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3ª Série do Ensino Médio 3 CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS HISTÓRIA 01 Após a leitura do texto abaixo e dos seus conhecimentos sobre o tema, responda à questão abaixo: A Incon� dência Mineira (1789) e a Incon� dência Baiana (1798) têm em comum o fato de serem reprimidas pela Coroa portuguesa ainda na fase de preparativos e o desejo de autonomia de seus participantes, pois consideravam-se prejudicados e excluídos dos benefícios pelos quais acreditavam ter direito de usufruir em sua plenitude. Apesar de algumas opiniões contraditórias, percebe- -se que o diferencial entre as duas conjurações é o fato de que a Conjuração Mineira teve um caráter elitista em sua organização e execução até o � m, enquanto a Conjuração Baiana, ao adquirir contornos mais radicais e populares, causou o afastamento dos líderes intelectuais da elite local que organizaram inicialmente o movimento, fazendo com que mulatos, escravos, brancos pobres e negros libertos se transformassem nos cabeças do levante. Disponível em: https://goo.gl/R8dRMz. Acesso em: 02 set. 2016. Fazendo um paralelo entre os movimentos revolucionários, a Incon� dência Mineira e a Conjuração Baiana, pode-se concluir que A enquanto os participantes da Incon� dência Mineira, em geral buscaram como modelo político a república organizada nos Estados Unidos, na Conjuração Baiana foi clara a inspiração na Revolução Francesa. B a existência da imprensa livre no século XVIII no Brasil possibilitou a difusão dos ideais de liberdade e igualdade em Minas e nas outras as regiões do país, possibilitando o êxito dos revoltos. C na capitania das Minas Gerais, o consumo de livros era inferior, quando comparado a outras capitanias, o que di� cultou a discussão dos ideais emancipacionistas pelos setores médios urbanos. D na Inconfidência Mineira, houve um amplo apoio das camadas populares, dando maior força ao movimento, enquanto a Conjuração Baiana � cou restrita a intelectuais. E na conjuração baiana os envolvidos restringiram suas ações a reuniões secretas coordenadas pela loja maçônica Cavaleiros da Luz, sem nenhuma iniciativa de convocação pública para a luta. 02 O texto a seguir é um fragmento do decreto de D. Pedro I, de 1823, em que o imperador dissolve a Assembleia Constituinte. Havendo Eu convocado, como Tinha Direito de convocar, a Assemblea Geral, Constituinte e Legislativa, [...] e havendo esta Assemblea perjurado ao tão solemne juramento, que prestou à Nação [...]: Hei por bem, como Imperador, e Defensor Perpetuo do Brasil, dissolver a mesma Assemblea, e convocar já huma outra na forma das Instruções, feitas para a convocação desta, que agora acaba; a qual deverá trabalhar sobre o Projecto de Constituição, que Eu Hei-de em breve Apresentar; que será duplicadamente mais liberal, do que a extincta Assemblea acabou de fazer. D. PEDRO I. Decreto de dissolução da Assembleia Nacional Constituinte, em 12 nov. 1823 apud PEREIRA, V. A longa “noite da agonia”. Revista de História da Biblioteca Nacio- nal. Rio de Janeiro: SABIN, ano 7, n. 76, jan. 2012, p. 42. Com base na justi� cativa do ato político explicitado no texto do decreto, e analisando as suas consequências, identi� ca-se um antagonismo entre A monarquia e república. B capitalismo e socialismo. C imperialismo e independência. D absolutismo e liberalismo. E nacionalismo e antilusitanismo. 03 Pernambucanos [...] o povo está contente, já não há distinção entre brasileiros e europeus, todos se conhecem irmãos, descendentes da mesma origem, habitantes do mesmo país, professos na mesma religião. Um governo provisório iluminado, escolhido entre todas as ordens do Estado, preside a vossa felicidade; con� ai no seu zelo e no seu patriotismo. Vós vereis consolidar-se a vossa fortuna, vós sereis livres do peso de enormes tributos que gravam sobre vós; o vosso, e nosso país subirá ao ponto de grandeza que há muito o espera, e vós colhereis o fruto dos trabalhos e do zelo dos vossos cidadãos. [...] A pátria é a nossa mãe comum; vós sois seus � lhos, sois descendentes dos valorosos lusos, sois portugueses, sois americanos, sois brasileiros, sois pernambucanos. Proclamação do Governo Provisório Revolucionário de Pernambuco. 9 mar. 1817. A partir da leitura do documento e dos seus conhecimentos sobre o assunto, marque a alternativa incorreta a respeito das propostas dos revolucionários pernambucanos de 1817 A Expressavam a insatisfação com o aumento e a criação de novos tributos (impostos) para o sustento da Corte sediada no Rio de Janeiro. B Inspiravam-se nos ideais liberais e republicanos que se disseminavam a partir dos exemplos da Revolução de Independência dos Estados Unidos e da Revolução Francesa. C Propunham a igualdade de direitos políticos e civis, a tolerância religiosa e a abolição da escravidão. D Buscavam fortalecer os vínculos com as capitanias vizinhas, como Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, com a intenção de constituírem uma República independente do restante da América portuguesa. E Buscavam construir uma nova pátria fundada em uma identidade comum entre “portugueses” e “brasileiros”, “europeus” e “americanos” que aderissem ao movimento. 4 4 ANO LETIVO: 2017 CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216 04 Em 1808, a Família Real portuguesa, fugindo do cerco napoleônico, transferiu-se para o Brasil que, de Colônia, se tornou sede da monarquia e do vice-reino. Os treze anos durante os quais a corte permaneceu no Rio de Janeiro tiveram grande importância política e econômica e foram seguidos pela declaração de independência do Brasil em 1822. OLIVEN, Rubem George. Cultura e modernidade no Brasil. Disponível em: www.scielo.br/pdf/spp/v15n2/8571.pdf (adaptado). Uma das principais características socioeconômicas desse período foi a(o): A diminuição do � uxo de mercadorias. B início do ciclo econômico da borracha. C abertura dos portos ao comércio exterior. D ampliação das relações bilaterais com os EUA. E elevação do Brasil à condição de protetorado da Inglaterra. 05 Leia o texto a seguir e observe com atenção a imagem da pintura a óleo de um rei francês em um campo de batalha. Os dois estão relacionados ao período dos Estados absolutistas modernos: Como é importante que o público seja governado por um só, também importa que quem cumpre essa função esteja de tal forma elevado acima dos outros que ninguém se possa confundir ou se comparar com ele; não se pode retirar do seu chefe a mínima marca da superioridade que o distingue...”. RIBEIRO, R. J. A ética no Antigo Regime. São Paulo: Moderna, 1999. p. 54. Luís XIV diante de Maastritcht, Pierre Mignard, 1973 Disponível em: http://warburg.chaa-unicamp.com.br/obras/view/8805. Acesso em: 26 set. 2016. Sobre os Estados absolutistas, assinale a alternativa correta: A A formação de exércitos permanentes, profissionais e centralizados era o objetivo militar de Estados absolutistas que pretendiam defender suas fronteiras estabelecidas. B Os exemplos mais característicos de Estados absolutistas, nos quais o poder do monarca era concentrado efetivamente na Europa, eram a Itália e a Alemanha. C A política econômica desses Estados combatia as propostas que defendiam a uni� cação de impostos, moedas, pesos e medidas em todo seu território. D Diferentes representações artísticas traziam a imagem idealizada de monarcas dos Estados absolutistas, caracterizando-os como indivíduos semelhantes aos seus súditos. E A justi� cativa do poder exercido pela nobreza nesses Estados buscava se afastar do princípio da origem divina que lhe conferiria um caráter ilimitado. 06 Por meio de tudo isso – pela divisão de trabalho, supervisão do trabalho, multas, sinos e relógios, incentivos em dinheiro, pregações e ensino, supressão das feiras e dos esportes – formaram- -se novos hábitos de trabalho e impôs-se uma nova disciplina de tempo. THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia das Letras, 2000, p. 297. O relógio era um aparelhopouco utilizado até o século XVIII. O tempo era marcado pelos movimentos naturais e atividades agrícolas da maioria da população da Inglaterra. A partir da Revolução Industrial, o relógio passou a ser considerado o principal marcador do tempo nas sociedades capitalistas. Sobre a relação entre a marcação do tempo e o processo de industrialização na Europa, pode-se inferir que: A o relógio tornou-se o principal objeto de troca comercial durante o processo de industrialização europeia. B o controle do tempo servia para ampliar as horas de lazer dos trabalhadores da indústria, garantindo melhor qualidade de vida. C a utilização do tempo do relógio passou a servir para controlar o trabalho e disciplinar os trabalhadores nas fábricas, garantindo maior produtividade. D a preocupação com o controle do tempo do relógio servia para a realização das tarefas na agricultura, de modo que a família pudesse trabalhar coletivamente. E o controle do tempo, pelo relógio, não gerou benefício para o capitalismo industrial, uma vez que o trabalhador não podia ser disciplinado. 07 A respeito das relações entre o Renascimento e o Cristianismo na Europa, os professores Francisco Falcon e Edmilson, Rodrigues escreveram: Não buscavam os humanistas o caminho até Deus pelo desespero, como Lutero, e muito menos concordavam com o servo-arbítrio. Além disso, desaprovavam a violência e os cismas, 3ª Série do Ensino Médio 5 o que explicava por que grandes intelectuais se recusaram a aderir à Reforma. Essa atitude dos humanistas, como Erasmo e Morus, acabou por criar uma terceira via para a crise que se apresentava sob a forma de uma renovação das doutrinas e dos sentimentos diante do mundo. A utopia foi uma das representações dessa terceira via. Nesse sentido, o luteranismo e o calvinismo, no que se referem à doutrina, são anti-humanistas. FALCON, F.; RODRIGUES, A. E. A formação do mundo moderno. A construção do Oci- dente dos séculos XIV ao XVIII. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. p. 130. As ideias apresentadas pelos autores no trecho acima, a respeito do contexto das divergências teológicas do século XVI, apontam para o fato de que o(a) A luteranismo é uma doutrina em tudo oposta ao calvinismo. B Renascimento deve ser interpretado como pertencendo à teologia católica. C Humanismo não caracterizou apenas os reformadores protestantes. D Reforma Protestante se opôs às ideias do Classicismo grego. E Utopia foi um movimento de rea� rmação das doutrinas anglicanas. 08 O gênero humano é de tal ordem que não pode subsistir, a menos que haja uma grande in� nidade de homens úteis que não possuam nada.” Dicionário fi losófi co, verbete Igualdade. O comércio, que enriqueceu os cidadãos na Inglaterra, contribuiu para os tornar livres, e essa liberdade deu por sua vez maior expansão ao comércio; daí se formou o poderio do Estado. Cartas inglesas Sobre os trechos de Voltaire, é pode-se concluir que o autor A de� ne, com suas ideias, os interesses da burguesia como classe, no século XVIII: o comércio como condição para a acumulação de capital, a riqueza como fator de liberdade e do poder de Estado e a propriedade ligada à desigualdade. B crê, como � lósofo iluminista do século XVIII, nas igualdades social e política, pois a � loso� a burguesa elabora uma doutrina universalista que confunde a causa da burguesia com a de toda a humanidade. C critica a centralização do poder na medida em que ela breca a liberdade, impedindo o progresso das técnicas e a expansão do comércio que geram riqueza, e, ao mesmo tempo, aceita a propriedade como fundamento da igualdade. D considera que a burguesia não se constitui em uma classe no século XVIII, e ela precisa do poder do Estado centralizado para garantir a sua riqueza e, nessa medida, aproxima-se da nobreza para obter apoio político. E defende, como representante da Ilustração, a liberdade ligada à ausência da propriedade e elabora princípios universais, com direitos e deveres para todos os homens, o que faz a igualdade econômica ser o fundamento da sociedade. FILOSOFIA 09 Como camponês, Sísifo tinha um rebanho que ia diminuindo sem que ele notasse a razão. Era que um Autólico, um vizinho seu, tinha a capacidade de se metamorfosear em animais e usava essa capacidade para adentrar nas propriedades alheias sem ser notado e roubar os animais nos quais poderia se transformar. Um dia, Sísifo resolveu marcar o seu rebanho e conseguiu seguir as pegadas que levaram até a casa de Autólico, comprovando que este o roubava. Assim, chamou testemunhas para atestar a ladroagem e enquanto os vizinhos discutiam sobre o roubo, Sísifo rodeou a casa e, ao topar com a � lha de Autólico, Anticleia, uniu-se a ela e gerou o astuto Odisseu (que tem como marca do pai a esperteza). No século XX, um autor do movimento conhecido como “Existencialismo”, Albert Camus, retomou o mito para explicar a condição humana e promover o que � cou conhecido como “A revolta metafísica”. Explicava Camus que a vida dos homens era tal como o mito de Sísifo: seguir uma rotina diária, sem sentido próprio, determinada por instâncias como a religião e o sistema capitalista de produção. João Francisco P. Cabral. O mito de Sísifo e sua conotação contemporânea (adaptado). De acordo com o trecho acima, é possível compreender uma das características do mito, a saber A A temporalidade. Ele está situado em determinado período histórico, não faz sentido em outras épocas. B A atemporalidade da narrativa mítica, podendo trazer elucidações sobre questionamentos ainda hoje feitos pela humanidade. C A incoerência da narrativa de tipo mítico denuncia a própria incapacidade humana de produzir interpretações realistas sobre o mundo. D A questão cultural envolvida no mito, geralmente possui uma carga tão forte que o impossibilita de produzir signi� cados na modernidade. E A re� exão produzida nas crianças que ouvem o mito mostra como essa modalidade de saber é infantil. 10 O maquiavelismo é uma interpretação de O Príncipe de Maquiavel, em particular a interpretação segundo a qual a ação política, ou seja, a ação voltada para a conquista e conservação do Estado, é uma ação que não possui um � m próprio de utilidade e não deve ser julgada por meio de critérios diferentes dos de conveniência e oportunidade. BOBBIO, Norberto. Direito e Estado no pensamento de Emanuel Kant. Trad. de Alfredo Fait. 3.ed. Brasília: Editora da UNB, 1984. p. 14. Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, para Maquiavel, o poder político é A independente da moral e da religião, devendo ser conduzido por critérios restritos ao âmbito político. B independente da conveniência e oportunidade, pois estas dizem respeito à esfera privada da vida em sociedade. 4 6 ANO LETIVO: 2017 CÓDIGOS: INGLÊS – 31016| ESPANHOL – 31216 C dependente da religião, devendo ser conduzido por parâmetros ditados pela Igreja. D dependente da ética, devendo ser orientado por princípios morais válidos universal e necessariamente. E independente das pretensões dos governantes de realizar os interesses do Estado. GEOGRAFIA 11 Quanto mais complicada se tornou a produção industrial, mais numerosos passaram a ser os elementos da indústria que exigiam garantia de fornecimento. Três deles eram de importância fundamental: o trabalho, a terra e o dinheiro. Numa sociedade comercial, esse fornecimento só poderia ser organizado de uma forma: tornando-os disponíveis à compra. Agora eles tinham que ser organizados para a venda no mercado. Isso estava de acordo com a exigência de um sistema de mercado. Sabemos que, em um sistema como esse, os lucros só podem ser assegurados se se garante a autorregulação por meio de mercados competitivos interdependentes. POLANYI, K. A grande transformação: as origens de nossa época. Rio de Janeiro: Campus, 2000 (adaptado). A consequência do processo de transformação socioeconômica abordado no texto é a A expansão das terras comunais. Blimitação do mercado como meio de especulação. C consolidação da força de trabalho como mercadoria. D diminuição do comércio como efeito da industrialização. E adequação do dinheiro como elemento padrão das transações. 12 A mundialização introduz o aumento da produtividade do trabalho sem acumulação de capital, justamente pelo caráter divisível da forma técnica molecular-digital do que resulta a permanência da má distribuição da renda: exempli� cando mais uma vez, os vendedores de refrigerantes às portas dos estádios viram sua produtividade aumentada graças ao just in time dos fabricantes e distribuidores de bebidas, mas para realizar o valor de tais mercadorias, a forma do trabalho dos vendedores é a mais primitiva. Combinam-se, pois, acumulação molecular-digital com o puro uso da força de trabalho. OLIVEIRA, F. Crítica à razão dualista e o ornitorrinco. Campinas: Boitempo, 2003. Os aspectos destacados no texto afetam diretamente questões como emprego e renda, sendo possível explicar essas transformações pelo(a) A crise bancária e o fortalecimento do capital industrial. B inovação toyotista e a regularização do trabalho formal. C impacto da tecnologia e as modi� cações na estrutura produtiva. D emergência da globalização e a expansão do setor secundário. E diminuição do tempo de trabalho e a necessidade de diploma superior. 13 O processo de concentração urbana no Brasil em determinados locais teve momentos de maior intensidade e, ao que tudo indica, atualmente passa por uma desaceleração do ritmo de crescimento populacional nos grandes centros urbanos. BAENINGER, R. Cidades e metrópoles: a desaceleração no crescimento populacional e novos arranjos regionais. Disponível em: www.sbsociologia.com.br. Acesso em: 12 dez. 2012 (adaptado). Uma causa para o processo socioespacial mencionado no texto é o(a) A carência de matérias-primas. B degradação da rede rodoviária. C aumento do crescimento vegetativo. D centralização do poder político. E realocação da atividade industrial. 14 Um dos maiores problemas da atualidade é o aumento desenfreado do desemprego. O texto abaixo destaca essa situação. O desemprego é hoje um fenômeno que atinge e preocupa o mundo todo. (...) A onda de desemprego recente não é conjuntural, ou seja, provocada por crises localizadas e temporárias. Está associada a mudanças estruturais na economia, daí o nome de desemprego estrutural. O desemprego manifesta-se hoje na maioria das economias, incluindo a dos países ricos. A OIT estima em 1 bilhão – um terço da força de trabalho mundial – o número de desempregados em todo o mundo em 1998. Desse total, 150 milhões encontram-se abertamente desempregados e entre 750 e 900 milhões estão subempregados. [CD-ROM]. Almanaque Abril. São Paulo: Abril, 1999. Pode-se compreender o desemprego estrutural em termos da internacionalização da economia associada A a uma economia desaquecida que provoca ondas gigantescas de desemprego, gerando revoltas e crises institucionais. B ao setor de serviços que se expande, provocando ondas de desemprego no setor industrial, atraindo essa mão de obra para esse novo setor. C ao setor industrial que passa a produzir menos, buscando enxugar custos, provocando, com isso, demissões em larga escala. D a novas formas de gerenciamento de produção e novas tecnologias que são inseridas no processo produtivo, eliminando empregos que não voltam. E ao emprego informal que cresce, já que uma parcela da população não tem condições de regularizar o seu comércio. 15 Os movimentos de massa constituem-se no deslocamento de material (solo e rocha) vertente abaixo pela in� uência da gravidade. As condições que favorecem os movimentos de massa dependem principalmente da estrutura geológica, da declividade 3ª Série do Ensino Médio 7 da vertente, do regime de chuvas, da perda de vegetação e da atividade antrópica. BIGARELLA, J. J. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais. Florianópolis: UFSC, 2003 (adaptado). Em relação ao processo descrito, sua ocorrência é minimizada em locais onde há A exposição do solo. B drenagem e� ciente. C rocha matriz resistente. D agricultura mecanizada. E média pluviométrica elevada. 16 De repente, sente-se uma vibração que aumenta rapidamente; lustres balançam, objetos se movem sozinhos e somos invadidos pela estranha sensação de medo do imprevisto. Segundos parecem horas, poucos minutos são uma eternidade. Estamos sentindo os efeitos de um terremoto, um tipo de abalo sísmico. ASSAD, L. Os (não tão) imperceptíveis movimentos da Terra. ComCiência: Revista Eletrônica de Jornalismo Científi co, no 117, abr. 2010. Disponível em: http://comciencia.br. Acesso em: 2 mar. 2012. O fenômeno físico descrito no texto afeta intensamente as populações que ocupam espaços próximos às áreas de A alívio da tensão geológica. B desgaste da erosão super� cial. C atuação do intemperismo químico. D formação de aquíferos profundos. E acúmulo de depósitos sedimentares. 17 Suponha que o universo tenha 15 bilhões de anos de idade e que toda a sua história seja distribuída ao longo de 1 ano – o calendário cósmico –, de modo que cada segundo corresponda a 475 anos reais e, assim, 24 dias do calendário cósmico equivaleriam a cerca de 1 bilhão de anos reais. Suponha, ainda, que o Universo comece em 1o de janeiro à zero hora no calendário cósmico e o tempo presente esteja em 31 de dezembro às 23h59min 59,99 s. A escala a seguir traz o período em que ocorreram alguns eventos importantes nesse calendário. Se a arte rupestre representada fosse inserida na escala, de acordo com o período em que foi produzida, ela deveria ser colocada na posição indicada pela seta de número A 1. B 2. C 3. D 4. E 5. 18 Disponível em: www.telescopionaescola.pro.br. Acesso em: 3 abr. 2014 (adaptado). A partir da análise da imagem, o aparecimento da Dorsal Mesoatlântica está associado ao(à) A separação da Pangeia a partir do Período Permiano. B deslocamento de fraturas no Período Triássico. C afastamento da Europa no Período Jurássico. D formação do Atlântico Sul no Período Cretáceo. E constituição de orogêneses no Período Quaternário.