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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINTA CURSO SERVIÇO SOCIAL – EAD ALUNA: MARIA DOS AFLITOS LIMA FERREIRA SUPERVISORA DE CAMPO: ALDENÍRA PEREIRA DA COSTA SUPERVISORA ACADÊMICA: JULIANA CAVALCANTE PORTFÓLIO SANTA QUITÉRIA DO MARANHÃO - MA 2019 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.................................................................................................. 02 2 DESENVOLVIMENTO DO PORTIFÓLIO......................................................... 03 3 PRODUÇÕES DAS VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO............................................... 05 4 VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO............................................................................... 06 5 CONCLUSÃO................................................................................................... 13 REFERÊNCIAS .................................................................................................. 14 1 INTRODUÇÃO O portfólio é um conjunto organizado de trabalhos produzidos pelo aluno ao longo de determinado período (estágio supervisionado, por exemplo). Deve contemplar as atividades que o graduando considera relevantes, escolhidas depois de uma análise feita com o auxílio dos supervisores. É uma ferramenta de avaliação que permite aos acadêmicos exercitar a sua capacidade crítica e reflexiva da sua prática profissional através da apresentação de suas ações enquanto estagiário. A elaboração de um portfólio versa em exercitar a memória, reviver o vivido em um processo de seleção das vivencias construída durante o estágio. O portfólio traz os registros escritos dos alunos realizados diariamente durante o estágio. Neste, podemos anexar uma diversidade de materiais que foram relevantes nesse processo, como: fotos; planos de estágio; atividades realizadas no campo de estágio; projeto de intervenção; entre outros. O presente portfólio contém toda a trajetória da experiência do estágio supervisionado um (1) e dois (2), onde as habilidades aprendidas, as experiências vivenciadas, o processo de conhecimento sendo construído ao longo de cada atendimento, cada visita, em cada processo de preenchimento das instrumentais. De fato, nosso conhecimento e pensamento crítico evolui, nos dando força e capacidade para enfrentar os desafios postos à profissão que ocorrem no dia-a-dia. Neste portfólio demonstra-se as atividades realizadas no decorrer do estágio como anotações pessoais, experiência de aula, trabalhos pontuais, vivência no estágio, seminários e outros. 2 DESENVOLVIMENTO DO PORTIFÓLIO Conforme a Resolução CFESS Nº 533, de 29 de setembro de 2008 o Estágio Supervisionado trata-se de uma atividade curricular obrigatória que se configura a partir da inserção do aluno no espaço socioinstitucional, objetivando capacitá-lo para o exercício profissional, o que pressupõe supervisão sistemática. Esta supervisão é realizada conjuntamente por professor supervisor e por profissional do campo, com base em planos de estágio elaborados em conjunto pelas unidades de ensino e organizações que oferecem estágio. Cabe destacar que o estágio, de acordo com a normatização, tem que seguir uma sequência que se configura pelos textos e trabalhos sugeridos pela UNINTA: no início é confeccionado o plano de estágio, a análise socioinstitucional, o projeto de intervenção, a execução desse projeto, o relatório de execução do projeto de intervenção e o relato de experiência. Além disso, foi realizada uma prova com questões objetivas, pautadas nos textos base da disciplina de estágio, o que contribuiu para um maior aprofundamento da disciplina. O estágio supervisionado permite que o/a aluno/a estagiário/a se aproxime da ação profissional e a partir disso crie sua própria identidade profissional. É possível que este processo de supervisão de estágio seja algo criativo, dinâmico que propicie elaboração de novos conhecimentos ao aluno e atualização profissional. Nesse sentido, é possível compreender, por meio da experiência vivenciada no campo de estágio, que o assistente social na sua intervenção, na relação que estabelece com os usuários do Serviço Social, com outros profissionais e com qualquer pessoa, deve pautar sua conduta no reconhecimento da liberdade e de suas possibilidades, eis que esse é valor ético central. No desenvolvimento do meu estágio II no CRAS na cidade de Santa Quitéria do Maranhão – MA, foram desenvolvidas metodologias de trabalho social com o Assistente Social mostrando uma nova realidade para eles. Surgiu o desejo de desenvolver este Projeto de Intervenção “Violência contra a Mulher” é uma iniciativa voltada para o assistente social e toda a sociedade na cidade de Santa Quitéria do Maranhão, que tem como objetivo mostrar a importância da Lei Maria da Penha, além de ajudar a conscientizar mulheres sobre a necessidade de combater a violência contra a mulher, tudo com vistas à prevenção da Violência Doméstica. O estudo acerca deste tema é de grande relevância no cenário atual, já que é notório o crescente aumento deste fenômeno entre a população mundial, evidenciando-se um problema social e de saúde pública, que afeta a integridade física e psíquica da mulher, além de constituir um flagrante violação aos direitos humanos. O histórico da Instituição CRAS em Santa Quitéria do Maranhão, iniciou-se na Avenida Hermelinda Pedrosa, localizado no Centro da cidade no dia 06 de janeiro de 2006, em prédio alugado, sendo a Secretária na época Marlene Gomes de Brito, Osmar de Jesus da Costa Leal, prefeito. Atualmente funciona na Avenida 1º de maio, centro e prédio próprio. Pública. Assistência social. Sua estrutura organizacional, o CRAS de Santa Quitéria do Maranhão, situa-se na Avenida 1º de maio, bairro centro, está vinculado com a Secretaria da Assistência Social. Conta com um núcleo de 20 funcionários, sendo: 07 Orientadoras, 02 Assistente Social, 02 Psicólogos, 02 Agente Administrativo, 01 Coordenadora sede, 01 Coordenador rural, 01 Secretária, 01 Recepcionista, 01 Oficineira, 01 Faxineira e 01 Vigia. 3 PRODUÇÕES DAS VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO No decorrer do estágio, é importante destacar que a supervisão de campo ocorreu diariamente, por meio da orientação sobre as principais atividades desenvolvidas pelo CRAS, bem como das demandas postas e os instrumentos e técnicas para o alcance da resolutividade das questões que surgem no cotidiano profissional. No campo de estágio foram realizadas reuniões com a supervisora de campo e supervisora acadêmica, a fim de se realizar as devidas orientações acerca das ações desenvolvidas no estágio, tais como: diário de campo, elaboração do plano de ação e plano de estágio, projeto de intervenção, portfólio, relato de experiência e relatório final. O diário de campo é um instrumento de registro de dados que permite sistematizar as experiências e depois analisar os resultados. Já o plano de estágio trata-se de um planejamento das atividades que serão desenvolvidas pelo estagiário durante o seu período de trabalho na instituição contratante, assim como um projeto de estágio. Ter esse plano é como estabelecer uma diretriz de tarefas e garantir que os objetivos pedagógicos e experimentais sejam cumpridos. No que se refere ao projeto de intervenção consiste em um planejamento sistemático do que o estagiário já desenvolveu no campo de estágio, tendo em vista fundamenta-se nos pressupostos da pesquisa-ação. Os sujeitos ao pesquisarem sua própria prática produzem novos conhecimentos e, ao fazê-lo, apropriam e resinificam sua prática, produzindo novos compromissos, de cunho crítico, com a realidade em que atuam. Em relação ao relato de experiência tem como objetivo compartilhar as experiências vivenciadas pelas estagiarias durante a realização do Estágio Supervisionado, contribuindo assim para que haja uma reflexão acerca das teorias vista na universidade bem como as práticas realizadas em sala de aula. Por fim, o relatório final de estágio consiste em um documento no qual o estudante expõe todos os aspectos referentes à sua experiência no estágio supervisionado queé exigido na grade curricular do curso. 4 VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO Participação na Campanha Setembro Amarelo na instituição de estágio, junto com os funcionários, coordenadora e os assistentes sociais. I Seminário sobre prevenção e enfrentamento ao abuso sexual de crianças e adolescentes. Equipe reunida pela campanha Faça Bonito com as três instituições: CRAS, CREAS e NASF. Baile dos Idosos – com a coordenadora do CRAS e equipe de estágio Encontro e palestras aos idosos do CRAS Palestra com assistente social Aldeníra sobre Setembro Amarelo Palestra sobre Trabalho Infantil com assistente social as crianças e pais 8 de Março dia da Mulher no CRAS Caminhada Faça Bonito Caminhada Setembro Amarelo Banner sobre o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil no CRAS 5 CONCLUSÃO O Assistente Social tem o desafio de viabilizar o acesso aos direitos dos cidadãos com os quais atua, portanto, se por um lado atuam cientes de que muitas vezes realizam ações que afetam o emergencial, o imediato e o superficial, por outro, há uma série de mediações que se realizam nesse fazer profissional comprometido com a emancipação dos sujeitos (FUZIWARA, 2006, p. 82). A efetivação de direitos se dá a partir de uma estreita articulação e integração com as instituições e serviços, os quais se constituem em rede de apoio frente às demandas postas no espaço sócio-ocupacional para o profissional de Serviço Social. Os marcos legais que afirmam a Assistência Social no cenário brasileiro são: a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS); a Política Nacional da Assistência Social (PNAS); o Sistema Único da Assistência Social (SUAS); a Norma Operacional Básica do SUAS (NOB/SUAS); a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH/SUAS) e a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. O estágio é a primeira experiência e um momento muito importante para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Desse modo, a experiência alcançada no campo de estágio, permitiu a observação e comprovação de que o profissional de Serviço Social da Instituição busca colaborar para a expansão da cidadania dos usuários do CRAS, além de buscar o resgate de seus direitos. Mais do que ganhar experiência, ele possibilita para os estudantes conhecimento, competências e uma relação prática da teoria vista em sala de aula. Além disso, o estágio facilita a entrada no mercado de trabalho e garante que o aluno aprenda de maneira mais utilitária os campos de atuação da sua profissão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABEPSS. Política Nacional de Estágio da Associação de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. Rio de Janeiro, 2009. Disponível em . BRASIL. Lei Nº 11.788, De 25 De Setembro De 2008 - Dispõe sobre o estágio de estudantes. Disponível em Acesso em 02 de maio de 2013. CFESS. Código de Ética do assistente social, 1993. 9. Ed. rev. e atual. Brasília: Conselho Federal de Serviço Social, 2011. CFESS. Nº 533, de 29 de setembro de 2008 - Regulamenta a supervisão direta de estágio no Serviço Social. Disponível em http://legis.senado.gov.br/legislacao/ ListaPublicacoes.action?id=257787 _______. Ministerio do Desenvolvimento Social e Combate a Fome. NOB-RH/SUAS Anotada e Comentada. Brasília: [s.n] 2011. ______. Política Nacional de Assistência Social – PNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. 2004. FUZIWARA, Aurea Satomi. Contribuição do assistente social para a justiça na área da infância e da juventude: o laudo social e a aplicação da lei – encontros e desencontros. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, 2006. image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg