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<p>Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II</p><p>ESTUDOS DISCIPLINARES VII 6599-15_SEI_DS_0723_R_20242 CONTEÚDO</p><p>Usuário MAYDER ALVES CARVALHO</p><p>Curso ESTUDOS DISCIPLINARES VII</p><p>Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II</p><p>Iniciado 07/09/24 17:41</p><p>Enviado 07/09/24 18:25</p><p>Status Completada</p><p>Resultado da</p><p>tentativa</p><p>4 em 5 pontos</p><p>Tempo decorrido 43 minutos</p><p>Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas</p><p>respondidas incorretamente</p><p>Pergunta 1</p><p>(Enade 2023) Estudos realizados em 2021 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância</p><p>(Unicef), em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostraram que, no</p><p>Brasil, houve uma queda brusca da taxa de vacinação infantil nos últimos anos: entre 2017</p><p>e 2021, a taxa caiu de 93,1% para 71,49%, considerando-se crianças com menos de um ano</p><p>de idade. Essa redução da cobertura vacinal deixa a população infantil muito vulnerável e</p><p>exposta a doenças que já estavam praticamente erradicadas, tal como o sarampo, que em</p><p>2018 voltou a ser uma preocupação para os brasileiros. Além do sarampo, corre-se o risco</p><p>de outras doenças voltarem a acometer as crianças, como a poliomielite, a meningite, a</p><p>rubéola e a difteria. O grá�co a seguir mostra as taxas de vacinação infantil, em crianças</p><p>menores de um ano de idade, no período de 2017 a 2021.</p><p>Disponível em: https://portal.�ocruz.br/noticia/vacinacao-infantil-sofre-queda-brusca-no-br</p><p>asil. Acesso em: 23 de jun. 2023 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no texto e no grá�co, assinale a opção correta.</p><p>UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 1/16</p><p>http://company.blackboard.com/</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_373807_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_373807_1&content_id=_4266630_1&mode=reset</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um</p><p>dos indicadores de baixo desempenho das políticas públicas de atenção</p><p>primária em saúde.</p><p>O percentual de vacinação com o imunizante da poliomielite se manteve</p><p>constante na maior parte do período de 2017 a 2021.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade é um</p><p>dos indicadores de baixo desempenho das políticas públicas de atenção</p><p>primária em saúde.</p><p>A cobertura vacinal de crianças menores de um ano de idade foi muito</p><p>variável, com alto índice vacinal da BCG e média cobertura da vacina</p><p>tetraviral, no período de 2017 a 2021.</p><p>O aumento da taxa de vacinação infantil contra a febre amarela em 2021,</p><p>em comparação com o índice registrado em 2017, revela que as</p><p>campanhas de conscientização da população foram bem-sucedidas</p><p>quanto ao alcance da meta de vacinação contra essa enfermidade.</p><p>A pandemia de covid-19, ao ampliar a conscientização da população</p><p>sobre a necessidade de manter alto índice vacinal para evitar o</p><p>reaparecimento de doenças infectocontagiosas, contribuiu para o</p><p>aumento da cobertura vacinal contra outras doenças, conforme indicado</p><p>no grá�co.</p><p>Resposta: B</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: O grá�co mostra que o percentual de vacinação</p><p>com o imunizante da poliomielite variou com o tempo. Ele foi igual a</p><p>84,24% em 2017, 89,54% em 2018, 84,19% em 2019, 76,75% em 2020 e</p><p>67,13% em 2021. Isso está destacado na �gura a seguir.</p><p>Figura. Destaque para o percentual de vacinação dom o imunizante da</p><p>poliomielite.</p><p>B-Correta: De acordo com o texto, no Brasil, houve queda brusca da taxa</p><p>de vacinação infantil entre 2017 e 2021, período em que a taxa caiu de</p><p>93,1% para 71,49%.</p><p>C-Incorreta: Embora a cobertura vacinal de crianças menores de um ano</p><p>de idade tenha sido muito variável no período entre 2017 e 2021, ocorreu</p><p>um baixo índice vacinal da BCG, que reduziu de 97,98% em 2017 para</p><p>65,93% em 2021, e uma baixa cobertura da vacina tetraviral, que reduziu</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 2/16</p><p>de 35,44% em 2017 para 5,70% em 2021.</p><p>D-Incorreta: No grá�co apresentado, a meta de vacinação infantil contra a</p><p>febre amarela é de 95%. Esse grá�co informa que o percentual máximo de</p><p>vacinação obtido em 2019 foi de 62,41%. Não há no texto informações que</p><p>permitam inferir que, com relação à imunização contra a febre amarela,</p><p>existiram campanhas de conscientização. Vale destacar que, de 2019 para</p><p>2020 e de 2020 para 2021, houve diminuição nos percentuais de vacinação</p><p>contra febre amarela.</p><p>E-Incorreta: A pandemia de covid-19 contribuiu para a redução da</p><p>cobertura vacinal contra outras doenças, conforme indicado no grá�co.</p><p>Pergunta 2</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>(Enade 2022) Leia o texto a seguir.</p><p>Pesquisa realizada pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas da Universidade</p><p>Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que a população em situação de rua aumentou no</p><p>Brasil em 2022. De janeiro a maio deste ano, mais de 26 mil novas pessoas nessa situação</p><p>foram registradas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal. No país, mais de 180</p><p>mil pessoas estão registradas no CadÚnico.</p><p>Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 6 jul. 2022 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre</p><p>elas.</p><p>I. A existência de pessoas em situação de rua no Brasil deriva, sobretudo, das</p><p>desigualdades sociais oriundas da pandemia de covid-19.</p><p>PORQUE</p><p>II. Um dos efeitos da pandemia de covid-19 foi a ampliação do número de pessoas em</p><p>situação de rua no Brasil, o que evidencia a segregação socioespacial das cidades</p><p>brasileiras.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não</p><p>justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição</p><p>falsa.</p><p>0 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 3/16</p><p>d.</p><p>e.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Pergunta 3</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>Respostas: a.</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>Além do contexto econômico, o avanço da tecnologia também é um dos responsáveis pelo</p><p>aumento dos trabalhadores informais. E a tendência de contratação de freelancers por</p><p>meio de plataformas digitais, como aplicativos de delivery e de mobilidade urbana, ganhou</p><p>até um nome: Gig Economy, ou economia dos bicos. Para os gigantes de tecnologia</p><p>detentores desses aplicativos, os motoristas são trabalhadores autônomos, que não têm</p><p>vínculo empregatício. Além de não estarem sujeitos a nenhuma regulamentação e proteção</p><p>legal, os pro�ssionais que desenvolvem esse tipo de trabalho deixam de contribuir para a</p><p>Previdência Social e de ter benefícios como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço</p><p>(FGTS), férias e décimo</p><p>terceiro salário. Não obstante, ainda arcam com todo o custo da</p><p>atividade que exercem. Em uma reportagem que ouviu alguns desses trabalhadores,</p><p>motoristas a�rmaram sofrer com problemas de coluna e com o estresse no trânsito, além</p><p>das longas jornadas de trabalho. Por esses motivos, a Gig Economy está no centro de uma</p><p>discussão mundial acerca da responsabilidade dessas companhias milionárias sobre as</p><p>condições de trabalho da mão de obra que contratam. No meio do limbo jurídico, quem</p><p>sofre são os trabalhadores dessas plataformas, que �cam duplamente desprotegidos ―</p><p>pelas empresas e pelo Estado.</p><p>Disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/quais-sao-as-consequencia-do-trabalho-</p><p>informal-no-pais/. Acesso em: 18 abr. 2020 (com adaptações).</p><p>A partir das informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta</p><p>entre elas.</p><p>I. Trabalhadores autônomos informais que atuam em plataformas digitais sem qualquer</p><p>vínculo empregatício, desprotegidos de regulamentação ou lei trabalhista, compõem a Gig</p><p>Economy.</p><p>PORQUE</p><p>II. Os trabalhadores, na Gig Economy, arcam com todos os custos necessários para</p><p>desempenhar o seu trabalho, ganham por produção e enfrentam longas jornadas diárias, o</p><p>que os deixa mais desgastados e com problemas de saúde.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>0 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 4/16</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não</p><p>justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição</p><p>falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Pergunta 4</p><p>(Enade 2022) Leia os textos a seguir.</p><p>Texto 1</p><p>De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Noti�cação (Sinan), do</p><p>Ministério da Saúde, houve um crescimento bruto de 5% nas violências contra</p><p>homossexuais e 37,1% nas violências contra bissexuais, passando de 4855 registros em</p><p>2018 para 5330 em 2019. No grá�co a seguir, são apresentados os dados percentuais de</p><p>casos noti�cados em 2019, de acordo com a orientação sexual das vítimas de violência.</p><p>CERQUEIRA, D., et al. Atlas da Violência 2021. São Paulo: FBSP/IPEA, 2021</p><p>Texto 2</p><p>Dados do levantamento feito pelo Transgender Europe (TGEU) mostram que o Brasil</p><p>permaneceu pelo 13º ano consecutivo como o país que mais mata pessoas transgêneros.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 5/16</p><p>Resposta Selecionada: d.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>TRANSGENDER EUROPE (TGEU). Disponível em: https://transrespect.org. Acesso em 5 jul.</p><p>2022 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas no mapa e no grá�co, bem como a situação</p><p>social dos grupos LGBTQIAPN+, avalie as a�rmativas.</p><p>I) Os discursos e as práticas contra a diversidade sexual e de gênero são incompatíveis com</p><p>as premissas éticas e dos direitos humanos que regem as sociedades democráticas.</p><p>II) A violência contra os grupos LGBTQIAPN+ é histórica, simbólica, psicológica e física,</p><p>ocorrendo em razão de estereótipos e estigmas vigentes na sociedade e por meio de</p><p>repressões e abusos.</p><p>III) A partir dos 40 anos de idade, há maior incidência de violência sobre pessoas</p><p>heterossexuais em relação aos outros grupos, o que indica que a vulnerabilidade</p><p>independe da orientação sexual.</p><p>IV) O Brasil é o país onde se identi�ca o maior número de mortes de pessoas trans entre os</p><p>países analisados, situação que revela a necessidade de uma política pública mais assertiva</p><p>de combate aos crimes cometidos contra os grupos LGBTQIAPN+.</p><p>É correto apenas o que se a�rma em:</p><p>I, II e IV.</p><p>I e III.</p><p>I e IV.</p><p>II e III.</p><p>I, II e IV.</p><p>II, III e IV.</p><p>Resposta: D</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa correta: As sociedades democráticas modernas são regidas</p><p>pelo respeito às diversidades de qualquer espécie (sexuais, étnicas,</p><p>religiosas etc.), pois estão embasadas no princípio da tolerância com as</p><p>diferenças. Qualquer atitude que denote hostilidade contra as minorias,</p><p>portanto, é incompatível com o pensamento e a prática democráticos.</p><p>II. A�rmativa correta: A violência exercida contra os grupos minoritários e,</p><p>particularmente, contra os grupos LGBTQIAPN+, tem raízes históricas</p><p>profundas e impregna a própria base da cultura hegemônica de nossa</p><p>sociedade, calcada, em grande medida, em preconceitos patriarcais e</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 6/16</p><p>machistas.</p><p>III. A�rmativa incorreta: No grá�co do enunciado, vemos que, a partir dos</p><p>40 anos, no grupo dos heterossexuais (linha azul), os dados percentuais de</p><p>casos noti�cados de violência são os maiores. Se essa incidência é maior</p><p>sobre um dos grupos, isso indica que não podemos a�rmar que a</p><p>vulnerabilidade independe da orientação sexual.</p><p>IV. A�rmativa correta: De acordo com os dados levantados pelo</p><p>Transgender Europe (TGEU), o Brasil registrou a morte de mais de 1000</p><p>transgêneros no período de 2008 a 2021, bem acima dos índices de países</p><p>como os Estados Unidos (na faixa de 251-500 nesse mesmo período), a</p><p>Rússia ou a China (ambos os países na faixa de 2-50), o que revela a</p><p>necessidade urgente da adoção de políticas públicas inclusivas de grande</p><p>alcance que contribuam para reduzir drasticamente esses números.</p><p>Pergunta 5</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>O estudo Internet and American Life Project, do Pew Research Center, demonstrou que, em</p><p>2009, metade das buscas de temas relacionados à saúde na internet era feita para</p><p>terceiros, e quase seis em cada dez pessoas que usaram meios digitais para se informar</p><p>sobre saúde mudaram o enfoque com que cuidavam da própria saúde ou da de algum</p><p>parente. Estima-se que exista uma correlação positiva entre o grau de conhecimento das</p><p>doenças (seus fatores de risco, formas de prevenção e tratamento) e a taxa de adoção de</p><p>hábitos saudáveis pela sociedade. O aumento nos diagnósticos precoces do câncer de</p><p>mama e a diminuição do tabagismo são dois exemplos clássicos a favor dessa ideia.</p><p>Acredita-se que indivíduos mais bem informados aderem a comportamentos preventivos e</p><p>reagem melhor a uma enfermidade. Infelizmente, a divulgação de temas médicos é uma</p><p>faca de dois gumes: quem não sabe nada está mais perto da verdade do que a pessoa cuja</p><p>mente está cheia de informações equivocadas. Conseguir que a mensagem seja bem</p><p>decodi�cada pelos receptores é o grande desa�o que preocupa (ou deveria preocupar)</p><p>tanto médicos quanto jornalistas.</p><p>TABAKMAN, R. A saúde na mídia: medicina para jornalistas, jornalismo para médicos. São</p><p>Paulo: Summus, 2013 (com adaptações).</p><p>Texto II</p><p>De acordo com os dados da última TIC Domicílios – pesquisa realizada anualmente com o</p><p>objetivo de mapear formas de uso das tecnologias da informação e comunicação no país –,</p><p>aproximadamente 46% dos usuários de Internet no Brasil utilizam a rede à procura de</p><p>informações médicas sobre saúde em geral e serviços de saúde. Para uma médica e</p><p>pesquisadora da Fiocruz, os indivíduos sempre procuraram informações sobre seu estado</p><p>de saúde, mas é inegável que o surgimento da Internet trouxe um aumento signi�cativo</p><p>do</p><p>acesso a informações, ampli�cando, assim, os re�exos desse processo e alterando a</p><p>relação entre os indivíduos. A pesquisadora chama a atenção para o perigo do</p><p>autodiagnóstico e da automedicação, que podem gerar consequências nefastas tanto para</p><p>os indivíduos quanto para a saúde pública, uma vez que boa parte dos estudos mostra que</p><p>não são adotados critérios durante as buscas na Internet.</p><p>Disponível em: https://agencia.� ocruz.br/conteudos-sobre-saude-na-web-alteram-relacao-</p><p>medico-paciente. Acesso em: 16 abr. 2020.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 7/16</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Considerando a abordagem dos textos, avalie as a�rmativas:</p><p>I. Os textos I e II evidenciam a importância de critérios nas buscas realizadas pelos usuários</p><p>da Internet por informações sobre patologias, pois algumas informações podem trazer</p><p>riscos à saúde por fomentarem a compreensão equivocada de sintomas e pro�laxias.</p><p>II. O texto I a�rma que a disponibilização de informações sobre temas de saúde nos meios</p><p>de comunicação tem contribuído para o esclarecimento da população acerca de hábitos</p><p>saudáveis.</p><p>III. No texto II, defende-se o acesso a informações relativas a pesquisas da área da saúde</p><p>nos veículos de comunicação, pois elas permitem que o indivíduo seja proativo na</p><p>prevenção de patologias.</p><p>É correto o que se a�rma em:</p><p>I e II, apenas.</p><p>I, apenas.</p><p>III, apenas.</p><p>I e II, apenas.</p><p>II e III, apenas.</p><p>I, II e III.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa correta. Os dois textos comentam sobre os aspectos</p><p>positivos do acesso a informações, mas alertam para o risco da ocorrência</p><p>de equívocos e da automedicação.</p><p>II. A�rmativa correta: O texto I a�rma que se estima que haja “uma</p><p>correlação positiva entre o grau de conhecimento das doenças (seus</p><p>fatores de risco, formas de prevenção e tratamento) e a taxa de adoção de</p><p>hábitos saudáveis pela sociedade”. Mais adiante, coloca que “indivíduos</p><p>mais bem informados aderem a comportamentos preventivos e reagem</p><p>melhor a uma enfermidade”.</p><p>III. A�rmativa incorreta. O texto II alerta para o perigo “do autodiagnóstico</p><p>e da automedicação, que podem gerar consequências nefastas tanto para</p><p>os indivíduos quanto para a saúde pública”.</p><p>Pergunta 6</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia o texto a seguir.</p><p>A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus gerou impactos negativos na economia e</p><p>nos negócios, intensi�cando problemas sociais no mundo todo. Nos Estados Unidos, um</p><p>estudo realizado com a parceria de duas importantes universidades veri�cou que a</p><p>expectativa de vida dos norte-americanos caiu 1,1 ano em 2020. A nova expectativa é de</p><p>77,4 anos. De acordo com o estudo, essa foi a maior queda anual da expectativa de vida já</p><p>registrada nos últimos 40 anos. O declínio é ainda maior se considerada a expectativa de</p><p>vida para negros que moram no país, cuja queda foi de 2,1 anos. Para a população latina,</p><p>essa queda foi de 3 anos. O declínio na expectativa de vida dos latinos é signi�cativo, uma</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 8/16</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>vez que eles apresentam menor incidência de condições crônicas que são fatores de risco</p><p>para a covid-19 em relação às populações de brancos e negros.</p><p>LOUREIRO, R. Covid-19 reduz gravemente expectativa de vida de negros e latinos nos EUA.</p><p>Revista Exame, 2021 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre</p><p>elas.</p><p>I. O efeito desproporcional da pandemia da covid-19 na expectativa de vida da população</p><p>negra e latino-americana estabelece relação com sua situação de vulnerabilidade social.</p><p>PORQUE</p><p>II. Uma hipótese que pode ser levantada quanto à diminuição da expectativa de vida de</p><p>negros e latino-americanos está relacionada às suas precárias condições de trabalho,</p><p>levando-os a maior possibilidade de exposição ao contágio pelo novo coronavírus.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não</p><p>justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição</p><p>falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Resposta: A</p><p>Comentário:</p><p>Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O texto a�rma que, com a covid-19, a queda da</p><p>expectativa de vida de negros e de latino-americanos, nos Estados</p><p>Unidos, foi maior do que a dos brancos. O texto dissocia tal fato da</p><p>existência de doenças crônicas.</p><p>II. Asserção verdadeira: Por questões históricas, sabemos que negros e</p><p>latino-americanos, nos Estados Unidos, tendem a exercer funções de</p><p>menos prestígio que os brancos. Muitos latinos vivem de forma ilegal e</p><p>submetem-se a condições precárias de trabalho.</p><p>Relação entre as asserções.</p><p>A asserção II detalha as condições de vulnerabilidade a que parte da</p><p>população é exposta e apresenta uma causa no efeito desproporcional</p><p>da pandemia da covid-19 na expectativa de vida da população negra e</p><p>latino-americana em relação à da branca.</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&ret… 9/16</p><p>Pergunta 7</p><p>Leia a charge e o texto a seguir.</p><p>Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/491596115554673681/. Acesso em: 20 set.</p><p>2018.</p><p>Gente que comenta sem ler – re�exões sobre uma epidemia digital</p><p>Danilo Venticinque</p><p>Clique em qualquer notícia de um grande portal, vá à seção de comentários e faça sua</p><p>aposta: quantas pessoas realmente leram todo o texto antes de comentar? Quando</p><p>comecei no jornalismo, ingênuo, acreditava que todos liam tudo. Os anos me tornaram</p><p>cético. Hoje, tenho certeza de que o número é próximo de zero. Na internet, quase todos</p><p>nós lemos muito mal. Num universo de leitura fragmentada, os comentaristas conseguem</p><p>se destacar negativamente. Ao contrário dos outros maus leitores, que prestam conta</p><p>apenas às suas consciências, quem comenta deixa registrada, de�nitivamente, a sua falta</p><p>de atenção. Só não morrem de vergonha disso porque sabem que ninguém notará suas</p><p>falhas. A�nal, se quase ninguém lê as notícias, é seguro apostar que mesmo o mais</p><p>absurdo dos comentários passará despercebido por todos. Quanto maior a audiência de</p><p>uma notícia, maior a chance de a caixa de comentários se transformar numa sala de bate-</p><p>papo delirante, sem nenhuma relação com o assunto original. Não importa se o texto é</p><p>sobre a Petrobras, sobre novas marcas de esmalte ou sobre o álbum da Copa: sempre</p><p>haverá uma desculpa para transformá-lo em palco para brigas políticas. Quando a vontade</p><p>de expressar uma opinião é irresistível, a lógica é o que menos importa. Sempre há um ou</p><p>outro justiceiro que gasta seu tempo apontando incoerências nos comentários alheios. São</p><p>criaturas exóticas: leem não só os textos, como também os comentários – e ainda se dão ao</p><p>trabalho de notar quando não há qualquer relação entre uma coisa e outra. Os esforços</p><p>desses bravos heróis são em vão: a horda de comentaristas enfurecidos imediatamente os</p><p>descartará como lacaios de algum partido político ou, pior ainda, metidos a intelectuais.</p><p>Bem feito. Quem mandou gastar seu tempo lendo um texto na internet? Comentários em</p><p>redes sociais são ainda piores. Lá, não é necessário nem mesmo clicar na notícia para</p><p>palpitar sobre ela. Basta ler o título do post que um amigo</p><p>compartilhou e o campo de</p><p>comentários estará logo abaixo, com todos os seus encantos. No último primeiro de abril, o</p><p>site da National Public Radio (NPR) aplicou uma pegadinha impiedosa em seus leitores:</p><p>publicou, no Facebook, um texto com o título “Porque a América não lê”. Centenas de</p><p>pessoas comentaram o assunto. Algumas discordavam, indignadas. Outras concordavam e</p><p>discorriam longamente sobre as causas desse fenômeno. O texto da notícia, que ninguém</p><p>leu, explicava a piada e dizia algo como “os americanos leem, mas temos a impressão de</p><p>que eles só olham o título antes de comentar”. Eu não saberia dizer precisamente o que</p><p>estava escrito lá: confesso que não li o texto da NPR. Vi o link no Facebook de um ou dois</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 10/16</p><p>Resposta Selecionada: e.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>amigos e decidi comentar sobre o assunto mesmo assim. Por muito tempo, acreditei que a</p><p>multidão que comenta sem ler era a escória da internet. Que o mundo seria melhor se</p><p>lêssemos todos os textos antes de palpitar sobre eles. Eu estava errado. Hoje penso</p><p>exatamente o contrário. A enorme maioria dos textos que circulam pela internet é inútil. Os</p><p>comentaristas ensandecidos simplesmente decidiram parar de perder tempo com esse tipo</p><p>de bobagem. São seres mais evoluídos do que nós. Basta aplicarem em algo útil todas as</p><p>horas de leitura super�cial que economizam e logo dominarão o mundo. Saber comentar</p><p>sem ler é uma habilidade indispensável para ser bem-sucedido no mundo digital. Se você</p><p>ainda não aderiu, pare de ler agora e junte-se a nós. Seja bem-vindo ao futuro. O próximo</p><p>passo rumo à iluminação digital é aprender a não ler e não comentar. As discussões na</p><p>internet, convenhamos, nunca mudaram a opinião de ninguém. Nos meus anos menos</p><p>esclarecidos, li muitos debates em seções de comentários. Nunca vi um crítico do governo</p><p>terminar uma discussão com "pensando bem, acho que a culpa não é da Dilma". Ou um</p><p>ativista, após longas réplicas e tréplicas, decidir dar o braço a torcer: “diante de todos os</p><p>argumentos aqui expostos, cheguei à conclusão de que #vaitercopa”. As discussões virtuais</p><p>são tão dispensáveis quanto as notícias que as antecedem. Abençoado seja quem guarda</p><p>sua opinião para si e cultiva o silêncio digital. É o que vou fazer agora. Até a próxima</p><p>semana.</p><p>Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/0</p><p>4/gente-que-bcomenta-sem-lerb.html. Acesso em: 20 set. 2018.</p><p>Com base na leitura, avalie as a�rmativas.</p><p>I. A charge apresenta um posicionamento oposto ao do artigo, uma vez que ela critica o ato</p><p>de comentar sem ler e o autor do texto a�rma que “comentar sem ler é uma habilidade</p><p>indispensável para ser bem-sucedido no mundo digital”.</p><p>II. A charge faz referência aos conhecidos macacos (“não vejo”, “não falo”, “não ouço”) e, ao</p><p>modi�car as características deles, elogia aquele que, em vez de �car mudo, manifesta-se</p><p>nas redes sociais.</p><p>III. De acordo com o artigo, o número de pessoas que comentam textos sem ler não é</p><p>minoritário.</p><p>É correto o que se a�rma somente em:</p><p>III.</p><p>I e II.</p><p>II e III.</p><p>I e III.</p><p>I.</p><p>III.</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa incorreta: O artigo e a charge criticam o fato de as</p><p>pessoas comentarem sem ler os mais diversos assuntos.</p><p>II. A�rmativa incorreta: A charge faz referência aos conhecidos</p><p>macacos, mas seu objetivo é criticar aqueles que fazem comentários</p><p>sem ler.</p><p>III. A�rmativa correta: O autor a�rma que o número daqueles que</p><p>leem uma notícia completa antes de comentá-la é extremamente</p><p>pequeno.</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 11/16</p><p>Pergunta 8</p><p>(Enade 2021 – com adaptações) Leia os textos I e II a seguir.</p><p>Texto I</p><p>Disponível em: https://www.facebook.com/embrapa/photos/a.609357055926350/73339140</p><p>0189581/?type=1&theater. Acesso em 27 maio 2020.</p><p>Texto II</p><p>Em alguns países da Europa, permite-se que um produto de menor valor estético seja</p><p>comercializado. Estamos falando de um pepino deformado ou de uma cebola pequena,</p><p>mas não de um produto contaminado com resíduos químicos ou agentes biológicos. No</p><p>caso do Brasil, o problema vai além da aparência, porque há hortaliças ruins –</p><p>contaminadas, murchas, machucadas – que chegam às bancas para ser comercializadas.</p><p>Mas, se nos dois contextos há perda de alimentos e preconceito em relação às hortaliças</p><p>fora do padrão visual, mas boas para o consumo, quais seriam as alternativas para evitar o</p><p>desperdício e melhorar a qualidade dos produtos? Para os pesquisadores do assunto, não</p><p>adianta replicar a experiência europeia no Brasil, de exigir hortaliças esteticamente</p><p>perfeitas, porque também teríamos produtos sendo desprezados ainda na etapa de</p><p>produção. Não devemos passar de um mercado pouco exigente, que gera desperdício no</p><p>varejo e nas residências, para um mercado exigente que gera perda no campo. A solução</p><p>do problema é conscientizar os diversos elos da cadeia produtiva, especialmente varejistas</p><p>e consumidores, para que sejam esclarecidos sobre quais aspectos da aparência das</p><p>hortaliças comprometem a qualidade. Quanto maior a exigência do mercado por hortaliças</p><p>de aparência perfeita, maior o desperdício de alimentos. Por sua vez, quanto maior a</p><p>exigência por hortaliças sem danos, causados pela falta de cuidado e pela falta de higiene,</p><p>menor será a perda de alimentos e maior a qualidade da alimentação da população</p><p>brasileira.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 12/16</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário</p><p>da resposta:</p><p>Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/29626389/manuseio-co</p><p>rreto-preserva-a-qualidade-e-a-vida-util-das- hortalicas. Acesso em 27 maio 2020 (com</p><p>adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções e a relação proposta entre</p><p>elas.</p><p>I. O texto I sintetiza uma informação principal do texto II, ao apresentar critérios para</p><p>distinguir alterações visuais que têm efeitos puramente estéticos em produtos alimentícios</p><p>daquelas que têm implicações na qualidade dos produtos.</p><p>PORQUE</p><p>II. O texto II divulga que o aumento das perdas na cadeia produtiva de hortaliças no Brasil é</p><p>proporcional à elevação das exigências dos consumidores quanto à aparência de produtos</p><p>agropecuários.</p><p>A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição</p><p>falsa.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II</p><p>justi�ca a I.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II não</p><p>justi�ca a I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição</p><p>falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição</p><p>verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário: Análise das asserções.</p><p>I. Asserção verdadeira: O infográ�co mostra, de forma didática, as</p><p>diferenças entre um produto que não está bom para o consumo e outro</p><p>que não segue os padrões estéticos aceitos pelo mercado.</p><p>II. Asserção falsa: O texto II a�rma que, no Brasil, o mercado não é exigente</p><p>e permite a venda de produtos fora do padrão estético e, também, pouco</p><p>adequados para o consumo. De acordo com o texto, “não adianta replicar a</p><p>experiência europeia no Brasil, de exigir hortaliças esteticamente perfeitas,</p><p>porque também teríamos produtos sendo desprezados ainda na etapa de</p><p>produção”. O trecho defende a ideia de que “quanto maior a exigência por</p><p>hortaliças sem danos, causados pela falta de cuidado e pela falta de</p><p>higiene, menor será a perda de alimentos e maior a qualidade da</p><p>alimentação da população brasileira”.</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 13/16</p><p>Pergunta 9</p><p>Resposta Selecionada: c.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>(Enade 2018). Leia o infográ�co a seguir:</p><p>Disponível em: https://cib.org.br/wpcontent/uploads/2018/06/2018.06.26.Top5_Portugues.p</p><p>df</p><p>Acesso em: 18 jul. 2018 (com adaptações).</p><p>Considerando o infográ�co apresentado, avalie as a�rmativas.</p><p>I. A distribuição da área plantada com transgênicos no mundo re�ete o nível de</p><p>desenvolvimento econômico dos países.</p><p>II. Os Estados Unidos da América têm a maior área plantada de algodão transgênico no</p><p>mundo.</p><p>III. O Hemisfério Norte concentra a maior área de produção transgênica.</p><p>IV. A área de produção de soja transgênica é maior no Brasil do que na Argentina.</p><p>É correto apenas o que se a�rma em:</p><p>III e IV.</p><p>I e II.</p><p>I e IV.</p><p>III e IV.</p><p>I, II e III.</p><p>II, III e IV.</p><p>Resposta: C</p><p>Comentário:</p><p>Análise das a�rmativas.</p><p>I. A�rmativa incorreta. Os cinco países representados no mapa como os</p><p>que têm as maiores áreas com produtos transgênicos apresentam níveis</p><p>de desenvolvimento distintos.</p><p>II. A�rmativa incorreta. De acordo com os dados, a área plantada de</p><p>algodão equivale a 6% da área total de produção transgênica dos Estados</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 14/16</p><p>Unidos (75 mi/ha), o que corresponde a 4,5 mi/ha. Na Índia, 100% das</p><p>terras de produção transgênica são plantadas com algodão, o que</p><p>equivale a 11,4 mi/ha.</p><p>III. A�rmativa correta. Dos cinco países citados, três �cam no hemisfério</p><p>norte. Apenas Brasil e Argentina encontram-se no hemisfério sul. A área</p><p>plantada com transgênicos nos EUA é maior do que as áreas do Brasil e</p><p>da Argentina somadas.</p><p>IV. A�rmativa correta. De acordo com os dados, a soja transgênica ocupa</p><p>67% da área plantada brasileira (50,2 mi/ha), o que equivale a 33,63</p><p>mi/ha. Na Argentina, o produto ocupa 76,5% da área total (23,6 mi/ha), o</p><p>que corresponde a 18,05 mi/ha.</p><p>Pergunta 10</p><p>(Enade 2018). Leia o texto a seguir.</p><p>A seleção francesa participante da Copa do Mundo de Futebol de 2018, composta de 19</p><p>jogadores �lhos de imigrantes da África e dos outros países da Europa, foi mais</p><p>multicultural que o elenco campeão da Copa de 1998. Apenas o goleiro Lloris, o lateral</p><p>Pavard, o atacante Giroud e o meia Thauvin não se encaixam nessa descrição. Tal</p><p>composição suscitou inúmeros debates acerca da presença de imigrantes na sociedade</p><p>francesa e do multiculturalismo na Europa. À perspectiva multicultural se contrapõem a</p><p>xenofobia, o racismo, a islamofobia, entre outras formas de segregação humana, sobretudo</p><p>de imigrantes e seus descendentes.</p><p>Disponível em: https://www. folha.uol.com.br/esporte/2018/07/multiculturais-franca-e-belgi</p><p>ca-buscam-unidade-nacional-na-copa.shtml. Acesso em: 10 jul. 2018 (com adaptações).</p><p>Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.</p><p>0,5 em 0,5 pontos</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 15/16</p><p>http://www/</p><p>Sábado, 7 de Setembro de 2024 18h25min12s GMT-03:00</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>e.</p><p>Respostas: a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Comentário da</p><p>resposta:</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da</p><p>perspectiva multicultural, em que se valorizam as formas de convívio</p><p>entre os diferentes, a mediação de con�itos identitários e o exercício da</p><p>alteridade.</p><p>A admiração dos torcedores pelos jogadores da seleção francesa</p><p>evidencia a redução do preconceito de cidadãos franceses contra</p><p>descendentes de imigrantes.</p><p>O aumento do número de jogadores e a ampliação da diversidade de</p><p>nacionalidades ameaçam a perpetuação dos valores e da tradição do</p><p>povo francês.</p><p>A inclusão de jogadores de origem árabe e africana na seleção francesa</p><p>teve o efeito imediato de minimizar visões e interpretações equivocadas</p><p>dos efeitos da imigração, como desemprego e pobreza.</p><p>A presença de jogadores franceses de origem africana sinaliza a efetiva</p><p>integração dos imigrantes e de seus descendentes à sociedade francesa,</p><p>após longo processo de incentivo à inclusão social de estrangeiros no</p><p>país.</p><p>A composição da seleção francesa aponta para a importância da</p><p>perspectiva multicultural, em que se valorizam as formas de convívio</p><p>entre os diferentes, a mediação de con�itos identitários e o exercício da</p><p>alteridade.</p><p>Resposta: E</p><p>Comentário:</p><p>Análise das alternativas.</p><p>A-Alternativa incorreta: Não há evidências de redução de preconceito</p><p>contra os estrangeiros e seus descendentes.</p><p>B-Alternativa incorreta: Não há ameaça contra os valores do povo</p><p>francês.</p><p>C-Alternativa incorreta: Os jogadores de origem estrangeira são</p><p>exceções de sucesso. Não podem ser tomados como parâmetro para</p><p>análise de desemprego dos imigrantes.</p><p>D-Alternativa incorreta: Como dito na justi�cativa anterior, trata-se de</p><p>casos excepcionais, que não sinalizam a real integração dos imigrantes</p><p>na sociedade francesa.</p><p>E-Alternativa correta: A seleção francesa, ao unir jogadores de diferentes</p><p>origens e culturas, produz um retrato das sociedades atuais, em que a</p><p>multiculturalidade e as variedades identitárias ocupam papel central.</p><p>← OK</p><p>07/09/2024, 18:25 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II – ...</p><p>https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_106983708_1&course_id=_373807_1&content_id=_4267703_1&r… 16/16</p>