Logo Passei Direto
Buscar

Revisão Avaliaçao 12

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

(UEL, 2011) Com frequência, a homofobia vem manifestando-se no ambiente escolar. Isto quer dizer que:
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra bissexuais ou contra a bissexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a heterossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra homossexuais ou contra a homossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra a homossexualidade ou contra a bissexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a homossexualidade.

Os conceitos de gênero, raça e etnia, ao serem trabalhados na sala de aula em uma perspectiva da valorização da(s) identidade(s) dos múltiplos sujeitos que convivem no mesmo espaço da escola, devem ter um posicionamento político, a fim de desconstruir os estereótipos e os estigmas que foram atribuídos historicamente a alguns grupos sociais. (J. K. Nogueira et al. Conceitos de gênero, etnia e raça: reflexões sobre adversidade cultural na educação escolar).
Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
O conceito de gênero surgiu entre as estudiosas feministas para concordar com a ideia da essência, explicação pautada no determinismo biológico, uma visão naturalista, universal e imutável do comportamento. Tal determinismo serviu para justificar as desigualdades entre ambos os gêneros, a partir de suas diferenças físicas.
A diferença biológica é apenas o ponto de partida para a construção social do que é ser homem ou ser mulher. O sexo é atribuído ao biológico enquanto o gênero é uma construção social e histórica. A noção de gênero aponta para a dimensão das relações sociais do feminino e do masculino.
Os termos “etnia” e “raça” são idênticos pelo fato de demarcarem que um indivíduo pode ter a mesma cor de pele que o outro, o mesmo tipo de cabelo e, ao mesmo tempo, traços culturais e sociais que os distinguem, caracterizando, assim, etnias e raças diferentes.
O termo “etnia” tem uma conotação política e é utilizado, com frequência, nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor da pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos.
Mobilizar uma ação a favor dos padrões e dos processos de exclusão instituídos é um grande passo para a implantação de uma diversidade cultural, pois as diferenças são socialmente construídas e estão envolvidas com as relações de poder.

Se há tentativa para conhecer o perfil cognitivo da sociologia brasileira, tal tentativa se limita a medi-lo exclusivamente por um conjunto de interpretações relacionadas às possibilidades de adequação do país a um modelo de modernidade construído 'fora' de seus limites territoriais, culturais e políticos. Em consequência do uso excessivo dessa medida, o tratamento da relação entre as tradições sociológicas de diferentes contextos nacionais se limitou a apontar as ideias que estão dentro ou fora do lugar; ou ainda as ideias que contribuíram para criar um país legal versus o país real. (...) Em geral, os estudos realizados dessas perspectivas confirmam de modo impecável os cânones interpretativos que consagraram a imagem de um país fora do lugar, inadequado, triste, atrasado. (VILLAS BÔAS, Glaucia Mudança provocada: passado e futuro no pensamento sociológico brasileiro. Rio de Janeiro: FGV. 2006 p. 11-12)
Darcy Ribeiro se propõe a pensar a nação brasileira a partir de uma nova teoria global explicativa do processo histórico, este que é fruto de uma catástrofe, primeiro entre portugueses e indígenas e posteriormente com os negros, aonde as relações foram de extrema violência entre os povos. Esta teoria contradiz coma teoria da democracia racial, oriunda de:
Gilberto Freyre.
Karl Marx.
Florestan Fernandes.
Max Weber.
Nina Rodrigues.

(IBFC, 2017) Leia o trecho a seguir: “[...] falar de gênero na escola é exercitar a cidadania para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres. Acreditamos que pouco importa se nascemos em um corpo sexado fêmea ou macho: temos o direito de habitar nossos corpos como desejarmos sem medo de violência e discriminação.” (Sexta-feira, 22 de julho de 2016. Justificando. Brito, Luciana. “Por que falar de gênero nas escolas?)
Acerca do fragmento anterior, assinale a alternativa correta.
Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos.
A questão de gênero deu grandes saltos na sociedade brasileira do ano de 2016 para agora, muitas leis e decretos foram assinados em prol do movimento LGTB no Brasil, logo essas discussões não precisam chegar às escolas.
Não há necessidade de se falar em gênero e sexualidade em países que se mostram livres de preconceitos como homofobia, que é o caso do Brasil.
Estudar gênero e sexualidade não é papel da escola, pois esta não é responsável por determinar a sexualidade de ninguém.
Discutir gêneros não torna uma sociedade mais democrática, desde a liberação do voto feminino em 1932 nada mudou na democracia brasileira.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

(UEL, 2011) Com frequência, a homofobia vem manifestando-se no ambiente escolar. Isto quer dizer que:
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra bissexuais ou contra a bissexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a heterossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra homossexuais ou contra a homossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra a homossexualidade ou contra a bissexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a homossexualidade.

Os conceitos de gênero, raça e etnia, ao serem trabalhados na sala de aula em uma perspectiva da valorização da(s) identidade(s) dos múltiplos sujeitos que convivem no mesmo espaço da escola, devem ter um posicionamento político, a fim de desconstruir os estereótipos e os estigmas que foram atribuídos historicamente a alguns grupos sociais. (J. K. Nogueira et al. Conceitos de gênero, etnia e raça: reflexões sobre adversidade cultural na educação escolar).
Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
O conceito de gênero surgiu entre as estudiosas feministas para concordar com a ideia da essência, explicação pautada no determinismo biológico, uma visão naturalista, universal e imutável do comportamento. Tal determinismo serviu para justificar as desigualdades entre ambos os gêneros, a partir de suas diferenças físicas.
A diferença biológica é apenas o ponto de partida para a construção social do que é ser homem ou ser mulher. O sexo é atribuído ao biológico enquanto o gênero é uma construção social e histórica. A noção de gênero aponta para a dimensão das relações sociais do feminino e do masculino.
Os termos “etnia” e “raça” são idênticos pelo fato de demarcarem que um indivíduo pode ter a mesma cor de pele que o outro, o mesmo tipo de cabelo e, ao mesmo tempo, traços culturais e sociais que os distinguem, caracterizando, assim, etnias e raças diferentes.
O termo “etnia” tem uma conotação política e é utilizado, com frequência, nas relações sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor da pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam o destino e o lugar social dos sujeitos.
Mobilizar uma ação a favor dos padrões e dos processos de exclusão instituídos é um grande passo para a implantação de uma diversidade cultural, pois as diferenças são socialmente construídas e estão envolvidas com as relações de poder.

Se há tentativa para conhecer o perfil cognitivo da sociologia brasileira, tal tentativa se limita a medi-lo exclusivamente por um conjunto de interpretações relacionadas às possibilidades de adequação do país a um modelo de modernidade construído 'fora' de seus limites territoriais, culturais e políticos. Em consequência do uso excessivo dessa medida, o tratamento da relação entre as tradições sociológicas de diferentes contextos nacionais se limitou a apontar as ideias que estão dentro ou fora do lugar; ou ainda as ideias que contribuíram para criar um país legal versus o país real. (...) Em geral, os estudos realizados dessas perspectivas confirmam de modo impecável os cânones interpretativos que consagraram a imagem de um país fora do lugar, inadequado, triste, atrasado. (VILLAS BÔAS, Glaucia Mudança provocada: passado e futuro no pensamento sociológico brasileiro. Rio de Janeiro: FGV. 2006 p. 11-12)
Darcy Ribeiro se propõe a pensar a nação brasileira a partir de uma nova teoria global explicativa do processo histórico, este que é fruto de uma catástrofe, primeiro entre portugueses e indígenas e posteriormente com os negros, aonde as relações foram de extrema violência entre os povos. Esta teoria contradiz coma teoria da democracia racial, oriunda de:
Gilberto Freyre.
Karl Marx.
Florestan Fernandes.
Max Weber.
Nina Rodrigues.

(IBFC, 2017) Leia o trecho a seguir: “[...] falar de gênero na escola é exercitar a cidadania para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres. Acreditamos que pouco importa se nascemos em um corpo sexado fêmea ou macho: temos o direito de habitar nossos corpos como desejarmos sem medo de violência e discriminação.” (Sexta-feira, 22 de julho de 2016. Justificando. Brito, Luciana. “Por que falar de gênero nas escolas?)
Acerca do fragmento anterior, assinale a alternativa correta.
Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade. Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade e o respeito aos direitos humanos.
A questão de gênero deu grandes saltos na sociedade brasileira do ano de 2016 para agora, muitas leis e decretos foram assinados em prol do movimento LGTB no Brasil, logo essas discussões não precisam chegar às escolas.
Não há necessidade de se falar em gênero e sexualidade em países que se mostram livres de preconceitos como homofobia, que é o caso do Brasil.
Estudar gênero e sexualidade não é papel da escola, pois esta não é responsável por determinar a sexualidade de ninguém.
Discutir gêneros não torna uma sociedade mais democrática, desde a liberação do voto feminino em 1932 nada mudou na democracia brasileira.

Prévia do material em texto

Pincel Atômico - 25/10/2024 17:52:11 1/4
FLÁVIA COSTA
FERNANDES
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 24 (23587)
Atividade finalizada em 25/10/2024 17:45:39 (2690889 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
EDUCAÇÃO ESPECIAL E AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS [1189321] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos
[capítulos - 6]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 Meses - Licenciatura em Educação Especial - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A010724 [132923]
Aluno(a):
91640460 - FLÁVIA COSTA FERNANDES - Respondeu 4 questões corretas, obtendo um total de 0,83 pontos como nota
[360509_1617
52]
Questão
001
Munanga (2003), em sua palestra intitulada “Uma abordagem conceitual das noções
de raça, racismo, identidade e etnia", apresenta diversas contribuições para a
compreensão científica desses conceitos, por meio da análise de sua evolução
histórica e do seu significado político e cultural. Uma dessas contribuições é a
afirmação de que:
as etnias são entidades praticamente estáticas ao longo do tempo histórico, tendo
origem provavelmente biológica.
raça é um conjunto de indivíduos que tem histórica ou mitologicamente um ancestral
comum, uma mesma cultura e um mesmo território.
os antigos territórios étnicos da África serviram de base para os territórios coloniais
estruturados durante a Conferência de Berlim (1884-1885).
X
a identidade mestiça do brasileiro é uma proposta que visa a legitimação da chamada
democracia racial brasileira e a conservação do status quo.
com a globalização ocorre a total homogeneização das antigas culturas, restando
apenas uma única cultura branca, uma negra e uma amarela.
[360509_1617
50]
Questão
002
(UEL, 2011) Com frequência, a homofobia vem manifestando-se no ambiente escolar.
Isto quer dizer que:
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra a homossexualidade ou
contra a bissexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a
heterossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra heterossexuais ou contra a
homossexualidade.
X
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra homossexuais ou contra a
homossexualidade.
ocorrem manifestações de ódio, aversão e desprezo contra bissexuais ou contra a
bissexualidade.
[360509_1617
53]
Questão
003
Os conceitos de gênero, raça e etnia, ao serem trabalhados na sala de aula em uma
perspectiva da valorização da(s) identidade(s) dos múltiplos sujeitos que convivem no
mesmo espaço da escola, devem ter um posicionamento político, a fim de desconstruir
os estereótipos e os estigmas que foram atribuídos historicamente a alguns grupos
sociais.
(J. K. Nogueira et al. Conceitos de gênero, etnia e raça: reflexões sobre adversidade
cultural na educação escolar).
Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Pincel Atômico - 25/10/2024 17:52:11 2/4
O conceito de gênero surgiu entre as estudiosas feministas para concordar com a ideia
da essência, explicação pautada no determinismo biológico, uma visão naturalista,
universal e imutável do comportamento. Tal determinismo serviu para justificar as
desigualdades entre ambos os gêneros, a partir de suas diferenças físicas.
A diferença biológica é apenas o ponto de partida para a construção social do que é
ser homem ou ser mulher. O sexo é atribuído ao biológico enquanto o gênero é uma
construção social e histórica. A noção de gênero aponta para a dimensão das relações
sociais do feminino e do masculino.
Os termos “etnia” e “raça” são idênticos pelo fato de demarcarem que um indivíduo
pode ter a mesma cor de pele que o outro, o mesmo tipo de cabelo e, ao mesmo
tempo, traços culturais e sociais que os distinguem, caracterizando, assim, etnias e
raças diferentes.
X
O termo “etnia” tem uma conotação política e é utilizado, com frequência, nas relações
sociais brasileiras, para informar como determinadas características físicas, como cor
da pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam, interferem e até mesmo determinam
o destino e o lugar social dos sujeitos.
Mobilizar uma ação a favor dos padrões e dos processos de exclusão instituídos é um
grande passo para a implantação de uma diversidade cultural, pois as diferenças são
socialmente construídas e estão envolvidas com as relações de poder.
[360509_1617
54]
Questão
004
Marque a opção correta.
A escola é um local de estudos, amizades, de esportes, de brincadeiras e, também,
um lugar para o namoro.
A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser trabalhados, de forma
transversal, na escola.
A sexualidade deveria ser trabalhada dentro da escola.
X
A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser objetos de permanente
atenção e controle na escola.
A orientação sexual e a identidade de gênero podem ser trabalhados em todas as
disciplinas.
[360510_1613
84]
Questão
005
Se há tentativa para conhecer o perfil cognitivo da sociologia brasileira, tal tentativa se
limita a medi-lo exclusivamente por um conjunto de interpretações relacionadas às
possibilidades de adequação do país a um modelo de modernidade construído 'fora' de
seus limites territoriais, culturais e políticos. Em consequência do uso excessivo dessa
medida, o tratamento da relação entre as tradições sociológicas de diferentes
contextos nacionais se limitou a apontar as ideias que estão dentro ou fora do lugar; ou
ainda as ideias que contribuíram para criar um país legal versus o país real. (...) Em
geral, os estudos realizados dessas perspectivas confirmam de modo impecável os
cânones interpretativos que consagraram a imagem de um país fora do lugar,
inadequado, triste, atrasado. (VILLAS BÔAS, Glaucia Mudança provocada: passado e
futuro no pensamento sociológico brasileiro. Rio de Janeiro: FGV. 2006 p. 11-12)
Darcy Ribeiro se propõe a pensar a nação brasileira a partir de uma nova teoria global
explicativa do processo histórico, este que é fruto de uma catástrofe, primeiro entre
portugueses e indígenas e posteriormente com os negros, aonde as relações foram de
extrema violência entre os povos. Esta teoria contradiz coma teoria da democracia
racial, oriunda de:
Gilberto Freyre.
X Karl Marx.
Pincel Atômico - 25/10/2024 17:52:11 3/4
Florestan Fernandes.
Max Weber.
Nina Rodrigues
[360509_1617
49]
Questão
006
(IBFC, 2017) Leia o trecho a seguir: “[...] falar de gênero na escola é exercitar a
cidadania para o reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres. Acreditamos
que pouco importa se nascemos em um corpo sexado fêmea ou macho: temos o
direito de habitar nossos corpos como desejarmos sem medo de violência e
discriminação.” (Sexta-feira, 22 de julho de 2016. Justificando. Brito, Luciana. “Por que
falar de gênero nas escolas?) Acerca do fragmento anterior, assinale a alternativa
correta.
A questão de gênero deu grandes saltos na sociedade brasileira do ano de 2016 para
agora, muitas leis e decretos foram assinados em prol do movimento LGTB no Brasil,
logo essas discussões não precisam chegar às escolas.
Discutir gêneros não torna uma sociedade mais democrática, desde a liberação do
voto feminino em 1932 nada mudou na democracia brasileira.
Estudar gênero e sexualidade não é papel da escola, pois esta não é responsável por
determinar a sexualidade de ninguém.
X
Discutir Gênero e sexualidade não é determinar a sexualidade de ninguém, muito ao
contrário, é entender de que maneira a sexualidade é moldada histórica e socialmente
e questionar quais são as fronteiras entre a biologia/natureza e a psicologia/identidade.
Cabe a escola constituir cidadãos democráticos capazes de lidarem com a diversidade
e o respeito aos direitos humanos.
Não há necessidade de se falar em gênero e sexualidade em países que se mostram
livres de preconceitos como homofobia, que é o caso do Brasil.
[360510_1613
86]
Questão
007
O Brasil possui particularidades no seu processo de construção do capitalismo quando
comparado aos países de colonização espanhola.O seu processo deu no primeiro
momento mediante a instauração de uma monarquia, enquanto os outros países eram
repúblicas.
A chegada dos portugueses no século XV, todo um contexto de expansão marítima,
impulsionado pela necessidade das (os):
Economias europeias comercializarem com o Oriente.
Regiões mulçumanas e sua expansão marítima.
X Nações unidas para construção de novos reinos.
Japoneses na construção de novas civilizações.
Países africanos de se expandirem.
Pincel Atômico - 25/10/2024 17:52:11 4/4
[360509_1613
81]
Questão
008
Eu escrevia peças e apresentava aos diretores de circos.
Eles respondia-me:
- É pena você ser preta.
Esquecendo eles que eu adoro a minha pele negra, meu cabelo rustico.
Eu até acho o cabelo de negro mais iducado que o cabelo de branco.
Porque o cabelo de preto onde põe, fica.
É obediente.
E o cabelo de branco, é só dar um movimento na cabeça ele já sai do lugar.
É indisciplinado. Se é que existe reencarnações, eu quero voltar sempre preta. (DE
JESUS, CAROLINA MARIA, Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo,
editora Ática, 2014,p.64).
Carolina Maria de Jesus trás para nós a construção racial da sociedade brasileira e
sua falida democracia racial. Em suas obras ela critica essa ideia docilizada e
harmônica de construção social, a qual deixa intocados os conceitos relacionados a
superioridade branca que reverberavam:
Em harmonia social.
Em políticas de proteção aos nômades
Em políticas de proteção ao sudanês.
No amor ao outro.
X Em violência aos negros e mestiços.

Mais conteúdos dessa disciplina