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<p>LEGISLAÇÃO</p><p>APLICADA</p><p>Legislação</p><p>No regime democrático temos 3 poderes:</p><p>Executivo (administração do país, executando as leis vigentes);</p><p>Legislativo (legislar, fazer as propostas de leis públicas, manter o sistema normativo);</p><p>Judiciário (mecanismo de proteção dos direitos individuais e coletivos).</p><p>Neste módulo, veremos sobre Legislação Aplicada (à Radiologia).</p><p>Legislação Aplicada:</p><p>Contrato de Trabalho (CLT – Lei 5.452 de 01 de maio de 1943)</p><p>Diretos e Deveres do Trabalhador</p><p>SUS (Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990)</p><p>Lei 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Decreto 92.790 de 17 de junho de 1986 (regulamenta a lei 7.394)</p><p>Lei 10.508 de 10 de julho de 2002 (regulamenta a lei 7.394)</p><p>Contrato de Trabalho</p><p>A definição do contrato individual de trabalho é dada pela Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT), no art. 442:</p><p>Há um vínculo empregatício: relação entre ambas as partes, definida por meio de um contrato de trabalho que mostra a prestação dos serviços que serão oferecidos à empresa e os direitos os quais o empregado terá direito.</p><p>Trata da relação Empregado x Empregador</p><p>Pode ser feito de forma verbal ou tácito, escrito ou expresso*.</p><p>Contrato de Trabalho</p><p>5 Requisitos Básicos para que o colaborador seja considerado Empregado:</p><p>a) Continuidade</p><p>b) Subordinação</p><p>c) Onerosidade</p><p>d) Pessoalidade</p><p>e) Alteridade</p><p>Carteira de Trabalho e Previdência</p><p>Social (CTPS)</p><p>A Carteira de Trabalho pode ser obtida gratuitamente por cidadãos maiores de 14 anos. É um documento obrigatório e o local em que serão anotados todos os dados relacionados a vida profissional do indivíduo. Além disso, é necessário que ela esteja assinada pelo empregador, pois isso será uma garantia dos direitos oferecidos pela CLT e a Previdência Social. Hoje temos a CT digital.</p><p>Importante lembrar que é necessário cumprir o prazo máximo de 48 horas para devolução da carteira ao funcionário.</p><p>Funcionamento do Contrato</p><p>de Trabalho</p><p>De acordo com o tempo de duração, os contratos de trabalho podem ser classificados: por tempo indeterminado e determinado.</p><p>Há também o contrato de experiência que funciona como um teste e não pode ultrapassar o período de 90 dias. Ele é considerado um tipo de contrato por tempo determinado.</p><p>Contrato por Tempo Indeterminado:</p><p>Tipo de contrato sem prazo para finalizar. É necessário que haja anotação na Carteira de Trabalho no prazo de até 48 horas, até mesmo nos casos de experiência.</p><p>Contrato por Tempo Determinado</p><p>Tipo de contrato com prazo definido para ser encerrado. Geralmente, são utilizados nos casos de serviços que possuem características transitórias. Possui um prazo máximo de 2 anos e quando são prorrogados por mais de uma vez se transformam em contratos indeterminados. REDA, trabalho no trecho.</p><p>Funcionamento do Contrato</p><p>de Trabalho</p><p>Contrato de Experiência</p><p>Além dos contratos citados, há também o de experiência que tem a função de verificar como são as habilidades e qualidades profissionais do indivíduo e ainda mostrar a ele, as vantagens oferecidas pela empresa, caso fique por mais tempo. A duração é de até 90 dias e, se for excedido, passará a ser um contrato indeterminado.</p><p>Obs.: É comum, as empresas definirem no contrato de trabalho, um período de 45 dias de experiência, que pode ser prorrogado por mais 45. Em caso de quebra de contrato, a regra é a mesma: a parte que descumpri-lo pagará indenização.</p><p>Funcionamento do Contrato</p><p>de Trabalho</p><p>Admissão</p><p>Carteira de trabalho</p><p>Cédula de Identidade (RG)</p><p>CPF</p><p>Título de eleitor (obrigatório a partir dos 18 anos)</p><p>Certificado de reservista (sexo masculino com 18 anos ou mais)</p><p>Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)</p><p>Foto 3x4</p><p>Certidão de Casamento (para os casados)</p><p>Certidão de nascimento dos filhos até 21 anos ou inválidos de qualquer idade, se for o caso, para pagamento do salário família e dedução do IR</p><p>Outros, a depender do porte da empresa</p><p>Registro do Empregado</p><p>Salário</p><p>Mensalista (podendo ter remuneração comissionada)</p><p>Comissionado (podendo ter remuneração fixa)</p><p>Vale-transporte</p><p>Se o colaborador optar, descontará 6% do valor do salário, não podendo superar o valor entregue ao colaborador</p><p>INSS</p><p>Manutenção do Regime Geral da Previdência Social, podendo ser 8%, 9% ou 11% (tabela definida pelo INSS)</p><p>IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)</p><p>13º Salário</p><p>Lei 4.090 de 13 de julho de 1962</p><p>Direto do Trabalho</p><p>Conjunto de regras jurídicas que visam reger as relações entre empregadores e empregados (constam na CLT e CF)</p><p>Suspensão do Contrato</p><p>São situações onde o empregado deixa de prestar serviços a empresa. Esse período não é considerado tempo de trabalho, assim, ele também não receberá salário. Isso ocorre nos casos de:</p><p>Aposentadoria por Invalidez;</p><p>Doença (a partir do 15º dia do atestado);</p><p>Cursos de Qualificação, etc.</p><p>Interrupções no Contrato</p><p>As interrupções no contrato acontecem quando um funcionário deixa de trabalhar por um período. Ele não prestará serviços, mas mesmo assim, receberá salário. Exemplo de casos onde isso ocorre:</p><p>Férias;</p><p>Falecimento do cônjuge (2 dias);</p><p>Alistamento militar (tempo necessário para cumprir);</p><p>Afastamento por doença (no máximo 14 dias);</p><p>Casamento civil (3 dias);</p><p>Licença paternidade (5 dias)</p><p>Licença Maternidade</p><p>Outros</p><p>Alterações no Contrato</p><p>O contrato só é alterado nas seguintes situações:</p><p>Ambas as partes tem o conhecimento da mudança;</p><p>Por determinação da lei;</p><p>Quando o funcionário muda de cargo ou é promovido.</p><p>Rescisão de Contrato</p><p>Existem muitas situações em que ocorre a rescisão de contrato e ela pode ser feita tanto por iniciativa do empregado, quanto do empregador.</p><p>No caso do empregado, pode ocorrer o pedido de demissão. E, quando ocorre a demissão por parte do empregador, ela poderá ser sem justa causa, por término de contrato determinado ou com justa causa (se o empregado cometer falta grave no trabalho, a empresa não terá a obrigação de pagar alguns benefícios a ele, como férias proporcionais, por exemplo).</p><p>Pedido de Demissão</p><p>Acontece quando o empregado decide sair da empresa, assim deverá comunicar pelo menos com 30 dias de antecedência ao empregador. Nesses casos, ele não receberá seguro-desemprego ou multa de 40% sobre o FGTS. Caso não cumpra o aviso prévio, deverá indenizar o empregador.</p><p>Demissão (Sem Justa Causa)</p><p>Quando há demissão, por parte do empregador, antes do prazo definido pelo contrato, este deverá indenizar o empregado. Assim, ocorre a rescisão e o funcionário deverá receber seus direitos:</p><p>Aviso prévio, pode ser indenizado, quando o empregador libera do cumprimento e paga ao empregado ou vice-versa; ou trabalhado, quando o empregado trabalha normalmente por um período que pode variar de 30 a 90 dias;</p><p>Multa de 40% sobre o FGTS (se for realizado pelo empregador);</p><p>13º salário proporcional;</p><p>Adicional de férias (1/3);</p><p>Férias</p><p>Aviso Prévio</p><p>Art. 487 da CLT e pela lei 12.506/2011.</p><p>Objetivo: funcionar como uma notificação, preparação para ambas as partes para a saída do colaborador</p><p>Aviso Prévio Trabalhado: exige que o colaborador trabalhe pelos 30 dias</p><p>Aviso Prévio Indenizado: demissão sem justa causa, podendo ser cumprido ou dispensado os 30 dias de trabalho (multas aplicáveis de acordo com o acordado)</p><p>Demissão (Com Justa Causa)</p><p>Ato de improbidade;</p><p>Incontinência de conduta (ato imoral ligado à moralidade sexual) ou mau comportamento;</p><p>Condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;</p><p>Desídia no desempenho das respectivas funções;</p><p>Embriaguez habitual ou em serviço;</p><p>Violação de segredo da empresa.</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Brasil Colônia (século XVI até XIX) – RJ, SP e MG especialmente</p><p>Até século XVIII: A visão da doença era macro (desconhecimento de microorganismos)</p><p>Do século XVIII à XIX: não haviam ações preventivas;</p><p>Ações eram pontuais – médicos chamados para “apagar o fogo”</p><p>Os portos como ponto de entrada para as doenças</p><p>Não urbanização dos</p><p>centros urbanos, miscigenação, falta do cuidado, falta de higiene</p><p>Muitas doenças foram trazidas pelos europeus e escravos</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Gestão:</p><p>Centralização do Poder – Império</p><p>Descentralização de Poder – Câmaras Municipais (geridos por não médicos)</p><p>Fisicaturas – espécie de conselho (suporte às Câmaras)</p><p>Ausência de projetos para eliminar as causas das doenças (espaços terapêuticos e não de exclusão, por exemplo)</p><p>LEPRA como principal doença epidêmica</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Final do século XVIII - RJ, SP e MG especialmente</p><p>Recuperação do estado de saúde: Hospital Militar e o Leprosário</p><p>Leprosário transformado em entidade assistencial</p><p>Santas Casas de Misericórdia</p><p>Estado Português – conhecer as causas das doenças</p><p>Separa leprosos e negros dos centros</p><p>Armazéns de desembarque afastados dos centros</p><p>Início das Melhorias</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Transformação Urbana RJ, SP e MG especialmente</p><p>Calçamento</p><p>Secagem dos pântanos</p><p>Drenagem das águas paradas</p><p>Causas de doenças endêmicas e epidêmicas</p><p>Natural (umidade, calor, bichos, insetos)</p><p>Homem (imundíce, dieta, casas, praças, praias sujas) – construções impedindo circulação de ar, sujeira emitindo gases</p><p>Resumo: clima, urbanização e alimentação</p><p>“A questão da saúde não nasce dos médicos, mas da própria doença como problema social: cabe ao governo tomar as providências.”</p><p>PROF. DR. MÁRCIO ANTÔNIO MOREIRA GALVÃO</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Século XIX</p><p>Transferência da Corte Portuguesa em 1808</p><p>Foco na saúde e não mais na doença</p><p>Medicina x Política: juntos</p><p>Medicina entra na política</p><p>Criação do Ensino Cirúrgico e da Provedoria de Saúde (Normativa) – as Câmaras continuam atuando</p><p>A saúde se torna objeto do poder central</p><p>Criação da Polícia Médica (durou poucos anos)</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Século XIX</p><p>Higiene Pública “Desmedicalizada” – cargo ocupado por não especialista</p><p>Criação da Sociedade de Medicina e Cirurgia em 1829</p><p>Projeto Medicina Social: projeto para Higiene Pública (criação ou reformulação dos regulamentos sanitários, mudanças de costumes, etc.)</p><p>Polícia Médica reinserida, e desenvolvimento de novas propostas, ações</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Século XIX</p><p>MAS a Sociedade de Medicina e Cirurgia ainda atuava como assessoria, teoria; as Câmaras detinham o poder</p><p>Febre amarela como grande marco para o desenvolvimento da Saúde Pública no Brasil</p><p>Interesse da Classe Dominante com as causas da saúde pública: favorecimento a si próprio</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Século XX</p><p>Greves, doenças, reinvidicações</p><p>Criações de sindicatos</p><p>Guerras Mundiais</p><p>Crises nas bolsas de valores</p><p>Visão da saúde na área rural</p><p>Criação do INPS em 1970, e de vários outros conselhos</p><p>1988: Constituição Federal</p><p>Criação do SUS (Lei 8.080 de 1988)</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Reforma Sanitária ( 1976 –1979)</p><p>Universalizar o direito à saúde (saúde era apenas para os trabalhadores)</p><p>Integralizar as ações</p><p>Descentralizar a gestão</p><p>Promover a participação e o controle social</p><p>Conferência Nacional de Saúde (1980)</p><p>Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde (PREV-Saúde).</p><p>Por falta de apoio político não foi implantado</p><p>Ações Integradas de Saúde (AIS) (1983)</p><p>Tentava solucionar a crise previdenciária</p><p>PAISM (Programa De Assistência à Saúde da Mulher)</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>8º Conferência Nacional de Saúde (1986)</p><p>“... saúde é a resultante das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse da terra e o acesso a serviços de saúde. É assim, antes de tudo, o resultado das formas de organização social da produção, as quais podem gerar grandes desigualdades nos níveis de vida...”</p><p>Histórico – Pré SUS</p><p>Cenário atual</p><p>A partir de 2016, com a aprovação da Emenda Constitucional 95, o poder público congelou investimentos em saúde até 2036, gerando um prejuízo estimado em R$ 400 bilhões para a área.</p><p>Sugestão de vídeos:</p><p>1) https://www.youtube.com/watch?v=_s4PVPbO3rU</p><p>Se não fosse o SUS</p><p>2) https://www.youtube.com/watch?v=PzVxQkNyqLs&t=107s</p><p>Os princípios do SUS</p><p>3) https://www.youtube.com/watch?v=_fiU39spf-c</p><p>De onde vem o dinheiro do SUS</p><p>4) https://www.youtube.com/watch?v=EOACL0yhxBU</p><p>Políticas de Saúde no Brasil – Documentário de Renato Tapajós</p><p>5) https://www.youtube.com/watch?v=-m4F6HA1gyE</p><p>Nise: O Coração da Loucura (2015)</p><p>Sugestão de Filme:</p><p>Radioactive (Netflix)</p><p>SUS – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE</p><p>Até a década de 50 – Modelo do Sanitarismo (campanhas de vacinação e higiene, e objetivo de sanear as cidades)</p><p>Década de 60 – Atendimento médico previdenciário</p><p>(começo do polo industrial – previdência para os empregados *mais saúde, menos prejuízos*)</p><p>Década de 70 – Modelo médico assistencial privatista</p><p>(centralização da administração e modelo de ações curativas e preventivas).</p><p>Na segunda metade da década de 70 começa a expansão dos movimentos sociais e formulação de propostas que atendessem os excluídos!!!</p><p>Histórico</p><p>SUS</p><p>Constituição Federal (1988) – Artigo 196</p><p>“ A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”</p><p>Objetivo do SUS</p><p>Identificação e divulgação dos fatores condicionantes (biologia humana, genética, ambiente e estilo de vida *individual*) e determinantes (circunstâncias em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem, incluindo o sistema de saúde *social*)</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=bxy-U5bRLsw</p><p>Formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, o acesso universal e igualitário</p><p>Assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e preventivas;</p><p>Estrutura do SUS</p><p>Princípios do SUS</p><p>Os princípios e as diretrizes do SUS estão na Constituição Federal de 1988, regulamentados e reafirmados no capítulo II, artigo 7º da lei 8.080/1990:</p><p>Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:</p><p>I – Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência;</p><p>II – Integralidade de assistência, entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;</p><p>III – preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral;</p><p>Princípios do SUS</p><p>IV – Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie;</p><p>V – Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde;</p><p>VI – Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário;</p><p>VII – utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática;</p><p>VIII – participação da comunidade</p><p>IX – Equidade – tratar diferente os diferentes</p><p>Princípios do SUS</p><p>Atenção!!</p><p>Atenção!!</p><p>No total, são 13 princípios/diretrizes. Vamos focar, a seguir, os mais importantes:</p><p>A universalidade é um princípio finalístico, ou seja, é um ideal a ser alcançado, indicando, portanto, uma das características do sistema que se pretende construir e um caminho para sua construção. Para que o SUS venha a ser universal, é preciso se desencadear um processo de universalização; ou seja, um processo de extensão de cobertura dos serviços, de modo que venham, paulatinamente, a se tornar acessíveis a toda a população.</p><p>Atenção!!</p><p>A noção de integralidade diz respeito ao leque de ações possíveis para promoção da saúde, prevenção de riscos e agravos,</p><p>e assistência a doentes, implicando a sistematização do conjunto de práticas que vêm sendo desenvolvidas para o enfrentamento dos problemas e o atendimento das necessidades de saúde. Contempla o conjunto de ações de promoção da saúde, prevenção de riscos e agravos, assistência e recuperação. Um modelo “integral”, portanto, é aquele que dispõe de estabelecimentos, unidades de prestação de serviços, pessoal capacitado e recursos necessários à produção de ações de saúde.</p><p>Atenção!!</p><p>O princípio da equidade é mais um dos princípios finalísticos do SUS e, atualmente, o tema central em todos os debates sobre as reformas dos sistemas de saúde no mundo ocidental. A noção de equidade diz respeito à necessidade de se “tratar desigualmente os desiguais”, de modo a se alcançar a igualdade de oportunidades de sobrevivência, de desenvolvimento pessoal e social entre os membros de uma dada sociedade. O ponto de partida da noção de equidade é o reconhecimento da desigualdade entre as pessoas e os grupos sociais e o reconhecimento de que muitas dessas desigualdades são injustas e devem ser superadas.</p><p>Atenção!!</p><p>A descentralização da gestão do sistema implica a transferência de poder de decisão sobre a política de saúde do nível federal (MS) para os estados (SES) e municípios (SMS). Essa transferência ocorre a partir da redefinição das funções e responsabilidades de cada nível de governo com relação à condução política administrativa do sistema de saúde em seu respectivo território (nacional, estadual, municipal), com a transferência, concomitantemente, de recursos financeiros, humanos e materiais para o controle das instâncias governamentais correspondentes.</p><p>Atenção!!</p><p>https://www.linkedin.com/pulse/planejamento-estrat%C3%A9gico-t%C3%A1tico-e-operacional-marcos-de-benedicto/?originalSubdomain=pt</p><p>Retroalimentação das</p><p>Informações</p><p>Presidente, Sócios,</p><p>Diretores</p><p>Gerentes, Coordenadores, Encarregados</p><p>Analistas, Assistentes,</p><p>Auxiliares, etc.</p><p>Plan</p><p>Do</p><p>Check</p><p>Act</p><p>Política de saúde no Brasil</p><p>Sanitarismo companhista (até 1945): a principal estratégia de atuação estava nas campanhas sanitárias.</p><p>Período de Transição (1945- 1960)</p><p>Modelo médico assistencial privatista( início dos anos 80)</p><p>Modelo plural (vigente): inclui como sistema público o SUS + privado</p><p>Política de Saúde Pública no Brasil</p><p>Processo Saúde – Doença:</p><p>É uma expressão usada para fazer referência a todas as variáveis que envolvem a saúde e a doença de um indivíduo ou população e considera que ambas estão interligadas e são consequências dos mesmos fatores.</p><p>Saúde Coletiva</p><p>Tem sido definida como um campo de saber e de práticas que pressupõe a compreensão da saúde como um fenômeno eminentemente social, coletivo, determinado historicamente pelas condições e modos de vida dos distintos grupos da população.</p><p>Sugestão de vídeos:</p><p>1) https://www.youtube.com/watch?v=_s4PVPbO3rU</p><p>Se não fosse o SUS</p><p>2) https://www.youtube.com/watch?v=PzVxQkNyqLs&t=107s</p><p>Os princípios do SUS</p><p>3) https://www.youtube.com/watch?v=_fiU39spf-c</p><p>De onde vem o dinheiro do SUS</p><p>4) https://www.youtube.com/watch?v=EOACL0yhxBU</p><p>Políticas de Saúde no Brasil – Documentário de Renato Tapajós</p><p>5) https://www.youtube.com/watch?v=-m4F6HA1gyE</p><p>Nise: O Coração da Loucura (2015)</p><p>Sugestão de Filme:</p><p>Radioactive (Netflix)</p><p>Vigilância Sanitária</p><p>Lei Nº 8.080, de 19 de setembro de 1990</p><p>Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde</p><p>A portaria 453 da vigilância sanitária compreende o setor de Radiologia (proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-X diagnósticos em todo território nacional e dá outras providências).</p><p>CAMPO DE APLICAÇÃO 1.3 Este Regulamento deve ser adotado em todo o território nacional pelas pessoas jurídicas e físicas, de direito privado e público, envolvidas com:</p><p>Vigilância Sanitária</p><p>a) A produção e comercialização de equipamentos de raios-x diagnósticos, componentes e acessórios.</p><p>b) A prestação de serviços que implicam na utilização raios-x diagnósticos para fins médicos e odontológicos.</p><p>c) A utilização dos raios-x diagnósticos nas atividades de pesquisa biomédica e de ensino.</p><p>Vigilância Sanitária</p><p>Brasão</p><p>Resolução CONTER Nº 6 / 2005:</p><p>TRIFÓLIO - representa o símbolo internacional indicativo da presença de radiação ionizante, com a qual labutam os profissionais das técnicas radiológicas.</p><p>BASTÃO - representa o poder daquele que tem a formação profissional, o conhecimento técnico e científico das aplicações das técnicas radiológicas.</p><p>SERPENTE - representa a ciência, a sabedoria e a transmissão do conhecimento compreendido de forma sábia.</p><p>d) ÁTOMO - aqui apresentado em sua forma espacial, representado a energia, em todas as suas formas,</p><p>simbolizando a aplicação da mesma em outras áreas nas</p><p>quais atuam o profissional</p><p>Radiologia.</p><p>e) RODA DENTADA - simboliza atuação cabe também ao</p><p>Tecnólogo e Técnico em</p><p>as áreas industriais, cuja profissional das técnicas</p><p>radiológicas.</p><p>f)</p><p>em que foi</p><p>ANO DE 1985 - representando o ano</p><p>regulamentada a profissão (Lei nº 7394/85).</p><p>Topázio Amarelo – Prosperidade e Sabedoria.</p><p>Faixa verde – saúde, perseverança, naturalidade, limpeza, juventude e natureza.</p><p>PROJETO DE LEI DO SENADO nº 26, de 2008</p><p>De acordo com o projeto, podem exercer atividades nessas áreas os portadores de diploma de ensino superior com grau de Bacharel em Ciências Radiológicas; de diploma de ensino superior com grau de Tecnólogo em Radiologia; e de certificado de conclusão do ensino médio, com formação mínima de Técnico em Radiologia com habilitação específica.</p><p>Os profissionais devem estar inscritos no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia.</p><p>A supervisão da proteção radiológica e da aplicação das técnicas previstas na lei, conforme o substitutivo, tanto é atribuição do bacharel em Ciências Radiológicas como do tecnólogo em Radiologia, sendo que ambos podem também exercer atividades nas áreas em que possuírem formação específica.</p><p>Na inexistência desses profissionais, poderá o técnico em Radiologia supervisionar a aplicação das técnicas radiológicas.</p><p>PROJETO DE LEI DO SENADO nº 26, de 2008</p><p>REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO</p><p>Até 1985 as técnicas radiológicas eram exercidas pelos “Operadores de RX”, sua formação era feita usualmente através da orientação dos médicos radiologistas e muitas vezes empírica.</p><p>Naquele período, haviam poucas Escolas para formação no País, as existentes eram de cursos livres não regulamentados pelo Sistema Educacional.</p><p>A profissão de Técnico em Radiologia foi regulamentada no Brasil através da Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, onde seu primeiro artigo delimita as áreas de atuação que o profissional poderá ter, de acordo com a sua formação.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE</p><p>TÉCNICO EM RADIOLOGIA</p><p>Lei nº 7.394 de 29 de outubro de</p><p>1985</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 1º</p><p>Os preceitos desta Lei regulam o exercício da profissão de Técnico em Radiologia, conceituando- se como tal todos os Operadores de Raios X que, profissionalmente, executam as técnicas:</p><p>I - radiológica, no setor de diagnóstico;</p><p>II - radioterápica, no setor de terapia;</p><p>- radioisotópica, no setor de radioisótopos;</p><p>- industrial, no setor industrial;</p><p>V - de medicina nuclear</p><p>Art. 2º: São condições para o exercício da profissão de Técnico</p><p>em Radiologia:</p><p>– ser portador de certificado de conclusão do ensino médio e possuir formação profissional mínima de nível técnico em Radiologia; (Redação dada pela Lei nº 10.508, de 10.7.2002)</p><p>- possuir diploma de habilitação profissional, expedido por Escola Técnica de Radiologia, registrado</p><p>no órgão federal</p><p>(vetado).</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 3º - Toda entidade, seja de caráter público ou privado, que se propuser instituir Escola Técnica de Radiologia, deverá solicitar o reconhecimento prévio (vetado).</p><p>Art. 4º - As Escolas Técnicas de Radiologia só poderão ser reconhecidas se apresentarem condições de instalação satisfatórias e corpo docente de reconhecida idoneidade profissional, sob a orientação de Físico, Tecnólogo,Médico Especialista e Técnico em Radiologia.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>§ 1º - Os programas serão elaborados pela autoridade federal competente e válidos para todo o Território Nacional, sendo sua adoção indispensável ao reconhecimento de tais cursos.</p><p>§ 2º - Em nenhuma hipótese poderá ser matriculado candidato que não comprovar a conclusão de curso em nível de 2º Grau ou equivalente.</p><p>§ 3º - O ensino das disciplinas será ministrado em aulas teóricas, práticas e estágios a serem cumpridos, no último ano do currículo escolar, de acordo com a especialidade escolhida pelo aluno.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 5º - Os centros de estágio serão constituídos pelos serviços de saúde e de pesquisa físicas, que ofereçam condições essenciais à prática da profissão na especialidade requerida.</p><p>Art. 6º - A admissão à 1ª série da Escola Técnica de Radiologia dependerá:</p><p>- do cumprimento do disposto no § 2, do Art. 4, desta Lei;</p><p>- de aprovação em exame de saúde, obedecidas as condições estatuídas no parágrafo único, do Art. 46, do Decreto número 29.155, de 17 de janeiro de 1951.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 7º - As Escolas Técnicas de Radiologia existentes, ou a serem criadas, deverão remeter ao órgão competente (vetado), para fins de controle e fiscalização de registros, cópia da ata relativa aos exames finais, na qual constem os nomes dos alunos aprovados e as médias respectivas.</p><p>Art. 8º - Os diplomas têm âmbito nacional e validade para o registro de que trata o inciso II, do Art. 2, desta Lei.</p><p>Parágrafo único. Concedido o diploma, fica o Técnico em Radiologia obrigado a registrá-lo, nos termos desta Lei.</p><p>Art. 9º - (Vetado).</p><p>Art. 10 - Os trabalhos de supervisão das aplicações de técnicas em radiologia, em seus respectivos setores, são da competência do Técnico em Radiologia.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 10 - Supervisão das aplicações de técnicas em radiologia, em seus respectivos setores, é da competência do Técnico em Radiologia.</p><p>Art. 11 - Ficam assegurados todos os direitos aos denominados Operadores de Raios X, devidamente registrados no órgão competente (vetado), que adotarão a denominação referida no Art. 1º desta Lei.</p><p>§ 1º - Os profissionais que se acharem devidamente registrados na Divisão Nacional de Vigilância Sanitária de Medicamentos - DIMED, não possuidores do certificado de conclusão de curso em nível de 2º Grau, poderão matricular-se nas escolas criadas, na categoria de ouvinte, recebendo, ao terminar o curso, certificado de presença, observadas as exigências regulamentares das Escolas de Radiologia.</p><p>§ 2º - Os dispositivos desta Lei aplicam-se, no que couber, aos Auxiliares de Radiologia que trabalham com câmara clara e escura.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 12 - Ficam criados o Conselho Nacional (CONTER) e os Conselhos Regionais de Técnicos em Radiologia (CRTR) (vetado), que funcionarão nos mesmos moldes dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina, obedecida igual sistemática para sua estrutura, e com as mesmas finalidades de seleção disciplinar e defesa da classe dos Técnicos em Radiologia.</p><p>Art. 13 - (Vetado).</p><p>Art. 14 - A jornada de trabalho dos profissionais abrangidos por esta Lei será de 24 (vinte e quatro) horas semanais (vetado).</p><p>Art. 15 - (Vetado).</p><p>Art. 16 - O salário mínimo dos profissionais, que executam as técnicas definidas no Art. 1º desta Lei, será equivalente a 2 (dois) salários mínimos profissionais da região, incidindo sobre esses vencimentos 40% (quarenta por cento) de risco de vida e insalubridade.</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>Art. 17 - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias.</p><p>Art. 18 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</p><p>Art. 19 - Revogam-se as disposições em contrário.</p><p>Brasília, 29 de outubro de 1985; 164º da Independência e 97º da República.</p><p>JOSÉ SARNEY</p><p>LEI DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA - Lei nº 7.394 de 29 de outubro de 1985</p><p>EXERCÍCIO</p><p>A lei 7.394 regulamenta o que?</p><p>Quais as técnicas de radiodiagnóstico que a lei 7.394 abrange?</p><p>Quais as condições necessárias para se exercer a profissão?</p><p>Quais profissionais precisam orientar as escolas técnicas durante sua criação?</p><p>Os centros de estágio são constituídos por quais especialidades?</p><p>A admissão na escola técnica dependerá de quê?</p><p>Quem supervisiona as aplicações das técnicas radiológicas dentro do setor?</p><p>O que é CONTER? Qual sua finalidade?</p><p>O que é CRTR?</p><p>Qual a jornada de trabalho do profissional da radiologia?</p><p>Qual a base salarial desses profissionais de radioimagem?</p><p>Quem sancionou a lei 7.394? Em que dia e ano isso aconteceu?</p><p>O que significa cada elemento do brasão?</p><p>Qual a cor da faixa utilizada nos cursos de saúde? Qual seu significado?</p><p>Qual pedra é utilizada no anel de formatura dos formandos em radiologia? Qual seu significado?</p><p>73</p><p>Férias do Técnico em Radiologia</p><p>São férias semestrais!!!</p><p>As férias semestrais de 20 dias já são um direito garantido aos servidores da União desde a sanção da Lei 1.234/50. Todavia, a Justiça tem entendido que esse direito é inerente a todos os profissionais que lidam diariamente com radiação, independentemente do vínculo empregatício ao qual estejam sujeitos, seja celetista ou estatutário.</p><p>Sindicato X Conselho CRTR</p><p>Sindicato</p><p>Sindicato é uma associação de trabalhadores que lutam para defender os interesses e direitos de seus pares, onde os trabalhadores são livres para se juntarem ao grupo de filiados. A Constituição Federal de 1988 reconhece o direito à sindicalização, à greve, à luta pela dignidade, e em seu artigo oitavo, inciso terceiro que reza que “ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas".</p><p>Conselho CRTR</p><p>O Conselho Regional de Técnicos em Radiologia, é um órgão dotado de personalidade jurídica de direito público, com autonomia administrativa e financeira e constitui, juntamente com o Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia e demais Regionais, uma autarquia federal da Administração Pública Indireta.</p><p>Compete ao CRTR, defender a sociedade, através da efetiva fiscalização e autuação do exercício ilegal das técnicas radiológicas, bem como zelar pelo fiel cumprimento do Código de Ética Profissional e pela valorização das profissões.</p><p>Contribuição Sindical</p><p>É uma contribuição compulsória (obrigatória) devida por todos aqueles que são empregadores e exercem atividade econômica, independentemente de filiação a sindicatos. O recolhimento desta contribuição deve ser feito no mês de janeiro de cada ano.</p><p>CONTER</p><p>O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) foi criado em 4 de junho de 1987 e tem a função de manter a inscrição das pessoas legalmente habilitadas, normatizar e fiscalizar o exercício das técnicas radiológicas no Brasil.</p><p>Nos Estados, o braço executor do CONTER são os Conselhos Regionais de Técnicos em Radiologia (CRTRs), que mantêm rotas sistemáticas de fiscalização para coibir o exercício</p><p>ilegal da profissão. O Sistema CONTER/CRTRs é composto pela entidade nacional e mais 19 Regionais, que cobrem todos os estados brasileiros.</p><p>DEVERES DO TÉCNICO EM RADIOLOGIA</p><p>Respeitar integralmente a dignidade da pessoa Humana destinatária de seus serviços, sem restrição de raça, nacionalidade, partido político, classe social e religião.</p><p>Pautar na sua vida observando na profissão e fora dela, os mais rígidos princípios morais para a elevação de sua dignidade pessoal, de sua profissão e de toda a classe, exercendo sua atividade com zelo, probidade e decoro, em obediência aos preceitos da ética profissional, da moral, do civismo e da legislação em vigor.</p><p>Exercício Ilegal da Profissão</p><p>O Projeto de Lei 393/2011 torna obrigatório, o diploma de técnico em Radiologia para a operação de equipamentos emissores de radiação ionizante, bem como o uso de equipamentos de proteção individual e dá outras providências.</p><p>Em primeira tramitação no dia 14 de Abril de 2015 a PL 393 foi aprovada e se tornará LEI no prazo de 90 dias, assim qualquer um sem formação em RADIOLOGIA será enquadrado como CRIMONOSO por EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO.</p><p>Legislação Aplicada a Mamografia</p><p>e Densitometria</p><p>Mamografia</p><p>Portaria Nº 531, de 26 de Março de 2012</p><p>Ela complementa a lei Nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (SUS)</p><p>Institui o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM), com o objetivo de garantir a qualidade dos exames e minimizar os riscos associativos ao uso do raio X.</p><p>Atenção!</p><p>O PNQM tem abrangência nacional e aplica-se a todos os serviços de diagnóstico por imagem que realizam mamografia, públicos e privados, participantes ou não do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Os serviços realizam mamografia que já tenham definido programa próprio, com a mesma finalidade do PNQM, deverão adequá-lo de forma a observar a totalidade dos requisitos técnicos estabelecidos na Portaria.</p><p>Portaria Nº 531</p><p>Capacitação e atualização periódica dos profissionais da saúde para a execução dos exames de mamografia;</p><p>Qualificação médica para a avaliação da qualidade das imagens clínicas das mamas e dos laudos das mamografias;</p><p>Disponibilização de campo no Sistema de Informação do Controle do Câncer de Mama e do Câncer do Colo do Útero (SISCAN) para a inserção de informações para auxiliar no monitoramento da qualidade dos exames mamográficos;</p><p>Os serviços de diagnóstico por imagem que realizam mamografia que não sejam participantes do SUS disporão de procedimento simplificado no SISCAN para a inserção das informações sobre os exames mamográficos realizados mensalmente.</p><p>A avaliação e o monitoramento do PNQM serão realizados pela SAS (Secretária de Atenção a Saúde), anualmente, a partir das informações fornecidas e pela ANVISA e pelo INCA.</p><p>Portaria Nº 531</p><p>Nas imagens, devem constar:</p><p>a) a identificação do exame;</p><p>b) a identificação do serviço de diagnóstico por imagem;</p><p>c) o registro do paciente;</p><p>d) a data do exame;</p><p>e) a abreviatura da incidência radiográfica;</p><p>f) a lateralidade da mama;</p><p>Portaria Nº 531</p><p>A abreviatura da incidência radiográfica deve sempre estar acompanhada da indicação da lateralidade da mama representada pela letra E para a mama esquerda e pela letra D</p><p>Ex.: a) crânio-caudal: CC-D e CC-E;</p><p>b) médio-lateral oblíqua: MLO-D e MLO-E;</p><p>Portaria Nº 531</p><p>Portaria nº1253</p><p>O rastreamento enquanto programa deve ser oferecido à população somente quando comprovado que seus benefícios superam amplamente os riscos e danos, dessa forma, permitindo detecção precoce e tratamento de certas doenças.</p><p>Entretanto, a adesão ao programa deve ser voluntária e entendida como direito dos cidadãos.</p><p>Critérios para programas de</p><p>Rastreamento Populacional</p><p>Deve existir estágio pré-clínico (assintomático) bem definido, durante o qual a doença possa ser diagnosticada;</p><p>O benefício da detecção e do tratamento precoce com o rastreamento deve ser maior do que se a condição fosse tratada no momento habitual de diagnóstico;</p><p>Critérios para programas de</p><p>Rastreamento Populacional</p><p>Os exames que detectam a condição clínica no estágio assintomático devem estar disponíveis, aceitáveis e confiáveis;</p><p>O custo do rastreamento e tratamento de uma condição clínica deve ser razoável e compatível com o orçamento destinado ao sistema de saúde como um todo;</p><p>O rastreamento deve ser um processo contínuo e sistemático.</p><p>Densitometria</p><p>Portaria Nº 1327, de 11 de Novembro de 1999</p><p>A osteoporose configura-se como preocupação relevante de saúde pública, devido à limitação funcional e consequente perda da capacidade laborativa e autoestima a que estão submetidos os seus portadores;</p><p>A identificação precoce do diagnóstico é fundamental para a prevenção de fraturas e preservação da qualidade de vida da população alvo;</p><p>Densitometria</p><p>O procedimento da quantificação da massa óssea nos indivíduos de risco constitui-se no método de eleição para o direcionamento e indicação de terapia adequada;</p><p>A incorporação da densitometria óssea na prática médica é reconhecidamente o melhor método de avaliação precoce da osteoporose;</p><p>Portaria Nº 1327</p><p>Incluir a Densitometria Óssea, no âmbito do Sistema Único de Saúde/SUS, estabelecendo para sua indicação, os seguintes critérios clínicos :</p><p>evidências radiológicas de osteopenia ou fraturas vertebrais;</p><p>perda de estatura, cifose torácica;</p><p>fratura prévia por trauma mínimo ou atraumática;</p><p>Portaria Nº 1327</p><p>- Uso prolongado de corticoides;</p><p>- Hipogonadismo em homens e mulheres, incluindo mulheres na pós-menopausa, que apresentem fatores de risco;</p><p>- História materna de osteoporose ou fratura;</p><p>- Índice de massa corporal baixo</p>