades, o indivíduo poder buscar</p><p>apoio psicoterapêutico. Ainda sendo identificado pelo facilitador algum mal-</p><p>estar na execução da atividade, deverá encaminhar o (os) participante(s) para</p><p>atendimento.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Poderá ser utilizado no atendimento individual, desde que realizando as adaptações</p><p>necessárias, como solicitando que o cliente construa com a família e traga na outra</p><p>sessão.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O tempo de realização deverá ser adequado ao número de participantes e encontros</p><p>possíveis.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como será a sua aposentadoria?</p><p>Como você a imagina?</p><p>Se pudesse fazer o que sempre quis, como viveria?</p><p>Alguém pode contribuir com esse colega?</p><p>O quanto você está comprometido com a sua missão?</p><p>FORÇAS</p><p>Minha Missão:</p><p>Na conquista do seu objetivo, o que</p><p>...te ajuda?</p><p>...te atrapalha?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>175</p><p>FRAGILIDADES</p><p>(Melhorar) (Potencializar)</p><p>OPORTUNIDADES</p><p>DESAFIOS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>176</p><p>MITO OU VERDADE?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Discutir Sexualidade e Envelhecimento</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Cartas com frases míticas ou verdadeiras sobre a sexualidade. 2 Placas por grupo (uma</p><p>escrita MITO e outra VERDADE).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Dividir a turma em subgrupos de até cinco participantes. Em cada rodada, um</p><p>participante escolherá uma carta para ser discutida no seu subgrupo e então decidirem</p><p>se a frase ali contida é mito ou verdade. A frase deverá ser lida para toda turma e os</p><p>participantes dos demais subgrupos podem ser estimulados a discutir, concordar ou</p><p>discordar da avaliação da equipe. Ganhará o jogo aquela a equipe que tiver mais acertos.</p><p>O facilitador deverá mediar e esclarecer, em caso de dúvidas. (ver frases que podem ser</p><p>utilizadas, em anexo)</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>No ambiente clinico, sugere-se construção de cartas, como num baralho, em que o idoso</p><p>deverá escolher e trazer suas percepções, também como num jogo, podendo estipular</p><p>uma quantidade de acertos para ser vitorioso.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esse jogo poderá ser utilizado também com outros públicos, como equipes de saúde ou</p><p>familiares, para desconstrução de preconceitos relacionados à sexualidade do idoso.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>177</p><p>FRASES QUE PODEM SER UTILIZADAS:</p><p>"Idosos não fazem sexo”</p><p>"Mulheres idosas não sentem prazer”</p><p>"Não é preciso usar camisinha"</p><p>"As mudanças do corpo não alteram o prazer”</p><p>"A mulher pode ter sua libido diminuída quando mais velha”</p><p>"Envelhecer significa perder o interesse por sexo”.</p><p>"O órgão mais importante na sexualidade é o cérebro”.</p><p>“O homem tem uma necessidade sexual maior do que as mulheres”.</p><p>"A sexualidade é para os jovens”.</p><p>"A prática sexual em idosos é prejudicial à saúde”.</p><p>"As necessidades sexuais diminuem com a idade”.</p><p>“A família e a sociedade têm o dever de garantir e respeitar os idosos no âmbito da</p><p>sexualidade”.</p><p>"O tempo de ereção muda na terceira idade”.</p><p>"Pode transar depois de um infarto”.</p><p>"Acessórios sexuais podem ajudar a relação sexual”.</p><p>"Sexo só existe com a penetração”.</p><p>“Atividade física auxilia o desempenho sexual de idosos, além de melhorar a qualidade</p><p>de vida”.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>178</p><p>ESTOU ME VENDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar autoimagem,</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>1 espelho grande; fotos e imagens de idosos questões associadas ao envelhecimento,</p><p>como também tempo histórico.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pedir que o idoso se olhe no espelho, pense no seu corpo físico, na sua história</p><p>de vida, nas marcas que o tempo trouxe para seu corpo e sua personalidade;</p><p>B. Escolher entre as imagens apresentadas aquelas que mais lhe representam e</p><p>solicitar em seguida que explique o porquê;</p><p>C. Por fim, voltar ao espelho e enumerar os motivos para se orgulhar, pensando em</p><p>tudo o que já viveu.</p><p>D. Para comemorar, uma salva de palmas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Poderá ser trabalhada com grupos de outras faixas etárias, pensando em sua própria</p><p>velhice, como se imaginam e como poderão se mobilizar para ter uma velhice de maior</p><p>bem estar subjetivo.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Se a atividade for realizada em grupo, observar as reações comportamento não verbal</p><p>dos participantes, que podem dar indícios de sofrimento psíquico. Nesse caso, a(o)</p><p>idosa(o) poderá ser convidado para orientação e encaminhado a serviços de</p><p>atendimento especializado.</p><p>Dispor de tempo para orientação individual após a intervenção em grupo.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>179</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Ao se olhar no espelho, quais aspectos te chamam atenção?</p><p>A sua imagem lhe traz desconforto ou bem estar? Por que?</p><p>Algumas experiências na nossa história de vida nos deixam marcas. Você pode relatar</p><p>algumas pra mim?</p><p>E a sua personalidade? Mudou ao longo tempo?</p><p>Quais imagens poderão te representar melhor nesta bancada? Por que?</p><p>Quais aspectos são motivo de orgulho e quais você poderia destacar pra mim?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>180</p><p>O CAPITÃO MANDOU</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar o adoecimento Crônico.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Garrafa de vidro / plástico com tampa de rolha (como a de piratas) 1 por participante;</p><p>Canetas.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pedir que o idoso discuta a função de um capitão numa equipe. Discutir sobre</p><p>sua importância da segurança e proteção para o grupo que ele dirige. Sinalizar</p><p>que o mesmo poderá ter o papel de decisivo frente ao seu processo de</p><p>adoecimento, como foram aqueles líderes.</p><p>B. Solicitar que se imaginem mandando uma carta para o seu batalhão (você</p><p>mesmo, sua família, equipe de saúde, etc.) direcionando-os. Lembre-se que o</p><p>objetivo é salvar toda a sua tribo ou exército e promover melhor qualidade de</p><p>vida e bem-estar a cada um deles. O idoso deverá escrever ou dizer os melhores</p><p>caminhos a seguir. Estimular maior riqueza de detalhes e questionar sempre que</p><p>o idoso trazer pensamentos negativos ou crenças disfuncionais, fazendo-o se</p><p>reposicionar diante dela.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode ainda fazer analogia ao capitão militar ou de um navio de piratas ou até trazer</p><p>referência mais próxima à sua realidade, como a função de Lampião para o seu bando,</p><p>se o idoso for, por exemplo, nordestino ou ainda de uma mulher no poder, se forem</p><p>mulheres; um cacique, no caso dos indígenas.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>A postura negativa para esta ferramenta pode ser alvo de discussão sobre a autor</p><p>responsabilização no seu processo de saúde e adoecimento.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>181</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Se você pudesse ser um grande líder como fulano, para enfrentar sua doença, quais</p><p>orientações daria?</p><p>Esta é a melhor maneira, no seu ponto de vista pra lidar com esse desafio? Por que?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>182</p><p>NOSSO PRESENTE</p><p>OBJETIVOS</p><p>Acolhimento e/ou sensibilização familiar no adoecimento.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Alguns metros de Papel Metro (aumentar a depender da quantidade de integrantes):</p><p>Tintas guache; Pincéis diversos; Hidrocor, Lápis de cor; Giz de cera; Materiais de</p><p>armarinho (botões, lantejoula, cordões, etc.)</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Convidar os integrantes à discussão sobre a situação daquele familiar, podendo</p><p>solicitar que tragam materiais de armarinho para doação (em pequenas</p><p>quantidades). Em roda de conversa, explanar sobre o adoecimento e</p><p>repercussões deste para o idoso e seus cuidadores;</p><p>B. No segundo momento, sugerir</p><p>que escolham uma palavra ou frase que simbolize</p><p>o que representa o adoecimento daquele idoso, discorrendo brevemente.</p><p>Orientar acolhida empática e respeitosa dos demais integrantes, dando espaço</p><p>a todos a falar de si e da sua relação;</p><p>C. Explica-se que o material doado na verdade era pra construção de um presente</p><p>para a pessoa adoecida. Cada pessoa deverá inspirar-se no que gostaria de</p><p>presentear e reproduzir no cartaz que se transformará numa obra de arte. Por</p><p>uma música enquanto se dedicam a esta construção. Finalizada a música, pedir</p><p>que se afastem e olhem o resultado. Questionar que é possível melhorar e o</p><p>grupo sinalizando que sim, propor que cada um melhore, mas se aplicando ao</p><p>desenho de outro familiar. Música também para esse momento.</p><p>D. Finalizado o processo, é solicitado que novamente se afastem e avaliem a obra</p><p>em geral e também o seu desenho inicial, se ficou melhor ou pior do que estava.</p><p>E. Momento do Julgar Menos, Acolher mais. Refletir sobre a importância do sujeito</p><p>adoecido para a família; a contribuição individual bem como a interferência das</p><p>relações familiares para o bem estar subjetivo deste; o respeito aos espaços e</p><p>vivências individuais, bem como à subjetividade do idoso. Estimular</p><p>entendimento de que relações empáticas e respeitosas favorecerão o</p><p>envelhecimento saudável daquele sujeito em questão, bem como dos demais</p><p>familiares.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>183</p><p>F. No último momento, deverão convidar o idoso e deverão presenteá-lo com a</p><p>obra de arte, solicitando que cada um explique o quanto ele significa e o quanto</p><p>se comprometerá para o bem estar e a boa relação familiar. Oferecer espaço ao</p><p>idoso para suas considerações.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Poderá ser utilizado individualmente, para o cliente que se queixa da dificuldade em</p><p>lidar com o adoecimento do seu familiar, fazendo as adaptações necessárias;</p><p>Identificando vulnerabilidades ou maior sofrimento psíquico, encaminhar para o</p><p>atendimento individualizado ou terapia familiar.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quais os impactos que este adoecimento tem para você?</p><p>Tem algum medo em relação a esse adoecimento?</p><p>Como pretende lidar com este idoso em adoecimento?</p><p>O que avaliam da construção coletiva deste presente/obra de arte?</p><p>O manejo dessa obra e do cuidado com este idoso está sendo benéfico para ele?</p><p>É possível melhorar?</p><p>Com o que você presenteia esse idoso?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>184</p><p>ASSINO EMBAIXO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Auxiliar na elaboração do seu próprio luto (cuidados paliativos).</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Envelopes; Papel para carta (pautado ou não).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que o cliente inicie a carta datando-a e endereçando-a para ele mesmo.</p><p>Será solicitado que pense em sua vida e também na possibilidade de morte,</p><p>explicando que essa técnica o auxiliará a expressar seus sentimentos em torno</p><p>do luto, e minorar conflitos emocionais comuns no processo de morte.</p><p>Acolhendo a proposta, deverá iniciar escrevendo ou ditando as qualidades ou</p><p>realizações ao longo da vida que valoriza e se orgulha, exemplificando. Cada</p><p>parágrafo se altera a uma emoção (conforme pontuada em anexo). Por fim, no</p><p>item sobre "Amor, Perdão, Compreensão e Desejo", estimule-o a reler toda a</p><p>carta e, sem julgamentos, tente equilibrar os itens anteriores. Assinar ao fim da</p><p>carta. Pôr no envelope, lacre e peça que releia em até 24 horas. O seu familiar,</p><p>fazendo as adaptações necessárias;</p><p>B. Sinalizar a possibilidade de refazer a carta quantas vezes desejar, bem como</p><p>poderá endereçar a amigos ou familiares acaso exista algo que lhe incomode e</p><p>precise expressar.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A utilização dessa ferramenta deverá ser precedida por sinalização do paciente em torno</p><p>da temática morte ou em cuidados paliativos.</p><p>O terapeuta poderá escrever ou digitar a carta, acaso tenha alguma impossibilidade por</p><p>parte do paciente. Ainda será possível a gravação de áudios para posterior transcrição,</p><p>desde que com autorização do cliente.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>185</p><p>Essa atividade tem o intuito de auxiliar na elaboração do luto, bem como resolver</p><p>conflitos internos antes do morrer. Poderá mobilizar desconfortos no cliente, portanto,</p><p>é necessário respeitar o seu tempo e sua forma de lidar com a morte, bem como suas</p><p>crenças.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica</p><p>1. Gratidão, qualidades</p><p>Eu me orgulho de...</p><p>A característica que mais admiro em mim é...</p><p>Se eu morresse hoje, iria feliz, pois...</p><p>O motivo principal para outras pessoas se orgulharem de mim...</p><p>2. Raiva, Censura Fico ressentido Era pra eu ter...</p><p>Estou cansado de...</p><p>Ainda hoje fico incomodado com...</p><p>Não tive tempo de...</p><p>3. Mágoa, Tristeza Fico triste porque...</p><p>Não me sinto bem hoje porquê...</p><p>Quando eu era mais jovem...</p><p>4. Medo, insegurança</p><p>Tenho medo de...</p><p>Estou inseguro com...</p><p>Em me sinto preocupado em morrer e...</p><p>5. Culpa, Responsabilidade</p><p>Sinto que deveria...</p><p>Desculpe-me por...</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>186</p><p>Não tive a intenção de ...</p><p>6. Saudade</p><p>Terei saudades de...</p><p>Vou sentir falta de...</p><p>7. Amor, Perdão, compreensão.</p><p>Amo você por...</p><p>Agradeço por...</p><p>Apesar de...</p><p>Te perdoo por...</p><p>Compreendo que...</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>187</p><p>MINHA CANÇÃO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Discutir aspectos do envelhecimento e ciclo de vida.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Equipamento de sonorização; tela para pintura; pincéis de diversas espessuras; tinta</p><p>guache em cores.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Através da reflexão sobre as letras da música, polemizar sobre as perdas e mudanças</p><p>inerentes ao envelhecimento, bem como descrição das da sua experiência subjetiva</p><p>nesse processo, mudança de prioridades, sabedoria e aprendizagem, etc. Sempre que</p><p>os aspectos negativos forem citados, contrapor com estratégias de compensação ou</p><p>outros mecanismos que favoreçam à adaptação. Depois da discussão, pedir que pinte a</p><p>tela, agora sobre o som de Aquarela, de Toquinho, inspirando-se nas cores que pretende</p><p>dar à vida desse momento em diante, vislumbrando as suas potencialidades.</p><p>Para o debate inicial, sugerem-se as seguintes músicas: Envelhecer, de Arnaldo Antunes;</p><p>Jacinto, de Gilberto Gil; Realidade, de Fundo de Quintal; A idade do céu, de Paulinho</p><p>Moska; É o que me interessa, de Lenine.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Poderá ser utilizada também para trabalhar a temática morte/medo da morte.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Necessário considerar as características dos sujeitos para escolher a música a ser</p><p>utilizada. O segundo momento, sugerido para a música Aquarela, deverá trazer</p><p>reflexões leves e alegres.</p><p>Em caso de atividades grupais, as telas poderão ser expostas ao público.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>188</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como tem sentido o seu processo de envelhecimento?</p><p>Já se considera velho demais?</p><p>Quais os sinais que seu corpo dá sinalizando esse envelhecimento?</p><p>E os seus pensamentos, dão indícios de estarem velhos?</p><p>De que cores prefere pintar a sua vida?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>189</p><p>A HISTÓRIA DE UM VASO DE CERÂMICA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar a relação idoso e cuidador.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Caqueiro de cerâmica crua; Cola branca; Revistas ou retalhos de do; Tesoura; Tinta</p><p>acrílica de diversas cores; Pincéis; Mudas de senta de fácil cultivo (suculentas, cactos,</p><p>hibisco, violeta africana, entre outras); Terra e insumos.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Sinalizar ao cuidador e ao idoso que eles terão um propósito juntos. Plantar e cultivar</p><p>uma num caqueiro. Inicialmente, deverão decorar esse caqueiro, negociando para que</p><p>fique o mais bonito possível. Realizada essa etapa, devem plantar a muda escolhida e</p><p>acertar a responsabilidade de cada um no cultivo desta.</p><p>Discussão: fazendo analogia ao cultivo da planta, deve-se comparar a relação dos dois,</p><p>no cuidado à saúde e bem-estar desse idoso. Assim, busca-se promover maior interação</p><p>e receptividade aos cuidados, assim como estimular ao cuidador a estar atento às</p><p>necessidades daquele a quem cuida.</p><p>Refletir sobre o resultado final e a importância da interação dos dois para o objetivo de</p><p>manter a planta viva e saudável demandas atendidas na medida: água suficiente, luz</p><p>quando necessário, ajuda de especialista de houver dúvida, carinho e diálogo em todos</p><p>os momentos).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Sinais de um cuidador, discutir também os pontos de discordância e negociata, bem</p><p>como a comunicação entre eles.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>190</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Como se sentiu na produção do vaso?</p><p>Como se prepara para cultivar essa planta?</p><p>Acredita que, de alguma forma, a relação entre vocês pode ser melhorada para</p><p>favorecer uma vida mais saudável e feliz?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>191</p><p>NO MEU TEMPO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar contextos intergeracionais</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Cartas contendo ditados populares.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Organizados em círculo, cada idoso deverá escolher sua carta com um ditado</p><p>popular. Descrever uma situação "do seu tempo" em que aquele ditado se</p><p>aplicaria e em seguida avaliar se ainda vale nos dias atuais, conforme sua</p><p>experiência. Número máximo de participantes deve ser a quantidade de cartas</p><p>disponível;</p><p>B. Após a explanação de todas as cartas escolhidas, refletir sobre o tempo de hoje</p><p>ainda ser o tempo deles e o como podem interferir nas suas realidades.</p><p>(ver sugestões de ditados em anexo)</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A discussão poderá ficar mais rica se forem convidados netos ou filhos desses idosos,</p><p>combinando como juntos podem encontrar soluções mais proveitosas para as gerações.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Essa frase te faz lembrar alguma vivência na sua infância ou adolescência?</p><p>Você consegue perceber que atualmente, na sua família e na comunidade essa frase</p><p>ainda tem efeito?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>192</p><p>Como você pode contribuir para que esse ensinamento seja passado à diante?</p><p>SUGESTÕES DE DITADOS A UTILIZAR</p><p>“Para bom entendedor, meia palavra basta"</p><p>“Quem pode, pode; quem não pode, se sacode"</p><p>“De grão em grão, a galinha enche o papo"</p><p>“Cada macaco no seu galho"</p><p>“Casa de ferreiro, espeto de pau"</p><p>“Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"</p><p>“Filho de peixe, peixinho é"</p><p>“Quem semeia vento, colhe tempestade"</p><p>“Deus ajuda quem cedo madruga"</p><p>“Onde há fumaça, há fogo"</p><p>“Cão que ladra não morde"</p><p>“Pimenta nos olhos dos outros é refresco"</p><p>“Por ele eu ponho minha mão no fogo"</p><p>"Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha"</p><p>“A pressa é inimiga da perfeição”</p><p>“A noite todos os gatos são pardos"</p><p>“Deus escreve certo por linhas tortas"</p><p>“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”</p><p>“Um dia é da caça, outro do caçador”</p><p>“Mente vazia, oficina do diabo”</p><p>“A César o que é de César"</p><p>“Cavalo dado não se olha os dentes"</p><p>“Seguro morreu de velho"</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>193</p><p>“Toda panela tem sua tampa"</p><p>“Quem canta seus males espanta"</p><p>“Uma andorinha sozinha não faz verão"</p><p>“Deus ajuda quem cedo madruga”</p><p>“Para baixo todo santo ajuda"</p><p>“O hábito faz o monge"</p><p>“O que os olhos não veem, o coração não sente"</p><p>“Em terra de cego, quem tem um olho é rei”</p><p>“De médico e louco todo mundo tem um pouco”</p><p>“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão"</p><p>“Não grite a sua felicidade, pois a inveja tem sono leve”</p><p>"Papagaio que acompanha joão-de-barro vira ajudante de pedreiro”</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>194</p><p>MINHAS MARCAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Favorecer a autoestima e capacidade adaptativa no envelhecimento.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Uma folha de oficio por participantes, lápis de cor, hidrocor ou giz de cera; fita adesiva</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que o participante desenhe naquela folha algo que lhe representa;</p><p>Exposição dialogada sobre autoestima e impacto no bem estar geral, Discutir que, na</p><p>vida, algumas experiências fragilizam a outras favorecem a autoestima e bem-estar. O</p><p>interlocutor apresentará situações que exemplifiquem e, se o idoso a considerar</p><p>negativa deverá rasgar uma parte do papel. Se lhe for bastante negativa, deverá rasgar</p><p>uma grande parte, ou cortar uma parte pequena se não for tão significativa. Se o</p><p>exemplo for considerado positivo, a folha deverá estar intacta, até que o próximo evento</p><p>negativo seja dito pelo facilitador. Ao fim, solicitar que tentem juntar essas partes com</p><p>a ajuda de uma fita adesiva.</p><p>B. Pedir que observe como ficou o seu papel desenhado e como ficaram as marcas</p><p>no seu corpo e nos seus pensamentos devido as experiências vividas ao passar</p><p>dos anos, abrindo para discussão;</p><p>C. Por fim, questionar se existem outras formas de lidar com os eventos negativos,</p><p>evitando assim que as marcas destes impactem a sua autoestima e bem estar.</p><p>D. Realizar o Juramento para o bem estar e solicitar que assinem o termo de</p><p>compromisso (conforme modelo em anexo).</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>195</p><p>Refletir sobre a importância do juramento e do contrato fortalecendo a auto</p><p>responsabilização no processo.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>PERGUNTAS SUGERIDAS PARA A 1" ETAPA</p><p>(CONSIGNA B):</p><p>Me olhar no espelho é um ato que normalmente me causa bem estar?</p><p>Saber que uma grande amiga comemorará suas bodas de ouro me causa bem estar?</p><p>Saber que não fui convidado para a festa é bom ou ruim?</p><p>A perda de um filho é uma situação que lhe fortalece ou deixa mais fraca?</p><p>Reencontrar</p><p>um amigo ou amiga que não vê há muito tempo é bom?</p><p>A relação entre meus filhos me deixa feliz ou entristece?</p><p>Descobrir que tenho diabetes e não posso mais comer de tudo é bom?</p><p>Dançar contribui para o meu bem-estar?</p><p>Saber que uma amiga foi diagnosticada com câncer me faz bem ou mal?</p><p>O nascimento de um neto ou bisneto é bom ou ruim?</p><p>As dores que sinto no corpo são boas ou me causam mal estar?</p><p>Namorar me deixa alegre ou triste?</p><p>Pensar sobre minha saúde física me deixa preocupado ou tranquilo?</p><p>A minha fé me fortalece ou me deixa fraco?</p><p>PERGUNTAS SUGERIDAS PARA A 2 ETAPA (CONSIGNA C):</p><p>Por que para algumas pessoas um evento foi negativo e pra outras a mesma situação foi</p><p>boa?</p><p>Posso modificar a forma como avalio este evento? Como?</p><p>Se sim, alguém pode exemplificar uma situação que era positiva, mas no momento só</p><p>pensava nos seus aspectos negativos?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>196</p><p>Alguém pode trazer o exemplo de uma situação negativa que conseguiu extrair algo que</p><p>foi positivo?</p><p>JURAMENTO PARA O BEM ESTAR</p><p>"Diante do que aprendi hoje, relembrando experiências positivas e negativas que já vivi,</p><p>comprometo-me a mudar a relaciono com estes eventos.</p><p>Entendo hoje que tudo o que passei foi necessário para construir quem sou hoje e de</p><p>agora em diante, me esforçarei para melhorar minha autoestima e bem estar, buscarei</p><p>formas positivas de lidar com situações e que venham a me incomodar.</p><p>Começarei imediatamente, desde as pequenas coisas ao meu redor, até os grandes</p><p>conflitos de meus relacionamentos, como também modificarei a forma de lidar com a</p><p>minha saúde e outros desafios do envelhecimento.</p><p>Estou disposto a me libertar do que me faz mal e rapidamente verei os resultados</p><p>positivos dessa mudança.</p><p>Sei que posso ter ajuda, mas entendo que a força para tudo isso acontecer depende</p><p>exclusivamente de mim".</p><p>CONTRATO DE COMPROMETIMENTO</p><p>Eu comprometo-me a mudar a forma com a qual me relaciono com estes eventos, diante</p><p>do que aprendi hoje, relembrando- experiências positivas e negativas que já vivi.</p><p>Entendo hoje que tudo o que passei foi necessário para construir quem sou hoje e, de</p><p>agora em diante, me esforça- melhorar minha autoestima e bem-estar e buscarei formas</p><p>positivas de lidar com situações que venham a me incomodar.</p><p>Começarei imediatamente, desde as pequenas coisas ao meu redor até os grandes</p><p>conflitos de meus relaciona mentos. Também modificarei a forma de lidar com a minha</p><p>saúde e outros desafios do envelhecimento.</p><p>Estou disposto a me libertar do que me faz mal e rapidamente verei os resultados</p><p>positivos dessa mudança. Sei que a posso ter ajuda, mas entendo que a força para tudo</p><p>isso acontecer depende exclusivamente de mim.</p><p>ASSINATURA TESTEMUNHA</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>197</p><p>A. No atendimento ao idoso, iniciar fazendo alusão a uma viagem, pedindo que o</p><p>mesmo descreva brevemente viagens que fez ou deseja fazer. Em seguida,</p><p>perguntar se há algum registro das viagens feitas até então;</p><p>B. Apresentar-lhe o conceito de Diário de Bordo. Pode fazer tece de maneira lúdica,</p><p>utilizando, por exemplo, uma poesia, nesse caso, tentar interpretar junto com o</p><p>cliente o que diz o poema e como pode comparar à sua vida. "Diário de Bordo",</p><p>de Jaci Rocha:</p><p>De conversar com as nuvens e com o vento frio de março, Parti!</p><p>Com minhas asas e cactos trouxe ainda meu caderno de versos</p><p>Tudo o mais deixei para trás ...</p><p>Debaixo do braço</p><p>E um pequeno dicionário</p><p>De onde rabisquei certos significados...</p><p>Vou à procura de absurdos,</p><p>Aventurar no fantástico do mundo</p><p>Criar um diário de bordo</p><p>E cada dia, conhecer algo novo...</p><p>Ah! vou juntar-me às andorinhas e perder o medo de avião navegar pelos mares de maio</p><p>e em setembro conhecer o verão!</p><p>C. Refletir sobre a importância do diário de bordo para o viajante e sugerir que, de</p><p>agora em diante, tenha um livro como esse. Neste deverá registrar aspectos</p><p>diversos relacionados à sua qualidade de vida, desde a saúde física à emocional,</p><p>relacionamentos, entre outros. Nesse diário ainda poderá registrar dados</p><p>referentes ao histórico de acompanhamento médico, exames, entre outros.</p><p>D. Utilizar o material em anexo para nortear as anotações. O mesmo poderá ser</p><p>reproduzido em gráfica rápida e encadernado para maior organização. Esse</p><p>material deverá ser atualizado diariamente.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>198</p><p>ÁRVORE DA VIDA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Perceber conflitos familiares e tipo de relação com o idoso/ identificação de relações</p><p>abusivas ou de violência.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>1 Folha de papel ofício A3 branco; caneta preta, cinza, verde, amarela e vermelha;</p><p>Hidrocor; post its coloridos.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Juntos, terapeuta e cliente construíram a árvore genealógica. Começar pedindo</p><p>que apresente as pessoas de sua família que tem mais convívio, assim como</p><p>cuidadores. Poderá começar pelos filhos e companheiros, netos e companheiras,</p><p>seus irmãos e pais. Será escrito em post it o nome de cada pessoa apresentada</p><p>com a caneta preta;</p><p>B. Tendo construída sua árvore genealógica e a sobrepor ao desenho de uma árvore</p><p>frondosa, fazer analogia a uma planta que tem galhos e frutos ruins, flores</p><p>venenosas, como também frondosas folhas.</p><p>C. Voltar a cada personalidade apresentada, pedindo que o idoso a caracterize</p><p>como um galho ruim ou bom e justificando. A cada pessoa será atribuído um</p><p>símbolo de uma cor: Verde - consideração positiva. Amarelo consideração</p><p>insegura. Vermelho - consideração negativa. Cinza - indiferente.</p><p>D. Fazer análise do quanto os galhos ruins podem prejudicar a planta, incentivando</p><p>o idoso a anular os efeitos negativos que podem ter sobre sua vida. Sendo</p><p>identificada violência, montar plano de ação junto com o idoso para</p><p>enfrentamento.</p><p>VARIAÇÕES/POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇOES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>199</p><p>Necessário cuidado extra em relação às conclusões precipitadas, sendo indicado o</p><p>encaminhamento do caso para investigação e confirmação da suspeita.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Quem são as pessoas que compõem a sua família?</p><p>Pode me apresentar?</p><p>Essa pessoa representa um galho bom ou ruim? Por que?</p><p>Posso classificar essa pessoa?</p><p>Com qual cor?</p><p>O que pode ser feito para anular os efeitos negativos da convivência com essa pessoa?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>200</p><p>A VELA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Refletir sobre coisas que não conseguiu realizar.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Fósforo; 1 Vela pequena; 1 vela de tamanho normal.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que o grupo, de até 30 pessoas, esteja em círculo. Todos devem estar</p><p>muito atentos ao que o colega revelará. O facilitador apresentará a vela pequena</p><p>acesa ao grupo e dará a seguinte orientação: "Esta vela representa você. Imagino</p><p>que ao longo da vida muitas coisas foram realizadas ou ditas, outras não. Essa é</p><p>sua oportunidade única. O que você gostaria de dizer ou realizar agora?". A vela</p><p>deverá passar pela mão de todos os participantes.</p><p>B. Em seguida, perguntarás sobre as sensações provocadas por esta vivência.</p><p>ser utilizada nas</p><p>instituições em pequenos grupos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Em que essas figuras lembram sua casa, sua família e qual situação você se lembra com</p><p>essa imagem? Rotina?</p><p>Quando você se lembra desse momentoquais os sentimentos que você tem?</p><p>Você gosta de lembrar das coisas que te acontecem no seu dia a dia? O que mais você</p><p>se lembra que acontece dentro da sua casa?</p><p>E dentro da sua escola? Qual o momento da sua vida que você queria se lembrar que</p><p>não consegue?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>Para as aplicadoras se questionarem em relação às crianças o que você gostaria de</p><p>evocar nas histórias lembradas pelas crianças?</p><p>O que fazer quando a criança não quer lembrar de nenhuma situação vivida por ela?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>15</p><p>O TEMPO DE CADA UM</p><p>OBJETIVOS</p><p>Observar na criança sua capacidade de pensar sobre suas fases de desenvolvimento.</p><p>Estimular sua percepção sobre o tempo de cada coisa, que cada criança tem seu tempo</p><p>e que cada uma vai demonstrar de forma diferente habilidades e limitações a depender</p><p>de como é estimulada.</p><p>Ampliar a habilidade de mensurar o tempo que se leva para aprender, absorver e se</p><p>apropriar de conhecimentos que dependem da experiência de cada um e do momento</p><p>que estamos preparados para demonstrar ou fazer algo.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel ou caderno de desenho, revistas, cola, tesoura sem ponta, lápis, hidrocor, giz de</p><p>cera, cola colorida.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. A aplicadora pede para a criança desenhar ou colar no papel figuras ou imagens</p><p>do que ela fazia em cada idade.</p><p>B. Por exemplo: com meses de vida, ela mamava no peito da mãe, ela pode</p><p>desenhar ou colar figuras de bebê sendo amamentado.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Essa ferramenta pode ser feita também com fotos da vida da criança, pedindo para a</p><p>família trazer na sessão fotos de várias épocas da vida da criança. Pode ser feito tipo um</p><p>álbum da linha do tempo da criança, com as fotos e desenhos e frases construídas por</p><p>elas em cada momento.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Se criança tiver dúvidas sobre o que ela fazia em cada idade a aplicadora pode sugerir e</p><p>colaborar com a construção sem interferir nas respostas, apenas fomentando através</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>16</p><p>de perguntas reflexões sobre o que a criança imagina que anos, poderia estar fazendo</p><p>no primeiro ano de vida, aos do aos três anos.</p><p>A ideia é que mesmo não ficando exatamente como condiz à realidade do tempo da</p><p>criança ela possa ter liberdade de expressar o que pensa e entende sobre cada fase da</p><p>sua vida, com todas. Cada uma tem seu tempo e sua forma de entende. e que nem</p><p>sempre o que acontece com uma criança lei e interpretá-lo.</p><p>Essa é uma atividade mais abstrata e requer uma capacidade maior da criança de ativar</p><p>sua memória afetiva e também de fazer conexões com o tempo que viveu as fases de</p><p>sua vida, então é sugerido que seja feita com crianças maiores de 6 anos de idade.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Qual a idade que você tinha quando mamava na sua mãe Qual época da sua vida você</p><p>começou a falar?</p><p>Quando você começou a ir passear na rua? Quando viu o mar pela primeira vez era bebê</p><p>ou era maior?</p><p>Quando começou a escrever seu nome na escola?</p><p>Quando conheceu seu primeiro amigo?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>A criança que não consegue se lembrar de nenhuma fase ou acontecimento tem alguma</p><p>limitação neurológica ou psíquica ou está na fase Inadequada para se lembrar? Quando</p><p>a criança fala das suas lembranças traz conteúdo dos discursos dos adultos sobre elas?</p><p>Tempo (Idade ou época)</p><p>O que fazia?</p><p>(Figura, imagem ou desenho)</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>17</p><p>MEU DESENHO/SEU DESENHO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Interação familiar, percepção do "outro" em relação a analisar a projeção através do</p><p>desenho tanto da criança da criança em relação ao "outro" e quanto da família da</p><p>criança.</p><p>Estimular a empatia da criança.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera, tinta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Essa ferramenta precisa ser feita com a criança aplicadora, a criança e seus pais,</p><p>a criança e seu irmão. Em dupla ou grupo.</p><p>B. A aplicadora solicita que a dupla ou grupo façam um desenho livre, ou um</p><p>desenho sugerido.</p><p>C. Depois de feito cada um diz o que desenhou e o que achou do desenho do</p><p>parceiro.</p><p>D. A aplicadora pode fazer inferências a respeito do que percebeu no desenho da</p><p>dupla, o que tem em comum, o que tem diferente, e fazer perguntas a respeito</p><p>de cada desenho para a dupla.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A aplicadora pode fazer essa atividade com a criança e ele mesmo, mas o ideal é que</p><p>seja feita com alguém da família ou uma figura de vínculo importante para a criança.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É importante combinar esse momento antecipadamente com a criança, para que ela</p><p>não se sinta invadida no seu processo psicoterapêutico.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>18</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>O que você achou do desenho do seu parceiro? Você acha que seu parceiro desenha</p><p>bem?</p><p>O que você vê em comum entre um desenho e o outro? Você gostaria que seu parceiro</p><p>falasse do desenho dele e do seu também?</p><p>Se você pudesse acrescentar algo no desenho do seu parceiro o que faria?</p><p>Para as aplicadoras se questionarem em relação às crianças:</p><p>Como a criança se sentiu tendo outra pessoa fazendo essa atividade com ela?</p><p>O que a criança comentou durante o processo do desenho? A criança julgou como o</p><p>desenho do parceiro?</p><p>Qual o ponto de intersecção entre o desenho da criança e do parceiro?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>19</p><p>O LIVRO DA MINHA VIDA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trazer a percepção da história de vida da criança para o seu momento presente.</p><p>Orientar a criança no tempo e espaço.</p><p>Trabalhar com a criança sua sensação de pertencimento e autonomia.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Caderno de desenho, folhas de papel A4, barbante, furador de papel, caderno com</p><p>linhas, lápis, canetas coloridas, lápis de cor, giz de cera, hidrocor, tinta colorida, fotos,</p><p>imagens, cola.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar à criança que faça, numa ou mais folhas de caderno desenhos, frases,</p><p>colagens, textos sobre sua vida e sobre si mesmo.</p><p>B. Cada conteúdo pode ser dividido pelo tempo que for necessário, uma ou várias</p><p>sessões.</p><p>C. A criança precisa também elaborar a capa do livro da sua vida, pode ser um</p><p>desenho, uma foto ou colagem de figuras de revistas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Esse livro pode ser construído ao longo do processo terapêutico sempre que a criança</p><p>sentir vontade de trabalhar nele, ou estipular uma sessão, ou tempo determinado para</p><p>sua construção. Pode ser feito no momento de avaliação e construção de vínculo com a</p><p>criança ou durante a intervenção.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso a criança crie resistência para ela mesma elaborar esse livro, a aplicadora pode ir</p><p>montando, escrevendo e a criança apenas dizendo como quer. O importante é que ela</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>Em</p><p>seguida, lhes apresentar a vela grande, que até então estava escondida, e</p><p>sinalizar que cada um deles terá uma nova oportunidade, um novo começo. Mas</p><p>deverão dizer o que farão de diferente de agora em diante. Novamente, a vela</p><p>passará por todos os integrantes e depois abrirá a plenária para expressarem</p><p>suas novas sensações, comparando os dois momentos.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Utilizando essa ferramenta com a família, poderá refletir sobre o tempo de vida desse</p><p>idoso, o que gostaria de dizer ou fazer e o que fará daquele momento em diante.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Não se aplica.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>201</p><p>O que poderia ter falado ou feito, mas não houve tempo?</p><p>Se lhe fosse dada uma nova oportunidade, faria diferente?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>20</p><p>tenha esse material pronto para que possa se perceber e se relacionar com a sua própria</p><p>biografia de vida.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Todas as questões que surgirem nesse processo são importantes serem feitas e</p><p>anotadas as respostas.</p><p>Quem é sua família, seus amigos, sua escola, qual foi suas férias favoritas, qual sua cor</p><p>preferida, música que mais gosta, qual a frase que se identifica, quem são seus melhores</p><p>amigos na escola, como é o nome do seu professor, o que sua mãe e seu pai já te falou</p><p>que você ficou mais triste ou feliz?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>É importante não se limitar apenas ao que a criança traz de forma espontânea, mas</p><p>instigar questionamentos e reflexões que podem surgir nesse processo.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>21</p><p>MEU DIÁRIO TERAPÊUTICO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar autopercepção, reflexões sobre as próprias atitudes, causa-consequência,</p><p>autoanálise.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Caderno em forma de diário, lápis, borracha, canetas coloridas, clips, adesivos coloridos</p><p>e divertidos, cola, revista, materiais pessoais que fazem parte da rotina das crianças.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. A aplicadora separa alguns minutos da sessão para a criança escrever no seu</p><p>diário terapêutico coisas que aconteceram durante a sua semana que foram</p><p>marcantes para elas</p><p>B. Pode colar figuras, adesivos, anotar trechos de músicas frases, poemas, pode</p><p>desenhar.</p><p>C. Depois que a criança escrever, ela vai ler em voz alta ou a aplicadora e conversar</p><p>sobre o tema.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A criança que não sabe escrever ainda, mas tem a capacidade simbólica de contar sobre</p><p>o que aconteceu, pode ter a ajuda da aplicadora na hora de escrever o diário, ou pode</p><p>fazer desenhos e colagens sobre o que aconteceu.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa atividade precisa ser lembrada toda sessão e a criança escolhe o momento que</p><p>quer fazê-la ou no início, durante ou no final do tempo dela. É importante respeitar a</p><p>disposição da criança em fazer essa atividade, nem sempre ela vai querer e não precisa</p><p>ser feito de forma forçada.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>22</p><p>Para as crianças:</p><p>Todas as questões que surgirem nesse processo são importantes serem feitas e</p><p>anotadas as respostas.</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>Como a criança está se disponibilizando a fazer esse diário de forma processual ou</p><p>algumas vezes?</p><p>A criança está conseguindo fazer o processo de autoanálise diante dos fatos que</p><p>acontecem com ela?</p><p>Como a aplicadora verifica a qualidade das relações da criança no discurso que ela traz</p><p>nesse diário?</p><p>A criança pede para trancar o diário depois que ela escreve? Acha importante o sigilo</p><p>das informações que são externalizadas nesse material?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>23</p><p>CASAS SEPARADAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar com a criança a elaboração do divórcio dos pais. Verificar a sua percepção</p><p>sobre ter pais que moram em casas separadas e como ela se vê nesse processo.</p><p>Trabalhar angústias, medos, pensamentos disfuncionais sobre estar separado de um dos</p><p>pais em sua rotina diária.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis, borrachas, lápis de cor, giz de cera, três modelos de casinhas impressas.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. A aplicadora precisa orientar a criança a decorar e pintar as casas, dizer que uma</p><p>é do pai, uma da mãe e a outra era de quando os três moravam juntos.</p><p>B. Pedir para a criança escrever e desenhar dentro de cada casa objetos, pessoas,</p><p>atitudes que ela percebe na casa da mãe e na casa do pai, coisas boas e ruins, e</p><p>depois como era na casa que moravam os três.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Em um primeiro momento, a aplicadora pode trabalhar com a criança no desenho da</p><p>casa como era antes dos pais se separarem e em outro encontro trabalhar o desenho</p><p>das casas já separadas.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Conforme os conteúdos vão surgindo, a aplicadora poderá entender alguns pontos de</p><p>conflitos e angústias da criança. Esse recurso é muito importante para percepção ao que</p><p>está incomodando na criança e ao mesmo tempo colaborar com sua elaboração e</p><p>ressignificação dessa nova forma de conviver com seu pai e sua mãe.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>24</p><p>Para as crianças:</p><p>O que você acha mais legal e mais chato na casa de cada um dos seus pais?</p><p>Onde você mora na casa do seu pai ou da sua mãe?</p><p>O que você gostaria que mudasse na relação e em cada casa? Você acha que melhorou</p><p>alguma coisa dentro de casa depois que seus pais se separaram?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>A percepção que a criança está tendo da separação dos pais tem a ver com o que ela</p><p>realmente pensa e sente ou com o conteúdo projetado de cada um deles na criança?</p><p>Como você entende que a criança se separadas?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>25</p><p>O OLHO MÁGICO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar situações ruins e atitudes equivocadas oportunidade de aprendizado e de</p><p>mudança.</p><p>Permitir que a criança perceba que nem tudo vai acontecer como se espera, que ela não</p><p>tem controle sobre tudo e que podemos resolver de várias formas uma situação que</p><p>causou problemas ou conflitos. Trabalhar a flexibilidade e rigidez na criança.</p><p>Ampliar a percepção da criança para a mesma situação pode ter dois lados e duas formas</p><p>de se entender uma única coisa ou atitude.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Óculos com lentes escuras, óculos com lentes claras, folha sulfite lápis de cor, hidrocor,</p><p>giz de cera, cola, tesoura sem ponta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Pedir a criança para falar sobre seus conflitos, situações estressantes, atitudes</p><p>que o colocaram num lugar difícil usando os óculos com lentes escuras.</p><p>B. Representar com palavras ou desenhos na folha sulfite.</p><p>C. Por fim, peça para que ela troque os óculos pelo de lentes claras e pergunte quais</p><p>atitudes diferentes poderia tomar para que a situação ocorresse de forma mais</p><p>tranquila ou positiva.</p><p>D. Ressaltar sobre a importância de olhar para os momentos vividos e para as</p><p>pessoas nas situações diversas com olhos claros e limpos, para perceber as coisas</p><p>de forma mais límpida e transparente, transformando assim os erros em</p><p>oportunidade de aprendizado e transformação.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Os óculos podem ser de formatos divertidos e lúdicos, principalmente os de lentes claras</p><p>para que a criança associe a percepção da cor das lentes ao formato da armação delas</p><p>e ao que é proposto diante de cada um.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>26</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Caso a criança se distraia fazendo essa ferramenta enquanto usa os óculos, a aplicadora</p><p>pode fazer nele mesmo e mostra a criança como pode ser feito, não fugindo do objetivo</p><p>do recurso.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Quando você enxerga melhor as coisas</p><p>você pode transformá-las em situações</p><p>melhores?</p><p>As coisas são como a gente vê?</p><p>O que você pode fazer de diferente se conseguir enxergar pelas lentes da alma?</p><p>O que você não consegue enxergar direito quando acontece algum conflito?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>A criança conseguiu fazer associação entre a ideia dos óculos de lentes diferentes e</p><p>perceber as situações também de formas diferentes?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>27</p><p>ESPELHO, ESPELHO MEU...</p><p>OBJETIVOS</p><p>Fortalecer a autoestima, trabalhar autoimagem. Analisar percepção sobre si próprio.</p><p>Favorecer autoconhecimento</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Espelho.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Será solicitado a criança olhar para o espelho e fazer perguntas sobre si mesmo,</p><p>como por exemplo: "o que existe de mais legal em mim?", as perguntas são</p><p>escolhidas pela criança.</p><p>B. É importante explicar a criança fazendo primeiro com você mesmo, e depois</p><p>pedir para ela fazer.</p><p>C. As perguntas são escritas no papel primeiro e depois a criança anota as respostas</p><p>que deu na frente no espelho.</p><p>D. Depois a aplicadora vai conversar com a criança sobre suas questões e prováveis</p><p>respostas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode desenhar um espelho no papel e pedir para a criança escrever as perguntas e</p><p>respostas nele, caso haja resistência de se olhar no espelho de verdade. Pode também</p><p>pedir para a criança desenhar ela mesma dentro de um espelho no papel.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Olhar no espelho e falar consigo mesmo nem sempre uma tarefa fácil, por isso é preciso</p><p>paciência e flexibilidade na hora de pedir para a criança fazer esse recurso, a ideia de ser</p><p>feito primeiro pela aplicadora possibilita a criança se sentir mais segura e disposta a</p><p>fazer com ela mesma. Outra possibilidade é a criança usar máscaras ou fantasias para</p><p>fazer essa atividade, e perguntar sobre o personagem que ela se vestiu.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>28</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Como você se vê?</p><p>Como as pessoas te veem? O que você acha mais legal em você?</p><p>O que acha ruim ou queria mudar? Você gosta do seu corpo e do seu cabelo?</p><p>Se pudesse ser outra criança como seria? Gostam de você do jeito que é? Você mudaria</p><p>em algo?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>A criança que tem uma percepção de si mesma positiva sustenta muito tempo essa</p><p>ferramenta se olhando no espelho?</p><p>A resistência da criança em se olhar no espelho pode te dizer?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>29</p><p>CAIXA DAS IDEIAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Desenvolver nas crianças habilidades como:</p><p>Planejamento: como fazem planos, como colocam em prática, além de como definem e</p><p>alcançam seus objetivos, Foco: o quanto conseguem se concentrar no que é mais</p><p>importante.</p><p>Autocontrole: como manejam e se adequam em relação as emoções e situações de</p><p>frustração por não conseguir fazer o que querem flexibilidade como se adaptam a novas</p><p>situações e a necessidade de criarem de forma diferente que haviam planejado.</p><p>Consciência: como percebem o contexto ao seu redor e suas atitudes diante dele.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Uma caixa de qualquer material (preferencialmente plástico), objetos diversos que</p><p>servem como matéria prima para construção de algo (ex.: miçangas, tesoura, cola,</p><p>barbante, adesivos, fitas adesivas, embalagens de formatos diferentes, retalhos).</p><p>A. A caixa de ideias pode ser apresentada para a criança e solicitada em seguida</p><p>que ela construa algo com aqueles materiais, ela pode eleger alguns e utilizar o</p><p>que quiser da forma como achar conveniente.</p><p>B. Não deve ser sugerido nada para a criança, é importante deixá-la livre para</p><p>pensar e decidir o que quer fazer.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode mudar os materiais das caixas, ser uma única caixa para todas as crianças, ou fazer</p><p>caixas personalizadas a depender da demanda trazida pela criança, colocar objetos que</p><p>ela se identifique e consiga também dizer sobre o que pensa e sente em relação ao que</p><p>construir.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>30</p><p>Essa caixa pode ser utilizada tanto nas primeiras sessões no processo de avaliação com</p><p>a criança quanto nas sessões de intervenção propriamente ditas. A idade das crianças</p><p>que possibilita utilizar essa ferramenta normalmente a partir dos 5 anos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Você se planejou antes de criar o que queria?</p><p>Qual foi sua maior dificuldade em criar algo com essa caixa? Você acredita que suas</p><p>ideias são interessantes, ou legais?</p><p>O que significa essa ideia que você criou, para que serve? As pessoas elogiam suas ideias</p><p>de uma forma geral?</p><p>Porque você não conseguiu criar algo com essa caixa?</p><p>Você precisaria de ajuda para desenvolver algo assim?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>O que você percebeu da criança durante o processo de Ela se interessou com a caixa das</p><p>ideias ou se assustou criação?</p><p>Com a possibilidade de ter que criar algo dali? O que as crianças dizem enquanto criam</p><p>suas ideias?</p><p>Elas solicitam muito a ajuda do profissional? Como você percebe que a criança se sente</p><p>quando ela consegue ou não criar alguma ideia?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>31</p><p>ESCOLHA UM BRINQUEDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Projetar no brinquedo lembranças, pensamentos sentimentos associados a uma</p><p>situação ou alguma pessoa do e vínculo da criança.</p><p>Trabalhar percepção e memória afetiva da criança. Estimular comunicação e linguagem</p><p>através do lúdico.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Uma caixa lúdica com brinquedos selecionados e variados.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar à criança que escolha na caixa três brinquedos especiais para ela.</p><p>B. Pedir para que fale sobre o que esses brinquedos dizem para ela, sobre o que</p><p>significa cada um e o que ela lembra com esses brinquedos.</p><p>C. Analisar junto com a criança tudo o que o brinquedo escolhido tem a ver com a</p><p>personalidade dela, ou com a história de vida dela, ou com algo que esteja</p><p>afetando suas emoções e relações no momento.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>É possível que a criança escolha mais de três brinquedos ou até todos que estejam</p><p>dentro da caixa lúdica. Pode ser feito questionamentos específicos sobre cada</p><p>brinquedo para a criança. Essas perguntas podem ser previamente elaboradas pela</p><p>aplicadora ou pensadas de forma espontânea diante das escolhas dos brinquedos.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>É importante registrar os brinquedos escolhidos, as perguntas que foram feitas e as</p><p>respostas das crianças.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>32</p><p>Para as crianças:</p><p>Por que você escolheu esse brinquedo?</p><p>No que esse brinquedo combina com você?</p><p>Você tem ou já um brinquedo desses ou parecido com esse? Você gostaria de ter esse</p><p>brinquedo?</p><p>Esse brinquedo serve para que? Você tem muitos brinquedos em casa?</p><p>Qual o brinquedo que mais gosta de brincar? Tem algum brinquedo que você tem e seus</p><p>pais não deixam você usar?</p><p>Do que você mais gosta de brincar? Para as aplicadoras:</p><p>A escolha que a criança fez do brinquedo tem a ver com o conteúdo que ela traz nas</p><p>sessões?</p><p>Qual brinquedo escolhido pela criança fala sobre ela? O brinquedo que a criança</p><p>escolheu tem a ver com seu repertório de vida?</p><p>Para a criança que está sendo avaliada é mais importante o brinquedo ou a brincadeira?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>33</p><p>O NOME DO MEU MEDO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar os medos, os sentimentos que eles causam e como nomeá-los para entender</p><p>melhor de onde eles surgem e como transformá-los.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Imagens de crianças assustadas e sentindo medo em forma de desenho ou fotos de</p><p>crianças reais.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Recorte as imagens de crianças assustadas ou sentindo medo de várias formas,</p><p>separe as figuras e peça para a criança pegar uma de cada vez e dizer:</p><p>O que parece que a criança da imagem está sentindo?</p><p>O que parece que aconteceu para ela estar sentindo isso? Onde ela estava quando isso</p><p>aconteceu?</p><p>Será que pode ter acontecido outra coisa nesse momento? O que?</p><p>Como a criança pode agir diante desse medo? Se esse medo tivesse um nome qual seria?</p><p>Quais os outros medos que ela acha que a criança da imagem pode sentir?</p><p>B. Depois avaliar as respostas da criança e trabalhar com ela a necessidade de se</p><p>investigar de verdade o que nos causa o medo e se podemos fazer algo para</p><p>melhorar a sensação de angústia diante do que não se conhece, ou se tem</p><p>alguma insegurança.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A aplicadora pode pedir para a criança desenhar quando ela fica com medo de algo e</p><p>escrever sobre o que sente nesse momento.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>34</p><p>Falar sobre medo pode implicar na criança resistências que dizem respeito a outras</p><p>inseguranças diante de si mesmo ou das relações que estabelece com os vínculos que</p><p>considera importante. A aplicadora, diante disso, precisa ter cuidado no manejo desse</p><p>recurso para não mobilizar demais a criança e deixá-la sem acolhimento e respostas que</p><p>possa aliviar sua angústia.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>Você sente muitos medos? Quais medos você mais sente?</p><p>O que você faz quando está com medo? Os seus pais te ajudam quando você sente</p><p>medo? E como você se sente?</p><p>Você tem medo (de coisas reais)?</p><p>Você tem medo (de coisas imaginárias)?</p><p>Você tem coragem para fazer o que? Você se acha corajoso?</p><p>Já aconteceu algo com você que te deixou com muito medo a ponto de paralisar ou</p><p>chorar, ou fazer xixi?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>O medo que a criança traz realmente faz sentido para o que ela vivencia?</p><p>Os medos ditos pela criança são medos de fato daquilo que elas dizem estar sentindo</p><p>ou escondem outros medos ou inseguranças por traz?</p><p>Quais as experiências que essa criança está vivenciando de mudanças ao longo dos</p><p>últimos meses? E quanto tempo tem que ela sente os mesmos?</p><p>Os medos que a criança diz sentir são reforçados estimulados pela família ou cuidadores</p><p>principais? Como os pais acolhem os medos das crianças?</p><p>O que a história quer me dizer?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>35</p><p>JUNTANDO AS PEÇAS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Estimular à concentração, o poder de observação, a inteligência espacial e emocional.</p><p>Avaliar a persistência e paciência da criança. Trabalhar a relação entre esforço e</p><p>resultado.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel cartolina, papel EVA, papelão, revistas,cola, tesoura, lápis de cor, tinta, giz de</p><p>cera.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Construa junto com a criança uma imagem fácil e clara, sobre um sentimento,</p><p>um personagem favorito, sua casa, um desenho livre e recorte em forma de</p><p>peças de um quebra-cabeça.</p><p>B. Tente montar o quebra cabeça com a criança e pergunte a ela o que mais gostou</p><p>de fazer, criar as peças ou uni-las quê?</p><p>C. Depois analisar as respostas da criança junto com ela.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Os quebra-cabeças crescem com as crianças, quanto mais peças mais dificuldades para</p><p>montá-los, mais se exige da criança habilidades que só a maturidade neurológica e</p><p>psíquica pode oferecer. O quebra-cabeça é um jogo que contém peças de diferentes</p><p>tamanhos e formas, cada uma delas tem uma função e uma razão de existir. O jogo pode</p><p>se tornar tanto difícil quanto prazeroso e a forma como a criança lida com esses</p><p>sentimentos diz muito dela para o profissional.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>36</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>Como foi para a criança vivenciar essa ferramenta?</p><p>O quanto ela responde a regras, limites, tempo, confronto, ação, reflexão, e o prazer de</p><p>experimentar novas formas de se montar?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>37</p><p>CINE TERAPIA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar com a criança os aspectos subliminares dos filmes e desenhos de acordo com</p><p>o entendimento delas e com as associações construídas a partir do enredo.</p><p>Trabalhar regras e combinados.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Computador ou TV, filme ou desenho, pipoca.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Escolha junto com a criança o filme ou o desenho que vão:</p><p>A. Assistir.</p><p>B. Discuta previamente as regras do "Cine terapia", faça combinados de forma</p><p>conjunta, quem leva a pipoca, quando tempo terão para assistir ao filme. Caso o</p><p>tempo não seja suficiente para terminar em uma sessão vão deixar o final para</p><p>a sessão seguinte? Farão alguma atividade depois do filme?</p><p>C. Aplique uma atividade com a criança sobre o filme. A sugestão é que trabalhe</p><p>com as falas, pensamentos e imagens dos personagens e discuta com as crianças</p><p>cenas importantes através dessa atividade.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O filme ou desenho precisa estar vinculado a algum objetivo a ser trabalhado com a</p><p>criança, não pode ser apenas um momento lúdico. É importante o profissional já ter</p><p>visto o filme anteriormente e selecionado as questões a serem trabalhadas com a</p><p>criança, mesmo que acrescente algumas depois que assistir com ela.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>38</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para as crianças:</p><p>O que de especial você percebeu nesse filme/desenho?</p><p>Quais cenas mais chamaram sua atenção?</p><p>O que você faria no lugar (eleja um personagem)?</p><p>Quais sentimentos você teve durante?</p><p>Você achou a história do filme parecida com alguma que você já viveu ou conheceu na</p><p>realidade?</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>O que chamou sua atenção em relação à criança quando estavam assistindo o filme? Ela</p><p>ficou atenta, dispersa, comentários, quis parar de assistir? Quais sentimentos você</p><p>observou que ela teve durante exibição do filme?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>39</p><p>FILMOGRAFIA PARA CRIANÇAS</p><p>AS BICICLETAS DE BELLEVILLE</p><p>Trailer: https://www.youtube.com/watch?v-Npro9kjyajke</p><p>Triplettes de Belleville,</p><p>França, 2002. Direção-Sylvain Chom</p><p>Champion é um menino solitário, que só sente alegria quando está em cima de uma</p><p>bicicleta. Percebendo aptidão do garoto, seu avô começa incentivar seu treinamento,</p><p>para fazê-lo um verdadeiro campeão e poder participar da Volta da França. Principal</p><p>competição ciclística do país, porém, durante a disputa, Champion é sequestrado. Sua</p><p>avó seu cachorro Bruno, partem então em sua busca, indo parar em uma megalópole</p><p>localizada além do oceano e chamada Belleville.</p><p>A INVENÇÃO DE HUGO CABRET</p><p>Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=hck5n28AUMU Hugo, Estados Unidos,</p><p>2011. Direção: Martin Scorsese</p><p>Hugo Cabret é um órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Ele guarda</p><p>consigo um robô quebrado, deixado por seu pai. Um dia, ao fugir do inspetor, ele</p><p>conhece Isabelle, uma jovem com quem faz amizade. Logo, Hugo descobre que ela tem</p><p>uma chave com o fecho em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da</p><p>fechadura existente no robô. O robô volta então a funcionar, levando a dupla a tentar</p><p>resolver um mistério mágico.</p><p>CORALINE E O MUNDO SECRETO</p><p>Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Q_hK-Z6oXoo Coraline, Estados Unidos,</p><p>2009. Direção: Henry Selick.</p><p>Entediada sua nova casa, Caroline Jones (Dakota Fanning) um dia encontra uma porta</p><p>secreta. Através dela, tem acesso a outra versão de sua própria vida, a qual</p><p>aparentemente é bem parecida com a que leva. A diferença é que neste outro lado tudo</p><p>parece ser melhor, inclusive as pessoas com quem convive. Caroline se empolga com a</p><p>descoberta, mas logo descobre que há algo de errado quando seus pais alternativos</p><p>tentam aprisioná-la neste novo mundo.</p><p>DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>40</p><p>Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=aCDq4rj4IXQ Hoodwinked, Estados</p><p>Unidos, 2004. Direção: Todd Edwards, Tony Leech e Cory Edward.</p><p>A tranquilidade da vida na floresta é alterada quando um livro de receitas é roubado. Os</p><p>suspeitos do crime são Chapeuzinho Vermelho, o Lobo Mau, o Lenhador e a Vovó, mas</p><p>cada um deles conta uma história diferente sobre o ocorrido. Cabe então ao inspetor</p><p>Nick Pirueta investigar o caso e descobrir a verdade.</p><p>BEE MOVIE - A HISTÓRIA DE UMA ABELHA</p><p>Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=puXINdXQgRo Bee Movie, Estados Unidos,</p><p>2007. Direção: Simon J. Smith e Steve Hickner Barry B</p><p>Benson formou-se recentemente e sonha com um emprego na Honex, onde poderá</p><p>produzir mel. Dessa forma, ele se aventura fora da colmeia, onde descobre um mundo</p><p>até então inteiramente desconhecido. É quando conhece Vanessa Bloome, uma alegre</p><p>florista de Manhattan com quem quebra as regras das abelhas e passa a conversar</p><p>regularmente. Logo eles se tornam amigos, o que faz com que Barry conheça melhor os</p><p>humanos. Porém, Barry descobre que qualquer pessoa pode comprar mel nos</p><p>supermercados, o que o deixa profundamente irritado por considerar que estão</p><p>roubando a produção das abelhas. É quando ele decide processar os humanos, na</p><p>intenção de corrigir essa injustiça.</p><p>MENINO MALUQUINHO - O FILME</p><p>Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=YUkqx9kNBmE Menino Maluquinho -</p><p>O Filme, Brasil, 1994. Direção: Helvécio Ratto.</p><p>Maluquinho, um menino travesso da classe média adora brincar e pregar peças nos</p><p>amigos, mas sofre quando seus pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho, que</p><p>o leva para umas férias na fazenda, onde vive agitadas aventuras.</p><p>O JARDIM SECRETO</p><p>Trailer: <https:Www.youtube.com/watch VrMahhudzvoThe> Secret Garden, Estados</p><p>Unidos, 1993, Direção: Agnieszka Holland No início do século XX,</p><p>Mary Lennox vivia na Índia com seus pais, que não lhe davam muita atenção. Porém um</p><p>estouro de elefantes nos mata e seis meses depois, Mary desembarca em Liverpool, na</p><p>Inglaterra, para viver com Lorde Archibald Craven, seu tio, na mansão Misselthwaite,</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>41</p><p>uma construção feita de pedra, madeira e metal na qual existem segredos e antigas</p><p>feridas. Mary estava assustada naquele solar com várias dezenas de quartos e era</p><p>incrivelmente mimada, pois lhe desagradou a ideia de vestir suas roupas, já que na India</p><p>isto é tarefa de suas aias, A mansão é administrada pela Sra. Medlock, uma rigorosa e</p><p>fria governanta. Lorde Craven perdeu a mulher há dez anos e nunca mais conseguiu</p><p>superar a tragédia. Para piorar, Colin Craven, de extrema apatia, sempre recolhido p seu</p><p>quarto. Mais uma vez negligenciada, Mary passa a explorar a propriedade e descobre</p><p>um jardim abandonado.</p><p>O PEQUENO NICOLAU</p><p>Trailer: <https://www.youtube.com/watch?v=48cnWr810V4> Le Petit Nicolas, França,</p><p>2010. Direção: Laurent Tirard</p><p>Nicolau leva uma vida tranquila, sendo amado por seus pais e com diversos amigos, com</p><p>os quais se diverte um bocado. Um dia, ele surpreende uma conversa entre os pais, a</p><p>qual faz com que acredite que sua mãe está grávida. Ele logo entra em pânico, pois</p><p>acredita que assim que o bebê nascer não mais receberá atenção e será abandonado na</p><p>floresta, assim como ocorre nas histórias do pequeno Poucet, de Perrault.</p><p>MONSTROS S/A</p><p>Trailer https://www.youtube.com/watch?v-iRh2kl-1X2E Monsters, Inc. Estados Unidos,</p><p>2001. DIreção: Pete Docter, David Silverman e Lee Unkrich,</p><p>Monstros S.A. é a maior fábrica de sustos existente. Localizada em uma dimensão</p><p>paralela, a fábrica constrói portais que levam os monstros para os quartos das crianças,</p><p>onde eles poderão lhes dar sustos e gerar a fonte de energia necessária para a</p><p>sobrevivência da fábrica. Entre todos os monstros que lá trabalham, o mais assustador</p><p>de todos é James P. Sullivan, um grande e intimidador monstro de pelo azul e chifres,</p><p>que é chamado de Sully por seu seu assistente, e Mike Wazowski, um pequeno ser de</p><p>um olho só com quem tem por missão assustar as crianças, que são consideradas tóxicas</p><p>pelos monstros e cujo contato com eles seria catastrófico para seu mundo. Porém, ao</p><p>visitar o mundo dos humanos a trabalho, Mike e Sully conhecem a garota Boo, que acaba</p><p>sem querer indo parar no mundo dos monstros e provoca a expulsão de ambos para o</p><p>mundo real.</p><p>SHREK</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>42</p><p>Trailer: http://www.youtube.com/watch?v-ugDbCZYPXTU Shrek, Estados Unidos, 2001.</p><p>Direção: Andrew Adamson e Vicky Jenson.</p><p>Em um pântano distante, vive Shrek, um ogro solitário que vê, sem mais nem menos,</p><p>sua vida ser invadida por uma série de personagens de contos de fada, como três ratos</p><p>cegos, um grande e malvado lobo e ainda três porcos que não têm um lugar onde morar.</p><p>Todos eles foram expulsos de seus lares pelo maligno Lorde Farquaad. Determinado a</p><p>recuperar a tranquilidade de antes, Shrek resolve encontrar Farquaad e com ele faz um</p><p>acordo: todos os personagens poderão retornar aos seus lares se ele e seu amigo Burro</p><p>resgatarem uma bela princesa que é prisioneira de um dragão. Porém, quando Shrek e</p><p>o Burro enfim conseguem resgatar a princesa, logo eles descobrem que seus problemas</p><p>estão apenas começando.</p><p>O PEQUENO PRÍNCIPE</p><p>Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=83hq|FZ2zDsThe Little Prince, Reino Unido</p><p>/ EUA, 1974. Direção: Stanley Donen</p><p>Um piloto perdido no deserto e um menino vindo de um lugar distante. Juntos, eles</p><p>compartilham experiências que divertem encantam tocam o coração. Alguém já</p><p>aprendeu algo com uma raposa? Já cuidou de uma rosa por ser mais especial entre</p><p>outras rosas? Já visitou um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança</p><p>de uma serpente?</p><p>O universo, ou melhor, a vida é um lugar encantador, ainda mais</p><p>quando se convive com o Pequeno Príncipe.</p><p>TOY STORY - UM MUNDO DE AVENTURAS</p><p>Trailer: http://www.metacafe.com/watch/3225452/toy_story_trailer Toy Story,</p><p>Estados Unidos, 1995. Direção: John Lasseter</p><p>O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas,</p><p>eles temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um</p><p>caubói que também o que é prisioneira de um dragão.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>43</p><p>RESPIRA, NÃO PIRA</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar sentimentos de ansiedade, agressividade, agitação, hiperatividade.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Música de relaxamento, um tapete e almofadas confortáveis.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Convide a criança a ouvir uma música e respirar com você até 10.</p><p>B. Depois, peça para dar um abraço bem apertado e contar até 20 profundamente,</p><p>contando até 2 enquanto inala o ar pelo nariz e contando até 5 quando exala</p><p>pela boca.</p><p>C. Em seguida, peça para deitar (deite junto com ela) e respirar durante o abraço.</p><p>D. Foque sua atenção em alguma parte do corpo, por exemplo, os pés. A aplicadora</p><p>pode perguntar se estão tensos ou relaxados, se doem ou estão tranquilos,</p><p>quentes ou frios. Pouco a pouco passe o foco para outras partes do corpo:</p><p>pernas, joelhos, coxa, barriga, peito, braços, mãos, pescoço e cabeça.</p><p>E. Ao concentrar-se nas sensações do seu próprio corpo, pouco a pouco, a criança</p><p>vai deixando para trás os pensamentos disfuncionais, a agitação motora e a</p><p>sensação de ansiedade.</p><p>F. Pergunte depois o que a criança sentiu fazendo essa atividade e discutam o</p><p>quanto é importante relaxar de vez em quando.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Caso a criança fique muito agitada e não consiga fazer a atividade da forma correta, não</p><p>desista. Faça mesmo com ela tentando fugir ou se desconcentrar. Aos poucos ela vai</p><p>aprendendo a controlar a agitação e estará entrando no clima do relaxamento.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa prática de exercícios de relaxamento pode fazer parte de todas as sessões de</p><p>terapia com as crianças logo quando elas chegam, ou antes, de ir embora. Peça para elas</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>44</p><p>escolherem a música que querem ouvir com você, pode oferecer as suas possibilidades,</p><p>e diante dele, a criança fazer a escolha, será mais fácil aderir ao recurso entendendo que</p><p>está fazendo parte de processo de construção e escolha.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para às crianças:</p><p>Quanto menos pergunta nesse recurso melhor para a criança relaxar.</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>A criança muito agitada e ansiosa conhece e se conecta muito pouco com seu próprio</p><p>corpo e seus sentimentos, tudo que possa aproximá-la dessa consciência fará ela se</p><p>concentrar relaxar mais.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>45</p><p>A CAIXA MÁGICA DOS SENTIMENTOS</p><p>OBJETIVOS</p><p>Trabalhar sobre a importância da existência dos sentimentos os que são vistos como</p><p>bons e os ruins, para equilíbrio das relações consigo mesmo com os outros. Trabalhar o</p><p>manejo desses sentimentos de forma a não atrapalhar as relações da criança com sua</p><p>família e seus pares.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Uma caixa (preferencialmente de plástico), máscaras ou figuras de carinhas dos diversos</p><p>sentimentos.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar à criança que abra a caixa e selecione alguns sentimentos</p><p>aleatoriamente.</p><p>B. Pedir para que elas representem esses sentimentos dizendo como ficam e</p><p>reagem quando estão vivenciando-os.</p><p>C. Discutir com a criança formas de lidar com esses sentimentos para que não se</p><p>sinta prejudicada, inibida ou exigida a ter comportamentos que atrapalhem a</p><p>convivência dela com os outros e a elaboração dentro de si.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Pode pedir para a criança desenhar em um papel essas carinhas de sentimento.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para às crianças:</p><p>Quanto menos pergunta nesse recurso melhor para a criança relaxar.</p><p>Para as aplicadoras:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>46</p><p>A criança muito agitada e ansiosa conhece e se conecta muito pouco com seu próprio</p><p>corpo e seus sentimentos, tudo que possa aproximá-la dessa consciência fará ela se</p><p>concentrar relaxar mais.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>47</p><p>CARTA PARA MIM</p><p>OBJETIVOS</p><p>Finalizar o processo terapêutico relembrando de todo processo percorrido até ali.</p><p>Elucidar da criança essa lembrança através da escrita e da memória afetiva, trabalhar</p><p>com a criança as elaborações de todo conteúdo trabalhado durante o acompanhamento</p><p>buscando dela reedições de sentimentos, pensamentos e atitudes.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel, lápis, borracha, caneta colorida, lápis de cor, hidrocor.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar à criança produzir uma carta para ela mesma dizendo o que viveu</p><p>durante o tempo na terapia, o que gostou, o que achou ruim, os sentimentos</p><p>que foram experimentados, se fez sentido para ela estar no espaço terapêutico,</p><p>se fez sentido tudo o que foi trabalhado, os jogos e ferramentas utilizadas.</p><p>B. Depois, pedir para ela ler em voz alta e discutir com ela o conteúdo da carta.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>A criança que não souber escrever pode fazer um desenho e falar sobre esses</p><p>momentos. Esse desenho pode ser levado para casa, assim como a carta.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Essa carta pode ser pedida no início do processo terapêutico pedindo para escrever</p><p>sobre o que espera dali, e depois pedir essa última e comparar uma com a outra, avaliar</p><p>o que era esperado e o que foi conquistado na perspectiva da criança.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Para a criança:</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>48</p><p>O que você mais gostou de fazer no espaço terapêutico?</p><p>O que você lembra quando estava em casa daqui do processo?</p><p>Foi importante para você estar no processo terapêutico? O que aprendeu durante esse</p><p>tempo ou começou a fazer?</p><p>O que desaprendeu ou deixou de fazer? O que você mudaria aqui no processo?</p><p>Para a aplicadora:</p><p>Como você percebe que evoluiu o processo terapêutico da criança? Condiz com o que</p><p>ela produziu nessa carta? A criança teve percepção do que foi trabalhado durante esse</p><p>processo dela?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>49</p><p>ADOLESCENTES</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>50</p><p>PARTE DE MIM</p><p>OBJETIVOS</p><p>Estabelecer a interação com o adolescente; elaborar a sua percepção de como é visto e</p><p>de como se vê o mundo; Auxiliar na expressão dos sentimentos.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel</p><p>A4, caneta.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>No primeiro contato, o (a) aplicador (a) deve focar no fortalecimento do vínculo para</p><p>que o adolescente sinta segurança para externar suas fragilidades, medos e demandas;</p><p>convidar adolescente a contar sobre interesse genuíno sobre si mesmo, seu</p><p>demonstrando um relato; solicitar que escreva, em uma folha de papel dividida em</p><p>quatro partes, as seguintes sentenças e em seguida, preencha-as:</p><p>A. Quando eu me olho, eu vejo?</p><p>B. Quando meus pais (tios, avós ou outras figuras que fazem a função materna e</p><p>paterna) me olham, eles veem?</p><p>C. Quando meus amigos me olham veem?</p><p>D. Quando uma pessoa que eu admiro me olha, ela vê? (não precisa revelar nome</p><p>ou a relação). Dialogar a partir das perguntas norteadoras.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Caso adolescente demonstre um comportamento extremamente introspectivo ou</p><p>embotado, o profissional pode oferecer uma listagem de características e orientar que</p><p>sejam feitas sinalizações nas que melhor se adequarem à pergunta proposta. Sugestão</p><p>de características: feliz, realizado, inteligente, triste, fracassado, capaz.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O material produzido, a partir dessa ferramenta, pode ser muito útil para intervenções</p><p>posteriores, caso o (a) aplicador (a) deseje resgatar com o adolescente a percepção</p><p>sobre si mesmo, corrigindo distorções da autoimagem.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>51</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Você observou que algumas características se repetiram? Quais dessas características</p><p>poderiam ajudá-lo a enfrentar os desafios no seu relacionamento consigo?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>52</p><p>QUEBRANDO O GELO</p><p>OBJETIVOS</p><p>Possibilitar que o grupo se conheça ecompartilhe informações mais aprofundadas</p><p>sobre cada integrante.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Cartões com figuras divididas em duas partes (ou três) que se completem.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Construir vários pares de figuras (podem ser duas partes de figuras geométricas</p><p>ou frutas, animais da mesma espécie, dupla de super-heróis etc.</p><p>B. Certificar-se de quantas pessoas participarão da dinâmica. Caso o total de</p><p>pessoas corresponde a um número ímpar, escolher uma figura que possa ser</p><p>dividida em três partes;</p><p>C. Colocar as figuras separadas, dentro de um saco escuro (para que ninguém</p><p>escolha uma figura propositalmente) solicitar que cada pessoa pegue apenas</p><p>uma figura;</p><p>D. Pedir para que as pessoas procurem as partes faltantes para formar a figura</p><p>completa;</p><p>E. Depois que todas as figuras se formaram, orientar cada um completar para o</p><p>outro as seguintes frases: a. O que mais gosto em mim; b. O que não gosto tanto</p><p>em mim.</p><p>F. Cada pessoa deve apresentar alguma característica do seu par para os demais</p><p>integrantes do grupo.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>O primeiro momento do trabalho com adolescente pode ser considerado uma das</p><p>etapas mais difíceis da atividade, pois podemos nos deparar com alguém ou um grupo</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>53</p><p>disposto a não revelar nada de si. Essa ferramenta pode ser aplicada tanto em situações</p><p>em que o grupo está formado para fazer apenas uma atividade especifica ou em grupos</p><p>que continuarão realizando outros trabalhos juntos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>Não se aplica.</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>54</p><p>QUEM É ESSE NO ESPELHO?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Refletir sobre manutenção social dos padrões de beleza e sucesso; contribuir para</p><p>construção de autoimagem positiva.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel com as músicas impressas (traduzidas, se forem músicas estrangeiras),</p><p>recursos audiovisuais (se for possível, reproduzir o clipe da música).</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Escolher uma letra de uma música para iniciar o diálogo sobre o tema (sugestões:</p><p>Who you are de Jessie J.; Beautiful de Christina Aguilera; Born this way de Lady</p><p>Gaga);</p><p>B. Dividir em subgrupos (ex. 5 pessoas, em um grupo formado por 30 adolescentes)</p><p>para compartilhar as impressões sobre o conteúdo das músicas;</p><p>C. Orientar que os subgrupos discutam o tema a partir das perguntas norteadoras;</p><p>D. Reunir todo o grupo para socializar as discussões realizadas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Escolha, preferencialmente, letras de músicas de cantores que fazem parte do</p><p>repertório dos adolescentes que compõem o grupo de trabalho. A exibição do vídeo</p><p>dinamiza a atividade.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>De que forma a letra dessa música toca você?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>55</p><p>Quais padrões sociais mais te incomodam? O que podemos fazer, no dia a dia, para não</p><p>contribuirmos para a manutenção desses padrões?</p><p>Que tipo de julgamento você costuma fazer/ver nas redes sociais?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>56</p><p>MEU CORPO DE HOJE</p><p>OBJETIVOS</p><p>Elaborar das mudanças do corpo infantil para o corpo de um adolescente.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Papel pardo, revista, tesoura, cola.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>A. Solicitar que o adolescente pense em si mesmo e desenhe, no papel pardo, os</p><p>contornos de um corpo humano;</p><p>B. Após o contorno feito, solicitar que o adolescente marque no desenho quais</p><p>partes do corpo mudaria, se tivesse possibilidade;</p><p>C. Propor que procure imagens na revista que apresentem uma representação</p><p>satisfatória daquela parte do corpo sinalizada;</p><p>D. Orientar a cortar as imagens da revista desenhado no papel;e colar no corpo.</p><p>E. Refletir sobre o significado das mudanças vividas, os padrões de beleza e</p><p>perfeição socialmente construídos e possibilidade de reconhecimento das</p><p>próprias potências para além das características físicas.</p><p>VARIAÇÕES / POSSIBILIDADES DE ADAPTAÇÃO</p><p>Não se aplica.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Esta é uma ferramenta útil para o atendimento individual, pois exige exposição e suscita</p><p>muitos conteúdos íntimos.</p><p>PERGUNTAS NORTEADORAS</p><p>O que você mais gosta em você?</p><p>O que você mudaria no seu corpo? O que antes era melhor?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>57</p><p>O que hoje é melhor?</p><p>L</p><p>ic</p><p>en</p><p>se</p><p>d</p><p>t</p><p>o</p><p>D</p><p>ay</p><p>an</p><p>a</p><p>A</p><p>lm</p><p>ei</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>C</p><p>o</p><p>st</p><p>a</p><p>-</p><p>p</p><p>si</p><p>d</p><p>ay</p><p>an</p><p>ac</p><p>o</p><p>st</p><p>a@</p><p>g</p><p>m</p><p>ai</p><p>l.c</p><p>o</p><p>m</p><p>-</p><p>1</p><p>58</p><p>.0</p><p>13</p><p>.6</p><p>77</p><p>-0</p><p>5</p><p>-</p><p>H</p><p>P</p><p>07</p><p>37</p><p>29</p><p>30</p><p>70</p><p>58</p><p>CRESCER DÓI?</p><p>OBJETIVOS</p><p>Oportunizar espaço de escuta para o adolescente expressar seus sentimentos diante das</p><p>transformações vivenciadas caçar passagem da infância para a adolescência.</p><p>MATERIAL NECESSÁRIO</p><p>Folha de papel A4, canetas coloridas.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS DE APLICAÇÃO</p><p>Muitas vezes, o adolescente se comporta de forma diferente ou apresenta uma</p><p>mudança</p>

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