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Folheto sobre o uso do nome social e retificação de prenome/gênero: expõe o direito garantido pela Resolução nº12/2015 e decisão do STF (2018), aplicação em serviços públicos/privados, obrigação institucional e procedimento em cartório sem laudos.

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Uso do nome social em documentos e serviços- como 
garantir ?
O uso do nome social é um direito fundamental das pessoas trans no Brasil. Esse direito garante que as pessoas possam 
utilizar o nome pelo qual se identificam, mesmo que ele não conste em seus documentos oficiais. Essa é uma conquista 
importante na luta contra a discriminação e o preconceito, pois permite que as pessoas trans sejam tratadas com respeito 
e dignidade em diversos ambientes, como escolas, repartições públicas e empresas privadas.
O nome social deve ser aceito em todos os serviços públicos e privados, como matrículas escolares, atendimento 
médico, emissão de documentos, entre outros.
1.
A utilização do nome social é assegurada pela Resolução nº 12/2015 do Conselho Nacional de Combate à 
Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais.
2.
Algumas instituições também possuem normas internas que regulamentam o uso do nome social, garantindo que as 
pessoas trans sejam tratadas de acordo com sua identidade de gênero.
3.
O não cumprimento do uso do nome social é considerado ato de discriminação e pode gerar sanções legais às 
instituições que se recusarem a respeitar esse direito.
4.
Mudança de prenome e gênero nos documentos- 
como garantir?
Uma das etapas mais importantes no processo de transição de pessoas trans é a retificação do nome e do gênero em 
seus documentos oficiais. Essa mudança representa não apenas uma validação legal da identidade de gênero, mas 
também um passo fundamental para o exercício pleno dos direitos e da cidadania. No Brasil, essa possibilidade foi 
conquistada após uma decisão histórica do Supremo Tribunal Federal em 2018, que garantiu o direito à alteração do 
registro civil sem a necessidade de cirurgia de redesignação sexual ou qualquer outro requisito abusivo.
O procedimento para a retificação do prenome e gênero é realizado diretamente em cartório, de forma rápida e 
desburocratizada. Basta que a pessoa apresente uma declaração de sua identidade de gênero, sem a necessidade de 
laudos médicos ou psicológicos. Essa conquista representa um importante avanço na garantia da dignidade e do 
reconhecimento da identidade de pessoas trans, evitando que tenham que utilizar documentos que não condizem com sua 
realidade.

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