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<p>é necessário o uso de um endereço, visto que todos estão</p><p>ligados em uma rede bidirecional em barramento. Cada escravo terá um endereço, que pode variar de 1 a 247. Logo, até 247</p><p>escravos podem ser utilizados em uma rede desse tipo.</p><p>• MODBUS RTU: Todos os dados do quadro são transmitidos em binário, seguidos de um CRC. O modo RTU também é</p><p>chamado de ModBus-B ou Modbus binário e é o modo preferencial.</p><p>• MODBUS ASCII: As mensagens contêm dados do quadro codi�cados em ASCII.</p><p>Os dados no protocolo MODBUS são enviados por meio de um quadro de dados, que é formado pelos seguintes campos:</p><p>Quadro do mestre</p><p>• Endereço (ou Address): neste é de�nido o endereço do escravo desejado, de 1 a 247, ou é utilizado 0 para que o comando</p><p>chegue a todos os escravos, broadcast.</p><p>• Código de função (ou Function Code): determina um dado comando de leitura ou escrita no escravo.</p><p>• Dados (ou Data): dados a serem escritos no escravo caso o comando seja de escrita, ou dados especí�cos de leitura caso</p><p>o comando seja de leitura.</p><p>• Palavra de controle (ou CRC): dois bytes calculados para detectar erros de transmissão, utilizando CRC-16. Esse valor é</p><p>calculado a partir de todos os grupos de 16 bits (2 bytes) do quadro, excluindo obviamente o próprio CRC. No escravo,</p><p>esse valor é calculado outra vez e comparado ao valor enviado.</p><p>Quadro do escravo</p><p>• Dados (ou Data): dados solicitados ao escravo caso o comando executado tenha sido de leitura, ou o eco do valor escrito</p><p>caso o comando tenha sido de escrita.</p><p>• Palavra de controle (ou CRC): dois bytes calculados para detectar erros de transmissão, utilizando CRC-16. Esse valor é</p><p>calculado a partir de todos os grupos de 16 bits (2 bytes) do quadro, excluindo obviamente o próprio CRC. No mestre, este</p><p>valor é calculado outra vez e comparado ao valor enviado.</p><p>Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online</p><p>Exemplo</p><p>Exemplos de códigos de funções:</p><p>0 x 05 – (Write Single Coil) - Altera o estado de uma saída digital;</p><p>0 x 02 – (Read Input Status) - Lê um número variável de entradas digitais;</p><p>0 x 06 – (Write Single Register) - Altera o estado de uma saída analógica;</p><p>0 x 03 – (Read Holding Registers) - Lê um número variável de saídas analógicas ou memórias;</p><p>0 x 04 – (Read Input Registers) – Lê um número variável de entradas analógicas.</p><p>1. Em uma rede industrial na qual é utilizado o protocolo HART sobre um circuito 4-20mA, foi aferido o valor de corrente de 1mA</p><p>na rede. O que pode ser a�rmado sobre essa rede?</p><p>a) Não existe sinal sendo enviado pela rede.</p><p>b) Existem poucos instrumentos ligados na rede.</p><p>c) Os dispositivos de campo devem estar com um consumo alto de energia.</p><p>d) Existe uma falha no circuito, visto que a corrente mínima deve ser de 4mA.</p><p>e) A rede está transmitindo o bit 0.</p><p>2. O protocolo HART foi criado inicialmente como um protocolo proprietário. Porém, a partir de determinado ano, o protocolo</p><p>passou a ser oferecido como um protocolo aberto, o que incentivou o aumento do uso em indústrias. Qual foi o ano que esse</p><p>protocolo passou a ser oferecido de maneira livre?</p><p>a) 1980.</p><p>b) 1970.</p><p>c) 1990.</p><p>d) 2000.</p><p>e) 1979.</p><p>3. No protocolo HART os bits são transferidos na forma de modulação do sinal em frequência; sendo 2400 Hz a frequência</p><p>para o bit 0, qual é frequência para o bit 1?</p><p>a) 2400 Hz.</p><p>b) 1200 Hz.</p><p>c) 3600 Hz.</p><p>d) 100 Hz.</p><p>e) 240 Hz.</p><p>4. Um dos itens do quadro de dados utilizado no protocolo MODBUS é o código de função. Esse código indica ao escravo o que</p><p>deve ser feito. Qual dos códigos abaixo altera o estado de uma saída digital?</p><p>a) 0 x 06.</p><p>b) 0 x 05.</p><p>c) 0 x 01.</p><p>d) 0 x 04.</p><p>e) 0 x 07.</p><p>5. Uma questão importante a ser veri�cada durante o processo de comunicação é a ocorrência de erros. Para tal, existe no</p><p>quadro de dados do protocolo MODBUS um campo especí�co para isso.</p><p>Qual é esse campo?</p><p>a) Campo de endereço.</p><p>b) Campo do código de função.</p><p>c) Campo de dados.</p><p>d) Campo informativo.</p><p>e) Campo da palavra de controle.</p><p>BORGES, J. F. Redes industriais de comunicação. In: Apostila do curso de Fundamentos de Redes Industriais e Aplicações.</p><p>International. Society of Automation. ISA. Vitória: 2009.</p><p>CASSIOLATO, C.; TORRES, L. H. B.; PADOVAN, M. A. Pro�bus – descrição técnica, 2012.</p><p>FERNANDEZ, M. P. Redes de Computadores. 1. ed. Fortaleza: UAB/UECE, 2015.</p><p>HART COMMUNICATION FOUNDATION. Sobre o Protocolo HART, 2012.</p><p>SARMENTO, A. Redes industriais e sistemas supervisórios. Disponível em: //www.andresarmento.com/estacio/estudo/.</p><p>Acesso em: 6 set. 2019.</p><p>• Protocolo PROFBUS;</p><p>• Protocolo INTERBUS.</p><p>Pesquise na internet sites, vídeos e artigos relacionados ao conteúdo visto.</p><p>Em caso de dúvidas, converse com seu professor online por meio dos recursos disponíveis no ambiente de aprendizagem.</p><p>javascript:void(0);</p><p>javascript:void(0);</p>é necessário o uso de um endereço, visto que todos estão ligados em uma rede bidirecional em barramento. Cada escravo terá um endereço, que pode variar de 1 a 247. Logo, até 247 escravos podem ser utilizados em uma rede desse tipo. • MODBUS RTU: Todos os dados do quadro são transmitidos em binário, seguidos de um CRC. O modo RTU também é chamado de ModBus-B ou Modbus binário e é o modo preferencial. • MODBUS ASCII: As mensagens contêm dados do quadro codi�cados em ASCII. Os dados no protocolo MODBUS são enviados por meio de um quadro de dados, que é formado pelos seguintes campos: Quadro do mestre • Endereço (ou Address): neste é de�nido o endereço do escravo desejado, de 1 a 247, ou é utilizado 0 para que o comando chegue a todos os escravos, broadcast. • Código de função (ou Function Code): determina um dado comando de leitura ou escrita no escravo. • Dados (ou Data): dados a serem escritos no escravo caso o comando seja de escrita, ou dados especí�cos de leitura caso o comando seja de leitura. • Palavra de controle (ou CRC): dois bytes calculados para detectar erros de transmissão, utilizando CRC-16. Esse valor é calculado a partir de todos os grupos de 16 bits (2 bytes) do quadro, excluindo obviamente o próprio CRC. No escravo, esse valor é calculado outra vez e comparado ao valor enviado. Quadro do escravo • Dados (ou Data): dados solicitados ao escravo caso o comando executado tenha sido de leitura, ou o eco do valor escrito caso o comando tenha sido de escrita. • Palavra de controle (ou CRC): dois bytes calculados para detectar erros de transmissão, utilizando CRC-16. Esse valor é calculado a partir de todos os grupos de 16 bits (2 bytes) do quadro, excluindo obviamente o próprio CRC. No mestre, este valor é calculado outra vez e comparado ao valor enviado. Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online Exemplo Exemplos de códigos de funções: 0 x 05 – (Write Single Coil) - Altera o estado de uma saída digital; 0 x 02 – (Read Input Status) - Lê um número variável de entradas digitais; 0 x 06 – (Write Single Register) - Altera o estado de uma saída analógica; 0 x 03 – (Read Holding Registers) - Lê um número variável de saídas analógicas ou memórias; 0 x 04 – (Read Input Registers) – Lê um número variável de entradas analógicas. 1. Em uma rede industrial na qual é utilizado o protocolo HART sobre um circuito 4-20mA, foi aferido o valor de corrente de 1mA na rede. O que pode ser a�rmado sobre essa rede? a) Não existe sinal sendo enviado pela rede. b) Existem poucos instrumentos ligados na rede. c) Os dispositivos de campo devem estar com um consumo alto de energia. d) Existe uma falha no circuito, visto que a corrente mínima deve ser de 4mA. e) A rede está transmitindo o bit 0. 2. O protocolo HART foi criado inicialmente como um protocolo proprietário. Porém, a partir de determinado ano, o protocolo passou a ser oferecido como um protocolo aberto, o que incentivou o aumento do uso em indústrias. Qual foi o ano que esse protocolo passou a ser oferecido de maneira livre? a) 1980. b) 1970. c) 1990. d) 2000. e) 1979. 3. No protocolo HART os bits são transferidos na forma de modulação do sinal em frequência; sendo 2400 Hz a frequência para o bit 0, qual é frequência para o bit 1? a) 2400 Hz. b) 1200 Hz. c) 3600 Hz. d) 100 Hz. e) 240 Hz. 4. Um dos itens do quadro de dados utilizado no protocolo MODBUS é o código de função. Esse código indica ao escravo o que deve ser feito. Qual dos códigos abaixo altera o estado de uma saída digital? a) 0 x 06. b) 0 x 05. c) 0 x 01. d) 0 x 04. e) 0 x 07. 5. Uma questão importante a ser veri�cada durante o processo de comunicação é a ocorrência de erros. Para tal, existe no quadro de dados do protocolo MODBUS um campo especí�co para isso. Qual é esse campo? a) Campo de endereço. b) Campo do código de função. c) Campo de dados. d) Campo informativo. e) Campo da palavra de controle. BORGES, J. F. Redes industriais de comunicação. In: Apostila do curso de Fundamentos de Redes Industriais e Aplicações. International. Society of Automation. ISA. Vitória: 2009. CASSIOLATO, C.; TORRES, L. H. B.; PADOVAN, M. A. Pro�bus – descrição técnica, 2012. FERNANDEZ, M. P. Redes de Computadores. 1. ed. Fortaleza: UAB/UECE, 2015. HART COMMUNICATION FOUNDATION. Sobre o Protocolo HART, 2012. SARMENTO, A. Redes industriais e sistemas supervisórios. Disponível em: //www.andresarmento.com/estacio/estudo/. Acesso em: 6 set. 2019. • Protocolo PROFBUS; • Protocolo INTERBUS. Pesquise na internet sites, vídeos e artigos relacionados ao conteúdo visto. Em caso de dúvidas, converse com seu professor online por meio dos recursos disponíveis no ambiente de aprendizagem. javascript:void(0); javascript:void(0);