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<p>Os órgãos do sistema genital mascu-</p><p>lino incluem os testículos, um sistema de duc-</p><p>tos (epidídimo, ducto deferente, ductos eja-</p><p>culatórios e uretra), glândulas sexuais aces-</p><p>sórias (glândulas seminais, próstata e glân-</p><p>dulas bulbouretrais) e várias estruturas de</p><p>apoio, incluindo o escroto e o pênis.</p><p>Os testículos (gônadas masculinas)</p><p>produzem espermatozoides e secretam hor-</p><p>mônios. O sistema de ductos transporta e ar-</p><p>mazena os espermatozoides, auxilia em sua</p><p>maturação, e liberaos para o meio externo.</p><p>O sêmen contém espermatozoides mais as se-</p><p>creções produzidas pelas glândulas sexuais</p><p>acessórias. As estruturas de apoio têm várias</p><p>funções. O pênis entrega os espermatozoides</p><p>no aparelho reprodutivo feminino e o escroto</p><p>contém os testículos.</p><p>É a estrutura que contém os testículos,</p><p>consiste em pele solta e tela subcutânea sub-</p><p>jacente. Está pendurado na raiz (parte</p><p>anexa) do pênis. Externamente, parece uma</p><p>bolsa de pele ímpar separada em porções</p><p>laterais por uma crista mediana chamada de</p><p>rafe do escroto. Internamente, o septo do es-</p><p>croto divide o escroto em dois sacos, cada</p><p>um contendo um testículo.</p><p>O septo do escroto é constituído por</p><p>uma tela subcutânea e tecido muscular cha-</p><p>mado músculo dartos, que é composto de fei-</p><p>xes de fibras de músculo liso. O músculo dar-</p><p>tos também é encontrado na tela subcutâ-</p><p>nea do escroto.</p><p>Associado a cada testículo no escroto</p><p>está o músculo cremaster, várias pequenas</p><p>bandas de músculo esquelético que descem</p><p>como uma extensão do músculo oblíquo in-</p><p>terno do abdome por meio do funículo es-</p><p>permático para circundar os testículos. A lo-</p><p>calização do escroto e a contração de suas</p><p>fibras musculares regulam a temperatura dos</p><p>testículos. A contração dos músculos cremas-</p><p>ter move os testículos para mais perto do</p><p>corpo, podendo absorver o calor do corpo.</p><p>A contração do músculo dartos reduz o vo-</p><p>lume do escroto (de aspecto enrugado.</p><p>São um par de glândulas ovais no es-</p><p>croto com aproximadamente 5 cm de com-</p><p>primento e 2,5 cm de diâmetro. Cada testí-</p><p>culo tem massa de 10 a 15 g. Se desenvol-</p><p>vem perto dos rins, na parte posterior do ab-</p><p>dome, e geralmente começam sua descida</p><p>para o escroto por meio dos canais inguinais</p><p>(passagem na parede anteroinferior do ab-</p><p>dome) durante a segunda metade do sétimo</p><p>mês do desenvolvimento fetal.</p><p>Uma túnica serosa recobre parcial-</p><p>mente os testículos. Líquido seroso na túnica</p><p>vaginal do testículo - hidrocele. Internamente</p><p>à túnica vaginal do testículo, o testículo é</p><p>pela túnica albugínea que se estende inter-</p><p>namente formando septos que dividem o tes-</p><p>tículo em uma série de compartimentos inter-</p><p>nos chamados lóbulos dos testículos.</p><p>Cada um dos 200 a 300 lóbulos dos</p><p>testículos contêm os túbulos seminíferos con-</p><p>torcidos, onde os espermatozoides são pro-</p><p>duzidos. Os túbulos seminíferos contêm as cé-</p><p>lulas espermatogênicas, as células formado-</p><p>ras de esperma, e as células sustentaculares</p><p>ou células de Sertoli, que têm várias funções</p><p>no apoio à espermatogênese. Depois que um</p><p>espermatozoide é formado, ele é liberado</p><p>para o lúmen do túbulo seminífero.</p><p>Internamente a membrana basal e es-</p><p>permatogônias, junções oclusivas unem célu-</p><p>las sustentaculares vizinhas. Estas junções for-</p><p>mam uma barreira hematotesticular, porque</p><p>as substâncias devem passar primeiro pelas</p><p>células sustentaculares antes de poderem al-</p><p>cançar o espermatozoide em desenvolvi-</p><p>mento. As células de Sertoli apoiam e prote-</p><p>gem as células espermatogênicas, elas nu-</p><p>trem os espermatócitos, espermátides e es-</p><p>permatozoides, fagocitam o excesso de cito-</p><p>plasma das espermátides e controlam os mo-</p><p>vimentos das células espermatogênicas e a</p><p>liberação do espermatozoide no lúmen dos</p><p>túbulos seminíferos.</p><p>Também produzem líquido para o</p><p>transporte do espermatozoide, secretam o</p><p>hormônio inibina e regulam os efeitos da tes-</p><p>tosterona e do FSH. Nos espaços entre túbu-</p><p>los seminíferos adjacentes existem aglomera-</p><p>dos de células chamadas células de Leydig</p><p>que secretam testosterona.</p><p>O epidídimo é um órgão em forma de</p><p>vírgula de aproximadamente 4 cm de com-</p><p>primento que fica ao longo da margem pos-</p><p>terior de cada testículo.</p><p>Cada epidídimo consiste principal-</p><p>mente em ductos do epidídimo bem enrola-</p><p>dos. Os ductos eferentes do testículo se unem</p><p>aos ductos do epidídimo na parte maior e</p><p>superior do epidídimo, chamada de cabeça</p><p>do epidídimo. O corpo do epidídimo é a</p><p>parte média estreita, e a cauda do epidí-</p><p>dimo é a parte inferior menor. Na sua extremi-</p><p>dade distal, a cauda do epidídimo continua</p><p>como o ducto deferente.</p><p>Funcionalmente, o epidídimo é o local</p><p>de maturação dos espermatozoides, (esper-</p><p>matozoide adquire motilidade e a capaci-</p><p>dade de fertilizar um óvulo).</p><p>O epidídimo também ajuda a impulsi-</p><p>onar os espermatozoides pelos ductos defe-</p><p>rentes durante a excitação sexual, pela con-</p><p>tração peristáltica do seu músculo liso. Arma-</p><p>zena espermatozoides, que ficam viáveis por</p><p>vários meses.</p><p>Qualquer espermatozoide armaze-</p><p>nado que não seja ejaculado durante esse</p><p>período de tempo é, reabsorvido.</p><p>A pressão produzida pelo líquido que</p><p>é secretado pelas células sustentaculares</p><p>empurra os espermatozoides e o líquido ao</p><p>longo do lúmen dos túbulos seminíferos e, em</p><p>seguida, por uma série de ductos muito curtos</p><p>chamados de túbulos seminíferos retos.</p><p>Os túbulos seminíferos retos levam a</p><p>uma rede de ductos no testículo chamados</p><p>de rede do testículo. Da rede do testículo, os</p><p>espermatozoides se movem por uma série de</p><p>ductos eferentes enrolados no epidídimo, que</p><p>se esvaziam em um tubo único chamado de</p><p>ducto do epidídimo.</p><p>Os ductos do epidídimo mediriam</p><p>aproximadamente 6 m de comprimento se</p><p>fossem desenrolados. São revestidos por epi-</p><p>télio pseudoestratificado e circundados por</p><p>camadas de músculo liso. As superfícies livres</p><p>das células cilíndricas contêm estereocílios,</p><p>que apesar de seu nome são microvilosida-</p><p>des longas e ramificadas (não cílios) que au-</p><p>mentam a área de superfície para a reabsor-</p><p>ção de espermatozoides degenerados. O</p><p>tecido conjuntivo em torno da túnica muscu-</p><p>lar se insere nas alças do ducto do epidídimo</p><p>e transporta os vasos sanguíneos e nervos.</p><p>No interior da cauda do epidídimo, o</p><p>ducto do epidídimo torna-se menos enrolado</p><p>e o seu diâmetro aumenta. Além deste ponto,</p><p>o ducto é conhecido como ducto deferente.</p><p>O ducto deferente, que mede aproxi-</p><p>madamente 45 cm de comprimento, ascende</p><p>ao longo da margem posterior do epidídimo</p><p>através do funículo espermático e, em se-</p><p>guida, entra na cavidade pélvica. Ele con-</p><p>torna o ureter e passa lateralmente e desce</p><p>pela face posterior da bexiga urinária.</p><p>A parte terminal dilatada do ducto</p><p>deferente é a ampola. A túnica mucosa do</p><p>ducto deferente é composta por epitélio</p><p>pseudoestratificado e lâmina própria (tecido</p><p>conjuntivo areolar). A túnica muscular é com-</p><p>posta por três camadas de músculo liso; as</p><p>camadas interna e externa são longitudinais,</p><p>e a camada do meio é circular.</p><p>O ducto deferente transporta os es-</p><p>permatozoides, durante a excitação sexual,</p><p>do epidídimo em direção à uretra por con-</p><p>trações peristálticas de seu revestimento mus-</p><p>cular. Como o epidídimo, o ducto deferente</p><p>também pode armazenar espermatozoides</p><p>durante vários meses.</p><p>Cada ducto ejaculatório mede apro-</p><p>ximadamente 2 cm de comprimento e é for-</p><p>mado pela união do ducto da glândula se-</p><p>minal e a ampola do ducto deferente.</p><p>Formam-se imediatamente superiores à</p><p>base (parte superior) da próstata e passam</p><p>inferior e anteriormente através da próstata.</p><p>Eles terminam na parte prostática da uretra,</p><p>onde ejetam os espermatozoides e secreções</p><p>das glândulas seminais pouco antes da libe-</p><p>ração do sêmen da uretra para o exterior.</p><p>O funículo espermático é uma estrutura</p><p>de suporte do sistema genital masculino que</p><p>ascende a partir do escroto. Ele consiste na</p><p>porção do ducto deferente que ascende</p><p>através do escroto, na artéria testicular, nas</p><p>veias que drenam os testículos e levam tes-</p><p>tosterona para</p><p>a circulação (o plexo pampi-</p><p>niforme), nos nervos autônomos, nos vasos lin-</p><p>fáticos e no músculo cremaster.</p><p>O funículo espermático e o nervo ilioin-</p><p>guinal atravessam o canal inguinal, uma pas-</p><p>sagem oblíqua na parede abdominal ante-</p><p>rior ligeiramente superior e paralela à metade</p><p>medial do ligamento inguinal. O canal, que</p><p>mede aproximadamente 4 a 5 cm de compri-</p><p>mento, tem origem no anel inguinal profundo</p><p>(abdominal), uma abertura em forma de</p><p>fenda na aponeurose do músculo transverso</p><p>do abdome; o canal termina no anel inguinal</p><p>superficial (subcutâneo), uma abertura dis-</p><p>cretamente triangular na aponeurose do</p><p>músculo oblíquo externo do abdome.</p><p>O termo varicocele se refere a uma</p><p>protuberância no escroto decorrente da di-</p><p>latação das veias que drenam os testículos.</p><p>Em geral é mais aparente quando a pessoa</p><p>está em pé e geralmente não requer trata-</p><p>mento.</p><p>Os ductos do sistema genital mascu-</p><p>lino armazenam e transportam os espermato-</p><p>zoides, mas as glândulas sexuais acessórias</p><p>secretam a maior parte da porção líquida</p><p>do sêmen. As glândulas sexuais acessórias in-</p><p>cluem as glândulas seminais, a próstata e as</p><p>glândulas bulbouretrais.</p><p>O par de glândulas seminais são es-</p><p>truturas enroladas em forma de bolsa que</p><p>medem aproximadamente 5 cm de compri-</p><p>mento e se encontram posteriormente à base</p><p>da bexiga urinária e anteriormente ao reto.</p><p>Por meio dos ductos das glândulas se-</p><p>minais, elas secretam um líquido viscoso alca-</p><p>lino que contém frutose, prostaglandinas e</p><p>proteínas de coagulação, que são diferentes</p><p>das do sangue. A natureza alcalina do lí-</p><p>quido seminal ajuda a neutralizar o meio</p><p>ácido da uretra masculina e do sistema ge-</p><p>nital feminino, que de outro modo inativariam</p><p>e matariam os espermatozoides.</p><p>A frutose é utilizada para a produção</p><p>de ATP pelos espermatozoides. As prosta-</p><p>glandinas contribuem para a mobilidade e a</p><p>viabilidade dos espermatozoides e podem</p><p>estimular as contrações do músculo liso no sis-</p><p>tema genital feminino. As proteínas de coa-</p><p>gulação ajudam o sêmen a coagular após a</p><p>ejaculação. O líquido secretado pelas glân-</p><p>dulas seminais normalmente constitui aproxi-</p><p>madamente 60% do volume do sêmen.</p><p>É uma glândula única em forma de</p><p>rosca, aproximadamente do tamanho de uma</p><p>bola de golfe. Ela mede cerca de 4 cm de</p><p>um lado a outro, aproximadamente 3 cm de</p><p>cima a baixo, e cerca de 2 cm de anterior a</p><p>posterior. Encontra-se inferiormente à bexiga</p><p>urinária e circunda a parte prostática da</p><p>uretra. A próstata aumenta de tamanho len-</p><p>tamente desde o nascimento até a puber-</p><p>dade. Em seguida, se expande rapidamente</p><p>até aproximadamente os 30 anos de idade;</p><p>após esse período, seu tamanho normalmente</p><p>permanece estável até os 45 anos, quando</p><p>podem ocorrer novos aumentos.</p><p>A próstata secreta um líquido leitoso e</p><p>ligeiramente ácido (pH de aproximadamente</p><p>6,5) que contém diversas substâncias. (1) O</p><p>ácido cítrico do líquido prostático é usado</p><p>pelos espermatozoides para a produção de</p><p>ATP por meio do ciclo de Krebs. (2) Várias</p><p>enzimas proteolíticas, como o antígeno pros-</p><p>tático específico (PSA), pepsinogênios, liso-</p><p>zima, amilase e hialuronidase, que por fim</p><p>quebram as proteínas de coagulação das</p><p>glândulas seminais. (3) A função da fosfatase</p><p>ácida secretada pela próstata é desconhe-</p><p>cida. (4) A plasmina seminal do líquido pros-</p><p>tático é um antibiótico que pode destruir as</p><p>bactérias. A plasmina seminal pode ajudar a</p><p>diminuir a quantidade de bactérias que</p><p>ocorrem naturalmente no sêmen e no sistema</p><p>genital inferior da mulher. As secreções da</p><p>próstata entram na parte prostática da ure-</p><p>tra por meio de diversos canais prostáticos.</p><p>O par de glândulas bulbouretrais</p><p>mede aproximadamente o tamanho de ervi-</p><p>lhas. Elas se encontram inferiormente à prós-</p><p>tata em ambos os lados da parte membra-</p><p>nácea da uretra, no interior dos músculos</p><p>profundos do períneo, e seus ductos se</p><p>abrem para dentro da parte esponjosa da</p><p>uretra. Durante a excitação sexual, as glân-</p><p>dulas bulbouretrais secretam um líquido alca-</p><p>lino na uretra que protege os espermatozoi-</p><p>des que passam ao neutralizar os ácidos da</p><p>urina na uretra. Também secretam um muco</p><p>que lubrifica a ponta do pênis e a túnica mu-</p><p>cosa da uretra, diminuindo a quantidade de</p><p>espermatozoides danificados durante a eja-</p><p>culação. Alguns homens liberam uma ou duas</p><p>gotas de muco durante a estimulação sexual</p><p>e a ereção. Esse líquido não contém esper-</p><p>matozoides.</p><p>O pênis contém a uretra e é uma pas-</p><p>sagem para a ejaculação do sêmen e a ex-</p><p>creção de urina. Ele tem uma forma cilíndrica</p><p>e é composto por um corpo, uma glande e</p><p>uma raiz. O corpo do pênis é constituído por</p><p>três massas cilíndricas de tecido, cada uma</p><p>circundada por tecido fibroso chamado de</p><p>túnica albugínea.</p><p>As duas massas dorsolaterais são cha-</p><p>madas de corpos cavernosos do pênis. A</p><p>massa médio-ventral menor, o corpo espon-</p><p>joso do pênis, contém a parte esponjosa da</p><p>uretra e a mantém aberta durante a ejacu-</p><p>lação. A pele e uma tela subcutânea envol-</p><p>vem todas as três massas, que consistem em</p><p>tecido erétil. O tecido erétil é composto por</p><p>diversos seios sanguíneos (espaços vascula-</p><p>res) revestidos por células endoteliais e cir-</p><p>cundados por músculo liso e tecido conjun-</p><p>tivo e elástico. A extremidade distal do corpo</p><p>esponjoso do pênis é uma região um pouco</p><p>aumentada, em forma de bolota, chamada</p><p>de glande do pênis; a sua margem é a co-</p><p>roa. A uretra distal aumenta no interior da</p><p>glande do pênis e forma uma abertura termi-</p><p>nal em forma de fenda, o óstio externo da</p><p>uretra. Recobrindo a glande em um pênis não</p><p>circuncidado está o frouxamente ajustado</p><p>prepúcio do pênis. A raiz do pênis é a por-</p><p>ção de inserção (porção proximal).</p><p>Consiste no bulbo do pênis, a continu-</p><p>ação posterior expandida da base do</p><p>corpo esponjoso do pênis, e o ramo do pênis,</p><p>as duas porções separadas e cônicas do</p><p>corpo cavernoso do pênis. O bulbo do pênis</p><p>está ligado à face inferior dos músculos pro-</p><p>fundos do períneo e é fechado pelo músculo</p><p>bulboesponjoso, um músculo que auxilia na</p><p>ejaculação. Cada ramo do pênis se dobra</p><p>lateralmente para longe do bulbo do pênis</p><p>para se inserir no ísquio e ramo púbico infe-</p><p>rior, e é circundado pelo músculo isquioca-</p><p>vernoso.</p><p>O peso do pênis é suportado por dois</p><p>ligamentos que são contínuos com a fáscia</p><p>do pênis. (1) O ligamento fundiforme do pênis</p><p>surge a partir da parte inferior da linha alba.</p><p>(2) O ligamento suspensor do pênis surge a</p><p>partir da sínfise púbica. Após a estimulação</p><p>sexual (visual, tátil, auditiva, olfatória ou ima-</p><p>ginada), fibras parassimpáticas da porção</p><p>sacral da medula espinal iniciam e mantêm</p><p>uma ereção, o alargamento e o enrijecimento</p><p>do pênis. As fibras parassimpáticas produzem</p><p>e liberam óxido nítrico (NO).</p><p>O NO faz com que o músculo liso das</p><p>paredes das arteríolas que irrigam o tecido</p><p>erétil relaxe, o que possibilita que estes vasos</p><p>sanguíneos se dilatem. Isso, por sua vez, faz</p><p>com que grandes volumes de sangue entrem</p><p>no tecido erétil do pênis. O NO também faz</p><p>com que o músculo liso do tecido erétil relaxe,</p><p>resultando em dilatação dos seios sanguí-</p><p>neos. A combinação de fluxo sanguíneo au-</p><p>mentado e dilatação dos seios sanguíneos</p><p>resulta em uma ereção. A expansão dos seios</p><p>sanguíneos também comprime as veias que</p><p>drenam o pênis; a desaceleração do fluxo</p><p>de saída do sangue ajuda a manter a ere-</p><p>ção.</p><p>O pênis é suprido por ramos da arté-</p><p>ria pudenda interna, enquanto o sangue ve-</p><p>noso é conduzido pela veia pudenda ex-</p><p>terna superficial.</p><p>As artérias e veias do pênis penetram</p><p>ou saem ao nível do bulbo e ramos do pênis,</p><p>ocorrem longitudinalmente em seu dorso for-</p><p>necendo ramos colaterais em todo o per-</p><p>curso.</p><p>Suprimento Arterial: o pênis é irrigado</p><p>principalmente por ramos das artérias puden-</p><p>das internas.</p><p>Artérias Dorsais do Pênis: seguem no</p><p>sulco dorsal entre os corpos cavernosos, irri-</p><p>gando o tecido fibroso ao redor dos corpos</p><p>cavernosos, corpo esponjoso, parte espon-</p><p>josa da uretra e pele do pênis.</p><p>Artérias Cavernosas</p><p>ou Profundas do</p><p>Pênis: perfuram os ramos na parte proximal e</p><p>seguem distalmente perto do centro dos cor-</p><p>pos cavernosos, irrigando o tecido erétil nes-</p><p>sas estruturas. Emitem vários ramos que se</p><p>abrem diretamente para os espaços caver-</p><p>nosos - artérias helicinas (helicoidais).</p><p>Veias Dorsais Profundas do Pênis:</p><p>drena o sangue dos espaços cavernosos</p><p>(ereção) na fáscia profunda → plexo venoso</p><p>prostático.</p><p>Veias Dorsais Superficiais do Pênis:</p><p>drena o sangue da pele e da tela subcutâ-</p><p>nea do pênis → veia pudenda externa su-</p><p>perficial.</p><p>TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo Humano-: Fundamentos de Anatomia e</p><p>Fisiologia. Artmed Editora, 2016.</p><p>GILROY, A.N.; MACPHERSON, B.R.; ROSS, L.M. Atlas de anatomia. 3ª.edição. Guanabara Koogan.</p><p>Rio de Janeiro, 2017.</p><p>https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/sistema-reprodutor-masculino</p><p>https://www.auladeanatomia.com/novosite/pt/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-mascu-</p><p>lino/penis/</p><p>https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/sistema-reprodutor-masculino</p><p>https://www.auladeanatomia.com/novosite/pt/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-masculino/penis/</p><p>https://www.auladeanatomia.com/novosite/pt/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-masculino/penis/</p>