Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Sistema Locomotor (Ossos,</p><p>Ligamentos e Músculos)</p><p>Apresentação</p><p>1. OBJETIVO</p><p>Este ambiente de aprendizagem visa familiarizá-lo com o sistema locomotor humano e suas</p><p>estruturas. Como parte das atividades, você deverá explorar os sistemas:</p><p>Osteoarticular: desvendando os ossos que compõem cada parte do corpo, suas estruturas,</p><p>bem como seus acidentes ósseos, compreendendo como eles formam conexões entre si</p><p>através das articulações e ligamentos;</p><p>•</p><p>Muscular: conhecendo os grupamentos musculares do corpo humano, suas as origens</p><p>(inserção proximal) e inserções (inserção distal), inervação e função de cada um dos</p><p>músculos.</p><p>•</p><p>Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de:</p><p>identificar e nomear os principais ossos do corpo humano, suas divisões anatômicas e seus</p><p>acidentes ósseos;</p><p>•</p><p>identificar e nomear as principais articulações e ligamentos do corpo humano, reconhecendo</p><p>seus componentes, ósseos associados e fixações ligamentares;</p><p>•</p><p>reconhecer os principais grupamentos musculares, sua origem, inserção, inervação e</p><p>função;</p><p>•</p><p>correlacionar a origem (inserção proximal) e inserção muscular (inserção distal) com a</p><p>função desempenhada pelo grupamento.</p><p>•</p><p>2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS?</p><p>O conhecimento acerca do sistema locomotor apresenta grandes implicações e aplicabilidades</p><p>nas mais diversas áreas da saúde, seja do ponto de vista para a educação do profissional de</p><p>saúde, até mesmo de atletas de alto rendimento. Na medicina, enfermagem e outras profissões</p><p>de saúde, o conhecimento do sistema em questão permite ao profissional conhecer e</p><p>correlacionar anátomo-clinicamente as diversas patologias que acometem o sistema locomotor</p><p>nos seres humanos; proporciona também uma melhor abordagem da anatomia palpatória e</p><p>procedimental, pelo reconhecimento de marcos anatômicos que normalmente estão relacionados</p><p>com estruturas do sistema osteomuscular. Na área da Fisioterapia e Educação Física, o sistema</p><p>locomotor permite uma visão integral do corpo humano, do ponto de vista estrutural e</p><p>biomecânico, permitindo aos profissionais dessas áreas ter pleno discernimento sobre quais os</p><p>músculos e grupamentos musculares trabalhados em cada um dos movimentos, desvendar as</p><p>distribuições de carga e força ao redor das articulações, e a partir disso realizar uma abordagem</p><p>mais completa com o paciente.</p><p>3. O AMBIENTE EXPLORATÓRIO</p><p>Neste ambiente de aprendizagem virtual você terá oportunidade de explorar o sistema locomotor</p><p>obtido a partir do escaneamento de corpo humano real utilizando um sistema de “tomografia”</p><p>computadorizada. Cada componente do sistema foi minuciosamente detalhado e validado por</p><p>uma equipe médica.</p><p>4. ESTUDO DOS OSSOS</p><p>No momento em que se estuda os ossos, é de suma importância compreender a disposição</p><p>espacial na posição anatômica do corpo humano e explorar suas participações nas articulações.</p><p>Ademais, conhecer os acidentes ósseos que cada um deles possui e, assim, possibilitar ao aluno</p><p>ser capaz de utilizá-los como referenciais anatômicos para reconhecimento e referenciação de</p><p>procedimentos e técnicas.</p><p>5. ESTUDO DOS MÚSCULOS</p><p>Para o estudo dos músculos, seus agrupamentos, tendões, aponeuroses origem, inserção e</p><p>todas as estruturas relacionadas, esse ambiente de aprendizagem virtual possibilita uma</p><p>visualização tridimensional do modelo a ser investigado, permitindo a sua identificação e</p><p>memorização de forma mais intuitiva e menos decorativa. Através da observação e investigação</p><p>tridimensional das peças, o aluno se familiarizará com as reais dimensões da estrutura analisada</p><p>em relação aos padrões anatômicos do ser humano in vivo.</p><p>Então, vamos lá!</p><p>Bons estudos.</p><p>Sumário teórico</p><p>SISTEMA LOCOMOTOR</p><p>Uma das competências mais importantes para o processo de desenvolvimento da espécie</p><p>humana e que permitiu seu sucesso frente as demais espécies, está associada à habilidade de</p><p>movimentar-se. Se pararmos para refletir, depois do Sistema Nervoso (o responsável pelo</p><p>gerenciamento das ideias), é o Sistema Locomotor que ajuda na construção da personalidade de</p><p>cada indivíduo, seja através da postura do corpo, da forma de andar ou até através das</p><p>expressões faciais.</p><p>Além disso, o Sistema Locomotor ainda perpassa pelo funcionamento dos demais sistemas do</p><p>corpo, uma vez que está relacionado ao processo de respiração, de eliminação de secreções e</p><p>até com a circulação sanguínea (principalmente ao tomarmos como referência os membros</p><p>inferiores).</p><p>Tendo em visto isso, dominar a anatomia desse sistema torna-se fundamental para que se possa</p><p>avançar pela anatomofisiologia do restante do corpo. Assim, a primeira ideia que precisa estar</p><p>muito bem consolidada em nossas mentes é a de que o Sistema Locomotor é composto,</p><p>basicamente, por 3 componentes: ossos, músculos e articulações.</p><p>1. OSSOS</p><p>Os ossos consistem em um tecido conjuntivo especializado, cuja matriz extracelular é</p><p>mineralizada e essa característica acaba conferindo a esse tecido um aspecto mais rígido.</p><p>Inclusive, é essa estrutura histológica dos ossos que permite exercer a função de sustentação</p><p>dos tecidos moles, além de proteção aos órgãos e também de fixação para o tecido muscular</p><p>(possibilitando o movimento).</p><p>1.1 DIVISÃO</p><p>É importante destacar que o esqueleto humano costuma ser dividido em 2 grupos ósseos</p><p>principais:</p><p>Esqueleto Axial: composto pelos ossos que se situam ao redor do eixo longitudinal do corpo</p><p>(uma linha vertical imaginária que passa pelo centro de gravidade do corpo), ou seja, estamos</p><p>falando do crânio, da coluna vertebral, das costelas e do esterno (que juntos formam a caixa</p><p>torácica).</p><p>Esqueleto Apendicular: aquele que contém os ossos dos membros superiores e inferiores e,</p><p>também, os ossos dos cíngulos que fazem a conexão entre os membros e o esqueleto axial.</p><p>1.2 CLASSIFICAÇÃO</p><p>No entanto, os próprios ossos, isoladamente, podem ser classificados como sendo:</p><p>Longos: possuem um comprimento maior do que a largura e são constituídos por 1 corpo</p><p>(diáfise) e 2 extremidades (epífises). Apresentam-se um pouco encurvados, o que lhes garantem</p><p>uma maior resistência, tendo em vista que essa disposição permite a absorção do estresse</p><p>mecânico em vários pontos, de tal forma que há melhor distribuição. Exemplo: Fêmur.</p><p>Curtos: apresentam comprimento e largura bastante parecidas, o que lhes confere um aspecto</p><p>cúbico. São compostos por osso esponjoso, exceto em sua superfície, onde há uma fina camada</p><p>de osso compacto. Exemplo: Ossos do carpo.</p><p>Laminares/Planos: são ossos finos e compostos por duas lâminas de osso compacto e uma de</p><p>osso esponjoso entre elas. Atuam garantindo proteção e servindo como superfície para a</p><p>inserção de músculos. Exemplo: Parietal.</p><p>Alongados: são ossos longos, achatados e sem cavidade medular. Exemplo: Costelas.</p><p>Pneumáticos: os ossos pneumáticos são ocos, com cavidades cheias de ar e revestidas por</p><p>mucosa. Apresentam um peso bem pequeno em relação a seu volume e por conta disso que</p><p>estão presentes no crânio, ajudando a reduzir o peso dessa estrutura óssea. Exemplo: Esfenoide.</p><p>Irregulares: são os ossos que possuem formas muito complexas, que não permitem ser</p><p>classificados em nenhum dos outros grupos. Exemplo: Vértebras.</p><p>Sesamoides: o osso que se relacionam entre tendões ou ligamentos em que há considerável</p><p>fricção, tensão e estresse físico. Esses ossos podem variar em tamanho e até em número de</p><p>pessoa para pessoa. Além disso, não são sempre completamente ossificados e costumam medir</p><p>poucos milímetros de diâmetro. Exemplo: Patela.</p><p>Suturais: trata-se de pequenos ossos localizados dentro de articulações denominadas de</p><p>suturas. São mais comuns no crânio, quando os centros de ossificação não se fundem.</p><p>Exemplos: são vistos principalmente no crânio.</p><p>Em relação à estrutura e modo como o tecido ósseo está disposto, os ossos longos são divididos</p><p>em três partes. Diáfise, metáfise e epífise.</p><p>Diáfise: corresponde a parte central e mais longa do osso. É formada, principalmente,</p><p>de tecido</p><p>ósseo compacto, a partir disso, o osso longo apresenta maior resistência, assim como porção</p><p>esponjosa e cavidade medular.</p><p>Epífise: consistem nas extremidades do osso longo. É nessa região onde se formam as</p><p>articulações. Geralmente, são formadas por osso esponjoso recoberto por uma camada de osso</p><p>compacto e, por cima dessa, revestida de cartilagem.</p><p>Metáfise: parte que representa a transição entre a diáfise e as epífises, nas crianças em</p><p>desenvolvimento é formada de tecido cartilaginoso e representa o local de crescimento dos ossos</p><p>(também chamada de fise de crescimento).</p><p>1.3 REVESTIMENTOS DOS OSSOS</p><p>Os ossos são revestidos por duas membranas de tecido conjuntivo, chamadas de</p><p>Periósteo e Endósteo.</p><p>O Periósteo é a membrana que reveste o osso na sua diáfise, constitui-se de tecido conjuntivo</p><p>denso, fibroso, envolvendo toda a superfície externa do osso, com exceção da superfície articular.</p><p>Tem função de proteção, fixação para os músculos e dá suporte à irrigação sanguínea para</p><p>nutrição do osso.</p><p>O Endósteo também é uma membrana de tecido conjuntivo, que está localizada dentro da</p><p>cavidade medular do osso.</p><p>1.4 OSSOS DO CRÂNIO</p><p>O crânio é o esqueleto da cabeça, pode ser dividido em duas partes:</p><p>·         Viscerocrânio: esqueleto facial;</p><p>·       Neurocrânio: caixa óssea do encéfalo e das membranas que o revestem.</p><p>Além disso, o crânio possui como funções:</p><p>·         Proteger o encéfalo e demais estruturas internas da cabeça;</p><p>·         Servir como pontos de fixação para músculos e ligamentos.</p><p>O Viscerocrânio forma a parte anterior do crânio. Consiste nos 15 ossos irregulares que</p><p>circundam a boca, nariz, cavidade nasal e a maior parte das órbitas (cavidades orbitais). Sendo</p><p>formado por:</p><p>·         Três ossos ímpares: Mandíbula, Etmoide e Vômer:</p><p>O etmoide é um osso irregular que faz parte principalmente do viscerocrânio, mas</p><p>também compõe o neurocrânio.</p><p>·         Seis ossos pares bilaterais: Maxilas, Ossos das Conchas Nasais Inferiores,</p><p>Zigomáticos, Palatinos, Ossos Nasais e Lacrimais.</p><p>O Neurocrânio abriga o encéfalo e sua rede vascular, as meninges cranianas e a parte proximal</p><p>dos nervos cranianos. Esse consiste numa série de 8 ossos (em adultos):</p><p>·         Quatro ímpares: Frontal, Esfenoide, Occipital e Etmoide;</p><p>·         Dois pares: Temporais e Parietais.</p><p>Além disso, o neurocrânio possui um teto em forma de cúpula denominado calvária (ou calota</p><p>craniana) e um assoalho (ou base do crânio):</p><p>·         Ossos que formam a calvária: Frontal, Temporais e Parietais;</p><p>·         Ossos que formam a base do crânio: Esfenoide e Temporais.</p><p>1.5 OSTEOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL</p><p>É uma ligação curva formada pelo conjunto das vértebras e dos discos intervertebrais que se</p><p>estende da base do crânio ao ápice do cóccix, sendo o principal componente do esqueleto axial.</p><p>Possui como principais funções:</p><p>·         Proteger a medula espinhal e suas raízes nervosas;</p><p>·         Servir de fixação para músculos;</p><p>·         Suportar o peso do corpo acima do nível da pelve;</p><p>·         Fornecer um eixo para o corpo;</p><p>·         Exercer papel importante na postura e locomoção;</p><p>·         Atuar como um importante local de hematopoese durante toda a vida.</p><p>Habitualmente contêm 33 segmentos vertebrais organizados em cinco regiões:</p><p>·         Cervical (7);</p><p>·         Torácica (12);</p><p>·         Lombar (5);</p><p>·         Sacrococcígea (5 sacrais, 4 coccígeos).</p><p>Só há movimento significativo entre as 24 vértebras superiores, existindo entre elas discos</p><p>intervertebrais elásticos (exceto entre C1 e C2) e articulações dos processos articulares</p><p>(zigoapofisárias). Além disso, a coluna apresenta importantes curvaturas que podem ser divididas</p><p>em dois grupos:</p><p>·         Cifoses (primárias):</p><p>Torácica e Sacral.</p><p>·         Lordoses (secundárias):</p><p>Cervical e Lombar.</p><p>De forma geral, as vértebras apresentam uma estrutura em comum que consiste em:</p><p>·         Corpo vertebral (anterior);</p><p>·         Arco vertebral (posterior), com dois pedículos e lâminas;</p><p>·         Sete processos:</p><p>1 espinhoso (mediano);</p><p>2 transversos (pósterolaterais);</p><p>4 articulares (dois superiores e dois inferiores), com suas faces articulares.</p><p>Ademais, o arco vertebral e a face posterior do corpo vertebral formam as paredes do forame</p><p>vertebral, sendo que a sucessão de forames vertebrais forma o canal vertebral, o qual estende-se</p><p>do forame magno ao hiato sacral e possui um possui um tamanho maior que a medula espinhal.</p><p>Os forames intervertebrais comunicam o interior do canal vertebral com tecidos moles adjacentes.</p><p>1.6 OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR</p><p>O cíngulo do membro superior é um anel ósseo formado:</p><p>·         Pelas clavículas;</p><p>·         Pelo manúbrio do esterno;</p><p>·         Pelas escápulas.</p><p>Anteriormente esse cíngulo é fechado pelas articulações esternoclaviculares, mas,</p><p>posteriormente, é aberto. O cíngulo do membro superior, diferentemente do cíngulo do membro</p><p>inferior, abdica em parte da estabilidade para aumentar a sua mobilidade, haja vista que não</p><p>possui função de sustentação do peso do corpo.</p><p>A Clavícula é um osso esponjoso, em forma de “S”, que possui duas faces (superior e inferior) e</p><p>duas extremidades (esternal e acromial), que se articulam com outros ossos. A forma de “S”</p><p>deve-se às curvaturas da clavícula: nos 2/3 mediais, é convexa anteriormente e, no 1/3 lateral,</p><p>côncava anteriormente.</p><p>A Escápula é um osso plano, triangular, situado na face posterolateral do tórax. Possui duas</p><p>faces (posterior e costal), três ângulos (superior, inferior e lateral), três margens (medial, lateral e</p><p>superior), e três processos (espinha, acrômio e processo coracoide).</p><p>O Úmero participa da articulação do ombro com a escápula e da articulação do cotovelo com o</p><p>rádio e a ulna. É um osso longo, possuindo, portanto, duas epífises e uma diáfise.</p><p>Os ossos do antebraço, punho e mão formam juntos uma unidade de suporte móvel articulado. A</p><p>ulna e o rádio são os ossos que compõem o assoalho dos músculos do antebraço, unidos entre</p><p>si por uma membrana interóssea larga, delgada, fibrosa e forte. O rádio consegue girar em torno</p><p>da ulna, permitindo a realização da supinação e pronação.</p><p>No punho estão os oito ossos do carpo, dispostos em duas fileiras paralelas e na mão estão os</p><p>metacarpos (5) e as falanges (14).</p><p>1.7 OSSOS DO MEMBRO INFERIOR</p><p>As principais funções dos membros inferiores são: sustentar o peso do corpo, permitir a</p><p>locomoção e manter o equilíbrio. Para mais, os ossos dos membros inferiores são divididos em:</p><p>·         Ossos da cintura pélvica (sacro e ossos do quadril);</p><p>·         Ossos do membro inferior livre.</p><p>Os ossos do quadril são formados por três partes: ílio, ísquio e púbis. As duas hemi-pelves são</p><p>unidas:</p><p>·         Pela sínfise púbica, anteriormente: articulação cartilagínea que une os corpos dos</p><p>ossos púbis no plano mediano.</p><p>·         Pela junção sacroilíaca, posteriormente: formada pelos ossos ilíacos e pelo sacro,</p><p>firmemente aderidos pelos ligamentos sacroilíacos.</p><p>Os ossos do membro inferior são os três componentes fundidos do cíngulo do membro inferior:</p><p>·         Fêmur e patela (coxa);</p><p>·         Tíbia e fíbula (perna);</p><p>·         Tarso, metatarso e falanges.</p><p>2. MUSCÚLOS</p><p>Os músculos são órgãos que atuam promovendo a locomoção e o movimento, mas não só isso,</p><p>também estão relacionados à sustentação, regulação do volume dos órgãos, movimento de</p><p>substâncias e fluidos dentro do corpo, à promoção de calor e à própria atividade dos órgãos e</p><p>tecidos do corpo. Dessa forma, pode-se dividi-los em 3 grandes grupos: o músculo liso, o estriado</p><p>cardíaco e o estriado esquelético.</p><p>O músculo liso é de atividade involuntária e está presente na parede dos vasos e de algumas</p><p>vísceras, em especial do trato digestório, onde atuam promovendo a peristalse. Já o estriado</p><p>cardíaco, como o próprio nome já evidência, é o grande responsável por compor a parede do</p><p>coração. Ou seja, também é involuntário. E com relação ao músculo estriado esquelético,</p><p>composto pelos</p><p>músculos somáticos voluntários e por isso são os mais relevantes nesse</p><p>momento. Então, vamos entender mais da sua estrutura.</p><p>2.1 CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS</p><p>Os músculos são classificados de acordo a alguns critérios que serão descritos nas próximas</p><p>sessões, quanto a (à):</p><p>2.1.1 SITUAÇÃO E/ OU LOCALIZAÇÃO</p><p>a)  Superficiais ou Cutâneos: apresentam-se abaixo da pele e, pelo menos, uma de suas</p><p>inserções está na derme em sua camada profunda. Exemplo: Platisma.</p><p>b) Profundos ou Subaponeuróticos: esses possuem suas inserções em sua maioria nos ossos e</p><p>localizam-se abaixo da fáscia superficial. Exemplo: Sóleo.</p><p>2.1.2 FORMA</p><p>a) Longos: são músculos que cruzam duas ou mais articulações, e localizam-se especialmente</p><p>nos membros. Exemplo: Bíceps braquial e tríceps braquial</p><p>b) Curtos: estão presentes naquelas articulações com baixa amplitude de movimento, entretanto,</p><p>não perdem força nem suas propriedades mecânicas em relação aos demais. Exemplo:</p><p>Músculos da mão.</p><p>c) Largos: apresentam-se de forma laminar, achatados, e notadamente são localizados nas</p><p>paredes das grandes cavidades do corpo (tórax e abdome). Exemplo: Diafragma.</p><p>2.1.3 DISPOSIÇÃO DA FIBRA</p><p>a) Reto: apresentam-se paralelas à linha média. Exemplo: Reto abdominal.</p><p>b) Transverso: suas fibras estão dispostas perpendicularmente à linha média. Exemplo:</p><p>Transverso abdominal.</p><p>c) Oblíquo: nesta classificação, por sua vez, as fibras musculares mostram-se em diagonal à linha</p><p>média. Exemplo: Oblíquo externo.</p><p>2.1.4 ORIGEM E INSERÇÃO</p><p>a) Origem: possuem maisde um tendão na sua inserção proximal (origem). Exemplo: Bíceps,</p><p>Quadríceps.</p><p>b) Inserção: possuem mais de um tendão na sua inserção distal. Exemplo: Flexor Longo dos</p><p>Dedos.</p><p>2.1.5 FUNÇÃO</p><p>a) Agonistas: os músculos que são ativados para a realização de determinado movimento. Assim,</p><p>sua contração produzirá o movimento planejado. Exemplo: Levar um copo de água até a boca,</p><p>músculos agonistas flexores de cotovelos.</p><p>b) Antagonistas: esses músculos quando ativados tendem a realizar o movimento contrário à</p><p>ação dos agonistas, ou seja, quando o agonista contrai, o antagonista contrai e tende a barrar o</p><p>seu movimento do agonista, porém relaxa à medida que o movimento do agonista ocorre,</p><p>produzindo um movimento coordenado e rítmico. Exemplo: Ao levar o copo de água até a boca,</p><p>os antagonistas são os extensores do cotovelo.</p><p>c) Sinergistas: atuam estabilizando as articulações, impedindo movimentos indesejados quando o</p><p>movimento principal estiver acontecendo. Exemplo: De acordo ao exemplo anterior, os</p><p>sinergistas são estabilizadores do ombro, cotovelo e punho.</p><p>d) Fixadores: atuam estabilizando a inserção proximal ou distal do músculo agonista,</p><p>potencializando a sua ação. Assim, quando a parte proximal do membro estiver fixada a parte</p><p>distal deslocará, e vice-versa.</p><p>O tecido muscular também apresenta revestimentos formados por tecido conjuntivo. Assim, a</p><p>camada que reveste as células musculares (também chamadas de “fibras musculares”) é</p><p>chamada de “endomísio”. Um conjunto de fibras já revestidas, então, juntam-se formando um</p><p>fascículo muscular, que também recebe um revestimento, agora chamado de “perimísio”. E, por</p><p>fim, um conjunto de fascículos forma o músculo propriamente dito, que é revestido por uma</p><p>camada que recebe o nome de “epimísio”.</p><p>Todo esse tecido conjuntivo é de grande importância por 3 motivos: a) serve para a passagem de</p><p>estruturas vasculonervosas responsáveis por suprir o músculo; b) garante que a força de</p><p>contração seja sentida de maneira uniforme no músculo (como nem todas as fibras de estendem</p><p>desde uma extremidade até a outra, é esse tecido que as une e as fazem agir como sendo uma</p><p>estrutura só); e, por fim, c) na maioria dos músculos, o tecido muscular acaba e o tecido</p><p>conjuntivo estende-se um pouco mais nas extremidades e isso acaba formando os tendões, que</p><p>são as estruturas responsáveis por fazer a fixação do músculo – que normalmente se dá em</p><p>ossos, com o tendão tornando-se contínuo com o periósteo.</p><p>No que tange a essa fixação, tem-se que os músculos costumam apresentar uma origem (fixação</p><p>proximal) e uma inserção (fixação distal), sendo que na grande maioria dos casos, a origem</p><p>representa a porção que permanece fixa durante a contração, enquanto a inserção seria a porção</p><p>móvel.</p><p>2.2 MÚSCULOS CRANIOFACIAIS</p><p>Os Músculos Craniofaciais agem na formação de expressões da face e como esfíncteres dos</p><p>orifícios faciais, sendo todos inervados por ramos do Nervo facial (NC VII). Dividem-se em quatro</p><p>grupos:</p><p>·         Epicranianos: composto pelos músculos occipitofrontal e temporoparietal;</p><p>·         Circum-orbitais e Palpebrais: composto pelos músculos orbicular do olho e corrugador</p><p>do supercílio;</p><p>·         Nasais: composto pelos músculos prócero, nasal, levantador da asa do nariz e do lábio</p><p>superior e abaixador do septo nasal;</p><p>·         Bucolabiais: composto pelos músculos orbicular da boca, levantador do lábio superior,</p><p>abaixador do lábio inferior, levantador e abaixador do ângulo da boca, zigomáticos</p><p>maior e menor, bucinador, risório e mentual.</p><p>2.3 MÚSCULOS MASTIGATÓRIOS</p><p>Os músculos mastigatórios têm fundamental importância na articulação temporomandibular,</p><p>produzindo os movimentos da mandíbula:</p><p>·         Protrusão;</p><p>·         Retrusão;</p><p>·         Lateralização;</p><p>·         Elevação;</p><p>·         Abaixamento.</p><p>Atuam, também, na mastigação e articulação da fala. São inervados pelo Nervo mandibular (ramo</p><p>do nervo Trigêmeo – NC V3) e seus ramos. São em número de quatro:</p><p>·         M. Temporal;</p><p>·         M. Masseter;</p><p>·         M. Pterigóideos:</p><p>Medial;</p><p>Lateral.</p><p>2.4 MÚSCULOS DO DORSO E DO ABDOME</p><p>O dorso compreende a face posterior do tronco, inferior ao pescoço e superior às nádegas, é</p><p>constituído por várias estruturas, incluindo os músculos do dorso. Assim, os músculos do dorso</p><p>atuam como fixadores da coluna vertebral, mantendo a tensão e</p><p>estabilidade necessárias para a postura ereta e dividem-se em dois grupos principais:</p><p>·         Músculos Extrínsecos do Dorso, divididos em:</p><p>Superficiais, que controlam os movimentos dos membros superiores e são</p><p>inervados pelos ramos anteriores dos nervos cervicais:</p><p>•       M. Trapézio;</p><p>•       M. Latíssimo do Dorso;</p><p>•       M. Levantador da Escápula;</p><p>•       M. Romboide Maior;</p><p>•       M. Romboide Menor.</p><p>Intermédios, que controlam os movimentos respiratórios e são inervados pelos</p><p>nervos intercostais:</p><p>•       M. Serrátil Posterior Superior;</p><p>•       M. Serrátil Posterior Inferior.</p><p>·         Músculos Intrínsecos do Dorso (ou próprios do dorso), que atuam especificamente</p><p>sobre a coluna vertebral, controlando seus movimentos e mantendo sua postura,</p><p>divididos em:</p><p>Superficiais, inervados pelos ramos posteriores dos nervos espinais:</p><p>•       M. Esplênio da cabeça;</p><p>•       M. Esplênio do pescoço.</p><p>Intermédios, inervados pelos ramos posteriores dos nervos espinais:</p><p>•       M. Iliocostal;</p><p>•       M. Longuíssimo;</p><p>•       M. Espinal.</p><p>Profundos, inervados pelos ramos posteriores dos nervos espinais:</p><p>•       M. Semiespinal;</p><p>•       M. Multífido;</p><p>•       M. Rotadores.</p><p>Profundos menores:</p><p>•       M. Interespinais;</p><p>•       M. Intertransversários;</p><p>•       M. Levantador das costelas.</p><p>O abdome é a parte do tronco situada entre o tórax e a pelve, sendo que os músculos da parede</p><p>abdominal formam uma sustentação forte e expansível, protegendo as vísceras abdominais</p><p>contra lesões. Esses, auxiliam ainda na locomoção, postura e respiração e são capazes de</p><p>aumentar a pressão intra-abdominal, facilitando a expulsão de ar ou de líquidos. Como</p><p>componentes dessa parede muscular temos:</p><p>·         M. Oblíquo Externo do Abdome;</p><p>·         M. Oblíquo Interno do Abdome;</p><p>·         M. Transverso do Abdome;</p><p>·         M. Reto do Abdome;</p><p>·         M. Piramidal.</p><p>2.5 MÚSCULOS DOS MEMBROS SUERIORES</p><p>Os Músculos Toracoapendiculares são responsáveis pelos movimentos do cíngulo do</p><p>membro</p><p>superior, fixando o esqueleto apendicular superior ao esqueleto axial, sendo divididos em dois</p><p>compartimentos:</p><p>·         Anterior:</p><p>M. Peitoral Maior;</p><p>M. Peitoral Menor;</p><p>M. Subclávio;</p><p>M. Serrátil Anterior.</p><p>·         Posterior, o qual é subdividido em:</p><p>Superficial:</p><p>•       M. Trapézio;</p><p>•       M. Latíssimo do Dorso.</p><p>Profundo:</p><p>•       M. Levantador da Escápula;</p><p>•       M. Romboide Maior;</p><p>•       M. Romboide Menor.</p><p>Os Músculos Escapuloumerais atuam sobre a articulação do ombro, sendo compostos por:</p><p>·         M. Deltóide;</p><p>·         M. Redondo Maior;</p><p>·         M. Redondo Menor;</p><p>·         M. Supraespinal;</p><p>·         M. Infraespinal;</p><p>·         M. Subescapular.</p><p>Os Músculos do Braço são divididos em dois compartimentos:</p><p>·         Anterior (flexor):</p><p>M. Bíceps Braquial;</p><p>M. Coracobraquial;</p><p>M. Braquial.</p><p>·         Posterior (extensor):</p><p>M. Tríceps Braquial;</p><p>M. Ancôneo.</p><p>O antebraço é a unidade distal do suporte articulado dos Membros Superiores (MMSS) e</p><p>estende-se do cotovelo ao punho (articulação radiocarpal). Os músculos do antebraço são</p><p>divididos em compartimento anterior e posterior:</p><p>·         Os músculos do compartimento anterior têm a função de flexão do punho e pronação</p><p>do antebraço, além de fletir as articulações interfalângicas proximais, distais e</p><p>metacarpofalângicas:</p><p>São inervados pelo Nervo Ulnar (M. Flexor Ulnar do Carpo e Parte Medial do M.</p><p>Flexor Profundo dos Dedos) e pelo Nervo Mediano.</p><p>São divididos em três camadas:</p><p>•       Superficial: composta pelos músculos pronador redondo, flexor radial do</p><p>carpo, palmar longo e flexor ulnar do carpo.</p><p>•       Intermediária: composta pelo músculo flexor superficial dos dedos.</p><p>•       Profunda: composta pelos músculos pronador quadrado, flexor profundo</p><p>dos dedos e flexor longo do polegar.</p><p>·      Os músculos do compartimento posterior do antebraço têm a função de extensão do</p><p>punho e dos quirodáctilos, além da supinação do antebraço:</p><p>São inervados pelo Nervo Radial, por seu ramo profundo e pela continuação desse,</p><p>o Nervo Interósseo Posterior;</p><p>São divididos em duas camadas:</p><p>•   Superficial: composta pelos músculos braquiorradial, extensor radial longo</p><p>do carpo, extensor radial curto do carpo, extensor dos dedos, extensor do</p><p>dedo mínimo e extensor ulnar do carpo.</p><p>•    Profunda: composta pelos músculos supinador, abdutor longo do polegar,</p><p>extensor curto do polegar, extensor longo do polegar e extensor do dedo</p><p>indicador.</p><p>A maioria desses músculos tem como inserção proximal a Crista supraepicondilar</p><p>lateral ou o Epicôndilo lateral do úmero.</p><p>2.6 MÚSCULOS DOS MEMBROS INFERIORES</p><p>A região glútea é a zona de transição entre o tronco e o membro inferior sendo fisicamente parte</p><p>do tronco, mas, do ponto de vista funcional, é parte do membro inferior.</p><p>Os músculos do quadril localizam-se em um mesmo compartimento, mas são organizados em</p><p>duas camadas:</p><p>·         Camada superficial:</p><p>Função: extensão, abdução e rotação medial da coxa;</p><p>Composta pelos músculos: glúteos máximo, médio e mínimo e tensor da fáscia</p><p>lata.</p><p>·         Camada profunda:</p><p>Função: rotação lateral da coxa;</p><p>Composta pelos músculos: piriforme, obturador interno, gêmeo superior, gêmeo</p><p>inferior e quadrado femoral.</p><p>Os músculos da coxa estão divididos através de septos intermusculares em três compartimentos:</p><p>·         Anterior (extensor):</p><p>M. Quadríceps Femoral;</p><p>M. Sartório;</p><p>M. Pectíneo;</p><p>M. Íliopsoas.</p><p>·         Medial (adutor):</p><p>M. Adutor Longo;</p><p>M. Grácil;</p><p>M. Adutor Magno;</p><p>M. Adutor Curto;</p><p>M. Obturador Externo.</p><p>·         Posterior (flexor):</p><p>M. Semitendíneo;</p><p>M. Semimembranáceo;</p><p>M. Bíceps Femoral.</p><p>Os músculos da perna encontram-se divididos pelos ossos da perna (tíbia e fíbula), membrana</p><p>interóssea e septos intermusculares (anterior e posterior) em três compartimentos com função e</p><p>inervação específica:</p><p>·         Anterior: Realiza dorsiflexão (extensão) do tornozelo:</p><p>Inervado pelo nervo fibular profundo, ramo terminal do nervo fibular comum;</p><p>Composta pelos músculos tibial anterior, extensor longo dos dedos, extensor longo</p><p>do hálux e fibular terceiro.</p><p>·         Lateral: Realiza a eversão do pé:</p><p>Inervado pelo nervo fibular superficial, ramo terminal do nervo fibular comum;</p><p>Composta pelos músculos fibular curto e fibular longo.</p><p>·         Posterior: Dividido em superficial e profundo, realiza flexão plantar (flexão) do</p><p>tornozelo, inversão do pé e flexão dos dedos:</p><p>Inervado pelo nervo tibial, ramo terminal do nervo isquiático;</p><p>O compartimento superficial é composto pelos músculos gastrocnêmio, sóleo e</p><p>plantar;</p><p>O compartimento profundo é composto pelos músculos poplíteo, tibial posterior,</p><p>flexor longo dos dedos e flexor longo do hálux.</p><p>3. ARTICULAÇÕES</p><p>Para fechar o eixo locomotor, o ponto de intersecção entre os ossos e músculos – e que garante</p><p>a capacidade de mobilidade – é a articulação! As articulações do corpo podem ser classificadas</p><p>estruturalmente, com base em suas características anatômicas, e funcionalmente, com base nos</p><p>tipos de movimentos que permitem.</p><p>Pensando primeiro na classificação funcional, baseia-se apenas no grau de movimentos que</p><p>cada uma delas permitem. Assim, pode-se organizá-las em 3 grupos: sinartroses (fixa),</p><p>anfiartrose (pouco móvel) e diartrose (com vários graus de liberdade de movimentos). Já com</p><p>relação à classificação estrutural, tem-se que se baseia em 2 critérios: a) presença ou ausência</p><p>de um espaço entre os ossos da articulação (cavidade articular/sinovial); e b) tipo de tecido</p><p>conjuntivo que une os ossos. A partir daí, conseguimos distribuir as articulações em 3 grupos:</p><p>fibrosas, cartilaginosas e sinoviais.</p><p>3.1 ARTICULAÇÕES FIBROSAS</p><p>As articulações fibrosas são aquelas que não possuem cavidade articular e os ossos são unidos –</p><p>muito compactamente – por tecido conjuntivo denso não modelado, permitindo muito pouco ou</p><p>nenhum movimento, abaixo estão os tipos de articulações fibrosas:</p><p>·       Sutura: as suturas ocorrem apenas entre ossos do crânio e são caracterizadas por</p><p>apresentarem uma camada muito fina de tecido conjuntivo denso não modelado. Esse tipo de</p><p>articulação não permite qualquer movimento e essa rigidez é enfatizada pelas bordas</p><p>irregulares interligadas.</p><p>·     Sindesmose: trata-se de uma articulação fibrosa, na qual há uma distância maior entre as</p><p>faces articulares e, até por conta disso, tem-se mais tecido conjuntivo denso não modelado</p><p>formando a articulação. Esse tipo de articulação permite um movimento limitado e, por isso, é</p><p>funcionalmente classificado como sendo uma anfiartrose.</p><p>·         Gonfose: também conhecida como articulação dentoalveolar, é a que permite a</p><p>movimentação do dente no seu alvéolo dando flexibilidade e resistindo às forças de</p><p>mastigação.</p><p>3.2 ARTICULAÇÕES CARTILAGENOSAS</p><p>As articulações cartilaginosas também não apresentam cavidade articular. Permitem pouco</p><p>movimento (anfiartrose) e são caracterizadas por ter cartilagem hialina ou fibrocartilagem fazendo</p><p>a união dos ossos. Os principais tipos de articulações cartilaginosas também são 2:</p><p>·   Sincondroses: também conhecidas como “articulações cartilaginosas primárias”, as</p><p>sincondroses são caracterizadas por terem os ossos unidos por cartilagem hialina e por</p><p>serem, na grande maioria dos casos, articulações temporárias, tendo em vista que pode-se</p><p>encontrá-las entre a epífise e a diáfise de ossos longos (para permitir que o osso cresça) e</p><p>entre os ossos do crânio de bebês (dando flexibilidade à caixa craniana para que o cérebro</p><p>cresça). Esse tipo de articulação possui pouca mobilidade, porém, maior que as suturas e</p><p>sindesmoses, por isso são tidas como anfiartrose;</p><p>·      Sínfises: conhecidas também como “articulações cartilaginosas secundárias”, as</p><p>sínfises apresentam tecido fibrocartilaginoso fazendo a união dos ossos, e possuem pouca</p><p>mobilidade, classificando-as também como anfiartroses.</p><p>3.4 ARTICULAÇÕES SINOVIAIS</p><p>A grande característica das articulações sinoviais é a presença</p><p>de uma cavidade articular entre as</p><p>superfícies articulares dos ossos envolvidos, o que implica dizer que esse tipo de articulação</p><p>permite movimentos com ampla liberdade e são classificadas como diartroses.</p><p>É importante esclarecer que as superfícies articulares nesse tipo de articulação são recobertas</p><p>por cartilagem hialina, contudo, essa estrutura cartilaginosa não une os ossos entre si, apenas</p><p>atua reduzindo o atrito entre eles e, por vezes, amortecendo impactos.</p><p>As articulações sinoviais ainda são envolvidas por uma cápsula articular, que se encarrega por</p><p>unir os ossos envolvidos. Essa cápsula é composta por duas camadas: a cápsula fibrosa e a</p><p>membrana sinovial. A cápsula fibrosa (mais externa) consiste em um tecido conjuntivo denso</p><p>não modelado que se fixa ao periósteo dos ossos envolvidos. É a flexibilidade dessa camada que</p><p>confere movimentação à articulação, enquanto sua resistência à tração ajuda a evitar o</p><p>deslocamento dos ossos.</p><p>A membrana sinovial, por sua vez, é a camada que faz o revestimento interno da cavidade</p><p>articular, exceto onde há cartilagem hialina. Essa camada, por vezes, acumula tecido adiposo</p><p>(formando os chamados “corpos adiposos articulares”) e sua função principal é produzir o</p><p>líquido sinovial, o qual consiste em ácido hialurônico e forma, entre as superfícies articulares,</p><p>uma película fina, que serve para lubrificar a articulação (reduzindo ainda mais o atrito) e também</p><p>para nutrir as peças de cartilagem hialina (tendo em vista que esse tecido é avascularizado).</p><p>Ademais, as cápsulas articulares podem ter (não compondo-as) outras 2 estruturas associadas:</p><p>a) bolsas (compostas por um tecido muito semelhante ao da cápsula e preenchidas por líquido</p><p>sinovial, que se posicionam em locais estratégicos para amortecer impactos); e b) bainhas</p><p>tendíneas (bolsas tubulares que envolvem os tendões sujeitos a muito atrito, como o do músculo</p><p>Bíceps Braquial, por exemplo).</p><p>Desse modo, considerando o exposto, falaremos, então, dos tipos de articulações sinoviais. Os</p><p>principais tipos são 6 (seis) e essa classificação baseia-se nos movimentos que cada articulação</p><p>permite:</p><p>·         Articulação Plana: as faces articulares, em uma articulação plana, costumam ser achatadas</p><p>ou pouco encurvadas, permitindo, por conta disso, principalmente, movimentos de</p><p>deslizamento para frente e para trás. Por causa disso, são classificadas como uniaxiais</p><p>(possuindo apenas 1 eixo, e 2 movimentos;</p><p>·         Articulação Gínglimo ou dobradiça: esse tipo de articulação ocorre com a face convexa de</p><p>um osso encaixando-se na face côncava do outro, desse modo, acaba produzindo</p><p>movimentos angulares, nos quais costuma um osso ficar fixo enquanto o outro de move.</p><p>Nesse tipo de articulação ocorrem os movimentos de flexão e extensão, e assim, classifica-se</p><p>também como uniaxial;</p><p>·        Articulação Trocóidea ou pivô: a face articular pontiaguda ou arredonda de um osso</p><p>encaixa-se em um anel formado parcialmente por outro osso e parcialmente por um ligamento,</p><p>permitindo movimento de rotação, no qual um osso desliza sobre outro fixo formando um eixo.</p><p>Esse tipo de articulação também se classifica como uni ou monoaxial;</p><p>·         Articulação Elipsóidea ou condilar: nas articulações elipsóideas ou condilares, uma face</p><p>articular é uma projeção oval (convexa) e a outra é uma depressão oval (côncava) e por</p><p>encaixarem-se limitam o movimento. É do tipo biaxial (movimentos ao redor de 2 eixos);</p><p>·         Articulação Selar: a face articular de um osso tem o formato de uma sela e a do outro</p><p>encaixa-se nela (como um cavaleiro faria), permitindo a circundação. É do tipo biaxial</p><p>(movimentos ao redor de 2 eixos);</p><p>·         Articulação Esferoidea ou enartrose: é o tipo de articulação com maior mobilidade em todo</p><p>o corpo. Acontece entre uma face articular em formato esferoidal que se encaixa em uma</p><p>depressão de formato caliciforme. Classifica-se como triaxial (movimentos ao redor de 3</p><p>eixos).</p><p>3.4 ARTICULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR</p><p>Os MMSS são caracterizados por sua mobilidade e capacidade de segurar golpear e realizar</p><p>atividades motoras finas. Os membros superiores são constituídos pelos seguintes ossos: úmero,</p><p>rádio, ulna e os ossos da mão.</p><p>Tais ossos compõem o arcabouço ósseo das articulações dos MMSS, sendo algumas delas:</p><p>·         Da clavícula;</p><p>·         Do ombro (glenoumeral);</p><p>·         Do cotovelo;</p><p>·         Radioulnar proximal (superior) e distal (inferior);</p><p>·         Do punho (radiocarpal);</p><p>·         Dos carpos;</p><p>·         Dos metacarpos;</p><p>·         Dos dedos.</p><p>3.5 ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR</p><p>Os membros inferiores são extensões do tronco especializadas em sustentar o peso do corpo, a</p><p>fim de permitirem a locomoção, o deslocamento e o equilíbrio. Os ossos do membro inferior livre</p><p>são: fêmur, patela, tíbia, fíbula e os ossos do pé.</p><p>Tais ossos compõem o arcabouço ósseo das articulações dos MMII, sendo algumas delas:</p><p>·         Do quadril (coxofemoral);</p><p>·         Do joelho;</p><p>·         Do tornozelo (talocrural);</p><p>·         Do pé.</p><p>Roteiro</p><p>INSTRUÇÕES GERAIS</p><p>1. Neste experimento, você irá aprender sobre o sistema locomotor e aprimorar seus</p><p>conhecimentos sobre os sistemas esquelético, muscular e articular.</p><p>2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da experiência</p><p>virtual e para respostas às perguntas frequentes a respeito do Laboratório Virtual.</p><p>3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “Tutorial” presente neste</p><p>Roteiro.</p><p>4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as instruções para</p><p>realização desta prática na subseção “Procedimentos”.</p><p>5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção “Avaliação dos</p><p>Resultados”.</p><p>RECOMENDAÇÕES DE ACESSO</p><p>DICAS DE DESEMPENHO</p><p>Para otimizar a sua experiência no acesso aos laboratórios virtuais, siga as seguintes dicas de</p><p>desempenho:</p><p>Feche outros aplicativos e abas: Certifique-se de fechar quaisquer outros aplicativos ou</p><p>abas que possam estar consumindo recursos do seu computador, garantindo um</p><p>desempenho mais eficiente.</p><p>•</p><p>Navegador Mozilla Firefox: Recomendamos o uso do navegador    Mozilla Firefox,</p><p>conhecido por seu baixo consumo de recursos em comparação a outros navegadores,</p><p>proporcionando uma navegação mais fluida.</p><p>•</p><p>Aceleração de hardware: Experimente habilitar ou desabilitar a aceleração de hardware no</p><p>seu navegador para otimizar o desempenho durante o acesso aos laboratórios virtuais.</p><p>•</p><p>Requisitos mínimos do sistema: Certifique-se de que seu computador atenda aos</p><p>requisitos mínimos para acessar os laboratórios virtuais. Essa informação está disponível em</p><p>nossa Central de Suporte.</p><p>•</p><p>Monitoramento do sistema: Utilize o Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) para</p><p>verificar o uso do disco, memória e CPU. Se estiverem em 100%, considere fechar outros</p><p>aplicativos ou reiniciar a máquina para otimizar o desempenho.</p><p>•</p><p>Teste de velocidade de internet: Antes de acessar, realize um teste de velocidade de</p><p>internet para garantir uma conexão estável e rápida durante o uso dos laboratórios virtuais.</p><p>•</p><p>Atualizações do navegador e sistema operacional: Mantenha seu navegador e sistema</p><p>operacional atualizados para garantir compatibilidade e segurança durante o acesso aos</p><p>laboratórios.</p><p>•</p><p>PRECISA DE AJUDA?</p><p>Em caso de dúvidas ou dificuldades técnicas, visite nossa Central de Suporte para encontrar</p><p>artigos de ajuda e informações para usuários. Acesse a Central de Suporte através do link:</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br</p><p>Se preferir, utilize os QR Codes abaixo para entrar em contato via WhatsApp ou ser direcionado</p><p>para a Central de Suporte. Estamos aqui para ajudar! Conte conosco!</p><p>https://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/new/</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br/</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br/</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br/</p><p>https://suporte-contato.algetec.com.br/</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br/</p><p>DESCRIÇÃO</p><p>DO LABORATÓRIO</p><p>PROCEDIMENTOS</p><p>1. CONHECENDO A INTERFACE</p><p>É importante que você tenha expandido a tela do experimento, para que as funções do navegar</p><p>não conflitem com as funções do experimento. Assim, quando a tela é expandida, você poderá</p><p>movimentar o modelo em diferentes angulações e fazer o controle do zoom.</p><p>2. REALIZANDO OS ESTUDOS DAS PEÇAS ANATÔMICAS</p><p>Escolha um dos modos de execução do modelo (modo instrucional ou modo cadavérico).</p><p>Visualize o nome das peças anatômicas passando o cursor do mouse sobre a peça de interesse.</p><p>Selecione a peça que deseja aprofundar seus estudos. Ative a opção "Informações" e leia as</p><p>principais informações referentes ao modelo selecionado. Utilize a função "Isolar" para manter</p><p>ativo apenas o modelo selecionado. Em seguida, ative a função "Pinagem" e verifique as</p><p>peculiaridades relacionadas a estrutura isolada. Você terá a opção de desfazer a seleção da peça</p><p>assim como poderá obter informações sobre a peça a ser analisada, Utilize da função de</p><p>"Transparência" para observar melhor a sobreposição que uma peça tem com a outra e use a</p><p>opção de "Esconder" para analisar uma peça localiza por trás da estrutura selecionada. Haverá</p><p>disponível um local listando quais estruturas foram escondidas.</p><p>https://suporte-contato.algetec.com.br/</p><p>https://suporte-virtual.algetec.com.br/</p><p>3. APROFUNDANDO O ESTUDO POR GRUPOS ANATÔMICOS</p><p>Utilize da função "Sistema Ativado" para escolher qual tipo de sistema você quer se aprofundar</p><p>(esquelético, muscular ou articular). Haverá também a opção de "Selecionar grupo" para um</p><p>aprendizado mais focalizado do grupo escolhido (ex.: membros superiores, membros inferiores,</p><p>cabeça etc). Todas as funções listadas anteriormente podem ser aplicadas durante a exploração</p><p>dessas peças na seleção de grupos.</p><p>4. AVALIANDO OS RESULTADOS</p><p>Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado</p><p>nos experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.</p><p>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS</p><p>1.     Indique as estruturas anatômicas mais fáceis de compreender.</p><p>2.     Indique as estruturas anatômicas mais difíceis de compreender.</p><p>3.     Como o laboratório virtual possibilita a compreensão dos sistemas anatômicos estudados?</p><p>4.    O sistema locomotor está divido em 3 componentes. Quais são esses componentes e sua</p><p>importância na estrutura anatômica?</p><p>TUTORIAL</p><p>1. CONHECENDO A INTERFACE</p><p>Essa é a interface geral. Veja que há muitos elementos e iremos falar a função de cada um deles</p><p>nos itens a seguir.</p><p>É importante que você tenha expandido a tela do experimento, para que as funções do navegar</p><p>não conflitem com as funções do experimento. Assim, quando a tela é expandida, você poderá</p><p>rotacionar o modelo, ao deixar pressionado o botão direito do mouse e movê-lo.</p><p>Controle o zoom clicando com o botão esquerdo do mouse nos botões “Zoom –“ e “Zoom +” ou</p><p>utilize o botão de rolagem do mouse.</p><p>Movimente o modelo em diferentes angulações clicando com o botão esquerdo do mouse nos</p><p>botões indicados.</p><p>Realize movimentações no modelo (direita, esquerda, para cima e para baixo) clicando com o</p><p>botão esquerdo do mouse nos botões indicados.</p><p>2. REALIZANDO OS ESTUDOS DAS PEÇAS ANATÔMICAS</p><p>Pesquise uma peça anatômica clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a caixa indicada e</p><p>digite utilizando o seu teclado.</p><p>Escolha o modo do modelo clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão indicado e</p><p>selecione uma das opções: Modo instrucional ou Modo cadavérico.</p><p>Visualize o nome da peça passando o cursor do mouse sobre a peça de interesse.</p><p>Desfaça a seleção da peça clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão indicado.</p><p>Obtenha informações sobre a peça a ser analisada clicando com o botão esquerdo do mouse</p><p>sobre “Indicações” e selecione uma das opções a ser estudada.</p><p>Caso precise de mais atenção na peça anatômica, isole-a das demais clicando com o botão</p><p>esquerdo do mouse sobre “Isolar”.</p><p>Pince uma peça para identificar as estruturas clicando com o botão esquerdo do mouse sobre</p><p>“Pinagem”.</p><p>Visualize a identificação das estruturas com o recurso de pinagem passando o cursor do mouse</p><p>sobre o pino de interesse.</p><p>Após selecionar uma peça, retire-a do campo de visualização clicando com o botão esquerdo do</p><p>mouse sobre “Esconder”. Observe na imagem abaixo que após aplicar o recurso podemos</p><p>analisar as suturas do osso parietal direito, osso parietal esquerdo e osso occipital.</p><p>Ative a transparência da peça selecionada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre</p><p>“Transparência”. Regule pressionando e arrastando o cursor do mouse sobre barra indicada.</p><p>3. APROFUNDANDO O ESTUDO POR GRUPOS ANATÔMICOS</p><p>Selecione o sistema a ser ativado clicando com o botão esquerdo do mouse sobre “Sistemas</p><p>Ativos” e selecione uma das opções.</p><p>Selecione grupo anatômico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão “Selecionar</p><p>Grupo” e selecione uma das opções. Observe na imagem abaixo que o sistema escolhido foi o</p><p>grupo dentário.</p><p>4. AVALIANDO OS RESULTADOS</p><p>Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” deste roteiro, e responda de acordo com o que foi</p><p>observado no experimento associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.</p><p>Pré Teste</p><p>1)</p><p>Em relação ao esqueleto, este pode ser dividido em:</p><p>A) axial e membros;</p><p>B) axial e apendicular;</p><p>C) coluna vertebral e membros.</p><p>2)</p><p>O esqueleto possui cerca de 206 ossos que, em conjunto, formam o esqueleto. Marque a</p><p>alternativa que apresenta osso do esqueleto axial.</p><p>A) Ossos do carpo, escápula e úmero;</p><p>B) Patela, úmero e ossos do crânio;</p><p>C) Ossos do crânio, vértebras e sacro.</p><p>3)</p><p>As articulações são locais onde dois ou mais ossos se encontram. Quanto ao grau de</p><p>mobilidade, aquelas que permitem pouco movimento são as:</p><p>A) Sinartroses;</p><p>B) Anfiartroses;</p><p>C) Diartroses.</p><p>4)</p><p>Durante a sua ação, os músculos ________ precisam trabalhar em harmonia pares, ou seja,</p><p>enquanto um contrai o outro relaxa a fim de realizarem sua função.</p><p>Complete a lacuna corretamente.</p><p>A) lisos, responsáveis pelo peristaltismo;</p><p>B) estriados, responsáveis pelos movimentos do esqueleto;</p><p>C) cardíaco, responsável pelos movimentos de sístole e diástole.</p><p>5)</p><p>Quanto a forma dos músculos, marque a alternativa que apresenta aqueles classificados</p><p>como músculos curtos.</p><p>A) Pronador quadrado, flexor interósseos dorsais, intercostais internos;</p><p>B) Bíceps braquial, sartório, reto femoral;</p><p>C) Peitoral, oblíquos internos e externos, diafragma.</p><p>Experimento</p><p>* Este laboratório também está disponível para dispositivos Android.</p><p>Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!</p><p>Pós Teste</p><p>1)</p><p>As articulações são locais de encontro entre os ossos. Sobre aquela que está presente entre</p><p>os ossos da perna permeada por tecido fibroso interósseo e possuem pouco movimento, são</p><p>as:</p><p>A) sincondroses;</p><p>B) sindesmoses;</p><p>C) sínfises.</p><p>2) Sobre os músculos que compõe o grupo muscular da coxa todos os possuem a mesma</p><p>inserção exceto:</p><p>A) reto femoral, vasto lateral e vasto medial;</p><p>B) reto femoral, sartório e vasto intermédio;</p><p>C) reto femoral, vasto intermédio e vasto lateral.</p><p>3)</p><p>As articulações do tipo diartroses permitem movimentos com grandes amplitudes entre os</p><p>ossos adjacentes. Das articulações citadas abaixo, marque a alternativa que representa um</p><p>exemplo desse tipo de articulação.</p><p>A) Articulações têmporo-parietal;</p><p>B) Articulações tíbio-fibular distal;</p><p>C) Articulação úmero-ulnar.</p><p>4)</p><p>Sobre as divisões do esqueleto (axial e apendicular). De todos os ossos citados a seguir,</p><p>identifique aquela que cita um osso que não faz parte do esqueleto axial.</p><p>A) Costelas;</p><p>B) Úmero;</p><p>C) Esterno.</p><p>5) Entre as funções dos ossos, além de dar forma e sustentação ao corpo, estão:</p><p>A) armazenar cálcio e fósforo; proteger os órgãos</p><p>e hematopoiese;</p><p>B) armazenar cálcio e fósforo; proteger órgãos e produzir glicogênio;</p><p>C) armazenar glicogênio; proteger órgãos e produzir hemácias e leucócitos.</p>

Mais conteúdos dessa disciplina