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Urina Tipo 1
Ma. Vanessa Rizzato
 Farmacêutico-bioquímico 
1
URINA TIPO 1
O exame rotineiro de urina é um método simples, não-invasivo, capaz de fornecer uma variedade de informações úteis em relação a patologias envolvendo os rins, o trato urinário e, por dados indiretos, algumas patologias sistêmicas. 
O exame de urina tipo 1 também é chamado de EAS (elementos anormais de sedimento)
2
FILTRAÇÃO GLOMERULAR
A filtração glomerular é o processo de transferência de solutos do sangue para a formação da urina. É também conhecida como taxa de filtração glomerular (TFG) e é comumente usada como medida padrão da avaliação da função renal. 
A TFG está relacionada à medida de purificação das substâncias filtradas pelos glomérulos, estruturas funcionais dos rins. 
O valor desejável de TFG para indivíduos jovens e adultos é 90 a 120 mL/min/1,73 m². Valores inferiores a este sugerem a presença de alguma disfunção renal, cujo diagnóstico preciso depende da realização de exames complementares (de imagem e de urina). 
3
FILTRAÇÃO GLOMERULAR
	É o processo de análise física, química e microscópica da urina.
	Apesar de simples, diferentes técnicas encontram-se envolvidas na sua realização, em quatro etapas distintas: 
Avaliação da amostra
Análise física
Análise química 
Análise microscópica do sedimento
4
AVALIAÇÃO DA AMOSTRA
	A qualidade dos resultados depende da coleta.
A urina deverá ter sido colhida recentemente, com um volume mínimo de 20 mL, sem adição de preservativos, refrigerada e nunca congelada, para garantir sua melhor preservação. 
	Deve estar claramente identificada e colhida em recipiente adequado.
5
AVALIAÇÃO DA AMOSTRA
	Primeiro jato da urina: investigação do trato urinário inferior, mais especificamente a uretra. 
	A urina de primeiro jato carreia células e bactérias presentes na uretra, tornando-a uma boa amostra indireta para outras avaliações, como as uretrites com pouca secreção. 
	A diferença de células encontrada entre o primeiro e segundo jatos auxilia a localizar a origem do processo.
6
CRIANÇAS
	Em crianças, quando não for possível colher o jato médio, deve-se fazer uma cuidadosa lavagem dos genitais com água e sabão, enxaguar bem e secar. 
	Aplicar o coletor infantil, de modo que fique bem aderente à pele; colher o volume total da micção e enviar rapidamente ao laboratório.
7
COLHEITA DE URINA DE JATO MÉDIO
8
COLHEITA DE URINA DE JATO MÉDIO
9
TIPOS DE COLETA DE URINA
AMOSTRA ALEATÓRIA
1ª AMOSTRA DA MANHÃ
AMOSTRA EM JEJUM
AMOSTRA PÓS PRANDIAL
AMOSTRA POR CATÉTER
AMOSTRA DE 24 HORAS
 ASPIRAÇÃO SUPRAPÚBICA
AMOSTRA DE 12 HORAS
AMOSTRA PEDIÁTRICA
10
CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS
ALTERAÇÕES EM AMOSTRAS 
NÃO CONSERVADAS
  BACTÉRIAS
  pH 
  GLICOSE
  CORPOS CETÔNICOS
  UROBILINOGÊNIO
  BILIRRUBINA
  NITRITO 
  LISE
  TURVAÇÃO
 COR
11
ALTERAÇÕES EM AMOSTRAS DE URINA
12
PADRONIZAÇÃO DA TRANSCRIÇÃO DE DADOS DE UROANÁLISE EM ROTINA
COR
AMARELO CLARO, 
AMARELO ESCURO, 
AMARELO PÁLIDO, 
OUTRAS 
ASPECTO
LÍMPIDO
LEVEMENTE TURVO
TURVO
FORTEMENTE TURVO
LEITOSA 
DENSIDADE
1010 - 1030
13
SIGNIFICADO CLÍNICO DOS COMPONENTES URINÁRIOS
	EXAME FÍSICO
	COR
ASPECTO
DENSIDADE
Ph
	EXAME CLÍNICO
	PROTEÍNAS
GLICOSE
CETONA
SANGUE
UROBILINOGÊNIO
BILIRRUBINA
NITRITO
SANGUE
14
INFLUÊNCIAS PRÉ-ANALÍTICAS RELACIONADAS À PESQUISA COM A TIRA REAGENTE
18
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
Tiras de papel impregnadas com um ou mais reagentes
É um teste rápido para pesquisa de:
 Urobilinogênio / Glicose/ Bilirrubina, Cetonas /Densidades, Sangue/ pH/ Proteína, Nitrito / Leucócitos na urina. 
20
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
21
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
A intensidade de cor dos parâmetros nas tiras de urina pode ser um indicativo.
 Porém este método é considerado de triagem
 amostras apresentando alterações são encaminhadas para determinações quantitativas.
22
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
- Ainda assim, os parâmetros individuais das tiras de urina (Sangue, Urobilinogênio, Bilirrubina, Nitrito...) oferecem informações clínicas de grande utilidade.
	
Hoje as tiras de urina são utilizadas por laboratórios clínicos porém como qualquer teste laboratorial é importante um procedimento correto para obtenção de um resultado confiável.
23
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
PROCEDIMENTO
Homogeneizar a urina a ser analisada;
Mergulhar completamente todas as áreas reagentes da tira de urina e retirá-la em seguida;
Retirar o excesso de urina da tira, com um papel absorvente;
Fazer a leitura da tira, comparando-se as áreas reagentes com a escala de cores  correspondente , existente no rótulo do frasco;
O correto é que o teste seja realizado até 2 horas após a coleta.
24
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
25
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
MÉTODO
	Os resultados serão fornecidos, comparando-se as áreas reagentes com a escala de cores correspondentes existente no rótulo do frasco. 
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TÉCNICA - TIRAS DE URINA
27
TÉCNICA - TIRAS DE URINA
28
Alta concentração de ácido ascórbico – podem detectar resultados subestimados de GLICOSE
Baixa concentração – pode dar falso negativo na detecção de glicose e hemoglobia
EXAME MICROSCÓPICO
CÉLULAS EPITELIAIS
LEUCÓCITOS
HEMÁCIAS
CILINDROS
MUCO 
CRISTAIS 
LEVEDURAS
BACTÉRIAS 
OUTROS
31
10 mL urina
Centrifugação (2.500 – 3.500 rpm)
Despreza sobrenadante
No sedimento (precipitado) adiciona 1 mL de solução fisiológica
Análise microscópica
ANÁLISE DO SEDIMENTO UNINÁRIO
CÂMARA DE NEUBAUER
 1 QUAD. x 1000
 2 QUAD. x 500
 3 QUAD. x 750
 4 QUAD. x 250
Céls. Epit. Leucócitos Hemácias
 Cilindros 
 5 QUAD. x 110
33
HEMÁCIAS
A presença de um número aumentado de eritrócitos na urina é denominada hematúria (sangue na urina). Pode ser microscópica ou macroscópica, dependendo de sua intensidade.
As hematúrias podem ser transitórias e benignas, mas também podem indicar lesões inflamatórias, infecciosas ou traumáticas dos rins ou vias urinárias.
A morfologia dos eritrócitos é útil para ajudar a localizar a origem da lesão, seja uma doença nos rins ou em qualquer outro lugar no sistema ou vias urinárias.
34
HEMÁCIAS CRENADAS
A presença de hemácias crenadas no exame de urina pode ser um sinal de doenças, como uremia, deficiência de piruvato quinase, baixo magnésio ou baixo fosfato. 
As hemácias crenadas são hemácias com protrusões menores, mais arredondadas e simétricas
35
LEUCÓCITOS
Podem estar presentes em pequena quantidade na urina normal. Porém em quantidade elevada é denominada piúria. 
Os neutrófilos são o tipo mais comum, mas também podem ser observados eosinófilos e linfócitos.
Quantidades aumentadas indicam a presença de lesões inflamatórias, infecciosas ou traumáticas em qualquer nível do trato urinário. 
Também pode ser um indicativo de contaminação da amostra. Por isso, deve-se sempre excluir contaminação por via genital. É preciso observar qual tipo de célula branca está aumentada para buscar a causa sistêmica ou local correspondente.
36
CÉLULAS EPITELIAIS E LEUCÓCITOS (ERRO DE COLETA)
37
LEUCÓCITOS E CÉLULAS EPITELIAIS
É comum o achado de algumas células epiteliais. Podem ser de três tipos distintos: células escamosas, transacionais e dos túbulos renais.
A maioria não tem significado clínico, representando uma descamação de células do revestimento epitelial do trato urinário. 
O achado de células com atipias nucleares ou morfológicas pode indicar a presença de processos neoplásicos. 
A presença de fragmentos epiteliais e de células de origem tubular pode estar ligada a processos de necrose tubular aguda e a lesões isquêmicas renais.
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LEUCÓCITOS, HEMÁCIAS E CÉLULAS EPITELIAIS
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CÉLULAS EPITELIAIS
40
CÉLULAS EPITELIAIS
41
CÉLULAS EPITELIAIS DO TÚBULO RENAL
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CRISTAIS DE FOSFATO TRIPLO AMONÍACO MAGNESIANO
A presença de cristais de fosfato triplo amoníaco magnésio (estruvita) no exame de urina pode indicar: 
	- Cistite 
	- Hipertrofia da próstata 
	- Infecção urinária por bactérias produtoras 	de urease,como Pseudomonas Aeruginosa 
Estes cristais têm formato de prisma e são mais comuns em urinas de pH alcalino. São constituídos por fosfato, magnésio e amônia. 
A presença de cristais na urina pode ser identificada através de um exame que analisa a quantidade, o tamanho e o tipo de cristal. O exame pode ser feito para diagnosticar pedras nos rins ou problemas no metabolismo. 
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CRISTAIS DE FOSFATO DE CÁLCIO
Os cristais de fosfato de cálcio podem aparecer na urina ou depositar-se em tecidos do corpo
Na urina
Os cristais de fosfato de cálcio podem aparecer na urina alcalina ou normal, geralmente em pessoas com hipoparatireoidismo. Têm a forma de uma estrela ou agulha e são incolores. 
A presença de cristais na urina pode ser causada por um aumento da concentração de substâncias no organismo, como medicamentos e compostos orgânicos, como fosfato, cálcio e magnésio. Outras causas incluem mudanças na temperatura corporal, infecções urinárias e alterações no pH da urina. Na maioria das vezes, os cristais na urina não causam problemas, mas em alguns casos podem ser um sinal de doença.
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CRISTAIS DE ÁCIDO ÚRICO
A presença de cristais de ácido úrico na urina pode indicar: Um consumo elevado de proteínas, a presença de gota, Nefrites crónicas. 
Os cristais de ácido úrico são geralmente encontrados em urinas de pH ácido. 
A presença de cristais na urina pode ser normal, mas altas concentrações podem indicar alterações importantes no organismo, como cálculos urinários
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CRISTAIS: CISTINA E FOSFATO TRIPLO
 Cristais de cistina
 - Podem indicar uma doença hereditária chamada cistinúria, que faz com que a cistina se acumule nos rins e forme cálculos que podem ficar presos nos rins, bexiga e ureteres. Para ter cistinúria, uma pessoa deve herdar o defeito de ambos os pais. 
Cristais de fosfato triplo
 - Também conhecidos como cristais de magnésio-amônio-fosfato, podem ser normais, mas também podem estar presentes em casos de urina muito alcalina provocada por infecção urinária pelas bactérias Proteus ou Klebsiella. Em concentrações altas, podem indicar a presença de cistite e hipertrofia da próstata. 
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CRISTAIS DE OXALATO, ÁCIDO ÚRICO E MEDICAMENTOS
As principais causas de cristais na urina são:
Desidratação: A pouca ingestão de água faz com que haja o aumento na concentração das substâncias formadoras dos cristais devido à baixa concentração de água. Isso estimula a precipitação de sais, resultando na formação dos cristais;
Uso de medicamentos: O uso de alguns medicamentos podem precipitar e levar a formação de alguns cristais, como é o caso do cristal de sulfonamida e do cristal de ampicilina, por exemplo;
Infecções urinárias: A presença de microrganismos no sistema urinário pode levar à formação de cristais devido à alteração no pH, o que pode favorecer a precipitação de alguns compostos, como o cristal de fosfato triplo, por exemplo, que pode ser encontrado em infecções geniturinárias;
Dieta hiperproteica: O consumo em excesso de proteínas pode sobrecarregar os rins e resultar na formação de cristais devido ao aumento da concentração do subproduto da digestão de proteínas, o ácido úrico, podendo ser observado ao microscópio cristais de ácido úrico;
Gota: A gota é uma doença inflamatória e dolorosa causada pelo aumento da concentração de ácido úrico no sangue, mas que também pode ser identificado na urina, sendo percebidos cristais de ácido úrico;
Pedra nos rins: As pedras nos rins, também chamado de cálculo renal ou urolitíase, pode acontecer devido a diversos fatores, sendo percebida por meio de sintomas característicos, mas também por meio do exame de urina, em que são identificados numerosos cristais de oxalato de cálcio, por exemplo.
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CRISTAIS DE OXALATO DE CÁLCIO
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CRISTAIS DE ÁCIDO ÚRICO
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CRISTAIS DE URATO DE AMÔNIO
A presença de cristais de urato de amônio na urina pode indicar que a urina tem uma alta concentração de uratos, o que pode levar à formação de cálculos renais. 
Os cristais de urato de amônio são amarelo-castanhos e têm uma aparência semelhante a maçãs espinhosas. 
Podem ser encontrados em amostras de urina não recentes e podem estar associados à presença de amônia produzida por bactérias
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CRISTAIS DE CARBONATO DE CÁLCIO
A presença de cristais de carbonato de cálcio no exame de urina pode ser um achado raro e pode estar associada à formação de pedras nos rins. 
Os cristais de carbonato de cálcio são pequenos, incolores e têm a forma de halteres esféricos e podem ser vistos isolados ou agrupados. Podem ser diferenciados pela formação de dióxido de carbono gasoso quando é adicionado ácido acético. 
A presença de cristais de carbonato de cálcio na urina pode ser de ocorrência natural do organismo, mas também pode estar associada a condições patológicas como: 
	- Elevado metabolismo de purina 
	- Síndrome de Lesch-Nyhan 
	- Nefrite crônica 
	- Condições febris agudas 
	- Gota 
	- Pacientes com leucemia que recebem 	quimioterapia 
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BACTÉRIAS
A suspeita de infecção urinária pode acontecer se bactérias estiverem presentes em amostras recentemente obtidas por coleta de jato médio, particularmente se numerosos leucócitos estiverem também presentes.
Normalmente a urina não possui bactérias, mas se a amostra não for colhida nas condições adequadas, pode ocorrer contaminação. Especialmente em mulheres, bactérias e leucócitos na urina podem ser resultados de contaminação com secreções vaginais.
Em infecções do trato urinário com envolvimento dos rins, além de leucócitos e bactérias, podem ser observados cilindros leucocitários e mesmo cilindros contendo bactérias.
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PARASITAS
O Trichomonas vaginalis é o parasita encontrado com maior frequência em amostras de urina. Por ser um protozoário flagelado é facilmente identificado pela sua movimentação rápida e irregular pela lâmina. Porém quando não se move é muito difícil de distingui-lo de um leucócito.
O achado na urina geralmente indica contaminação por secreções genitais, sendo uma frequente causa de vaginites e uretrites. Alguns outros parasitas também podem ser encontrados, normalmente resultado de uma contaminação fecal.
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MECANISMO DE FORMAÇÃO DO CILINDRO
Os cilindros são formados nos túbulos renais a partir de proteínas ou mucoproteínas secretadas pelas células epiteliais tubulares. 
A presença de cilindros na urina (cilindrúria) pode indicar uma alteração patológica renal, embora essas alterações possam ser apenas ligeiras e transitórias. Por exemplo, os cilindros hialinos podem ser encontrados em pouca quantidade em urinas normais e podem indicar uma forma leve de irritação renal. Os cilindros céreos, por outro lado, podem ser representativos de estase urinária extrema, que aponta insuficiência renal crônica grave. 
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CILINDRO GRANULOSO
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CILINDRO HEMÁTICO
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CILINDRO LEUCOCITÁRIO
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CILINDRO HIALINO
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CÉLULAS MALIGNAS
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BILIRRUBINA
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BILIRRUBINA
 Normalmente ausente na Urina 
Traços que produzem alteração de cor da Urina
 Derivada da porção heme da hemoglobina oriunda de hemácias velhas destruídas.
A bilirrubina não-conjugada (ou indireta) produzida é transportada na corrente sanguínea ligada à albumina, não sendo capaz de atravessar a barreira glomerular renal.
62
BILIRRUBINA
No fígado, a bilirrubina é captada e conjugada com o ácido glicurônico, tornando-se hidrossolúvel sendo, então, capaz de atravessar os glomérulos renais e aparecer na urina.
aumento da concentração de bilirrubina conjugada no sangue (> 1-2 mg/dL) 
 obstrução das vias biliares ou lesão de hepatócitos.
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BILIRRUBINA
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CETONAS
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CETONAS
produtos do metabolismo incompleto de lipídeos 
lipídeos, ao invés de carboidratos, são usados como fonte de energia
 Ocorre:
 Diabetes mellitus não controlado
 Cetoacidose alcoólica 
 Jejum prolongado
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DENSIDADE
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DENSIDADE
 Medida de concentração urinária 
 A densidade urinária oferece informação limitada sobre a capacidadede concentração renal e estado de hidratação do paciente.
A densidade pode variar de 1.010 a 1.035 sendo geralmente encontrada entre 1.015 e 1.022 
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DENSIDADE
Na disfunção renal: detectados valores fixos iguais ou menores que 1.010.
 Urinas com densidade próximas de 1005 estão bem diluídas; próximas de 1035 estão muito concentradas, indicando desidratação.
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GLICOSE
70
GLICOSE
A glicose é livremente filtrada pelos glomérulos e reabsorvida pelos túbulos renais.
 Quando a concentração de glicose no sangue alcança valores entre 180 e 200 mg/dL, a capacidade máxima de reabsorção dos túbulos é ultrapassada e a glicose aparecerá na urina.
 Este é o mecanismo de glicosúria observada no diabetes mellitus.
71
Figura 1. A glicose é totalmente reabsorvida em condições normais e nenhuma glicose é detectada na urina
Figura 2. Glicose na urina (glicosúria) no diabetes descompensado
GLICOSE
 O limite de detecção é 50 mg/dL. Assim, resultados positivos até 50 mg/dL podem ser considerados como esperados em pessoas sadias.
74
LEUCÓCITOS
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LEUCÓCITOS
A pesquisa da esterase (enzima) leucocitária é um método indireto de detecção da presença de leucócitos na urina.
 Esta enzima está presente nos grânulos primários ou azurófilos dos neutrófilos, monócitos, eosinófilos e basófilos. 
- A presença de leucócitos na urina em número significativo está relacionada, mais comumente, com infecção urinária (pielonefrite e cistite). 
76
NITRITO
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NITRITO
- Grau de coloração laranja a rosado é indicativo de um resultado positivo. 
Nitrito: detecção de bacteriúria assintomática.
 O teste do nitrito indica presença de bactérias na urina que são capazes de converter nitrato em nitrito, podendo auxiliar no diagnóstico da infecção urinária.
 Bactérias: gram-negativo como Escherichia coli, Proteus, Klebsiella, Citrobacter, Aerobacter, Samonella, além de algumas cepas de Pseudomonas e raras de Staphylococcus e Enterococcus.
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pH
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pH
Normalmente a urina é discretamente ácida (pH 5,0 ou 6,0)
Mas pode variar de 4,5 a 8
- A determinação do pH não constitui, isoladamente, índice da capacidade renal de excreção de ácidos, apresentando valor limitado na investigação de disfunções renais.
- Urina alcalina: indica amostra mantida à temperatura ambiente por mais de 2 horas
Se colhida e armazenada adequadamente, pode sugerir infecção urinária.
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PROTEÍNA
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PROTEÍNA
 Teste sensível à albumina e menos sensível às outras proteínas.
A conservação das proteínas plasmáticas é uma das funções renais. 
 Indivíduos sadios possuem uma excreção urinária diária menor que 150 mg por dia 
 Maiores que 300 mg por dia: doença renal
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PROTEÍNA
 Proteinúria: glomerulonefrites, nefrite lúpica, amiloidose, obstrução da veia renal... 
- Outras condições podem levar a proteinúria: proteinúria postural (3 a 5% de adultos jovens sadios), estado febril, exercício físico vigoroso... 
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SANGUE
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SANGUE
 Detecção na urina de hemácias íntegras 
 hematúria (5 hemácias/ microlitro de urina) ou de hemoglobina-livre hemoglobinúria (0,015 mg/dL de urina).
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SANGUE
Resulta de sangramento em qualquer ponto do trato urinário desde o glomérulo até a uretra
Pode Indicar: 
Doenças renais
 Infecção
Tumor
Trauma
 Cálculo
A diferenciação entre hematúria e hemoglobinúria é clinicamente importante.
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UROBILINOGÊNIO
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UROBILINOGÊNIO
A bilirrubina conjugada liberada no intestino delgado com a bile é desconjugada por ação de bactérias da microbiota intestinal. 
A bilirrubina livre é, então, reduzida a urobilinogênio (pigmentos que dão a cor habitual das fezes)
- Parte do urobilinogênio produzido retorna ao sangue, e uma pequena porção é excretada na urina (

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