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COMISSÁRIO DE VOO 
 
RESUMO 
 
Preparatório Banca ANAC 
 
 
 
 
BLOCO III PSS 
PRIMEIROS SOCORROS 
 
 
 
 
 
Com meticulosa seleção das questões da banca, concentramos todo o 
nosso foco no que realmente importa para você. Não perca tempo com 
informações desnecessárias. Tenha acesso exclusivo ao conteúdo 
essencial da banca para Comissário dos Blocos 1 ao 4. 
Shirley dos Santos Melo 
enfashirleymelo@gmail.com
HP1539169446
RESUMO PSS 
BLOCO III - PRIMEIROS SOCORROS E SAÚDE. 
PRIMEIROS SOCORROS 
Havendo hipóxia anóxica em paciente consciente, 
o tratamento adequado será a administração de
oxigênio.
 A diminuição da pressão parcial do oxigênio no
organismo é denominada hipóxia.
 A diminuição parcial da taxa de oxigênio no
organismo, levando ao aumento da frequência
cardíaca e diminuição da acuidade visual,
chegando ao desmaio, chama-se hipóxia.
 A deficiência de oxigênio ao nível dos tecidos
orgânicos é representada pela hipóxia.
 Um passageiro que apresenta dispneia deve
receber imediatamente oxigênio por máscara na
posição sentada.
 Os dois principais gases atmosféricos que devem
ser conhecidos pelo socorrista de bordo são
oxigênio e nitrogênio.
 A hipóxia é causada pela baixa da pressão parcial
do oxigênio no ar alveolar.
 A falta de oxigênio nos tecidos orgânicos é
conhecida por anóxia.
 A administração prolongada de oxigênio, em
passageiro portador de doenças pulmonares,
pode acarretar uma parada respiratória.
 O mal de altitude é acarretado pela queda da
pressão parcial do oxigênio.
 Um passageiro apresentou hipoxemia devido à
queda da pressão parcial do oxigênio em grandes
altitudes.
 A angina é um tipo de ataque cardíaco que ocorre
quando o tecido cardíaco fica pobre em oxigênio,
sem que ocorra a morte celular.
 A principal função da respiração é fornecer
oxigênio aos tecidos e eliminar gás carbônico.
 Das células que compõem o tecido sanguíneo, as
responsáveis pelo transporte de oxigênio são os
eritrócitos (hemácias).
 O uso de oxigênio a bordo deve ser feito de
maneira criteriosa, observando-se a necessidade
para tal e o tempo ideal de uso.
 O uso de oxigênio por máscara está indicado nos
passageiros com dispneia e cianose.
 Para uma pessoa com parada respiratória, o
método boca-a-boca é indicado, pois o ar
expirado pelo socorrista e introduzido na vítima,
além de oxigênio, contém gás carbônico, que é
estimulante do centro respiratório.
 O homem sobrevive privado totalmente de
oxigênio por cinco minutos.
 O cuidado que deverá ser tomado por um
socorrista, caso haja um sangramento vaginal
intenso, é manter a vítima deitada, aplicar bolsa
de gelo, manter as pernas mais altas que a cabeça 
e aplicar oxigênio por máscara.
 As intoxicações por gás (monóxido de carbono)
podem ser fatais. Nos intoxicados que ainda
respiram, deve-se aplicar oxigênio de imediato.
 O oxigênio terapêutico tem como finalidade
atender a passageiros e tripulantes com
insuficiência respiratória.
 Dispneia e cianose são problemas que exigem
suplemento de oxigênio.
 No caso de um afogado pálido, deve-se iniciar a
respiração artificial e, caso necessário, aplicar RCP 
com oxigênio.
 A melhor conduta no atendimento à crise de
hipóxia é o emprego terapêutico de oxigênio.
 A altitude a partir da qual se faz necessária a
suplementação de oxigênio é 10.000 pés.
 Fenômeno comum em altitudes elevadas, devido
às baixas taxas de oxigênio no ar, é a hipóxia.
 À deficiência parcial de fornecimento de oxigênio
às células, dá-se o nome de hipóxia.
 Entre os gases que compõem nossa atmosfera,
destacam-se como principais o nitrogênio e o
oxigênio.
 O tratamento adequado, em voo, para quadros
de dispneia intensa é administrar oxigênio.
 Para ministrar o oxigênio terapêutico do sistema
portátil, deve-se, entre outros procedimentos,
limpar o excesso de oleosidade da pele onde será
ajustada a máscara.
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 1 of 24
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enfashirleymelo@gmail.com
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Anotações 
 Em uma intoxicação por inalação, devemos 
remover a vítima para um lugar ventilado, 
desobstruir as vias aéreas e administrar oxigênio. 
 O procedimento que o comissário de voo executa, 
com o avião já nivelado, após despressurização 
súbita, para verificar a abertura dos 
compartimentos das máscaras de oxigênio e sua 
correta utilização pelos passageiros é chamado, 
em inglês, de WAP (walk around procedure). 
 Havendo hipóxia hipobárica em um paciente 
consciente, o tratamento adequado será a 
administração de oxigênio terapêutico. 
 De acordo com o manual do curso de comissário 
de voo, o cheque pré-voo a ser realizado no 
sistema portátil de oxigênio terapêutico deve 
incluir fixação, manômetro e presença de 
máscara oronasal. 
 A administração de oxigênio terapêutico com 
máscara facial umidificada é a conduta adotada 
em crises asmáticas acompanhadas de cianose. 
 Em caso de despressurização súbita da cabine de 
passageiros, máscaras de oxigênio estarão 
disponíveis, e essas máscaras, bem como seus 
geradores, fazem parte do sistema fixo da cabine 
de passageiros. 
 As agressões sofridas pelo organismo humano em 
uma descompressão de cabine incluem 
diminuição da pressão barométrica e da 
concentração de oxigênio. 
 Os sistemas que participam do processo de 
capacitação e transporte do oxigênio pelo corpo 
e da remoção e eliminação do gás carbônico são 
o respiratório e o circulatório. 
 Realizar a troca gasosa, levando oxigênio às 
células e eliminando o dióxido de carbono é 
função do sistema respiratório. 
 À medida que aumenta a altitude, a pressão 
barométrica diminui e a concentração de oxigênio 
também diminui. 
 Em um voo, à medida que a aeronave aumenta 
sua altitude, a pressão atmosférica diminui, 
diminuindo a temperatura e o oxigênio externos. 
 Quanto ao sistema circulatório, pode-se afirmar 
que o sangue arterial é rico em oxigênio. 
 Para o atendimento emergencial de um 
passageiro com dificuldade respiratória, 
encontra-se a bordo o sistema portátil de 
oxigênio terapêutico. 
 Quando realizar o “cheque” pré-voo do sistema 
portátil de oxigênio terapêutico, o comissário 
deve verificar a fixação do cilindro, o nível do 
manômetro e a existência de máscaras. 
 Dentre os principais recursos de primeiros-
socorros dentro do avião, temos os kits de 
primeiros-socorros, o sistema portátil de oxigênio 
terapêutico e o conjunto médico do kit de 
sobrevivência. 
 Ao administrarmos oxigênio terapêutico a um 
passageiro, além de monitorá-lo, temos de retirar 
o excesso de oleosidade e/ou maquiagem do 
rosto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 2 of 24
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 Ao sangue rico em oxigênio, dá-se o nome de 
arterial. 
 O sangue arterial é aquele rico em oxigênio. 
 O tratamento imediato em caso de intoxicação 
por fumaça, acompanhada de hipóxia, é a 
remoção do local e administração de oxigênio. 
 O oxigênio terapêutico de bordo deve ser 
utilizado quando necessário, observando-se os 
procedimentos de segurança. 
 O envoltório gasoso do planeta Terra, constituído 
essencialmente de oxigênio e nitrogênio, é a 
atmosfera. 
 Os recursos materiais de primeiros-socorros 
dentro da aeronave incluem conjunto médico, 
conjunto de primeiros socorros e sistema portátil 
de oxigênio. 
 Em caso de despressurização súbita, as aeronaves 
dispõem de um sistema fixo de oxigênio 
alimentado por cilindros e, conforme o tipo de 
aeronave, módulos geradores químicos. 
 A midríase paralítica é característica da parada 
cardiorrespiratória. 
 Em um passageiro com parada 
cardiorrespiratória, deve-se colocá-lo deitado e 
fazer massagem cardíaca e respiração boca-a-
boca numa proporção de 30 massagens para cada 
duas respirações (30x2), se estiver sozinho ou 
acompanhado. 
 A posição do socorrista ao realizar a manobra de 
reanimação cardiopulmonar Os órgãos localizados na cavidade abdominal 
incluem estômago, fígado e intestinos. 
 O órgão oco localizado sob o osso esterno, 
responsável pelo bombeamento de sangue, é o 
coração. 
 A taquicardia caracteriza-se por frequência 
cardíaca maior que 100 bpm. 
 A lei de Henry ajuda a compreender a formação 
de bolhas de nitrogênio nos tecidos do corpo 
humano. 
 A primeira conduta a ser adotada em caso de 
amputação traumática em um membro é a 
hemostasia. 
 Ao conjunto de órgãos ou tecidos relacionados 
que desempenham a mesma função vital, dá-se o 
nome de sistema. 
 A angina é um tipo de problema que ocorre 
quando há diminuição do fluxo de sangue que 
passa pelas artérias que irrigam o músculo 
cardíaco. 
 O atendimento imediato a um desmaiado 
consiste no afrouxamento de suas vestes, 
mantendo a cabeça abaixada. 
 O componente do sistema nervoso central que 
está localizado na caixa craniana é o encéfalo. 
 O ciclo circadiano se altera em função do 
cruzamento de fusos horários. 
 A pulsação normal de um adulto, em batimentos 
por minuto, é de aproximadamente 60 a 90. 
 Não é função do regulamento sanitário 
internacional estabelecer os limites de jornadas 
de trabalho dos aeronautas. 
 O deslocamento de uma articulação, com 
rompimento dos ligamentos, é denominado 
luxação. 
 As feridas provocadas por navalhas, lâminas, 
facas e cacos de vidro são do tipo incisas. 
 Quando o envenenamento é por ingestão de 
derivados de petróleo, substâncias ácidas ou 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 21 of 24
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corrosivas, o procedimento recomendado é não 
provocar vômito. 
 Dor de longa duração e opressiva, principalmente 
no peito, podendo irradiar-se para o pescoço, 
mandíbula e braços, acompanhada de dificuldade 
respiratória, pele fria, úmida e pálida, são 
sintomas indicativos de infarto do miocárdio. 
 A forma de aerodilatação que acomete os seios 
da face é chamada de barosinusite. 
 Forte reação alérgica, potencialmente fatal, que 
ocorre em função da ingestão de certos 
alimentos, injeção de medicamento específico ou 
picada de determinados insetos é chamada de 
choque anafilático. 
 Uma das condutas adotadas no atendimento a 
um epiléptico em crise é proteger o mesmo para 
que não se fira ao se debater. 
 A imobilização com a utilização de faixas é 
apropriada para os casos de luxação. 
 A conduta imediata adotada em caso de 
contaminação ocular é irrigar com água em 
abundância. 
 A ausência temporária dos movimentos 
respiratórios é definida como apneia. 
 Os componentes do sistema respiratório incluem 
faringe, laringe e pulmões. 
 Hematêmese é um sangramento oriundo do 
sistema digestivo. 
 O procedimento imediato em caso de obstrução 
nasal em adulto é comprimindo a narina não 
envolvida e assoar o nariz com delicadeza. 
 Ao estímulo, interno ou externo, que leva ao 
desequilíbrio homeostático, dá-se o nome de 
estresse. 
 É correto afirmar que, ao se fazer um curativo, 
devemos limpar a superfície do ferimento com 
água ou soro, sem remover os coágulos. 
 A insolação é um fenômeno que acomete o 
indivíduo exposto ao calor excessivo e à ação 
direta dos raios solares. 
 Os componentes do sistema urinário incluem 
bexiga e ureteres. 
 A sequência correta no atendimento a uma 
parada cardíaca é compressões, desobstrução 
das vias aéreas e ventilações. 
 O trajeto do sangue entre pulmão e coração é 
denominado pequena circulação. 
 Diarreia intensa, seguida de desidratação, é uma 
das características da cólera. 
 O movimento do sangue que sai do ventrículo 
direito através da artéria pulmonar e, depois de 
oxigenado, retorna ao átrio esquerdo pelas veias 
pulmonares, é denominado pequena circulação. 
 Febre, cefaleia intensa, náuseas, vômitos, dor na 
nuca e enrijecimento do pescoço são alguns dos 
indicativos de meningite. 
 Os componentes do sistema nervoso central 
incluem o encéfalo e a medula espinhal. 
 A altitude máxima compatível com a fisiologia 
humana é 10.000 pés. 
 Ao estudo do corpo humano, de qualquer animal 
ou vegetal para o conhecimento de sua 
organização, dá-se o nome de anatomia. 
 Em caso de envenenamento por contato com 
substância tóxica, deve-se retirar as peças de 
roupa atingidas pela substância e lavar o local 
com água em abundância. 
 Os componentes do sistema urinário incluem 
rins, bexiga e uretra. 
 A contusão relativamente forte, em que haja 
rompimento de vasos sanguíneos, resultando em 
edema, apresentará um hematoma. 
 Para que se mantenham o conforto e a segurança 
a bordo de uma aeronave voando em altitudes 
elevadas, temos os sistemas de condicionamento 
de ar e pressurização. 
 Devido à aerodilatação, o indivíduo que voe 
resfriado pode ser acometido pela barotite. 
 A menor porção de massa organizada da matéria 
viva é a célula. 
 A menor porção de massa organizada da matéria 
viva denomina-se célula. 
 Dor seguida de sensação de aperto no peito, com 
irradiação para os membros superiores, 
principalmente do lado esquerdo, são sintomas 
de infarto agudo do miocárdio. 
 Os sintomas da asma incluem cansaço, chiado e 
tosse constante. 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 22 of 24
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 Afrouxar as vestes e manter a cabeça baixa é o 
atendimento adotado em casos de desmaio. 
 A primeira conduta adotada no socorro de um 
afogado, após removê-lo da água, será abrir as 
vias aéreas e iniciar a ventilação pulmonar. 
 A medida adotada para retirar um corpo estranho 
do nariz é comprimir a narina não obstruída e 
expelir o ar pela outra. 
 A perda breve e repentina da consciência, de 
rápida recuperação, que pode ser atribuída a 
múltiplas causas é o desmaio. 
 Ao viajar com dentes cariados ou mal obturados, 
o indivíduo estará sujeito a ter uma 
aerodontalgia. 
 A perda de líquidos em voo, que torna necessária 
a ingestão frequente de líquidos (não alcoólicos), 
é causada pelo teor reduzido de umidade da 
cabine. 
 Os sinais que caracterizam uma parada 
respiratória são ausência de respiração e cianose. 
 Com relação ao conjunto médico existente na 
aeronave, cabe ao comissário, em caso de 
utilização do mesmo, anotar a medicação usada, 
o nome e o CRM do médico que a ministrou. 
 Os sintomas mais comuns da meningite são 
rigidez na nuca, cefaleia e náuseas. 
 Após o nascimento, deve-se manter o bebê com 
a cabeça mais baixa que o corpo e limpar-lhe a 
boca e o nariz. 
 Um dos sintomas da cólera é diarreia intensa. 
 As fossas nasais e a traqueia são componentes do 
sistema respiratório. 
 Doenças infectocontagiosas incluem hepatite e 
meningite. 
 A luminosidade excessiva e a baixa umidade do ar 
durante o voo são alguns dos principais fatores 
causadores de estresse. 
 Diante de um caso de ingestão de substância 
tóxica, o socorrista deve em primeiro lugar avaliar 
o local e tentar identificar o tipo de substância 
ingerida. 
 Para se fazer uma respiração boca-a-boca, a 
posição da cabeça do socorrido deverá estar 
hiperestendida. 
 As alterações da respiração, que a fazem mais 
rápida ou mais lenta que o normal, são 
denominadas taquipneia e bradipneia. 
 Ao movimento do sangue que sai pela aorta e 
retorna pelas veias cavas inferior e superior de 
volta ao átrio direito, dá-se o nome de grande 
circulação. 
 Os vasos sanguíneos de calibre menor, 
responsáveis por fazer a conexão entre os vasos 
maiores são denominados capilares. 
 O trajeto percorrido pelo sangue do coração até o 
pulmão e retornando ao coração, para que ocorra 
a oxigenação sanguínea, é denominado pequena 
circulação. 
 Diminuição da frequência respiratória, maior 
dificuldade na expiração que na inspiração e 
ruídos respiratórios audíveis são sintomas de uma 
crise asmática. 
 Ao estudo das funções e do funcionamento das 
células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres 
vivos, dá-se o nomede fisiologia. 
 Doenças cujo contágio se dá através de via 
respiratória incluem gripe, síndrome respiratória 
aguda grave (SARS) e tuberculose. 
 Os órgãos que eliminam os dejetos, filtrando o 
sangue e formando a urina são os rins. 
 Abrir e fechar a boca e bocejar são manobras 
adotadas para aliviar os efeitos da barotite. 
 A malária é transmitida através da picada de 
mosquito. 
 Após um parto a bordo, o cuidado que se deve ter 
com o bebê, depois de limpá-lo, é agasalhá-lo. 
 A infecção causada pelo bacilo de Koch que 
costuma afetar os pulmões e é transmitida pela 
inalação de gotículas de secreção respiratória de 
um indivíduo doente é a tuberculose. 
 Fadiga, tontura, lassidão e cefaleia são sintomas 
associados, quando em voo, à hipóxia. 
 O estômago é um órgão localizado na cavidade 
abdominal. 
 De acordo com a Organização Mundial de Saúde 
(OMS), a definição de saúde é um estado 
completo de bem-estar físico, mental e social. 
 O aeronauta costuma enfrentar condições 
ambientais, físicas e emocionais adversas em seu 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 23 of 24
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Anotações 
trabalho. Tais condições podem, isolada ou 
conjuntamente, levá-lo ao estresse do voo. 
 O atendimento adotado em caso de afogado 
inconsciente e cianótico pelo comissário é abrir as 
vias respiratórias e iniciar a ventilação pulmonar. 
 Receber informações sobre variações internas e 
externas e produzir respostas a essas variações é 
a função básica do sistema nervoso central. 
 O intestino grosso está localizado na cavidade 
abdominal. 
 Cansaço, falta de ar e sibilância (chiado) são 
sintomas exclusivos de asma. 
 A medula é um componente do sistema nervoso 
central, localizado e protegido pela coluna 
vertebral. 
 À temperatura constante, os volumes ocupados 
por uma mesma massa gasosa são inversamente 
proporcionais às pressões que suportam, 
conforme a lei de Boyle. 
 Os ferimentos no tórax podem ser graves, 
especialmente por comprometerem a respiração. 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 24 of 24
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HP1539169446deverá ser ao lado 
do ombro da vítima. 
 No início da reanimação cardiopulmonar, se o ar 
insuflado não chega aos pulmões, a conduta será 
reposicionar a cabeça da vítima e, caso o ar 
continue não entrando, realizar a manobra de 
compressão subdiafragmática por 10 vezes. 
 O socorro eficiente deverá ocorrer, 
preferencialmente, antes do 4° minuto em que o 
indivíduo se encontra em parada cardiopulmonar. 
 Ao se realizar a massagem cardiorrespiratória 
(RCP), objetiva-se a oxigenação e circulação 
sanguínea até a chegada dos médicos. 
 Um passageiro com sintomas de cardiopatia que 
solicita um remédio do kit médico de bordo deve 
ser atendido pelo comissário, que deverá avisar a 
outro membro da equipe para que este solicite a 
presença de um médico. 
 Em caso de parada cardiorrespiratória em adulto, 
com atendimento realizado por apenas um 
socorrista, a quantidade de massagens que 
deverá ser feita após a sequência de duas 
respirações é de 30. 
 A possibilidade de interrupção de uma manobra 
de RCP depois de iniciada ocorre com o retorno 
espontâneo dos movimentos 
cardiorrespiratórios. 
 A ausência de pulso carotídeo é o principal 
sintoma de uma parada cardiorrespiratória. 
 Ciclos contínuos de compressões torácicas, 
abertura das vias aéreas e insuflações são 
procedimentos adotados em caso de parada 
cardiorrespiratória. 
 No caso de parada cardiorrespiratória, um único 
socorrista efetuará massagens cardíacas em 
número de 30 em relação às insuflações. 
 Na parada cardiorrespiratória, o método de 
reanimação tem por objetivo oxigenar e circular o 
sangue até que seja iniciado o tratamento 
apropriado. 
 Os sinais de uma parada cardiorrespiratória 
incluem extremidades cianóticas, ausência de 
pulso e dos batimentos cardíacos. 
 Os componentes do sistema cardiovascular 
incluem coração, veias e artérias. 
 Em caso de parada cardiorrespiratória, deve-se 
empregar a manobra de reanimação 
cardiopulmonar (RCP). A relação entre a 
compressão cardíaca e a insuflação deve ser de 30 
x 2. 
 Segundo os protocolos do American Heart 
Association, o socorrista leigo, ao constatar a 
parada cardiorrespiratória, deve iniciar uma série 
de 30 compressões, após fazer 2 ventilações de 
resgate, até ter acesso a um desfibrilador ou até 
a chegada de atendimento profissional. Durante 
este procedimento, não há necessidade de 
verificar a presença de sinais de circulação. 
 Em uma reanimação cardiopulmonar em crianças 
de 1 a 8 anos, a relação compressão x ventilação 
é de 30 x 2. 
BLOCO III PSS - PRIMEIROS SOCORROS 3 of 24
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 O ciclo de reanimação cardiopulmonar (rcp) em 
crianças consiste em 30 compressões por 2 
insuflações. 
 Devido à possibilidade de provocar uma 
emergência obstétrica, o voo deve ser 
contraindicado para gestantes acima do sétimo 
mês. 
 O procedimento de emergência que faz cessar a 
hemorragia de um ferimento denomina-se 
hemostasia. 
 Em um pouso de emergência, o passageiro feriu 
sua cabeça, levantando um retalho do couro 
cabeludo. O ferimento traumático produzido foi 
lacerocontuso. 
 Um tripulante obeso pode ter dificuldade na 
locomoção em uma emergência. 
 Após uma evacuação de emergência com feridos, 
o comissário responsável deverá examinar as 
vítimas, avaliando inicialmente aquelas que 
estejam em condições claras de risco de morte. 
 Parto de emergência é aquele que ocorre fora do 
ambiente médico-hospitalar. 
 As emergências podem ser divididas em clínicas e 
traumáticas. 
 As emergências podem ser divididas em 
traumáticas e clínicas. 
 A despressurização rápida da aeronave e 
consequente diminuição da pressão atmosférica 
acarretam hipóxia. 
 Dentre os tipos de despressurização que podem 
ocorrer em voo, temos a lenta (do tipo 
vazamento) e a explosiva. 
 Uma despressurização rápida durante um voo 
acima de 25 mil pés acarreta uma diminuição da 
pressão atmosférica dentro da aeronave, 
causando nos ocupantes hipóxia hipobárica. 
 Qualquer objeto que impeça a completa vedação 
da porta de um avião poderá acarretar, durante o 
voo, um vazamento denominado 
despressurização. 
 Ao período em que o ser humano permanece 
consciente após uma despressurização súbita, dá-
se o nome de tempo útil de consciência (TUC) ou 
tempo útil de lucidez (TUL). 
 Uma despressurização súbita durante um voo 
acima de 25.000 pés acarreta uma diminuição da 
pressão dentro da aeronave, levando os 
passageiros a um quadro de dispneia. 
 O aeroembolismo ocorre caso haja 
despressurização da cabine em voo a partir da 
altitude de 30.000 pés. 
 A Serotite pode se instalar durante uma descida 
da aeronave devido à inadequada equalização da 
pressão da cabine com a do interior do ouvido 
médio. 
 Durante o voo de cruzeiro, a pressão do ouvido 
médio deve estar equalizada com a pressão da 
cabine da aeronave. 
 A descompressão, que é a diminuição progressiva 
ou rápida da pressão atmosférica em voo, age 
sobre o ouvido médio, seios da face e gases das 
cavidades digestivas. 
 A labirintite é uma patologia originária do ouvido 
interno. 
 No interior do ouvido médio existe ar. 
 O ouvido médio comunica-se com o exterior por 
meio da trompa de eustáquio. 
 Uma criança de colo, tanto no pouso quanto na 
decolagem da aeronave, apresenta choro forte 
com movimentação e contração dos braços, 
provavelmente devido a dor de ouvido. 
 A dor de ouvido causada durante os 
procedimentos de subida e descida da aeronave 
se deve à aerotite. 
 A membrana timpânica situa-se no ouvido médio 
e externo. 
 A manobra de Valsava é usada na recuperação da 
ventilação do ouvido médio. 
 Palidez, suores frios, vertigens, zumbidos nos 
ouvidos e a impressão angustiante de que vai 
desmaiar caracterizam a lipotimia. 
 Dentro do ouvido médio temos ar. 
 A estrutura que comunica o ar contido dentro do 
ouvido médio com o exterior é a tuba auditiva. 
 Uma vítima apresenta-se deitada no local do 
acidente com saída de sangue pelo ouvido. Na 
palpação, constatam-se sinais de afundamento 
craniano e sangue. A conduta do comissário é 
imobilizar com faixas, deixando o sangue do 
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ouvido sair livremente, e manter a vítima em 
jejum. 
 Quando inicia a pressurização com a subida da 
aeronave, o ouvido médio pode ser afetado, 
ocasionando ensurdecimento. 
 Abrir as vias aéreas, aproximar o ouvido da boca 
e nariz da vítima, observar o movimento do tórax, 
ouvir o ruído da respiração e sentir a saída de ar 
da vítima são técnicas para verificar a respiração 
da vítima. 
 Durante o procedimento de decolagem, um 
passageiro queixa-se de dor de ouvido intensa, o 
que indica que ele pode estar sendo vítima de 
aerotite. 
 Perda de sangue ou líquido cefalorraquidiano 
pelo nariz ou ouvidos, confusão mental 
progressiva e paralisia unilateral são sintomas de 
trauma crânio-encefálico. 
 A diminuição súbita da pressão atmosférica em 
voo compromete principalmente o ouvido médio, 
seios da face e gases do aparelho digestivo. 
 Na subida da aeronave, quando a cabine começa 
a ser pressurizada, o ar contido no ouvido médio 
dilata-se, provocando ensurdecimento. 
 O procedimento não invasivo que visa equalizar a 
pressão do ouvido e que consiste na tentativa de 
expulsão forçada do ar contra os lábios e nariz 
fechados denomina-se Valsalva. 
 O labirinto, também conhecido como orelha ou 
ouvido interno, congrega as funções de audição e 
equilíbrio. 
 A formação de bolhas de nitrogênio em várias 
partes do organismo é chamada de 
aeroembolismo. 
 Sintomas como cefaleia, “formigamento” no 
corpo e falta de coordenação motora indicam 
aeroembolismo. 
 A melhor medida de proteção do passageiro 
contra o aeroembolismo é uma cabine 
pressurizada. 
 Os sintomas e sinais do aeroembolismo começam 
a manifestar-se a partir de 30.000pés. 
 Em condições normais de operação, a ocorrência 
do aeroembolismo nas pessoas a bordo de uma 
aeronave em voo é evitada em função da 
pressurização da cabine. 
 Dor nos ombros, cotovelos e joelhos são 
indicativos de aeroembolismo na sua forma 
articular. 
 O sintoma que mais evidencia a forma articular 
de aeroembolismo é a dor nos cotovelos. 
 Intenso prurido, localizado geralmente no tronco, 
é um indicativo de aeroembolismo na sua forma 
cutânea. 
 O sintoma que mais evidencia a forma cutânea de 
aeroembolismo é o prurido. 
 Nevralgia, cefaleia e ansiedade são indicativos de 
aeroembolismo em sua forma nervosa. 
 À formação de bolhas gasosas nos tecidos e 
cavidades, causada por queda súbita de pressão 
na cabine, dá-se o nome de aeroembolismo. 
 O sintoma mais indicativo da forma nervosa de 
aeroembolismo é a cefaleia. 
 O sintoma que mais evidencia a forma pulmonar 
do aeroembolismo é a dor torácica. 
 Cefaleia intensa, perda da coordenação motora e 
formigamento no corpo são alguns dos sintomas 
do aeroembolismo. 
 As alterações que surgem no organismo em 
decorrência das variações da pressão atmosférica 
são denominadas disbarismo. 
 A sinusite causada pela alteração da pressão 
atmosférica pode acometer um passageiro 
durante um voo, principalmente se este estiver 
gripado. 
 Numa cabine pressurizada, com o aumento da 
altitude, a pressão permanece equalizada. 
 À medida que se ganha altura na atmosfera, a 
pressão atmosférica diminui. 
 As aerossinusites e as aerotites são 
desencadeadas pelas oscilações de pressão 
atmosférica. 
 A medida da pressão atmosférica ao nível do mar 
é de 760 mmHg. 
 O efeito no corpo humano com a descompressão 
é a diminuição da pressão. 
 Um dos fatores que impede a tendência dos 
pulmões se colarem é a pressão intrapleural. 
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Anotações 
 Caso um acidentado apresente um ferimento 
com hemorragia abundante em um membro, o 
método de hemostasia a ser empregado é o de 
compressão. 
 A imobilização provisória de uma fratura deve ser 
feita com talas rígidas e acolchoadas, sem pressão 
excessiva. 
 A hemorragia arterial, por ser grave, deve ser 
tratada usando-se o garrote com afrouxamento a 
cada 15 minutos se a compressão no local não der 
certo. 
 O garrote ou torniquete é uma medida de 
hemostasia que deve ser aplicada somente se a 
compressão no local não der certo, desde que 
seja nos membros. 
 Os parâmetros que melhor representam os dados 
vitais são frequência de pulso, frequência 
respiratória, temperatura e pressão arterial. 
 Hemorragia no couro cabeludo deve ser contida 
através de hemostasia e compressão suave do 
local. 
 A conduta a ser adotada em caso de epistaxe é: 
compressão, compressas frias e tamponamento. 
 Ao deparar-se com um corpo estranho no globo 
ocular, deve-se ocluir sem compressão, mas antes 
lavar abundantemente com água e soro 
fisiológico. 
 No caso de um afogado, a conduta indicada é 
colocá-lo em decúbito dorsal com compressão 
abaixo do peito. 
 A aerossinusite ocasionada pela decolagem da 
aeronave tem como causa a diferença de pressão 
atmosférica. 
 Após ter sido feita a compressão local em uma 
hemorragia na perna, o membro afetado deve 
ficar elevado. 
 As técnicas mais indicadas para socorristas leigos 
realizarem a hemostasia incluem compressão 
direta do local, elevação do membro afetado e 
compressão dos pontos arteriais próximos. 
 Dores articulares e barotite são manifestações no 
organismo humano decorrentes da variação da 
pressão atmosférica. 
 À expansão gasosa nas cavidades do corpo, 
resultado do efeito mecânico da depressão 
barométrica, dá-se o nome de aerodilatação. 
 Reações cutâneas, diminuição da pressão arterial, 
distúrbios da circulação sanguínea, inchaço 
generalizado e asfixia por edema de glote são 
sintomas da crise anafilática. 
 As aerobaropatias são manifestadas em função 
das variações da pressão atmosférica. 
 A primeira conduta a ser adotada diante de uma 
hemorragia no couro cabeludo é efetuar 
hemostasia por compressão. 
 À medida que a aeronave sobe, a pressão 
barométrica diminui. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 A aerosinusite é desencadeada pela oscilação da 
pressão atmosférica. 
 A solubilidade de um gás em um líquido é 
diretamente proporcional à sua pressão parcial. 
Este é, basicamente, o enunciado da lei de Henry. 
 As alterações orgânicas decorrentes das variações 
da pressão atmosférica ocorridas em cabines 
pressurizadas são conhecidas como disbarismo. 
 Podemos dizer que, quanto maior a altitude, 
menor a temperatura e menor a pressão 
atmosférica. 
 A doença da descompressão é uma forma de 
disbarismo caracterizada pela formação de 
bolhas de gases normalmente dissolvidos no 
sangue. 
 Durante exposições à baixa pressão atmosférica, 
o volume dos gases presentes nas cavidades do 
corpo aumenta. 
 A lei de Dalton define que a pressão total de uma 
mistura de gases é igual à soma das pressões 
parciais de cada gás da mistura. 
 À medida que a altitude aumenta, ocorre a 
diminuição da pressão atmosférica e, 
consequentemente, um aumento do volume dos 
gases no organismo. 
 A pressão total de uma mistura gasosa é igual à 
soma das pressões parciais de cada gás da 
mistura. Este é basicamente o enunciado da lei de 
Dalton. 
 Uma das técnicas usadas em caso de hemorragia 
externa é a compressão dos pontos arteriais 
próximos. 
 Em caso de hemorragia, as técnicas que devem 
ser empregadas para realizar a hemostasia 
incluem compressão direta do local, elevação do 
membro afetado e compressão dos pontos 
arteriais próximos. 
 A hemostasia em um membro com ferimento 
hemorrágico deve ser feita com compressão e 
elevação do membro. 
 A expansão gasosa nas cavidades corporais, 
devido ao efeito mecânico da pressão 
barométrica, denomina-se aerodilatação. 
 De acordo com a lei de Boyle, quando o ser 
humano fica exposto à baixa pressão 
barométrica, o volume de um gás normalmente 
presente nas cavidades do corpo aumenta. 
 Em uma turbulência, o avião pode sofrer uma 
inclinação e os passageiros podem apresentar 
desorientação espacial. 
 Os sintomas mais comuns em passageiros 
expostos à hipóxia de altitude são alterações 
visuais e leves desmaios. 
 O passageiro que demonstra medo sempre 
recorre ao comissário de bordo procurando ajuda 
e apoio; portanto, deve-se apoiá-lo moralmente, 
mostrando a segurança das aeronaves. 
 Em passageiros desmaiados que já se encontram 
deitados no corredor, é fundamental lateralizar a 
cabeça para evitar a aspiração de vômito para os 
pulmões. 
 Um passageiro com dor forte e constante no 
tórax, podendo irradiar-se para os braços, 
sudorese, agitação, aparência de sofrimento com 
palidez e pulso fino, provavelmente está sofrendo 
um infarto agudo do miocárdio. 
 Um passageiro com placas avermelhadas por 
todo o corpo, acompanhadas de coceira e 
inchaço, provavelmente está tendo uma reação 
alérgica. 
 Um passageiro que, após grande ingestão de 
bebidas alcoólicas, apresenta sudorese intensa 
deve receber café com açúcar na falta de água 
açucarada para tratamento. 
 Para o atendimento a um passageiro com enjoo, 
deve-se reclinar a cabeça para trás, melhorar a 
ventilação e afrouxar as vestes. 
 Nos passageiros que se excedem na bebida 
alcoólica e passam a apresentar um quadro de 
coma superficial, podemos colocá-los deitados 
com a cabeça fletida para trás e virada para o 
lado. 
 A alergia causada por alimentos pode ser 
perigosa, pois em alguns passageiros pode levar a 
parada respiratória. 
 As conjuntivites são frequentes a bordo, em 
virtude do ressecamento da cabine de 
passageiros. Com “vermelhidão” e “coceira” nosolhos, aconselha-se o uso de colírios. 
 Após grande ingestão de bebida alcoólica, um 
passageiro apresenta-se caído e com sudorese 
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intensa. Deve-se administrar café com açúcar ou 
água açucarada. 
 Um passageiro sente forte dor na região 
abdominal direita que se estende para o membro 
inferior direito, fica na posição antálgica e 
apresenta febre alta. Estes sintomas são 
classificados como urgência, pois o tratamento 
deve ser iniciado dentro de poucas horas, 
havendo risco de complicações. 
 Em passageiros desmaiados, o socorro imediato 
deve ser deixá-los deitados e elevar suas pernas. 
 Um passageiro apresenta distúrbio de 
comportamento, taquisfigmia, hipotermia, má 
coordenação motora, distúrbios de consciência 
indo até o coma devido à ingestão excessiva de 
uma substância líquida que não é água. Portanto, 
ele tem hipoglicemia. 
 O primeiro sintoma de um passageiro que se 
encontra em trabalho de parto são as contrações 
uterinas. 
 Os passageiros que estão sob oxigenoterapia por 
máscara devem ser atentamente vigiados porque 
podem evoluir para parada respiratória. 
 A pulsação de um passageiro pode ser 
determinada preferencialmente nas artérias 
radiais e carotidianas. 
 A imobilização provisória é obrigatoriamente feita 
nos passageiros que tenham sofrido uma luxação 
ou fratura. 
 Os passageiros inconscientes devem ser 
transportados com a cabeça lateralizada para 
evitar a aspiração em caso de vômito. 
 Para proceder à massagem cardíaca externa, 
deve-se colocar o passageiro em decúbito dorsal, 
em um lugar fixo e duro. 
 Um passageiro em parada respiratória, vítima de 
asfixia por corpo estranho, deve receber 
atendimento adequado, que consiste em retirar o 
corpo estranho e, se necessário, aplicar a 
respiração. 
 Uma lesão de cabeça com sangramento intenso, 
mas sem maiores complicações, e na qual o 
passageiro se mantém consciente, é do tipo 
superficial. 
 Colocar o passageiro sentado com a cabeça para 
trás e apertar-lhe as narinas durante cinco 
minutos é o tratamento adequado em caso de 
hemorragia nasal. 
 Em caso de ingestão acidental ou voluntária de 
doses letais de medicamentos, deve-se fazer uma 
lavagem gástrica se o passageiro estiver 
consciente e se a ingestão tiver ocorrido há, no 
máximo, quatro horas. 
 Como primeira medida de assistência no caso de 
uma crise convulsiva epilética, deve-se afrouxar 
as vestes do passageiro e deixá-lo debater-se, 
protegendo-o. 
 Um passageiro apresenta cefaleia, náuseas, ânsia 
e mal-estar epigástrico, chegando até o vômito, 
devido ao mal do ar causado pelo movimento da 
aeronave. 
 Nas hemorragias internas de passageiros a bordo, 
o único recurso que pode ser utilizado é colocá-
los deitados com as pernas para cima, apoiadas 
no encosto da poltrona. 
 Em um acidente de aviação, um passageiro sofreu 
contusão nasal que começou a sangrar pela 
narina direita. O primeiro socorro será manter a 
vítima recostada numa cadeira, fletir sua cabeça 
para trás e comprimir a asa do nariz do lado 
afetado de encontro ao septo nasal. 
 No estado de choque, em benefício do 
passageiro, o comissário deve executar o seguinte 
tratamento: repouso absoluto, aquecimento e 
cabeça baixa. 
 No choque hipovolêmico ocorrido por perda 
sanguínea arterial, o socorro imediato deve ser 
colocar o passageiro no corredor, com as pernas 
para cima, apoiadas no assento. 
 Um passageiro acidentado só pode ser removido 
do local onde se encontra depois de ser 
devidamente examinado e se forem usadas 
técnicas de transporte. 
 Um passageiro que sofreu uma contusão 
abdominal dentro da aeronave e evoluiu para 
alterações vitais, apresentando palidez, sudorese, 
pulso fino e acelerado (fraco), hipotensão, sede e 
confusão mental, entre outros, está em choque 
hipovolêmico. 
 A um passageiro com crise asmática e aparência 
cianótica, deve-se ministrar a oxigenoterapia 
umidificada. 
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 Um passageiro em crise convulsiva deve ter, como 
socorro imediato, as vestes afrouxadas e a 
proteção das áreas que podem sofrer traumas. 
 O tratamento apropriado para um passageiro em 
choque é manter a cabeça mais baixa. 
 Não se deve ministrar líquidos a um passageiro 
em estado de choque. 
 Um passageiro alcoolizado e consciente deve 
receber líquidos com açúcar. 
 A conduta a ser adotada no atendimento de um 
passageiro com hematêmese é lateralizar a 
cabeça, colocá-lo em decúbito dorsal e aplicar 
gelo. 
 Ao sofrer um desmaio, o passageiro deve ter seus 
membros inferiores elevados para aumentar a 
irrigação de sangue para o cérebro. 
 Um passageiro engasgado, com obstrução parcial, 
que tosse vigorosamente, deve ser observado e 
estimulado a tossir até expulsar o objeto. 
 A conduta a ser adotada no atendimento a um 
passageiro com quadro de hematêmese é reclinar 
a poltrona, mantendo a cabeça lateralizada, e 
aplicar compressa de gelo sobre o estômago. 
 Quando um passageiro é vítima de convulsão 
durante o voo, o procedimento indicado para o 
atendimento à vítima é afastar objetos que 
possam machucá-la, deixá-la debater-se e mantê-
la sob observação. 
 Um passageiro com taquisfigmia apresentará 
aceleração do pulso. 
 Para um passageiro vítima de hipotermia, o 
procedimento de primeiros socorros deve ser 
envolvê-lo em cobertores para aquecê-lo e 
observá-lo. 
 Colocar o passageiro sentado com a cabeça para 
trás e pinçar as narinas na sua porção 
cartilaginosa é o tratamento adequado em caso 
de sangramento nasal. 
 O passageiro que apresentar uma hemorragia 
leve como consequência de ferimento na mão 
deve ser tratado com curativo compressivo. 
 A convulsão pode acometer passageiros que 
estejam com hipertermia. 
 A prestação de primeiros socorros, encargos 
relativos à segurança e ao atendimento do 
passageiro a bordo, é de responsabilidade do 
comissário. 
 Caso um passageiro apresente uma forte dor no 
peito, porém de curta duração, pode-se concluir 
que está com sintomas de angina. 
 No caso de socorro a um passageiro que 
apresente crise convulsiva epilética, deve-se 
protegê-lo do entorno, deixá-lo debater-se, 
lateralizando sua cabeça após a crise. 
 O procedimento a ser adotado em um passageiro 
que tenha sofrido uma contusão no braço é 
aplicar compressa gelada e enfaixá-lo. 
 Após um acidente, caso um passageiro apresente 
uma fratura no antebraço, o socorrista deverá 
proteger o local com um pano, colocar talas 
amarradas com tiras acima e abaixo da lesão, e 
usar uma tipoia. 
 Ao socorrer um passageiro vítima de queimadura 
química, deve-se, devidamente protegido, retirar 
as roupas impregnadas com o agente químico e 
lavar a área afetada com água em abundância. 
 Uma pessoa prestes a sofrer um desmaio 
(lipotimia) deve ter a sua cabeça mantida baixa 
para aumentar a irrigação cerebral. 
 Colocar o indivíduo em lugar fresco e bastante 
ventilado, protegido dos raios solares, 
afrouxando suas roupas e colocando uma bolsa 
de gelo na fronte, são procedimentos adotados 
em pessoas acometidas de insolação ou 
intermação. 
 A conduta realizada em um epilético será 
proteger a pessoa para que não se machuque ao 
debater-se. 
 Em pessoa alcoolizada, porém não agressiva, 
deve-se oferecer líquidos bem açucarados. 
 Em pessoas que apresentam diarreia abundante, 
uma grave complicação que pode ocorrer é a 
desidratação. 
 Com relação à Síndrome da Imunodeficiência 
Adquirida (AIDS), pode-se afirmar que não é 
transmissível pelo contato interpessoal. 
 Fatores que contribuem para a saúde e 
proporcionam boa aparência pessoal incluem 
asseio corporal, alimentação equilibrada e 
descanso. 
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HP1539169446Anotações 
 Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma 
pessoa para ser considerada saudável deve estar 
em equilíbrio mental, social e físico. 
 Ao depilar a perna, uma pessoa cortou-se, 
estabelecendo uma ferida do tipo incisa. 
 O tratamento para pessoas que apresentam 
vertigem a bordo é colocar a vítima com a cabeça 
apoiada numa mesma posição no encosto da 
poltrona, afrouxar as vestes, fechar os olhos e 
mostrar a segurança da aeronave. 
 Alimentação equilibrada e descanso são fatores 
que contribuem para a saúde e a aparência 
pessoal. 
 Para uma pessoa apresentar uma saúde 
adequada, existem fatores que contribuem, tais 
como descanso adequado e alimentação 
equilibrada. 
 Em caso de intermação, deve-se afrouxar as 
vestes, aplicar gelo na região frontal e 
administrar, se a pessoa estiver consciente, água 
potável, entre outros procedimentos. 
 A pessoa com dificuldade em expirar e que 
apresenta ruídos ao respirar possui asma. 
 À incidência de uma determinada doença em 
várias partes do planeta, que atinge um número 
significativo de pessoas, dá-se o nome de 
pandemia. 
 Ao encontrar uma pessoa desmaiada, caída no 
chão, devemos afastar curiosos, afrouxar as 
vestes, elevar os membros inferiores e arejar o 
ambiente. 
 Bater vigorosamente nas costas de uma pessoa é 
um dos procedimentos adotados para retirar um 
corpo estranho de sua laringe. 
 A conduta correta a ser adotada em uma pessoa 
para desobstrução de suas vias aéreas, quando 
obstruídas por corpo estranho, é bater 
vigorosamente com as mãos abertas em suas 
costas. 
 As doenças infectocontagiosas incluem hepatite, 
meningite e tuberculose. 
 A malária e a doença de Chagas são consideradas 
doenças endêmicas. 
 A hepatite, meningite e a tuberculose são 
classificadas como doenças infectocontagiosas. 
 As doenças comuns na infância incluem 
coqueluche, rubéola e sarampo. 
 As doenças endêmicas mais comuns no Brasil 
incluem malária, febre amarela e 
esquistossomose. 
 As doenças contagiosas que constituem quadros 
característicos da infância e que contraindicam o 
voo incluem sarampo, rubéola e coqueluche. 
 A malária e a febre amarela são doenças típicas 
da Amazônia. 
 Tuberculose, hanseníase e hepatite são doenças 
classificadas como infectocontagiosas. 
 Ao tratar um acidentado com hemorragia 
externa, o socorrista deve ter o cuidado de se 
preservar, evitando uma possível contaminação 
por doenças, tais como AIDS e hepatite. 
 As doenças transmissíveis ao socorrista pelo 
sangue incluem hepatite B e AIDS. 
 Como medida profilática, o regulamento sanitário 
internacional estabelece junto às empresas 
aéreas a notificação obrigatória de doenças 
transmissíveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Das doenças relacionadas, a transmitida através 
da picada de mosquitos é a malária. 
 As doenças epidêmicas são aquelas que têm sua 
incidência aumentada subitamente em 
determinado período em uma dada localidade. 
 Quando for executada a RCP por somente um 
socorrista, a cada duas ventilações deve ser 
efetuado um número de 30 massagens. 
 Ao realizar a RCP com 2 socorristas, o auxiliar que 
irá desobstruir as vias aéreas deverá ficar na 
posição ao lado da vítima e na altura do ombro. 
 O ciclo adotado em casos de RCP em adultos 
consiste em 30 compressões por 2 insuflações. 
 Para que um socorrista efetue adequadamente 
uma RCP, ele deve posicionar-se ao lado da 
vítima, ao nível de seus ombros. 
 O ciclo adotado em caso de RCP em lactentes 
consiste em 30 compressões por 2 insuflações. 
 O ciclo de 30 compressões por 2 insuflações é 
adotado em casos de RCP para lactentes, crianças 
e adultos, exceto recém-nascidos. 
 Durante uma RCP com 2 socorristas, o 
posicionamento do elemento responsável pelas 
insuflações (boca a boca) será ao lado da vítima, 
na altura de sua cabeça. 
 Nas queimaduras de 2° grau, deve-se colocar 
compressa de água ou soro fisiológico sobre a 
lesão. 
 A lesão que compromete as peças ósseas que se 
articulam, sem acarretar a perda da relação entre 
elas, é a entorse. 
 Luxação é uma lesão que ocorre em articulações. 
 A hemorragia resulta em uma lesão vascular. 
 A gravidade de uma queimadura se analisa pela 
extensão da lesão. 
 A conduta em caso de presença de corpos 
estranhos encravados é não retirá-los para 
diminuir o risco de aumentar a lesão e evitar 
atingir tecidos vizinhos, como vasos e nervos. 
 A presença de evisceração é característica de 
lesão abdominal. 
 Contusão é o tipo de lesão na qual o tecido 
permanece íntegro, porém com presença de 
edema. 
 O sangramento proveniente de uma lesão 
pulmonar denomina-se hemoptise. 
 Uma lesão na cabeça com sangramento 
abundante e atingindo o couro cabeludo é 
identificada como lesão superficial. 
 A gravidade de uma queimadura é identificada 
pela extensão da lesão. 
 Nos casos de fratura do antebraço, o 
procedimento é colocar uma tala com fixação 
acima e abaixo da lesão e usar uma tipóia. 
 Se houver suspeita de lesão na coluna vertebral, 
deve-se abrir as vias aéreas da vítima elevando o 
seu queixo. 
 Um acidentado que apresente uma lesão de 
articulação e ligamentos será identificado como 
tendo sofrido uma entorse. 
 Para evitar problemas posteriores, ao se 
manipular um acidentado inconsciente, o 
socorrista deverá sempre suspeitar de lesão na 
coluna cervical. 
 Convulsão, desidratação e lesão cerebral são 
possíveis consequências da hipertermia. 
 Contusão é um tipo de lesão traumática na qual a 
pele permanece íntegra, porém com edema. 
 Em caso de traumatismo craniano, em que o 
sistema nervoso central é atingido, fica 
caracterizada uma lesão do tipo encefálica. 
 A hemorragia que ocorre no organismo, onde o 
sangue não se exterioriza e fica retido em órgãos 
localizados como abdômen, tórax e caixa 
craniana, denomina-se hemorragia interna. 
 Uma hemorragia que jorra em jatos, 
acompanhando o ritmo da pulsação, com 
coloração vermelho-vivo e aspecto espumoso é 
do tipo arterial. 
 Uma vítima sofreu um ferimento no braço direito 
e a hemorragia só pôde ser coibida com um 
garroteamento, mantido por 6 horas até chegar 
ao hospital, resultando na amputação do braço. 
Conclui-se que o torniquete aplicado deveria ser 
afrouxado a cada 15 minutos. 
 A vítima com uma séria hemorragia deve ser 
transportada com a cabeça mais baixa que o 
corpo. 
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 A primeira medida tomada diante de uma 
hemorragia é comprimir o local que sangra. 
 Quando fazemos cessar uma hemorragia em um 
ferimento, estamos praticando a hemostasia. 
 Um ferimento que apresenta sangramento 
intenso e contínuo indica uma hemorragia 
venosa. 
 Em termos de gravidade, a hemorragia mais 
importante em uma vítima é a arterial. 
 Para estancar hemorragia em fratura de 
mandíbula, deve-se proteger o ferimento e apoiar 
a fratura. 
 Um adulto que apresenta melena tem uma 
hemorragia proveniente do trato digestivo 
entérico. 
 Um indivíduo com infecção urinária grave pode 
apresentar hemorragia conhecida como 
hematúria. 
 Dentre os tipos de hemorragia, a mais grave é a 
que ocorre em artérias. 
 Palidez, taquicardia, pulso fino, resfriamento das 
extremidades e sensação de fraqueza, indicando 
anemia aguda, são características de uma 
hemorragia interna. 
 Uma hemorragia de coloração escura, com 
sangramento contínuo, é do tipo venosa. 
 Ao escoamento de sangue para fora dos vasos 
sanguíneos, dá-se o nome de hemorragia. 
 Quando ocorrer hemorragia após ruptura na 
pele, o procedimento a ser seguido é pressionar 
sobre o ferimento com uma compressa limpa e 
seca. 
 Uma hemorragia do tipo venosa é caracterizada 
por sangramento contínuo, com coloração 
escura. 
 Uma das condutasadotadas em caso de 
hemorragia externa é comprimir diretamente o 
ferimento até cessar o sangramento. 
 A perda de sangue devido ao rompimento de 
vasos, em ocorrências que apresentam 
rompimento de pele, tem a denominação de 
hemorragia externa. 
 A hemorragia externa que se apresenta em jatos, 
de cor vermelho vivo, podendo conter bolhas, é 
característica da perda de sangue arterial. 
 Passageiros que apresentam ausência de 
movimentos respiratórios, ausência de pulso 
carotídeo e presença de midríase devem ser 
submetidos de imediato a massagem cardíaca e 
respiração boca-a-boca de maneira coordenada. 
 A ausência de pulso e pupilas dilatadas são 
sintomas que indicam parada cardíaca e a 
necessidade de massagem cardíaca externa. 
 A vítima de acidente que já perdeu mais de um 
litro de sangue apresenta-se com palidez e pulso 
rápido. 
 Dificuldade para respirar, sudorese intensa, 
hipotensão, palidez, corpo frio, pulso rápido, 
chiado ao respirar, desmaio e urticária 
caracterizam o estado de choque anafilático. 
 Uma vítima pálida, com pulso rápido e sudorese 
intensa, provavelmente está em estado de 
choque. O primeiro socorro deve ser mantê-la 
agasalhada e com a cabeça baixa. 
 Taquicardia caracteriza-se por frequência do 
pulso arterial maior que 100 bpm. 
 A ausência de pulso e dos batimentos cardíacos, 
palidez acentuada e pupilas dilatadas são 
indicativos de uma possível parada cardíaca. 
 Um indivíduo adulto tem uma frequência de 
pulso de 60 a 100 pulsações por minuto. 
 Diz-se que uma vítima que apresenta frequência 
de pulso em torno de 140 pulsações por minuto 
tem taquisfigmia. 
 Sinais e sintomas de hipertensão arterial incluem 
pele vermelha, quente e pulso forte. 
 O sinal vital que não se apresenta na parada 
cardíaca é o pulso. 
 Um tripulante que sofreu uma fratura de fêmur, 
tendo a pele rompida por um fragmento ósseo, 
apresenta uma fratura exposta. 
 A imobilização provisória é feita sem que se tente 
fazer a redução do foco da fratura ou da luxação. 
 Ao imobilizarmos provisoriamente um caso 
fraturado cujos fragmentos estejam fora do lugar, 
não devemos colocá-lo na posição normal para 
evitar a possível ruptura de um vaso sanguíneo. 
 A imobilização de uma fratura deve ser feita 
através de talas rígidas. 
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 Manipular um membro fraturado não é um 
procedimento adequado, pois pode ocorrer a 
ruptura de uma artéria. 
 No caso de fratura em que o osso atravesse a 
pele, tem-se uma fratura do tipo exposta. 
 Uma fratura na qual o osso se parte na totalidade 
de sua espessura é do tipo completa. 
 A imobilização com maca rígida deve ser aplicada 
na fratura lombar. 
 Vários fragmentos ósseos, sem atingir a pele, 
constituem uma fratura cominutiva. 
 Em um trauma de cabeça, ocorre uma fratura 
óssea cujo fragmento atinge o encéfalo, 
caracterizando um traumatismo cranioencefálico. 
 Em caso de fratura mandibular, deve-se não 
tracionar, deixar a mandíbula elevada mantendo 
os dentes cerrados e imobilizar. 
 A fratura de clavícula deve ser imobilizada 
colocando uma tipóia em forma de oito entre os 
membros. 
 Uma fratura que apresenta rompimento da pele 
é considerada do tipo aberta. 
 O procedimento correto a ser adotado em uma 
fratura de mandíbula é proteger o ferimento, 
apoiando a fratura. 
 A perda total ou parcial da continuidade da 
superfície óssea pode definir o que é uma fratura. 
 Para que não haja a secção de um vaso ou nervo 
em um membro fraturado, deve-se evitar a 
movimentação do local lesionado. 
 Havendo suspeita de fratura, o tratamento a ser 
adotado é imobilizar com tala fixa ou moldável. 
 A conduta a ser adotada por um comissário de 
voo ante uma fratura de articulação do tornozelo 
deve ser imobilizar na posição em que foi 
encontrada. 
 Estabilizar a extremidade afetada com talas, 
como as que se usam para fraturas, e manter a 
mesma abaixo do nível do coração são condutas 
adotadas em caso de mordida de cobra. 
 O procedimento mais adequado como 
atendimento inicial a uma fratura exposta no 
braço é imobilizá-la, sem apertar, protegendo o 
ferimento com bandagem. 
 A fratura óssea em que há ruptura da pele 
provocada por fragmento do osso é chamada de 
exposta. 
 Em um acidente, se a vítima tiver um corpo 
estranho encravado no abdômen, a conduta será 
imobilizar o corpo estranho e, caso haja vômito, 
lateralizar a cabeça. 
 Ao transportar um acidentado, para que não haja 
complicações no futuro, deve-se analisar a cena 
do acidente amplamente e só depois usar 
técnicas apropriadas de transporte dando 
suporte à coluna. 
 Em caso de evisceração após acidente aéreo e 
cujo socorro irá demorar, deve-se não recolocar 
no lugar, umedecer com soro fisiológico e gaze, 
cobrir com saco plástico, imobilizar com anel 
triangular e manter jejum absoluto. 
 Após um acidente aeronáutico, se o comissário 
encontrar uma vítima com um corpo estranho 
introduzido na cavidade abdominal, o 
procedimento a ser adotado é não retirar o 
objeto, fixá-lo e fazer um curativo. 
 A resposta verbal coerente de um socorrido, em 
uma avaliação primária pós-acidente, indica que 
o mesmo está com as vias aéreas desobstruídas e 
a circulação sanguínea suficiente. 
 A triagem de vítimas de acidentes aéreos tem por 
finalidade socorrer, efetivamente, o maior 
número possível de acidentados. 
 Fraqueza aguda em um dos membros, perda de 
visão em um dos olhos e alterações na linguagem 
e fala são indicativos de um possível acidente 
vascular cerebral. 
 A classificação do estado em que se encontram as 
vítimas de um acidente, visando primeiros-
socorros eficientes e eficazes, dentro de um 
critério universal de resgate para salvar o maior 
número de vítimas, é a definição de triagem. 
 O traumatismo ocular interno é identificado 
quando são afetados a córnea e o globo ocular. 
 Os órgãos do abdômen são bastante vulneráveis 
a lesões por traumatismos porque o abdômen 
não apresenta arcabouço ósseo. 
 Em um trauma de cabeça, o sistema nervoso 
central é atingido, identificando-se por 
traumatismo profundo. 
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Anotações 
 Para indivíduos que sofreram um traumatismo de 
cabeça devido a uma queda de escada da 
aeronave, o decúbito adequado é dorsal se 
inconsciente, ou em maca rígida com proteção do 
pescoço (colar cervical). 
 Havendo um traumatismo ocular em que um 
corpo estranho tenha se alojado na conjuntiva, 
deve-se pingar soro fisiológico ou colírio e fazer 
um curativo oclusivo até o atendimento médico. 
 O procedimento correto a ser realizado em uma 
vítima que apresente traumatismo profundo com 
eviscerações deve ser cobrir as vísceras com pano 
limpo e úmido. 
 Em caso de traumatismo fechado no abdômen, o 
cuidado que se deve ter com a vítima é deixá-la 
em jejum. 
 Entre as causas conhecidas por desencadear uma 
convulsão, destacam-se hipertermia, epilepsia, 
mistura e/ou abuso de substâncias químicas e 
traumatismo crânio-encefálico. 
 Ocorrendo traumatismo abdominal com lesões 
profundas, o tratamento adequado consiste em 
manter o doente sem ingerir alimento algum, 
tanto sólido quanto líquido. 
 Ao traumatismo craniano em que seja afetado o 
sistema nervoso central, dá-se o nome de 
encefálico. 
 Sensação vaga de mal-estar, palidez, sudorese, 
discreta hipotensão, náuseas e até vômitos são 
sintomas do mal do ar. 
 A má coordenação motora, náuseas, vômitos e 
hipotermia são os principais sintomas de 
alcoolismo agudo. 
 Choque hipovolêmico se caracteriza por 
taquicardia, sudorese, palidez da pele, alterações 
da consciência e incapacidade para ficar de pé. 
 Passageiro com discreta hipotensão, sudorese e 
vômito caracteriza mal do ar. 
 Na hiperventilação temos hipocapnia e 
hipocarbia. 
 Os sinaise sintomas de hipovolemia, vômitos com 
conteúdo fecaloide e distensão abdominal são 
características de trauma fechado de abdômen. 
 Palidez, hipotermia, hipotensão, sudorese e sede 
são sintomas de choque hipovolêmico. 
 A hipotermia no adulto ou criança pode resultar 
em parada cardíaca. 
 Emergência clínica de insuficiência circulatória 
nos tecidos e órgãos vitais que os torna incapazes 
de manter as funções fisiológicas normais é a 
definição de choque hipovolêmico. 
 Os cuidados imediatos com uma vítima 
consciente de hipotermia, além da remoção para 
ambiente aquecido, incluem aquecê-la 
gradativamente, dar-lhe líquidos quentes e 
monitorar sua temperatura. 
 A necessidade de aquecimento do paciente com 
agasalhos, como procedimento inicial no 
atendimento, é determinada pela ocorrência de 
hipotermia. 
 Conhecido também como choque psicogênico, 
pode estar associado à deficiência respiratória, à 
hipoglicemia ou a outros fatores psicossomáticos, 
resultando em tontura, pele fria, sensação de 
mal-estar e perda de consciência. Tal é a definição 
de desmaio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Transferir a vítima para um local mais aquecido, 
remover as roupas molhadas ou úmidas e 
proteger as superfícies expostas com cobertores 
ou casacos são os procedimentos para o 
atendimento às vítimas de hipotermia. 
 O tratamento adotado em um paciente com 
hipotermia deve ser aquecê-lo com cobertor. 
 A perda de sangue em grande quantidade pode 
ocasionar o chamado choque hipovolêmico. 
 A uma vítima de asfixia por corpo estranho que se 
encontra com parada respiratória, deve-se 
procurar retirar o corpo estranho e, em seguida, 
se necessário, aplicar a respiração artificial. 
 A vítima de infarto deve permanecer em repouso. 
 Para realizar a respiração boca a boca, a vítima 
deve ser colocada em decúbito dorsal com a 
cabeça em hiperextensão. 
 O tratamento para formigamento, 
entorpecimento que pode chegar até a perda da 
consciência devido à queda de dióxido de 
carbono é tranquilizar a vítima e fazê-la realizar 
apneia. Caso não consiga, fazê-la respirar em um 
saco de papel ou de vômito. 
 A conduta em caso de trauma abdominal é 
colocar a vítima em decúbito dorsal com as 
pernas fletidas para diminuir a dor. 
 Para fazer uma respiração boca a boca, a cabeça 
da vítima deve estar hiperextendida. 
 Nas lesões abdominais profundas, deve-se deixar 
a vítima em jejum. 
 Ao abordar uma vítima, o primeiro procedimento 
será o estímulo verbal. 
 Se uma vítima se queixa de sensações de que o 
mundo gira ao seu redor ou ela gira ao redor do 
mundo, devido à presença de grandes altitudes, 
diz-se que ela apresenta vertigem. 
 Uma vítima inconsciente e com ausência de 
movimentos respiratórios está apneica. 
 Ao identificar uma vítima de obstrução grave das 
vias aéreas por corpo estranho, o socorrista deve, 
de acordo com os protocolos do American Heart 
Association (2005/2006), fazer a seguinte 
pergunta: "Você está engasgado?". 
 No caso de uma vítima de envenenamento que 
esteja inconsciente e vomitando, deve-se 
lateralizá-la. 
 Em caso de vítimas com escoriação na pele, a 
intervenção a ser realizada no ferimento consiste 
em limpar e cobrir. 
 Em caso de convulsão durante o voo, os 
procedimentos para o atendimento à vítima 
incluem lateralizar e proteger a cabeça, afastar 
objetos que possam machucá-la e observar. 
 O procedimento não indicado em caso de 
epilepsia é introduzir objetos na boca da vítima. 
 Colocar a vítima em pé, abraçando-a por trás e 
fazendo movimentos fortes sobre o diafragma, de 
baixo para cima, são procedimentos adotados em 
caso de obstrução da laringe de adultos. 
 A manobra de Heimlich é um procedimento 
executado em vítimas que aspiraram um corpo 
estranho. 
 Ao atender uma vítima de envenenamento ou 
intoxicação por ingestão de derivados de 
petróleo, perfumes, produtos ácidos ou básicos, 
não se deve induzi-la a vomitar. 
 O atendimento a um ferido de abdômen aberto, 
com exposição de intestino, consiste em manter 
as vísceras expostas, aplicar compressa úmida e 
atadura, flexionando as pernas da vítima. 
 Ao abordar uma vítima caída, um(a) comissário(a) 
de voo deve verificar o nível de resposta ao 
estímulo, comunicar-se com os demais 
tripulantes e iniciar o atendimento adequado. 
 Ao realizar uma insuflação em bebês, após 
posicionar-se lateralmente à vítima, o socorrista 
deve abrir bem a boca e envolver 
simultaneamente a boca e o nariz do bebê. 
 Em voo, havendo uma vítima com luxação na 
mandíbula, o atendimento imediato deverá ser 
feito com a técnica de redução. 
 Evita-se a broncoaspiração em uma vítima 
inconsciente lateralizando sua cabeça. 
 O procedimento correto a ser executado pelo 
comissário em caso de atendimento a uma vítima 
de ferimento ocular com corpo estranho é aplicar 
atadura oclusiva em ambos os olhos para limitar 
os movimentos. 
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 A estimulação verbal em uma vítima que pareça 
inconsciente deverá ser feita antes de qualquer 
outro procedimento. 
 Para socorrer uma vítima de obstrução grave das 
vias aéreas, o socorrista, após perguntar se o 
mesmo está engasgado, deve iniciar um 
procedimento de compressões abdominais 
firmes e rápidas, denominado manobra de 
Heimlich. 
 Em caso de insolação e intermação, os 
procedimentos adotados em vítima consciente 
devem ser colocá-la em local fresco e arejado, 
oferecer líquidos refrescantes e resfriá-la. 
 De acordo com os protocolos mais recentes, em 
casos de obstrução das vias aéreas superiores em 
que a vítima esteja consciente e tossindo 
vigorosamente, deve-se incentivá-la a continuar 
tossindo até a expulsão do corpo estranho. 
 Em caso de vítimas com escoriações na pele, a 
intervenção recomendada é limpar, secar e cobrir. 
 Uma vítima inconsciente deve ter sua cabeça 
lateralizada para evitar a aspiração, no caso de 
vômito. 
 Em caso de atender a uma vítima de mordida ou 
picada de cobra, o socorrista não deve tentar 
fazer sucção na região afetada. 
 A medida indicada para um quadro de hipóxia é a 
oxigenoterapia. 
 Falta de repouso, estresse, má alimentação e 
cruzamento de fusos horários favorecem o 
aparecimento de fadiga. 
 Em um voo que cruza mais de 4 fusos horários, 
pode ocorrer alteração do ritmo circadiano no 
organismo. 
 Sendo a fadiga aérea causada por excesso de 
tensão, tanto física quanto mental, o tripulante 
deve ter um sono fisiológico de 8 horas para 
diminuí-la. 
 Cefaléia, náuseas, nervosismo e transtornos 
menstruais pela atuação de sons subsônicos 
inaudíveis são influências causadas pelos ruídos e 
vibrações do avião. 
 Fatores estressantes durante o voo incluem baixa 
umidade do ar e ruídos. 
 Baixa umidade dentro da aeronave causa perda 
de líquidos e pode resultar em desidratação. 
 O alimento que no voo pode causar aerodilatação 
no aparelho digestivo é o feijão. 
 Fatores psicossomáticos possibilitam a 
aposentadoria devido ao stress. 
 Euforia, belicosidade e irritabilidade são sintomas 
da hipóxia. 
 O baixo teor de umidade relativa dentro da cabine 
acarreta perda de líquido durante o voo. 
 Aeroembolismo é caracterizado pela formação de 
bolhas de nitrogênio pelo corpo. 
 Na tolerância à hipóxia, quanto menor a altitude, 
maior é a tolerância. 
 Radiações cósmicas não são um exemplo das 
alterações do ciclo circadiano. 
 A histeria de conversão deve ser tratada com 
respeito, e o comissário deve procurar 
tranquilizar o doente. 
 Oxigênio e nitrogênio participam em 21% e 78% 
no ar atmosférico, respectivamente. 
 Com o aumento da altitude, a temperatura 
diminui. 
 O labirinto e os canais semicirculares são 
responsáveis pela nossa orientação espacial e 
equilíbrio. Se um tripulante viaja com um dente cariado ou 
mal obturado, pode apresentar aerodontalgia. 
 Um dos fatores que pode levar à desorientação 
espacial é a inclinação e turbulência. 
 Uma causa que pode determinar a fadiga aérea é 
a alteração do ritmo circadiano. 
 Uma causa comum de convulsão na criança é a 
febre. 
 As reações vagotônicas, hiperexcitabilidade do 
labirinto e deslocamento de vísceras, entre 
outros fatores inter-relacionados, definem o mal 
do ar. 
 O baixo teor de umidade do ar na aeronave 
acarretará perda de líquidos, agravando o quadro 
dos pacientes com desidratação. 
 A sensação de que as coisas estão girando é 
conhecida como vertigem. 
 Uma dor constante que não se modifica com a 
respiração ou posição, nem melhora com 
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vasodilatador coronário, durando de 30 minutos 
a várias horas, é um sintoma característico de 
infarto do miocárdio. 
 Inicialmente, um quadro de diarreia deve ser 
tratado suspendendo a alimentação e dando 
líquidos. 
 O uso de medicamentos que contenham sulfa ou 
penicilina pode provocar uma reação alérgica. 
 De modo geral, o comissário não deve ministrar 
medicamentos, mas em alguns casos pode 
administrar colírio antisséptico, antitérmicos e 
analgésicos leves. 
 No atendimento imediato a um desmaio, deve-se 
afrouxar as vestes e colocar a cabeça mais baixa 
que o corpo. 
 A hipertermia pode se tornar uma grave 
manifestação porque pode causar convulsão. 
 A asma brônquica causa dispneia. 
 Existem vários fatores determinantes de diarreia 
a bordo, incluindo medo associado ao excesso 
alimentar. 
 Para evitar a febre amarela, deve-se ser vacinado. 
 A hepatite não é transmissível via respiração. 
 Icterícia é um dos sintomas da febre amarela. 
 Os sintomas mais comuns apresentados em uma 
meningite são rigidez na nuca, cefaleia e náuseas. 
 Uma contusão leve geralmente apresentará sinais 
como dor, edema e equimose. 
 Em determinada região com um criadouro 
natural de mosquito do gênero Anopheles, o local 
é propício para a malária. 
 A malária é mais comum no Amazonas, Mato 
Grosso do Sul e Mato Grosso. 
 As patologias da boca podem ser evitadas com o 
hábito de escovar os dentes com pasta dentifrícia 
diariamente. 
 Na higiene do corpo humano, para restabelecer a 
oxigenação cutânea natural, deve-se tomar 
banho diariamente com sabonete comum. 
 A insônia leva à redução da eficiência mental e 
dos reflexos. 
 A insônia acarreta aumento do desgaste e 
diminuição dos reflexos. 
 O dióxido de carbono é importante para o 
estímulo do centro respiratório. 
 Deve-se manter a higiene bucal através da 
escovação com escova e creme dental, sendo que 
na arcada superior, em movimentos circulares de 
cima para baixo. 
 O processo da troca de gases entre o meio e as 
células que compõem o organismo chama-se 
difusão. 
 A junção do monóxido de carbono com a 
hemoglobina é chamada de carboxiemoglobina. 
 A substância que é secretada pelo epitélio 
alveolar é chamada de surfactante. 
 Caso haja iminência de um parto a bordo, o 
comissário deverá, como primeira providência, 
comunicar ao chefe de equipe ou ao comandante 
e procurar um médico a bordo. 
 O cordão umbilical do feto deverá ser ligado a 
aproximadamente cinco dedos transversos da 
parede abdominal para favorecer a formação do 
coto umbilical. 
 Assim que o feto nascer, deve-se mantê-lo de 
cabeça para baixo e limpar a boca e o nariz. 
 O procedimento adotado com um bebê ao nascer 
é limpá-lo desobstruindo as vias aéreas e 
agasalhá-lo. 
 A bordo de uma aeronave comercial em voo, a 
gestante deve aplicar seu cinto de segurança no 
baixo ventre. 
 Se houver ruptura do períneo por ocasião do 
parto a bordo, deve-se fazer hemostasia local 
com gaze ou panos limpos. 
 A respiração artificial deve ser aplicada de 
imediato em casos de parada respiratória. 
 A respiração artificial deve ser feita com a 
frequência de 16 vezes por minuto. 
 Um tripulante ao fazer a barba cortou-se com a 
gilete, resultando em uma ferida incisa. 
 Nas contusões ocorridas a bordo, o melhor 
analgésico é gelo no local. 
 O grande queimado é aquele que apresenta 
grande extensão de pele queimada acima de 20% 
da área corporal. 
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 A medicação adequada para combater a febre é o 
antitérmico. 
 Um curativo no globo ocular deve ser oclusivo. 
 Insolação e intermação são fenômenos causados 
por calor. 
 A ausência de movimentos respiratórios é uma 
apneia. 
 Na avaliação da respiração, a frequência normal 
dos movimentos respiratórios é de 12 a 20 por 
minuto para um adulto. Se o número desses 
movimentos estiver acima de 20 por minuto, 
caracteriza-se uma: taquipneia. 
 As feridas provocadas por agentes cortantes 
afiados são do tipo incisas. 
 A frequência dos movimentos respiratórios acima 
do valor normal é chamada de taquipneia. 
 A sequência correta no atendimento de parada 
cardíaca é: massagem, desobstrução das vias 
aéreas e ventilação. 
 O primeiro socorro para uma contusão leve é a 
aplicação de frio no local e analgésico. 
 Um dos perigos da hipertermia é a convulsão. 
 Havendo necessidade de solicitar ajuda de um 
médico ou enfermeiro durante o voo, cabe ao 
comissário, além de auxiliá-lo, anotar o nome e o 
registro do conselho regional correspondente. 
 Diz-se que um indivíduo é um grande queimado 
quando a extensão da área corporal lesada for 
superior a 20%. 
 Se uma superfície áspera atritar com uma 
determinada área corpórea, tem-se um 
ferimento do tipo escoriação. 
 É norma em primeiros socorros afrouxar 
ligeiramente o garrote, em um processo de 
hemostasia, a cada 15 minutos. 
 O uso de garrote tem complicações posteriores 
muito graves. Por isso, ao aplicá-lo, deve-se 
apertá-lo por 15 minutos e deixá-lo frouxo por 30 
segundos a seguir. 
 A insolação ocorre por exposição ao sol por 
períodos prolongados, enquanto a intermação 
ocorre em locais sem ventilação ou 
superaquecidos. 
 A profilaxia para insolação e intermação é ingerir 
líquidos em abundância, não se expor por 
períodos prolongados ao sol e ficar em lugares 
ventilados. 
 No atendimento pré-hospitalar (APH), o 
socorrista deverá dar o suporte básico no local 
para que posteriormente seja realizado o 
atendimento definitivo. 
 Chama-se de ITCH a presença de bolhas de 
nitrogênio na pele. 
 No caso de corpo estranho nos olhos, o 
procedimento correto é pingar soro fisiológico ou 
colírio, fazer curativo oclusivo e esperar o médico. 
 Ao cair substância química no olho, o curativo 
empregado deve ser oclusivo frouxo. 
 Deve-se realizar um curativo na seguinte 
sequência: hemostasia, antissepsia e 
imobilização com bandagem, entre outros. 
 Em um ferimento cortocontuso, deve ser 
realizado o curativo seco, antissepsia em volta do 
ferimento, ponto falso, iniciando do meio do 
corte para as extremidades e protegendo a área. 
 Taquipneia se traduz em movimentos 
respiratórios aumentados e superficiais. 
 Em caso de evisceração, deve-se deixar a víscera 
na forma encontrada, colocar gaze embebida com 
soro fisiológico e cobrir com pano limpo. 
 A técnica adequada em caso de corpo estranho 
encravado é nunca retirá-lo, imobilizando-o com 
gazes e ataduras. 
 As complicações provenientes do trauma torácico 
incluem pneumotórax, hemotórax e choque. 
 Pupilas de tamanhos diferentes são denominadas 
anisocorias. 
 Para uma contusão leve no braço, o 
procedimento é a aplicação de compressa fria ou 
gelo no local e enfaixamento. 
 A perda total da relação de superfície óssea de 
uma articulação é denominada luxação. 
 Em um ferimento com lâmina cortante sujo de 
terra, o primeiro procedimento é lavar com água 
corrente e sabão neutro. 
 Para evitar a aerossinusite,deve-se não voar 
gripado ou resfriado. 
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Anotações 
 Na aeronave, um colega passa mal em uma de 
suas primeiras viagens, reclamando do 
movimento do avião e apresentando náuseas, 
cefaleia, ânsia e vômitos. O provável diagnóstico 
é aerocinetose. 
 Um corte com bordas e fundo irregular produzido 
por instrumento pouco afiado é um ferimento 
cortocontuso. 
 De acordo com o RBHA-121, dentre os vários itens 
exigidos em um conjunto de primeiros socorros, 
encontram-se antidiurético, analgésico e tesoura. 
 O quadro que pode levar um indivíduo a uma 
convulsão é a hipertermia. 
 Diz-se que um indivíduo que apresenta falta de ar, 
ou melhor, dificuldade para respirar, está 
dispneico. 
 Como técnica de biossegurança, deve-se proteger 
os seus ferimentos, calçar luvas de procedimento 
e, se possível, usar máscara e óculos. 
 Ansiedade, medo, ambientes lotados e pouca 
ventilação, cenas desagradáveis e falta de 
alimentação podem desencadear síncope. 
 Os erros que podem ser cometidos na massagem 
cardíaca incluem: superfície não rígida, posição 
das mãos em local incorreto e interrupções 
prolongadas nas compressões. 
 Em caso de amputação, devemos preservar o 
membro colocando-o em um pano limpo, saco 
plástico e depois em um recipiente apropriado 
com gelo de geladeira. 
 Diz-se que o trauma do globo ocular é misto 
quando atinge a pálpebra e a esclerótica. 
 Diz-se que um ferimento abdominal é profundo 
quando atinge o peritônio e alguma víscera. 
 Em um trauma aberto de tórax com saída de 
sangue aerado, deve-se realizar um curativo de 
três pontas, que funciona como válvula. 
 A intoxicação pelo monóxido de carbono pode 
causar parada respiratória. 
 A frequência respiratória no adulto em condições 
normais é de 15 a 18 movimentos respiratórios 
por minuto. 
 A luminosidade excessiva e a baixa umidade 
relativa do ar dentro da aeronave são fatores que 
desencadeiam estresse. 
 O ciclo circadiano do aeronauta pode sofrer 
alteração ao cruzar 4 fusos horários. 
 A metrorragia é um sangramento oriundo do 
aparelho genital. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Diarreia e desidratação são sintomas de cólera. 
 A primeira fase do parto é a contração uterina e o 
rompimento da bolsa. 
 Aerocinetose é um conjunto de reações 
relacionadas com o movimento da aeronave, que 
leva ao vômito. 
 Os sintomas de asma brônquica incluem chiado, 
broncoconstrição e dispneia. 
 Escalas intermediárias, voos retardados, 
materiais inadequados e voar com limite de mau 
tempo desenvolvem fadiga. 
 Um indivíduo intoxicado com monóxido de 
carbono apresenta hipóxia hipêmica. 
 O estômago e os intestinos são componentes do 
sistema digestivo. 
 Queimaduras ao redor da boca, odor incomum, 
flacidez e distensão abdominal, náuseas e 
vômitos são sinais indicativos de 
envenenamento. 
 O tratamento utilizado em caso de luxação é 
imobilizar, aplicar gelo no local e administrar um 
analgésico. 
 A hipóxia estagnante (ou isquêmica) é causada 
por deficiências do aparelho circulatório. 
 O trabalho de parto divide-se em três etapas. A 
primeira delas é a dilatação do colo do útero. 
 Os componentes do sistema digestivo incluem 
boca, esôfago e intestinos. 
 Os órgãos encontrados na caixa torácica incluem 
coração e pulmões. 
 Uma das condutas adotadas em uma crise 
asmática acompanhada de cianose é a 
oxigenoterapia sob máscara facial umidificada e 
monitoramento constante. 
 De acordo com os protocolos mais recentes, se a 
primeira ventilação de resgate não fizer o tórax se 
elevar, o socorrista deve fazer novamente a 
elevação do queixo antes de aplicar a segunda 
ventilação. 
 Os componentes do sistema digestivo incluem 
dentes, fígado e intestino. 
 A característica que difere a angina do peito do 
infarto agudo é a menor duração da dor no peito. 
 Considera-se que um trabalho de parto ocorre em 
três fases, sendo a segunda fase a expulsão 
completa do feto. 
 A medida de 30 compressões por 2 insuflações é 
adotada em caso de parada cardíaca. 
 O sinal indicativo de alguma alteração orgânica, 
geralmente associada a quadros infecciosos, 
denomina-se hipertermia. 
 Ruídos, baixa umidade no interior da cabine, 
mudança de fuso-horário e alimentação 
inadequada são fatores que, somados, podem 
contribuir para que o tripulante desenvolva 
estresse. 
 Ao estudo do corpo humano, de qualquer animal 
ou vegetal para o conhecimento de sua 
organização morfológica, dá-se o nome de 
anatomia. 
 A separação momentânea das superfícies ósseas 
ao nível das articulações é a definição de entorse. 
 Convulsões podem ocorrer em consequência de 
hipertermia. 
 Aeroembolismo é o nome dado à formação de 
bolhas de nitrogênio em várias partes do 
organismo. 
 A infecção das membranas que recobrem o 
cérebro por elementos patológicos como vírus, 
bactérias, fungos ou protozoários é a meningite. 
 O procedimento adotado ao cuidar de uma ferida 
deve ser limpar a superfície da ferida. 
 Permanecer por longo período em um ambiente 
muito aquecido e fechado pode causar 
intermação. 
 Um dos sintomas indicativos de alguma alteração 
orgânica, geralmente associada a quadros 
infecciosos, é a hipertermia. 
 A crise em que ocorre uma descarga elétrica 
cerebral desorganizada que leva à alteração 
comportamental, espasmos musculares e perda 
de consciência é a convulsiva. 
 A unidade fundamental da matéria viva, formada 
por núcleo, citoplasma e membrana, é chamada 
de célula. 
 Imediatamente após o parto, os cuidados que 
devemos ter com o bebê são limpá-lo, 
desobstruindo suas vias aéreas, e agasalhá-lo. 
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 Em um voo, quando são ultrapassados mais de 4 
fusos horários, o organismo pode sofrer 
modificação do ritmo circadiano. 
 O trabalho de parto pode subdividir-se em 3 
etapas, sendo que a segunda caracteriza-se pela 
expulsão do feto. 
 Dentre os fatores que interferem no bom 
desempenho dos aeronautas, a ingestão de 
bebidas alcoólicas deve ser evitada com uma 
antecedência mínima de 8 horas em relação ao 
voo. 
 Um conjunto de sinais e sintomas para 
reconhecer uma parada respiratória inclui 
alterações na cor da pele e extremidades 
denominadas cianoses. 
 Quando os movimentos respiratórios estão acima 
do normal (16-20/min), dizemos que o indivíduo 
apresenta taquipneia. 
 A evolução de um quadro de parada cardíaca 
pode ser observada, dentre outros sintomas, pelo 
arroxeamento das extremidades e pupilas 
dilatadas. 
 A unidade estrutural básica, não só dos seres 
humanos, mas de quaisquer seres vivos, é a 
célula. 
 Segundo o regulamento sanitário internacional, a 
única vacina que faz parte do certificado 
internacional é a de febre amarela. 
 A frequência respiratória acelerada é definida 
como taquipneia. 
 Ao conjunto de tecidos que evoluíram para 
executar uma determinada função, dá-se o nome 
de órgão. 
 A sensação caracterizada pela ilusão de que as 
coisas estão girando denomina-se vertigem. 
 O cruzamento de vários fusos horários provoca no 
aeronauta alterações do ritmo circadiano. 
 Uma possível contaminação sanguínea durante o 
socorro pode ocorrer com AIDS. 
 A intermação é provocada por um ambiente 
fechado e aquecido. 
 O consumo de álcool e fumo, a baixa umidade do 
ar a bordo, bem como o cruzamento de fusos 
horários, podem levar o aeronauta a desenvolver 
fadiga aérea. 
 A autoridade de direção e coordenação para 
saúde global, que atua no âmbito do sistema das 
Nações Unidas, é a OMS. 
 A redução na frequência de batimentos cardíacos 
é denominada bradicardia.

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