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Profa. Ma. Rita Ibarra
UNIDADE I
Produção Jornalística 
em Rádio
 Desde a sua invenção, em 1896, o Rádio vem se adaptando e se transformando para 
adequar-se às demandas da sociedade contemporânea.
 Dentre os meios de informação, ele se destaca por sua agilidade na notícia e por sua 
facilidade de acesso pelo ouvinte.
 Mesmo em meio à crise causada pela pandemia da Covid-19, foi um dos meios que teve 
menor impacto em sua audiência e tomou fôlego em seu crescimento.
 Mudança de conceitos de produção – da imagem auditiva para 
a imagem audiovisual.
Rádio é emoção e informação
 Cenário de mudanças – Transmissão Radiofônica – Multiplataforma
 A pandemia e o novo impulso do rádio.
 83% da população de 13 regiões metropolitanas brasileiras 
ouvem rádio.
 3 em cada 5 ouvintes ouvem rádio todos os dias.
 3h58min é o tempo médio que os ouvintes passam ouvindo rádio.
Rádio é emoção e informação
3%
a mais 
que
2021
Adultos, com mais de 30 
anos, das classes AB, são 
ouvintes assíduos.
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
 Rádio – lugares de preferência para o ouvinte.
Rádio é emoção e informação
Casa
63%
2022
72%
2021
Carro
30%
2022
20%
2021
Outros 
locais
12%
2022
10%
2021
Trajeto
9%
2022
8%
2021 
Trabalho
3%
2022
2%
2021 
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
 Rádio – lugares de preferência para o ouvinte.
Rádio é emoção e informação
80% 
Rádio 
comum
26% 
Celular
1% a mais 
que 2021
4% 
Outros 
equipos 
3%
computador
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
 Regiões de maior destaque.
Rádio é emoção e informação
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
Nordeste
85%
78%
79% Grande
Salvador
Grande
Recife
Grande
Fortaleza03:55:20
04:09:23
03:54:42
81%
90%
83%
82%77%
Grande
São Paulo
Belo
Horizonte
Rio de
Janeiro
Vitória
03:52:26
03:55:44
04:32:47
03:18:22 03:49:00
Campinas
82%
82%
03:49:46
03:13:51
Sudeste
Centro-Oeste
Grande
Goiânia
Distrito
Federal
84%
03:38:09
Grande
Curitiba
85%
03:29:20
Grande
Florianópolis
Grande
Porto Alegre86%
04:05:07
Sul
 Regiões de maior destaque.
Rádio é emoção e informação
56% 
de
confiabilidade
20% 
de crescimento
2017-2022
49%
para ouvir
música 
43%
porque me faz 
companhia
39%
traz notícias de 
forma rápida40%
ouvem esportes 
pelo rádio
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
 O Rádio mantém sua identidade e características e transita facilmente em diversas mídias.
Rádio é emoção e informação
29%
Ouvir on-line mudou 
a forma de consumir 
o meio.
7,4 milhões de 
pessoas ouviram 
rádio na web nos 
últimos 30 dias.
85%
mais pessoas que 
em 2019
2h45
de tempo médio 
diário
Dentre os ouvintes destacam-se
homens entre 29-40 anos, classe AB.
Celular
7 em cada 10 
ouvintes on-line.
70% ouviram pelo celular (66% – 2021)
30% pelo computador
9% por outros aparelhos
Fonte: Kantar Ibope Media, 2022.
O Rádio mantém sua identidade e novos devices (aparelhos) e formas de ouvir se expandem. 
Rádio é emoção e informação
7% pela TV
6% por smart
speakers
12% apenas áudio
20% pelo Youtube
Apenas áudio ou 
áudio e imagem.
12% áudio e imagem
42% dos ouvintes
Ouvem streaming de 
música
Ouvintes de streaming
gastam 
2h40 por dia
nesta atividade
Fonte: Kantar Ibope, 2022.
O Podcast – Personal on Demand/Broadcast
Programa Porcentagem Programa Porcentagem 
Entrevistas 45% Religião e 
Espiritualidade 20%
Humor 42% Cinema, séries 
e TV 19%
Política 33% Saúde e Fitness 16%
Música 29% Ciências e 
Tecnologia 15%
Notícias 25% Games 14%
Esportes 24%
Conteúdos de 
comunicadores 
de Rádio e TV
6%
40% ouviram podcasts nos 
últimos 3 meses
56% ouvem semanalmente
Crescimento de 30% do 
ano anterior (2021)
Fonte: Kantar Ibope, 2022.
 Assuntos em destaque:
O Podcast – Personal on Demand/Broadcast
Fonte: Revista Exame, 2022.
Formato Gênero
Entrevistas Sociedade & Cultura
Narrativas Educação
Mesa redonda Estilo de Vida
Reportagens Religião
Resumo do dia Comédia
 Podcasts mais ouvidos:
O Podcast – Personal on Demand/Broadcast
Posição Mundo Brasil
1ª The Joe Rogan
Experience Horóscopo Hoje
2ª Call her Daddy Mano a Mano
3ª Crime Junkie Flow Podcast
4ª Ted Talkies Daily Primo Cast
5ª The Daily Café da Manhã
Fonte: Revista Exame, 2022.
 Países que mais ouvem podcasts:
O Podcast – Personal on Demand/Broadcast
Fonte: Revista Exame, 2022.
1º
• Suécia
• 47%
2º
• Holanda
3º
• Brasil
• 40%
 Plataformas mais utilizadas:
O Podcast – Personal on Demand/Broadcast
Fonte: Revista Exame, 2022.
Website
11%
Pandora
15%
Google podcasts
18%
Apple podcasts
20%
Spotfy
23%
 O primeiro produto em podcast do Brasil foi lançado em 20 de outubro de 2004, por 
Danilo Medeiros.
 Digital Minds – 20/10/2004 a 22/08/2006 – 1ª versão.
 DigitalMinds Podcast 2.0 – 2017 – apenas 3 episódios.
 Temas: tecnologia, música e cultura geek.
Assista à entrevista:
 https://www.youtube.com/watch?v=-nJnPukyhnY
Podcast – O produto
DIA DO PODCAST
BRASIL
20 DE OUTUBRO
 Escolha o podcast.
 Escolha um assunto de produção jornalística.
 Descreva a história desse podcast – quem é o apresentador. 
 Escolha um episódio:
 Título.
 Tempo de duração.
 Formato.
 Analise a estrutura do programa.
 Verifique as fontes e sua importância frente ao assunto.
 Preste atenção na abordagem durante as 
entrevistas e a descreva.
 Liste os recursos de áudio utilizados.
 Escute com a atenção às nuances da voz: entonação, 
emoção, clareza, firmeza, credibilidade.
Podcast – análise
 Podcast “O Assunto”.
 Período de atividade: 26/08/2019 a 15/11/2022 (segunda a sexta-feira).
 830 episódios.
 88 milhões de downloads.
 "O impacto do auxílio emergencial na pobreza" é o episódio mais ouvido, somando 
470 mil downloads.
 Apresentado em sua fase inicial pela jornalista Renata Lo Prete, que tem mais de 30 anos 
de experiência em jornalismo e emprestou sua percepção sobre diversos assuntos da 
atualidade, aprofundando-os com a presença de diversas fontes.
 "O jornalismo e o jornalista precisam se reinventar o tempo 
todo. Por isso, digo que foi um privilégio ter participado da 
concepção e apresentado um produto pioneiro, que nasceu da 
inquietação de empresas distintas do Grupo Globo e ajudou a 
fazer dele referência também em podcasts. Saio com 
sentimento de missão cumprida.” Renata Lo Prete
(Portal G1, 2022)
Podcast – análise
 O podcast é um dos formatos para os Trabalhos de Curso.
 Existem alguns exemplos de podcast realizados por alunos. Pesquise-os!
 Sua realização demanda a escolha de um tema, a construção de pauta, de roteiros, a busca 
por fontes pertinentes ao assunto e que sejam de notório saber, a edição e os cuidados com 
a escolha de músicas, uso da voz e escolha por um tipo específico de formato. 
Podcast – você sabia...
Quando se verificam os dados estatísticos sobre o rádio e o crescimento de suas diversas 
possibilidades de plataformas para acesso ao seu conteúdo, pode-se afirmar que:
a) O rádio continua em destaque frente à audiência brasileira, por ser um meio que aprofunda 
os assuntos que aborda.
b) O rádio teve crescimento durante a pandemia e tem se mantido em crescimento por sua 
facilidade de adaptação e multiplicação pelas diversas plataformas.
c) O rádio está em crescimento por ser um meio ágil e de fácil adaptação às mudanças e 
transformações tecnológicas e por ser acessível à audiência.
d) O rádio mantém sempre a sua audiência, a qual é cativa, 
mas não tem possibilidade de renovação de público.
e) O rádio teve um crescimento, pois é uma mídia que se 
destaca apenas na classe C, que aumentou, em 
razão da pandemia.
Interatividade
Quando se verificam os dados estatísticos sobre o rádio e o crescimento de suas diversas 
possibilidades de plataformas para acesso ao seu conteúdo, pode-se afirmar que:
a) O rádio continua em destaque frente à audiência brasileira, por ser um meio que aprofunda 
os assuntos que aborda.
b) O rádio teve crescimento durante a pandemia e tem se mantido em crescimento por sua 
facilidade de adaptação e multiplicaçãopelas diversas plataformas.
c) O rádio está em crescimento por ser um meio ágil e de fácil adaptação às mudanças e 
transformações tecnológicas e por ser acessível à audiência.
d) O rádio mantém sempre a sua audiência, a qual é cativa, 
mas não tem possibilidade de renovação de público.
e) O rádio teve um crescimento, pois é uma mídia que se 
destaca apenas na classe C, que aumentou, em 
razão da pandemia.
Resposta
 O produto jornalístico demanda sempre a realização de uma boa produção.
 Produzir um programa é:
 “pensá-lo antes dele existir”;
 criá-lo no papel;
 trabalho árduo.
 A produção jornalística envolve trabalho individual e trabalho em equipe:
 criação;
 pesquisa;
 contato com fontes;
 captação de áudio e imagens;
 edição de textos;
 pós-produção – sonoplastia:
 tratamento do áudio e recursos de áudio.
Produção em áudio
 O texto jornalístico para rádio começa sempre com o lead.
 O lead deve apresentar, em linhas gerais, as seguintes informações:
 O quê?
 Quem?
 Como?
 Quando?
 Onde?
 Por quê?
O segredo do texto radiofônico
1. O texto 
falado deve ter 
frases curtas!
2. Use mais 
pontos finais.
Evite o uso de 
vírgulas.
3. O texto deve 
seguir a ordem 
lógica:
Sujeito-Verbo-
Predicado.
4. As informações 
importantes
devem ser ditas:
• na chamada;
• ao longo do texto;
• no fechamento do 
texto!
 O jornalista experiente sempre testa o seu texto!
 Escreva respeitando a ordem dos fatos.
 Complete em cada frase a ideia.
 Leia em voz alta e escute o que escreveu.
 Leia para sua equipe e veja se todos compreenderam o que você escreveu.
Lembre-se:
 Você lerá o texto durante a gravação ou transmissão ao vivo.
 O ouvinte estará em trânsito e não tem tempo de entender 
uma ideia complexa e construções literárias.
 Quanto mais “quente” a informação, melhor será o 
interesse pelo assunto.
 Seu texto deve ter credibilidade.
O segredo do texto radiofônico
O segredo do texto radiofônico
Dicas de redação
1. O ouvinte só tem uma chance 
para entender.
7. A pressa não é desculpa para textos 
mal redigidos. 
2. O ouvinte quer ouvir 
rapidamente e assimilar o assunto.
8. A concentração é fundamental para 
textos em tempo hábil e sem erros.
3. A mensagem se dissolve 
quando levada ao ar.
9. O uso do ontem no lead envelhece a 
notícia no rádio. 
4. O rádio exige agilidade do 
jornalista. 
10. Os artigos não devem ser 
suprimidos, especialmente nas 
manchetes. 
5. Contar uma história, mas sem 
apelo a uma linguagem vulgar. 
11. As siglas mais conhecidas e de 
partidos políticos não precisam ser 
desdobradas. 
6. Respeitar regras do idioma. 12. Adjetivação excessiva ou inadequada 
enfraquece a qualidade.
(BARBEIRO e LIMA, 2013)
 Edição – são os recortes e a seleção das partes do texto que serão utilizados no produto 
jornalístico radiofônico.
 Na edição, o que se faz é ouvir atentamente às gravações de áudio realizadas (sonoras) e 
descobrir a melhor forma de apresentá-las ao público, excluindo os possíveis problemas de 
captação.
 Todo produto tem um tempo específico e quase sempre há mais conteúdo gravado que 
espaço para sua apresentação.
 O editor deve conhecer o assunto, ter objetividade para organizar as entrevistas e matérias 
apresentadas. Sua tarefa é revisar o material, simplificá-lo e destacar o que for mais 
interessante.
 A edição tem o poder de atrair o ouvinte, portanto, a escolha 
das frases de início devem ser claras, atrativas e que criem 
expectativas.
Edição com Ética
 Eliminar os trechos que têm pouco significado numa fala não significa modificar 
seu sentido ou a essência do que foi dito, cuidado ao fazer isso para não alterar 
o que o entrevistado disse.
 Elimine os ruídos da sonora, os sons ambientes e os próprios sons do corpo 
que possam ter sido gerados enquanto se falava.
 Cuide para manter o foco da entrevista, assim como o foco da matéria.
 A fala de locução deve ser complementada pelo 
que diz o entrevistado.
Edição com Ética
 As sonoras devem ser as mais opinativas possíveis. O contexto e o enredo devem estar no 
texto redigido pelo editor. 
 O editor não opina no texto, quem opina é o entrevistado. Sonoras opinativas são sempre 
mais contundentes e chamam mais a atenção do ouvinte.
 Sonoras que contenham emoção também rendem boas edições. Um choro, uma 
gargalhada ou uma frase em tom de desabafo às vezes dizem mais que uma declaração 
de 50 segundos. Mas é preciso cuidado: a emoção pode ser tanto um instrumento 
enriquecedor quanto um caminho para desinformação.
Manual de Radiojornalismo
(BARBEIRO e LIMA, 2021)
 Grandes acontecimentos merecem tratamento de edição especial: um julgamento de grande 
impacto na opinião pública, sessões de uma comissão parlamentar de inquérito ou outro 
grande assunto. 
 Saiba também que não se pode mudar o sentido da entrevista ou se posicionar a 
favor ou contra uma ideia, pois o bom editor deve ser imparcial e mostrar sempre a 
realidade dos fatos. 
 O Editor-Chefe tem a função de coordenar o trabalho de 
outros editores e fica encarregado da avaliação editorial que, 
dependendo de cada veículo de comunicação, pode ter uma 
linha a ser seguida. 
Manual de Radiojornalismo
(BARBEIRO e LIMA, 2021)
“A imprensa pode contribuir para que sua organização obtenha o atributo de credibilidade. Não 
o único caminho, mas é um dos mais percebidos pela sociedade. Ela ajuda a construir a 
admirabilidade, a marca, porque tem grande influência na opinião pública.” (BARBEIRO, 2015)
Manual de Radiojornalismo
 A locução é parte essencial dos produtos jornalísticos.
 O locutor deve:
 ter um bom timbre de voz e saber usá-la;
 precisa ter boa dicção e pronunciar corretamente as palavras;
 saber ler em voz alta, respeitando as diversas pausas previstas no texto;
 deve reconhecer as entonações em acordo com as pontuações – saber 
interpretar o que lê;
 deve saber respirar, pois a respiração permite a variação de timbre e ajuda na 
leitura de um texto;
 cabe ao locutor ler o texto que lhe foi apresentado, sem lhe 
fazer alterações.
A importância de uma boa locução
Uma boa locução depende de uma boa higiene vocal.
 Exercícios:
 faça exercícios simples de aquecimento vocal;
 consulte um fonoaudiólogo e verifique o que é importante para manter sua 
capacidade vocal.
 Alimentação:
 evite alimentos que anestesiem suas cordas vocais (gengibre, eucalipto, mentol etc.);
 consuma alimentos adstringentes antes das locuções (laranjas e maçãs);
 evite alimentos que possam criar muco e aumentar sua 
salivação (café, leite, chocolate, entre outros).
 Hidratação:
 beba água regularmente; 
 beba água ao longo da locução.
A importância de uma boa locução
Quanto ao texto jornalístico, é certo afirmar que:
I. Responde às perguntas: O quê? Quem? Onde? Como? Quando? Por quê?
II. As informações recebidas para a construção do texto recebem o nome de lead.
III. O texto deve ter objetividade e clareza.
IV. As construções devem ser curtas e em ordem direta: sujeito, verbo e predicado.
V. Quando o texto é falado não é necessário respeitar as regras do idioma.
a) A afirmativa I está errada e as demais estão corretas.
b) A afirmativa II está errada e as demais estão corretas.
c) A afirmativa III está errada e as demais estão corretas.
d) A afirmativa IV está errada e as demais estão corretas.
e) A afirmativa V está errada e as demais estão corretas.
Interatividade
Quanto ao texto jornalístico, é certo afirmar que:
I. Responde às perguntas: O quê? Quem? Onde? Como? Quando? Por quê?
II. As informações recebidas para a construção do texto recebem o nome de lead.
III. O texto deve ter objetividade e clareza.
IV. As construções devem ser curtas e em ordem direta: sujeito, verbo e predicado.
V. Quando o texto é falado não é necessário respeitar as regras do idioma.
a) A afirmativa I está errada e as demais estão corretas.
b) A afirmativa II está errada e as demais estão corretas.
c) A afirmativa III está errada e as demais estão corretas.d) A afirmativa IV está errada e as demais estão corretas.
e) A afirmativa V está errada e as demais estão corretas.
Resposta
 Pauta é o assunto sobre o qual a matéria ou a entrevista serão realizadas.
 No caso de uma matéria, o foco é o assunto e as pessoas confirmam o assunto tratado.
 No caso de uma entrevista, o entrevistado é o foco e os assuntos que este domina 
comporão a pauta.
 Em ambos os casos é necessário que o pauteiro ou o jornalista responsável se aprofunde 
sobre o que será abordado.
Definição de pautas
 Numa matéria:
 Pesquise o tema em diversas fontes, conheça o que foi publicado sobre o assunto, liste as 
pessoas que possam informar, acrescentar ou refutar suas pesquisas.
 Pense sobre o assunto, liste suas questões, ordene-as antes mesmo de agendar a 
entrevista.
 Numa entrevista:
 Conheça o entrevistado: sua biografia, seus hábitos, sua percepção de mundo.
 Pesquise as publicações de seu entrevistado e suas atividades profissionais, suas 
pesquisas e seus interesses.
 Faça um roteiro sobre os dados mais importantes 
sobre essa pessoa.
 Liste tudo o que quer saber e o que acredita que seu 
público queira saber.
 Ordene as questões antes de fazer a entrevista.
Definição de pautas
CHAMADA: Vítimas foram atingidas por um rio de lama quando tentavam fugir 
em São Sebastião
 O quê? Pessoas atingidas pelas chuvas em São Sebastião – mortos e desabrigados.
 Quem? Moradores de São Sebastião, possivelmente turistas também.
 Onde? Barra do Sahy.
 Quando? Entre 18 e 19/2/2023.
 Quanto? 48 pessoas morreram (47 em São Sebastião-SP; 1 em Ubatuba-SP) / mais de 2500 
pessoas desabrigadas apenas neste bairro.
 Por quê? Houve um deslizamento de terra.
Notícia
Fonte: https://f.i.uol.com.br/fotografia/2023/02/22/167706512863f5fba862233_1677065128_5x2_rt.jpg
 Pautas – podem ser pensadas pelas diversas editorias voltadas para um noticiário ou 
podem entrar por outras fontes (radioescuta, pesquisa em sites de notícias, agências de 
notícias, entre outros).
 O pauteiro deverá distribuir as pautas e apresentá-las por sua relevância, que podem ser 
pelo conteúdo da notícia X perfil da audiência; pelo impacto social que a notícia 
causa (desastres naturais, desastres de outras naturezas, entre 
outros); visita de autoridades estrangeiras; políticas públicas 
voltadas para a economia, que possam atingir ao público-alvo.
 Toda pauta recebida deve ser checada, ou seja, fontes 
conferidas, novas fontes consultadas, antes que ela seja 
transformada em notícia.
Triagem com critérios
PAUTAS
ENTRADA
ESCOLHA DAS
PAUTAS
CRITÉRIOS
CONFIRMAÇÃO DAS 
PAUTAS
CHECAGEM DAS 
FONTES
ORGANIZAÇÃO DE 
ENTRAD
APRODUÇÃO DAS 
MATÉRIAS
ROTEIRO NOTICIÁRIO
 Organização das pautas – produção de matérias: distribuição para repórteres, que devem 
acrescentar novas fontes e fazer as sonoras para o desenvolvimento da matéria, além da 
captura de imagens para o desenvolvimento da notícia.
 Distribuição das notícias, por ordem de relevância no roteiro, que será precedido pela 
leitura das manchetes antes da apresentação das matérias.
 Dentre os cuidados a serem tomados, o roteirista do telejornal (editor) deverá mesclar as 
notícias por ordem de relevância, criando expectativa no 
ouvinte, que será capturado desde a chamada e permanecerá 
até o final do noticiário para escutar todas as notícias, assim 
aquelas de maior relevância devem ser apresentadas no início, 
contudo, apenas parcialmente e seu conteúdo deve ser 
atualizado ao longo do noticiário.
PAUTAS
ENTRADA
ESCOLHA DAS
PAUTAS
CRITÉRIOS
CONFIRMAÇÃO DAS 
PAUTAS
CHECAGEM DAS 
FONTES
ORGANIZAÇÃO DE 
ENTRADA 
PRODUÇÃO DAS 
MATÉRIAS
ROTEIRO NOTICIÁRIO
Triagem com critérios
 Fontes
 Pessoas; instituições; documentos; e-mails; polícia; bombeiros; hospitais.
 Assessorias de imprensa.
 Funcionários públicos, especialistas, livros, relatórios:
 a busca por fontes de relevância ajuda o jornalista a levar informação verdadeira à 
sociedade e evitar o avanço das fake news.
Triagem com critérios
Há diferentes tipos de entrevistas
 Informal ou noticiosa – é a entrevista realizada de improviso ao longo da cobertura de uma 
notícia, em que se entrevistam pessoas que estão no local, geralmente repetindo-se a 
mesma pergunta para diversas pessoas, a fim de criar uma versão mais fidedigna para a 
cobertura que esteja sendo realizada.
 Interpretativa – é a entrevista em que o entrevistado(a) interpreta situações já 
apresentadas por outras fontes. Por exemplo: saiu o novo valor da cesta básica e pergunta-
se ao economista: Qual é o impacto do valor da cesta básica no orçamento das famílias 
de baixa renda?
Tipos de entrevistas
 Emocional – é aquela em que o jornalista se vê diante da emoção do entrevistado e suas 
manifestações emocionais: tristeza diante da morte ou de uma situação difícil que gere esse 
sentimento; euforia diante da vitória em algum esporte ou festa popular; desespero frente a 
acidentes ou desastres de variados tipos; alegria; entre outros. 
 Coletiva – essa entrevista é preparada antecipadamente, geralmente agendada, na qual o 
entrevistado responde algumas perguntas aos jornalistas presentes. As perguntas são 
limitadas em uma ou duas por participante, podem ser feitas direta ou indiretamente, ou 
seja, entregando a questão por escrito, a qual será lida pelo organizador da entrevista.
Tipos de entrevistas
 Exclusiva – o jornalista é convidado pelo entrevistado(a) para que ele(a) lhe conceda uma 
entrevista. O convite pode ser feito diretamente a um profissional ou a um veículo, e há 
casos em que mais de um jornalista/veículo pode ser convidado para a ocasião. Esse tipo de 
entrevista coloca o jornalista em evidência e faz com que ele estabeleça contatos com outros 
colegas e veículos quando houver a possibilidade de compartilhamento do conteúdo.
 Ao vivo – ela pode ser feita antecipadamente como qualquer 
outra: as questões devem ser enviadas ao entrevistado(a) 
para que ele se prepare para as respostas, contudo é um tipo 
de entrevista que demanda cuidado, pois tanto o entrevistador 
como o(a) entrevistado(a) devem manter-se atentos para que 
não haja deslize sobre o assunto abordado ou ocorra um erro, 
o qual não poderá ser corrigido antes de sua veiculação.
Tipos de entrevistas
 Essa entrevista é realizada com pessoas comuns.
 As perguntas são apresentadas de maneira que o entrevistado(a) responda de 
forma bem curta.
 O conteúdo geralmente é usado para ilustrar o tema de uma matéria ou para se estabelecer 
a percepção do(a) cidadão(ã) comum sobre um determinado assunto.
 As entrevistas, em sua maioria, são utilizadas na íntegra, são pouco editadas.
 A edição geralmente é em sequência, criando um panorama 
sobre determinada realidade.
O povo fala
Quanto à fonte, é correto afirmar que:
a) Toda a fonte deve ser identificada.
b) Apenas pessoas que exerçam cargos públicos podem ser utilizadas como fontes.
c) As fontes podem ser diversas: pessoas, instituições, organismos públicos, 
sites, entre outros.
d) Apenas agências de notícias podem ser consideradas fontes confiáveis.
e) Não é possível a garantia de veracidade de determinada fonte.
Interatividade
Quanto à fonte, é correto afirmar que:
a) Toda a fonte deve ser identificada.
b) Apenas pessoas que exerçam cargos públicos podem ser utilizadas como fontes.
c) As fontes podem ser diversas: pessoas, instituições, organismos públicos, 
sites, entre outros.
d) Apenas agências de notícias podem ser consideradas fontes confiáveis.
e) Não é possível a garantia de veracidade de determinada fonte.
Resposta
 O jornalista que atua em rádio e internet, em sua maioria, exerce múltiplas funções.
 A mesma pessoa é responsável por pesquisar, criar a pauta, levantar perfis de entrevistados, 
fazer os contatos, agendar as gravações, entrevistar, redigir os textos, elaborar a 
reportagem, editar, produzir, fotografar, apresentar a notícia.
 Em alguns casos, ele até cria o roteiro para o noticiário completo,além de realizar as 
reportagens já previstas na grade, no caso do rádio ou do podcast, ou a manutenção de um 
site ou blog de notícias.
 Há casos em que o jornalista também opera os equipamentos 
para a captação de áudio e imagem, principalmente na 
atualidade, com o desenvolvimento de celulares que tenham 
microfone e câmera cada vez mais sofisticados e de qualidade 
profissional.
O jornalista multifuncional
 A escolha do entrevistado(a) é sempre subordinada à pauta que foi proposta pela equipe ou 
pelo jornalista.
 Ao escolher um entrevistado(a), o jornalista deve pesquisar sobre o assunto que quer 
abordar, traçar o perfil do entrevistado(a) e criar o roteiro de perguntas que fará ao 
longo da entrevista.
 O jornalista deve pautar o entrevistado(a), isto é, dar-lhe o conhecimento da agenda 
pretendida na entrevista, seus objetivos e o que espera enquanto resultado dessa ação.
 Cabe ao jornalista ter clareza de sua pauta para ter o melhor rendimento em sua entrevista.
 O jornalista, ciente de seus objetivos, sabe manter a linha de 
pensamento durante a gravação da entrevista, tem o cuidado 
de ouvir o que o entrevistado(a) está dizendo e consegue 
manter o foco do assunto, permitindo ao entrevistado(a) 
expressar-se livremente, deixando-o concluir suas ideias, mas 
resgatando/retomando, através de perguntas objetivas, o 
assunto que foi pautado no início da entrevista.
O entrevistado(a)
 Ao realizar a entrevista verifique se apenas um entrevistado(a) é suficiente para dar conta 
da pauta em questão.
 O tempo destinado à entrevista deve ser compatível com a possibilidade de respostas por 
parte do entrevistado(a), e caso isso não seja possível com uma única pessoa, opte escolher 
mais pessoas para dar conta da pauta e tornar o tempo destinado à entrevista mais 
produtivo, com mais informações sobre o tema proposto.
 Grave sua entrevista na ordem mais próxima de uma possível edição, isso fará com que o 
editor ganhe tempo ao editar o conteúdo gravado.
 A gravação de entrevista pode ser realizada por diversas 
plataformas: Skype, Zoom, Anchor. Cada plataforma tem suas 
peculiaridades e possibilidades, escolha sempre a que melhor 
se adequar à sua proposta. 
 Importante: você pode usar todas as plataformas, mas quando 
estiver gravando uma determinada pauta, tente fazer todas as 
entrevistas em apenas uma das plataformas, isso o ajudará na 
unidade de sua edição final.
O entrevistado(a)
 “A reportagem tem como conteúdo o testemunho direto dos fatos atuais ou histórias vividas 
por pessoas relacionadas ao assunto. O jornalista estuda o desdobramento dos fatos com 
pesquisas e entrevistas e apura com rigor todas as informações.” (LT-PJR, 2023)
 O cotidiano de um repórter é bem intenso, suas atividades são múltiplas e ele deve estar 
sempre atento a tudo o que acontece e aos fatos que lhe chamam atenção, tendo a 
capacidade de entendê-los e transformá-los em reportagens.
 Com o tempo, o repórter passa a construir os critérios para a análise e checagem de um fato, 
o que é mais difícil no início de sua carreira, pois terá que observar e também pedir o auxílio 
de profissionais mais experientes para nortear suas pesquisas, abordar suas fontes, até que 
crie sua rede de contatos e entenda como agir nas mais diversas situações.
 Cabe ao repórter a construção da reportagem com a análise 
do fato, checagem das informações, interpretação dos dados e 
convencimento de entrevistados(as).
 Cada matéria é única e deve ser tratada com rigor, 
imparcialidade e sabedoria pelo repórter.
A reportagem
 Os recursos disponíveis permitem ao repórter estar conectado o tempo todo e lhe oferecem 
a possibilidade de atualização constante das informações já veiculadas e correções caso 
seja necessário.
 “Nas reportagens, o jornalista só deve narrar os fatos checados e comprovados, questionar, 
ouvir várias fontes com todos os lados da questão, enfatizar a parte contrária do fato, apurar 
as informações e descobrir a notícia como ela realmente é.” (LT-PJR, 2023)
A reportagem
 A reportagem deve ser completa, com começo, meio e fim. Nunca imagine que o ouvinte já 
conheça os antecedentes do fato.
 A reportagem deve ser iniciada com um fato novo, mesmo que o assunto seja conhecido. 
 Detalhes desnecessários para o entendimento do fato devem ser dispensados. 
 A narração precisa ser direta para que o ouvinte não se perca. 
 O repórter deve conferir os números que usa na reportagem.
 Cuidado com o uso de adjetivos. 
 Não é função do repórter querer mudar comportamentos.
 Para fazer uma reportagem não é preciso arriscar a vida. 
 A liberdade de imprensa não autoriza o repórter a 
cometer qualquer deslize e não lhe dá imunidade contra 
toda a sociedade. 
 Repórter desinformado dificilmente escapa de ser manipulado 
pela fonte (BARBEIRO e LIMA, 2021).
A reportagem
Tipos de reportagens:
 Expositiva – exposição e apresentação de fatos: o fato é apresentado tal como aconteceu.
 Opinativa – a opinião e o posicionamento do repórter são apresentados.
 Interpretativa – os fatos são interpretados por especialistas no assunto para que sejam 
esclarecidos e tenham um encerramento.
A reportagem
O texto da reportagem é informativo, mas 
muitas vezes o jornalista expõe alguns 
comentários com base nas informações dos 
seus entrevistados. (LT-PJR, 2023) 
 Radiojornal, Síntese noticiosa e Boletim informativo – são programas de estrutura 
parecida, seguem a apresentação hierarquizada das notícias, por ordem de interesse do 
público, subordinados à linha editorial do veículo. As notícias são agrupadas por similaridade. 
Dentre os 3 formatos, o que varia é o tempo, as sínteses e os boletins são curtos, não 
excedendo 5 minutos de duração, geralmente têm horários fixos na grade de 
programação, assim como o radiojornal, que possui duração mais longa – entre meia 
hora a 4 horas de duração.
Tipos de programas
Um exemplo de radiojornal de longa duração é a Voz do 
Brasil, transmitida todas as noites em horários variáveis 
entre 19h00 e 21h00, com duração de uma hora, 
segmentado por editoriais dos poderes Legislativo, 
Executivo e Judiciário. É produzido pela EBC e está no ar 
desde 1935 (entre 1935 e 1970, o nome do programa era 
A Hora do Brasil). O programa foi criado pelo 
ex-presidente Getúlio Vargas.
 Edição Extra ou Plantão – divulga uma notícia que precisa ser antecipada e é 
de interesse público.
 Toque informativo e Informativo especializado – os assuntos podem ser variados: 
economia, política, esportes, música, variedades, polícia, saúde, trânsito etc.
 Programa de entrevistas, Programa de opinião e Jornada esportiva – geralmente 
trazem entrevistas com especialistas em diversos segmentos para aprofundar um 
determinado tema.
 Documentário – pode ser de temas variados, tem longa 
duração e pode ser dividido em episódios. Demanda produção 
apurada, pesquisa, série de entrevistas, montagem e 
sonoplastia, tratamento das entrevistas, edição precisa, possui 
uma linha narrativa que se mantém ao longo do programa.
 Os podcasts têm explorado esse formato, e uma das linhas 
que tem se destacado é a de true crime. Um exemplo 
interessante é o podcast “A praia dos Ossos”.
Tipos de programas
 Programas humorísticos – são programas de diversos estilos e formatos com o objetivo de 
descontrair o ouvinte.
 Programa de variedades – traz diversos assuntos e tem duração variada.
 Mesa Redonda – reúne diversos convidados com o objetivo de discutir um determinado 
tema, exploram o assunto sob diversos prismas, e eles podem interagir e debater entre si.
Tipos de programas
 “Ser investigativo é trabalhar com toda vivacidade e capacidade criativa, mergulhar nos 
acontecimentos para detectar os pontos verdadeiros de um fato e repercutir com as fontes 
exatas, desvendar o que existe por trás da notícia.” (LT-PJR, 2023)
 O jornalismo investigativo é o que leva o repórter a assumir o papel de investigador (detetive) 
para desvendar um caso, isto é, ojornalista sai em busca do fechamento de determinado 
assunto, visita fontes, levanta informações, busca documentos que comprovem os fatos e 
teorias que surgem ao longo da pesquisa. Neste caso, ele trabalha com assuntos que, na 
maioria das vezes, as fontes preferem ser anônimas.
 Ao realizar a reportagem, o jornalista deve narrar os fatos e apresentar as hipóteses 
levantadas sobre o caso investigado e conduzir o ouvinte à construção de uma imagem e 
opinião sobre o assunto enquanto é convidado a mergulhar na 
narrativa do repórter.
 É necessário que o jornalista que se propõe a esse tipo de 
jornalismo tenha credibilidade frente ao seu público.
 Os assuntos são variados, contudo, o mais comuns são 
voltados ao mundo do crime.
Jornalismo investigativo no rádio
Dicas para agendar entrevistas
 Sobre o que será? Não exatamente as perguntas, mas o tema de um modo geral, e os 
limites do assunto 
 Vai ser ao vivo ou gravado? 
 Quanto tempo vai durar? Trata-se de todo um programa ou é uma matéria curta? Isso 
estabelece o nível em que o assunto pode ser tratado e ajuda a evitar que o entrevistado 
grave uma entrevista longa sem saber que será editada para outra duração. 
 Qual é o contexto? A entrevista faz parte de uma abordagem mais ampla sobre o assunto, 
com contribuições de outras pessoas, ou é uma simples matéria de noticiário ou de um 
programa de variedades? 
 Qual é o público? É para uma emissora local, uma rede, uma 
agência de notícias? 
 Onde? É no estúdio ou em outro lugar? 
 Quando? Quanto tempo para se preparar? 
Jornalismo investigativo no rádio
(MCLEISH, 2001)
Ao repórter cabem diversas funções em sua jornada cotidiana. Dentre as funções a seguir, 
escolha a que não é papel desse profissional.
a) Criar pautas.
b) Produzir reportagens.
c) Entrevistar diversas fontes.
d) Agir como fonte, originando ou confirmando fatos.
e) Redigir as reportagens.
Interatividade
Ao repórter cabem diversas funções em sua jornada cotidiana. Dentre as funções a seguir, 
escolha a que não é papel desse profissional.
a) Criar pautas.
b) Produzir reportagens.
c) Entrevistar diversas fontes.
d) Agir como fonte, originando ou confirmando fatos.
e) Redigir as reportagens.
Resposta
 BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo. Manual de radiojornalismo. 2. ed. São Paulo: 
GEN LTC, 2021 
 BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo, Manual de jornalismo para rádio, TV e novas 
mídias. Rio de Janeiro: Campus Editora, 2013.
 BARBEIRO, Heródoto. Mídia Training – Como usar a mídia a seu favor. São Paulo: Benvirá, 
2015. 
 BARBEIRO, Heródoto; RANGEL Patrícia. Manual do Jornalismo Esportivo. São Paulo: 
Contexto, 2006.
Referências
 CASTELANI, Clayton. Vítimas foram atingidas por um rio de lama quando tentavam fugir 
em São Sebastião. (22 fev. 2023 às 10h49 – Atualizado em 22 fev. 2023 às 11h08). 
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/02/vitimas-foram-atingidas-por-
rio-de-lama-quando-tentavam-fugir-em-sao-sebastiao.shtml. Acesso em: 22 fev. 2023.
 FERRARETTO, L. A. Dossiê – 30 anos do Gp rádio e mídia sonora. In: FERRARETTO, L. 
A. Conceitos de rádio: múltiplos olhares ressignificando e atualizando 
definições. Radiofonias – Revista de Estudos em Mídia Sonora, v. 12, n. 2, p. 10-29, 19 nov. 
2021. Disponível em: https://periodicos.ufop.br/radiofonias/article/view/5020/3869. Acesso 
em: 21 fev. 2023.
Referências
 FERRARETO, Luiz Arthur. Rádio no Ar – o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: 
Editora Sagra Luzzatto, 2001.
 KANTAR IBOPE. Relatório Inside Rádio 2022. Disponível em: 
https://kantaribopemedia.com/conteudo/estudo/inside-radio-2022/. Acesso em: 21 fev. 2023.
 MCLEISH, Robert. Produção em Rádio. São Paulo: Summus Editorial, 2001.
 PORTAL G1. Renata Lo Prete deixa o comando do podcast “O assunto”, que será 
apresentado por Natuza Nery. (08/11/2022 14h00 – Atualizado há 3 meses). Disponível em: 
https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2022/11/08/renata-lo-prete-deixa-o-
comando-do-podcast-o-assunto-que-sera-apresentado-por-natuza-nery.ghtml. Acesso em: 
21 fev. 2023.
Referências
 ROVAROTO, Isabela. O Brasil é o 3º país que mais consome podcast no mundo. 
(Publicado em 21/3/2022 – Atualizado em 25/3/2022, às 11h37). Disponível em: 
https://exame.com/pop/brasil-e-o-3o-pais-que-mais-consome-podcast-no-mundo/. Acesso 
em: 22 fev. 2023.
 UFRP. História do Rádio. Disponível em: 
http://www.radio.ufpr.br/radio.html#:~:text=1896%20%2D%20o%20cientista%20italiano%20
Guglielmo,Londres%2C%20a%20patente%20do%20invento. Acesso em: 21 fev. 2023.
Referências
ATÉ A PRÓXIMA!
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	Manual de Radiojornalismo
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