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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE</p><p>UNINORTE</p><p>DIREITO</p><p>TERIA DE EMPRESA</p><p>MANAUS- AMAZONAS</p><p>2024</p><p>1. Amanda Sarkis de Oliveira - Mat.03332780</p><p>2. Diogo Siqueira da Silva - Mat.03334007</p><p>3. Fiama Oliveira Caldas- Mat. 03334728</p><p>4. Gabriel Henrique Lopes Gusmão - Mat. 03336567</p><p>5. Gabriela Lima da Costa - Mat. 03250933</p><p>6. Jhennifer Aboim Reis - Mat. 03341414</p><p>7. Juliana Silva Macedo - Mat. 03339456</p><p>8. Liliane Enes Lima - Mat. 03063924</p><p>9. Marcus Vinicius Seabra - Mat. 03333590</p><p>10. Valeska de Souza Melo - Mat. 03107744</p><p>11. x</p><p>12. Xx</p><p>13. Xxx</p><p>14. Xxx</p><p>15. Yasmin Irene Ramunch - Mat. 03192803</p><p>DIREITO</p><p>TERIA DE EMPRESA</p><p>MANAUS- AMAZONAS</p><p>2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO	4</p><p>1.	SOCIEDADES EM NOME COLETIVO	5</p><p>1.1	CONCEITO	5</p><p>1.2	CARACTERÍSTICAS	5</p><p>1.3	RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS	5</p><p>2.	SOCIEDADES EM COMANDITA SIMPLES	5</p><p>2.1	CONCEITO	5</p><p>2.2	CARACTERÍSTICAS	5</p><p>2.3	RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS	5</p><p>3.	SOCIEDADES EM COMANDITA AÇÕES	5</p><p>3.1	CONCEITO	6</p><p>3.2	CARACTERÍSTICAS	6</p><p>3.3	CAPITAL SOCIAL	6</p><p>3.4	RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS	6</p><p>4.	SOCIEDADES COOPERATIVAS	6</p><p>4.1	CONCEITO	6</p><p>4.2	CARACTERÍSTICAS	6</p><p>4.3	TIPOS DE COOPERATIVAS	6</p><p>4.4	RESPONSABILIDADES DOS COOPERADOS	6</p><p>CONCLUSÃO	7</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	8</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>1. SOCIEDADES EM NOME COLETIVO</p><p>1.1 CONCEITO</p><p>A Sociedade em Nome Coletivo, também chamada de sociedade geral e sociedade solidária ilimitada, é a primeira modalidade de sociedades comerciais conhecida. Originou-se na Idade Média sendo a princípio composta por membros de uma mesma família, que se sentavam à mesma mesa e comiam do mesmo pão, fato que fez surgir a expressão "& Companhia” que em Latim “et cum pagnis”, significa: o pai de família e os seus, que comiam do mesmo pão, e usavam uma assinatura só, coletiva e válida para todos, sendo esta a origem da firma ou razão social.</p><p>A Sociedade em Nome Coletivo tem suas regras no dispostas no art. 1039 do CC, e conceitua-se como uma forma de organização empresarial na qual os sócios empreendem juntos, assumindo responsabilidade ilimitada e solidária pelas obrigações da organização empresarial, ou seja, em caso de insolvência respondem pelas obrigações os bens pessoais dos sócios. Essa modalidade de sociedade é comum em pequenos negócios familiares ou entre indivíduos próximos que possuem uma relação de confiança mútua.</p><p>1.2 CARACTERÍSTICAS</p><p>A Sociedade em Nome Coletivo possui como principal característica a responsabilidade ilimitada dos sócios. Quanto a personalidade jurídica, o registro da sociedade em nome coletivo deve ter seu contrato social obrigatoriamente realizado na Junta Comercial, podendo ser composta somente por pessoais físicas, não se admite sócio pessoa jurídica.</p><p>Conforme art. 1.042 do CC, a gestão empresarial da sociedade em nome coletivo compete exclusivamente aos sócios, sendo o uso da firma, nos limites do contrato, privativo dos que tenham os necessários poderes.</p><p>Quando ao nome empresarial aplica-se as regras de firma composta pelos nomes dos sócios sem poder utilizar denominação social.</p><p>A sociedade será dissolvida quando ocorrer (Artigos 1.033 e 1.044 do CCB) o vencimento do prazo de duração, salvo se, vencido este e sem oposição de sócio, não entrar a sociedade em liquidação, casoem que se prorrogará por tempo indeterminado; o consenso unânimedos sócios; a deliberação dos sócios, por maioria absoluta, na sociedade de prazo indeterminado; a falta de pluralidade de sócios,não reconstituída no prazo de cento e oitenta dias; a extinção, na forma da lei, de autorização para funcionar; ou a falência Essa forma societária é mais comum em empresa de menor porte, geralmente de caráter familiar ou que demandam uma relação de confiança entre os sócios.</p><p>A vantagem desse tipo de sociedade está na agilidade e na simplicidade na tomada de decisões, já que não há a necessidade de realizar formalidades complexas para a tomada de decisões. Entretanto, a responsabilidade ilimitada dos sócios é uma desvantagem significativa, pois coloca em risco o patrimônio pessoal dos empresários em caso de dificuldades financeiras da empresa. Por essa razão, muitos empreendedores optam por outras formas de sociedade que oferecem uma limitação da responsabilidade, como a sociedade limitada.</p><p>Em suma, a sociedade em nome coletivo é uma forma de organização empresarial que se caracteriza pela responsabilidade solidária e¡limitada dos sócios pelas dívidas sociais. É uma opção viável para pequenos negócios, mas requer uma análise cuidadosa dos riscos envolvidos antes de sua constituição O contrato social desse tipo de sociedade deve conter as cláusulas previstas pelo artigo 997, porém, os devidos ajustes referentes ao nome empresarial. O que acontece é que nas sociedades em nome coletivo se deve adotar firma que é composta pelos nomes dos sócios sem poder utilizar denominação social. É fundamental que a sociedade em nome coletivo possua um contrato social que tenha sido registrado na Junta Comercial. Alterações realizadas nesse documento também devem ser registradas no órgão. Somente os sócios podem assumir papel de gestão da sociedade. O uso da firma dentro das limitações do contratosomente pode ser feito pelos indi víduos com poderes para tal.</p><p>A composição do nome empresarial conta com patronímico dos sócios ou apenas com alguns patronímicos. A nomenclatura dessetipo de sociedade geralmente conta com ‘& companhia’ ou ‘& Cia’ em seu final.</p><p>· Associação somente de pessoas físicas/ naturais</p><p>· • Solidária e ilimitada pelas obrigações sociais (os sócios respondem pelas dívidas contraídas pela organização, isso significa basicamente que as dívidas da sociedade podem recair sobre os bens do patrimônio dos sócios, porém todos os moveis da empresa devem ser liquidados antes.)</p><p>· Somente os sócios podem assumir papel de gestão da sociedade</p><p>· Nas sociedades em nome coletivo se deve adotar firma que é composta pelos nomes dos sócios sem poder utilizar denominação social.</p><p>· Não pode é ter a adição de pessoas jurídicas ao quadro de sócios.</p><p>1.3 RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS</p><p>Os sócios de sociedade em nome coletivo respondem pelas obrigações sociais subsidiariamente em relação à sociedade e solidariamente entre si conforme reza o número 1 do artigo 253° do Código Comercial. A subsidiariedade da responsabilidade dos sócios em relação à sociedade consiste em serem eles através dos respetivos patrimónios pessoais chamados pelos credores a responderem pelas dívidas da sociedade depois de excutido o património da sociedade para fazer face as dívidas em causa. Assim, sem que seja excutido o património da sociedade, os credores não devem atacar o património próprio dos sócios.. Por seu turno a responsabilidade é solidária na medida em que os credores sociais têm o direito de exigir de qualquer sócio o pagamento das dívidas. No entanto, qualquer um dos sócios pode adiantar com a satisfação das obrigações da sociedade, podendo por essa atitude ter direito de regresso contra os restantes sócios, na proporção em que cada um deva quinhoar nas perdas da sociedade, isto nos termos do número 2 do artigo 253° do Código Civil. Há ainda sobre a caracterização das sociedades em nome coletivo quanto a responsabilidade dos sócios o pensamento de que os sócios respondem pessoal, solidária, subsidiária e ilimitadamente pelas dívidas sociais'.</p><p>Segundo Ramos (2015) a responsabilidade dos sócios em Sociedades em Nome Coletivo produzem efeitos somentes para os sócios e não para terceiros.</p><p>2. SOCIEDADES EM COMANDITA SIMPLES</p><p>2.1 CONCEITO</p><p>A doutrina, segundo Ramos (2015), aponta que a origem da sociedade em comandita simples é a sociedade em nome coletivo, a qual por evolução passou a apresentar responsabilidade limitada de alguns sócios. Alguns autores afirmam que a comandita teria se originado das “commendas medievais” que seriam uma espécie de contrato especial no qual um comanditário entregava seus bens a navegantes e mercadores para que estes negociassem mediante a divisão dos lucros.</p><p>O termo comanditário refere-se a uma classificação de sócios que investem bens e capital no empreendimento, que</p><p>respondem limitadamente somente pelos valores de sua quota-parte, podem ser pessoas físicos ou jurídicas, e tem a obrigação precípua de contribuir para a formação do capital social. Enquanto o termo comanditados que se referem as pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais (COELHO, 2017).</p><p>2.2 CARACTERÍSTICAS</p><p>Considerando que a formação da sociedade em comandita simples compreende a existência de sócios com responsabilidade limitada e ilimitada, aplica-se a estas sociedades as regras de sociedade de nome coletivo no que forem compatíveis. O art. 1046, parágrafo único, do CC, dispõe que aos comanditados pertencem os mesmos direitos e obrigações que competem aos sócios da sociedade em nome coletivo.</p><p>Apresenta-se as principais características dos sócios: o comanditado obrigatoriamente tem que ser pessoa física, pode exercer a função de administrar a sociedade, o nome empresarial deve obedecer aos critérios e diretrizes da firma social e possui responsabilidade ilimitada; e o comanditário não pode praticar nenhuma função de gestão da sociedade, e nem ter o seu nome na firma social, possuindo uma responsabilidade limitada. A não observância destas regras poderá submeter o sócio comanditário as responsabilidades do sócio comanditado.</p><p>Quanto a dissolução da sociedade em comandita simples pode ocorrer motivos elencados no art. 1033 do CC, quais sejam: o vencimento do prazo de duração; o consenso unânime dos sócios; a deliberação dos sócios, por maioria absoluta, na sociedade de prazo indeterminado; e a extinção, na forma da lei, de autorização para funcionar. De forma complementar o art. 1.051 do CC, apresenta os motivos de dissolução da sociedade de comandita simples por pleno direito quando por quando por mais de 180 dias perdurar a falta de uma das categorias de sócio, evidenciando que sem uma das duas modalidades de sócios não é possível a existência de comandita simples. Exige-se, por tanto, para a configuração de comandita simples a existência de pluralidade de diversidade de sócios.</p><p>2.3 RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS</p><p>A responsabilidade dos sócios deve ser expressamente registrada no contrato social. Como já apresentado no tópico características, os sócios possuem responsabilidades distintas, sendo o comanditado possuidor de responsabilidade ilimitada e o comanditário possuidor de responsabilidade limitada.</p><p>Quanto a responsabilidade de gestão pode o comanditado executar função de gestão da sociedade, sendo vedado ao comanditário o exercício de qualquer função de gestão, sob pena sob pena de ficar sujeito às responsabilidades de sócio comanditado. O sócio comanditário pode ser constituído procurador da sociedade para execução de um negócio determinado e com poderes especiais.</p><p>Quanto ao falecimento dos sócios ocorre também de forma distinta, falecendo um sócio comanditado dar-se a dissolução da sociedade de forma parcial aos menos que o contrato social expressamente determine o ingresso de sucessores na sociedade, conforme previsto no art. 1028, I do CC. No caso de falecimento de sócio comanditário, em princípio a sociedade não se dissolve, salvo se o contrato social dispor expressamente o contrário, devendo os sucessores indicar um representante, conforme art. 1050 do CC (COELHO, 2017).</p><p>Art. 1.048. Somente após averbada a modificação do contrato, produz efeito, quanto a terceiros, a diminuição da quota do comanditário, em conseqüência de ter sido reduzido o capital social, sempre sem prejuízo dos credores preexistentes.</p><p>Art. 1.049. O sócio comanditário não é obrigado à reposição de lucros recebidos de boa-fé e de acordo com o balanço.</p><p>Parágrafo único. Diminuído o capital social por perdas supervenientes, não pode o comanditário receber quaisquer lucros, antes de reintegrado aquele.</p><p>3. SOCIEDADES EM COMANDITA AÇÕES</p><p>3.1 CONCEITO</p><p>XXXX</p><p>3.2 CARACTERÍSTICAS</p><p>XXXX</p><p>3.3 CAPITAL SOCIAL</p><p>XXXX</p><p>3.4 RESPONSABILIDADES DOS SÓCIOS</p><p>XXXX</p><p>4. SOCIEDADES COOPERATIVAS</p><p>4.1 CONCEITO</p><p>As Sociedades Cooperativas estão reguladas pela Lei 5.764, de 16 de dezembro de 1971, além do Código Civil Brasileiro.</p><p>O conceito legal de sociedade cooperativa encontra-se no caput do art. 4º da Lei Federal Nº 5.764/71, complementado, naturalmente, pelas características da sociedade. Tais características encontram-se no texto do artigo 1.094 do Código Civil e nos incisos do art. 4º, mas para o momento trabalharemos no caput, pois é ponto central deste artigo.</p><p>Cooperativa é uma associação de pessoas com interesses comuns, economicamente organizada de forma democrática, isto é, contan­do com a participação livre de todos e respeitando direitos e deveres de cada um de seus cooperados, aos quais presta serviços, sem fins lucrativos.</p><p>4.2 CARACTERÍSTICAS</p><p>São características da sociedade cooperativa:</p><p>I - Variabilidade, ou dispensa do capital social;</p><p>II - Concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo;</p><p>III - Limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar;</p><p>IV - Intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança;</p><p>V - Quorum, para a assembleia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado;</p><p>VI - Direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação;</p><p>VII - Distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado;</p><p>VIII - Indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade.</p><p>No que a lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características gerais das cooperativas.</p><p>CAPITAL SOCIAL</p><p>O capital social será fixado em estatuto e dividido em quotas-parte que serão integralizadas pelos associados, observado o seguinte:</p><p>a) o valor das quotas-parte não poderá ser superior ao salário mínimo;</p><p>b) o valor do capital é variável e pode ser consti­tuído com bens e serviços;</p><p>c) nenhum associado poderá subscrever mais de 1/3 (um terço) do total das quotas-parte, salvo nas sociedades em que a subscrição deva ser diretamente proporcional ao movimento finan­ceiro do cooperado ou ao quantitativo dos produtos a serem comercializados, beneficiados ou transformados ou ainda, no caso de pessoas jurídicas de direito público nas cooperativas de eletrificação, irrigação e telecomunicação;</p><p>d) as quotas-parte não podem ser transferidas a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança.</p><p>Neste tipo societário será sempre obrigatória a ado­ção da expressão “Cooperativa” na denominação, sen­do vedada a utilização da expressão “Banco”.</p><p>ADMINISTRAÇÃO</p><p>A sociedade cooperativa será administrada por uma diretoria ou conselho de administração ou ainda outros órgãos necessários à administração previstos no esta­tuto, composto exclusivamente de associados eleitos pela assembleia geral, com mandato nunca superior a quatro anos sendo obrigatória a renovação de, no míni­mo, 1/3 do conselho de administração.</p><p>FORMA CONSTITUTIVA</p><p>A sociedade cooperativa constitui-se por deliberação da assembleia geral dos fundadores, constantes da respectiva ata ou por instrumento público.</p><p>VANTAGENS PARA O COOPERADO</p><p>- Os cooperados também são donos do negócio.</p><p>- Todos têm direito de voto</p><p>- Menores taxas, mais vantagens</p><p>- Todos recebem uma parte dos lucros</p><p>- Mais desenvolvimento para a comunidade</p><p>As vantagens da sociedade cooperativa não se resumem apenas aos cooperados, mas beneficiam também as empresas tomadoras de serviços.</p><p>Contratando cooperativas, essas empresas ganham mais tempo e não precisam se desgastar realizando processos seletivos para a contratação de profissionais, já que na própria cooperativa encontrará profissionais qualificados para a execução de serviços.</p><p>Além de reduzir custos para a empresa, que não precisará ter uma estrutura permanente para</p><p>um setor de contratação. Logo, isso transformará o gasto fixo em variável.</p><p>Mas, uma das principais vantagens para uma tomadora de serviços de uma cooperativa é o fato de que a empresa pode pensar exclusivamente no seu negócio, direcionando esforços para as atividades-fim, que a conduzirão ao sucesso com maior competividade no mercado.</p><p>FORMAÇÃO DO QUADRO SOCIAL E ASSOCIADOS</p><p>O ingresso nas cooperativas é livre a todos que desejarem utilizar os serviços prestados pela mesma, desde que adiram aos propósitos sociais e preencham as condições estabelecidas no estatuto (art. 29 da Lei 5.764/71).</p><p>4.3 TIPOS DE COOPERATIVAS</p><p>XXXX</p><p>4.4 RESPONSABILIDADES DOS COOPERADOS</p><p>Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada.</p><p>É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações.</p><p>É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Sociedades em nome coletivo: são as chamadas sociedades de responsabilidade ilimitada, por os sócios poderem responderem pessoalmente com todo o seu património pelas dívidas da sociedade, depois de esgotado o património desta (art.° 253 C.Com).</p><p>Dito isto, no que concerne ao uso deste tipo societário, concluímos que as sociedades em nomes coletivos, no momento já não se constituem, dando lugar as sociedades por quotas e anónimas. Porém, o legislador, para evitar lacunas na lei, mantéu as disposições relativamente as sociedades em nome coletivo afim de regular as sociedades que sobrevivem ate hoje. Também concluir que este tipo societário caiu em desuso pelo facto de esta ter responsabilidade ilimitada, ao contrario das demais. Assim sendo os empresários comerciais passaram a ter mais interesse em constituir sociedades cuja responsabilidade os favorece mais ou seja responderiam apenas pelo que subscreveram.</p><p>3</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>Colocar as fontes, livros, artigos e sites pesquisados.</p><p>COELHO, Fábio Ulhoa. Novo manual de direito comercial: direito de empresa. 29. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017.</p>

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