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<p>DISTÚRBIOS DO TRATO</p><p>RESPIRATÓRIO</p><p>AULA: 02</p><p>Prof: Alfredo Araújo</p><p>DISTÚRBIOS DO</p><p>TRATO RESPIRATÓRIO</p><p>AULA: 02</p><p>Prof: Alfredo Araújo</p><p>Unidade 1 DISTÚRBIOS</p><p>RESPIRATÓRIOS</p><p>1. Asma;</p><p>2. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica</p><p>(DPOC);</p><p>3. Edema agudo de pulmão;</p><p>4. Tuberculose;</p><p>5. Pneumonia;</p><p>ASMA</p><p>SE LIGA NO</p><p>MISTÉRIO</p><p>ASMA</p><p>ꭥ A asma é uma doença inflamatória crônica das vias</p><p>respiratórias, que provoca hiper-reatividade, edema da</p><p>mucosa e produção de muco.</p><p>ꭥ Essa inflamação acaba resultando em episódios recorrentes</p><p>de sinais/sintomas de asma: tosse, sensação de constrição</p><p>no tórax, sibilos e dispneia. Os pacientes com asma podem</p><p>apresentar períodos assintomáticos alternando com</p><p>exacerbações agudas de poucos minutos a várias horas ou</p><p>dias de duração.</p><p>ꭥ A asma, a doença crônica mais comum da infância, pode</p><p>ocorrer em qualquer idade</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>A asma é uma reação inflamatória reversível e difusa das vias respiratórias, que leva a</p><p>estreitamento prolongado destas, o qual é exacerbado por várias alterações nas vias</p><p>respiratórias, incluindo broncoconstrição e edema, hiper-responsividade e remodelagem de</p><p>tais vias. A interação desses fatores determina as manifestações clínicas e a gravidade da</p><p>asma.</p><p>À medida que a asma se torna mais persistente, a inflamação progride, e outros fatores atuam</p><p>na limitação do fluxo de ar. Tais fatores incluem edema das vias respiratórias, hipersecreção de</p><p>muco e formação de tampões ou rolhas de muco. Pode ocorrer “remodelagem” das vias</p><p>respiratórias em resposta à inflamação crônica, causando mais estreitamento das vias</p><p>respiratórias.</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>NORMAL</p><p>ANORMAL</p><p>NORMAL</p><p>ANORMAL</p><p>NORMAL</p><p>ANORMAL</p><p>C</p><p>O</p><p>M</p><p>P</p><p>A</p><p>R</p><p>A</p><p>Ç</p><p>Ã</p><p>O</p><p>G</p><p>A</p><p>T</p><p>I</p><p>L</p><p>H</p><p>O</p><p>S</p><p>SINAIS E SINTOMAS</p><p>Caracteristicamente, nesta doença os sintomas aparecem de forma cíclica,</p><p>com períodos de piora. Dentre os sinais e sintomas principais, estão:</p><p>Os sintomas podem aparecer a qualquer momento do dia, mas tendem a</p><p>predominar pela manhã ou à noite.</p><p>• DISPNÉIA</p><p>• TOSSE</p><p>• PRODUÇÃO DE ESCARRO</p><p>• SIBILO</p><p>• BAQUETEAMENTO DOS DEDOS</p><p>• HEMOPTISE</p><p>• CIANOSE</p><p>• DOR TORÁCICA:</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• E.F;</p><p>• RX tórax;</p><p>• Exames de sangue e de pele (para</p><p>constatar se o paciente é alérgico);</p><p>• Espirometria -identifica e quantifica</p><p>a obstrução ao fluxo de ar;</p><p>• Broncóspia;</p><p>• Gasometria;</p><p>T</p><p>R</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>O</p><p>• Controlar sintomas;</p><p>• Permitir atividades normais –</p><p>trabalho, escola e lazer;</p><p>• Evitar crises, idas à emergência</p><p>e hospitalizações;</p><p>• Reduzir a necessidade do uso de</p><p>broncodilatador para alívio;</p><p>• Manter a função pulmonar</p><p>normal ou a melhor possível;</p><p>• Minimizar efeitos adversos da</p><p>medicação;</p><p>• Prevenir a morte.</p><p>• Broncodilatadores,</p><p>• Antiinflamatórios</p><p>• Os corticóides inalatórios</p><p>C</p><p>U</p><p>I</p><p>D</p><p>A</p><p>D</p><p>O</p><p>S</p><p>D</p><p>E</p><p>E</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>R</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>M</p><p>• Dieta hipercalórica e hiperprotéica;</p><p>• Ofereça refeições leves;</p><p>• Estimule a ingesta hídrica para fluidificar as</p><p>secreções;</p><p>• Ofereça repouso;</p><p>• Examine a quantidade e as características do</p><p>escarro e fique atento a agitação;</p><p>• Acompanhe o peso;</p><p>• Fique atento a sinais e sintomas de infecção</p><p>respiratória (febre, agravamento da tosse e</p><p>produção de escarro e eliminação de escarro</p><p>purulento);</p><p>• Oriente à evitar os alérgenos (fumaça,</p><p>aerossóis, poluentes industriais);</p><p>• Atenção a exposição a correntes de ar frio pode</p><p>desencadear broncoespasmo</p><p>É uma doença crônica que</p><p>acomete os pulmões e tem como</p><p>características a destruição dos</p><p>alvéolos, sendo assim</p><p>prejudicando o influxo de ar nos</p><p>pulmões. Como Bronquite</p><p>obstrutiva crônica, enfisema</p><p>pulmonar e asma.</p><p>Fumo;</p><p>Poluição do ar;</p><p>Exposição</p><p>profissional;</p><p>Alergias;</p><p>Infecção. C</p><p>A</p><p>U</p><p>S</p><p>A</p><p>S</p><p>• DISPNÉIA</p><p>• TOSSE COM CATARRO</p><p>• SIBILO</p><p>• ESPECTORAÇÃO ESPESSA E</p><p>GELATINOSA HEMOPTISE</p><p>• CIANOSE</p><p>• DOR TORÁCICA:</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• E.F;</p><p>• RX tórax;</p><p>• Espirometria</p><p>• Broncóspia;</p><p>• Gasometria;</p><p>T</p><p>R</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>O</p><p>CLÍNICO</p><p>Aliviar os sintomas;</p><p>Evitar fumo;</p><p>Clima frio e úmido.</p><p>FARMACOLOGICO</p><p>Adm aminofilina</p><p>conforme P.M;</p><p>Tranquilizante;</p><p>corticosteroides</p><p>C</p><p>U</p><p>I</p><p>D</p><p>A</p><p>D</p><p>O</p><p>S</p><p>D</p><p>E</p><p>E</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>R</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>M</p><p>• Ambiente arejado e limpo;</p><p>• Ingestão de líquidos;</p><p>• Verificar SSVV;</p><p>• Fumo, ar poluído e atividades</p><p>físicas extenuante;</p><p>• Umidificar ambiente;</p><p>• Lenços de papel;</p><p>• Dieta nutritiva;</p><p>• Aerossolterapia e</p><p>oxigenioterapia.</p><p>ENFISEMA PULMONAR</p><p>ETIOLOGIA</p><p>• Fumo;</p><p>• Homens com idade entre 50 e 60 anos.</p><p>• Poeira;</p><p>• Poluentes;</p><p>• Produtos químicos.</p><p>• DISPNÉIA</p><p>• TOSSE</p><p>• CIANOSE</p><p>• DOR TORÁCICA</p><p>• ANOREXIA</p><p>• PERDA DE PESO</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• E.F;</p><p>• RX tórax;</p><p>• Espirometria</p><p>• Gasometria;</p><p>C</p><p>U</p><p>I</p><p>D</p><p>A</p><p>D</p><p>O</p><p>S</p><p>D</p><p>E</p><p>E</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>R</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>M</p><p>Ambiente arejado e limpo;</p><p>Ingestão de líquidos;</p><p>Verificar SSVV;</p><p>Fumo, ar poluído e atividades</p><p>físicas extenuante;</p><p>Umidificar ambiente;</p><p>Lenços de papel;</p><p>Dieta nutritiva;</p><p>Aerossolterapia e oxigenioterapia.</p><p>• É uma inflamação que acomete</p><p>o tecido pulmonar, causadas</p><p>por vários tipos de</p><p>microrganismos e agentes</p><p>químicos.</p><p>• PNM (PAC) fora do ambiente</p><p>hospitalar.</p><p>• PNM (PAH) adquirida dentro do</p><p>ambiente hospitalar,</p><p>geralmente acomete o cliente</p><p>no ambiente hospitalar após 48</p><p>a 72 horas após a internação.</p><p>BACTERIANA VÍRUS FUNGOS</p><p>• Pneumococos,</p><p>• Estafilococos,</p><p>• klebsiela,</p><p>• Estreptococos,</p><p>beta-hemolíticos</p><p>etc.</p><p>• Adenovírus</p><p>(sarampo,</p><p>varicela,</p><p>coqueluche).</p><p>• Mycoplasma,</p><p>psitacose.</p><p>• Histoplasma</p><p>• capsulatum,</p><p>• Histoplasmos</p><p>• Coccidioides</p><p>ETIOLOGIA</p><p>A Pneumonia Adquirida na Comunidade</p><p>(PAC) é definida como a infecção que se</p><p>desenvolveu fora do ambiente hospitalar ou</p><p>que se manifestou em até 48 horas após a</p><p>internação. É uma condição mais frequente</p><p>nos primeiros anos de vida e nos idosos com</p><p>mais de 65 anos de idade.</p><p>PNM COMUNITÁRIA X HOSPITALAR</p><p>• Inalação direta;</p><p>• Aspiração de material infectado;</p><p>• Via hematogênica;</p><p>• Via exógena (broncoscopia);</p><p>• FEBRE (40°C);</p><p>• DOR TORÁCICA;</p><p>• DISPNEIA, CALAFRIOS, CIANOSE;</p><p>• TOSSE E ESCARRO FERRUGINOSO.</p><p>SINAIS SINTOMAS</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>• CLÍNICO,</p><p>• RX;</p><p>• TC</p><p>• RNM;</p><p>• HMG;</p><p>• E.F;</p><p>TRATAMENTO</p><p>TRATAMENTO</p><p>• Clínico, terapêutico;</p><p>• Medicamentos:</p><p>• Antibióticos,</p><p>• Analgésicos</p><p>• Sedativos</p><p>• Antitussigéno</p><p>C</p><p>U</p><p>I</p><p>D</p><p>A</p><p>D</p><p>O</p><p>S</p><p>D</p><p>E</p><p>E</p><p>N</p><p>F</p><p>E</p><p>R</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>M</p><p>• Manter repouso;</p><p>• Manter o ambiente calmo,</p><p>tranquilo e arejado;</p><p>• Fazer higiene oral e</p><p>corporal;</p><p>• Verificar SSVV 4/4 horas;</p><p>• Oferecer dieta e incentivar;</p><p>• Estimular a ingesta líquida;</p><p>• Derrame pleural;</p><p>• Empiema;</p><p>• Bronquite crônica;</p><p>• ICC.</p><p>COMPLICAÇÕES</p><p>É uma infecção causada</p><p>por um microorganismo</p><p>chamado Mycobacterium</p><p>tuberculosis, também</p><p>conhecido por bacilo de</p><p>Koch.</p><p>PORQUE NOS PULMÕES?</p><p>Como o BACILO DE KOCH</p><p>se reproduz e desenvolve</p><p>rapidamente em áreas do</p><p>corpo com muito oxigênio, o</p><p>pulmão é o principal órgão</p><p>atingido pela tuberculose.</p><p>• TRANSMISSÃO:</p><p>1º passo</p><p>Apesar de também atingir vários órgãos do corpo, a doença só</p><p>é transmitida por quem estiver infectado com o bacilo nos</p><p>pulmões.</p><p>2º passo</p><p>A disseminação acontece pelo ar. O espirro de uma pessoa</p><p>infectada joga no ar cerca de dois milhões de bacilos. Pela</p><p>tosse, cerca de 3,5 mil partículas são liberadas.</p><p>3º passo</p><p>Os bacilos da tuberculose jogados no ar permanecem em</p><p>suspensão durante horas. Quem respira em um ambiente por</p><p>onde passou um tuberculoso pode se infectar.</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>Processo inflamatório</p><p>O indivíduo que entra em contato</p><p>pela primeira vez com o bacilo de</p><p>Koch não tem, ainda, resistência</p><p>natural. Mas adquire. Se o</p><p>organismo não estiver debilitado,</p><p>consegue matar o</p><p>microorganismo antes que este</p><p>se instale como doença. É,</p><p>também, estabelecida a proteção</p><p>contra futuras infecções pelo</p><p>bacilo.</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>TUBERCULOSE PRIMÁRIA</p><p>• Após um período de 15 dias,</p><p>os bacilos passam a se</p><p>multiplicar facilmente nos</p><p>pulmões, pois ainda não há</p><p>proteção natural do organismo</p><p>contra</p><p>a doença. Se o sistema</p><p>de defesa não conseguir</p><p>encurralar o bacilo, instala-se</p><p>a tuberculose primária,</p><p>caracterizada por pequenas</p><p>lesões (nódulos) nos pulmões.</p><p>FISIOPATOLOGIA</p><p>CAVERNA TUBERCULOSA</p><p>• Com o tempo e sem o tratamento, o</p><p>avanço da doença começa a</p><p>provocar sintomas mais graves. De</p><p>pequenas lesões, os bacilos cavam</p><p>as chamadas cavernas tuberculosas,</p><p>no pulmão, que costumam inflamar</p><p>com frequência e sangrar. A tosse,</p><p>nesse caso, não é seca, mas com</p><p>pus e sangue. É a chamada</p><p>hemoptise. (sangue aparelho</p><p>respiratório)</p><p>SINTOMAS</p><p>• Tosse crônica (o grande marcador da doença é a</p><p>tosse durante mais de 21 dias);</p><p>• Febre;</p><p>• Suor noturno (que chega a molhar o lençol)</p><p>• Dor no tórax;</p><p>• Perda de peso lenta e progressiva;</p><p>• Quem tem tuberculose não sente fome, fica</p><p>anorexo (sem apetite) e com adinamia (sem</p><p>disposição para nada).</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>•BACILOSCOPIA DIRETA: duas amostras são colhidas, uma no</p><p>momento da consulta e a outra na manhã do dia seguinte, sendo</p><p>feita a contagem dos Bacilos Álcool Ácido Resistentes (BAAR).</p><p>•TESTE RÁPIDO MOLECULAR: detecta o DNA do M. tuberculosis</p><p>e faz triagem das cepas resistentes a rifampicina.</p><p>•CULTURA PARA MICOBACTÉRIA COM IDENTIFICAÇÃO DE</p><p>ESPÉCIE.</p><p>Estes três métodos acima são considerados confirmatórios de TB</p><p>ativa.</p><p>OUTROS EXAMES AUXILIARES SÃO:</p><p>•HISTOPATOLÓGICO: É um método empregado na suspeita de</p><p>tuberculose ativa nas formas extrapulmonares ou nas pulmonares</p><p>que se apresentam radiologicamente.</p><p>•ADENOSINA DEAMINASE (ADA) processo de diferenciação e</p><p>proliferação de linfócitos. Níveis elevados de ADA são indicadores</p><p>indiretos de tuberculose meníngea,</p><p>•RADIOGRAFIA DE TÓRAX: importante na investigação de TODO</p><p>paciente com TB! As lesões sugestivas de tuberculose em raio-x de</p><p>tórax localizam-se, em geral, nas partes altas e dorsais dos</p><p>pulmões e derrame pleural.</p><p>OBS.: Broncoscopia, ultrassonografia, TC e ressonância só devem</p><p>ser solicitados se houver necessidade de auxílio diagnóstico e</p><p>exclusão dos diagnósticos diferenciais.</p><p>•PROVA TUBERCULÍNICA (PPD):</p><p>T</p><p>R</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>O</p><p>T</p><p>R</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>M</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>O</p><p>•Fase intensiva: Rifampicina (R) +</p><p>Isoniazida (H) + Pirazinamida (Z) +</p><p>Etambutol (E) durante 2 meses (2</p><p>RHZE).</p><p>•Fase de manutenção: Rifampicina +</p><p>Isoniazida durante 4 meses (4 RH).</p><p>P</p><p>R</p><p>E</p><p>V</p><p>E</p><p>N</p><p>Ç</p><p>Ã</p><p>O</p><p>A vacina BCG (bacilo Calmette-Guérin),</p><p>ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS)</p><p>CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>• Administrar os fármacos conforme</p><p>prescrição;</p><p>• Incentivar a ingesta hídrica, pois</p><p>promove uma hidratação e</p><p>funciona como expectorante;</p><p>• Instruir o cliente sobre as medidas</p><p>de higiene, incluindo a higiene oral,</p><p>cobrir a boca e o nariz quando</p><p>tossir e espirrar, lavar as mãos;</p><p>CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>• Proporcionar períodos de repouso</p><p>para diminuir demanda metabólica;</p><p>• Proporcionar pequenas refeições e</p><p>freqüentes;</p><p>• Administra os suplementos</p><p>vitamínicos conforme prescrição;</p><p>• Colocar o paciente em posição fowler</p><p>para melhorar a expansão torácica;</p><p>• Observar sintomas de disfunção</p><p>hepática;</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry</p><p>H.. Brunner e Suddarth: tratado de</p><p>enfermagem médico-cirúrgica. 13. v. 1.</p><p>Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2017,</p><p>1.Ministério da Saúde. Guia de vigilância em</p><p>saúde volume único. Secretaria de vigilância em</p><p>saúde, 2 ed. – Brasília, 2017.</p><p>2.Guideline, N. I. C. E. “117.” Clinical diagnosis</p><p>and management of tuberculosis and measures</p><p>for its prevention and control (2011).</p><p>3.Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância</p><p>em Saúde e Departamento de Vigilância</p><p>Epidemiológica. Tratamento diretamente</p><p>observado (TDO) da tuberculose na atenção</p><p>básica: protocolo de enfermagem. – Brasília:</p><p>Ministério da Saúde, 2011.</p><p>4.Kumar V, Abbas A, Aster J. Robbins. Bases</p><p>patológicas das doenças. 9th ed. Elsevier, 2016.</p>