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<p>CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA</p><p>SABRINA FERREIRA COSTA ALMEIDA – CPF: 026.709.242-39</p><p>O PAPEL DA ENFERMAGEM EM PACIENTES SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE</p><p>BREVES – PARÁ</p><p>2023</p><p>SABRINA FERREIRA COSTA ALMEIDA – CPF: 026.709.242-39</p><p>O PAPEL DA ENFERMAGEM EM PACIENTES SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE</p><p>Trabalho apresentado a faculdade Maximum, como obtenção do título em pós graduação no curso de pós graduação enfermagem em nefrologia.</p><p>Orientador:</p><p>BREVES – PARÁ</p><p>2023</p><p>Dedico este trabalho a todo profissional de enfermagem, que cuidam, de pacientes da hemodiálise, com atenção, carinho e o profissionalismo necessários, para que os doentes possam se recuperar.</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>A Deus primeiramente, que nos proporciona momentos de melhorias na aprendizagem e na profissão e à minha família que são os motivos pelos quais sempre lutamos e aprendemos mais.</p><p>Ao curso de pós graduação em enfermagem nefrológica, o qual subsidiará na função de enfermagem, voltada para pacientes com doenças renais crônicas, e que agora nos capacitou nessa função.</p><p>Os pacientes renais crônicos apresentam diversos diagnósticos de enfermagem em comum, exigindo do profissional de enfermagem um planejamento para atender as necessidades de cuidado dos pacientes.</p><p>BRITO et al (2014)</p><p>RESUMO</p><p>Pacientes da doença renal em modo crônico, quando não entram nas filhas para aguardar transplantes, são encaminhados para a realização da hemodiálise, tratamento que necessita de sessões feitas nas unidades hospitalares, para que através de uma máquina, as impurezas dos organismos que deveriam sair na urina, pela função renal, seja realizada. Caso, não realizem esse tratamento adequado, podem até vir a óbito. Nos tratamentos, sempre estão presentes, profissionais de enfermagens, que são cruciais para que os pacientes sejam acolhidos e tratados corretamente. Nesse contexto, o trabalho em questão, é voltado para um estudo bibliográfico, acerca da apresentação conceitual da doença renal cônica, o contexto dos pacientes em relação a tratamento e a qualidade de vida. Além de apresentar, a importância da presença do profissional de enfermagem, durante o tratamento da hemodiálise. O objetivo é conhecer e aprofundar conhecimentos, acerca da atuação da enfermagem no tratamento de pacientes que precisam da hemodiálise. Como metodologia para este estudo, seguimos o método de pesquisa bibliografia, descritivo e qualitativa, seguindo com leituras, resenhas e produção desse texto dissertativo. Como base teórica, vários autores foram consultados, tendo como base: Martins (2005) com conceitos sobre a qualidade de vida dos pacientes com doença renal crônica e o tratamento de hemodiálise. De Oliveira (2009), com comorbidades e mortalidade de pacientes com doença renal: atendimento terceirizado de nefrologia. Além de outros teóricos, importantes a este estudo e produção escrita.</p><p>Palavras – Chave: Doença. Renal. Hemodiálise. Vida.</p><p>ABSTRACT</p><p>Chronic kidney disease patients, when they do not enter their daughters to await transplants, are referred for hemodialysis, a treatment that requires sessions carried out in hospital units, so that, through a machine, the impurities of the organisms that should come out in the urine, by renal function, is performed. If they do not perform this adequate treatment, they may even die. In treatments, nursing professionals are always present, who are crucial for patients to be welcomed and treated correctly. In this context, the work in question is focused on a bibliographical study about the conceptual presentation of chronic kidney disease, the context of patients in relation to treatment and quality of life. In addition to presenting, the importance of the presence of the nursing professional during the treatment of hemodialysis. The objective is to know and deepen knowledge about the role of nursing in the treatment of patients who need hemodialysis. As a methodology for this study, we followed the bibliography, descriptive and qualitative research method, following with readings, reviews and production of this dissertation text. As a theoretical basis, several authors were consulted, based on: Martins (2005) with concepts about the quality of life of patients with chronic kidney disease and hemodialysis treatment. De Oliveira (2009), with comorbidities and mortality of patients with kidney disease: outsourced nephrology care. In addition to other theorists, important to this study and written production.</p><p>WORD KEY: Disease. Renal. Hemodialysis. Life.</p><p>LISTA DE FIGURAS</p><p>FIGURA 01: tabela das principais causas que levam a doença renal crônica.</p><p>13</p><p>FIGURA 02: Tabela de Estágio da DRC; TFG= Taxa de filtração glomerular..</p><p>14</p><p>FIGURA 03: Tabela da Categorias De Albuminúria; A/C Razão= Albumina/Creatinina Proporção......................................................................</p><p>14</p><p>FIGURA 04: FIGURA 04 – Máquina de hemodiálise......................................</p><p>17</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO.................................................................................................</p><p>10</p><p>2 REVISÃO DA LITERATURA...........................................................................</p><p>12</p><p>2.1 Conceituando a doença renal crônica e a hemodiálise.................................</p><p>12</p><p>2.2 A qualidade de vida das pessoas que convivem com a necessidade da hemodiálise.........................................................................................................</p><p>15</p><p>2.3 A hemodiálise e os cuidados de enfermagem em pacientes nas sessões..............................................................................................................</p><p>16</p><p>3 METODOLOGIA..............................................................................................</p><p>22</p><p>4 RESULTADOS E DISCUSSÕES.....................................................................</p><p>25</p><p>5 CONCLUSÃO..................................................................................................</p><p>27</p><p>REFERÊNCIA....................................................................................................</p><p>28</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>A doença renal cônica, tem em sua caracterização, a perda em caráter progressivo ou irreversível das funções que os rins tem dentro do organismo. Com essa perda funcional, outras doenças podem aparecer no organismo humano, como a diabete mellitus, a hipertensão arterial, entre outras doenças, que podem ser amenizadas, com o tratamento da hemodiálise.</p><p>Esse tratamento é a substituição das funções renais, pela máquina que em seu processo, filtra e depura o sangue de substancias nocivas ao organismo, que não sendo extraídas como a creatinina e ureia, devem ser eliminadas do corpo dos indivíduos que tem doença renal. Tal processo é possível de ser realizado através da hemodiálise, que de acordo com Higa (208), pode ser realizada de duas a quatro sessões semanais.</p><p>Dessa forma, o profissional de enfermagem, sendo responsável pelos técnicos, que são auxiliares de enfermagem, é de fundamental importância para o tratamento dos pacientes. Logo, passível de estudo, para melhor atuação.</p><p>Assim, entrando em um campo tão drástico que já o tratamento da hemodiálise, este estudo de pesquisa foi voltado para a busca de informações a respeito da doença renal cônica, seu diagnóstico, o tratamento, através da hemodiálise e a atuação do enfermeiro nesse processo, garantindo entre outros fatores, o tratamento e a qualidade de vida dos pacientes.</p><p>Com este trabalho, se buscou informações a respeito dos cuidados, do diagnostico, tipo de exame para detectar a doença, bem como, se forem encontradas e permitirem, obter relatos pessoais de pacientes que passam pela difícil doença, obtendo informações das dificuldades físicas e psicológicas que as mesmas vivenciam.</p><p>Por estes diversos motivos, este estudo foi justificável,</p><p>pela necessidade de compreensão, tanto para os profissionais da saúde, quanto dos pacientes em geral, com o tratamento tão necessário, mas assim como a doença renal, afeta muitos fatores da vida humana, como social, físico e psicológico. Para isso, profissionais que lidam diretamente no tratamento, precisam estar melhor preparados para um trabalho efetivo e esclarecido, acerca da doença, e assim contribuir para um tratamento de qualidade e em muitos casos de acolhimento a estes pacientes da hemodiálise.</p><p>O objetivo geral deste estudo, é além de demonstrar a importância do trabalho da equipe de saúde, (sejam hospitais, visitadoras das UBSs, enfermeiros, técnicos, médicos...), no planejamento, nos cuidados aos pacientes que precisam fazer hemodiálise, aprofundar conhecimentos acerca da atuação profissional de enfermagem no tratamento desses pacientes.</p><p>Como objetivos específicos, tivemos a intenção em conhecer a preparação da equipe para a promoção da saúde e o enfrentamento da problemática de doenças renais e tratamento da hemodiálise. Também conceituar a doença renal crônica, a qualidade de vida dos pacientes, como demonstrar a importância do profissional de enfermagem nesse processo.</p><p>Dessa forma, o trabalho vem dividido em revisão literária como primeiro capítulo, em que buscamos através de artigos já publicados, aprofundar conhecimentos sobre a doença, diagnóstico e tratamento.</p><p>O segundo capitulo com a metodologia de pesquisa bibliográfica, estudo e escrita do trabalho, além do capitulo da análise e discussão sobre todo o estudo realizado.</p><p>2 REVISÃO DA LITERATURA</p><p>2.1 Conceituando a doença renal crônica e a hemodiálise</p><p>Oliveira (2009), aponta que a doença renal crônica (DRC), se trata de uma alteração no funcionamento dos rins, seguindo por um período variável, podendo também ser caracterizada pela redução no tempo de filtragem glomerular.</p><p>Segundo Figueredo et al (2008), em uma visão clínica, a doença surge quando os rins se tornam incapazes de remover, tanto a água e eletrólitos, quanto as escórias metabólicas do corpo humano, através da urina. E os sintomas podem surgir de forma inesperada, mas com sintomas suficientes para seu diagnóstico. Podendo ser classificada como crônica, necessitando de cuidados intensivo de acordo com cada caso clinico e sua intercorrência. (RODRIGUES & BOTTI 2009).</p><p>Matos (2009), aponta que no estado crônico, a doença renal tem grandes chances de não ter cura, sendo necessário um tratamento que levam ao transplante de rins. E no caso, de não haver doadores, o autor aponta para a manutenção do tratamento que possam prevenir a vida, permitindo um certo equilíbrio, por meio do controle de retenção de eletrólitos e liquido no organismo, para evitar uma possível acidose. (FIGUEREDO et al 2008).</p><p>Em relação a hemodiálise, se trata de um método voltado para a insuficiência renal crônica, tendo suas divisões que podem ser diárias, noturnas ou domiciliadas, com a finalidade para a extração de substancias tóxicas ao organismo, além da remoção do excesso de água.</p><p>Observando o gráfico abaixo, percebemos que algumas doenças podem ser as causas da DRC, como por exemplo: diabetes, pielonefrite, uso prolongado de medicamentos, anti-inflamatórios, doenças renais policísticas ou agudas, autoimunes e de Alport, malformações congênitas, dentre outras. E sobre os fatores que colocam a vida em risco, estão associados a diabetes, do tipo I e II, além de hipertensão, doenças cardiovasculares ou desordem cardíacas, principalmente em pacientes com idade acima dos 65 anos de idade. NEUEN (2017).</p><p>FIGURA 01: tabela das principais causas que levam a doença renal crônica</p><p>FONTE: O Perfil do Paciente renal crônico no Brasil - Brasil Escola (uol.com.br)</p><p>De acordo com Ammirati (2020) & Kdigo (2013), a doença renal crônica se classifica em 5 estágios se for utilizada a taxa de filtração Glomerular para referenciar, no caso de ser referenciada com a albuminuria, se apresenta em apenas 3 estágios.</p><p>A taxa de filtração Glomerular (TGF), pode ser compreendida através da definição de purificação da substancia que passa pela filtração nos glomérulos, não sofrendo reabsorção, tão pouco secreção tubular, por este motivo, acaba sendo usada como padrão de avaliação na função dos rins. Para se ter uma estimativa, segundo Brito (2016), um conjunto de medidas da Albuminuria, devem fazer parte da rotina, afim de ajustar equações para idade e gênero do paciente, para se ter um parâmetro que mede a estimativa de concentração e perda da substancia na urina, como vemos no quadro abaixo:</p><p>FIGURA 02: Tabela de Estágio da DRC; TFG= Taxa de filtração glomerular.</p><p>FONTE: Adaptado de AMMIRATI, 2020</p><p>FIGURA 03: Tabela da Categorias De Albuminúria; A/C Razão= Albumina/Creatinina Proporção.</p><p>Em Amostras Isoladas De Urina..</p><p>FONTE: Adaptado de AMMIRATI, 2020</p><p>A hemodiálise, se trata de um processo, em que uma máquina, substitui as funções renais, ou um rim artificial, como aponta Riella (2001), tem a função de depurar o sangue. Em ouras palavras o autor explica, que o indivíduo ao perder a função natural de processo dos rins, inicia a hemodiálise para o processo de filtragem. Logo a sobrevivência das pessoas que dependem da máquina, somente continua vivas, caso sigam ao tratamento, caso contrário, podem vir a óbito. Nesse sentido Dias (2013), afirma que:</p><p>A hemodiálise é o método de diálise mais comumente utilizado no tratamento da insuficiência renal crônica. Dividida em modalidades como, convencional, diária, noturna e domiciliar. Tem por objetivo extrair substâncias que são tóxicas ao organismo do sangue e remover o excesso de água. (DIAS et al 2013, p. 02).</p><p>Dessa forma, compreendemos que no processo de hemodiálise, duas agulhas são inseridas na fistula, onde uma tem a função de enviar o sangue do corpo humano até a máquina e a outra para após filtragem e retirada das impurezas, retornar ao paciente. E a quantidade das sessões vai depender do quadro clinico de cada pessoa, pois como afirmou Barros (1999), é preciso para que ocorra o controle hidroeletrolítico, assim como o equilíbrio dos ácidos básicos e a pressão arterial.</p><p>2.2 A qualidade de vida das pessoas que convivem com a necessidade da hemodiálise</p><p>O aumento de doenças crônicas, como as renais que necessitam de hemodiálise e transplantes, exigem dos profissionais pesquisadores da saúde, uma intensa busca de aperfeiçoamento nos tratamentos, advindos de estudos nas áreas relacionadas. Isso é importante, pelo fato de afetar diretamente a qualidade de vida dos pacientes. (CORDEIRO 2009).</p><p>Segundo Riella (2003), no que diz respeito a doença crônica nos rins, órgãos que tem função reguladora no organismo, pela remoção de resíduos metabolísticos, quando não tem funcionamento correto, afetam diretamente outros órgãos, causando um desiquilíbrio no metabolismo, endócrinos, eletrolíticos, hídricos e acidobásicos.</p><p>A qualidade de vida para as pessoas, foi definido pela organização mundial de saúde – OMS, em 1994. Isso é explicado por Cruz (2011), quando ele diz que: “a percepção individual da posição da vida no contexto da cultura e do sistema de valores em que se vive e sua relação com as metas, expectativas, normas e interesses” (CRUZ et al., 2011).</p><p>Contudo, a qualidade de vida é medida, principalmente em pessoas que tenham doenças crônicas, como as renais, já que tais enfermidades afetam a vida dos portadores dessas doenças de forma negativa. (GUERRA et al., 2012; GONÇALVES et al., 2015).</p><p>Em relação a doença renal crônica, como já explanado, afeta o desempenho físico, profissional e como aponta Duarte et al (2003), em relação a saúde, reduz muito do funcionamento do organismo. Sobre esse assunto, foi a partir da década de 60, com avanços de estudos e pesquisas, que as doenças renais passaram a ser observadas e tratadas de forma interdisciplinar, onde muitos profissionais passaram dar atenção ao doente, para melhoria de sua condição física. (RUDNICKI, 2014).</p><p>Nos dias atuais, sendo observados evoluções constantes no quadro clinico</p><p>do paciente com doença crônica renal, planejar um quadro que garanta a qualidade de vida é dificultoso, isso pelo fato de que a doença e a necessidade de hemodiálise, afeta não apenas a condição física, mas psicológica, e como as sessões de hemodiálises, precisam ser constantes, afetam também o social, já que o paciente, precisa estar constantemente em hospitais. (ARAUJO et al., 2009; KAPTEIN et al., 2010; CHAN et al., 2011; MARAGNO et al., 2012; PUPIALES GUAMÁN, 2012).</p><p>Pacientes que realizam o tratamento da hemodiálise, relatam que este afeta diretamente sua qualidade de vida, o que apresenta complicações no próprio tratamento, já que quanto mais o paciente passa por dificuldades menos tem esperanças de cura, o que de forma indireta, vai influencia em seu bem estrar. Contudo, como apontam Martins & Cezarino (2005), são poucos os tratamentos que não causam efeitos colaterais, onde tais podem reduzir significativamente na qualidade e benefícios do tratamento. Os autores, ainda apontam que:</p><p>Diversos estudos vêm sendo realizados com o objetivo de melhor compreender o impacto do tratamento hemodialítico na QV do paciente com DRC. Observa-se que os pacientes acometidos pela doença vivenciam perdas e restrições no seu dia a dia, sofrendo transformações biopsicossociais que acabam interferindo na sua QV, como alterações corporais, perda do emprego, limitações dietéticas e hídricas. (MARTINS, CESARINO 2005, p. 670).</p><p>São problemáticas, como podemos perceber, que afetam tarefas simples do dia-a-dia, assim como necessárias, como trabalhar, ter um emprego. Logo, compreende-se que pessoas que precisam fazer hemodiálise, tem a vida afetada inclusive financeiramente, já que não conseguem cumprir funções trabalhistas, o que vai afetar economicamente, com falta de itens básicos a sobrevivência, até psicologicamente, pois um ser humano, que podem suprir suas próprias necessidades, tem sua autoestima prejudicada, logo, o psicológico também.</p><p>Para isso, existe a avaliação da qualidade de vida desses pacientes, para medir o quanto o tratamento afeta outras áreas, além da saúde dos pacientes. No entanto, é uma tarefa difícil, pois são muitos os fatores afetados pela doença e devido a intensidade do tratamento. Contudo, a avaliação, é necessária, pois através dela, é possível planejar de forma segura e eficaz os planejamentos para os cuidados que a doença exige. (PRETTO et al., 2020).</p><p>2.3 A hemodiálise e os cuidados de enfermagem em pacientes nas sessões</p><p>O cuidado que se precisa ter com os pacientes em procedimento dialítico é proeminente e se associa a doenças cardiovasculares, que são alterações excessivas que causam danos aos vasos sanguíneos e ao coração como a desnutrição, hipertensão arterial sistêmica, elevada prevalência das hepatites b e c, anemia, suscetibilidade à infecção, doenças ósseas e variadas outras.</p><p>FONTE: Primeiro Centro de Responsabilidade Integrada em Diálise | Pelo Rim</p><p>FIGURA 04 – Máquina de hemodiálise</p><p>Com o tempo já ocorreu uma grande melhoria com relação à segurança e eficácia de equipamentos usados para o tratamento de hemodiálise, o que o tornou-se mais seguro. Apesar desses equipamentos possuírem alarmes, que identifiquem um ou outro tipo de mudanças no sistema como presença de bolhas, fluxo de sangue e alterações de temperatura, ele não assegura que alguma complicação deixe de surgir ao longo desse tratamento.</p><p>Quando a febre fica em baixa intensidade ao longo do procedimento de hemodiálise, pode ser compatível a pirogênios presentes na solução dialítica e não a uma “infecção verdadeira”. Na hipótese de dar febre, precisa-se averiguar a temperatura do paciente e da máquina de hemodiálise, colher amostras de cultura do paciente e do equipamento utilizado. A utilização de antibióticos e outros medicamentos para a prevenção de inflamações sérias não devem e nem podem ser deixados de lado, mas sim ser usados de acordo com o qual o médico auxiliar.</p><p>Ao utilizar um cateter para efetuar o procedimento de hemodiálise coopera com o surgimento de bacteremia, que pode decorrer em problemas sérios como endocardite, embolia séptica, osteomielite, artrite séptica, choque séptico e abcesso epidural. O número de risco de hospitalização e morte desses pacientes chega a se cada vez maior, quando associados com pacientes que utilizam fístula arteriovenosa (FAV). Nesse contexto, Dias et al (2013):</p><p>Um estudo realizado no ano de 2009 mostrou que as maiores taxas de infecção em pacientes submetidos a procedimentos hemodialítico se relacionam aos cateteres temporários quando comparados aos tunerizados ou fístulas e enxertos. Apontou, ainda, como fatores de risco para a ocorrência da infecção o baixo nível sérico de creatinina, a higiene inadequada do paciente, a inserção em veias jugulares e femoral e tempo de permanência do cateter, diabetes melitos, número de tentativas de punção intravenosa, falta de comprometimento com o número de sessões de hemodiálise e hipoalbuminemia. (DIAS et al 2013, p 59)</p><p>Logo, percebe-se, que além dos riscos, da baixa qualidade de vida dos pacientes com doença crônica renal, ser baixa, de tudo que seria rotineiro em sua vida ser afetado, ainda há riscos de infecções, de baixo a alto nível, o que pode colocar sua vida em risco. Ainda a este respeito, Dias et al (2013), acrescenta que:</p><p>Outro estudo demostrou que 55,5% dos profissionais de enfermagem não reconhecem todas as complicações da FAV, tais como: baixo fluxo, trombose, infecções, aneurisma e isquemia na mão. Isso foi considerado preocupante pelos autores, uma vez que consideram fundamental que os profissionais conheçam tais complicações para prestar uma boa assistência aos pacientes. (DIAS et al 2013, p 59).</p><p>Baseado a literatura analisada a autora destaca que, pacientes que se situam com um eminente nível de creatinina, ureia, potássio e hipovolêmicos, conivente a ausência de acesso vascular essencial para efetuar a hemodiálise, estão propícios à alta taxa de incidência de uma doença e a um maior risco de mortalidade. Isto acontece por se proceder de uma síndrome que se determina pela diminuição drástica da filtração glomerular cercada por transtornos ácidos e básicos, hidroeletrolíticos, retenção de toxinas do metabolismo endógeno.</p><p>Ao decorrer da hemodiálise aparecem como complicações frequentes a cefaleia, febre, hipotensão, dor torácica cãibras, calafrios, náuseas e vômitos, e dor lombar. Como complicações singulares, apesar de não ser tão forte, porém podem resultar à morte do paciente a síndrome do desequilíbrio, hemorragia intracraniana, hemólise, condutas de hipersensibilidade e convulsões arritmia.</p><p>A pressão sanguínea baixa e a hipovolemia acontecem quando o andamento de ultrafiltração excede o potencial de preenchimento vascular. Vista pela literatura como as complicações mais constantes. Ocorrem pela alteração cardíaca e pela retirada em extrema quantidade intravascular, sobretudo no começo da terapia dialítica enquanto acontece o preenchimento do circuito da máquina pelo sangue.</p><p>Generalizando os fundamentos mais comuns da hipotensão no decorrer que o procedimento de hemodiálise se associam a flutuações na rapidez de ultrafiltração, velocidade de ultrafiltração alta, peso seco pretendido irrelevante, superaquecimento da solução de diálise, disfunção diastólica, anti-hipertensivos, ingesta de alimentos, frequência cardíaca, neuropatia automotora e contratilidade e isquemia tecidual.</p><p>As causas da hipotensão diversificam e podem aparecer calor, sudorese, tontura, bocejos frequentes náuseas, taquicardia, confusão mental, sensação de desfalecimento, cãibras musculares, dor precordial, dificuldades respiratórias, palidez cutânea e apatia. Na hipótese de hipotensão a literatura sugerida que o cliente seja situado em posição de Trendelemburg.</p><p>Dias et al (2013, p 59) destaca que “Deve-se administrar bolus de 100 ml de soro fisiológico a 0,9% ou mais, caso seja necessário, e reduzir a velocidade de ultrafiltração para o mais próximo do zero possível.”</p><p>Uma outra complicação vista na literatura foram as cãibras musculares,</p><p>que sucede quando os líquidos e eletrólitos acabam deixando o espaço extracelular. Normalmente aparecem acompanhadas de hipovolemia e hipotensão podendo permanecer mesmo após o estabelecimento da pressão arterial.</p><p>Como cautela de enfermagem para as cãibras é sugerido a prevenção de episódios de hipotensão, que excluiria a maior parte dos episódios da mesma. Indicam também a administração de soluções de glicose ou soro fisiológico hipertônico e gluconato de cálcio para o procedimento agudo das cãibras e a elevação do nível de sódio do banho da diálise, como amplitude de prevenção antes e após o tratamento.</p><p>No decorrer do processo de tratamento hemodialítico, podem aparecer Náuseas e vômitos, de causa multifatorial, e geralmente em pacientes com hipotensão, assim, tem que procurar tratar logo a hipotensão. Se por um acaso as náuseas e os vômitos continuarem, precisa-se administrar um antiemético.</p><p>A cefaleia severa de modo geral é impulsionada pelo processo de diálise, como consequência do andamento de uma grande quantidade de água e eletrólitos. O uso de analgésicos é apropriado para esses casos por via oral e por via parenteral. A diminuição da velocidade de fluxo sanguíneo no decorrer do início da diálise também surge como recomendação na literatura para esses casos.</p><p>A dor torácica em geral ligada a dor lombar é incógnito e ainda não existe um tratamento específico e nem estratégias para a precaução dessas complicações. A membrana capilar pode ser mudada por uma sintética ou de celulose trocada, mas há também controvérsias em relação a esse cuidado. O diagnóstico distinto da angina, que neste caso surge relação direta com a volemia, leva a um decaimento do débito cardíaco instantâneo.</p><p>A coceira é determinada como o sintoma de pele mais fundamental nos pacientes urêmicos e é destinado ao efeito tóxico da uremia na pele, sendo capaz também de estar associado a resíduos de oxilato de etileno, alergia e a heparina. É aconselhado e necessário como alternativa de tratamento o uso de uso de carbonato de cálcio, emolientes tópicos à base de cânfora, hiperparatieoidismo grave, aplicação de ultravioleta, anti-histamínicos por via oral ou endovenosa e a paratireoidectómica para os pacientes que apresentam Osteodistrofia.</p><p>A pressão alta ou hipertensão é elaborada através da ansiedade, sobrecarga de líquidos e excesso de sódio. Se por acaso o excesso de líquidos seja a causa da hipertensão, a ultrafiltração em geral diminui a pressão sanguínea, transportando à normalização da pressão. Após a administração de anti-hipertensivos é essencial que a equipe de enfermagem supervisione a pressão arterial em intervalos curtos, como a cada 15 minutos.</p><p>O uso de sedativos também é imprescindível, pois se caso a causa se relacione a ansiedade, porém uma boa comunicação e estabilização de uma relação de confiança entre o paciente e a equipe, se tornam suficientes para aliviar a ansiedade.</p><p>As intercorrências no decorrer das sessões de hemodiálise são: a mal ajustamento da linha na bomba de sangue, ruptura de equipo, em geral causada por problemas de fabricação e a falta de fluxo sanguíneo por “mastigamento” do seguimento na bomba. Outra complicação mecânica é o Êmbolo de ar no circuito, que ocorre em virtude da presença de ar na máquina. Esta acontece com menor constância, o que é especificado pela literatura por conta da presença de detectores de ar nas máquinas, o que tornou essa dificuldade. Desse modo,</p><p>As intervenções de enfermagem realizadas devem priorizar a avaliação clínica e do nível de consciência do paciente, que se refere ao exame físico, no qual a enfermeira avalia a presença de alterações hemodinâmicas, as condições da pele, o padrão respiratório e a perfusão periférica. O enfermeiro enquanto profissional assistente e mais próximo do paciente deve estar apto para intervir de forma rápida e dinâmica frente às diversas complicações que podem surgir durante o procedimento de hemodiálise. (DIAS et al 2013, p 59).</p><p>A aclamação de forma produtiva do começo de uma complicação dá à equipe a chance de uma assistência segura ao paciente. Dessa forma, se concorda que o uso da sistematização da assistência de enfermagem pode agregar com esse ideal. Uma boa anamnese e um exame físico detalhado coopera para a identificação de variados problemas concomitantes a insuficiência renal que podem causar complicações.</p><p>O diabetes é exemplar, por dificultar a cicatrização e maturação da fístula arteriovenosa e de distúrbios de coagulação, são de extremo prestigio para direcionar o cuidado prestado em torno de todo o procedimento e até orientações para alta em casos de transplantes.</p><p>Sabe-se o enquanto profissionais de saúde que todo procedimento feito está sujeito ao aparecimento de intercorrências. Estarem qualificados e capacitados para agir frente a essas irregularidades é que faz a diferença nos cuidados de enfermagem.</p><p>3 METODOLOGIA</p><p>A metodologia de estudo e pesquisa para este trabalho, tanto de pesquisas bibliográficas, segue uma linha qualitativa, que de acordo com Godoy (1995), pode se apresentar em três aspectos, sendo o estudo de caso, diretamente na instituição, documental, observando documentos nos hospitais, voltados para a temática, prontuários médicos, dentre outros, assim como pode ser bibliográfico, como é o caso de nossa escolha, feito a partir de trabalhos e estudos já realizados e publicados.</p><p>Para este estudo, visitamos sites do google acadêmico, com várias pesquisas e selecionando apenas os textos que tivessem pesquisas iguais a temática deste trabalho. Também utilizamos artigos da scielo, pois são textos claros e de fácil entendimento. A partir dessas pesquisas e seleção de textos, passamos a leitura individual, coletiva, com atividades conjuntas do grupo em resenhas, resumos e fichamentos, para compor o trabalho com as citações necessária para o embasamento teórico.</p><p>Ainda em relação a essa pesquisa qualitativa, utilizamos uma autora importante para a compreensão, que oferece premissas, que todo pesquisador deve seguir, para a realização da mesma. Que em contexto, Minayo (2012), a pesquisa qualitativa, podem ter “substantivos”, como “Matéria prima”, nestes estão insulsos, o senso comum, que é o conhecimento pessoal de cada indivíduo, adquirido a partir das vivencias, das experiencias, e com a autora pontua, “ação e os verbos”, que vem do fato de compreender o que está sendo pesquisado, de analisar e interpretar o contexto, os dialetos e tudo que cerca o objetivo do estudo.</p><p>Dessa forma, a autora aponta como primeira premissa, os verbos na primeira etapa da pesquisa qualitativa e como segundo passo, é importante que todo pesquisador, ao desenvolver um estudo qualitativo firmar os objetivos e a problematização, logo o pesquisador, deve saber o que fazer e porque, dessa forma o objeto como dados é melhor visualizado no campo de pesquisa, quando se trata de pesquisa de campo.</p><p>A problematização está sempre ligada ao objetivo, pois os dados coletados, além de se tornarem comprovados, devem servir de solução para uma problemática encontrada, que neste caso, está relacionada a atuação do profissional de enfermagem no tratamento de pacientes na hemodiálise. Nesse contexto, os questionamentos iniciais são fundamentais. (Minayo, 2012), isto é, para que finalidade estudar tal temática, e o que se espera obter em conhecimentos, ao final do estudo.</p><p>A autora ainda aponta para uma terceira premissa, relacionada aos “instrumentos operacionais”, ou seja, as estratégias para realização do estudo, ou as metodologias, instrumentos, meios que serão utilizados o estudo.</p><p>A quarta premissa, é voltada para algo que já possuímos, no caso, o conhecimento do assunto, a temática, nesse contexto, a doença de rins em sua fase crônica e a hemodiálise. A quinta premissa apontada por Minayo, realizado, pois se trata do estudo teórico, do embasamento para os conhecimentos adquiridos.</p><p>A sexta premissa, se trata da organização documental de apoio ao estudo, que poderia ser neste caso, os autores, artigos, que fomos resenhando,</p><p>até chegar a produção textual deste artigo cientifico.</p><p>A sétima, seria a pesquisa de campo, como já citado não se trata dessa premissa. Quanto a oitava premissa apresentada pela autora, de interpretar os doados coletados, que será apresentado neste estudo na última parte da produção, com as discussões e analises do que foi estudado. E, assim como a nona da produção deste trabalho de conclusão, ou melhor, do texto que resultara este estudo, também é uma fase importante. E no caso da décima premissa, uma das mais importante a nosso ver, se trata da “fidedignidade e validade”. Onde, ela minuciosamente, sugere alguns caminhos a serem seguidos para qualificar de fato a pesquisa, mesmo nesse caso sendo bibliográfica.</p><p>Nesse contexto, seguindo as sugestões de Minayo (1994), acerca da pesquisa qualitativa, preferimos o método aprofundado, aberto, em que inicialmente partimos de uma problemática, assim como um objetivo formado, e principalmente buscar o máximo de conhecimentos, a respeito das formas como ocorre a educação de alunos surdos nas instituições educacionais, em tempos históricos e a importância da língua de sinais.</p><p>Portanto, quanto mais real forem os dados, por mais que não se trate de uma pesquisa universal ou totalmente verdadeira, pois como a própria autora afirma, sempre haverá outros estudos e outras verdades, ainda assim, buscamos para este estudo o mais próximo das vivencias reais dos alunos que diariamente enfrentam barreiras na comunicação e no desenvolvimento do ensino e aprendizado, para melhor profissionalização enquanto enfermagem, na área da nefrologia.</p><p>Por tanto, para esta construção, a pesquisa online, foi realizada a partir da problemática deste estudo, no caso, os riscos, a baixa qualidade de vida dos pacientes que passam pela hemodiálise. Seguidos de leituras, analise e resenhas textuais, para a construção final deste texto dissertativo.</p><p>4 RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>A hemodiálise, é importante para manter a vida dos pacientes que tem doença renal cônica, isto é um fator importante de se compreender. Ela serve, como vimos neste estudo, para a substituição da filtragem sanguínea, retirando dessa forma, os resíduos que deveriam sair na função normal dos rins. Assim compreende-se que é um tratamento importante, paliativo que visa o bem estar do paciente, mas não garante a cura da doença, tão pouco que o paciente vá ter alguma melhora, ela é apenas substitutiva.</p><p>Ao que se percebeu neste estudo, é invasiva, necessária, mas que exige dos pacientes muitas horas do paciente para o tratamento hospitalar, através da máquina que faz o trabalho que deveria ser desenvolvido pelos rins. E infelizmente, com o tempo de tratamento, sua qualidade de vida, é afetada, como vimos em um dos tópicos deste estudo, além de constantes preocupações com o agravamento da situação e risco de morte.</p><p>Toda essa problemática, em que a qualidade de vida dos pacientes, é afetada, a atuação da enfermagem, é diagnóstico de enfermagem, onde este, cria um sistema para cada paciente, em que proporciona a melhoria na qualidade de vida dessas pessoas doentes. (LATA 2008).</p><p>Com este estudo, é importante perceber que um dos fatores mais importantes para que os pacientes vivam melhor, tendo doença renal crônica, além de precisar de hemodiálise, é o repouso, pois um dos fatores que afetam, é a mobilidade física limitada. Em alguns casos, os pacientes, por não ter uma alimentação adequada, chegam a ficar desnutridas. (CORREA 2005).</p><p>Dentre outras doenças em que os pacientes que precisam de hemodiálise, podem evoluir, estão a diabetes, a infecção por bactéria e principalmente a hipertensão, fatores que afetam o dia-a-dia dos pacientes. É nesse contexto, que os profissionais de enfermagem se tornam primordiais, uma vez, que fazem parte de todo o processo de tratamento dos pacientes.</p><p>Importante dizer que, muitas foram as mudanças em relação a atuação do enfermeiro na sessão de hemodiálise. O que após este estudo, percebemos totalmente, uma atuação no campo da nefrologia. E como tem sido constante o crescimento no aparecimento de doenças renais em pessoas no Brasil, o tratamento tem sido evidenciado, e constante, o que agrava uma parte da população brasileira, que precisam de tratamento. (JUNIOR, 2004).</p><p>Nesse sentido, vimos neste estudo, que:</p><p>O profissional de enfermagem está amparado pela Portaria nº 154 de 15 de junho de 2004, a instituição de normas técnicas para promover de forma eficaz todo o funcionamento relacionado aos Serviços de Terapia Renal Substitutiva, além de estabelecer normas para a organização desses estabelecimentos junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2004).</p><p>Foi importante a criação dessa portaria, pois garante mais eficiência no trabalho dos profissionais, como enfermeiros que tratam os pacientes da hemodiálise. De acordo com Geissler (2003), no exame físico, o enfermeiro realiza um exame físico completo, chamado de “céfalo podálico , onde há a observação de sinais, sintomas, alguma lesão ou possíveis complicações em desenvolvimento, bem como o exame neurológico, que avalia o estado de consciência dos pacientes, estado psicológico que se encontram dor, ansiedade e orientação sobre o tempo e espaço.</p><p>Outra função da enfermagem, é monitorar os sinais vitais dos pacientes, percebendo com frequência o estado respiratório, pulso, frequência cardíaca, se o paciente tiver histórico de problemas cárdio, bem como arritmia em velocidade normal ou acelerada. (SMELTZER et al, 2006).</p><p>5 CONCLUSÃO</p><p>Diante do que foi estudado, chegamos à conclusão deste trabalho, sabendo que a doença renal afeta em muito a qualidade de vida dos pacientes, por ser uma doença eu não tenho cura, e enquanto os pacientes esperam uma longa fila de espera para os transplantes, quando necessário, precisam realizar a hemodiálise, um tratamento, que é invasivo, não garante cura mais é necessário para garantir a vida.</p><p>A máquina de hemodiálise, como podemos perceber, não garante a cura, mas se trata de um processo paliativo em que as funções renais são substituídas pela máquina de filtragem sanguínea, mas o processo pode levar a muitas complicações para o paciente, que podem levar até a morte.</p><p>Quanto ao profissional de enfermagem, seu papel é fundamental no tratamento, mas estes devem sempre atualizar seus conhecimentos, para melhor auxiliar os pacientes que precisam da hemodiálise</p><p>Os profissionais de enfermagem, assumem um papel de assistência ao paciente, nos curativos com permicarde, acompanhamentos, assim como, além disso, o enfermeiro tem a incumbência de ligá-los a máquina (OLIVEIRA, 2008).</p><p>Com este estudo, aprendemos que no decorrer da hemodiálise, normalmente em pacientes com doenças cardíacas, são analisadas o surgimento das Arritmias cárdicas que, se desenvolvem devido ao considerado volume de sangue extracorpóreo ou às trocas rápidas de líquidos, osmolaridade ou eletrólitos. Ademais de complicações relacionadas ao estado fisiológico do paciente, também podem aparecer complicações mecânicas.</p><p>Assim concluímos que muitas são as complicações que surgem nos pacientes com a doença crônica dos rins. E o enfermeiro, enquanto profissional da saúde, deve dar assistência, além de monitorar os efeitos adversos que podem surgir, principalmente com métodos educativos, dando aos pacientes o máximo de conhecimentos para que vivam melhor e assim poder auxiliá-los no enfrentamento de situações que causam estresse vivenciado no cotidiano hemodialítico (BARBOSA, 2010).</p><p>Portanto, este estudo foi de suma importância para obtermos conhecimentos acerca da doença renal, do tratamento do paciente que precisa da hemodiálise, assim como aprofundar conhecimentos da atuação na área da nefrologia.</p><p>REFERÊNCIA</p><p>CORRÊA, J. A, PIRES, A. C, KAFEJIAN O, MIRANDA Jr. F, GALEGO S J, YAMAZAKI Y R, et al. 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