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Diante do exposto, surge a dúvida: Existem metodologias que não são ativas? Para responder a essa questão, vamos compreender o quadro sobre atividades ativas e passivas, elaborado pelas autoras Julia Pinheiro Andrade e Juliana Sartori (2018) com base em Somerville (2014). Quadro 2.1 Diferenças entre estratégias de aprendizagem ativa e passiva Atividades de aprendizagem ativa Atividades de aprendizagem passiva Observação de evidências no contexto Memorização Formulação de hipóteses Reprodução de informações Experimentação prática Estudo teórico Tentativa e erro Reprodução de protocolos e tutoriais Comparação de estratégias Imitação de métodos Registro (inicial, processual e final de Ausência de registro aprendizagens) Favorecimento de foco atencional dinâmico e Foco mais repetitivo, estático e individual mediado por colaboração entre pares Fonte: Julia Pinheiro; SARTORI, professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem. In: MORAN, (Org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem Porto Alegre: Penso, 2018, p. 180. A partir do quadro apresentado, pode-se considerar como metodologias passivas ou não ativas, as metodologias que correspondem ao que Paulo Freire (1987) chama de educação bancária, ou seja, aulas expositivas antidialógicas, as quais focam no individualismo e apresentam o conteúdo pronto e mastigado para estudante memorizar, repetir e reproduzir mecanicamente em provas que visam a

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