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<p>1</p><p>5º Semestre</p><p>2</p><p>28/jan Sylvio Apresentação e Programação</p><p>04/fev Sylvio Histórico Medicina do Trabalho</p><p>11/fev Sylvio Normas Regulamentadoras</p><p>18/fev xxxxxxxxx Carnaval</p><p>25/fev Sylvio NR 6</p><p>04/mar Sylvio NR 7 e 9</p><p>11/mar Sylvio Atuação e Função Médico do Trabalho</p><p>18/mar Sylvio Doenças relacionadas com Calor e Frio</p><p>25/mar Sylvio Pneumoconioses</p><p>01/abr xxxxxxxxx Quinta-feira Santa - Paixão</p><p>08/abr Cláudio Ruídos</p><p>15/abr Sylvio Dermatoses Ocupacionais</p><p>22/abr Juliana PPP</p><p>29/abr Sylvio M1</p><p>06/mai Sylvio DORT/LER</p><p>13/mai Sylvio Ergonomia</p><p>20/mai Wagner NR 32</p><p>27/mai Sylvio Trabalhos sob Pressão</p><p>03/jun xxxxxxxxx Corpus Christi</p><p>10/jun Sylvio M2</p><p>3</p><p>17/jun Sylvio Exame</p><p>23/jun xxxxxxxxx Livre</p><p>Trabalho em grupo</p><p>Grupos de 5 pessoas</p><p>Pegar um processo que foi julgado em relação à medicina do trabalho.</p><p>Apresentação em Power Point</p><p>04 de fevereiro de 2021</p><p>Tem como objeto de estudo todas as doenças relacionadas ao trabalho.</p><p>Medicina do Trabalho ou Medicina Ocupacional é uma especialidade médica que se ocupa da</p><p>promoção e preservação da saúde do trabalhador</p><p>O Médico do Trabalho avalia a capacidade do candidato a um determinado trabalho e realiza</p><p>reavaliações periódicas de sua saúde, dando ênfase aos riscos ocupacionais aos quais esse indivíduo</p><p>fica exposto</p><p>Segurança e Saúde Ocupacional é uma área multidisciplinar relacionada com a segurança, saúde e</p><p>qualidade de vida das pessoas no trabalho e/ou emprego</p><p>Com efeito, protege o empregador, clientes, fornecedores e público em geral, que possam ser</p><p>afetados pelo ambiente de trabalho.</p><p>OBS: Se aposentar por invalidez, a pessoa não pode trabalhar nunca mais. Se for encontrado fazendo</p><p>qualquer tipo de trabalho, pode ser preso por ...</p><p>4</p><p>1. Espaços do trabalho ou da produção, empregados envolvidos no SESMET (Serviços</p><p>Especializados de Engenharia de Segurança e de Medicina do Trabalho)</p><p>2. Normatização e fiscaliz</p><p>3. ação das condições de saúde e segurança no trabalho desenvolvida pelo Ministério da</p><p>Economia - Secretaria de Trabalho</p><p>4. Desenvolvimento das ações de saúde do trabalhador na rede pública de serviços de saúde</p><p>5. Assessoria em saúde do trabalhador, nas organizações de trabalhadores e empregadores</p><p>6. Perícia Médica da Previdência Social enquanto Seguradora do Acidente de Trabalho (SAT).</p><p>Quando o funcionário é afastado, passa por essa perícia.</p><p>7. Atuação junto ao Sistema Judiciário, como perito judicial em processos trabalhistas, ações</p><p>cíveis e ações da Promotoria Pública</p><p>8. Atividade docente na transformação e capacitação profissional</p><p>9. Atividades de investigação no campo das relações saúde X trabalho nas Instituições de</p><p>Pesquisa</p><p>10. Consultoria privada no campo da saúde e segurança do trabalho. É o que tem mais</p><p>rendimento para o médico do trabalho.</p><p>Hipócrates em IV AC, o pai da Medicina fez menção a existência de moléstias entre mineiros e</p><p>metalúrgicos, analisando a toxicidade do chumbo na atividade.</p><p>Plínio, o Velho, que viveu na Era Cristã, descreveu diversas moléstias dos pulmões e envenenamento</p><p>entre mineiros no manuseio de enxofre e zinco</p><p>Paracelso, séculos XV e XVI, investigou “doenças ocupacionais”</p><p>Philippus Aureolus Theoprhastus Bombastus von Hohenheim, Einsiedein em 17/12/1493 a Salzburgo</p><p>em 24/09/1541 ….</p><p>Paracelso em 1567 publicava a primeira monografia em que relacionava doença e trabalho, onde</p><p>destacava a relação de intoxicação do mercúrio e os principais sintomas.</p><p>Medicina do Trabalho surge enquanto especialidade médica na Inglaterra na primeira metade do</p><p>século XIX</p><p>5</p><p>Revolução Industrial</p><p>Trabalhadores em processo acelerados e desumanos de produção exigiu uma intervenção imediata</p><p>sob pena de se tornar inviável a sobrevivência e manutenção do processo</p><p>Bernardino Ramazzini, médico italiano nascido em Módena 1635 é considerado pai da Medicina do</p><p>Trabalho</p><p>“As Doenças dos Trabalhadores” (De Morbis Artificum Diatriba) publicado em 1700</p><p>Seu método científico incluía sempre a pergunta: “Qual é sua ocupação?”</p><p>Entre 1760 e 1830 com o surgimento das primeiras máquinas de fiar, teve origem a Revolução</p><p>Industrial na Inglaterra, onde até então, o artesão</p><p>Com isso, os capitalistas antevendo as possibilidades de altos níveis de produção, decidiram adquiri-</p><p>las e empregar pessoas para seu funcionamento</p><p>Surgiram assim, as primeiras fábricas de tecidos e, com elas, o Capital e o Trabalho</p><p>Durante a Revolução industrial começaram a surgir situações tão graves de acidentes, enfermidades</p><p>típicas ou agravadas pelo ambiente de trabalho, que seria inadmissível permanecer desprotegendo o</p><p>ser humano</p><p>Surgem as primeiras leis de proteção ao trabalho na Inglaterra, França, Alemanha, Itália e toda</p><p>Europa</p><p>“Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes” na Inglaterra em 1802:</p><p>Abrangia apenas as crianças vindas das workhouses que eram indigentes, recolhidas por</p><p>serviços de proteção dos industriários que as exploravam</p><p>Estabelecia:</p><p>Limite de trabalho de 12hr/dia</p><p>Obrigava os empregadores a lavar as paredes das fábricas 2x/ano</p><p>Tornava obrigatória a ventilação das fábricas</p><p>Primeira referência conhecida ao emprego de um médico numa indústria data de 1789 em Quarry</p><p>Bank</p><p>Dr. Peter Holland em 1895 já era médico da família do proprietário e de seus operários e aprendizes</p><p>Robert Dumham dono de uma fábrica de uma fábrica têxtil</p><p>6</p><p>Dr. Robert Baker seu médico particular</p><p>Indicar qual maneira como empresário resolver a questão do trabalho acelerado e desumano</p><p>Dr. Baker: “Coloque um médico no interior de sua fábrica que será um intermediário entre você, seus</p><p>trabalhadores e o público. Deixe-o visitar a fábrica, sala por sala, sempre que existem pessoas</p><p>trabalhando, para ele verificar o efeito desse trabalho sobre a pessoa. Se ele verificar a influência de</p><p>causas que possam ser prevenidas, a ele competirá fazer tal prevenção.</p><p>Dessa forma, você poderá dizer que meu médico é minha defesa, pois a ele foi dado a minha</p><p>autoridade no que diz respeito a saúde dos meus trabalhadores e, se algum deles vier a sofrer</p><p>qualquer alteração de saúde, o médico unicamente é que deve ser responsabilizado</p><p>Dr. Baker foi assim o primeiro Médico do Trabalho em 1830</p><p>Implantação de serviços médicos baseados nesse modelo expandiu-se rapidamente para outros</p><p>países paralelamente ao processo de industrialização</p><p>Posteriormente para países periféricos</p><p>1919 a OIT tinha preocupação de prover serviços médicos aos trabalhadores</p><p>1959 a Conferência Internacional do Trabalho aprova a recomendação 112/45 que designa um serviço</p><p>organizado nos locais de trabalho ou em suas imediações destinadas a:</p><p>1. Assegurar proteção aos trabalhadores contra todo risco que possa prejudicar sua saúde ou</p><p>resultar de seu trabalho ou das condições em que este se efetue</p><p>2. Contribuir à adaptação física e mental dos trabalhadores, em particular pela adequação do</p><p>trabalho e pela sua colocação em locais de trabalho correspondente a suas aptidões</p><p>3. Contribuir para o estabelecimento e manutenção dos níveis mais elevados possível ao bem</p><p>estar físico e mental dos trabalhadores.</p><p>Resumindo:</p><p>- Constitui fundamentalmente uma atividade médica e o “locus” de sua prática é tipicamente</p><p>os locais de trabalho.</p><p>- Cuidar da adaptação física e mental dos trabalhadores, contribuindo para a colocação destes</p><p>em lugares e/ou tarefa correspondentes às suas aptidões</p><p>A seleção de pessoas deve possibilitar a escolha de mão-de-obra provavelmente menos geradora de</p><p>problemas futuros, absenteísmo e suas consequências, tais como, interrupção da produção, gastos</p><p>com obrigações sociais, etc.</p><p>7</p><p>II Guerra Mundial os trabalhadores em condições extremamente adversas e intensas de atividade,</p><p>bem como</p><p>Surgem acidentes do trabalho e doenças que diminuem as ofertas de mão-de-obra produtiva</p><p>Pesadas indenizações pela Companhias de Seguro nas perdas de capacidade laborativa</p><p>Evolução tecnologias industriais com desenvolvimento de novos processos industriais, novos</p><p>equipamentos e síntese de novos produtos químicos</p><p>Resposta racional e científica ampliando atividade médica direcionada</p><p>ao trabalhador e intervenção</p><p>no meio ambiente por outras disciplinas e profissões</p><p>Saúde Ocupacional nas empresas, multidisciplinar, com ênfase na “higiene” industrial (salubridade,</p><p>benefícios)</p><p>Início da influência das escolas de saúde pública</p><p>Alice Hamilton 1919 e 1935 na Universidade Harvard</p><p>Anna Baetjer por 60 anos dedicou-se ao estudo de patologias do trabalho na Universidade Jonh</p><p>Hopkins</p><p>No Brasil a adoção e desenvolvimento da saúde ocupacional deram-se tardiamente</p><p>Faculdade de Saúde Pública USP</p><p>Expansão deste centro a outras instituições de ensino ….</p><p>Departamento de medicina Preventiva e Saúde das escolas médicas</p><p>FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, vinculada</p><p>ao Ministério do Trabalho e Emprego</p><p>Década de 70 reforma Consolidação das Leis do Trabalho capítulo V com obrigatoriedade de equipes</p><p>multidisciplinares nos locais de trabalho</p><p>Atual Norma Regulamentadora 4 da Portaria 3214/78</p><p>8</p><p>Avaliação quantitativa de riscos</p><p>Adoção de limites de tolerância (Normas Regulamentadoras 7 e 15)</p><p>Doenças ocupacionais na prática da Medicina do Trabalho no Brasil</p><p>1 - Conceito de doença ocupacional</p><p>Artigos do Decreto nº 2.172 de 05 de março de 1997, que aprova o Regulamento de Benefícios da</p><p>Previdência Social (1) conceituam:</p><p>Art. 132 "Consideram-se como acidente do trabalho, nos termos do Art. 131, as seguintes entidades</p><p>mórbidas:</p><p>I - doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exército do trabalho</p><p>peculiar a determinada atividade, e constante da relação de que trata o Anexo II deste mesmo</p><p>Decreto;</p><p>II - doença do trabalho, assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições</p><p>especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, desde que constante da</p><p>relação de que trata o Anexo II”.</p><p>$ 1° - Não são consideradas como doença do trabalho:</p><p>a) a doença degenerativa;</p><p>b) a inerente a grupo etário;</p><p>c) a que não produz incapacidade laborativa;</p><p>d) a doença endêmica adquirida por segurados habitantes de região onde ela se desenvolve,</p><p>salvo se comprovado que resultou de exposição ou contato direto determinado pela natureza</p><p>do trabalho.</p><p>2- As alterações da relação de doenças profissionais reconhecidas</p><p>Este fato está considerado pelos profissionais que atuam na área da Saúde</p><p>Além da d</p><p>(FALTOU 1 slide)</p><p>9</p><p>Estes fatos</p><p>(FALTOU 1 SLIDE)</p><p>Tabela I - ANEXO I - Agentes patogênicos causadores de doenças profissionais ou do trabalho</p><p>I - ARSÊNIO E SEUS COMPOSTOS ARSENICAIS</p><p>1. Metalurgia de minérios Arsenicais e indústria eletrônica</p><p>2. Extração do arsênio e preparação de seus compostos</p><p>3. Fabricação, preparação e emprego de tintas, lacas (gás arsina), inseticidas, parasiticidas e</p><p>raticidas</p><p>4. Processos industriais em que haja desprendimento de hidrogênio arseniado</p><p>5. Preparação e conservação de peles e plumas (empalhamento de animais) e conservação da</p><p>madeira</p><p>6. Agente na produção de vidra, ligas de chumbo, medicamentos e semicondutores</p><p>Tabela 2 - Anexo II - LISTA A - Agentes Etiológicos ou fatores de risco de natureza ocupacional</p><p>I - Arsênio e seus compostos arsenicais</p><p>1. A</p><p>2. N</p><p>3. O</p><p>4. P</p><p>5. E</p><p>6. B</p><p>7. C</p><p>8. Q</p><p>9. A</p><p>10. R</p><p>11. U</p><p>12. B</p><p>13. E</p><p>14. G</p><p>15. H</p><p>16. D</p><p>10</p><p>17. Outras formas de hiperpigmentação</p><p>18. Leucodermia, não classificada em outra parte (Inclui “Vitiligo ocupacional) (L81.5)</p><p>19. Ceratose palmar e plantar adquirida (L85.1)</p><p>20. Efeitos Tóxicos Agudos (T57.0)</p><p>Tabela 3 - Anexo III - Lista B - Número de doenças relacionadas ao trabalho classificadas por grupos de</p><p>doenças segundo a classificação internacional de doenças - CID-10, incluídas no decreto lei N.° 3048</p><p>Doenças infecciosas e parasitárias relacionadas ao Trabalho</p><p>Neoplasias (tumores) relacionadas com o trabalho</p><p>Doenças do sangue e dos órgãos hematopoiéticos</p><p>Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas</p><p>Transtornos mentais e do comportamento</p><p>Doenças do Sistema Nervoso</p><p>Doenças do olho e anexos</p><p>Doenças do ouvido</p><p>Doenças do Sistema circulatório</p><p>Doenças do sistema respiratório</p><p>Doenças do sistema Digestivo</p><p>Doenças da pele e do tecido subcutâneo</p><p>Doenças do sistema ósteo-músculo-articular e do tecido conjuntivo</p><p>Doenças dos sistema gênito urinário</p><p>Traumatismos, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas</p><p>Doenças infecciosas e parasitárias relacionadas com o Trabalho</p><p>Doenças agentes etiológicos ou fatores do risco de natureza ocupacional</p><p>1. Tuberculose</p><p>Exposição ocupacional ao Mycobacterium tuberculosis (Bacilo de Koch) ou</p><p>Mycobacterium bovis, em atividades em laboratórios de biologia, e atividades</p><p>realizadas por pessoal de saúde, que propiciam contato direto com produtos</p><p>contaminados ou com doentes cujos exames bacteriológicos são positivos (Z57.8)</p><p>(Quadro 25)</p><p>Hipersuceptilidade do trabalhador exposto a poeiras de sílica (Sílico-</p><p>tuberculose)(J65)</p><p>Evolução histórica das estatísticas de Doenças Profissionais registradas no Brasil</p><p>Além das</p><p>- H</p><p>11</p><p>- A</p><p>- O</p><p>Evolução histórica das estatísticas de doenças profissionais registradas no Brasil.</p><p>Além das alterações incluídas na relação doenças profissionais, que corrigiram uma das</p><p>causas de sub-registro, existem outros motivos para o sub-registro a serem considerados:</p><p>Há pouco conhecimento entre os médicos formados pela maioria das escolas médicas</p><p>brasileiras das doenças causadas pelas condições e forma de organização do trabalho</p><p>As empresas de uma forma geral não assumem a obrigação legal de comunicar ao poder</p><p>público constituído a existência destas doenças. e estocar dizer que as comunicações de</p><p>acidente de trabalho, as CATs muitas vezes deixam de ser emitidas, quando deveriam ser.</p><p>Os sindicatos de trabalhadores, atualmente, não pressionam na medida do necessário as</p><p>empresas em relação ao reconhecimento dessas doenças, pois o desemprego elevado faz</p><p>com que os empregados temam mais pela falta de emprego, do que pela consequência dele</p><p>para sua saúde.</p><p>As regiões Mais industrializadas do país, e portanto aquelas em que existem em maior número de</p><p>trabalhadores registrados, não aquelas em que encontramos o maior número de casos registrados de</p><p>doenças profissionais. Isto pode ser facilmente constatado por meio da consulta às estatísticas de</p><p>acidente de trabalho registradas pela DATAPREV.</p><p>A partir de 2008 com a introdução de atribuição do diagnóstico de Doença do Trabalho a diagnósticos</p><p>que são mais frequentes estatisticamente para determinados ramos de atividades, o número de</p><p>doenças do trabalho aumentou cerca de 10 vezes.</p><p>“Patologia do Trabalho”, MENDES, René, Atheneu</p><p>“Acidentes do Trabalho e Doenças Profissionais</p><p>“Tratado de Medicina Interna”; CECIL, RusselL; WYNGAARDEN, James B; SMITH, Lloyd H. (Ed.);</p><p>Guanabara Koogan</p><p>“Ergonomia: projeto a produção”;IIDA, Itiro; BLucher apaga aí o quê.</p><p>“Moléstias Profissionais e Doenças do Trabalhoʼ; BRAGA, Marigildo de Camargo; Aries”</p><p>“Lista de Doenças relacionadas ao Trabalho: Portaria nº1339/GM de 18 de novembro de 1999”,</p><p>BRASIL; Ministério da Saúde.</p><p>“Manual de Instruções para preenchimento de Comunicação de Acidente de Trabalho ”</p><p>elaborado pela equipe do MPAS (Ministério da previdência e Assistência Social), INSS</p><p>12</p><p>(Instituto Nacional de Seguro Social) e MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). -</p><p>http://www.mpas.gov.br</p><p>Trabalho:</p><p>Dia 18: não tem aula</p><p>Lei 53 14</p><p>Seção I</p><p>Seção I: disposições gerais…</p><p>Seção II - da inspeção prévia e do embargo ou interdição…</p><p>Seção III - Dos órgãos de segurança e de medicina do trabalho nas empresas</p><p>Seção IV - Do equipamento de proteção individual</p><p>Seção V - das medidas preventivas de Medicina do Trabalho</p><p>Seção VI - das edificações ...</p><p>Seção VII - da iluminação</p><p>Seção VIII - do conforto térmico</p><p>Seção IX - das instalações elétricas …</p><p>Seção X - da movimentação, armazenagem e manuseio de materiais…</p><p>Seção XI - das cadeiras, fornos e recipientes sob pressão …</p><p>Seção XII - nas caldeiras, fornos e recipientes sob pressão</p><p>13</p><p>14</p><p>NR - 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança em Medicina do Trabalho</p><p>4.1. AS empresas</p><p>privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta e dos</p><p>poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela CLT manterão</p><p>obrigatoriamente SESMET, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do</p><p>trabalhador no local de trabalho.</p><p>15</p><p>5.3. será composta de representantes do empregador e dos empregados, de acordo com as</p><p>proporções mínimas estabelecidas no quadro I desta NR.</p><p>5.4 organizada a CIPA, a mesma deverá ser registrada no órgão regional do MT até 10 dias após a</p><p>eleição.</p><p>Curso básico para componentes da CIPA</p><p>Para titulares e suplentes</p><p>Carga horária mínima de 18 horas</p><p>Seguir currículo básico</p><p>16</p><p>2. Segurança do Trabalho</p><p>a. Acidentes do Trabalho</p><p>b. Causas dos AT</p><p>3. Inspeção de Segurança</p><p>4. Investigação dos AT</p><p>5. Análise dos AL</p><p>6. Campanhas de Segurança</p><p>7. Equipamento de Proteção Individual</p><p>8. Princípios Básicos de Prevenção de Incêndio</p><p>9. Estudo da NR 5</p><p>10. Reunião da CIPA</p><p>11. Primeiros Socorros</p><p>Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem</p><p>resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do</p><p>imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de</p><p>verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimina encenações,</p><p>modela comportamentos e enternecer corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os</p><p>pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar, gastam toda a energia imprescindível</p><p>para ser. E ficam assim, vazios.</p><p>J.J. Camargo é cirurgião torácico e chefe do Setor de transplantes da Santa Casa de Misericórdia de</p><p>Porto Alegre.</p><p>25 de fevereiro de 2020</p><p>V - Proteção auditiva - Níveis estabelecidos na NR 15, Anexos I e II</p><p>VI - Proteção respiratória - Limites estabelecidos na NR 15 - Respiradores e máscaras</p><p>….</p><p>VII - Proteção do tronco</p><p>17</p><p>- Aventais</p><p>- Jaquetas</p><p>- Capas</p><p>- Outras vestimentas especiais de proteção</p><p>- 1 - riscos de origem térmica</p><p>- 2 - riscos de origem radioativa</p><p>- 2 - riscos de origem mecânica</p><p>- 4 - agentes químicos</p><p>- 5 - agentes metereológicos</p><p>- Umidade proveniente de lixamento à água</p><p>Equipamentos de proteção de um dentista</p><p>- Touca</p><p>- Óculos protetor</p><p>- Protetor auricular</p><p>- Máscara N95</p><p>- Avental Descartável</p><p>- Sobreluva</p><p>- Luvas Procedimento ou cirúrgicas</p><p>VII - Proteção do corpo inteiro</p><p>- aparelhos de isolamento (autonomos ou de adução de ar) para locais onde haja exposição a:</p><p>- a</p><p>-</p><p>Equipamentos N95</p><p>- Capacetes</p><p>- Protetores faciais</p><p>- Óculos</p><p>- Vestimentas</p><p>- Protetores auriculares abafadores</p><p>- Proteção respiratória</p><p>- Luvas</p><p>- Calçados</p><p>18</p><p>6.4 EPI adequado é a competência:</p><p>1. SESMET</p><p>2. CIPA nas empresas desobrigadas a manter o SESMET</p><p>3. Empregador nas empresas desobrigadas a manter CIPA</p><p>6.5. o EPI só poderá se comercializado ou utilizado quando possuir o CA - Certificado de aprovação,</p><p>expedido pelo Ministério do trabalho</p><p>- O CA de cada EPI terá validade de 5 anos, podendo ser renovado</p><p>- todo EPI deverá apresentar, em caracteres iindeléveis e bem visíveis, o nome comercial da</p><p>empresa fabricante o o nímero do CA</p><p>- EPI deverá ser acompanhado de memorial descritivo, incluindo as características técnicas</p><p>principais e indicando</p><p>Obrigações do empregador:</p><p>- Adquirir tipo</p><p>- Fornecer</p><p>- Treinar o trabalhador para seu uso</p><p>- Tornar obrigatório o seu uso</p><p>- Substituí-lo imediatamente quando danificado ou extraviado</p><p>- Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica</p><p>- Usá-lo</p><p>- Responsabilizar-se</p><p>- Comunicar</p><p>6.11</p><p>04 de março de 2020</p><p>19</p><p>NR7 - Exame Médico</p><p>7.1 serão obrigatórios exames médicos admissional, periódico e demissional, por conta do</p><p>empregador, Nas condições específicas nesta NR</p><p>7.1.2. 1 da investigação Clínica deve constar:</p><p>a. anamnese Clínica e profissional</p><p>b. exame de aptidão física e mental</p><p>7.1.2. 2 radiografia de tórax no admissional e/ou periódico sempre que o candidato a emprego</p><p>empregado tenha trabalhado e exposto a determinados agentes insalubres, constantes na NR 15</p><p>capazes de causar lesão pulmonar detectáveis através desse método.</p><p>7.1.3 será renovado O exame médico será renovado com a seguinte período periodicidade</p><p>A) Investigação clínica</p><p>- 6 em 6 meses para os que trabalham nas atividades e operações insalubres</p><p>constantes na NR 15</p><p>- Anualmente nas demais atividades</p><p>B) Investigação radiológica</p><p>- Anualmente no empregado trabalhando exposto a determinados agentes insalubres</p><p>constantes na NR 15 capazes de causar lesão detectável pelo método</p><p>- 2 em 2 anos nas demais atividades</p><p>7.1.4 Outros exames complementares devem ser realizados por conta do empregador a critério</p><p>médico em decorrência da investigação Clínica e o radiológica a fim de investigar a capacidade ou</p><p>aptidão física e mental do empregado para a função que deverá exercer ou exerce</p><p>7.1.5 ….</p><p>ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) deve conter no mínimo</p><p>Nome do empregado</p><p>Identificação oficial do empregador</p><p>Função que irá exercer</p><p>Resultado de exames complementares e sua data de realização</p><p>Especificação de apto ou inapto para a função que vai exercer ou está exercendo. No apto se</p><p>colocar restrição</p><p>Data, assinatura e carimbo do médico que realizou o exame</p><p>20</p><p>7.2 é obrigatório exame médico do empregado por ocasião da cessação do contrato de trabalho nas</p><p>atividades e operações constantes na nr-15, desde que o último exame tenha sido realizado há mais</p><p>de 90 dias, respeitado o prazo de renovação do exame radiológico</p><p>7.2.1 Fica a empresa obrigada a fornecer emprego por ocasião da demissão, ASO</p><p>7.2.2 Quando no demissional se diagnosticar a doença profissional ou do trabalho ou dela se</p><p>suspeitar empresa deve encaminhar o empregado imediatamente ao INSS para fins de auxílio-doença</p><p>CAT = Comunicação de Acidente de Trabalho</p><p>7.3.1 Quando os níveis de ruído forem suas periores aos limites previstos nos anexos 1 e 2 da NR 15</p><p>mesmo que sejam utilizados CPI deve ser feito por camião dos exames admissional periódico e</p><p>demissional teste audiométrico tonal pelo menos para as frequências de 500, 1.000, 2.000 e 4000 hertz</p><p>7.3.2 nas atividades ou operações com radiações ionizantes é obrigatório nos exames admissionais</p><p>periódicos e demissionais a realização de:</p><p>- Hemograma completo</p><p>- Contagem de plaquetas</p><p>7.3.3 Os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas devem ser submetidos aos exames (anexo</p><p>VI da NR 15):</p><p>A) Médico: biometria, aparelho respiratório circulatório e digestório Genito urinário e endócrino</p><p>Oftalmológico e neuropsiquiátrico</p><p>B) E exames complementares:</p><p>raio x de tórax</p><p>raio x de articulações escapuloumerais coxofemorais em joelhos</p><p>ECG urina 1</p><p>PPF</p><p>hemograma …</p><p>7.3.5 Para trabalhos expostos aos agentes químicos, constante no Anexo II, é obrigatório o controle</p><p>biológico desses, baseados nos Limites de Tolerância</p><p>7.4.1 A investigação Clínica deve ser feita por médico do trabalho do SESMET nas empresas obrigadas</p><p>a manter de serviço</p><p>21</p><p>7.4. 1. 1 Se não obrigada a investigação Clínica deve ser feita preferencialmente por médico do</p><p>trabalho ou ficando a critério da empresa escolha do médico de outra especialidade</p><p>7.5 Os exames médicos admissional periódico complementar demissional relativos aos</p><p>trabalhadores avulsos ficam a cargo do INSS dos Serviços Médicos das entidades sindicais</p><p>correspondentes</p><p>7.5.1 nas localidades onde não houver Serviços Médicos especificados em 7.5 terão validade aos</p><p>exames e ASOs fornecidos por médicos de Serviços Médicos oficial ou médico particular</p><p>7.6 Todo estabelecimento deve estar equipado com material necessário à prestação de primeiros</p><p>socorros e levando-se em conta as características da atividade desenvolvida</p><p>7.6.1 O material de primeiros socorros devem estar em local adequado para este fim sob</p><p>responsabilidade de uma pessoa treinada para prestar esse tipo de atendimento</p><p>Realizar cursos palestras e treinamentos em primeiros socorros</p><p>N7- anexo 1:</p><p>- Perdas auditivas</p><p>- Tabela de Fowler</p><p>NR 7 Anexo 2</p><p>- Parâmetros biológicos para controle</p><p>de exposição a agentes químicos</p><p>NR 9 - Riscos ambientais</p><p>Portaria ssst nº 25 de 29 de Dezembro de 1994</p><p>9.1 do objeto e Campo de aplicação:,</p><p>9.1.1 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação por parte de todos os</p><p>empregados e instituições que admitam trabalhadores com empregados do PPRA visando a</p><p>preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores através da antecipação reconhecimento e</p><p>avaliação consequência do controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a</p><p>22</p><p>existir no ambiente de trabalho tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos</p><p>naturais</p><p>9.1.5. 1 consideram-se agentes físicos há diversas formas de energia que podem possam estar</p><p>expostos os trabalhadores 3 como ruídos vibrações temperaturas extremas pressões anormais</p><p>radiações ionizantes radiações não ionizantes iluminação e umidade infrassom e ultrassom</p><p>9.2 estrutura do PPRA:</p><p>a. Planejamento anual</p><p>b. Estratégia e metodologia</p><p>c. e metodologia de forma</p><p>d. periodicidade forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA</p><p>23</p><p>Do desenvolvimento do PPRA</p><p>deverá incluir</p><p>antecipação e reconhecimento dos riscos</p><p>estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle</p><p>avaliação dos riscos e da exposição dos Trabalhadores</p><p>implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia</p><p>monitoramento da exposição aos riscos</p><p>registro e divulgação …</p><p>9.3.3. O reconhecimento dos riscos ambientais deverá conter:</p><p>A. A sua identificação</p><p>B. A determinação e localização das possíveis Fontes geradoras</p><p>C. A identificação das possíveis trajetórias dos meios de propagação dos agentes no ambiente</p><p>de trabalho</p><p>D. A identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos</p><p>E. A caracterização das atividades do tipo de exposição</p><p>F. A obtenção de dados existentes na empresa indicativos de possível comprometimento da</p><p>saúde decorrente do trabalho</p><p>G. Os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura</p><p>técnica</p><p>H. A descrição das medidas de controle já existentes</p><p>9.3.4 avaliação quantitativa sempre que necessária para:</p><p>A. Comprovar o controle da exposição em existência de riscos identificados na etapa de</p><p>reconhecimento</p><p>B. Dimensionar a exposição dos Trabalhadores</p><p>C. Subsidiar o equacionamento das medidas de controle</p><p>24</p><p>9.3.5 das medidas de controle:</p><p>9.3.5.1. Deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para eliminação a minimização ou</p><p>o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas:</p><p>A. Identificação na fase de antecipação de risco potencial à saúde</p><p>B. Constatação na fase de reconhecimento de risco Evidente à saúde</p><p>C. Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição e cedem os valores previstos</p><p>na NR 15</p><p>D. Quando através do exame médico periódico por caracterizado nexo causal entre danos</p><p>observados e a situação de trabalho a que fica exposto.</p><p>9.3.5.2. O estudo desenvolvimento em plantação de proteção coletiva deverá obedecer a seguinte</p><p>hierarquia:</p><p>1. medidas que eliminam ou reduzem a utilização a formação de Agentes prejudiciais à saúde</p><p>2. medidas que previnem a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho</p><p>3. medidas que reduzem os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho</p><p>9.3.5.3. A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos</p><p>trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficácia e de informação sobre as</p><p>eventuais limitações de proteção que ofereçam.</p><p>9.4. Das responsabilidades:</p><p>9.4.1. Do empregador: estabelecer entre aumentar e assegurar o cumprimento do PPRA como</p><p>atividade permanente da empresa ou instituição</p><p>9.4.2. Dos Trabalhadores</p><p>A. Colaborar E participar da implantação e execução do PPRA</p><p>B. Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA</p><p>C. Informaram ao seu superior hierárquico direto ocorrências que a seu julgamento possa</p><p>implicar riscos à saúde</p><p>9.5 Da informação:</p><p>9.5.1. Os trabalhadores interessados terão o direito de apresentar propostas e receber informações e</p><p>orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do PPRA</p><p>25</p><p>9.5.2. Os empregadores deverão informar de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos</p><p>ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir</p><p>ou limitar calores riscos e protegê-lo dos mesmos.</p><p>11 de março de 2021</p><p>Atuação e Função do Médico do Trabalho na Empresa</p><p>Atuação nas empresas, instituições públicas ou privadas que admitem trabalhadores como</p><p>empregados</p><p>Elaborar e implementar o PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional -</p><p>Programa de Controle de Medicina e Saúde Ocupacional - com o objetivo de promover e</p><p>preservar a saúde dos trabalhadores</p><p>PCMSO é um programa técnico-preventivo a ser realizado pela empresa como parte</p><p>integrante do conjunto mais amplo das iniciativas no campo de proteção à saúde dos</p><p>trabalhadores</p><p>Papel social do Médico do Trabalho</p><p>Saúde Coletiva</p><p>PCMSO sendo programa técnico-preventivo observamos:</p><p>a. caráter de prevenção</p><p>b. rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho,</p><p>além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos</p><p>irreversíveis à saúde do trabalhador</p><p>O médico do trabalho tem participação nas etapas do PCMSO:</p><p>1. Exames clínicos e complementares</p><p>2. Elaboração dos dados observados para criação de um relatório</p><p>3. Verificação física geral e preliminar em todas as dependências do estabelecimento,</p><p>objetivando identificar a presença de riscos profissionais (físicos, químicos,</p><p>biológicos, mecânicos ou orgânicos) que possam existir.</p><p>4 - Estabelecimento de metas, inclusive discutindo as prioridades com a CIPA e o SESMET,</p><p>implantando medidas de controles (proteção individual e coletiva) e avaliando periodicamente sua</p><p>eficácia.</p><p>26</p><p>5 - Desenvolvimento de ações elementares ou primárias para manutenção da saúde através de:</p><p>A - campanhas educativas ou de conscientização para melhora:</p><p>- Higiene pessoal (banho diário, lavagem das mãos)</p><p>- Habitacionais (água encanada/fervida, adequado sistema de esgoto)</p><p>- Saúde em geral (combate ao fumo, alcoolismo, diabetes mellitus, hipertensão arterial</p><p>sistêmica, DST/AIDS, estresse)</p><p>B. Presença de doenças ocupacionais específicas: LER, DORT, PAIRO</p><p>C - Campanhas de vacinação para profilaxia de doenças em geral: gripe, hepatite A e B, dengue</p><p>D - Implantação de ações complementares ou secundárias através de avaliação médico-ocupacional</p><p>em todos os trabalhadores</p><p>E - Identificar se os riscos profissionais presentes no correspondente ambiente de trabalho já estão ou</p><p>não apresentando consequências nocivas à saúde e, conforme o caso, indicar medidas preventivas</p><p>adequadas.</p><p>F - Garantir sua elaboração e efetiva implementação e execução</p><p>G- zelar por sua eficácia, inclusive alertando ao empregador o ônus de seu não cumprimentoda</p><p>“um bom PCMSO” é um investimento e não um custo”</p><p>- Menor absenteísmo</p><p>- Menor rotatividade</p><p>- Menor sinistralidade do plano de saúde da empresa e consequente custo</p><p>- Maior índice de satisfação</p><p>- Maior produtividade da empresa</p><p>- Atitudes voltadas também para o cliente interno</p><p>Os exames clínicos e/ou complementares são realizados pelo médico do trabalho e/ou médico</p><p>assistencial ligado a empresa:</p><p>Terceirização do SESMT(Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em</p><p>Medicina do Trabalho)</p><p>Exames:</p><p>I - Admissional</p><p>27</p><p>Antes do início das atividades</p><p>Anamnese clínica, ocupacional, mental/psicológica</p><p>Audiometria</p><p>Acuidade visual</p><p>Sinais vitais</p><p>Osteomuscular</p><p>Sistema circulatório</p><p>Sistema respiratório</p><p>II -Retorno ao trabalho</p><p>- No 1ºn dia da volta do trabalhador ao trabalho após ausência por período igual ou superior a</p><p>30 dias, motivado por doença ou acidente de natureza ocupacional ou não, ou licença</p><p>maternidade</p><p>III - Mudança de função</p><p>- Antes da data da mudança</p><p>- Toda e qualquer alteração de atividade, posto</p><p>ou setor de trabalho que implique em</p><p>exposição do trabalhador a riscos diferentes daqueles a que estava exposto antes da</p><p>mudança</p><p>IV - Periódico</p><p>- Anualmente ou a intervalos menores de acordo com a periodicidade especificada no anexo 06</p><p>da NR - 15 (trabalhos sob pressões hiperbáricas: atividades e operações insalubres)</p><p>- Exame clínico e complementar</p><p>- Audiometria</p><p>- Avaliações de especialidades</p><p>V - Demissional</p><p>- Até a data da homologação da rescisão contratual, desde que o último exame médico-</p><p>ocupacional tenha sido realizado há mais de 135 dias para empresas de grau de risco 1 e 2 e</p><p>há mais de 90 dias para as empresas de grau de risco 3 ou 4, conforme Quadro II da NR-4</p><p>- Audiometria</p><p>- Exame clínico</p><p>- Exames complementares se necessário</p><p>O médico do trabalho também pode atuar no desenvolvimento da PPRA:</p><p>1. antecipação e reconhecimento dos riscos</p><p>28</p><p>2. estabelecimento de prioridades e metas avaliação e controle</p><p>3. avaliação dos riscos e exposição dos trabalhadores com implantação de medidas de controle</p><p>e avaliação de sua eficácia</p><p>4. registro e divulgação de dados</p><p>O médico do trabalho deve ter por objetivo a manutenção da saúde do trabalhador no ambiente de</p><p>trabalho eliminando ou atenuando as doenças profissionais e prevenindo o agravamento das</p><p>doenças e lesões inerentes a esse ambiente</p><p>O médico do trabalho pode (deve) fazer parte ou contribuir:</p><p>I - Ambiente físico do trabalho</p><p>- Iluminação: suficiente, constantem uniformemente distribuída</p><p>- Ventilação: circulação do ar, ausência de gases</p><p>- temperatura: altas e baixas, umidade do ar</p><p>- ruídos: contínuos, intermitentes ou variáveis, limite de 85dB</p><p>II - Ambiente psicológico do trabalho</p><p>- relacionamentos agradáveis</p><p>- atividade laboral motivadora</p><p>- gerência participante e democrática</p><p>- eliminação do estresse</p><p>III - Aplicação dos princípios de Ergonomia</p><p>- Máquinas e equipamentos adequados</p><p>- Mesas/bancadas/instalações adequadas</p><p>- Ferramentas que reduzam o esforço físico</p><p>18 de março de 2021</p><p>O calor excessivo pode ser considerado como um inimigo no trabalho. Ele influi diretamente no</p><p>desempenho, levando ao aparecimento precoce do cansaço, podendo levar a irritação!!</p><p>O corpo humano tem mecanismos de defesa contra o calor.</p><p>}MECANISMOS TERMORREGULADORES:</p><p>29</p><p>}</p><p>}- iniciam o processo de suor</p><p>}- mantém humidade da pele</p><p>- sensação de frescor</p><p>Ambiente térmico:</p><p>1. temperatura</p><p>2. Umidade</p><p>3. Movimentação do ar</p><p>4. Calo = radiante: natural = Sol</p><p>artificial = fornos</p><p>}A medição desses fatores ambientais servem para avaliar se um indivíduo está próximo ou não de</p><p>sua capacidade de existência.</p><p>}Os resultados dessas avaliações são comparados com dados previstos na legislação:</p><p>}- NR 9 – Riscos Ambientais</p><p>}- NR 13 – Caldeiras e Recipientes sob Pressão</p><p>}- NR 14 – Fornos</p><p>}- NR 21 – Trabalhos a céu aberto</p><p>}A condição homeotérmica do corpo humano possibilita através de mecanismos fisiológicos a</p><p>manutenção da temperatura interna ideal, mesmo diante de agressões ambientais que variam de 50</p><p>graus negativos a 100 graus positivos Celsius, quando devidamente protegidos.</p><p>}</p><p>}Sem essa proteção a variação cai para 10 graus negativos a 60 graus positivos Celsius</p><p>30</p><p>Formas de proteção ao calor:</p><p>- suor é a principal</p><p>- Evaporação do próprio suor</p><p>- Pelas vias respiratórias</p><p>- Pelas vias urinárias</p><p>Notamos que a perda de água e sais minerais é muito intensa em ambientes quentes</p><p>-Sempre necessário sua reposição</p><p>-</p><p>-</p><p>O desequilíbrio crônico entre as perdas e a reposição ocasiona:</p><p>}- desidratação</p><p>}- cãimbras</p><p>}- fadiga prematura</p><p>}- esgotamento</p><p>}- lesões de pele</p><p>}- baixa produtividade</p><p>}- intermação</p><p>}Intermação</p><p>}-está na dependência de alterações na termorregulação do organismo sob a ação do calor</p><p>}-independe da atuação direta dos raios solares</p><p>}-manifestações iniciais:</p><p>}A-vermelhidão da face</p><p>}B-cefaléia</p><p>31</p><p>}C-náuseas</p><p>}D-mal estar e sede intensa</p><p>}E-vertigens</p><p>}F-sensação angustiosa e vômitos</p><p>}G-desfalecimento, fácies cianótica</p><p>}Insolação</p><p>}- síndrome causada pela ação direta dos raios solares sobre o organismo, principalmente quando a</p><p>cabeça não está protegida</p><p>} manifestações clínicas:</p><p>}A-aparecimento de irritabilidade</p><p>}B-cefaléia intensa</p><p>}C-transtornos visuais</p><p>}D-zumbidos</p><p>}E-colapso e coma</p><p>Minimizar os efeitos do calor sobre o organismo é adotar alguns cuidados na exposição contínua,</p><p>observando:</p><p>A- após algum tempo de trabalho em ambientes com incidência solar ou em ambientes confinados</p><p>sem ventilação adequada, é descansar alguns minutos em locais mais ventilados e frescos</p><p>B- evitar bebidas alcoólicas na véspera de jornada de trabalho em locais quentes</p><p>C- ingestão de água o suficiente para suprir as necessidades fisiológicas</p><p>}D- ingerir algumas pitadas de sal de cozinha, SEM excesso</p><p>32</p><p>}E-usar roupas limpas visto que as sujas são menos ventiladas em função do suor, poeiras e outros</p><p>produtos presentes</p><p>}F- não ficar sem camisa sob sol intenso pois as radiações UV lesam a pele, aumentando risco de</p><p>câncer de pele</p><p>}</p><p>}Urticária solar é o aparecimento de edema e prurido na pele, precedendo a lesão da pele. É</p><p>considerada doença do trabalho</p><p>}Queimaduras solares ocorrem principalmente em indivíduos de cor branca, predispostos ou não</p><p>habituados ao sol, que trabalham em atividades a céu aberto.</p><p>}Agricultores</p><p>}Pescadores</p><p>}Comumente extensas, são geralmente superficiais ( 1º grau)</p><p>}Pele vermelha, doída e irritada</p><p>}A insolação pode ser mais grave que a própria queimadura</p><p>}Óleos inertes e anti-histamínicos aliviam rapidamente a dor</p><p>33</p><p>34</p>

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