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<p>Prof. Alessandra Alevato Leal</p><p>Cadernos técnicos EV-UFMG/CRMV:</p><p> Cadernos Técnicos nº 88 – Atlas de Diagnóstico por Imagem</p><p> Cadernos Técnicos nº 90 Tomografia computadorizada e</p><p>EcoDopplercardiografia</p><p> Cadernos Técnicos nº 93 – Radiologia dos ossos e das articulações</p><p> Cadernos Técnicos n° 108 – Atlas radiográfico do desenvolvimento do</p><p>crânio e do esqueleto apendicular de felinos domésticos</p><p>DE GRAÇA</p><p>E EM PDF</p><p>Diversas técnicas disponíveis</p><p> Raio X</p><p> Ultrassonografia</p><p> Tomografia</p><p> Ressonância magnética</p><p>Qual tecido?</p><p>Qual a indicação/quadro</p><p>clínico?</p><p>Quais os recursos técnicos e</p><p>financeiros disponíveis?</p><p>Descoberta do raio X e a primeira radiografia</p><p> 1895</p><p> Físico alemão Wilheelm Conrad Rontgen</p><p> 15 minutos de exposição</p><p> Primeiro uso diagnóstico humano</p><p> Em maio de 1896</p><p> Nápoles</p><p> Localizar balas no braço de um soldado italiano</p><p> Na veterinária: primeiro evento internacional em 1968 - Dublin</p><p>O que são raios X?</p><p> São radiação eletromagnética</p><p>Mas o que é radiação?</p><p> Energia emitida que se propaga entre dois pontos sob forma de onda</p><p> Como toda onda apresenta frequência e comprimento</p><p> Quanto maior a frequência maior a penetração – energia (Kvp)</p><p>O que são raios X?</p><p>Como são produzidos?</p><p> Depende da diferença de potencial ente um filamento emissor e um alvo</p><p> Um feixe de elétrons é produzido no catodo e desacelerado no anodo</p><p> Essa desaceleração libera energia na forma de fótons, dentre eles os</p><p>raios x</p><p>Como são produzidos?</p><p>Como ocorre a formação da imagem?</p><p>Resultado da interação da radiação com a matéria</p><p>Moléculas inorgânicas e orgânicas – efeitos deletérios</p><p>Efeito fotoelétrico</p><p> Absorção total, parcial ou nula dos raios X</p><p> Essa absorção varia com a natureza do material</p><p> Composição – elementos radiodensos</p><p>Como ocorre a formação da imagem?</p><p>A detecção dos raio x é feita em material fotossensível</p><p>RX convencional: folha de acetato + prata revelação</p><p>RX digital:</p><p> Chassi radiográfico CR: detector digital de imagens</p><p> Radiação sinal elétrico - armazenado em um cartucho de imagem</p><p> Cartucho scanner leitura do sinal elétrico imagem</p><p> Mesmo equipamento de radiologia convencional</p><p> Vantagens: rapidez na obtenção da imagem, menor exposição à</p><p>radiação e possibilidade de manipulação digital da imagem</p><p>Como ocorre a formação da imagem?</p><p>RX digital:</p><p> Chassi radiográfico CR: detector digital de imagens</p><p>Como ocorre a formação da imagem?</p><p>RX digital:</p><p> Chassi radiográfico DR: detector direto de imagens</p><p> Radiação diretamente em sinal elétrico - dispensa cartucho</p><p> Detector é colocado diretamente sob o paciente</p><p> Imagem em tempo real</p><p> Maior resolução de imagem</p><p>Quanto mais fótons absorvidos, menor a sensibilização e mais</p><p>branca a imagem</p><p>Como ocorre a formação da imagem?</p><p> Indicações da técnica</p><p>Só para ossos?</p><p> CONTRASTE</p><p> Iodo e bário</p><p> Exame de estruturas ocas</p><p> Avaliação de função</p><p> Obstruções e compressões</p><p>Fatores críticos</p><p>Densidade radiográfica</p><p> Grau de enegrecimento da imagem</p><p> Quanto maior, mais escura a imagem</p><p> Depende da quantidade raio X emitida</p><p> Distância entre o foco e o detector</p><p> Espessura das estruturas do paciente</p><p>Fatores críticos</p><p>Nitidez</p><p> Ponto focal: sempre o menor ponto focal possível – evitar borrões</p><p> Distância tubo e o receptor (DFoFi): Quanto maior for a distância,</p><p>melhor a nitidez</p><p> Distância paciente e o receptor (DOF): Quanto mais afastado o objeto,</p><p>menor a nitidez</p><p> Movimentos voluntários e involuntários do paciente</p><p>Fatores críticos</p><p>Contraste radiográfico</p><p> Diferença das densidades em estruturas adjacentes</p><p> Salientar detalhes anatômicos – nem sempre mais é melhor</p><p> Quanto maior a quilovoltagem (kW), maior a penetração da radiação</p><p>e maior o contraste</p><p>Fatores críticos</p><p>Distorção radiográfica</p><p> Sempre vai haver</p><p> Aumentando a distância do tubo ao receptor</p><p> Diminuindo a distância paciente e o receptor</p><p> Fazendo o alinhamento correto</p><p>Extremamente importante para uma boa imagem</p><p>Contenção adequada</p><p> EPIs</p><p> Sedação?</p><p>Depende do porte do animal projeções inviáveis</p><p> Posicionamento</p><p> Quantidade de tecido</p><p>Pequenos animais</p><p>Decúbito</p><p> Lateral</p><p> Dorsal</p><p> Ventral</p><p>Grandes animais</p><p>Geralmente em estação</p><p>Potros, bezerros e pequenos ruminantes – alguns decúbitos</p><p>Relacionados ao posicionamento</p><p> Importante ter em mente por onde o raio “entra e sai”</p><p>Minimizar sobreposições e distorções</p><p>Maxila e mandíbula – pequenos animais</p><p>Termos utilizados na solicitação de exames</p><p> Ex: radiografia latero-lateral direita do tórax</p><p> Ex: radiografia dorso-palmar esquerdo</p><p> Ex: radiografia crânio-caudal MA direito</p><p>Articulação</p><p>Úmero-</p><p>radioulnar</p><p>Membro</p><p>esquerdo</p><p>Articulação</p><p>escapulo-umeral</p><p>Patela</p>