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UNIDADE I
Teorias do Texto
Prof. Milton Junior
 Desenvolver e aperfeiçoar a competência linguística.
 Desenvolver a capacidade de análise e de identificação de diferentes 
possibilidades de discurso nas modalidades oral e escrita.
 Aprofundar o conhecimento e as possibilidades de textualidade.
 Refletir sobre o funcionamento da língua nas diversas situações de interação.
 Assegurar ao aluno/futuro professor a reflexão e o estudo de questões relevantes 
para o ensino-aprendizagem da língua.
Objetivos
Linguística estrutural: 
 Saussure;
 unidades mínimas: fonemas, morfemas.
Linguística gerativo-transformacional:
 Chomsky;
 unidade mínima: oração.
Linguística textual:
 Van Dijk;
 unidade mínima: texto. 
Linguística
 Surge na Europa, na década de 1960, como resultado de inquietações em torno 
das perspectivas teórico-metodológicas até então adotadas para a análise de 
frases/textos (Estruturalismo e Gerativismo).
Linguística textual
 Ir além dos limites da frase.
 Reintegrar o sujeito e a situação sociocomunicativa. 
Desenvolver e ampliar o estudo do texto:
 modalidades oral e escrita;
 organização estrutural;
 processamento cognitivo e
 funcionamento sociointeracional.
Linguística textual
Com enfoques teóricos bastante diversos entre si: 
 a análise transfrástica, 
 a gramática de texto e 
 a teoria do texto.
Pode-se dividir em três fases 
1ª fase: transfrástica:
 Parte-se da frase para o texto.
 Relações estabelecidas entre as frases e os períodos, 
de forma que construam uma unidade de sentido.
Fases da linguística textual
2ª fase da gramática textual:
 Objetivo de criar gramáticas textuais.
 Texto: sistema uniforme, estável e abstrato.
Charolles – três capacidades: 
 1ª – a capacidade formativa: produzir e compreender.
 2ª – a capacidade transformativa: reformular, parafrasear e resumir.
 3ª – a capacidade qualificativa: reconhecer e tipificar narração, descrição, 
argumentação.
Fases da linguística textual
 A constituição, o funcionamento, a produção e a compreensão dos textos em uso.
 Contexto pragmático: condições externas da produção, recepção e interpretação 
dos textos.
 Texto: produto formal, pronto e acabado (ideal), passa a ser entendido como um 
processo (real) em funcionamento.
3ª fase da teoria do texto
I. Em um primeiro momento (fase transfrástica), o texto é concebido como:
 “uma sequência pronominal ininterrupta”;
 “uma sequência coerente de enunciados”;
 “forma de organização do material linguístico”;
 “unidade linguística superior à frase”.
Exemplo: “Paulo foi ao cinema. Ele não gostou do filme.”
Conceito de texto
II. Em um segundo momento (fase da gramática textual), o texto é concebido como:
 “complexo de proposições sintático-semânticas”(apresenta um conjunto 
de conteúdos);
 “estrutura pronta e acabada”;
 “produto de uma competência linguística idealizada” (ênfase no aspecto formal 
do texto – extensão e constituintes);
 “maior unidade linguística, com uma sequência coerente e consistente de signos 
linguísticos”.
Conceito de texto
 Texto: “sequências linguísticas coerentes entre si”.
 Não texto: “sequências linguísticas incoerentes entre si”.
Exemplo: Subi a porta e fechei a escada.
Tirei minhas orações e recitei meus sapatos.
Desliguei a cama e deitei-me na luz.
Texto
III. Em um terceiro momento:
 O texto não pode ser entendido como uma estrutura pronta e acabada, um 
produto, mas como um processo com atividades globais de comunicação –
planejamento, verbalização e construção.
Exemplo: Subi a porta e fechei a escada.
Tirei minhas orações e recitei meus sapatos.
Desliguei a cama e deitei-me na luz
Tudo porque
Ele me deu um beijo de boa noite...
Conceito de texto
Tratando-se da linguística, podemos afirmar que:
a) É uma ciência cujo único objeto é o texto.
b) É uma ciência com três mudanças (paradigmas), e cada uma preocupou-se 
em conceituar o texto.
c) É uma ciência cujo objeto de estudo delimitou-se apenas ao falante e à maneira 
deste usar a língua.
d) É uma ciência que se firmou com o estudo sobre o uso concreto da língua.
e) É uma ciência que, desde sua fundação, mudou de objeto, do fonema até o texto. 
Interatividade
Tratando-se da linguística, podemos afirmar que:
a) É uma ciência cujo único objeto é o texto.
b) É uma ciência com três mudanças (paradigmas), e cada uma preocupou-se 
em conceituar o texto.
c) É uma ciência cujo objeto de estudo delimitou-se apenas ao falante e à maneira 
deste usar a língua.
d) É uma ciência que se firmou com o estudo sobre o uso concreto da língua.
e) É uma ciência que, desde sua fundação, mudou de objeto, do fonema até o texto. 
Resposta
A produção textual é uma atividade verbal:
 o falante/ouvinte pratica ações, atos de fala;
 há sempre um objetivo a ser atingido;
 os enunciados são dotados de certa força (atos): saudação, pergunta, asserção, 
solicitação, convite, despedida;
 esses atos estão inseridos em contextos situacionais, sociocognitivos e culturais.
Definição de texto I
A produção textual é uma atividade verbal consciente:
 o falante/ouvinte tem objetivos e intenções – ele sabe o que faz, 
como faz e porque faz;
 o sujeito/falante tem um papel ativo na produção textual – dizer é fazer;
 há uma consciência no uso do conhecimento, elementos linguísticos e fatores 
pragmáticos e interacionais.
Definição de texto II
A produção textual é uma atividade verbal, consciente e interacional:
 O texto é o produto da interação entre falante/ouvinte, autor/leitor.
 Os interlocutores estão obrigatoriamente envolvidos nos processos de construção 
e compreensão do texto.
Definição de texto III
Bakhtin (1929) – para ele, a palavra:
 comporta duas faces: procede de alguém e se dirige para alguém;
produto da interação (locutor + ouvinte);
 serve de expressão a um em relação ao outro: defino-me em relação ao outro 
(à coletividade);
 é uma espécie de ponte lançada entre mim e os outros;
 “é o território comum do locutor e do interlocutor”.
Definições de texto de diferentes autores
Koch (1997) – para a autora, o texto: 
é uma manifestação verbal, constituída de elementos linguísticos selecionados 
e ordenados pelos falantes durante a atividade verbal, e envolve:
 interação (eu + outro);
 conteúdos semânticos;
 processos e estratégias de ordem cognitiva.
 interação (ou atuação) de acordo com práticas socioculturais.
Definições de texto de diferentes autores
Marcuschi (1983) – a linguística do texto:
 estuda as operações linguísticas e cognitivas reguladoras e controladoras da 
produção, construção, funcionamento e recepção de textos escritos ou orais;
 abrange a coesão e a coerência; 
 Pressuposições e implicações:
 trata o texto como um ato de comunicação.
 Ver a organização linear e a não linear: níveis 
do sentido/semântico e intenções/pragmáticas.
Definições de texto de diferentes autores
Na concepção atual, o texto:
a) É uma produção verbal, consciente e interacional.
b) É considerado um produto; logo, concluído.
c) É produzido nas modalidades oral e escrita, sem ser delimitado a um objetivo.
d) Pode ser visto como sequência coerente ou como sequência incoerente.
e) Envolve a pessoa que o produz, sem a preocupação com um interlocutor.
Interatividade 
Na concepção atual, o texto:
a) É uma produção verbal, consciente e interacional.
b) É considerado um produto; logo, concluído.
c) É produzido nas modalidades oral e escrita, sem ser delimitado a um objetivo.
d) Pode ser visto como sequência coerente ou como sequência incoerente.
e) Envolve a pessoa que o produz, sem a preocupação com um interlocutor.
Resposta
Texto: 
 Um processo.
Processamento textual:
 Sistemas de conhecimentos acionados no texto e no contexto de produção.
 Na produção textual, toda ação (fazer) é acompanhada 
de processos de ordem cognitiva – modelos e tipos de 
operações mentaissaberes acumulados na memória e ativados.
Processamento textual
1.Conhecimento linguístico.
2.Conhecimento enciclopédico ou de mundo.
3.Conhecimento interacional.
Processamento textual
 Conhecimento do léxico.
 Conhecimento da gramática.
 Responsável pela escolha dos termos. 
 Responsável pela organização do material linguístico na superfície textual, 
inclusive dos elementos coesivos.
Conhecimento linguístico
 Informações armazenadas na memória.
 Conhecimento declarativo, manifestado por enunciações acerca 
dos fatos do mundo.
 Exemplo: “A Ponta do Seixas, na Paraíba, é o extremo leste do continente 
americano”.
 “São Paulo é a cidade mais populosa do Brasil”.
 Conhecimento episódico e intuitivo, adquirido por via da experiência. 
 Exemplo: “Não dá para fritar o ovo sem quebrar a casca”.
Conhecimento enciclopédico ou de mundo
 Compreende a dimensão interpessoal da linguagem.
 Realização de certas ações por meio da linguagem. 
Divide-se em:
 conhecimento ilocucional – meios diretos e indiretos para atingir um objetivo;
 conhecimento comunicacional – meios adequados para atingir os objetivos 
desejados.
Conhecimento interacional
 Conhecimento metacomunicativo: meios de prevenir e evitar distúrbios na 
comunicação – atenuação, paráfrases, parênteses de esclarecimento etc.
 Conhecimento superestrutural: modelos textuais globais que permitem aos 
usuários reconhecer um texto como pertencente a determinado gênero 
ou a certos esquemas cognitivos.
Conhecimento interacional
 Superestrutural: de nível global, com ênfase nas relações esquemático-cognitivas.
 Macroestrutural: de nível semântico, com ênfase nas relações de coerência 
textual.
 Microestrutural: de nível de superfície linguística, com ênfase nas relações 
de coesão textual.
Estruturas textuais
 Estruturas textuais globais que permitem o reconhecimento dos gêneros ou tipos.
 Envolve o conhecimento sobre estratégias esquemáticas cognitivas relacionadas 
à significação global da base textual.
 São estratégias facilitadoras na produção/recepção de textos que acionam 
na memória o conhecimento armazenado, através de modelos globais como 
esquemas, frames, scripts e planos.
Organização estrutural: superestrutural
Frames:
 Conjunto convencional de elementos armazenados na memória, sem uma 
organização sequencial, acionado cognitivamente em uma situação de uso.
Exemplo: frame “festa de aniversário” – “balões, brigadeiros, bolo, vela, crianças, 
salgados, presente etc.” sem uma necessária ordem desses elementos. 
Outros exemplos de frames: Natal, Carnaval, correios etc.
Modelos globais
Esquemas:
 Conjunto convencional de elementos armazenados na memória e organizados 
sequencialmente, acionados cognitivamente numa situação de uso.
Exemplo: esquema “um dia de trabalho” – conjunto numa determinada ordem: 
“acordar, levantar, fazer xixi, tomar banho, vestir-se, tomar café, sair de casa, 
chegar ao trabalho, trabalhar até meio dia, sair para o almoço etc.”
Modelos globais
Planos:
 Modelos de comportamento manifestados pelas pessoas no sentido 
de alcançarem um certo propósito, e que são acionados numa situação 
de uso. Ao deparar-se com uma situação típica produzida pelo falante, 
o ouvinte já interpreta suas intenções. Por exemplo, um adolescente 
que organiza um plano para conseguir dos pais permissão para 
viajar sozinho.
Modelos globais
Scripts:
 São planos mais estabilizados ou estereotipados, com rotina bem estabelecida 
e que geralmente especificam papéis e ações dos interlocutores. 
Por exemplo: carta de amor, infância, novela etc.
Modelos globais
 Refere-se às relações de coerência textual, responsáveis por construir 
a significação global no texto através dos processos de produção 
e compreensão textual (leitura top-down).
 A coerência textual é considerada fundamental para a textualidade, 
pois dela depende, em grande parte, o sentido do texto. 
 A construção da coerência textual depende da organização tentacular 
de fatores de diversas ordens: linguísticos, cognitivos, socioculturais, 
interacionais e pragmáticos.
Organização estrutural: macroestrutural
 Coerência narrativa: implicações lógicas existentes entre as partes da narrativa.
 Coerência argumentativa: implicação ou adequação entre pressupostos 
ou afirmações explícitas no texto e as conclusões que se tira deles, 
as consequências que se fazem deles decorrer.
 Coerência figurativa: combinatória de figuras para manifestar 
um dado tema ou a compatibilidade de figuras entre si.
Níveis de coerência
 Coerência temporal: leis da sucessividade dos eventos ou compatibilidade 
entre os enunciados do texto do ponto de vista da localização no tempo.
 Coerência espacial: compatibilidade entre os enunciados do ponto de vista 
da localização espacial.
 Coerência no nível de linguagem: compatibilidade do ponto de vista da variante 
linguística escolhida, no nível do léxico e das estruturas sintáticas utilizados 
no texto.
Níveis de coerência
I. A coesão e a coerência estão relacionadas respectivamente à microestrutura 
e à macroestrutura do texto.
II.Criar um personagem jovem, universitário, urbano, e atribuí-lo à variedade 
da língua culta é atender a coerência no nível da linguagem.
III. Super, macro e microestrutura são modelos que nós memorizamos.
Assinale a alternativa correta.
a) O item I é correto. 
b) O item II é correto. 
c) O item III é correto.
d) Os itens I e II são corretos.
e) Os itens I, II e III são corretos.
Interatividade 
I. A coesão e a coerência estão relacionadas respectivamente à microestrutura 
e à macroestrutura do texto.
II.Criar um personagem jovem, universitário, urbano, e atribuí-lo à variedade 
da língua culta é atender a coerência no nível da linguagem.
III. Super, macro e microestrutura são modelos que nós memorizamos.
Assinale a alternativa correta.
a) O item I é correto. 
b) O item II é correto. 
c) O item III é correto.
d) Os itens I e II são corretos.
e) Os itens I, II e III são corretos.
Resposta
Princípio de interpretabilidade: 
 Depende da coparticipação entre produtor e receptor na situação de comunicação 
e da intenção comunicativa.
 Não há textos incoerentes em si, eles são coerentes dentro de um contexto 
interacional, e o que pode ser incoerente para um pode fazer todo sentido 
para outro.
Situação comunicativa: 
 Interfere na produção/recepção do texto; pode ser 
entendida em sentido estrito (contexto imediato) e 
em sentido amplo (contexto sócio-político-cultural).
Critérios de textualidade
Conhecimento de mundo e conhecimento partilhado: 
 Conhecimento de mundo – é toda memória de vida social, histórica e individual 
armazenada mentalmente. 
 Conhecimento partilhado – é a intersecção de conhecimentos comuns, 
compartilhados por produtor e receptor na interação comunicativa.
Polifonia (várias vozes): 
 Diz respeito ao jogo de vozes e pontos de vista presentes no texto.
 Muitas vezes, a mudança de vozes não aparece 
nitidamente marcada no texto.
Critérios de textualidade
Inferência:
 Relaciona-se às estratégias cognitivas com base no conhecimento de mundo.
 Aciona os modelos globais de estruturas textuais: frames, esquemas, planos, 
scripts.
Intertextualidade: 
 Recorre ao conhecimento de outros textos.
 Todo texto traz em si, em níveis variáveis, um grau de 
intertextualidade, seja ela explícita (quando há indicação 
da fonte) ou implícita (quando não há indicação da fonte).
Critérios de textualidade
Intencionalidade: 
 Tem relação com a argumentatividade.
 Refere-se à forma como os sujeitos usam os textos a fim de perseguir e realizar 
suas intenções.
 Modo como os textos são adequados para a obtenção dos efeitos desejados.
Critérios de textualidade
 Informatividade: é o grau de previsibilidade informacional presente no texto, 
que também está condicionado à intencionalidade e éregulado pelo contexto 
situacional mais amplo. 
 O grau de informatividade vem imediatamente da relação “dado novo”, referente 
às informações do texto e pode trazer um nível de informações novas alto, 
intermediário ou baixo depende da interação emissor/receptor.
 O texto “a terra é redonda” pode ter nível zero de informação para um 
e ter nível alto de informação para outro (uma criança, por exemplo).
Critérios de textualidade
 Microestrutura se refere às relações coesivas lineares: o modo como os elementos 
da língua presentes na superfície textual estão interconectados, constituindo 
sequências de sentido.
Coesão
1.Estrutura formal do texto. 
2.Manifestação linguística da coerência. 
3.Apresenta-se na forma de conceitos e relações.
Organização estrutural: microestrutural
4.Mecanismos gramaticais: pronomes anafóricos, catafóricos, artigos, elipse, 
concordância, correlação entre os tempos verbais, conjunções etc.
definem as relações entre frases e sequências de frases.
5.Lexicais: reiteração, substituição e associação.
Organização estrutural: microestrutural
 Coesão referencial: tem a função de estabelecer referência. Os elementos não 
são interpretados pelo seu sentido próprio, mas se referem a alguma outra coisa, 
relacionando o signo a um objeto. A coesão referencial é obtida por meio da 
substituição e reiteração de termos.
 Coesão recorrencial: se dá quando, apesar de retomadas estruturais, a informação 
progride, o discurso segue adiante. A coesão recorrencial é obtida por meio da 
recorrência de termos, paralelismo, paráfrase e recursos fonológicos.
Tipos de coesão
 Coesão sequencial: tem por função fazer o texto progredir, encaminhar o fluxo 
informacional, porém, não pela retomada de itens ou estruturas, mas pela 
sequenciação das sentenças através de mecanismos temporais e conectivos.
Tipos de coesão
Objeto: diversidade linguística.
 Investiga a relação entre linguagem e sociedade através dos textos.
 Postula o princípio da diversidade linguística observável em uma comunidade 
e as diferenciações existentes na estrutura social desta mesma sociedade.
 Prioritariamente língua falada, observada, descrita e analisada 
em seu contexto social, isto é, em situações reais de uso.
Sociolinguística
Analisa o uso concreto da linguagem pelos usuários na prática linguística
+
as condições que governam essa prática.
 Pretende definir o que é linguagem e analisá-la (através de textos)
conceitos de sociedade e de comunicação.
 Ideologia e condições de produção do discurso.
Pragmática
 Formações: discursiva, ideológica e imaginária.
 Intertextualidade, interdiscursividade e intradiscursividade.
 Paráfrase, polissemia e efeitos de sentido.
 Dialogismo, polifonia e intertextualidade.
 Subjetividade e identidade: sujeitos e sentidos.
Pragmática
 Objeto de estudo: o discurso como a prática social de produção de textos.
 O discurso é um construto social, não individual.
 Análise do discurso (de linha francesa): analisa formações ideológicas 
por meio de textos
análise de textos polêmicos, relacionados aos contextos político, pedagógico, 
religioso, jurídico, científico, midiático, artístico, de protesto, das minorias 
marginalizadas em busca das ideologias que trazem em si.
Análise do discurso
 Texto: objeto de estudo.
 Procura explicar os sentidos do texto.
 Texto linguístico 
visual, olfativo 
gestual
história em quadrinhos, filmes etc.
Semiótica discursiva
 Texto: objeto de estudos
oral, natural e presencial (face to face); texto produzido em situações espontâneas.
 Tópico discursivo: aquilo sobre o que se fala; fio condutor da conversação. 
 Turno: período de tempo que cada falante ocupa; unidade funcional 
da conversação. 
Análise da conversação
“Textos primeiros inexistem tanto quanto as puras cópias; o apagar não é nunca tão 
acabado que não deixe vestígios; a invenção, nunca tão nova que não se apoie
sobre o já escrito.” Esta frase de Schneider refere-se a que critério de textualidade?
a) Informatividade.
b) Intertextualidade.
c) Polifonia.
d) Inferência.
e) Intencionalidade.
Interatividade 
“Textos primeiros inexistem tanto quanto as puras cópias; o apagar não é nunca tão 
acabado que não deixe vestígios; a invenção, nunca tão nova que não se apoie
sobre o já escrito.” Esta frase de Schneider refere-se a que critério de textualidade?
a) Informatividade.
b) Intertextualidade.
c) Polifonia.
d) Inferência.
e) Intencionalidade.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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