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P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A ATENÇÃO: todos os slides apresentam informativos para potencializar a absorção dos conteúdos ministrados nas aulas, sendo esses: (EXPLICAÇÃO) slide de explicação com imagem e texto em tópicos para embasar a explicação (CONTEÚDO) slide de conteúdo com toda a parte escrita, da explicação realizada pelo professor no slides com a ´´estrela``. Obs: estes slides servirão de base de apoio para consulta, sendo uma forma coimplementar de absorver a informação ministrada. C (COMPLEMENTO) Alerta sobre alguma informação não explicitada no texto ou acrescenta dados sobre determinado assunto em outros locais (EXEMPLO) Mostra um exemplo sobre o tema estudado, para que você possa compreendê-lo de maneira mais eficaz. (LINKS) Indica, por meio de links e códigos QR*, informações complementares que você encontra na web. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A O Sistema Nervoso Central (SNC) recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisão e o envio de ordens. O sistema Nervoso Periférico (SNP) carrega informações dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central e do sistema nervoso central para os órgãos efetores (músculos e glândulas) NEUROFISIOLOGIA P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sistema Sensorial A maioria dos comportamentos é iniciada pela experiencia sensorial que emana dos receptores sensoriais, quer sejam visuais, auditivos, táteis, nociceptivos, proprioceptivos. O sistema sensorial transmite as informações sensoriais dos receptores espalhados por todas as partes do corpo ao SNC por via dos nervos periféricos. No SNC a informação sensorial é distribuída pelos tratos nervosos para diferentes áreas sensoriais na medula espinhal, na substância reticular da ponte, bulbo e do mesencéfalo, no cerebelo, no tálamo e no córtex cerebral. Os neurónios do córtex sensorial enviam as informações sensoriais para outras regiões do cérebro, incluindo aquelas áreas que iniciam movimentos da musculatura esquelética (córtex motor) ou visceral (para o tronco cerebral), ou áreas importantes para a aquisição e consolidação de memórias (por exemplo, o hipocampo). Assim, a experiência sensorial pode causar uma reação imediata, ou sua memória pode ser armazenada no cérebro por minutos, semanas ou anos, vindo posteriormente auxiliar na emissão de respostas comportamentais ou viscerais adequadas à apresentação dos mesmos estímulos que a geraram ou a estímulos semelhantes. C P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A SENSIBILIDADE P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade (Definição) ´´Consiste na capacidade perceptiva sensorial referente às emoções, sentimentos ou mesmo às sensações físicas`` Alteração na sensibilidade se chama parestesia e pode ser: - hiperestesia = aumento da sensibilidade - hipoestesia = diminuição da sensibilidade - anestesia = ausência de sensibilidade. - normoestesia = sensibilidade sem alterações Pode ser avaliada com: Tátil: algodão seco, gaze, ou pincel. Térmica: algo quente (maior que 45º C) e frio (menor que 15º C) Dolorosa: alfinete ou agulha. • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade Superficial (Pode ser avaliada de três formas): • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical Lesão encefálica (avaliação dos segmentos) Lesão medular (dermatomos) Lesão Periférica (miotomos) P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade Superficial (Exteroceptiva): - Via Espinotalâmica ou (Antero- lateral): devemos pesquisar sensações dolorosas, térmicas, tato protopático (grosseiro). • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical - Sensibilidade Avaliar: -Ombro -Pescoço -Parte superior das cosas -Cotovelo - Punho -Parte inferior das cosas -Polegar -Quadril -Tornozelo P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade Profunda (Proprioceptiva): cinética-postural - Via Coluna Dorsal Lemnisco: devemos pesquisar sensações vibratórias, propriocepção (posição) e tato epicrítico. • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical https://www.youtube.com/watch?v=7UO9YSSvoRc https://www.youtube.com/watch?v=78ra1WgTFSI - Sensibilidade Cinética-postural Avaliar: -Ombro -Cotovelo -Punho -Polegar -Quadril -Tornozelo -Halux https://www.youtube.com/watch?v=7UO9YSSvoRc https://www.youtube.com/watch?v=78ra1WgTFSI P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade de Integração Cortical • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical - Cinestesia: capacidade de reconhecimento do corpo no espaço. Sentido da percepção de movimento, peso, resistência e posição do corpo, provocado por estímulos do próprio organismo. - Grafestesia: Capacidade de perceber palavras ou números escritos sobre a pele estando de olhos fechados (https://www.youtube.com/watch?v=P2kFkJdQQWs) - Esterognosia: reconhecimento de forma , textura, objeto, cor, etc. - Barognosia: capacidade de reconhecer o peso de objetos. - Reconhecimento de pontos: https://www.youtube.com/watch?v=P2kFkJdQQWs P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Sensibilidade Sensibilidade de Integração Cortical • SENSIBILIDADE * Superficial * Profunda * Integração Cortical Grafestesia Esterognosia Cinestesia Barognosia P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Conceito • O Equilíbrio é estabelecido quando a soma das forças que agem sobre um corpo é nula, ou seja igual a zero. • Portanto, um objeto em equilíbrio pode estar em repouso ou em movimento retilíneo uniforme. • O Equilíbrio pode ser classificado como: ➢ Equilíbrio Estático: Quando o objeto está em repouso; ➢ Equilíbrio Dinâmico: Quando o corpo está em movimento retilíneo uniforme.P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Equilíbrio Estático - Ocorre quando o objeto está em repouso. - Quando o corpo está parado. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Equilíbrio Dinâmico - Ocorre quando a velocidade do objeto é constante. - O corpo realiza movimento retilíneo uniforme. - Percorrer a mesma distância em intervalos de tempo iguais, a aceleração é nula. Exemplo: um carro na estrada P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Formas e avaliação do equilíbrio Atualmente, os testes clínicos mais descritos na literatura são: ➢ Escala de equilíbrio de Berg (EEB), ➢ Timed up and go (TUG), ➢ Teste de alcance funcional (TAF), ➢ Equiscale (escala para pacientes com Esclerose múltipla) ➢ Escala de Tinetti (POMA), ´´risco de quedas em idosos`` ➢ Escala activities-specific balance confidence (ABC). Teste padrão ouro: ➢ Plataforma de equilíbrio P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Avaliação Estático (Teste de Romberg) a manobra será positiva, quando o paciente perder o equilíbrio Pés unidos 30seg olhos abertos 30seg olhos fechados Teste de Tandem ou Romberg sensibilizado Colocar os pés um na frente do outro 30seg olhos abertos 30seg olhos fechados Posição unipodal 30seg olhos abertos 30seg olhos fechados Posição unipodal sobre uma superfície instável 30seg olhos abertos 30seg olhos fechados P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Avaliação Estático • Teste de Romberg POSSÍVEIS LESÕES VESTIBULAR Queda para o mesmo lado Lesão vestibular DISTASIA Dificuldade em permanecer de pé Lesão cerebelar CODORNAL Queda para qualquer lado Lesão em via proprioceptiva https://www.youtube.com/watch?v=IZke04XyStk https://www.youtube.com/watch?v=IZke04XyStk P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Avaliação Dinâmico Estudos das Disbasias • No exame físico pede-se ao cliente/paciente para caminhar para frente e para trás, observando como esta marcha ocorre. Significado de Disbasia Dificuldade de andar, por falta de coordenação dos movimentos em decorrência de distúrbios nervosos MARCHA P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Escala de equilíbrio de Berg (EEB) A Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) avalia o desempenho do equilíbrio funcional em 14 itens comuns à vida diária com valor máximo de 56 pontos, tendo cada item cinco alternativas, que variam de zero a quatro pontos. Quanto maior a pontuação, melhor o resultado obtido. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Escala de equilíbrio de Berg (EEB) Aplicativos para avaliação com o smartphone https://m.apkpure.com/br/berg-balance-scale/com.sensingfuture.ricar.escala_berg https://play.google.com/store/apps/details?id=alecrim.berg.scale.free&hl=pt_BR&gl=US https://m.apkpure.com/br/berg-balance-scale/com.sensingfuture.ricar.escala_berg https://play.google.com/store/apps/details?id=alecrim.berg.scale.free&hl=pt_BR&gl=US P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A EQUILÍBRIO Escala de equilíbrio para pacientes com Esclerose múltipla EQUISCALE A Equiscale é o único instrumento elaborado especialmente para indivíduos com EM, com base em outras duas escalas (Tinetti Gait e EEB). Além de avaliar o equilíbrio estático e antecipatório dos indivíduos durante a realização de tarefas preestabelecidas, mensura o equilíbrio reativo frente a uma perturbação externa. O instrumento avalia o equilíbrio em oito itens, sendo os itens 2, 3 e 8 referentes à posição estática, o item 6 referente à resistência a perturbações externas e os itens 1, 4, 5 e 7, à resistência à própria perturbação, com escores variando entre zero (não realiza a atividade), um (realiza parcialmente) e dois (realiza normalmente). A pontuação máxima, de 16 pontos, indica um excelente equilíbrio P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE CONCEITO - Conjunto de funções nervosas e musculares que permite os movimentos voluntários ou automáticos do corpo. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE E FORÇA A motricidade é constituída por elementos psicomotores que são: • Coordenação motora global ou motricidade ampla. • Coordenação motora fina ou motricidade fina. • Tônus muscular • Organização espaço-temporal • Ritmo e Lateralidade • Esquema e imagem corporal MOTRICIDADE • A motricidade refere-se a sensações conscientes do ser humano em movimento intencional e significativo no espaço-tempo objetivo e representado, envolvendo percepção, memória, projeção, afetividade, emoção, raciocínio. C P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE E FORÇA • A motricidade global ou motricidade ampla compreendem os movimentos de andar, carregar, empurrar, mexer os braços, pernas e mãos, correr, sentar, se inclinar para frente e para trás e rolar, por exemplo. Conforme a idade avança, novos movimentos vão surgindo de forma relevante para a evolução da criança MOTRICIDADE • A motricidade fina é a maneira como usamos os nossos braços, mãos e dedos. Refere-se às competências necessárias para manipular um objeto, ou seja, como usar a mão e os dedos de forma precisa, de acordo com a exigência da atividade. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação • INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular • REFLEXA P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE VOLUNTÁRIA: * Espontânea P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação A motricidade espontânea - Solicitar ao paciente que realize movimentos ativos - Pede-se ao paciente que executar uma seriede movimentos (Exemplo: flexão, extensão, abdução, etc) - Lesão Piramidal: diminuição da velocidade dos movimentos - Lesão Extrapiramidal: diminuição de velocidade progressiva diminuição da amplitude dos movimentos. - Em caso de discreta ou duvidosa deficiência motora realiza-se as provas deficitárias representada por: - Prova de Mingazini - Prova de Barre - Prova dos braços estendidos P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação A motricidade espontânea (manobras deficitárias) Prova de Mingazini O teste é positivo quando, ao mandar o paciente elevar em paralelo os dois membros inferiores, o membro afetado cai. Prova dos braços estendidos Pedir ao paciente para elevar os membros e ficarem alguns minutos com tais estendidos. Teste positivo quando o paciente não sustenta aposição https://www.youtube.com/watch?v=PBMrS1I040c Prova de Barré O teste é positivo quando, ao mandar o paciente fletir os joelhos a 90º (perpendicular ao solo) o membro afetado cai. https://www.youtube.com/watch?v=mcj0UFWUH0o https://www.youtube.com/watch?v=X5cC0yxnV7U https://www.youtube.com/watch?v=PBMrS1I040c https://www.youtube.com/watch?v=mcj0UFWUH0o https://www.youtube.com/watch?v=X5cC0yxnV7U P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE VOLUNTÁRIA: * Força Muscular P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação CONCEITO A Força muscular pode ser definida como a quantidade de tensão que um músculo ou agrupamento muscular pode gerar em um movimento específico. Testes de Provas de função muscular e Testes de Força muscular, são relativamente sinônimos que integram o exame físico em uma avaliação fisioterapêutica, tendo como função primordial o estabelecimento de um diagnóstico funcional. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação Avaliação da Força Muscular https://fb.watch/8Hb9WLzpiI/ https://fb.watch/8Hb9WLzpiI/ P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação OBSERVAÇÃO: Na literatura existe uma divergência de pontuação nas escalas que avaliam a força muscular, onde alguns autores colocam +/- (mais / menos) para especificar melhor os resultados observados. Contudo independente desta variação a escala obrigatoriamente terá a graduação de 0 a 5, como padrão para avaliar a força muscular. IMPORTANTE: Não se deve usar +/- (mais / menos) na graduação da força muscular, e se por algum motivo o músculo não puder ser testado (Devido a dor, imobilização, ferimento extenso, etc.) deve-se registrar como Não Testado (NT). Exemplo 02 – variação da Escala de Força Exemplo 01 – Escala de Força Muscular (padrão) P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação - Em pacientes críticos é utilizado um instrumento de avaliação simples denominado Medical Research Council (MRC) - Instrumento adaptado da avaliação de força muscular convencional, contudo com uma pontuação obtida através de 6 movimentos osteocinemáticos, aplicados bilateralmente que resultam em uma classificação de força geral do paciente. https://www.youtube.com/watch?v=iKnLpKi4LkM https://www.youtube.com/watch?v=nWnd2b13RLI https://www.youtube.com/watch?v=iKnLpKi4LkM https://www.youtube.com/watch?v=nWnd2b13RLI P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação Abdução de ombro Extensão de punhoFlexão de cotovelo Flexão de quadril Extensão de joelho Dorsiflexão de tornozelo P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE VOLUNTÁRIA: * Coordenação P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação CONCEITO - Coordenação motora é a capacidade que uma pessoa tem de realizar movimentos articulados com os músculos esqueléticos, permitindo que a mesma domine seu corpo no espaço e controle seus movimentos. Ou seja, a coordenação é a capacidade de sincronizar vários movimentos por meio do cérebro, músculos e articulações. Para garantir que os movimentos sejam corretamente realizados, é necessária uma harmoniosa integração entre os sistemas esquelético, muscular, nervoso e sensorial. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação CEREBELO E PROPRIOCEPÇÃO O controle que rege o mecanismo da coordenação é complexo e necessita da interação e sincronia do cerebelo e dos sensores proprioceptivos. - O CEREBELO é uma região do cérebro que tem como função controlar os movimentos voluntários do corpo, a postura, a aprendizagem motora, o equilíbrio e o tônus muscular, sendo uma região do cérebro localizada na fossa craniana posterior. - A PROPRIOCEPÇÃO, também denominada como cinestesia, é o termo utilizado para nomear a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação PROPRIOCEPÇÃO - Utiliza receptores localizados na pele nos músculos e nas articulações para informar ao cérebro a posição do nosso corpo no espaço P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação A coordenação motora pode ser dividida em 4 categorias, sendo: • Coordenação Motora Geral – Faz com que o indivíduo consiga dominar seu próprio corpo e controlar todos os movimentos. É essencial para andar, pular e realizar outros exercícios do tipo. • Coordenação Motora Específica – Faz com que o indivíduo controle os movimentos específicos para realizar um tipo determinado de atividade, como chutar uma bola ou participar de um jogo de basquete. • Coordenação Motora Grossa – Envolve principalmente grandes grupos musculares, podendo ser desenvolvida a partir da prática de atividadesfísicas. • Coordenação Motora Fina – Relaciona-se com atividades que exigem muita precisão, envolvendo músculos menores. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• VOLUNTÁRIA: * Espontânea *Força Muscular *Coordenação https://www.youtube.com/watch?v=bJy6aZL73nY TESTE para CEREBELO E PROPRIOCEPÇÃO Para identificar se o paciente tem um problema no cerebelo ou proprioceptivo será solicitado alguns comandos com os olhos abertos e fechados. Caso o problema seja de propriocepção, com os olhos abertos ele acerta o alvo, contudo com os olhos fechados o paciente erra o alvo, no entanto se o problema for no cerebelo o paciente irá errar o alvo tanto com os olhos abertos quanto com os olhos fechados. Prova Index-nariz (e suas variações ´´index – index``) Prova calcanhar-joelho Prova dos movimentos alternados (diadocinesia) Diadocinesia: capacidade de realizar movimento alternados https://www.youtube.com/watch?v=bJy6aZL73nY P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA CONCEITO - Tônus muscular é o estado involuntário de contração natural dos músculos corporais, responsável por fazer com que possam entrar em ação sempre que necessário. • INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular A perda do tônus muscular ocorre quando há uma lesão no nervo responsável por manter o músculo em semicontração. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA Diferença de Tônus Muscular x Trofismo Muscular (massa muscular) • INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular Tônus Muscular: estado de tensão constante (postural ou em ação) Trofismo Muscular: volume de massa muscular que existe no corpo Hipotonia Inibição artrogênica P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA CONCEITO - Há 2 tipos de Tônus muscular: Tônus FÁSICO, que se caracteriza por uma contração rápida e envolve as estruturas apendiculares (Tônus de Ação). Tônus POSTURAL, decorrente de uma contração prolongada, envolve principalmente as fibras de contração lenta (Músculos Tônicos) • INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular Músculos estabilizadores segmentares https://fb.watch/8HXODTj3h_/ https://fb.watch/8HXODTj3h_/ https://fb.watch/8HXODTj3h_/ P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA O tônus pode ser avaliado através do exame físico por meio da: - INSPEÇÃO ➢ Músculos hipotônicos apresentam aspecto de achatamento. - PALPAÇÃO ➢ Palpação dos músculos (consistência muscular) ✓ Lesões Centrais (hipertonia) ✓ Lesões Periféricas (hipotonia) ➢ Movimentação passiva dos membros ✓ Resistencia e passividade ✓ Extensibilidade (hipotonia maior e hipertonia menor) • INVOLUNTÁRIA: * Tônus Muscular P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A TÔNUS MUSCULAR • HIPERTONIA Piramidal = Espaticidade Eletiva: - Extensores dos MMII - Flexores dos MMSS Elástica: - terapeuta realiza movimentação passiva em extensão e o membro retorno em flexão Extrapiramidal = Rigidez Eletiva: não Plástica: - O terapeuta realiza movimentação passiva e o membro se mantem na posição a todo momento com uma resistência em todo movimento. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A TÔNUS MUSCULAR Escala de Ashwort (Classificação do tônus ) A Escala de Ashworth modificada é uma escala subjetiva que avalia o tônus em graus de 0-4. Ela tem se mostrado confiável e é a escala mais citada na literatura do tratamento da espasticidade, tanto em adultos como em crianças. Suas características e graduação podem ser vistas na imagem ao lado Obs: a Espasticidade pode ser avaliada pelas escalas: • Tardieu • SCATS • Sci-SET P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE REFLEXA P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA DEFINIÇÃO ´´Resposta motora ou secretora a um estimulo adequado, externo ou interno`` A avaliação se fundamenta nas modificações quantitativas e qualitativas das respostas e a possíveis indicações topográficas que suas alterações podem provocar. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA ESCALA DE REFLEXOS OSTEOTENDINOSOS Esta é uma escala com graduação variando de 0-5, que analisa a intensidade da resposta reflexa e a presença de clônus. Devemos lembrar que a hiporreflexia significa uma diminuição da resposta reflexa, e sempre que possível devemos compara as respostas do indivíduo com ele mesmo, em uma região não afetada. Hiperreflexia além de significar uma aumento da resposta reflexa, significa também um aumento da área reflexógena. As características da Escala de Reflexos osteotendinosos pode ser vista no quadro ao lado. ESCALA DE REFLEXOS OSTEOTENDINOSOS P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA REFLEXOS MOTORES • SUPERFICIAIS ou (Exteroceptivos) ou Cutâneos ➢ Cutaneoabdominais (sup. e inf.) sup.T6, T7, T8, T9, inf. T10,T11, T12; ➢ Cremasterico: L1, L2 ➢ Reflexo Anal: S2, S3, S4 ➢ Cutaneoplantar: L5, S1 • PROFUNDOS ou Osteotendineos ➢ Aquileu (atrás do pé): S1, basicamente ➢ Patelar: L2, L3, L4; ➢ Supinador (Braquiorradial): C5,C6; ➢ Bicipital: C5, C6 ➢ Tricipital: C6, C7 ESCALA DE GRADUAÇÃO DOS REFLEXOS MOTORES P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA REFLEXOS MOTORES (Exteroceptivos ou Superficiais) Cutaneoplantar Cutaneoabdominais Flexão dos Dedos Extensão dos Dedos Reflexo plantar Normal Sinal de Babinski Lesão em via piramidal ou corticoespinal Desvio da linha media em direção ao local estimulado. (contração unilateral) Desvio da cicatriz umbilical Arcorreflexo ou via piramidal P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA Aquileu REFLEXOS MOTORES (Profundos) Tricipital Bicipital Supinador PatelarP R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A MOTRICIDADE • VOLUNTÁRIA• INVOLUNTÁRIA• REFLEXA Avaliação do CLÔNUS Punho Patelar Aquileu Há casos em que a hiperreflexia é tão grave que a pesquisa do reflexo desencadeia clônus (contrações rítmicas involuntárias) O clônus pode ser pesquisado no pé, mão e patela P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A NAS AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA + P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + Pupila CONCEITO A Escala de coma de Glasgow (ECG), mundialmente conhecida e elaborada com o propósito de AVALIAR O NÍVEL DE CONSCIÊNCIA dos pacientes de maneira prática e confiável. A escala de coma de Glasgow é um método para definir o estado neurológico de pacientes com uma lesão cerebral aguda analisando seu nível de consciência. Escala de Glasgow + Pupila P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + PupilaEscala de Glasgow + Pupila P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + Pupila GCS – P (Glasgow Coma Scale + Escore de Reatividade da Pupila) Escala de Glasgow + Pupila P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + Pupila GCS – P (Glasgow Coma Scale + Escore de Reatividade da Pupila) Escala de Glasgow + Pupila P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + Pupila CRITÉRIOS DE APLICAÇÃO E PONTUAÇÃO Se a soma dos resultados ficar entre 13 e 15, a lesão é considerada leve. Entre 9 e 12, é moderada, mas se o resultado pertencer ao intervalo entre 3 e 8, a lesão é grave e necessita de intubação orotraqueal para proteção de via aérea. Para ilustrar a aplicação do escore, abaixo foram relacionas algumas pontuações com o nível de gravidade do paciente: – Pontuação 9: Não há necessidade de proteção da via aérea, porém é necessária avaliação seriada para acompanhamento da evolução do paciente . – Pontuação = 15: É o máximo da escala. Significa que a pessoa abre os olhos espontaneamente, fala coerentemente e obedece a comandos para se movimentar. P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Glasgow + PupilaEscala ASIA Escala ASIA (classificação neurológica padrão de lesão medular) A escala ASIA baseia-se na avaliação da sensibilidade e da função motora, sendo possível classificar o paciente quanto ao tipo de lesão (completa ou incompleta) e determinar o nível neurológico, além de gerar um escore baseado nos achados sensitivos e motores. https://aosla.com.br/ftp/edudatabase/open-files/aos_da_n1m3t2_botelho_prt.pdf https://aosla.com.br/ftp/edudatabase/open-files/aos_da_n1m3t2_botelho_prt.pdf P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Escala de Barthel Pontuação total (0-100) ESCALA DE BARTHEL (Escala de analise das AVDS) A Escala de Barthel tem como objetivo avaliar o potencial funcional de um indivíduo nas atividades básicas do dia- a-dia. Existe um aplicativo disponível para facilitar a utilização da Escala e pode ser baixado no link: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sensingfuture.ricardo.escaladebarthel. Para a versão PDF: Índice de Barthel https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sensingfuture.ricardo.escaladebarthel https://praticandofisio.com/wordpress/?attachment_id=432 P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Medida de Independência Funcional -MIF A Medida de Independência Funcional – MIF – emprega uma escala de 7 pontos para avaliar 18 itens em éreas de cuidados pessoais, controle dos esfíncteres, mobilidade, locomoção, comunicação e cognição social. Esta avaliação foi projetada para mensurar o nível de dependência do paciente em um contexto de enfermaria. A pontuação é feita ou por entrevista com o paciente e/ou cuidador, ou ainda pela observações direta do desempenho das atividades. A MIF apresenta boa confiabilidade, além de ser de fácil e rápida aplicação, porém tem sido discutida sua validação. MANUAL – MIF A Medida de Independência Funcional (MIF) verifica o desempenho do indivíduo para a realização de um conjunto de 18 tarefas, referentes às subescalas de autocuidado, controle esfincteriano, transferências, locomoção, comunicação e cognitivo-social. Cada item pode ser classificado em uma escala de graus de independência de sete níveis, sendo o zero correspondente à dependência total e o sete correspondente à realização de tarefas de forma independente. Sua pontuação varia de 18 (totalmente dependente) a 126 (totalmente independente) pontos - quanto maior a pontuação, melhor o resultado26. https://praticandofisio.com/wordpress/?attachment_id=435 P R O F E S S O R : M s . B ru n o M e n d e s // F IS IO T E R A P E U T A & P R O F IS S IO N A L D E E D U C A Ç Ã O F ÍS IC A Mini Exame do Estado Mental - MEEM É o teste mais utilizado para avaliar a função cognitiva por ser rápido (em torno de 10 minutos), de fácil aplicação, não requerendo material específico. Deve ser utilizado como instrumento de rastreamento não substituindo uma avaliação mais detalhada, pois, apesar de avaliar vários domínios (orientação espacial, temporal, memória imediata e de evocação, cálculo, linguagem- nomeação, repetição, compreensão, escrita e cópia de desenho), não serve como teste diagnóstico, mas sim pra indicar funções que precisam ser investigadas. É um dos poucos testes validados e adaptados para a população brasileira. No site: http://aps.bvs.br/apps/calculadoras/? page=11 é possivel realizar o teste através de uma calculadora. Para a versão PDF: Mini_exame_do_estado_mental http://aps.bvs.br/apps/calculadoras/?page=11 https://praticandofisio.com/wordpress/?attachment_id=436 Link dos slides da aula de base métodos e técnicas de avaliação https://pt.slideshare.net/nathafisioterapia/avaliacao-sensorial-funcao-motora- coordenacao-e-marcha?from_action=save https://www.youtube.com/watch?v=z4RLIBBxINg Link para o site SANAR (escala de coma de Glasgow) https://www.sanarmed.com/escala-de-coma-de-glasgow-colunistas AVALIAÇÃO NEUROLÓGICAS https://www.youtube.com/watch?v=7UO9YSSvoRc ESCALAS DE AVALIAÇÃO NEUROLÓGICAS https://praticandofisio.com/escalas-de-avaliacao-neurologicas/ https://pt.slideshare.net/nathafisioterapia/avaliacao-sensorial-funcao-motora-coordenacao-e-marcha?from_action=save https://www.youtube.com/watch?v=z4RLIBBxINghttps://www.sanarmed.com/escala-de-coma-de-glasgow-colunistas https://www.youtube.com/watch?v=7UO9YSSvoRc https://praticandofisio.com/escalas-de-avaliacao-neurologicas/