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<p>18</p><p>SISTEMA DE ENSINO SEMIPRESENCIAL</p><p>SUPERIOR EM PEDAGOGIA</p><p>DANIELA VIANA DE CARVALHO</p><p>DEBORA LIMA DE SOUSA</p><p>MARIA DO SOCORRO DE OLIVEIRA</p><p>VANESSA DE MACEDO BARBOSA</p><p>AS PRÁTICAS DE LEITURA EM UMA CLASSE HOSPITALAR</p><p>Campo Maior</p><p>2020</p><p>DANIELA VIANA DE CARVALHO</p><p>DEBORA LIMA DE SOUSA</p><p>MARIA DO SOCORRO DE OLIVEIRA</p><p>VANESSA DE MACEDO BARBOSA</p><p>AS PRÁTICAS DE LEITURA EM UMA CLASSE HOSPITALAR</p><p>Trabalho do Curso Superior em Pedagogia da Universidade Pitágoras – UNOPAR, apresentado como requisito parcial para a obtenção de média nas disciplinas Aprendizagem de Ciências Naturais, Aprendizagem de Língua Portuguesa, Aprendizagem da Matemática, Aprendizagem de Geografia e História, Pedagogia em Espaços não escolares Estágio Curricular em Pedagogia III Gestão Educacional e Espaços não Escolares. TUTORA A DISTANCIA: Helen Cristina Palhano Dias Muniz</p><p>CAMPO MAIOR PI</p><p>2020</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO 4</p><p>DESENVOLVIMENTO 5</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS 13</p><p>REFERÊNCIAS 14</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>“A “Produção Textual Interdisciplinar em Grupo (PTG) proposta tem como tema” As práticas de leitura em uma classe hospitalar”, que faz referências aos conteúdos das disciplinas de Didática da História e Geografia, Didática do Ensino de Ciências, Educação em Ambientes não Escolares, Fundamentos da Gestão em Educação e Prática pedagógica: Infância e suas Linguagens.</p><p>Auxiliará no desenvolvimento das competências requeridas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação, na promoção da aplicação da teoria e conceitos para a solução de problemas práticos relativos à profissão e direcionar o estudante de pedagogia para a busca do raciocínio crítico e a emancipação intelectual.</p><p>O objetivo principal da PTG é desenvolver um texto sobre a temática baseado na Situação Geradora de Aprendizagem (SGA) aonde a professora Laura foi convidada a trabalhar em uma classe hospitalar e deve desenvolver um projeto de leitura nesse ambiente. No entanto Laura ficou muito pensativa, pois é uma professora que leciona no período da manhã, no Estado de Minas Gerais do Ensino Fundamental e não tem experiência, mas resolveu aceitar o desafio.</p><p>Assim, tem-se que é preciso incentivar a leitura sempre, permitindo que a criança sonhe, desenvolva sua imaginação, sua criatividade, sejam incentivadas e motivadas para que se transformem na sua longa caminhada. A criança ainda deve ser ouvida e valorizada pelos seus professores para ter dentro de si uma linda história seja uma fábula com sua moralidade ou mesmo um conto de fadas embutidas em vários sentimentos que certamente são vivenciados com sabedoria.</p><p>DESENVOLVIMENTO</p><p>Analisando a Situação Geradora de Aprendizagem (SGA) aonde a professora Laura foi convidada para atuar em uma classe hospitalar e com as orientações da direção do hospital pensou no trabalho com um projeto sobre leitura, tem-se que ela pode fazer uma projeto voltado para crianças em suas várias series, de 6 a 10 anos de idade. Laura, antes de iniciar as atividades estudou um pouco sobre as classes hospitalares.</p><p>Segundo Barros (2007), os primeiros passos da classe hospitalar em hospitais, bem antes de ter esta nomenclatura, foram na década dos anos 30 com a inauguração da primeira escola para crianças inadaptadas, nos arredores de Paris.</p><p>Verifica-se assim, que a pedagogia hospitalar não é muito recente, embora há pouco tempo notaram a importância da qualidade de vida e que para que isso aconteça o acesso à educação deve ser facilitado e mediado por profissionais aptos e capacitados, para que ocorra uma aprendizagem significativa a todos que necessitam e tenham direito.</p><p>O CNEFEI (Centro Nacional de Estado e de Formação para a Infância Inadaptada) tem como missão mostrar a sociedade que a escola não é um espaço fechado e sim o encontro de sujeito com o novo saber, segundo Matos e Mugiatti (2008).</p><p>Depois disso outros hospitais no Brasil começaram a inserir a pedagogia hospitalar, buscando humanizar e levar aos pacientes, mesmo que seja em um ambiente de hospital, o respeito e a valorização. Foram surgindo várias organizações que ajudam a dar um melhor sentido e parâmetro necessários, para que o trabalho seja realizado com êxito. Portanto, a pedagogia hospitalar na visão de Matos e Mugiatti (2008, p. 77), é um processo de educação organizada que transcende aos parâmetros usualmente adotados.</p><p>Sampaio (2004, p.69) diz que:</p><p>Educar é dar sentido às práticas e atos do cotidiano. É mais que desenvolver a inteligência e habilidades. É fazer do indivíduo um ser útil à sociedade e ao mundo. É através dessa missão que a educação irá ganha importância e credibilidade no seio da sociedade.</p><p>Dessa forma, pode-se entender que o trabalho com o projeto de leitura fará com que Laura obtenha resultados positivos. A Literatura é um grande recurso pedagógico, e que se trabalhado da forma correta ele traz inúmeras possibilidades de formação do indivíduo.</p><p>E desenvolver essa prática em ambientes não escolares é colocar na prática pedagógica mais conhecimentos, pois conforme afiram Souza, Teles e Soares (2017, p. 244):</p><p>Ensinar no contexto hospitalar é totalmente possível. Cabe ao educador possibilitar ao aluno-paciente uma interação constante com o conhecimento que será orientado e articulado. Além disso, o pedagogo é responsável propiciar meios para que o discente se envolva nesse processo, entendendo que é um grande colaborador indispensável para sua recuperação</p><p>A prática da apresentação de histórias é um momento prazeroso para a maioria das crianças. Por meio da apresentação de histórias, a criança desenvolve seu cognitivo, a sua imaginação a produção da escrita, onde a criança se identifica com os personagens dessas histórias.</p><p>É sabido que precisa ter uma preparação anterior que pode impactar no pensamento da criança, retirando dela sorrisos e brilho nos olhos e ainda sua atenção. Deve-se ter o cuidado em dispor com antecedência uma preparação como cita Abramovich (2005).</p><p>E no ambiente hospitalar a criança também tem os mesmos direitos em relação a educação. Na Resolução número 71 de 22 de dezembro de 2016, no Artigo 1º fica assegurado:</p><p>As crianças e adolescentes em idade escolar, impossibilitados de frequentar as aulas, em razão de problema de saúde que implique internação hospitalar ou atendimento ambulatorial contínuo, para tratamento de doenças crônicas que dificultam seu comparecimento regular à escola, terão atendimento educacional especializado em ambiente hospitalar, na conformidade das normas e procedimentos contidos na presente resolução (BRASIL, 2016).</p><p>Ainda no Artigo 3º é mencionado que o trabalho pedagógico que é desenvolvido nas Classes Hospitalares deverá possuir características adequadas às necessidades dos alunos e às especificidades do atendimento que é realizado nesse ambiente (BRASIL, 2016).</p><p>Assim, para que se atue em classes hospitalares é preciso ter alguns cuidados, pois as crianças internadas têm suas especificidades e as formações do professor são muito importantes. Para que possa atuar em classe hospitalar corresponde ao início à formação em nível superior de pedagogia, devendo se constituir de preferência em educação especial.</p><p>Portanto a formação do professor para que atue nesses espaços é de extrema importância, pois o pedagogo é um mediador na restauração dos laços da criança hospitalizada com o cotidiano escolar, fazendo intervenções para uma melhor interação, valorizando as suas aptidões, com respeito aos limites clínicos de cada criança (VASCONCELOS, 2015).</p><p>O ato de contar histórias promove a interação e instiga a imaginação da criança, importante para a sua formação, uma vez que escutar histórias é o início da aprendizagem para ser leitor e ter uma abertura de descobertas e de entendimento do seu entorno (ABRAMOVICH, 2005).</p><p>No que diz respeito à leitura, o primeiro contato da criança com um texto é feito oralmente, através da</p><p>voz da mãe, do pai ou dos avós, contando contos de fadas, trechos da Bíblia, histórias inventadas, livros atuais e curtinhos.</p><p>Assim, a professora Laura entende que a parceria da família é muitíssimo importante, pois ler histórias para as crianças é poder sorrir com as situações vividas pelos personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade, é encontrar outras ideias para solucionar questões da história, é uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos e assim, esclarecer melhor as próprias dificuldades ou encontrar um caminho para a resolução delas.</p><p>Para se trabalhar a literatura é importante que a interdisciplinaridade impõe uma nova consciência de ensino voltada para uma comunicação integradora dos programas de estudo das disciplinas. Essa interdisciplinaridade só é possível quando todos os atores da educação estão envolvidos e dispostos a entender de fato a interdisciplinaridade, pois esta não é apenas junção de disciplinas, mas sim uma ousadia de conhecimento, uma compreensão do aprendizado, além de requerer criatividade e planejamento (FAZENDA, 2008).</p><p>Assim sendo, Mustifaga e Goettms (2008, p. 201) mencionam qu é imprescindível que os pedagogos se inteirem sobre o conhecimento de mundo e conhecimento prévio dos alunos no momento de selecionar textos e sempre pensar em criar condições e possibilidades para ampliar esses conhecimentos, isso quer dizer que se parte do conhecido para chegar ao desconhecido e não se vai diretamente ao desconhecido.</p><p>PROPOSTA</p><p>TEMA</p><p>Trabalhando com o livro de História: Branca de Neves e os Sete anões</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>Ao trabalhar num ambiente hospitalar, com crianças internadas e afastadas do seu convívio social, o professor deve respeitar o estado biopsicossocial do aluno, praticando a escuta sensível e desenvolvendo competências que não se restringem apenas aos saberes e domínio dos conteúdos a serem trabalhados, mas estas influenciam a prática e possibilita um fazer pedagógico baseado na ação-reflexão-ação diante do aluno-paciente.</p><p>Assim, o trabalho com histórias é um grande aliado, pois as histórias colaboram para que a criança aprenda com suas dificuldades e aprendam a superar os dilemas do cotidiano, já que quando ouvem uma história suas emoções e ansiedades estão sendo trabalhadas. Uma história ainda é capaz de trabalhar o cognitivo das crianças, fazendo com que ela exercite seu pensamento, buscando soluções que afligem seus conflitos internos.</p><p>Matos e Paula (2011, p 7491) menciona que em um projeto realizado em um hospital, pelas mesmas, a história foi bem aceita pelas crianças e adolescentes, que participaram ativamente da mesma. É preciso destacar que, no início, eles estavam um pouco tímidos, mas depois foram se soltando. Enquanto eles ouviam a história, contemplavam as imagens do livro.</p><p>Dessa forma, esse projeto justifica-se pela importância das histórias no cotidiano das crianças e a escolha da história se deu pelo fato de ser uma história conhecida dos alunos.</p><p>OBJETIVO GERAL</p><p>Explorar as contribuições que as histórias infantis trazem para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional da criança, propiciando situações que leve o aluno a transformar as informações transmitidas na história em conhecimentos, por meio de atividades orais, escritas e lúdicas.</p><p>OBJETIVOS ESPECIFÍCOS</p><p>· Trabalhar o tema amizade,</p><p>· Desenvolver o senso crítico e a imaginação da criança;</p><p>· Ampliar o vocabulário da criança;</p><p>· Ampliar o processo de ensino aprendizagem;</p><p>· Colaborar para a alfabetização e o processo de letramento dos alunos.</p><p>METODOLOGIA</p><p>A professora iniciará com a pergunta se conhecem a história da Branca de Neve e os Sete anões. Fará perguntas se conhecem ou não a história e sobre os personagens e também sobre os nomes dos anões. Após conversar com as crianças, apresentará os fantoches das personagens. Chamará alguns alunos ou apenas o aluno atendido na classe hospitalar para auxiliá-la, levando em conta que são muitos personagens. Logo após a apresentação de todos os fantoches, ela iniciará a contação da história.</p><p>A professora fará entonações na voz e marcações no texto oral para melhor passar o emocional a história.</p><p>Em outro momento, a professora explicará para os alunos que pretende fazer um teatro musical com eles sobre essa história.</p><p>A professora trabalhará com o nome da história e com o nome dos sete anões, enfatizando a alfabetização e letramento;</p><p>BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES</p><p>1 – DENGOSO 2 – ZANGADO 3 – DUNGA 4 – FELIZ 5 – ATCHIM 6 - MESTRE 7 - SONECA</p><p>Nesse dia a professora apresentará as músicas da Branca de neve e os sete anões no vídeo do Youtube à história dramatizada.</p><p>Em um próximo momento, a professora irá realizar novamente a leitura compartilhada da história, sempre mostrando as ilustrações contidas no livro para que os alunos possam estar visualizando as gravuras.</p><p>Após a leitura compartilhada, a professora irá propor uma roda de conversa para que os alunos exponham suas opiniões acerca das atitudes tomadas pelos personagens, o desenrolar da trama, o fato que mais chamou a atenção etc. Após a roda de leitura, os alunos serão divididos em grupos e cada grupo irá ilustrar um personagem da história.</p><p>Findada a atividade de leitura e interpretação, cada aluno receberá uma folha impressa contendo o seguinte desafio dependendo da idade e d, da maturidade e da escolaridade dos alunos.</p><p>a) Represente as quantidades pintando os quadradinhos nas figuras abaixo:</p><p>Anões:</p><p>Quantidade de maçãs que a Branca de Neve recebeu da bruxa</p><p>b) Complete com as letras que estão faltando e indique qual deles foi usado pela bruxa para enfeitiçar Branca de Neve, e que também é um objeto utilizado</p><p>em nossos hábitos de higiene: 1 : --- A Ç --- / 2 : Á R – O -- -- /</p><p>Após o desafio, os alunos receberão uma folha impressa contendo um desenho, e também as letras móveis que devidamente organizadas, formarão seu respectivo nome, para que os alunos as recortem e colem, formando o nome da figura:</p><p>Recorte as letras abaixo e escreva o nome deste personagem da história:</p><p>Ao final do trabalho com a história da Branca de Neve e os sete anões, a professora irá propor aos alunos que escutem as músicas da historinha Disponível em: https://www.ouvirmusica.com.br//branca-de-neve-e-os-sete-anoes/</p><p>RECURSOS DIDÁTICOS</p><p>Livro da história Branca de Neve e os Sete Anões; Fantoches da história da Branca de Neve e os Sete Anões; Tesoura cola tinta guache, caneta, lápis, folhas de sulfite, caderno, lousa, giz, apagador.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>A avaliação será contínua, baseada na observação, na participação e no interesse dos alunos durante a realização das atividades propostas, em especial no processo de alfabetização e letramento.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>DISNEY. Branca de Neve e os Sete anões, São Paulo: Babel, 2011.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Por meio da realização do PTG pode ser verificado que a interdisciplinaridade é uma das ferramentas que se pode utilizar para que se tenha uma aprendizagem significativa em uma classe hospitalar.</p><p>Ainda pode se dizer com o estudo para o desenvolvimento da PTG que utilizar conteúdos da alfabetização e letramento, com literatura, revela a realidade de vivência para os alunos é uma das ferramentas básicas da educação, em especial quando se está em um ambiente não escolar, como é o caso de classes hospitalares.</p><p>É preciso que o professor que atue nesses ambientes para que se obtenha melhores resultados, pois conhecer e representar a realidade e a sua vivência pode estar no trabalho com leitura e as imagens que as crianças fazem desde muito pequenas, desde os primeiros traçados, das primeiras brincadeiras, das primeiras composições, e também de muitos adultos que muitas vezes sabe que conhecer é ainda sinônimo de significação, de denominação.</p><p>Pode ser verificado que é importante trabalhar com leituras e histórias, pois estas fazem parte do cotidiano dos alunos. Foi possível verificar que é muito</p><p>importante que os professores façam do momento de contação de histórias um momento único para a criança, pois por meio desse momento a criança pode ter prazer na leitura e se identificar com os contos de fadas e com as fábulas e encontrar respostas para muitas de suas emoções, sabendo como lidar com essas situações.</p><p>A SGA contanto sobre a situação da professora Laura, foi um grande incentivo para a reflexão da interdisciplinaridade, da literatura infantil e da atuação do professor em ambientes não escolares, culminando no projeto de leitura.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BARROS, Alessandra Santana Soares e. Contribuições da educação profissional em saúde à formação para o trabalho em classes hospitalares. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/ccedes/v27n73/02.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2020.</p><p>BRASIL. Resolução número 71 que dispõe sobre o atendimento escolar a alunos em ambiente hospitalar e dá providências correlatas.22 de dezembro de 2016.</p><p>CONDURÚ, Marise Teles; SANTOS, Ana Cristina da S. A contribuição da literatura infantil no desenvolvimento da criança: um estudo de caso no Projeto Literatura da Biblioteca do SESC DOCA. RICI:Revista Ibero-americana da Ciência e Informação, Brasília, v. 11, n. 2, p. 410 - 430, maio/agosto 2018.</p><p>DISNEY. Branca de Neve e os Sete anões, São Paulo: Babel, 2011.</p><p>FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. (org.) O Que é interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez, 2008.</p><p>MATOS, Elizete Lúcia Moreira. MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira de Freitas. Pedagogia hospitalar: a humanização integrando educação e saúde. 3 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.</p><p>MUSTIFAGA, Maria Bernadete; GOETTMS, Juliane. Leitura significativa: prática em todas as disciplinas do currículo escolar. Visão Global, Joaçaba, v. 11, n. 2, p. 195-216, jul./dez. 2008</p><p>SOUSA, Alanne Cruz; TELES, Damaris Araújo; SOARES, Maria Perpétua do Socorro Bezerra. Pedagogia Hospitalar: a relevância da atuação do pedagogo. Revista Educação e Emancipação, São Luís, v. 10, n. 3, set/dez.2017.</p><p>VASCONCELOS, Sandra Maia Farias. Histórias de formação de professores para a Classe Hospitalar. Revista Educação Especial. Vol. 28. N. 51. 2015. Disponível: https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/9118 Acesso em: 15 mar. 2020.</p><p>image2.png</p><p>image1.jpeg</p>