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<p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:45:15 1/3</p><p>MARCOS PAULO</p><p>MUNIZ FREITAS</p><p>Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 10 (17106)</p><p>Atividade finalizada em 17/09/2024 14:14:24 (2665992 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS SOCIAIS [968281] - Avaliação com</p><p>8 questões, com o peso total de 3,33 pontos [capítulos - 5]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Ciências Sociais - Grupo: FPD-NOVEMBRO/2023 - SGegu0A071123</p><p>[105515]</p><p>Aluno(a):</p><p>91529184 - MARCOS PAULO MUNIZ FREITAS - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 2,08 pontos como nota</p><p>[356189_676</p><p>95]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>“[...] para todo e qualquer indivíduo da chamada ‘periferia colonizada’ do mundo, a</p><p>redefinição da cidadania passa necessariamente pelo remanejamento do espaço</p><p>territorial em todo o alcance dessa expressão”.</p><p>(SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro-brasileira. Rio de Janeiro:</p><p>Imago Ed.; Salvador, BA: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2002; p. 19).</p><p>Sobre as comunidades-terreiros é correto afirmar:</p><p>São espaços de celebração de crenças tradicionais de origem africana. Essas crenças</p><p>se modificaram pouco com o passar dos anos.</p><p>X</p><p>São territórios negros, nos quais os valores de um grupo são reforçados e</p><p>reconstruídos a partir das linguagens e subjetividades em jogo.</p><p>Não podem ser considerados como um espaço de resistência da cultura negra nas</p><p>cidades.</p><p>São lugares de manifestação de um conjunto de crenças que se referem mais a</p><p>costumes enraizados do que, de fato, a uma religião.</p><p>São espaços que resistem às inúmeras tentativas de desconstrução que, no entanto,</p><p>não podem ser interpretadas como racistas.</p><p>[356190_662</p><p>32]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>Acerca do pensamento etnocêntrico, assinale a alternativa correta.</p><p>Possui a pretensão de criar um entendimento sobre a diferença desconsiderando o</p><p>universo sociocultural analisado.</p><p>Tem como consequência violências só de caráter físico.</p><p>Ocorre, conjuntamente ao processo de julgar o outro, uma auto-afirmação. Assim, é</p><p>algo peculiar à algumas sociedades.</p><p>X Busca-se a criação do entendimento do outro a partir do universo cultural desse outro.</p><p>Ocorre, conjuntamente ao processo de julgar a si, uma afirmação do outro. Assim, é</p><p>algo peculiar à algumas sociedades.</p><p>[356191_662</p><p>33]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>Claude Lévi-Strauss foi um importante antropólogo que trouxe para a disciplina um</p><p>pensamento mais sistemático que busca compreender a lógica do pensamento não-</p><p>ocidental. Para o autor, o pensamento indígena assemelha-se e afasta-se ao científico</p><p>nos seguintes pontos:</p><p>O pensamento indígena tem caráter eminentemente mágico, ao contrário da ciência</p><p>ocidental.</p><p>O pensar indígena limita-se a um conhecimento de caráter pragmático, ou seja,</p><p>conhece algo caso esse tenha utilidade.</p><p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:45:15 2/3</p><p>As diferenças se concentram na possibilidade de atuação de cada conhecimento, o</p><p>pensamento ocidental visa atuar somente em sociedades ocidentais, ao contrário do</p><p>pensamento indígena.</p><p>X</p><p>Enquanto a ciência ocidental produz noções universalizantes, a ciência do concreto</p><p>classifica por meio da proximidade da experiência social.</p><p>A ciência ocidental valoriza a experiência social dos grupos particulares, ao passo que</p><p>o pensamento indígena busca a generalidade.</p><p>[356189_676</p><p>97]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>(ENEM-2011)</p><p>TEXTO I:</p><p>TEXTO II</p><p>Em sentido antropológico, não falamos em Cultura, no singular, mas em culturas, no</p><p>plural, pois a lei, os valores, as crenças, as práticas, as instituições variam de</p><p>formação social para formação social. Além disso, uma mesma sociedade, por ser</p><p>temporal e histórica, passa por transformações culturais amplas.</p><p>CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995 (fragmento).</p><p>A concepção que perpassa a imagem e o texto parte da premissa de que o respeito à</p><p>diversidade cultural significa:</p><p>exaltar os elementos de uma cultura.</p><p>X promover a aceitação do outro.</p><p>incentivar a divisão de classes.</p><p>proteger as minorias culturais.</p><p>estimular as religiões monoteístas.</p><p>[356191_662</p><p>30]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>“O outro” é uma questão recorrente na história ocidental, desde os gregos essa figura</p><p>sempre foi pensada. Costumeiramente essa reflexão sobre o outro baseia em uma</p><p>perspectiva denominada etnocêntrica. Assinale a alternativa que contenha uma forma</p><p>historicamente existente de etnocentrismo:</p><p>O avanço das ciências biológicas trouxe, no século XIX e início do XX, uma</p><p>legitimação do racismo utilizando uma base científica, que foi denominada de racismo</p><p>científico que teve expressões famosas como no caso do nazismo alemão.</p><p>A perspectiva romântica do “outro” aparenta ser elogiosa, ao colocar o não-europeu</p><p>como uma figura moralmente boa. No entanto, o processo de concepção dessa</p><p>perspectiva parte de colocar esse outro como maduro intelectualmente.</p><p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:45:15 3/3</p><p>X</p><p>A exotização do “outro” é uma constante no pensamento europeu, como podemos</p><p>perceber que desde o fim do Império Romano foram percebidas como exótico as</p><p>populações indígenas.</p><p>Os gregos antigos possuíam uma visão negativa de outros povos, os denominando de</p><p>selvagens, ou seja, sem a organização política da Grécia.</p><p>O termo infiel começou a ser utilizado na Idade Média, mas sua maior potência foi no</p><p>período do Renascimento, sobretudo quando se tratava da colonização.</p><p>[356189_676</p><p>93]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>A opção que melhor explica a noção de Racionalidade é:</p><p>X</p><p>Significa o conjunto das ações, inteligíveis ou não, que se pode apreender de uma</p><p>cultura.</p><p>Diz respeito especificamente à capacidade de se construir um pensamento científico.</p><p>Se refere a uma prática inerente ao mundo ocidental.</p><p>Significa uma maneira de agir fundamentada em um tipo de conhecimento científico.</p><p>Diz respeito às práticas inteligíveis, dotadas de sentido, que são elaboradas no interior</p><p>de uma cultura.</p><p>[356190_662</p><p>39]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Roberto DaMatta (1987) comenta que se pode [...] ver uma sociedade de formigas em</p><p>funcionamento. Mas formigas não produzem obras de arte que marquem diferenças</p><p>entre formigueiros específicos. Em outras palavras, embora a ação das formigas</p><p>modifique o ambiente − sabemos que elas são, em muitos casos, uma praga − esse</p><p>ambiente é modificado sempre do mesmo modo e com o uso das mesmas matérias</p><p>químicas, caso se trate de uma mesma espécie de formigas.</p><p>Com esse exemplo, o antropólogo afirma que</p><p>não é possível falar em cultura entre os animais, pois estes não apresentam qualquer</p><p>divisão de trabalho, sexo e idade.</p><p>não se pode falar em cultura entre as formigas, mas sim entre alguns animais que</p><p>possuem a capacidade de construir relações simbólicas e estéticas.</p><p>X</p><p>é possível falar em sociedade de formigas (e de outros animais sociais), mas não de</p><p>cultura em qualquer sociedade que não seja humana.</p><p>é possível falar em culturas entre as formigas, embora estas sejam mais estáticas que</p><p>as culturas humanas.</p><p>não se pode falar de sociedade nem de cultura entre animais, pois estes não</p><p>constroem qualquer tipo de relação baseada na coletividade.</p><p>[356189_676</p><p>94]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>Conforme a seção “A Ciência do Concreto”, magia e ciência podem ser consideradas</p><p>semelhantes por:</p><p>Serem consideradas estratégias de perseguição à verdade.</p><p>Elaborarem conceitos, sem os quais o pensamento investigativo não existiria.</p><p>Pela escolha estética que realizam na classificação e ordenamento das coisas.</p><p>Somente pelo fato de procurarem estabelecer relações causais entre os fenômenos.</p><p>X Operarem a partir da classificação e o do ordenamento das coisas conhecidas.</p>