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CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 DAFNE BENTO DA SILVA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FAVENI PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GUARULHOS 
2024 
https://ava.unifaveni.com.br/membros/33992116867/
 
 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
DAFNE BENTO DA SILVA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GUARULHOS 
2024 
https://ava.unifaveni.com.br/membros/33992116867/
 
 
 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 
 
 
 
DAFNE BENTO DA SILVA DE OLIVEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA PEDAGÓGICAPROFISSIONAL 
 
 
 
 
Trabalho apresentado a disciplina Prática 
Profissional, do Centro Universitário 
FAVENI, no Curso de Segunda 
Licenciatura em Biologia, como pré- 
requisito para aprovação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GUARULHOS 
2024 
https://ava.unifaveni.com.br/membros/33992116867/
 
 
 
 
 
 
ORIENTAÇÕES PARA O PROJETO DE INTERVENÇÃO 
 
1. EXPERIMENTOS CIENÍFICOS DESTINADOS A ECONOMIA DOMESTICA 
 
A presente produção didático-pedagógica é parte integrante e condição 
obrigatória para o cumprimento das exigências estabelecidas pelo Programa de 
Desenvolvimento Educacional – PDE 2024. Consequentemente, ela se refere a 
formação continuada de professores da rede Estadual de Educação do Estado de 
Guarulhos, que tem como propósito a qualificação dos profissionais da Educação. 
Com esse intento, tal produção parte de estudos teóricos que são aliados ao 
desenvolvimento da prática, no intento de buscar soluções para problemas recorrentes 
na escola pública que, em tempos de desemprego e inflação alta, também podem 
favorecer a economia doméstica. Portanto, a proposta é unir o saber ao fazer, para 
estimular a experimentação, que faz parte da vida dos seres humanos desde muito 
cedo, ou seja, propor atividades práticas que visam despertar o interesse dos alunos 
dos anos finais do Ensino Fundamental, a partir da elaboração de uma Feira de 
Ciencias com experimentos quimicos destinados tanto ao aprendizado da disciplina 
quanto a economia doméstica. 
Há um porquê para essa opção: a Educação vive momentos de transformações, 
mas enquanto percebemos várias mudanças que visam tornar o ensino da maioria das 
disciplinas mais significativo, também é comum encontrarmos na prática do ensino de 
Ciências, Fisica e Química, como frisa ALVES (2020), os modelos tradicionalistas, que 
descontextualizam os significados e priorizam a reprodução do conhecimento tanto 
pela memorização quanto pela exemplificação. Diante desse contexto, constatamos 
que a Feira de Ciencias, principalmente a que prioriza experimentos quimicos na 
escola, é primordial para a alfabetização científica, compreensão e propagação de 
conceitos intrinsecos a Ciencias da Natureza e até para a economia doméstica, o que 
também ajuda atrair os pais à escola, como veremos a seguir. 
 
 
 
 
 
 
 
2. APRESENTAÇÃO 
 
 
Estimular atividades práticas na disciplina de Biologia em especial com alunos 
do Ensino Médio, é uma forma de elevar o interesse pela elaboração de Feiras de 
Ciências, atividade que, devido a diversos fatores e dificuldades conceituais, 
históricase de implementação, perdeu o ímpeto, a ponto de ser desativadas em várias 
escolas. De certa forma, em decorrência da ausência delas, muitos professores 
também passaram a trabalhar mais com a teorica, minimizando a realização de 
experimentos. Porém, graças a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sabemos 
que é de responsabilidade docente desafiar os alunos, para que eles manifestem suas 
curiosidades e anseios em relação aos conteúdos do currículares. . 
Além disso, conforme Barcelos et al. (2010), a Feira de Ciências é um evento 
institucional que implica a mobilidade de toda a comunidade escolar e como qualquer 
atividade de ensino e aprendizagem, envolve criatividade e investigação na busca de 
soluções para uma situação problema que, por sua vez, requer apontamentos e, em 
contrapartida, formece contribuições para o entendimento das Ciencias da Natureza. 
Somasse a essa cosntatação, o fato de que muitos experimentos simples de 
quimica, que resultam em misturas que nada mais são que a junção de duas ou mais 
substâncias, compostas ou simples, conceitos que os alunos já devem ter aprendido 
na respectiva fase escolar que elegemos para trabalhar, também podem favorecer a 
econômica doméstica. Portanto, o aprendizado se torna mais prático e, ao mesmo 
tempo, mais signifiativo, inclusive para os pais que, assim, inserem-se na escolar e 
até podem dar sugestões, no intento de cooperar com a produção de mais 
experimentos. 
 
 
 
 
 
 
 
3. OBJETIVOS 
Objetivo geral 
 Propor atividades práticas, que envolvam demonstração, investigação e 
verificação, bem como limites, possibilidades e estratégias necessárias para motivar 
e despertar a atenção dos alunos que, além de transpor conceitos abstratos para a 
concretude, ainda poderão ajudar na economia doméstica. 
 
Objetivos específicos 
 
 
 Promover o desenvolvimento da capacidade de trabalhar em grupo; 
 Incentivar a tomada de decisões; 
 Estimular a criatividade; 
 Aprimorar a capacidade de observação; 
 Estimular o registro de informações e a análise de dados; 
 Propor hipóteses para os fenômenos; 
 Identificar a natureza da Ciência e o papel do cientista em uma investigação. 
 
4. METODOLOGIA 
 
Os experimentos químicos devem ser consequências do aprendizado dos 
conceitos científicos adquiridos, de forma gradativa, nas aulas regulares de Ciências 
da Natureza e, nesse caso especifíco, nas aulas de quimica. Logo, em contribuição 
propiciada pelo Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE, antes do evento 
em si e para o desenvolvimento da unidade didática previamente selecionada, devem 
ser previstas aulas práticas no laboratório de Ciências ou na sala de aula, com vistas 
a realização dos experimentos que, por sua vez, devem ser acessíveis aos alunos que 
promoverão o evento em data prevista, referencialmente ao fim do segundo bimestre, 
de acordo com o Plano de Trabalho Docente – PTD, seus conteúdos estruturantes, 
básicos e específicos. 
 
 
 
 
 
 
 
5. CRONOGRAMA 
 
 
O que fazer? Quando 
Fazer? 
(datas): 
Responsável: 
Pesquisa bibliográfica 
sobre e para a Feira de Ciencias 
voltada aos experimentos 
quimicos que podem cooperar 
com a economia domestica. 
04 a 
08/04/2024 
 Prof Dafne 
Organização estratégica da 
Feira 
12 e 
13/04/2024 
Prof Dafne 
Preparo do material 
necessário aos experimentos. 
16 e 
17/05/2024 
Prof Dafne 
Roda de conversa com os 
alunos para apresentação tanto 
da proposta quanto dos possveis 
experiementos, bem como dos 
materiais. Logo após, formação 
de grupos e escolha das 
experimentos quimicos para a 
Feira de Ciências, de acordo 
com o conteúdo trabalhado em 
sala de aula, de acordo com a 
série deles. 
18 e 
19/05/2024 
Prof Dafne 
Revisão de conteúdo e 
realização 
dos experimentos para testagem 
e aperfeiçoamente, antes da 
exibição final no evento. 
23 a 
25/05/2024 
Prof Dafne 
Realização da Feira de Ciências. 26 a 
30/05/2024 
Prof Dafne 
Considerações finais sobre o 
evento. 
31/05/2024 Prof Dafne 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6. RECURSOS NECESSÁRIOS 
 
Além do espaço destinado propriamente a Feira de Ciências, os demais 
recursos utilizados tendem a variar de acordo com os experimentos eleitos em 
consenso pela turma e o professor. Porém, não podem faltar cartolinas e pincéis 
usados.atômicos para a produção de cartazes que devem trazer o titulo da 
experiencia, a listagem dos materias, o resumo dos conceitos envolvido em cada 
experimento e respectivas imagens deles (que tanto podem ser fotos captadas pelos 
celulares dos alunos quanto ilustrações feitas por eles mesmos). 
6.1 Sugestões de experimentos quimicos para a Feira de Ciências 
 
Eles podem servir de base ao professor, para que ele orienteos alunos tanto em 
relacão aos conceitos, as reações, causas e efeitos, quanto em termos de pesquisas 
correspondentes, pois o mais importante é que todos saibam o que estão fazendo 
conforme a proposta inicial. 
 Aromatizador ambiental – 50 ml de água; 50 ml de vinagre branco; casca de 
1 limão; e 2 ramos de alecrim. Misture muito bem os ingredientes, coloque em um 
borrifador e deixe descansar por alguns dias em local escuro e fresco. Depois, basta 
espalhar pelo ambiente, para purificar o ar. Essa mistura elimina até o cheiro do 
cigarro. 
 Limpa tudo - 300 ml de água quente; 4 colheres (sopa) de bicarbonato de 
sódio; e 2 colheres (café) de sal. Misture tudo muito bem e, mesmo com a fervura 
resultante, aplique com uma esponja seca aonde for preciso, esfregue e deixe reagir 
por uns 2 minutos. Depois, retire a mistura com um pano úmido e observe o resultado. 
 
 Lenços umedecidos caseiros para limpeza de objetos delicados - Papel 
toalha; óleo de coco e óleo essencial de lavanda; saco plástico; sabão liquido neutro; 
e água morna. De início, dobre os papéis toalha na diagonal e recorte ao meio. 
Coloque-os em um saco plástico, mas não um em cima do outro. Depois, ainda dentro 
do saco, adicione de uma a duas colheres (sopa) de óleo de coco e uma colher (sopa) 
 
 
 
 
 
de água morna. Mexa o saco suavemente, para impregnar os papéis com a mistura. 
.Em seguida, adicione algumas gotas do óleo essencial de lavanda, repita o 
movimento e, por fim, adicione duas colheres (sopa) de sabonete neutro ou sabão de 
coco líquido.Mantenha os lenços umedicidos no saco fechado até serem usados, pois 
assim, os odores irão se concentrar nos papéis que ficaram mais perfumados. 
 
Partindo da apresentação desses exemplos e dos conceitos intrinsecos a essas 
misturas, os alunos já saberam o que buscar, inclsuive poderão ter ajuda dos pais para 
isso, porque quse todo mundo tem uma receita caseira, embora não entenda os 
principios quimicos dela. 
 
7. RESULTADOS ESPERADOS 
 
A realização de Feiras de Ciências, com experimentos químicos voltados a 
economia doméstica no ambiente escolar, propicia tanto a demonstração de 
aprendizagens quanto a produção, divulgação e propagação de novos conhecimentos 
em relação as Ciências Naturais. Consequentemente, ela também vai exigir a 
interação constante entre professor e alunos e a troca de ambos com a comunidade 
escolar, a partir do empenho dos discentes para aprender e transmitir na prática todo 
o processo de descoberta e criação. Portanto, é esperado o protagonismo de cada 
aluno como construtor e promotor de conhecimento, bem como o senso crítico em 
relação a corrente negacionista que minimiza o papel da Ciências diante da sociedade. 
 
 
 
8. REFERÊNCIAS 
 
ALVES, T. R. S. Os objetos de aprendizagem no ensino de Química: um 
levantamento exploratório junto a professores do ensino médio. In Scientia 
Naturalis, v. 2, nº 2, p. 508-524, 2020. Disponivel em: 
file:///C:/Users/Trabalho/Downloads/3820-Texto%20do%20artigo-11663-2-10- 
20201109.pdf. Acesso em 04/01/2023. 
 
BARCELOS, N. N. S; JACOBUCCI, G. B; JACOBUCCI, D. F. C. Quando o 
cotidiano pede espaço na escola, o projeto da Feira de Ciências “vida em 
sociedade” se concretiza. In Ciência & Educação, v.16, p.215-233, 2010. 
Disponivel em: 
www.scielo.br/j/ciedu/a/vgrHYDyRtB59Lhjmnpv8CsB/abstract/?lang=pt. Acesso em 
06/02/2023. 
 
BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular - 
Educação é a Base. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. 
Acesso em 29/05/2023. 
 
 . Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação Fundamental 
(SEF). Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas 
transversais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1997b. 
 
 . Ministério da Educação (MEC). Temas contemporâneos 
transversais na BNCC – Contextos Históricos e Pressupostos Pedagógicos 
(2019). Disponível em: 
www.basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_tem 
as_contemporaneos.pdf. Acesso em 30/05/2023. 
 
FARAGO, M. A. C. Material didático do Ciclo 3. Base Nacional Comum Curricular 
e o Ensino Fundamental: áreas de conhecimento, componentes curriculares e 
respectivas competências específicas, unidades temáticas, habilidades e 
direitos a aprendizagens. Disponível em: 
https://md.claretiano.edu.br/basnaccomcurhisconpolrefpedestsuppra-gp0069-fev- 
2023-grad-ead-p/2019/12/10/ciclo-3-base-nacional-comum-curricular-e-o-ensino- 
fundamental-areas-de-conhecimento-componentes-curriculares-e-respectivas- 
competencias-especificas-unidades-tematicas-habilidades-e-direi/. Acesso em 
29/05/2023. 
 
FRANCISCO JR., W. E.; FERREIRA, L. H.; HARTWIG, D. R. Experimentação 
Problematizadora: Fundamentos Teóricos e Práticos para a Aplicação em 
Salas deAula de Ciências. In Química Nova na Escola. n. 30, p.34-41, 2008. 
Disponivel em: qnesc.sbq.org.br/edicao.php?idEdicao=20. Acesso em 10/02/2023. 
 
GIORDAN, M. O papel da Experiência no ensino de ciências. Química Nova na 
escola. n.10, p.43-49, 1999. Disponivel em: 
https://fep.if.usp.br/~profis/arquivo/encontros/enpec/iienpec/Dados/trabalhos/A33.pdf. 
http://www.scielo.br/j/ciedu/a/vgrHYDyRtB59Lhjmnpv8CsB/abstract/?lang=pt
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/
http://www.basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_temas_contemporaneos.pdf.%20Acesso%20em%2030/05/2023
http://www.basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_temas_contemporaneos.pdf.%20Acesso%20em%2030/05/2023
https://md.claretiano.edu.br/basnaccomcurhisconpolrefpedestsuppra-gp0069-fev-2023-grad-ead-p/2019/12/10/ciclo-3-base-nacional-comum-curricular-e-o-ensino-fundamental-areas-de-conhecimento-componentes-curriculares-e-respectivas-competencias-especificas-unidades-tematicas-habilidades-e-direi/
https://md.claretiano.edu.br/basnaccomcurhisconpolrefpedestsuppra-gp0069-fev-2023-grad-ead-p/2019/12/10/ciclo-3-base-nacional-comum-curricular-e-o-ensino-fundamental-areas-de-conhecimento-componentes-curriculares-e-respectivas-competencias-especificas-unidades-tematicas-habilidades-e-direi/
https://md.claretiano.edu.br/basnaccomcurhisconpolrefpedestsuppra-gp0069-fev-2023-grad-ead-p/2019/12/10/ciclo-3-base-nacional-comum-curricular-e-o-ensino-fundamental-areas-de-conhecimento-componentes-curriculares-e-respectivas-competencias-especificas-unidades-tematicas-habilidades-e-direi/
https://md.claretiano.edu.br/basnaccomcurhisconpolrefpedestsuppra-gp0069-fev-2023-grad-ead-p/2019/12/10/ciclo-3-base-nacional-comum-curricular-e-o-ensino-fundamental-areas-de-conhecimento-componentes-curriculares-e-respectivas-competencias-especificas-unidades-tematicas-habilidades-e-direi/
https://fep.if.usp.br/~profis/arquivo/encontros/enpec/iienpec/Dados/trabalhos/A33.pdf
 
 
Acesso em 12/02/2023. 
 
GONÇALVES, É. P. S. R. Feira de Ciências: Abrindo Janelas para o 
Conhecimento. Disponivel em: 
www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/201 
4/2014_unespar-paranavai_cien_pdp_erica_patricia_silva_rocha.pdf. Acesso em 
12/02/2023. 
 
LIMA, M. S.L; GARCIA, Z. F. A Hora da prática: reflexões sobre o estágio 
supervisionado e ação docente. 4a ed., versão ampliada. Fortaleza: Edições 
Demócrito Rocha, 2004. 
 
NAGASHIMA, L. A.; PIRES, M. M. Y.; ZANATTA, CALEGARI; S.; E OUTROS 
COLABORADORES. Coletânea de Atividades Experimentais. 1. ed. Paranavaí 
(PR): Editora Gráfica Paranavaí, 2013. Disponivel em: 
www.ioc.fiocruz.br/sites/default/files/comciencia_01.pdf. Acesso em14/02/2023. 
 
OLIVEIRA, J. R. S. Contribuições e abordagens das atividades experimentais 
noensino de ciências: reunindo elementos para a prática docente. In Acta 
Scientiae, v.12, n.1, p.139-153, 2010. Disponivel em: 
www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/article/view/31. Acesso em 15/01/2022. 
 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA (Org.). A Química Perto de Você: 
Experimentos de Baixo Custo para a Sala de Aula do Ensino Fundamental e 
Médio, São Paulo: Editora: Edit-SBQ, 2010. 
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2014/2014_unespar-paranavai_cien_pdp_erica_patricia_silva_rocha.pdfhttp://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2014/2014_unespar-paranavai_cien_pdp_erica_patricia_silva_rocha.pdf
http://www.ioc.fiocruz.br/sites/default/files/comciencia_01.pdf
http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/acta/article/view/31.%20Acesso%20em%2015/01/2022
RELATÓRIO FINAL 
 
 
O Experimento realizado na referida feira de ciências foi realizada na 
E.E. MÁRIO BOMBASSEI FILHO PROFESSOR, de 26 a 30 de maio de 2024, entre 
as 11h e 16h, pelos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio . 
Em consequência do horário escolhido, os demais discentes da unidade escolar, bem 
como alguns paise outros adultos do entorno, puderam apreciar e se empolgaram com 
as demonstrações, fato que revelou o esforço dos participantes em manipular os 
materiais e expor os conceitos envolvidos em cada experimento. 
Note que, a aprendizagem já havia começado bem antes, mas a chance de 
realizar a Feira de Ciências, uma atividade nova ba escola, estimulou as pesquisas 
entre os alunos, a vontade saber mais e a participação de cada um deles. Logo, houve 
a assimilação dos conhecimentos essenciais das Ciências da Natureza e, em especial, 
da Quimica, 
Por sua vez, a roda de conversa que se deu nos dias 18 e 19 de maio, foi decisiva 
tanto para que a revisão de conteúdo fosse eficaz quanto para a escolha, testagem e 
aperfeiçoamente dos experimentos. Nessas etapas, que ocorreram entre 23 e 25 de 
maio, o protagonismo e participarção dos alunos tornaram-se bem visiveis em relação 
aos procedimentos que precisavam ser tomados, tanto que eles mesmos 
determinaram o melhor espaço da escola para feira e, no final do período da tarde, os 
alunos do respectivo turno, junto a alguns do matutino, começaram a fixar os cartazes 
produzidos anteriormente. O cuidado que tiveram foi tanto, que alguns desses 
cartazes chegaram a receber retoques finais, mas todos foram recobertos por folhas 
de jornal, porque os alunos queriam surpreender os colegas. 
No dia seguinte, conforme eles mesmos combinaram, foi o momento de 
deslocar as mesas das salas de aula para o espaço determinado. Esse trabalho, 
realizado em conjunto pelos alunos da manhã e tarde, começou as 8h30 e as 10h tudo 
já estava disposto em seu devido lugar, o que evidenciou um grande espíríto de equipe 
para se atingir a meta, conforme haviam traçado por si mesmos . 
Durante todo esse processo, como professor, concedi a liberdade para que 
agissem assim, mas ao mesmo tempo, assumi o papel de mediador, no intento de 
organizar a problematização das observações, destacando aspectos que puderiam 
passar despercebidos pelos alunos. Dessa forma, ainda promovi uma troca de 
conhecimento, a partir da comunicação que é imprescindível para a construção do 
aprendizado mútuo, entre todos os envolvidos na realização da feira. 
Em paralelo, também deixei claro que as práticas experimentais relacioandas 
a Qumica iriam proporcionar discussões e interpretações. Portanto, eles teriam que 
ficar atentos aos conteúdos estruturantes trabalhados em sala de aula. Nesse 
momento, os alunos entenderam que tanto a feira quanto as demonstrações não 
deveriam ser apenas momentos de comprovação de leis e teorias ou de ilustração de 
aulas teóricas, mas de propagação de conhecimentos fundamentados e 
contextualizados de acordo com os conteúdos que assimilaram, bem como com a 
história da Ciência e a divulgação científica, mas de maneira independente das 
possíveis relações conceituais e interdisciplinares. 
De maneira resumida, a feira que se estendeu de 26 a 30 de maior foi um 
verdadeiro sucesso, principalmente porque contagiou os visitantes que descovriram 
várias maneiras de economizat, tanto que os demais alunos se empolgaram com as 
possibilidades de se aprender as Ciências da Natureza na prática e em consenso 
expressaram a vontade de repetir a feira no último bimestre do ano e até de incorporá- 
lo ao curriculo da escola, atitude que sensibilizou a corrdenadora pedagogica e os 
dmais festore da escola, que ficaram de pensar nessa possibilidade. 
Portanto, em termos de considerações finais, que realizei em 31 de maio, percebi 
realmente que alcancei tanto o objetivo geral, ao propor atividades práticas de 
demonstração, investigação e verificação para despertar a atenção dos alunos, 
quanto em relação aos objetivos especificos, pois a capacidade de trabalhar em 
grupo, tomar decisões, usar a criatividade, exercer a observação, registrar 
informações, analisar dados e propor hipóteses para os fenômenos, evidenciaram-se 
de forma espontanea e natural entre os participantes da feira e os demais alunos e 
adultos presentes no evento. Botadamente, todos passaram a identificar a natureza 
e a importancia da Ciência, bem como do papel do cientista em uma investigação. 
Para concluir, romper com os moldes tradicionalistas que priorizam a reprodução 
do conhecimento apenas por memorização e exemplificação, é algo sempre muito 
bem- vindo no ensino das Ciências, pois a prática é a única capaz de levar os alunos 
a transpor a abstralidade dos conceitos para a concretude, por ressaltar a importância 
do conhecimento, que pode começar pelo individual, mas, gradualmente, sempre 
atinge o coletivo, como nos provou despretenciosamente a feira realizada na E.E. 
MÁRIO BOMBASSEI FILHO PROFESSOR, que tem tudo para se repetir, com o 
intento de propagar o papel e a importancia das Ciências no dia a dia de todos nós. 
Mas antes de encerrar ainda quero deixar uma frase atribuida ao fisíco e quimico 
britânico Michael Faraday (1791 – 1867) e qual não tenho mais referências, para 
reflexão dos profissionais da Educação, que evidencia ainda mais a importância da 
produção didático-pedagógica, no contexto da Feiras de Ciências voltada aos 
experimentos quimicos: “a química é necessariamente uma ciência experimental: as 
conclusões são extraídas de dados e seus princípios são apoiados pela evidência dos 
fatos”. 
REFERÊNCIAS 
 
ALVES, T. R. S. Os objetos de aprendizagem no ensino de Química: um 
levantamento exploratório junto a professores do ensino médio. In Scientia 
Naturalis, v. 2, nº 2, p. 508-524, 2020. Disponivel em: 
file:///C:/Users/Trabalho/Downloads/3820-Texto%20do%20artigo-11663-2-10- 
20201109.pdf. Acesso em 04/01/2023. 
 
BARCELOS, N. N. S; JACOBUCCI, G. B; JACOBUCCI, D. F. C. Quando o 
cotidiano pede espaço na escola, o projeto da Feira de Ciências “vida em 
sociedade” se concretiza. In Ciência & Educação, v.16, p.215-233, 2010. 
Disponivel em: 
www.scielo.br/j/ciedu/a/vgrHYDyRtB59Lhjmnpv8CsB/abstract/?lang=pt. Acesso em 
06/02/2023. 
 
BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular - 
Educação é a Base. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. 
Acesso em 29/05/2023. 
 
 . Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação Fundamental 
(SEF). Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas 
transversais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1997b. 
 
 . Ministério da Educação (MEC). Temas contemporâneos 
transversais na BNCC – Contextos Históricos e Pressupostos Pedagógicos 
(2019). Disponível em: 
www.basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/contextualizacao_tem 
as_contemporaneos.pdf. Acesso em 30/05/2023. 
 
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