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Profa. Ma. Rita Ibarra UNIDADE I Produção Jornalística em Rádio Desde a sua invenção, em 1896, o Rádio vem se adaptando e se transformando para adequar-se às demandas da sociedade contemporânea. Dentre os meios de informação, ele se destaca por sua agilidade na notícia e por sua facilidade de acesso pelo ouvinte. Mesmo em meio à crise causada pela pandemia da Covid-19, foi um dos meios que teve menor impacto em sua audiência e tomou fôlego em seu crescimento. Mudança de conceitos de produção – da imagem auditiva para a imagem audiovisual. Rádio é emoção e informação Cenário de mudanças – Transmissão Radiofônica – Multiplataforma A pandemia e o novo impulso do rádio. 83% da população de 13 regiões metropolitanas brasileiras ouvem rádio. 3 em cada 5 ouvintes ouvem rádio todos os dias. 3h58min é o tempo médio que os ouvintes passam ouvindo rádio. Rádio é emoção e informação 3% a mais que 2021 Adultos, com mais de 30 anos, das classes AB, são ouvintes assíduos. Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. Rádio – lugares de preferência para o ouvinte. Rádio é emoção e informação Casa 63% 2022 72% 2021 Carro 30% 2022 20% 2021 Outros locais 12% 2022 10% 2021 Trajeto 9% 2022 8% 2021 Trabalho 3% 2022 2% 2021 Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. Rádio – lugares de preferência para o ouvinte. Rádio é emoção e informação 80% Rádio comum 26% Celular 1% a mais que 2021 4% Outros equipos 3% computador Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. Regiões de maior destaque. Rádio é emoção e informação Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. Nordeste 85% 78% 79% Grande Salvador Grande Recife Grande Fortaleza03:55:20 04:09:23 03:54:42 81% 90% 83% 82%77% Grande São Paulo Belo Horizonte Rio de Janeiro Vitória 03:52:26 03:55:44 04:32:47 03:18:22 03:49:00 Campinas 82% 82% 03:49:46 03:13:51 Sudeste Centro-Oeste Grande Goiânia Distrito Federal 84% 03:38:09 Grande Curitiba 85% 03:29:20 Grande Florianópolis Grande Porto Alegre86% 04:05:07 Sul Regiões de maior destaque. Rádio é emoção e informação 56% de confiabilidade 20% de crescimento 2017-2022 49% para ouvir música 43% porque me faz companhia 39% traz notícias de forma rápida40% ouvem esportes pelo rádio Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. O Rádio mantém sua identidade e características e transita facilmente em diversas mídias. Rádio é emoção e informação 29% Ouvir on-line mudou a forma de consumir o meio. 7,4 milhões de pessoas ouviram rádio na web nos últimos 30 dias. 85% mais pessoas que em 2019 2h45 de tempo médio diário Dentre os ouvintes destacam-se homens entre 29-40 anos, classe AB. Celular 7 em cada 10 ouvintes on-line. 70% ouviram pelo celular (66% – 2021) 30% pelo computador 9% por outros aparelhos Fonte: Kantar Ibope Media, 2022. O Rádio mantém sua identidade e novos devices (aparelhos) e formas de ouvir se expandem. Rádio é emoção e informação 7% pela TV 6% por smart speakers 12% apenas áudio 20% pelo Youtube Apenas áudio ou áudio e imagem. 12% áudio e imagem 42% dos ouvintes Ouvem streaming de música Ouvintes de streaming gastam 2h40 por dia nesta atividade Fonte: Kantar Ibope, 2022. O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Programa Porcentagem Programa Porcentagem Entrevistas 45% Religião e Espiritualidade 20% Humor 42% Cinema, séries e TV 19% Política 33% Saúde e Fitness 16% Música 29% Ciências e Tecnologia 15% Notícias 25% Games 14% Esportes 24% Conteúdos de comunicadores de Rádio e TV 6% 40% ouviram podcasts nos últimos 3 meses 56% ouvem semanalmente Crescimento de 30% do ano anterior (2021) Fonte: Kantar Ibope, 2022. Assuntos em destaque: O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Fonte: Revista Exame, 2022. Formato Gênero Entrevistas Sociedade & Cultura Narrativas Educação Mesa redonda Estilo de Vida Reportagens Religião Resumo do dia Comédia Podcasts mais ouvidos: O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Posição Mundo Brasil 1ª The Joe Rogan Experience Horóscopo Hoje 2ª Call her Daddy Mano a Mano 3ª Crime Junkie Flow Podcast 4ª Ted Talkies Daily Primo Cast 5ª The Daily Café da Manhã Fonte: Revista Exame, 2022. Países que mais ouvem podcasts: O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Fonte: Revista Exame, 2022. 1º • Suécia • 47% 2º • Holanda 3º • Brasil • 40% Plataformas mais utilizadas: O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Fonte: Revista Exame, 2022. Website 11% Pandora 15% Google podcasts 18% Apple podcasts 20% Spotfy 23% O primeiro produto em podcast do Brasil foi lançado em 20 de outubro de 2004, por Danilo Medeiros. Digital Minds – 20/10/2004 a 22/08/2006 – 1ª versão. DigitalMinds Podcast 2.0 – 2017 – apenas 3 episódios. Temas: tecnologia, música e cultura geek. Assista à entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=-nJnPukyhnY Podcast – O produto DIA DO PODCAST BRASIL 20 DE OUTUBRO Escolha o podcast. Escolha um assunto de produção jornalística. Descreva a história desse podcast – quem é o apresentador. Escolha um episódio: Título. Tempo de duração. Formato. Analise a estrutura do programa. Verifique as fontes e sua importância frente ao assunto. Preste atenção na abordagem durante as entrevistas e a descreva. Liste os recursos de áudio utilizados. Escute com a atenção às nuances da voz: entonação, emoção, clareza, firmeza, credibilidade. Podcast – análise Podcast “O Assunto”. Período de atividade: 26/08/2019 a 15/11/2022 (segunda a sexta-feira). 830 episódios. 88 milhões de downloads. "O impacto do auxílio emergencial na pobreza" é o episódio mais ouvido, somando 470 mil downloads. Apresentado em sua fase inicial pela jornalista Renata Lo Prete, que tem mais de 30 anos de experiência em jornalismo e emprestou sua percepção sobre diversos assuntos da atualidade, aprofundando-os com a presença de diversas fontes. "O jornalismo e o jornalista precisam se reinventar o tempo todo. Por isso, digo que foi um privilégio ter participado da concepção e apresentado um produto pioneiro, que nasceu da inquietação de empresas distintas do Grupo Globo e ajudou a fazer dele referência também em podcasts. Saio com sentimento de missão cumprida.” Renata Lo Prete (Portal G1, 2022) Podcast – análise O podcast é um dos formatos para os Trabalhos de Curso. Existem alguns exemplos de podcast realizados por alunos. Pesquise-os! Sua realização demanda a escolha de um tema, a construção de pauta, de roteiros, a busca por fontes pertinentes ao assunto e que sejam de notório saber, a edição e os cuidados com a escolha de músicas, uso da voz e escolha por um tipo específico de formato. Podcast – você sabia... Quando se verificam os dados estatísticos sobre o rádio e o crescimento de suas diversas possibilidades de plataformas para acesso ao seu conteúdo, pode-se afirmar que: a) O rádio continua em destaque frente à audiência brasileira, por ser um meio que aprofunda os assuntos que aborda. b) O rádio teve crescimento durante a pandemia e tem se mantido em crescimento por sua facilidade de adaptação e multiplicação pelas diversas plataformas. c) O rádio está em crescimento por ser um meio ágil e de fácil adaptação às mudanças e transformações tecnológicas e por ser acessível à audiência. d) O rádio mantém sempre a sua audiência, a qual é cativa, mas não tem possibilidade de renovação de público. e) O rádio teve um crescimento, pois é uma mídia que se destaca apenas na classe C, que aumentou, em razão da pandemia. Interatividade Quando se verificam os dados estatísticos sobre o rádio e o crescimento de suas diversas possibilidades de plataformas para acesso ao seu conteúdo, pode-se afirmar que: a) O rádio continua em destaque frente à audiência brasileira, por ser um meio que aprofunda os assuntos que aborda. b) O rádio teve crescimento durante a pandemia e tem se mantido em crescimento por sua facilidade de adaptação e multiplicaçãopelas diversas plataformas. c) O rádio está em crescimento por ser um meio ágil e de fácil adaptação às mudanças e transformações tecnológicas e por ser acessível à audiência. d) O rádio mantém sempre a sua audiência, a qual é cativa, mas não tem possibilidade de renovação de público. e) O rádio teve um crescimento, pois é uma mídia que se destaca apenas na classe C, que aumentou, em razão da pandemia. Resposta O produto jornalístico demanda sempre a realização de uma boa produção. Produzir um programa é: “pensá-lo antes dele existir”; criá-lo no papel; trabalho árduo. A produção jornalística envolve trabalho individual e trabalho em equipe: criação; pesquisa; contato com fontes; captação de áudio e imagens; edição de textos; pós-produção – sonoplastia: tratamento do áudio e recursos de áudio. Produção em áudio O texto jornalístico para rádio começa sempre com o lead. O lead deve apresentar, em linhas gerais, as seguintes informações: O quê? Quem? Como? Quando? Onde? Por quê? O segredo do texto radiofônico 1. O texto falado deve ter frases curtas! 2. Use mais pontos finais. Evite o uso de vírgulas. 3. O texto deve seguir a ordem lógica: Sujeito-Verbo- Predicado. 4. As informações importantes devem ser ditas: • na chamada; • ao longo do texto; • no fechamento do texto! O jornalista experiente sempre testa o seu texto! Escreva respeitando a ordem dos fatos. Complete em cada frase a ideia. Leia em voz alta e escute o que escreveu. Leia para sua equipe e veja se todos compreenderam o que você escreveu. Lembre-se: Você lerá o texto durante a gravação ou transmissão ao vivo. O ouvinte estará em trânsito e não tem tempo de entender uma ideia complexa e construções literárias. Quanto mais “quente” a informação, melhor será o interesse pelo assunto. Seu texto deve ter credibilidade. O segredo do texto radiofônico O segredo do texto radiofônico Dicas de redação 1. O ouvinte só tem uma chance para entender. 7. A pressa não é desculpa para textos mal redigidos. 2. O ouvinte quer ouvir rapidamente e assimilar o assunto. 8. A concentração é fundamental para textos em tempo hábil e sem erros. 3. A mensagem se dissolve quando levada ao ar. 9. O uso do ontem no lead envelhece a notícia no rádio. 4. O rádio exige agilidade do jornalista. 10. Os artigos não devem ser suprimidos, especialmente nas manchetes. 5. Contar uma história, mas sem apelo a uma linguagem vulgar. 11. As siglas mais conhecidas e de partidos políticos não precisam ser desdobradas. 6. Respeitar regras do idioma. 12. Adjetivação excessiva ou inadequada enfraquece a qualidade. (BARBEIRO e LIMA, 2013) Edição – são os recortes e a seleção das partes do texto que serão utilizados no produto jornalístico radiofônico. Na edição, o que se faz é ouvir atentamente às gravações de áudio realizadas (sonoras) e descobrir a melhor forma de apresentá-las ao público, excluindo os possíveis problemas de captação. Todo produto tem um tempo específico e quase sempre há mais conteúdo gravado que espaço para sua apresentação. O editor deve conhecer o assunto, ter objetividade para organizar as entrevistas e matérias apresentadas. Sua tarefa é revisar o material, simplificá-lo e destacar o que for mais interessante. A edição tem o poder de atrair o ouvinte, portanto, a escolha das frases de início devem ser claras, atrativas e que criem expectativas. Edição com Ética Eliminar os trechos que têm pouco significado numa fala não significa modificar seu sentido ou a essência do que foi dito, cuidado ao fazer isso para não alterar o que o entrevistado disse. Elimine os ruídos da sonora, os sons ambientes e os próprios sons do corpo que possam ter sido gerados enquanto se falava. Cuide para manter o foco da entrevista, assim como o foco da matéria. A fala de locução deve ser complementada pelo que diz o entrevistado. Edição com Ética As sonoras devem ser as mais opinativas possíveis. O contexto e o enredo devem estar no texto redigido pelo editor. O editor não opina no texto, quem opina é o entrevistado. Sonoras opinativas são sempre mais contundentes e chamam mais a atenção do ouvinte. Sonoras que contenham emoção também rendem boas edições. Um choro, uma gargalhada ou uma frase em tom de desabafo às vezes dizem mais que uma declaração de 50 segundos. Mas é preciso cuidado: a emoção pode ser tanto um instrumento enriquecedor quanto um caminho para desinformação. Manual de Radiojornalismo (BARBEIRO e LIMA, 2021) Grandes acontecimentos merecem tratamento de edição especial: um julgamento de grande impacto na opinião pública, sessões de uma comissão parlamentar de inquérito ou outro grande assunto. Saiba também que não se pode mudar o sentido da entrevista ou se posicionar a favor ou contra uma ideia, pois o bom editor deve ser imparcial e mostrar sempre a realidade dos fatos. O Editor-Chefe tem a função de coordenar o trabalho de outros editores e fica encarregado da avaliação editorial que, dependendo de cada veículo de comunicação, pode ter uma linha a ser seguida. Manual de Radiojornalismo (BARBEIRO e LIMA, 2021) “A imprensa pode contribuir para que sua organização obtenha o atributo de credibilidade. Não o único caminho, mas é um dos mais percebidos pela sociedade. Ela ajuda a construir a admirabilidade, a marca, porque tem grande influência na opinião pública.” (BARBEIRO, 2015) Manual de Radiojornalismo A locução é parte essencial dos produtos jornalísticos. O locutor deve: ter um bom timbre de voz e saber usá-la; precisa ter boa dicção e pronunciar corretamente as palavras; saber ler em voz alta, respeitando as diversas pausas previstas no texto; deve reconhecer as entonações em acordo com as pontuações – saber interpretar o que lê; deve saber respirar, pois a respiração permite a variação de timbre e ajuda na leitura de um texto; cabe ao locutor ler o texto que lhe foi apresentado, sem lhe fazer alterações. A importância de uma boa locução Uma boa locução depende de uma boa higiene vocal. Exercícios: faça exercícios simples de aquecimento vocal; consulte um fonoaudiólogo e verifique o que é importante para manter sua capacidade vocal. Alimentação: evite alimentos que anestesiem suas cordas vocais (gengibre, eucalipto, mentol etc.); consuma alimentos adstringentes antes das locuções (laranjas e maçãs); evite alimentos que possam criar muco e aumentar sua salivação (café, leite, chocolate, entre outros). Hidratação: beba água regularmente; beba água ao longo da locução. A importância de uma boa locução Quanto ao texto jornalístico, é certo afirmar que: I. Responde às perguntas: O quê? Quem? Onde? Como? Quando? Por quê? II. As informações recebidas para a construção do texto recebem o nome de lead. III. O texto deve ter objetividade e clareza. IV. As construções devem ser curtas e em ordem direta: sujeito, verbo e predicado. V. Quando o texto é falado não é necessário respeitar as regras do idioma. a) A afirmativa I está errada e as demais estão corretas. b) A afirmativa II está errada e as demais estão corretas. c) A afirmativa III está errada e as demais estão corretas. d) A afirmativa IV está errada e as demais estão corretas. e) A afirmativa V está errada e as demais estão corretas. Interatividade Quanto ao texto jornalístico, é certo afirmar que: I. Responde às perguntas: O quê? Quem? Onde? Como? Quando? Por quê? II. As informações recebidas para a construção do texto recebem o nome de lead. III. O texto deve ter objetividade e clareza. IV. As construções devem ser curtas e em ordem direta: sujeito, verbo e predicado. V. Quando o texto é falado não é necessário respeitar as regras do idioma. a) A afirmativa I está errada e as demais estão corretas. b) A afirmativa II está errada e as demais estão corretas. c) A afirmativa III está errada e as demais estão corretas.d) A afirmativa IV está errada e as demais estão corretas. e) A afirmativa V está errada e as demais estão corretas. Resposta Pauta é o assunto sobre o qual a matéria ou a entrevista serão realizadas. No caso de uma matéria, o foco é o assunto e as pessoas confirmam o assunto tratado. No caso de uma entrevista, o entrevistado é o foco e os assuntos que este domina comporão a pauta. Em ambos os casos é necessário que o pauteiro ou o jornalista responsável se aprofunde sobre o que será abordado. Definição de pautas Numa matéria: Pesquise o tema em diversas fontes, conheça o que foi publicado sobre o assunto, liste as pessoas que possam informar, acrescentar ou refutar suas pesquisas. Pense sobre o assunto, liste suas questões, ordene-as antes mesmo de agendar a entrevista. Numa entrevista: Conheça o entrevistado: sua biografia, seus hábitos, sua percepção de mundo. Pesquise as publicações de seu entrevistado e suas atividades profissionais, suas pesquisas e seus interesses. Faça um roteiro sobre os dados mais importantes sobre essa pessoa. Liste tudo o que quer saber e o que acredita que seu público queira saber. Ordene as questões antes de fazer a entrevista. Definição de pautas CHAMADA: Vítimas foram atingidas por um rio de lama quando tentavam fugir em São Sebastião O quê? Pessoas atingidas pelas chuvas em São Sebastião – mortos e desabrigados. Quem? Moradores de São Sebastião, possivelmente turistas também. Onde? Barra do Sahy. Quando? Entre 18 e 19/2/2023. Quanto? 48 pessoas morreram (47 em São Sebastião-SP; 1 em Ubatuba-SP) / mais de 2500 pessoas desabrigadas apenas neste bairro. Por quê? Houve um deslizamento de terra. Notícia Fonte: https://f.i.uol.com.br/fotografia/2023/02/22/167706512863f5fba862233_1677065128_5x2_rt.jpg Pautas – podem ser pensadas pelas diversas editorias voltadas para um noticiário ou podem entrar por outras fontes (radioescuta, pesquisa em sites de notícias, agências de notícias, entre outros). O pauteiro deverá distribuir as pautas e apresentá-las por sua relevância, que podem ser pelo conteúdo da notícia X perfil da audiência; pelo impacto social que a notícia causa (desastres naturais, desastres de outras naturezas, entre outros); visita de autoridades estrangeiras; políticas públicas voltadas para a economia, que possam atingir ao público-alvo. Toda pauta recebida deve ser checada, ou seja, fontes conferidas, novas fontes consultadas, antes que ela seja transformada em notícia. Triagem com critérios PAUTAS ENTRADA ESCOLHA DAS PAUTAS CRITÉRIOS CONFIRMAÇÃO DAS PAUTAS CHECAGEM DAS FONTES ORGANIZAÇÃO DE ENTRAD APRODUÇÃO DAS MATÉRIAS ROTEIRO NOTICIÁRIO Organização das pautas – produção de matérias: distribuição para repórteres, que devem acrescentar novas fontes e fazer as sonoras para o desenvolvimento da matéria, além da captura de imagens para o desenvolvimento da notícia. Distribuição das notícias, por ordem de relevância no roteiro, que será precedido pela leitura das manchetes antes da apresentação das matérias. Dentre os cuidados a serem tomados, o roteirista do telejornal (editor) deverá mesclar as notícias por ordem de relevância, criando expectativa no ouvinte, que será capturado desde a chamada e permanecerá até o final do noticiário para escutar todas as notícias, assim aquelas de maior relevância devem ser apresentadas no início, contudo, apenas parcialmente e seu conteúdo deve ser atualizado ao longo do noticiário. PAUTAS ENTRADA ESCOLHA DAS PAUTAS CRITÉRIOS CONFIRMAÇÃO DAS PAUTAS CHECAGEM DAS FONTES ORGANIZAÇÃO DE ENTRADA PRODUÇÃO DAS MATÉRIAS ROTEIRO NOTICIÁRIO Triagem com critérios Fontes Pessoas; instituições; documentos; e-mails; polícia; bombeiros; hospitais. Assessorias de imprensa. Funcionários públicos, especialistas, livros, relatórios: a busca por fontes de relevância ajuda o jornalista a levar informação verdadeira à sociedade e evitar o avanço das fake news. Triagem com critérios Há diferentes tipos de entrevistas Informal ou noticiosa – é a entrevista realizada de improviso ao longo da cobertura de uma notícia, em que se entrevistam pessoas que estão no local, geralmente repetindo-se a mesma pergunta para diversas pessoas, a fim de criar uma versão mais fidedigna para a cobertura que esteja sendo realizada. Interpretativa – é a entrevista em que o entrevistado(a) interpreta situações já apresentadas por outras fontes. Por exemplo: saiu o novo valor da cesta básica e pergunta- se ao economista: Qual é o impacto do valor da cesta básica no orçamento das famílias de baixa renda? Tipos de entrevistas Emocional – é aquela em que o jornalista se vê diante da emoção do entrevistado e suas manifestações emocionais: tristeza diante da morte ou de uma situação difícil que gere esse sentimento; euforia diante da vitória em algum esporte ou festa popular; desespero frente a acidentes ou desastres de variados tipos; alegria; entre outros. Coletiva – essa entrevista é preparada antecipadamente, geralmente agendada, na qual o entrevistado responde algumas perguntas aos jornalistas presentes. As perguntas são limitadas em uma ou duas por participante, podem ser feitas direta ou indiretamente, ou seja, entregando a questão por escrito, a qual será lida pelo organizador da entrevista. Tipos de entrevistas Exclusiva – o jornalista é convidado pelo entrevistado(a) para que ele(a) lhe conceda uma entrevista. O convite pode ser feito diretamente a um profissional ou a um veículo, e há casos em que mais de um jornalista/veículo pode ser convidado para a ocasião. Esse tipo de entrevista coloca o jornalista em evidência e faz com que ele estabeleça contatos com outros colegas e veículos quando houver a possibilidade de compartilhamento do conteúdo. Ao vivo – ela pode ser feita antecipadamente como qualquer outra: as questões devem ser enviadas ao entrevistado(a) para que ele se prepare para as respostas, contudo é um tipo de entrevista que demanda cuidado, pois tanto o entrevistador como o(a) entrevistado(a) devem manter-se atentos para que não haja deslize sobre o assunto abordado ou ocorra um erro, o qual não poderá ser corrigido antes de sua veiculação. Tipos de entrevistas Essa entrevista é realizada com pessoas comuns. As perguntas são apresentadas de maneira que o entrevistado(a) responda de forma bem curta. O conteúdo geralmente é usado para ilustrar o tema de uma matéria ou para se estabelecer a percepção do(a) cidadão(ã) comum sobre um determinado assunto. As entrevistas, em sua maioria, são utilizadas na íntegra, são pouco editadas. A edição geralmente é em sequência, criando um panorama sobre determinada realidade. O povo fala Quanto à fonte, é correto afirmar que: a) Toda a fonte deve ser identificada. b) Apenas pessoas que exerçam cargos públicos podem ser utilizadas como fontes. c) As fontes podem ser diversas: pessoas, instituições, organismos públicos, sites, entre outros. d) Apenas agências de notícias podem ser consideradas fontes confiáveis. e) Não é possível a garantia de veracidade de determinada fonte. Interatividade Quanto à fonte, é correto afirmar que: a) Toda a fonte deve ser identificada. b) Apenas pessoas que exerçam cargos públicos podem ser utilizadas como fontes. c) As fontes podem ser diversas: pessoas, instituições, organismos públicos, sites, entre outros. d) Apenas agências de notícias podem ser consideradas fontes confiáveis. e) Não é possível a garantia de veracidade de determinada fonte. Resposta O jornalista que atua em rádio e internet, em sua maioria, exerce múltiplas funções. A mesma pessoa é responsável por pesquisar, criar a pauta, levantar perfis de entrevistados, fazer os contatos, agendar as gravações, entrevistar, redigir os textos, elaborar a reportagem, editar, produzir, fotografar, apresentar a notícia. Em alguns casos, ele até cria o roteiro para o noticiário completo,além de realizar as reportagens já previstas na grade, no caso do rádio ou do podcast, ou a manutenção de um site ou blog de notícias. Há casos em que o jornalista também opera os equipamentos para a captação de áudio e imagem, principalmente na atualidade, com o desenvolvimento de celulares que tenham microfone e câmera cada vez mais sofisticados e de qualidade profissional. O jornalista multifuncional A escolha do entrevistado(a) é sempre subordinada à pauta que foi proposta pela equipe ou pelo jornalista. Ao escolher um entrevistado(a), o jornalista deve pesquisar sobre o assunto que quer abordar, traçar o perfil do entrevistado(a) e criar o roteiro de perguntas que fará ao longo da entrevista. O jornalista deve pautar o entrevistado(a), isto é, dar-lhe o conhecimento da agenda pretendida na entrevista, seus objetivos e o que espera enquanto resultado dessa ação. Cabe ao jornalista ter clareza de sua pauta para ter o melhor rendimento em sua entrevista. O jornalista, ciente de seus objetivos, sabe manter a linha de pensamento durante a gravação da entrevista, tem o cuidado de ouvir o que o entrevistado(a) está dizendo e consegue manter o foco do assunto, permitindo ao entrevistado(a) expressar-se livremente, deixando-o concluir suas ideias, mas resgatando/retomando, através de perguntas objetivas, o assunto que foi pautado no início da entrevista. O entrevistado(a) Ao realizar a entrevista verifique se apenas um entrevistado(a) é suficiente para dar conta da pauta em questão. O tempo destinado à entrevista deve ser compatível com a possibilidade de respostas por parte do entrevistado(a), e caso isso não seja possível com uma única pessoa, opte escolher mais pessoas para dar conta da pauta e tornar o tempo destinado à entrevista mais produtivo, com mais informações sobre o tema proposto. Grave sua entrevista na ordem mais próxima de uma possível edição, isso fará com que o editor ganhe tempo ao editar o conteúdo gravado. A gravação de entrevista pode ser realizada por diversas plataformas: Skype, Zoom, Anchor. Cada plataforma tem suas peculiaridades e possibilidades, escolha sempre a que melhor se adequar à sua proposta. Importante: você pode usar todas as plataformas, mas quando estiver gravando uma determinada pauta, tente fazer todas as entrevistas em apenas uma das plataformas, isso o ajudará na unidade de sua edição final. O entrevistado(a) “A reportagem tem como conteúdo o testemunho direto dos fatos atuais ou histórias vividas por pessoas relacionadas ao assunto. O jornalista estuda o desdobramento dos fatos com pesquisas e entrevistas e apura com rigor todas as informações.” (LT-PJR, 2023) O cotidiano de um repórter é bem intenso, suas atividades são múltiplas e ele deve estar sempre atento a tudo o que acontece e aos fatos que lhe chamam atenção, tendo a capacidade de entendê-los e transformá-los em reportagens. Com o tempo, o repórter passa a construir os critérios para a análise e checagem de um fato, o que é mais difícil no início de sua carreira, pois terá que observar e também pedir o auxílio de profissionais mais experientes para nortear suas pesquisas, abordar suas fontes, até que crie sua rede de contatos e entenda como agir nas mais diversas situações. Cabe ao repórter a construção da reportagem com a análise do fato, checagem das informações, interpretação dos dados e convencimento de entrevistados(as). Cada matéria é única e deve ser tratada com rigor, imparcialidade e sabedoria pelo repórter. A reportagem Os recursos disponíveis permitem ao repórter estar conectado o tempo todo e lhe oferecem a possibilidade de atualização constante das informações já veiculadas e correções caso seja necessário. “Nas reportagens, o jornalista só deve narrar os fatos checados e comprovados, questionar, ouvir várias fontes com todos os lados da questão, enfatizar a parte contrária do fato, apurar as informações e descobrir a notícia como ela realmente é.” (LT-PJR, 2023) A reportagem A reportagem deve ser completa, com começo, meio e fim. Nunca imagine que o ouvinte já conheça os antecedentes do fato. A reportagem deve ser iniciada com um fato novo, mesmo que o assunto seja conhecido. Detalhes desnecessários para o entendimento do fato devem ser dispensados. A narração precisa ser direta para que o ouvinte não se perca. O repórter deve conferir os números que usa na reportagem. Cuidado com o uso de adjetivos. Não é função do repórter querer mudar comportamentos. Para fazer uma reportagem não é preciso arriscar a vida. A liberdade de imprensa não autoriza o repórter a cometer qualquer deslize e não lhe dá imunidade contra toda a sociedade. Repórter desinformado dificilmente escapa de ser manipulado pela fonte (BARBEIRO e LIMA, 2021). A reportagem Tipos de reportagens: Expositiva – exposição e apresentação de fatos: o fato é apresentado tal como aconteceu. Opinativa – a opinião e o posicionamento do repórter são apresentados. Interpretativa – os fatos são interpretados por especialistas no assunto para que sejam esclarecidos e tenham um encerramento. A reportagem O texto da reportagem é informativo, mas muitas vezes o jornalista expõe alguns comentários com base nas informações dos seus entrevistados. (LT-PJR, 2023) Radiojornal, Síntese noticiosa e Boletim informativo – são programas de estrutura parecida, seguem a apresentação hierarquizada das notícias, por ordem de interesse do público, subordinados à linha editorial do veículo. As notícias são agrupadas por similaridade. Dentre os 3 formatos, o que varia é o tempo, as sínteses e os boletins são curtos, não excedendo 5 minutos de duração, geralmente têm horários fixos na grade de programação, assim como o radiojornal, que possui duração mais longa – entre meia hora a 4 horas de duração. Tipos de programas Um exemplo de radiojornal de longa duração é a Voz do Brasil, transmitida todas as noites em horários variáveis entre 19h00 e 21h00, com duração de uma hora, segmentado por editoriais dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. É produzido pela EBC e está no ar desde 1935 (entre 1935 e 1970, o nome do programa era A Hora do Brasil). O programa foi criado pelo ex-presidente Getúlio Vargas. Edição Extra ou Plantão – divulga uma notícia que precisa ser antecipada e é de interesse público. Toque informativo e Informativo especializado – os assuntos podem ser variados: economia, política, esportes, música, variedades, polícia, saúde, trânsito etc. Programa de entrevistas, Programa de opinião e Jornada esportiva – geralmente trazem entrevistas com especialistas em diversos segmentos para aprofundar um determinado tema. Documentário – pode ser de temas variados, tem longa duração e pode ser dividido em episódios. Demanda produção apurada, pesquisa, série de entrevistas, montagem e sonoplastia, tratamento das entrevistas, edição precisa, possui uma linha narrativa que se mantém ao longo do programa. Os podcasts têm explorado esse formato, e uma das linhas que tem se destacado é a de true crime. Um exemplo interessante é o podcast “A praia dos Ossos”. Tipos de programas Programas humorísticos – são programas de diversos estilos e formatos com o objetivo de descontrair o ouvinte. Programa de variedades – traz diversos assuntos e tem duração variada. Mesa Redonda – reúne diversos convidados com o objetivo de discutir um determinado tema, exploram o assunto sob diversos prismas, e eles podem interagir e debater entre si. Tipos de programas “Ser investigativo é trabalhar com toda vivacidade e capacidade criativa, mergulhar nos acontecimentos para detectar os pontos verdadeiros de um fato e repercutir com as fontes exatas, desvendar o que existe por trás da notícia.” (LT-PJR, 2023) O jornalismo investigativo é o que leva o repórter a assumir o papel de investigador (detetive) para desvendar um caso, isto é, ojornalista sai em busca do fechamento de determinado assunto, visita fontes, levanta informações, busca documentos que comprovem os fatos e teorias que surgem ao longo da pesquisa. Neste caso, ele trabalha com assuntos que, na maioria das vezes, as fontes preferem ser anônimas. Ao realizar a reportagem, o jornalista deve narrar os fatos e apresentar as hipóteses levantadas sobre o caso investigado e conduzir o ouvinte à construção de uma imagem e opinião sobre o assunto enquanto é convidado a mergulhar na narrativa do repórter. É necessário que o jornalista que se propõe a esse tipo de jornalismo tenha credibilidade frente ao seu público. Os assuntos são variados, contudo, o mais comuns são voltados ao mundo do crime. Jornalismo investigativo no rádio Dicas para agendar entrevistas Sobre o que será? Não exatamente as perguntas, mas o tema de um modo geral, e os limites do assunto Vai ser ao vivo ou gravado? Quanto tempo vai durar? Trata-se de todo um programa ou é uma matéria curta? Isso estabelece o nível em que o assunto pode ser tratado e ajuda a evitar que o entrevistado grave uma entrevista longa sem saber que será editada para outra duração. Qual é o contexto? A entrevista faz parte de uma abordagem mais ampla sobre o assunto, com contribuições de outras pessoas, ou é uma simples matéria de noticiário ou de um programa de variedades? Qual é o público? É para uma emissora local, uma rede, uma agência de notícias? Onde? É no estúdio ou em outro lugar? Quando? Quanto tempo para se preparar? Jornalismo investigativo no rádio (MCLEISH, 2001) Ao repórter cabem diversas funções em sua jornada cotidiana. Dentre as funções a seguir, escolha a que não é papel desse profissional. a) Criar pautas. b) Produzir reportagens. c) Entrevistar diversas fontes. d) Agir como fonte, originando ou confirmando fatos. e) Redigir as reportagens. Interatividade Ao repórter cabem diversas funções em sua jornada cotidiana. Dentre as funções a seguir, escolha a que não é papel desse profissional. a) Criar pautas. b) Produzir reportagens. c) Entrevistar diversas fontes. d) Agir como fonte, originando ou confirmando fatos. e) Redigir as reportagens. Resposta BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo. Manual de radiojornalismo. 2. ed. São Paulo: GEN LTC, 2021 BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo, Manual de jornalismo para rádio, TV e novas mídias. Rio de Janeiro: Campus Editora, 2013. BARBEIRO, Heródoto. Mídia Training – Como usar a mídia a seu favor. São Paulo: Benvirá, 2015. BARBEIRO, Heródoto; RANGEL Patrícia. Manual do Jornalismo Esportivo. São Paulo: Contexto, 2006. Referências CASTELANI, Clayton. Vítimas foram atingidas por um rio de lama quando tentavam fugir em São Sebastião. (22 fev. 2023 às 10h49 – Atualizado em 22 fev. 2023 às 11h08). Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/02/vitimas-foram-atingidas-por- rio-de-lama-quando-tentavam-fugir-em-sao-sebastiao.shtml. Acesso em: 22 fev. 2023. FERRARETTO, L. A. Dossiê – 30 anos do Gp rádio e mídia sonora. In: FERRARETTO, L. A. Conceitos de rádio: múltiplos olhares ressignificando e atualizando definições. Radiofonias – Revista de Estudos em Mídia Sonora, v. 12, n. 2, p. 10-29, 19 nov. 2021. Disponível em: https://periodicos.ufop.br/radiofonias/article/view/5020/3869. Acesso em: 21 fev. 2023. Referências FERRARETO, Luiz Arthur. Rádio no Ar – o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 2001. KANTAR IBOPE. Relatório Inside Rádio 2022. Disponível em: https://kantaribopemedia.com/conteudo/estudo/inside-radio-2022/. Acesso em: 21 fev. 2023. MCLEISH, Robert. Produção em Rádio. São Paulo: Summus Editorial, 2001. PORTAL G1. Renata Lo Prete deixa o comando do podcast “O assunto”, que será apresentado por Natuza Nery. (08/11/2022 14h00 – Atualizado há 3 meses). Disponível em: https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2022/11/08/renata-lo-prete-deixa-o- comando-do-podcast-o-assunto-que-sera-apresentado-por-natuza-nery.ghtml. Acesso em: 21 fev. 2023. Referências ROVAROTO, Isabela. O Brasil é o 3º país que mais consome podcast no mundo. (Publicado em 21/3/2022 – Atualizado em 25/3/2022, às 11h37). Disponível em: https://exame.com/pop/brasil-e-o-3o-pais-que-mais-consome-podcast-no-mundo/. Acesso em: 22 fev. 2023. UFRP. História do Rádio. Disponível em: http://www.radio.ufpr.br/radio.html#:~:text=1896%20%2D%20o%20cientista%20italiano%20 Guglielmo,Londres%2C%20a%20patente%20do%20invento. Acesso em: 21 fev. 2023. Referências ATÉ A PRÓXIMA! Número do slide 1 Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação Rádio é emoção e informação O Podcast – Personal on Demand/Broadcast O Podcast – Personal on Demand/Broadcast O Podcast – Personal on Demand/Broadcast O Podcast – Personal on Demand/Broadcast O Podcast – Personal on Demand/Broadcast Podcast – O produto Podcast – análise Podcast – análise Podcast – você sabia... Interatividade Resposta Produção em áudio O segredo do texto radiofônico O segredo do texto radiofônico O segredo do texto radiofônico Edição com Ética Edição com Ética Manual de Radiojornalismo Manual de Radiojornalismo Manual de Radiojornalismo A importância de uma boa locução A importância de uma boa locução Interatividade Resposta Definição de pautas Definição de pautas Notícia Triagem com critérios Triagem com critérios Triagem com critérios Tipos de entrevistas Tipos de entrevistas Tipos de entrevistas O povo fala Interatividade Resposta O jornalista multifuncional O entrevistado(a) O entrevistado(a) A reportagem A reportagem A reportagem A reportagem Tipos de programas Tipos de programas Tipos de programas Jornalismo investigativo no rádio Jornalismo investigativo no rádio Interatividade Resposta Referências Referências Referências Referências Número do slide 64