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Antifúngicos: Mecanismos de 
ação e Resistência
Professora: Drª. Emanuelle Karine Frota Batista
Centro Universitário UNINOVAFAPI
Curso de Medicina Veterinária
Disciplina: Microbiologia aplicada às ciências agrárias
INTRODUÇÃO
❖ Como controlar os fungos
AGENTES QUÍMICOS: fenóis, álcoois, sais de metais pesados, halogênios,
oxidantes, redutores, detergentes
AGENTES FÍSICOS: Controle dos fatores ambientais que atuam no crescimento 
fúngico:
o Umidade
o Temperatura
o pH
o Radiação
Agentes químicos também utilizados na conservação 
alimentos e controle crescimento fungos
- Ácido Propiônico (Propionato de Cálcio) 
Em massas indústria panificação
- Sulfato de Cobre, Oxicloreto de cobre 
Frutas frescas: uva, melão, caqui
- Captan (pesticida)
Legumes, verduras, orquídeas e animais
Tratamento das Micoses
1as. Drogas:
1890 - Violeta Genciana 
1940 - Iodo (Esporotricose)
- Ác. Salicílico (Micoses cutâneas)
- Ác. Benzóico (Micoses cutâneas)
- Sulfas (Micoses sistêmicas)
Histórico
1939
Griseofulvina
isolada
1949
Nistatina 
(poliênico) 
isolada
1956
Anfo-B
isolada
1962
5-FC 
atividade 
antifúngica
1970s
Primeiros 
azóis
(imidazóis)
no mercado
1981
Cetoconazol
entra no 
mercado
1987
Formulação lipídica 
p/ Anfo-B
1990 e 1992
Triazóis – 
1ª. geração
Fluconazol 
eItraconaz
ol
2002 - atual
Triazóis – 
2ª. geração
2002-
Voriconazol
2006-Posaconazol
Equinocandinas
2002-
Caspofungina
2005- Micafungina
2006- 
Anidulafungina
1903 – KI (iodeto de potássio)
Classificação das micoses
Micose Tecido Espécies
Superficial Extrato córneo do tecido 
epitelial, pelo e cabelo
Malassezia furfur 
Hortaea werneckii 
Piedraia hortae 
Trichosporon beigelii
Cutâneo Porções queratinizadas da 
pele, pelo e cabelo
Trichophyton spp. 
Microsporum spp. 
Epidermophyton floccosum
Subcutâneo Derme, músculos e tecido 
conjuntivo
Sporothrix spp. 
Fonsecaea pedrosoi e 
outros
Sistêmico 
endêmico
Inicia-se com uma infecção 
pulmunar podendo atingir 
qualquer órgão
Paracoccidioides spp. 
Histoplasma capsulatum 
Coccidioides immitis
Sistêmico Qualquer tecido Candida spp. 
Cryptococcus spp. 
Aspergillus spp.
Fusarium spp. 
Zigomycetes-Rhizopus spp.
Antifúngicos:
Tratamento das infeções fúngicas
Por que há menos antifúngicos que antibacterianos?
bactéria Fungo
✓ O combate a infecções fúngicas é muito mais complexo que de bactérias
✓ Principalmente, pelas similaridades entre nossas células e dos fungos
Principais pontos de ação dos anti-bacterianos
Combate a fungos causadores de doenças:
1 Agente deve combater o fungo não o paciente
2 Busca de estruturas celulares alvo: presentes nos fungos mas ausentes 
nas nossas células
Alvos potenciais terapia anti-fúngica:
Membrana celular: 
contém ergosterol ao 
invés de colesterol
Algumas drogas podem 
ser específicos em 
interromper o 
metabolismo DNA 
fúngico
Ao contrário das células 
de mamíferos, os fungos 
possuem parede celular
1,3
1,6
glucanas
M.P.
quitina
ergosterol
1,3 glucan 
sintetase
mannoproteinas
Esquema parede e membrana celular fungos:
❖ As membranas celulares dos
fungos se diferenciam das dos
animais por apresentar em sua
membrana Ergosterol, ao invés
de colesterol
o Alvos para a quimioterapia antifúngica
O antifúngico ideal...
⚫ Toxicidade seletiva ↓ efeitos colaterais
⚫ Amplo espectro de ação
⚫ Não permita a seleção de amostras resistentes
⚫ Não ser alérgeno (Efeito antigênico)
⚫ Boa estabilidade
⚫ Boa farmacocinética (Absorção, distribuição, metabolismo e excreção)
⚫ Baixo custo
Antifúngicos e Mecanismos de ação
Membrana celular
• Poliênicos
- Anfotericina B e formulações lipídicas
- Nistatina
• Azóis
- Cetoconazol, Miconazol,
- Fluconazol, Itraconazol
- Voriconazol, Posaconazol
- Albaconazol, Ravuconazol, 
Isavuconazol
1. Antifúngicos que agem na membrana celular
2. Ação sobre o ergosterol- agentes poliênicos
Anfotericina B Nistatina
Anfotericina B Ergosterol
Colesterol
Odds et al. TRENDS in Microbiology, 11: 272-279, 2003.
Antifúngicos e Mecanismos de ação
ErgosterolFosfolipídio Anfotericina B Meio aquoso
Bicamada lipídica
3. Interações com células de mamíferos
Anfotericina B/Nistatina
Colesterol
Nefrotoxicidade 
Hepatotoxicidade 
Cardiotoxicidade 
Anemia hemolítica
Antifúngicos e Mecanismos de ação
Modo de ação: se ligam ao ergosterol 
das membranas celulares dos fungos 
levando a abertura de canais e 
consequente vazamento de ions
Anfotericina B
Nistatina
❖ POLIENOS
Antifúngicos e Mecanismos de ação
Ergosterol
Anfotericina B/ Nistatina
Na ++
Ca++
Na+
Ca++
K+
K+
Vazamento intracelular de
cations e proteínas
NISTATINA
⚫ 1º poliênico (1949)
⚫ Isolado de Streptomyces noursei
⚫ Altamente tóxico
⚫ Uso somente tópico – suspensão, pastilhas, pomadas, cremes
⚫ Tratamento de dermatófitos e infecções mucocutâneas por Candida
⚫ Má absorção mucocutânea
⚫ Usado no tratamento de infecções mucocutâneas (Ex. lavagem bucal, SGI)
⚫ Efeitos colaterais: Náuseas, vômito, diarreia com dose elevada
ANFOTERICINA B desoxicolato
• Isolado de Streptomyces nodosus (1956)
- Desvantagem:
Muito tóxica
- Vantagens
Amplo espectro de ação 
Fungicida
Baixo custo
o Espectro de ação:
– Candida spp. (exceto C. lusitaniae)
– Cryptococcus spp.
– Fungos dimórficos
– Aspergillus spp., 
– Fungos negros, Zigomicetos
o Não tem espectro para:
– Trichosporon spp.
Anfotericina B desoxicolato
o Formulação Tópica e Endovenosa
o Efeitos adversos:
o Agudos - febre, calafrio, vômito, náusea, cefaléia
o Crônicos - Nefrotoxicidade (50% dos pacientes), anemia, efeito
neurotóxico
O acondicionamento da anfotericina B em lipossomos (L-AB) leva 
a uma redução considerável de efeitos colaterais
⚫Nistatina - Uso tópico e altamente tóxico
⚫ Anfotericina B desoxicolato - tópico e IV
Anfotericina B lipossomal (L-AMB, Ambissome) 
Anfotericina B dispersão coloidal (ABCD – 
Amphocil ou Amphotec)
Anfotericina B Complexo lipídico (ABLC, Abelcet)
Eficácia semelhante a AMB 
desoxicolato
↓↓ Efeitos colaterais
Inibição da síntese do ergosterol
HMG-CoA
sintetase
Acetil CoA Tiolase Acetoacetil-CoA
3-OH-3-metilglutaril-CoA
(HMG-CoA)
Farnesil pirofosfato
Esqualeno sintase
Esqualeno
Alilaminas 
(Terbinafina)
C14-α-lanosterol demetilaseAzóis
Esqualeno epoxidase
C14-dimetil lanosterol
Zimosterol
Esterol metil transferase
Fecosterol
Adaptado de Shea e Del Poeta. Current Opinion in Microbiology, 9: 352-358, 2006.
C8-isomerase
Ergosterol
Esqualeno epóxido
C14-redutase
Lanosterol
ALILAMINAS
o Principal é a Terbinafina - inibe a esqualeno epoxidase (esqualeno monoxigenase)
codificada pelo gene ERG1, participante da via biossintética do ergosterol
o Efeito antifúngico – acúmulo de esqualeno no citoplasma e falta de ergosterol nas
membranas
o Uso tópico (1% em creme) e oral
o Acumula na pele, unha e tecido adiposo
o Reações adversas: diarréia, náuseas, erupções cutâneas, urticária e 
fotossensibilidade Erg1p
⚫ Imidazóis
◦ 1ª. Geração (Ex. miconazol)
◦ 2ª. Geração (Ex. cetoconazol)
⚫ Triazóis
◦ 1ª. Geração (Ex. fluconazol)
◦ 2ª. Geração (Ex. voriconazol)
◦ 3ª. Geração (Ex. ravuconazol)
❖ AZÓIS: imidazóis e trizóis
Age na via biossintética do ergosterol, interferindo 
na ação do produto gênico de ERG11: citocromo 
P450 lanosterol 14-alfa- demetilase
Enzima presente nas
células de mamíferos 
Colesterol 
Agentes azólicos: imidazóis
⚫Econazol
⚫Miconazol
⚫Clotrimazol
⚫Cetoconazol (tópico e sistêmico)
o São Fungistáticos - Dermatofitoses, candidíasis cutânea/mucocutânea
o Uso tópico (creme, loção, shampoo) e sistêmico (comprimido)
o Absorção do cetoconazol – pH ácido
o São hepatotóxicos, altera níveis de testosterona e cortisol
Tópico
Agentes azólicos: triazóis
o No tratamento de Infecções 
sistêmicas 
o Principal efeito colateral – 
hepatoxicidade
Fluconazol Voriconazol
Itraconazol
Posaconazol
Alta afinidade pela C14-α demetilase - ↓efeitoscolaterais
Odds et al. TRENDS in Microbiology, 11: 272-279, 2003.
São mais específicos para a 
enzima do citocromo P450
↓Efeitos colaterais
Espectro de ação ampliado: 
dermatófitos, fungos 
filamentosos, leveduras e 
fungos dimórficos
Ravuconazol
Isavuconazol
Albaconazol
Novos triazóis
Espectro de ação dos triazóis
Candida Cryptococcus Aspergillus Fusarium Zigomicetos
Flu ++ +++ - - -
Itra ++ ++ +++ - -
Vori +++ +++ +++ ++ -
Posa +++ +++ +++ ++ ++
Isavu +++ +++ +++ + +
Antifúngicos que agem na síntese da parede celular
Parede celular
•Equinocandinas
- Caspofungina
- Micafungina
- Anidulafungina
- Aminocandina
Parede celular fúngica
manoproteínas
quitina
ergosterol
1,3 glucana 
sintetase
1,3
1,6
glucanas
membrana
Perda da integridade da parede celular 
Fragilidade Osmótica
Efeito fungicida
A chamada classe dos Equinocandinas constitui os inibidores
da Glucano sintase, tais como:
Caspofungina
Micafungina
Anidulafungina
Modo de ação da Caspofungina 
e Micafungia: inibição da 
glucano sintase
Via de administração IV uma vez por dia.
Pouca interação com outras drogas
Efeitos adversos: gastrointestinais
Não apresenta resistência cruzada os agentes
azólicos
Caspofungina, Anidulafungina e Micafungina - 
São similares - eficácia e segurança
Ativos contra:
Candida spp. - fungicida
e Aspergillus spp. - fungistático
Indicação: candidíase esofágica, candidemia, 
candidíase invasiva, Aspergilose invasiva 
refratária a outros antifúngicos
Bowman et al. Antimicrob Agent Chemother 2002;46:3001-12.
Aspergillus
❖ GRISEOFULVINA
Um dos primeiros anti-fúngicos a ser desenvolvidos, foi inicialmente
isolado de Penicillium griseofulvun em 1937, e é utilizada contra
dermatófitos
✓ Modo de Ação Inibição da formação dos microtúbulos celulares 
necessários, por exemplo, na formação das fibras dos fusos mitóticos
Resistência aos agentes 
antifúngicos
O que pode levar à resistência ?
“ O antimicrobiano não induz à resistência”
o O que ocorre é a seleção natural de microrganismos resistentes 
ao antimicrobiano
“A resistência microbiana reflete o princípio evolutivo de que os
organismos se adaptam geneticamente a mudanças no seu meio 
ambiente”
Como minimizar a seleção de cepas resistentes?
⚫ Evitar o uso indiscriminado de antifúngicos
⚫Diagnóstico correto
⚫ Tratamento adequado
⚫Utilizar dosagens adequadas e suficientes
⚫Mudar tão logo de antifúngico quando se observa que o fungo possui 
sinais de resistência
⚫ Fazer teste de susceptibilidade à droga quando necessário
Mecanismos de resistência aos antifúngicos
Membrana plasmática
Poliênicos 
Azóis
Parede celular
Equinocandinas
ANTIFÚNGICOS
Mecanismos de resistência aos agentes poliênicos
• Diminuição da quantidade de ergosterol
• Acúmulo de outro esterol, diferente de ergosterol, com baixa afinidade pelos 
poliênicos
Resistência intrínsica: C. lusitaniae e C. guilhiermondii
Resistência secundária: C. albicans, C. glabrata e C. krusei
Resistência é rara
Mutação do gene ERG 11 (C14-α- lanosterol demetilase)
Mecanismos de resistência aos azóis
Aumento da expressão da C14-α- lanosterol demetilase
Resistência e sensibilidade aos antifúngicos
⚫ Resistência: capacidade do micro-organismo em crescer em concentrações 
plasmáticas da droga
⚫ Sensibilidade: quando não crescem nessas concentrações
⚫ CIM: menor concentração do antifúngico necessária para inibir o 
crescimento fúngico (µg/mL)
⚫ CFM: menor concentração do antifúngico necessária para matar o fungo
(µg/mL)
⚫ Fungicida x Fungistático
Diagnóstico Laboratorial das Micoses
❑ Sequência diagnóstico de uma dermatofitose
clínico Exame direto
cultivo
Microscopia
O diagnótisco depende sempre de:
Coleta apropriada e cuidadosamente estocada
Coleta de informações do paciente
 Processamento do material
Interpretação dos resultados
Principais Técnicas para Diagnóstico em Micologia
1. Exame micológico direto
✓ Simples e barato
✓ Materiais clínicos: escamas, pelos, unhas, secreção, pus, crostas,
espécime de biópsia, líquor, urina
✓ Muito útil para as micoses superficiais, cutânea e subcutânea e
também algumas sistêmicas
2. Cultura
Indispensável para o isolamento e a identificação do fungo patogênico
*Quando isolado de sítios estéries (liquor e sangue tem significado 
importante), de materiais como pus, escarro e urina deve ser interpretado 
com cautela
Meio de cultivo predominante é o Ágar Sabouraud
Isolado de pele
M. canis
Liquor
C. neoformans
20oC
Escarro
37oC
Rev Soc Bra Med Trop 39(3):297-310
P. brasiliensis
M. canis
A. fumigatus
P. funiculosum
C. albicans
3- Testes Biológicos
Normalmente são utilizados como forma de distinguir espécies dentro 
de um mesmo gênero. Exemplos:
Testes de crescimento em meio de cultivo seletivo
Análise de pigmentação
Testes de perfuração de pelo
T. mentagrophytes → Perfura o pelo
T. Rubru → Não perfura o pelo
C. neoformans vs C. gatti em 
meio CGB
4- Testes Bioquímicos
Também utilizados na distinção entre espécies próximas
✓ Avaliam capacidades bioquímicas específicas, ex:
✓ Capacidade fermentativa (zimograma)
✓ Capacidade assimilação nutrientes (auxanograma)
✓ Utilização de uréia (prova da urease)
Auxanograma
Zimograma
T. mentagrophuytes T. rubrum
PROVA DA UREASE
Anatomopatológico
o Demonstração de elementos fúngicos em tecidos
An.Bras.Dermatol (2011) 86:138-141
CORPO ASTERÓIDE
Esporotricose
Cromoblastomicose
Arq Neuropsiquiatr 2006;64(2-A)
Criptococose
Paracoccidiodomicose
5- Luz UV (Lâmpada de Wood)
➢ Auxílio no diagnóstico e controle de micoses superficiais e cutâneas
Presença sugestiva de M. canis
6- Sorologia
➢ Auxiliaa no diagnóstico e na avaliação prognóstica
Antifúngicos: Mecanismos de 
ação e Resistência
Professora: Drª. Emanuelle Karine Frota Batista
Centro Universitário UNINOVAFAPI
Curso de Medicina Veterinária
Disciplina: Microbiologia aplicada às ciências agrárias
	Slide 1: Antifúngicos: Mecanismos de ação e Resistência
	Slide 2: INTRODUÇÃO
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5: Histórico
	Slide 6: Classificação das micoses
	Slide 7
	Slide 8: Por que há menos antifúngicos que antibacterianos?
	Slide 9: Principais pontos de ação dos anti-bacterianos
	Slide 10
	Slide 11: Alvos potenciais terapia anti-fúngica:
	Slide 12: Esquema parede e membrana celular fungos:
	Slide 13: Alvos para a quimioterapia antifúngica
	Slide 14: O antifúngico ideal...
	Slide 15: Antifúngicos e Mecanismos de ação
	Slide 16: Ação sobre o ergosterol- agentes poliênicos
	Slide 17
	Slide 18: Interações com células de mamíferos
	Slide 19: POLIENOS
	Slide 20: NISTATINA
	Slide 21: ANFOTERICINA B desoxicolato
	Slide 22: Anfotericina B desoxicolato
	Slide 23
	Slide 24: Inibição da síntese do ergosterol
	Slide 25: ALILAMINAS
	Slide 26: AZÓIS: imidazóis e trizóis
	Slide 27: Agentes azólicos: imidazóis
	Slide 28: Agentes azólicos: triazóis
	Slide 29: Alta afinidade pela C14-α demetilase - ↓efeitos colaterais
	Slide 30: Novos triazóis
	Slide 31: Espectro de ação dos triazóis
	Slide 32: Antifúngicos que agem na síntese da parede celular
	Slide 33: Parede celular fúngica
	Slide 34
	Slide 35: Modo de ação da Caspofungina e Micafungia: inibição da glucano sintase
	Slide 36: Ativos contra:
	Slide 37: Modo de Ação Inibição da formação dos microtúbulos celulares necessários, por exemplo, na formação das fibras dos fusos mitóticos
	Slide 38: Resistência aos agentes antifúngicos
	Slide 39: O que pode levar à resistência ?
	Slide 40: Como minimizar a seleção de cepas resistentes?
	Slide 41: Mecanismos de resistência aos antifúngicos
	Slide 42: Mecanismos de resistência aos agentes poliênicos
	Slide 43: Mecanismos de resistência aos azóis
	Slide 44: Aumento da expressão da C14-α- lanosterol demetilase
	Slide 45: Resistência e sensibilidade aos antifúngicos
	Slide 46: Diagnóstico Laboratorial das Micoses
	Slide 47
	Slide 48: Principais Técnicas para Diagnóstico em Micologia
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51: LiquorSlide 52: P. funiculosum
	Slide 53: 3- Testes Biológicos
	Slide 54: C. neoformans vs C. gatti em meio CGB
	Slide 55: 4- Testes Bioquímicos
	Slide 56
	Slide 57: Anatomopatológico Demonstração de elementos fúngicos em tecidos
	Slide 58
	Slide 59: 5- Luz UV (Lâmpada de Wood)
	Slide 60: 6- Sorologia
	Slide 61: Antifúngicos: Mecanismos de ação e Resistência

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