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<p>Questões Encefalopatia hepática</p><p>1. O que é encefalopatia hepática?</p><p>A) Uma infecção cerebral</p><p>B) Uma condição neurológica causada por insuficiência hepática</p><p>C) Uma doença genética</p><p>D) Uma lesão cerebral traumática</p><p>2. Qual é a principal causa da encefalopatia hepática?</p><p>A) Hipertensão arterial</p><p>B) Diabetes mellitus</p><p>C) Acúmulo de toxinas devido à disfunção hepática</p><p>D) Desidratação</p><p>3. Quais são os principais sintomas da encefalopatia hepática?</p><p>A) Dor no peito e falta de ar</p><p>B) Confusão mental, alterações de comportamento e sonolência</p><p>C) Febre e calafrios</p><p>D) Edema e icterícia</p><p>4. O que é a asterixis, um sinal comumente associado à encefalopatia hepática?</p><p>A) Tremores nas mãos quando estão estendidas</p><p>B) Dificuldade em falar</p><p>C) Perda de coordenação motora</p><p>D) Confusão temporária</p><p>5. Qual é o papel do amônio na encefalopatia hepática?</p><p>A) Aumenta a pressão arterial</p><p>B) É uma toxina que se acumula devido à disfunção hepática</p><p>C) Melhora a função hepática</p><p>D) Não tem relação com a encefalopatia</p><p>6. Como é feito o diagnóstico da encefalopatia hepática?</p><p>A) Por meio de exames de sangue apenas</p><p>B) Avaliação clínica e testes laboratoriais para identificar disfunção hepática</p><p>C) Exames de imagem como ressonância magnética</p><p>D) Somente com base em sintomas subjetivos</p><p>7. Qual das seguintes condições pode precipitar a encefalopatia hepática?</p><p>A) Hipertensão arterial</p><p>B) Infecções, sangramentos gastrointestinais e desidratação</p><p>C) Excesso de exercícios físicos</p><p>D) Dieta rica em fibras</p><p>8. Qual é o tratamento inicial mais comum para encefalopatia hepática?</p><p>A) Antibióticos</p><p>B) Lactulose para reduzir a absorção de amônio</p><p>C) Cirurgia</p><p>D) Antiinflamatórios não esteroides (AINEs)</p><p>9. A encefalopatia hepática pode ser classificada em dois tipos principais. Quais são</p><p>eles?</p><p>A) Aguda e crônica</p><p>B) Primária e secundária</p><p>C) Reversível e irreversível</p><p>D) Leve e grave</p><p>10. Qual é a função da lactulose no tratamento da encefalopatia hepática?</p><p>A) Reduzir a produção de bilirrubina</p><p>B) Aumentar a absorção de proteínas</p><p>C) Reduzir a absorção de amônio no intestino</p><p>D) Melhorar a circulação hepática</p><p>11. O que é a hepatite hepática?</p><p>A) Um tipo de tumor hepático</p><p>B) Inflamação do fígado que pode levar a encefalopatia</p><p>C) Uma infecção viral</p><p>D) Nenhuma das anteriores</p><p>12. Quais exames podem ser utilizados para monitorar a função hepática?</p><p>A) Hemograma completo e eletrocardiograma</p><p>B) Testes de função hepática (ALT, AST, bilirrubina)</p><p>C) Exame de urina</p><p>D) Exames de imagem como raio-X</p><p>13. Qual é a relação entre a encefalopatia hepática e a síndrome hepatorrenal?</p><p>A) Não há relação</p><p>B) Ambas são complicações de doenças hepáticas avançadas</p><p>C) A encefalopatia hepática é uma causa direta da síndrome hepatorrenal</p><p>D) A síndrome hepatorrenal é uma forma de encefalopatia hepática</p><p>14. O tratamento da encefalopatia hepática pode incluir dietas específicas. O que</p><p>deve ser restringido?</p><p>A) Carboidratos</p><p>B) Proteínas, em casos graves</p><p>C) Fibras</p><p>D) Gorduras</p><p>15. Qual é um possível resultado final da encefalopatia hepática não tratada?</p><p>A) Melhora espontânea</p><p>B) Recuperação completa sem intervenção</p><p>C) Coma e morte</p><p>D) Aumento da capacidade funcional do fígado</p><p>Um paciente, sexo masculino, 21 anos, há cerca de 7 dias com alteração</p><p>progressiva de comportamento, e, nas últimas 24 h, apresentou rebaixamento do</p><p>nível de consciência e icterícia também progressiva. Devido ao rebaixamento do</p><p>nível de consciência, foi indicada a intubação orotraqueal. Após análise dos exames</p><p>laboratoriais, chegou-se ao diagnóstico de insuficiência hepática aguda (IHA). Em</p><p>relação a esse caso, assinale a afirmativa correta</p><p>A)Deve-se utilizar a infusão de soluções hipotônicas e reforçar episódios de</p><p>hiponatremia que contribuem com o edema cerebral.</p><p>B)A hiperventilação profilática não é recomendada em pacientes com IHA por não</p><p>prevenir Hipertensão Intracraniana (HIC) e pode ocasionar edema cerebral por</p><p>redução oferta de oxigênio cerebral.</p><p>C)Sonolência e torpor com resposta aos estímulos verbais, desorientação grosseira</p><p>e agitação psicomotora configuram a Encefalopatia hepática grau III em que o</p><p>grande marcador semiológico é o flapping.</p><p>D)A indução de hipernatremia torna-se desnecessário porque junto com a amônia a</p><p>hiponatremia é fator que dispensa gravidade.</p><p>E)O uso de corticoides com intuito de reduzir a inflamação cerebral aumenta a</p><p>incidência de episódios de HIC, por isso não devem ser utilizados com essa</p><p>finalidade na IHA.</p><p>Respostas:</p><p>1. B) Uma condição neurológica causada por insuficiência hepática</p><p>2. C) Acúmulo de toxinas devido à disfunção hepática</p><p>3. B) Confusão mental, alterações de comportamento e sonolência</p><p>4. A) Tremores nas mãos quando estão estendidas</p><p>5. B) É uma toxina que se acumula devido à disfunção hepática</p><p>6. B) Avaliação clínica e testes laboratoriais para identificar disfunção hepática</p><p>7. B) Infecções, sangramentos gastrointestinais e desidratação</p><p>8. B) Lactulose para reduzir a absorção de amônio</p><p>9. A) Aguda e crônica</p><p>10. C) Reduzir a absorção de amônio no intestino</p><p>11. B) Inflamação do fígado que pode levar a encefalopatia</p><p>12. B) Testes de função hepática (ALT, AST, bilirrubina)</p><p>13. B) Ambas são complicações de doenças hepáticas avançadas</p><p>14. B) Proteínas, em casos graves</p><p>15. C) Coma e morte</p><p>16. B) A hiperventilação pode levar à vasoconstrição e redução potencial do fluxo</p><p>sanguíneo cerebral e do fornecimento de oxigênio ao cérebro. Ela NÃO deve ser</p><p>feita "profilaticamente", pois não previne o aparecimento da hipertensão</p><p>intracraniana e, em alguns casos, poderia até deflagrar o edema cerebral por</p><p>hipóxia. Em casos de pacientes que já estejam com edema cerebral importante e,</p><p>consequentemente, com hipertensão intracraniana, há um discreto benefício da</p><p>hiperventilação como proposta terapêutica. Mas isso seria TERAPÊUTICO, não</p><p>PROFILÁTICO! Por isso, a questão está correta.</p>