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<p>Escreva, em até dois parágrafos, sua percepção sobre a MFC como uma especialidade antiga e nova ao mesmo tempo.</p><p>Realizando um analise histórico e evolutivas sobre o tema em questão nos podem remontar ao ano 1975 onde na cidade de Porto Alegre – RS surgiu o Projeto de um Sistema de Saúde Comunitária – Centro de Saúde Murialdo, que Deu inicio a Medicina de Família e comunidade como uma especialidade a partir de ai no ano de 1976 foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina os primeiros programas de residência médica em Medicina Geral Comunitária (MGC) no país.</p><p>Em minha opinião a Medicina de Família e Comunidade é que é uma especialidade antiga e nova ao mesmo tempo devido à sua origem histórica na Atenção Primária à Saúde que remonta a décadas atrás mas que vem ganhando cada vez mais importância e credibilidade nos sistemas de saúde atuais no Brasil.</p><p>A MFC tem se destacado por sua abordagem integral e resolutiva, centrada no paciente concebendo não apenas a doença como tal, mas também os aspectos sociais familiares e comunitários que influenciam no modo e estilo de vida da população a brindar o nosso serviço. Além disso a MFC tem se adaptado às novas demandas e desafios da saúde contemporânea como a promoção da saúde, prevenção de doenças, proteção e recuperação da saúde, transfigurando uma especialidade primordial para a saúde da população e a comunidade como um tudo.</p><p>Trabalho na zona urbana da cidade de Pelotas na UBS Cohab Fragata, distrito Fragata, na minha percepção de medico estabelecido nessa comunidade onde brindo meus serviços podemos citar que preciso e necessito aperfeiçoar meus conhecimentos e habilidades principalmente na área da Saúde Mental, existe grande números de pacientes em uso de remédios controlados sem acompanhamentos pelo psicólogo psiquiatra e inclusive pelo medico pois só envia a receita para a UBS para ser renovada. E uma das deficiências encontradas no analise da situação de saúde do meu território e no que a minha equipe encontrasse trabalhando para resolver esse problema significativo.</p><p>Bom Tarde, para iniciar o assunto em questão e muito importante entender o conceito de relação médico-pessoa o qual cito a continuação: "interação e sentimentos entre o profissional de saúde e a pessoa que necessita do serviço médico".</p><p>Na UBS onde estou alocado aqui em Rio Grande do Sul especialmente na cidade de Pelotas, não conta com uma estrutura física adequada para que possa ser efetiva essa comunicação pois e uma estrutura de madeira onde e privacidade e zero pois podemos escutar a consulta do colega do lado, por seu parte umas das competências nucleares da MFC identificada por mim é os cuidados centrados na pessoa ao lidar com os pacientes e os seus problemas no contexto das circunstâncias do paciente, desenvolvendo e aplicando uma consulta de clínica geral para promover uma eficaz relação médico-paciente, respeitando a autonomia do paciente, estabelecer prioridades e atuar em parceria, todo isso leva a continuidade longitudinal de cuidados tal como a determinarem as necessidades do paciente no que se refere à gestão continuada e coordenada de cuidados.</p><p>A minha relação medico – paciente e boa tirando o fato supracitado, ouço meus pacientes de forma atenta, faço anotações no prontuário o que facilitara uma análise posterior com a equipe, apesar do português não ser minha língua natal os meus pacientes compreende como me expresso sem usar términos técnicos e com uma linguagem clara, desta forma posso dizer que entendo e compreendo o que meus pacientes falam comigo durante a consulta.</p><p>A impressão que eu tenho dos meus pacientes em relação a forma como nos comunicamos e boa conseguimos chegar ao final da consultas com um diagnóstico, tratamento e orientações medica a ser cumpridas, por o geral estas orientações são realizadas. A equipe fica envolvida também mediante a elaboração de planos terapêuticos em conjunto comigo e os pacientes, para facilitar um melhor estilo e modo de vida. Tenho alguns exemplos de pacientes que mudaram o comportamento a partir da forma como nos comunicamos, especialmente lembro-me de um paciente masculino de 42 anos que apresento uma glicemia e hemoglobina glicada elevadas, mediantes a orientações e comunicação efetiva conseguimos o controle simplesmente com dieta,atividade física sem uso de medicamentos.</p><p>As melhorias baseadas nas observações anteriormente enunciadas seriam na parte de ter mais privacidade o que atrapalha é o déficit de salas e lãs condições estrutural das mesmas e em geral da UBS, ter uma boa e longa relação com o paciente funciona como uma parceria no tratamento conhecer seus hábitos lograr mais intimidade para discutir assuntos mais reservados, quando as circunstâncias exigirem, que facilitaria à vontade para confidenciar seus problemas e pensamentos quanto à doença e o tratamento oferecendo um atendimento humano e individualizado.</p>

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