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Lista de Orações Coordenadas e Subordinadas

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

1. Classifique as orações coordenadas abaixo:

a) Não fale mais, que ele já ouviu o suficiente
b) Fiz tudo que ela pediu, ainda assim não ficou satisfeita
c) Cheguei e fui tomar um banho
d) Ora cumprimenta, ora não cumprimenta
e) O diretor ainda não chegou, de modo que não podemos começar a reunião
f) Rodrigo escreveu, apagou, reescreveu milhões de vezes

2. Classifique as orações subordinadas abaixo:

a) O INPE, que foi questionado publicamente, tem reconhecimento internacional
b) As crianças tinham este plano maquiavélico: que os presentes fossem escondidos
c) O senhor não ouviu que teria retorno médico na semana seguinte
d) Por mais que gritasse, não me ouviam
e) Doente tem estado ela, desde que chegou aqui
f) O senhor certificou-se de que teria retorno médico na semana seguinte
g) Os jovens que estão desempregados terão auxílio governamental
h) O tambor soa porque é oco
i) De acordo com o famoso ditado, a pressa é inimiga da perfeição
j) O senhor tinha certeza de que teria retorno médico na semana seguinte
k) O investigador foi mais esperto que o ladrão
l) Eles tinham tanta fome, que devoraram a comida
m) É necessário que desenvolvamos o projeto
n) Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem
o) À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência
p) A ideia é que o projeto seja aprovado
q) Se o conhecesse, não o condenarias

3. Leia a tirinha a seguir
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e uma subordinada
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito
Quais afirmativas estão corretas? Justifique sua resposta, explicando também o(s) erro(s), se tiver.

5. (UFPR-2013) Considere a seguinte informação extraída de uma notícia de jornal:

a) são semelhantes: os índices eram muito altos em 1992 e continuam altos em 2008.
b) estão em oposição: mesmo altos, os índices de 2008 revelam uma melhoria em relação a 1992.
c) são contraditórios: os dados de 2008 mostram resultados opostos ao que se poderia prever a partir dos dados de 1992.
d) apontam para direções contrárias: revelam um retrocesso na adequação das moradias entre 1992 e 2008.
e) são complementares: os índices de 2008 eram previsíveis a partir dos dados de 1992.

A progressão textual realiza-se por meio de relações semânticas que se estabelecem entre as partes do texto. Tais relações podem ser claramente apresentadas pelo emprego de elementos coesivos ou não ser explicitadas, no caso da justaposição. Considerando-se o texto lido,

a) no primeiro parágrafo, o conectivo já que marca uma relação de consequência entre os segmentos do texto.
b) no primeiro parágrafo, o conectivo mas explicita uma relação de adição entre os segmentos do texto.
c) entre o primeiro e o segundo parágrafos, está implícita uma relação de causalidade.
d) no quarto parágrafo, o conectivo enquanto estabelece uma relação de explicação entre os segmentos do texto.
e) entre o quarto e o quinto parágrafos, está implícita uma relação de oposição.

Com base no trecho “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivivéssemos de costas para ele”, considere as afirmativas a seguir. I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa. II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio. III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes. IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”. Assinale a alternativa correta.
I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa.
II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio.
III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes.
IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”.
a) Somente as afirmativas I e II estão corretas
b) Somente as afirmativas I e IV estão corretas
c) Somente as afirmativas III e IV estão corretas
d) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas
e) Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas

O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em:

a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo)
b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo)
c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo)
d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo)
e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

2. Classifique as orações subordinadas abaixo:

a) O INPE, que foi questionado publicamente, tem reconhecimento internacional
b) As crianças tinham este plano maquiavélico: que os presentes fossem escondidos
c) O senhor não ouviu que teria retorno médico na semana seguinte
d) Por mais que gritasse, não me ouviam
e) Doente tem estado ela, desde que chegou aqui
f) O senhor certificou-se de que teria retorno médico na semana seguinte
g) Os jovens que estão desempregados terão auxílio governamental
h) O tambor soa porque é oco
i) De acordo com o famoso ditado, a pressa é inimiga da perfeição
j) O senhor tinha certeza de que teria retorno médico na semana seguinte
k) O investigador foi mais esperto que o ladrão
l) Eles tinham tanta fome, que devoraram a comida
m) É necessário que desenvolvamos o projeto
n) Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem
o) À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência
p) A ideia é que o projeto seja aprovado
q) Se o conhecesse, não o condenarias

3. Leia a tirinha a seguir
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e uma subordinada
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito
a) Apenas I está correta.
b) Apenas II está correta.
c) Apenas III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) II e III estão corretas.

4. (Fuvest 2001) Considerando-se a relação lógica existente entre os dois segmentos dos provérbios adiante citados, o espaço pontilhado NÃO poderá ser corretamente preenchido pela conjunção MAS, apenas em:

a) Morre o homem, (...) fica a fama.
b) Reino com novo rei (...) povo com nova Iei.
c) Por fora bela viola, (...) por dentro pão bolorento.
d) Amigos, amigos! (...) negócios à parte.
e) A palavra é de prata, (...) o silêncio é de ouro.

5. (UFPR-2013) Considere a seguinte informação extraída de uma notícia de jornal:

a) são semelhantes: os índices eram muito altos em 1992 e continuam altos em 2008.
b) estão em oposição: mesmo altos, os índices de 2008 revelam uma melhoria em relação a 1992.
c) são contraditórios: os dados de 2008 mostram resultados opostos ao que se poderia prever a partir dos dados de 1992.
d) apontam para direções contrárias: revelam um retrocesso na adequação das moradias entre 1992 e 2008.
e) são complementares: os índices de 2008 eram previsíveis a partir dos dados de 1992.

As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo relações que atuam na construção do sentido. A esse respeito, identifica-se, no fragmento, que
A expressão “Além disso” marca uma sequenciação de ideias.
o conectivo “mas também” inicia oração que exprime ideia de contraste.
o termo “como”, em “como morte súbita e derrame”, introduz uma generalização.
o termo “Também” exprime uma justificativa.
o termo “fatores” retoma coesivamente “níveis de colesterol e de glicose no sangue”.
a) A
b) B
c) C
d) D
e) E

Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam, para além de sua função sintática,
a) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes.
b) a oposição entre ações aparentemente inconciliáveis.
c) a introdução do argumento mais forte de uma sequência.
d) o reforço da causa apresentada no enunciado introdutório.
e) a intensidade dos problemas sociais presentes no mundo.
a) A
b) B
c) C
d) D
e) E

A progressão textual realiza-se por meio de relações semânticas que se estabelecem entre as partes do texto. Tais relações podem ser claramente apresentadas pelo emprego de elementos coesivos ou não ser explicitadas, no caso da justaposição. Considerando-se o texto lido,

a) no primeiro parágrafo, o conectivo já que marca uma relação de consequência entre os segmentos do texto.
b) no primeiro parágrafo, o conectivo mas explicita uma relação de adição entre os segmentos do texto.
c) entre o primeiro e o segundo parágrafos, está implícita uma relação de causalidade.
d) no quarto parágrafo, o conectivo enquanto estabelece uma relação de explicação entre os segmentos do texto.
e) entre o quarto e o quinto parágrafos, está implícita uma relação de oposição.

O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em: a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo) b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo) c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo) d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo) e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo)
b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo)
c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo)
d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo)
e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

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Questões resolvidas

1. Classifique as orações coordenadas abaixo:

a) Não fale mais, que ele já ouviu o suficiente
b) Fiz tudo que ela pediu, ainda assim não ficou satisfeita
c) Cheguei e fui tomar um banho
d) Ora cumprimenta, ora não cumprimenta
e) O diretor ainda não chegou, de modo que não podemos começar a reunião
f) Rodrigo escreveu, apagou, reescreveu milhões de vezes

2. Classifique as orações subordinadas abaixo:

a) O INPE, que foi questionado publicamente, tem reconhecimento internacional
b) As crianças tinham este plano maquiavélico: que os presentes fossem escondidos
c) O senhor não ouviu que teria retorno médico na semana seguinte
d) Por mais que gritasse, não me ouviam
e) Doente tem estado ela, desde que chegou aqui
f) O senhor certificou-se de que teria retorno médico na semana seguinte
g) Os jovens que estão desempregados terão auxílio governamental
h) O tambor soa porque é oco
i) De acordo com o famoso ditado, a pressa é inimiga da perfeição
j) O senhor tinha certeza de que teria retorno médico na semana seguinte
k) O investigador foi mais esperto que o ladrão
l) Eles tinham tanta fome, que devoraram a comida
m) É necessário que desenvolvamos o projeto
n) Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem
o) À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência
p) A ideia é que o projeto seja aprovado
q) Se o conhecesse, não o condenarias

3. Leia a tirinha a seguir
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e uma subordinada
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito
Quais afirmativas estão corretas? Justifique sua resposta, explicando também o(s) erro(s), se tiver.

5. (UFPR-2013) Considere a seguinte informação extraída de uma notícia de jornal:

a) são semelhantes: os índices eram muito altos em 1992 e continuam altos em 2008.
b) estão em oposição: mesmo altos, os índices de 2008 revelam uma melhoria em relação a 1992.
c) são contraditórios: os dados de 2008 mostram resultados opostos ao que se poderia prever a partir dos dados de 1992.
d) apontam para direções contrárias: revelam um retrocesso na adequação das moradias entre 1992 e 2008.
e) são complementares: os índices de 2008 eram previsíveis a partir dos dados de 1992.

A progressão textual realiza-se por meio de relações semânticas que se estabelecem entre as partes do texto. Tais relações podem ser claramente apresentadas pelo emprego de elementos coesivos ou não ser explicitadas, no caso da justaposição. Considerando-se o texto lido,

a) no primeiro parágrafo, o conectivo já que marca uma relação de consequência entre os segmentos do texto.
b) no primeiro parágrafo, o conectivo mas explicita uma relação de adição entre os segmentos do texto.
c) entre o primeiro e o segundo parágrafos, está implícita uma relação de causalidade.
d) no quarto parágrafo, o conectivo enquanto estabelece uma relação de explicação entre os segmentos do texto.
e) entre o quarto e o quinto parágrafos, está implícita uma relação de oposição.

Com base no trecho “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivivéssemos de costas para ele”, considere as afirmativas a seguir. I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa. II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio. III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes. IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”. Assinale a alternativa correta.
I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa.
II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio.
III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes.
IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”.
a) Somente as afirmativas I e II estão corretas
b) Somente as afirmativas I e IV estão corretas
c) Somente as afirmativas III e IV estão corretas
d) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas
e) Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas

O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em:

a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo)
b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo)
c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo)
d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo)
e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

2. Classifique as orações subordinadas abaixo:

a) O INPE, que foi questionado publicamente, tem reconhecimento internacional
b) As crianças tinham este plano maquiavélico: que os presentes fossem escondidos
c) O senhor não ouviu que teria retorno médico na semana seguinte
d) Por mais que gritasse, não me ouviam
e) Doente tem estado ela, desde que chegou aqui
f) O senhor certificou-se de que teria retorno médico na semana seguinte
g) Os jovens que estão desempregados terão auxílio governamental
h) O tambor soa porque é oco
i) De acordo com o famoso ditado, a pressa é inimiga da perfeição
j) O senhor tinha certeza de que teria retorno médico na semana seguinte
k) O investigador foi mais esperto que o ladrão
l) Eles tinham tanta fome, que devoraram a comida
m) É necessário que desenvolvamos o projeto
n) Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem
o) À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência
p) A ideia é que o projeto seja aprovado
q) Se o conhecesse, não o condenarias

3. Leia a tirinha a seguir
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e uma subordinada
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito
a) Apenas I está correta.
b) Apenas II está correta.
c) Apenas III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) II e III estão corretas.

4. (Fuvest 2001) Considerando-se a relação lógica existente entre os dois segmentos dos provérbios adiante citados, o espaço pontilhado NÃO poderá ser corretamente preenchido pela conjunção MAS, apenas em:

a) Morre o homem, (...) fica a fama.
b) Reino com novo rei (...) povo com nova Iei.
c) Por fora bela viola, (...) por dentro pão bolorento.
d) Amigos, amigos! (...) negócios à parte.
e) A palavra é de prata, (...) o silêncio é de ouro.

5. (UFPR-2013) Considere a seguinte informação extraída de uma notícia de jornal:

a) são semelhantes: os índices eram muito altos em 1992 e continuam altos em 2008.
b) estão em oposição: mesmo altos, os índices de 2008 revelam uma melhoria em relação a 1992.
c) são contraditórios: os dados de 2008 mostram resultados opostos ao que se poderia prever a partir dos dados de 1992.
d) apontam para direções contrárias: revelam um retrocesso na adequação das moradias entre 1992 e 2008.
e) são complementares: os índices de 2008 eram previsíveis a partir dos dados de 1992.

As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo relações que atuam na construção do sentido. A esse respeito, identifica-se, no fragmento, que
A expressão “Além disso” marca uma sequenciação de ideias.
o conectivo “mas também” inicia oração que exprime ideia de contraste.
o termo “como”, em “como morte súbita e derrame”, introduz uma generalização.
o termo “Também” exprime uma justificativa.
o termo “fatores” retoma coesivamente “níveis de colesterol e de glicose no sangue”.
a) A
b) B
c) C
d) D
e) E

Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam, para além de sua função sintática,
a) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes.
b) a oposição entre ações aparentemente inconciliáveis.
c) a introdução do argumento mais forte de uma sequência.
d) o reforço da causa apresentada no enunciado introdutório.
e) a intensidade dos problemas sociais presentes no mundo.
a) A
b) B
c) C
d) D
e) E

A progressão textual realiza-se por meio de relações semânticas que se estabelecem entre as partes do texto. Tais relações podem ser claramente apresentadas pelo emprego de elementos coesivos ou não ser explicitadas, no caso da justaposição. Considerando-se o texto lido,

a) no primeiro parágrafo, o conectivo já que marca uma relação de consequência entre os segmentos do texto.
b) no primeiro parágrafo, o conectivo mas explicita uma relação de adição entre os segmentos do texto.
c) entre o primeiro e o segundo parágrafos, está implícita uma relação de causalidade.
d) no quarto parágrafo, o conectivo enquanto estabelece uma relação de explicação entre os segmentos do texto.
e) entre o quarto e o quinto parágrafos, está implícita uma relação de oposição.

O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em: a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo) b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo) c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo) d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo) e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro.” (2° parágrafo)
b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala.” (1° parágrafo)
c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1° parágrafo)
d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo)
e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1° parágrafo)

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<p>• Qual é a diferença entre frase, oração e período?</p><p>Frase é um enunciado (palavra ou conjunto de palavras), falado ou escrito, com sentido</p><p>completo. Pode ou não ter verbo. Caso tenha, é uma frase verbal. Se não tiver, é uma frase</p><p>nominal.</p><p>Exemplo de frase nominal: “Bom dia a todos!”</p><p>Exemplo de frase verbal: “Que todos tenham um bom dia!”</p><p>Oração é um enunciado (conjunto de palavras) que se organiza em torno de um verbo ou de</p><p>uma locução verbal.</p><p>Exemplo de oração: “O time favorito ganhou na casa do adversário”</p><p>“Os professores estão fazendo tarefas com a turma X”</p><p>Obs.: Locução verbal é formada por um verbo auxiliar e um verbo principal, sendo este</p><p>flexionado em uma das três formas nominais (infinitivo, gerúndio ou particípio)</p><p>Período é uma frase organizada em oração ou orações. Informalmente, considera-se como</p><p>um período do início da frase até o ponto final (dois pontos ou ponto e vírgula não encerram</p><p>um período).</p><p>Período simples: formado por apenas uma oração (oração e período coincidem)</p><p>Exemplo: “O professor corrigiu as provas”</p><p>Período composto: formado por duas ou mais orações</p><p>Exemplo: “O professor corrigiu as provas, mas não as entregou”</p><p>• Qual é a diferença entre uma oração coordenada e uma oração subordinada?</p><p>Ambas as orações são estudadas quando analisamos períodos compostos, uma vez que se</p><p>procura entender qual é a relação de sentido e a relação sintática entre duas ou mais</p><p>orações.</p><p>As orações coordenadas são independentes *sintaticamente*, mas estabelecem uma</p><p>relação de sentido entre si.</p><p>Uma oração coordenada pode ser lida e não fazer sentido sozinha! Isso significa que</p><p>ela não é independente? Não, já que se deve considerar para esta análise a construção</p><p>sintática da oração (sujeito + verbo transitivo/de ligação + complemento ou sujeito + verbo</p><p>intransitivo).</p><p>As orações subordinadas são dependentes *sintaticamente*, uma depende da outra para</p><p>existir.</p><p>Neste caso, identifica-se uma oração principal e uma oração subordinada, sendo esta</p><p>representante de um elemento que completaria a principal na sua construção sintática.</p><p>Desse modo, a oração subordinada pode representar o sujeito, o objeto, o aposto, o adjunto,</p><p>entre outros termos. Essas funções serão identificadas de acordo com cada tipo que será</p><p>estudado.</p><p>• Tipos de oração coordenada</p><p>ORAÇÕES COORDENADAS E SUBORDINADAS</p><p>Retomando: uma oração coordenada é aquela independente sintaticamente, ou seja, não</p><p>exerce nenhuma função sintática em relação a outra oração, está completa. As orações</p><p>coordenadas podem vir ligadas por conjunção ou não.</p><p>Orações coordenadas assindéticas</p><p>São aquelas que não são introduzidas por conjunções, estão apenas justapostas no</p><p>período. A palavra “assindética” é formada pelo prefixo a, que indica ausência, e pelo núcleo</p><p>síndeto, variação de um verbo grego que significa unir, ligar. Desse modo, “assindética” é a</p><p>ausência de um elemento de ligação, no caso, as conjunções.</p><p>Dica: são orações colocadas em sequência, separadas pela pontuação (normalmente,</p><p>vírgulas)</p><p>Exemplo: Ela entrou, abriu a garrafa, bebeu, matou a sede, saiu sem dizer nada.</p><p>Oraç��es coordenadas sindéticas</p><p>São aquelas que são introduzidas por conjunções, possuem elementos de ligação.</p><p>Exemplo: Ela entrou e abriu a garrafa.</p><p>Bebeu e matou a sede, mas saiu sem dizer nada.</p><p>As orações coordenadas sindéticas são classificadas de acordo com o sentido da</p><p>conjunção empregada na frase. São, ao todo, 5 tipos:</p><p>Aditivas: a relação expressa entre as duas orações é de soma, adição</p><p>Principais conjunções aditivas: e, nem, não só ... mas também, não só ... como</p><p>também</p><p>Exemplo: Ele não só estava faminto, como também estava com fome</p><p>Não telefonamos nem mandamos mensagem</p><p>Adversativas: a relação expressa entre as duas orações é de adversidade, oposição.</p><p>(Dica para entender o nome: o seu adversário é aquele que faz oposição a você)</p><p>Principais conjunções adversativas: mas, porém, contudo, entretanto, todavia,</p><p>no entanto</p><p>Exemplo: São elementos nocivos à saúde, porém não alteram o sabor</p><p>A resposta parecia óbvia, contudo ninguém a apresentou</p><p>Alternativas: a relação expressa entre as duas orações é de alternância e exclusão,</p><p>fatos que não ocorrem ao mesmo tempo.</p><p>Principais conjunções alternativas: ou, ou ... ou, ora ... ora, quer ... quer, seja ...</p><p>seja</p><p>Exemplo: Ou você toma água filtrada ou terá problema de saúde</p><p>Ora faz sol, ora fica nublado</p><p>Conclusivas: a relação expressa entre as duas orações é de conclusão.</p><p>Principais conjunções conclusivas: portanto, logo, por conseguinte, pois</p><p>(quando este aparece depois do verbo)</p><p>Exemplo: Ela sente muita saudade dos pais; pretende, pois, voltar para casa</p><p>Água não filtrada faz mal, portanto não a tome</p><p>Explicativas: a relação expressa entre as duas orações é uma explicação, justificativa.</p><p>Principais conjunções explicativas: porque, que, pois (quando este aparece</p><p>antes do verbo)</p><p>Exemplo: Pretende voltar para casa, pois sente muita saudade dos pais</p><p>Não desperdice água, porque ela pode acabar</p><p>Dica: normalmente, as orações conclusivas e explicativas são o inverso uma da outra,</p><p>como indica os exemplos acima e os a seguir:</p><p>A maçã ficou fora da geladeira, logo ela estragou (conclusiva)</p><p>A maçã estragou, porque ficou fora da geladeira (explicativa)</p><p>• Tipos de oração subordinada</p><p>Retomando: uma oração subordinada é aquela dependente sintaticamente, ou seja, exerce</p><p>uma função sintática em relação a outra oração, chamada de principal. As orações</p><p>subordinadas podem vir ligadas por conjunções subordinativas, pronome relativo ou</p><p>conjunções integrantes.</p><p>Orações subordinadas substantivas</p><p>São aquelas que exercem, na oração principal, o papel que um substantivo exerceria.</p><p>São introduzidas pelas conjunções integrantes que, se, quando.</p><p>Dica: depois de identificar que a oração é subordinada (não faz sentido sozinha,</p><p>sintaticamente), substitua a oração subordinada por isso/disso. Se for possível fazer a</p><p>substituição, é uma oração subordinada substantiva (esta é iniciada pela palavra que, se,</p><p>quando)</p><p>Exemplo: Eu espero que não chova hoje → Eu espero isso</p><p>As orações subordinadas substantivas são subdivididas em 6 tipos. É possível</p><p>identifica-los pela função que a parte subordinada exerce, mas é mais fácil identificar através</p><p>da estrutura da oração principal. Veja a seguir.</p><p>Objetiva Direta: a oração subordinada exerce a função de objeto direto da oração</p><p>principal. A estrutura da oração principal é Sujeito + Verbo Transitivo Direto.</p><p>Exemplo: Eu espero /que não chova hoje</p><p>Objetiva Indireta: a oração subordinada exerce a função de objeto indireto da oração</p><p>principal. A estrutura da oração principal é Sujeito + Verbo Transitivo Indireto.</p><p>Exemplo: Eles me convenceram /de que a prova deveria ser adiada</p><p>Subjetiva: a oração subordinada exerce a função de sujeito da oração principal. A</p><p>estrutura da oração principal é Verbo na 3ª pessoa do singular sem sujeito.</p><p>Exemplo: É aconselhável /que se preserve o meio ambiente</p><p>Completiva Nominal: a oração subordinada exerce a função de complemento nominal</p><p>da oração principal. A estrutura da oração principal é Sujeito + Verbo + Substantivo/Adjetivo</p><p>+ Preposição.</p><p>Exemplo: Eu tenho esperança /de que o nosso time será campeão</p><p>Predicativa: a oração subordinada exerce a função de predicativo do sujeito da oração</p><p>principal. A estrutura da oração principal é Sujeito + Verbo de Ligação.</p><p>Exemplo: Meu desejo é /que vocês consigam a aprovação</p><p>Apositiva: a oração subordinada exerce a função de aposto de um termo da oração</p><p>principal. Aparece depois de dois pontos.</p><p>Exemplo: Minha vontade é esta: /que faça sol no final de semana</p><p>Orações subordinadas adjetivas</p><p>São aquelas que têm valor de adjetivo. São introduzidas por um pronome relativo (que,</p><p>o qual, cujo, quem, do qual), que normalmente aparecem</p><p>depois de um substantivo.</p><p>As orações subordinadas adjetivas são subdivididas em 2 tipos:</p><p>Restritivas: são orações que restringem o significado de um termo da oração principal.</p><p>Não vêm separadas por vírgulas da oração principal.</p><p>Exemplo: Os livros que peguei emprestado da biblioteca são antigos</p><p>Explicativas: são orações que acrescentam informações acessórias a um termo da</p><p>oração principal. Vêm sempre separadas por vírgulas do restante do período.</p><p>Exemplo: O professor, que leciona Língua Portuguesa, foi contratado para o</p><p>projeto</p><p>As orações subordinadas adjetivas explicativas são introduzidas por meio de vírgula e o</p><p>pronome relativo refere-se a todos do conjunto ou a um conjunto unitário. Já as orações</p><p>subordinadas adjetivas restritivas referem-se a somente uma parte do conjunto e não são</p><p>introduzidas por vírgulas.</p><p>Orações subordinadas adverbiais</p><p>São aquelas que exercem a função de adjunto adverbial. Vêm acompanhadas de</p><p>conjunções subordinativas e são classificadas de acordo com as circunstâncias que</p><p>expressam em relação à oração principal. Funcionam de forma semelhante às orações</p><p>coordenadas, mas com a relação de dependência sintática. São subdividas em 9 tipos:</p><p>Causal: indica causa.</p><p>Principais conjunções: porque, uma vez que, já que, visto que</p><p>Exemplo: Não fui à praia, já que estava chovendo</p><p>Consecutiva: indica consequência.</p><p>Principais conjunções: tão ... que, tanto ... que, tamanho ... que (tão, tanto e</p><p>tamanho aparecem na oração principal)</p><p>Exemplo: Ele falou tanto que ficou sem voz</p><p>Condicional: indica condição.</p><p>Principais conjunções: se, caso, desde que, contanto que, a não ser que</p><p>Exemplo: Caso não haja imprevistos, iremos para a praia</p><p>Concessiva: indica concessão, uma exceção.</p><p>Principais conjunções: embora, ainda que, se bem que, mesmo que, apesar de</p><p>que, por mais que</p><p>Exemplo: Embora ele economize, está sempre sem dinheiro</p><p>Comparativa: indica comparação.</p><p>Principais conjunções: como, mais ... que, menos ... que, tanto ... quanto</p><p>Exemplo: A couve é tão nutritiva quanto o espinafre [é nutritivo]</p><p>Conformativa: indica conformidade, um acordo entre os fatos expressos.</p><p>Principais conjunções: conforme, segundo, como, consoante, de acordo com</p><p>Exemplo: Segundo pesquisas realizadas pelo IBGE, a expectativa de vida do</p><p>brasileiro aumentou</p><p>Final: indica finalidade</p><p>Principais conjunções: para que, a fim de que</p><p>Exemplo: A fim de que pudesse atender a todos, chegava ao consultório cedo</p><p>Proporcional: indica proporção.</p><p>Principais conjunções: à medida que, à proporção que, quanto mais/menos ...</p><p>mais, quanto mais/menos ... menos</p><p>Exemplo: À medida que nos aproximávamos no interior, o calor aumentava</p><p>Temporal: indica tempo.</p><p>Principais conjunções: quando, enquanto, logo que, sempre que, antes que,</p><p>mal</p><p>Exemplo: Quando cheguei, fui falar com ele</p><p>Cuidado! Existem conjunções iguais que podem expressar diferentes circunstâncias. A</p><p>conjunção “como”, por exemplo, pode indicar comparação, conformidade, causa.</p><p>Recomenda-se substituir por outra conjunção de cada tipo e ver se mantém o significado.</p><p>Orações subordinadas reduzidas</p><p>São orações subordinadas que não têm conectivo introdutório e o verbo da oração</p><p>subordinada encontra-se em uma das formas nominais (infinitivo -ar -er -ir, gerúndio -ando</p><p>-endo -indo, particípio -ado -ido). Como não aparece o conectivo, é preciso analisar o</p><p>contexto, identificar qual é a função da oração subordinada. Também é possível tentar</p><p>identificar um conectivo que poderia ser usado na frase, mantendo o sentido, para poder</p><p>identificar o tipo de oração.</p><p>Exemplo: Idosos abandonados em asilos são vítimas de maus tratos → poderia ser</p><p>reescrita como “Idosos que são abandonados em asilos são vítimas de maus tratos”. A oração</p><p>subordinada é introduzida pelo pronome relativo que e não apresenta vírgula, ou seja, é</p><p>adjetiva restritiva. Pelo contexto, observa-se que a oração “abandonados em asilos” restringe</p><p>e caracteriza uma parte específica do conjunto “idosos”. A classificação é: Oração</p><p>Subordinada Adjetiva Restritiva Reduzida de Particípio.</p><p>É preciso informar a população sobre os problemas ambientais → poderia ser</p><p>reescrita como “É preciso que se informe a população sobre os problemas ambientais”. A</p><p>oração subordinada pode ser substituída por isso (isso é preciso). A oração principal tem em</p><p>sua estrutura um verbo em 3ª pessoa do singular e não apresenta sujeito. A classificação é:</p><p>Oração Subordinada Substantiva Subjetiva Reduzida de Infinitivo.</p><p>Considerando os dados de 2023, as estatísticas se tornam diferentes →</p><p>poderia ser reescrita como “Quando se considera os dados de 2023, as estatísticas se</p><p>tornam diferentes”. A conjunção quando (e a frase original) indica tempo, o momento em que</p><p>as estatísticas mudam. A classificação é: Oração Subordinada Adverbial Temporal Reduzida</p><p>de Gerúndio.</p><p>• EXERCÍCIOS!</p><p>1. Classifique as orações coordenadas abaixo:</p><p>a) Não fale mais, que ele já ouviu o suficiente</p><p>b) Fiz tudo que ela pediu, ainda assim não ficou satisfeita</p><p>c) Cheguei e fui tomar um banho</p><p>d) Ora cumprimenta, ora não cumprimenta</p><p>e) O diretor ainda não chegou, de modo que não podemos começar a reunião</p><p>f) Rodrigo escreveu, apagou, reescreveu milhões de vezes</p><p>2. Classifique as orações subordinadas abaixo:</p><p>a) O INPE, que foi questionado publicamente, tem reconhecimento internacional</p><p>b) As crianças tinham este plano maquiavélico: que os presentes fossem escondidos</p><p>c) O senhor não ouviu que teria retorno médico na semana seguinte</p><p>d) Por mais que gritasse, não me ouviam</p><p>e) Doente tem estado ela, desde que chegou aqui</p><p>f) O senhor certificou-se de que teria retorno médico na semana seguinte</p><p>g) Os jovens que estão desempregados terão auxílio governamental</p><p>h) O tambor soa porque é oco</p><p>i) De acordo com o famoso ditado, a pressa é inimiga da perfeição</p><p>j) O senhor tinha certeza de que teria retorno médico na semana seguinte</p><p>k) O investigador foi mais esperto que o ladrão</p><p>l) Eles tinham tanta fome, que devoraram a comida</p><p>m) É necessário que desenvolvamos o projeto</p><p>n) Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem</p><p>o) À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência</p><p>p) A ideia é que o projeto seja aprovado</p><p>q) Se o conhecesse, não o condenarias</p><p>3. Leia a tirinha a seguir</p><p>Com relação à tirinha, considere as seguintes afirmações:</p><p>I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e uma subordinada</p><p>II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas</p><p>respectivamente como temporal e final</p><p>III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito</p><p>Quais afirmativas estão corretas? Justifique sua resposta, explicando também o(s) erro(s), se tiver.</p><p>4. (Fuvest 2001) Considerando-se a relação lógica existente entre os dois segmentos dos provérbios</p><p>adiante citados, o espaço pontilhado NÃO poderá ser corretamente preenchido pela conjunção MAS,</p><p>apenas em:</p><p>a) Morre o homem, (...) fica a fama.</p><p>b) Reino com novo rei (...) povo com nova Iei.</p><p>c) Por fora bela viola, (...) por dentro pão bolorento.</p><p>d) Amigos, amigos! (...) negócios à parte.</p><p>e) A palavra é de prata, (...) o silêncio é de ouro.</p><p>5. (UFPR-2013) Considere a seguinte informação extraída de uma notícia de jornal:</p><p>43% dos domicílios do Brasil são inadequados para moradia, diz IBGE. Taxa representa 24,7</p><p>milhões dos 57,5 milhões de lares no país em 2008. Em 1992, porém, 63,2% das casas não eram</p><p>consideradas adequadas.</p><p>A conexão entre as afirmações feita com o uso de “porém” destaca que os índices de domicílios</p><p>inadequados para moradia em 2008 e 1992:</p><p>a) são semelhantes: os índices eram muito altos em 1992 e continuam altos em 2008.</p><p>b) estão em oposição: mesmo altos, os índices de 2008 revelam uma melhoria em relação a 1992.</p><p>c) são contraditórios: os dados de 2008 mostram resultados</p><p>opostos ao que se poderia prever a</p><p>partir dos dados de 1992.</p><p>d) apontam para direções contrárias: revelam um retrocesso na adequação das moradias entre 1992</p><p>e 2008.</p><p>e) são complementares: os índices de 2008 eram previsíveis a partir dos dados de 1992.</p><p>6. (IFAL-2018) "Não queria arrancar-lhe as ilusões. Também ele, em criança, e ainda depois, foi</p><p>supersticioso, teve um arsenal inteiro de crendices, que a mãe lhe incutiu e que aos vinte anos</p><p>desapareceram. No dia em que deixou cair toda essa vegetação parasita, e ficou só o tronco da</p><p>religião, ele, como tivesse recebido da mãe ambos os ensinos, envolveu-os na mesma dúvida, e logo</p><p>depois em uma só negação total. Camilo não acreditava em nada. Por quê? Não poderia dizê-lo, não</p><p>possuía um só argumento; limitava-se a negar tudo. E digo mal, porque negar é ainda afirmar, e ele</p><p>não formulava incredulidade; diante do mistério, contentou-se em levantar os ombros, e foi andando."</p><p>(MACHADO DE ASSIS. Obras completas em quatro volumes, volume 2. São Paulo: Editora Nova</p><p>Aguilar, 2015, p. 435)</p><p>Assinale a opção em que não haja correspondência de ideias com a frase: “E digo mal, porque negar</p><p>é ainda afirmar...”</p><p>a) E digo mal, pois que negar é ainda afirmar...</p><p>b) E digo mal, porquanto negar é ainda afirmar...</p><p>c) E digo mal, pois negar é ainda afirmar...</p><p>d) E digo mal, visto que negar é ainda afirmar...</p><p>e) E digo mal, conquanto negar é ainda afirmar...</p><p>7. (Enem-2011) Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente importante para diminuir o risco de</p><p>infarto, mas também como de problemas como morte súbita e derrame. Significa que manter uma</p><p>alimentação saudável e praticar atividade física regularmente já reduz, por si só, as chances de</p><p>desenvolver vários problemas. Além disso, é importante para o controle da pressão arterial, dos</p><p>níveis de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda a diminuir o estresse e aumentar a</p><p>capacidade física, fatores que, somados, reduzem as chances de infarto. Exercitar-se, nesses casos,</p><p>com acompanhamento médico e moderação, é altamente recomendável.</p><p>ATALIA, M. Nossa vida. Época. 23 mar. 2009.</p><p>As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo relações que atuam na construção do</p><p>sentido. A esse respeito, identifica-se, no fragmento, que</p><p>a) A expressão “Além disso” marca uma sequenciação de ideias.</p><p>b) o conectivo “mas também” inicia oração que exprime ideia de contraste.</p><p>c) o termo “como”, em “como morte súbita e derrame”, introduz uma generalização.</p><p>d) o termo “Também” exprime uma justificativa.</p><p>e) o termo “fatores” retoma coesivamente “níveis de colesterol e de glicose no sangue”.</p><p>8. (ITA-2018)</p><p>O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa</p><p>correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com</p><p>independência e autonomia. [...] O mantra da velhice no século XXI é “envelhecer no lugar”, o que os</p><p>americanos chamam de aging in place. O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para</p><p>os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o</p><p>maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto. Não se trata de</p><p>apologia da solidão, mas de encarar um dado da realidade contemporânea: as residências não</p><p>abrigam mais três gerações sob o mesmo teto e boa parte dos idosos de hoje prefere, de fato, morar</p><p>sozinha, mantendo-se dona do próprio nariz.</p><p>Disponível em: http://veja.abril.com.br/brasilenvelhecer-no-seculo-xxi/, 18 mar. 2016. Adaptado.</p><p>Acesso em: 10 ago. 17.</p><p>A conjunção em destaque na frase “Não se trata de apologia da solidão, mas de encarar um dado da</p><p>realidade contemporânea: ...” possui a função semântica de</p><p>a) retificação</p><p>b) compensação</p><p>c) complementação</p><p>d) separação</p><p>e) acréscimo</p><p>9. (Enem-2014)</p><p>Tarefa</p><p>Morder o fruto amargo e não cuspir</p><p>Mas avisar aos outros quanto é amargo</p><p>Cumprir o trato injusto e não falhar</p><p>Mas avisar aos outros quanto é injusto</p><p>Sofrer o esquema falso e não ceder</p><p>Mas avisar aos outros quanto é falso</p><p>Dizer também que são coisas mutáveis…</p><p>E quando em muitos a não pulsar</p><p>— do amargo e injusto e falso por mudar —</p><p>então confiar à gente exausta o plano</p><p>de um mundo novo e muito mais humano.</p><p>CAMPOS, G. Tarefa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981.</p><p>Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam, para além de sua função</p><p>sintática,</p><p>a) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes.</p><p>b) a oposição entre ações aparentemente inconciliáveis.</p><p>c) a introdução do argumento mais forte de uma sequência.</p><p>d) o reforço da causa apresentada no enunciado introdutório.</p><p>e) a intensidade dos problemas sociais presentes no mundo.</p><p>10. (Enem-2010) Diego Souza ironiza torcida do Palmeiras</p><p>O Palmeiras venceu o Atlético-GO pelo placar de 1 a 0, com um gol no final da partida. O cenário era</p><p>para ser de alegria, já que a equipe do Verdão venceu e deu um importante passo para conquistar a</p><p>vaga para as semifinais, mas não foi bem isso que aconteceu.</p><p>O meia Diego Souza foi substituído no segundo tempo debaixo de vaias dos torcedores</p><p>palmeirenses e chegou a fazer gestos obscenos respondendo à torcida. Ao final do jogo, o meia</p><p>chegou a dizer que estava feliz por jogar no Verdão.</p><p>— Eu não estou pensando em sair do Palmeiras. Estou muito feliz aqui — disse.</p><p>Perguntado sobre as vaias da torcida enquanto era substituído, Diego Souza ironizou a torcida do</p><p>Palmeiras.</p><p>—Vaias? Que vaias? — ironiza o camisa 7 do Verdão, antes de descer para os vestiários.</p><p>Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 29 abr. 2010.</p><p>A progressão textual realiza-se por meio de relações semânticas que se estabelecem entre as partes</p><p>do texto. Tais relações podem ser claramente apresentadas pelo emprego de elementos coesivos ou</p><p>não ser explicitadas, no caso da justaposição. Considerando-se o texto lido,</p><p>a) no primeiro parágrafo, o conectivo já que marca uma relação de consequência entre os</p><p>segmentos do texto.</p><p>b) no primeiro parágrafo, o conectivo mas explicita uma relação de adição entre os segmentos do</p><p>texto.</p><p>c) entre o primeiro e o segundo parágrafos, está implícita uma relação de causalidade.</p><p>d) no quarto parágrafo, o conectivo enquanto estabelece uma relação de explicação entre os</p><p>segmentos do texto.</p><p>e) entre o quarto e o quinto parágrafos, está implícita uma relação de oposição.</p><p>11. (PUC-SP) Em relação ao trecho "... e no fim declarou-me que eu tinha medo/ de que você me</p><p>esquecesse", as orações destacadas são, respectivamente:</p><p>a) subordinada substantiva objetiva indireta, subordinada substantiva objetiva direta</p><p>b) subordinada substantiva predicativa, subordinada substantiva objetiva direta</p><p>c) subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva completiva nominal</p><p>d) subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva objetiva indireta</p><p>e) subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva predicativa</p><p>12. (EEAR - Escola de Especialistas de Aeronáutica)</p><p>Assinale a única alternativa que traz, em trechos de texto do autor José Saramago, oração</p><p>subordinada adjetiva.</p><p>a) Foi coincidência, não pense que andei a procurar palavras que principiassem pela mesma letra...</p><p>b) Você já me disse três coisas diferentes, que não há morte, que há morte, agora diz-me que morte</p><p>e vida são o mesmo.</p><p>c) ... tive apenas de responder a umas perguntas, que gente conheci no Brasil (...), que relações criei</p><p>em Portugal desde que cá estou...</p><p>d) Fernando Pessoa fechou os olhos, apoiou a cabeça no encosto do sofá, pareceu a Ricardo Reis</p><p>que duas lágrimas lhe assomavam entre as pálpebras.</p><p>13. “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder</p><p>político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar.</p><p>Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada</p><p>dos europeus –</p><p>hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e</p><p>cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as</p><p>fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro</p><p>lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do</p><p>espanhol.</p><p>Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de</p><p>pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o</p><p>sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo</p><p>aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para</p><p>trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente,</p><p>pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para</p><p>ele”, explica.</p><p>CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.</p><p>Com base no trecho “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não</p><p>visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”,</p><p>considere as afirmativas a seguir.</p><p>I. No primeiro período, há uma oração coordenada explicativa.</p><p>II. A oração subordinada adjetiva “desconhecido” é reduzida de particípio.</p><p>III. As duas ocorrências da palavra “que” apontam para classes diferentes.</p><p>IV. O conectivo “como se” equivale semanticamente a “assim como”.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Somente as afirmativas I e II estão corretas</p><p>b) Somente as afirmativas I e IV estão corretas</p><p>c) Somente as afirmativas III e IV estão corretas</p><p>d) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas</p><p>e) Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas</p><p>14. Leia o trecho de A hora da estrela, de Clarice Lispector, para responder à questão.</p><p>De dia usava saia e blusa, de noite dormia de combinação. Uma colega de quarto não sabia</p><p>como avisar-lhe que seu cheiro era murrinhento. E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha</p><p>medo de ofendê-la. Nada nela era iridescente1, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um</p><p>leve brilho de opala. Mas não importava. Ninguém olhava para ela na rua, ela era café frio .</p><p>E assim se passava o tempo para a moça esta. Assoava o nariz na barra da combinação. Não</p><p>tinha aquela coisa delicada que se chama encanto. Só eu a vejo encantadora. Só eu, seu autor, a</p><p>amo. Sofro por ela. E só eu é que posso dizer assim: “que é que você me pede chorando que eu não</p><p>lhe dê cantando”? Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que</p><p>é cachorro. Daí não se sentir infeliz. A única coisa que queria era viver. Não sabia para quê, não se</p><p>indagava. Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver. Ela pensava que a pessoa é</p><p>obrigada a ser feliz. Então era. Antes de nascer ela era uma ideia? Antes de nascer ela era morta? E</p><p>depois de nascer ela ia morrer? Mas que fina talhada de melancia.</p><p>(A hora da estrela, 1998.)</p><p>1 iridescente: colorido como o arco-íris.</p><p>O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em:</p><p>a) “Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que</p><p>é cachorro.” (2° parágrafo)</p><p>b) “Nada nela era iridescente, embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve</p><p>brilho de opala.” (1° parágrafo)</p><p>c) “Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que se cheiro era morrinhento.” (1°</p><p>parágrafo)</p><p>d) “Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver.” (2° parágrafo)</p><p>e) “E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la.” (1°</p><p>parágrafo)</p><p>• GABARITO</p><p>1.</p><p>a) sindética explicativa</p><p>b) sindética adversativa</p><p>c) sindética aditiva</p><p>d) sindética alternativa</p><p>e) sindética conclusiva</p><p>f) assindética</p><p>2.</p><p>a) Oração Subordinada Adjetiva Explicativa</p><p>b) Oração Subordinada Substantiva Apositiva</p><p>c) Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta</p><p>d) Oração Subordinada Adverbial Concessiva</p><p>e) Oração Subordinada Adverbial Temporal</p><p>f) Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta</p><p>g) Oração Subordinada Adjetiva Restritiva</p><p>h) Oração Subordinada Adverbial Causal</p><p>i) Oração Subordinada Adverbial Conformativa</p><p>j) Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal</p><p>k) Oração Subordinada Adverbial Comparativa</p><p>l) Oração Subordinada Adverbial Consecutiva</p><p>m) Oração Subordinada Substantiva Subjetiva</p><p>n) Oração Subordinada Adverbial Final</p><p>o) Oração Subordinada Adverbial Proporcional</p><p>p) Oração Subordinada Substantiva Predicativa</p><p>q) Oração Subordinada Adverbial Condicional</p><p>3. As afirmações II e III estão corretas. A afirmação I está errada, uma vez que a frase presente no</p><p>primeiro quadrinho apresenta uma oração principal e duas subordinadas. A oração principal é “eu</p><p>ataco!”, a primeira oração subordinada é “Quando os porquinhos abrirem a porta” e a segunda, “para</p><p>pegar a pizza,”. A primeira é uma oração subordinada adverbial temporal e a segunda é uma oração</p><p>subordinada adverbial final reduzida de infinitivo. Deste modo, a afirmação II está correta. A</p><p>afirmação III está correta, já que a frase do terceiro quadrinho é composta pelo sujeito “a pizza”, o</p><p>verbo de ligação “é” e o predicativo do sujeito “de lombinho”, sendo esta última expressão</p><p>responsável por caracterizar o sujeito.</p><p>4. B</p><p>5. B</p><p>6. E</p><p>7. A</p><p>8. A</p><p>9. C</p><p>10. C</p><p>11. C</p><p>12. A</p><p>13. D</p><p>14. B</p>

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