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A juventude e o trabalho
História
2o bimestre – Aula 9
Ensino Médio
● Juventudes;
● Mundo do trabalho.
● Analisar o conceito 
de juventude e suas mudanças 
e permanências ao longo de 
diferentes temporalidades;
● Compreender a 
invisibilidade da categoria 
“juventude” em determinadas 
historicidades;
● Refletir as 
expectativas das juventudes em 
relação ao mundo do trabalho 
na contemporaneidade.
● Você sabe qual a idade 
permitida pela legislação para 
iniciar a vida no mundo do 
trabalho ou para ser um Jovem 
Aprendiz?
● O que é necessário para se 
conseguir um primeiro emprego?
Imagem do site Jovem Aprendiz
Todos Falam!
3 MINUTOS
Título I
Dos direitos e das políticas públicas de juventude
Capítulo I
Dos princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude
Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Juventude e dispõe sobre os direitos dos 
jovens, os princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude e o 
Sistema Nacional de Juventude – SINAJUVE.​
§ 1º Para os efeitos desta Lei, são consideradas jovens as pessoas com idade 
entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos de idade.​
§ 2º Aos adolescentes com idade entre 15 (quinze) e 18 (dezoito) anos aplica-
se a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e 
do Adolescente e, excepcionalmente, este Estatuto, quando não conflitar 
com as normas de proteção integral do adolescente.​
Continua...
Conhecendo a legislação
Art. 14. O jovem tem direito à profissionalização, ao trabalho e à renda, exercido 
em condições de liberdade, equidade e segurança, adequadamente 
remunerado e com proteção social.
[...] II – oferta de condições especiais de jornada de trabalho por meio de:
a) compatibilização entre os horários de trabalho e de estudo;
b) oferta dos níveis, formas e modalidades de ensino em horários que permitam 
a compatibilização da frequência escolar com o trabalho regular;
[...] IV – atuação estatal preventiva e repressiva quanto à exploração 
e precarização do trabalho juvenil;
V – adoção de políticas públicas voltadas para a promoção do 
estágio, aprendizagem e trabalho para a juventude;
VI – apoio ao jovem trabalhador rural na organização da produção da agricultura 
familiar e dos empreendimentos familiares rurais [...].(Lei nº 12.852, de 5 de 
agosto de 2013).
Seção III – Do Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda
A) Qual a relação entre trabalho e educação apresentada pelos 
textos historiográficos?
B) Como a população jovem é retratada no contexto da Idade Média? 
Havia, pelas narrativas, diferenciação entre a 
infância, adolescência e juventude?
Nos slides a seguir, leia os textos historiográficos e observe as 
imagens para apresentar suas hipóteses. Registre!
Virem e conversem!
10 MINUTOS
FONTE 1. “[...] nas sociedades do Antigo Regime, a infância não estava excluída 
do trabalho: como é notório, em geral, um menino ajudava nos trabalhos 
agrícolas desde os sete-oito anos, ao passo que começava a aprendizagem 
numa oficina artesanal ou entrava para o serviço de uma casa por volta de 
catorze anos” (LORIGA, 1996, p. 31).
FONTE 2. “As séries ordenadas dos salários mostram que os jovens não tinham 
o direito de receber um pagamento de adultos até os dezesseis, dezoito, vinte, 
21 e, com bastante frequência, até os 24 anos. Em Londres, esta era a idade 
mínima que o estatuto dos artesãos previa para a emancipação dos aprendizes 
que trabalhavam na cidade. No campo, a aprendizagem durava mais, até 21 ou 
24 anos [...]. Muitas corporações tinham estabelecido severas restrições para 
retardar a independência dos jovens mesmo após o final da aprendizagem. 
Segundo a lei, um mestre artesão podia ser impedido de se estabelecer por 
conta própria até a idade de trinta anos” (THOMAS, 1976, p. 14-5).
Continua...
FONTE 3.
Manuscritos ilustrados do século XIV, mostrando alguns tipos de Corporações de 
Ofícios, como o mestre padeiro e o mestre açougueiro e seus jovens aprendizes.
Continua...
“O aprendiz está ligado ao mestre por um contrato de aprendizagem —
sempre esse laço pessoal caro à Idade Média – que comporta 
obrigações para as duas partes; para o mestre, a de formar o aluno no 
ofício, de lhe assegurar a casa e o sustento, sendo proporcionado o 
pagamento pelos pais das despesas de aprendizagem; para o aprendiz, 
a obediência ao mestre e a aplicação ao trabalho [...]. Mas como, aqui, 
uma das partes do contrato é uma criança de doze a catorze anos, são 
empregues todos os cuidados para reforçar a proteção [...]” (PERNOUD, 
1997, p. 55).
FONTE 4.
Continua...
A) Qual a relação entre trabalho e educação apresentada pelos 
textos historiográficos?
O trabalho era parte da educação dos jovens no contexto 
da Idade Média (com exceção dos jovens da nobreza), uma vez 
que o ofício, geralmente, era realizado por meio de um contrato 
formal da família com um mestre, que concedia ao jovem casa 
e sustento. A formação do jovem estava associada à 
aprendizagem do ofício, como é possível observar nas imagens, 
do mestre padeiro e o aprendiz, do açougueiro, dentre algumas 
atividades e, em contrapartida, o aprendiz deveria ser obediente e 
aplicado ao trabalho.
Correção
B) Como a população jovem é retratada no contexto da Idade 
Média? Havia, pelas narrativas, diferenciação entre a infância, 
adolescência e juventude?
No contexto da Idade Média, não havia uma clara diferenciação entre 
infância, adolescência e juventude como entendemos hoje. As 
crianças eram, frequentemente, envolvidas em atividades produtivas 
desde muito jovens, como no trabalho agrícola, nas oficinas de 
ofícios e em serviços domésticos. A aprendizagem podia durar até os 
21 ou 24 anos, e muitas corporações de ofícios estabeleceram 
restrições para retardar a autonomia dos jovens. Dessa forma, havia 
uma transição gradual da infância para a idade adulta, sem uma clara 
separação entre a adolescência e a juventude.
Correção
1. Por que é difícil definir o que foi a juventude operária? Você 
concorda com a autora em questionar se ela existiu? Explique a 
“fluidez” entre a adolescência e a vida adulta para esses jovens e 
sua relação com o trabalho.
2. No contexto brasileiro, a substituição da mão de obra escravizada 
pela imigrante trouxe um enorme contingente de famílias para o 
trabalho nas fazendas de café e, posteriormente, nas fábricas. Por 
que o texto afirma que havia uma invisibilidade da categoria jovem?
Em grupo, a partir dos textos nos slides a seguir, 
leia, analise, discuta e registre!
Faça agora!
15 MINUTOS
Crianças e jovens adolescentes trabalhando em minas de carvão na Pensilvânia, EUA. 
Fotografia publicada em 1911, por Lewis W. Hine.
Texto I. Juventude: uma palavra
“Juventude: uma palavra, segundo 
Pierre Bourdieu. Operária: o 
adjetivo só faz complicar as coisas. 
A juventude operária é no século 
XIX uma realidade difícil de 
apreender, a ponto de se 
perguntar às vezes se ela existe, 
se a própria noção tem um 
sentido” (PERROT, 1996, p. 82).
“A relação com o trabalho é certamente o que mais distingue infância 
e juventude no século XIX. A primeira subtrai-se cada vez mais a ele; 
a segunda está destinada a ele. A escola concorre com a fábrica, no 
que concerne à infância. Os menores de doze anos desaparecem da 
mina e da fábrica ao longo do século XIX e se reduzem inclusive na 
oficina familiar, sobretudo em razão da obrigação escolar e da 
conversão das famílias ao projeto educativo. Nada disso ocorre com 
os adolescentes. Passados os treze anos [...] o trabalho é a norma. 
Após os dezoito, eles são adultos em relação aos deveres, não em 
relação aos direitos, que não têm. A oficina, a fábrica, o canteiro de 
obras tornam-se assim espaços juvenis, pelo menos lugares da 
juventude operária” (PERROT, 1996, p. 102).
Texto II. Trabalho: lugar da juventude operária
“Em meados dos anos 1880, o governo 
brasileiro e o paulista adotaram uma 
série de medidascom o objetivo 
de atrair imigrantes para o café. Entre 
elas, um programa de subsídios que 
privilegiava a imigração familiar 
(que perdurou até finais da década de 
1920) e uma propaganda agressiva, 
sobretudo na Europa, dirigida aos 
potenciais imigrantes [...]. 
Para o período de imigração de massa,
existe documentação que categoriza os
imigrantes por grupos etários [...].
Europeus recém-chegados a São 
Paulo no pátio central da Hospedaria 
dos Imigrantes, por volta de 1890.
Continua...
Texto III. Invisibilidade da categoria: jovem
Para o período de imigração de massa, existe documentação 
que categoriza os imigrantes por grupos etários [...] Essa divisão 
levava em conta, sobretudo, a questão do trabalho do imigrante. Ou 
seja, os maiores de 12 anos já eram considerados como adultos, 
plenamente aptos para o trabalho, para receber rações inteiras de 
alimento e pagar o preço cheio da passagem de navio.
Outro indicador que reforça o recorte vinculado à questão do trabalho 
é o fato de que, no início do século XX, a legislação permitia o 
trabalho nas fábricas a partir dos 12 anos. Diante disso, podemos 
admitir a invisibilidade da categoria jovem, já que pessoas acima dos 
12 anos eram consideradas como adultos. Naquela época, a transição 
para a vida adulta não considerava a etapa da juventude” (SCOTT; 
BASSANEZI, 2022, p. 155 e 159).
1. A dificuldade em definir a juventude operária no século XIX deve-se 
a uma série de fatores. Primeiro, há uma falta de fontes 
históricas específicas sobre esse grupo social, o que torna difícil 
entender sua experiência de vida e trabalho. Além disso, o conceito de 
juventude em si é fluido e variável ao longo do tempo e do espaço. O 
termo juventude operária envolve não apenas uma fase da vida, mas, 
também, uma posição social e uma relação com o trabalho. A autora 
questiona se o termo juventude operária tem um sentido, já que os 
jovens trabalhadores eram, muitas vezes, tratados como adultos em 
relação às suas responsabilidades no trabalho, mas não tinham direitos 
ou status sociais equivalentes aos adultos. Além disso, essa fluidez 
entre adolescência e vida adulta significava que eram, frequentemente, 
vistos como mão de obra barata e descartável, sem a proteção legal ou 
social dos adultos.
Correção
2. Os imigrantes eram categorizados por grupos etários levando 
em consideração, sobretudo, a questão do trabalho, por isso, 
quando vinham ao Brasil, adolescentes eram considerados adultos, já 
que a própria família dependia de seu trabalho na lavoura. 
Posteriormente, com o desenvolvimento industrial, foi permitido 
legalmente o trabalho nas fábricas a partir dos 12 anos. Dessa forma, 
acima dessa idade, os adolescentes e jovens já eram 
considerados adultos. Isso significa que a transição para a vida adulta 
não considerava a etapa da juventude, e os jovens eram vistos apenas 
como trabalhadores em potencial e aptos. A categoria jovem/ 
juventude não existia, por isso sua invisibilidade. A fluidez entre 
adolescência e vida adulta, juntamente com a falta de direitos e 
proteção social, tornou essa fase da vida desafiadora 
e, frequentemente, desumana para muitos jovens trabalhadores.
Correção
Leia o texto abaixo e siga as orientações do slide a seguir para 
realizar a proposta de discussão!
Desemprego entre os jovens aponta mercado de trabalho desafiador
"Os jovens formam um dos grupos mais afetados pelo desemprego no Brasil.
Dos quase 14 milhões de desempregados no quarto trimestre de 2020, cerca
de 70% eram pessoas na faixa-etária entre 14 e 24 anos de idade, segundo
dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua
(PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com a inserção das novas tecnologias, esse grupo encontra um mercado de
trabalho cada vez mais exigente e consequentemente com mais dificuldades
para garantir novas oportunidades" (Jornal da USP, por Vitória Pierri, 2021).
Discussão disciplinada
Continua...
Sugestões de questões para a discussão:
● Qual é a importância do trabalho para os jovens hoje em dia?
● Em que medida o avanço da tecnologia tem afetado as oportunidades 
de trabalho para os jovens?
● Como a precarização do trabalho incide nos jovens 
trabalhadores, especialmente aqueles que estão em empregos informais?
● Quais as expectativas da juventude em relação ao trabalho e como ela 
compreende seu futuro diante da reforma trabalhista e as novas formas de 
organização do trabalho?
● De que maneira o acesso à educação e à formação profissional 
pode influenciar a inserção dos jovens no mercado de trabalho?
Quais são os principais desafios enfrentados 
pelos jovens no mercado de trabalho atualmente?
Discussão 
disciplinada
● Analisamos o conceito complexo de 
juventude, identificando as mudanças e 
permanências ao longo de diferentes 
temporalidades históricas;
● Compreendemos a invisibilidade da 
categoria “juventude” em determinadas 
historicidades e para determinados grupos 
sociais;
● Discutimos quais as expectativas das 
juventudes em relação ao trabalho na 
contemporaneidade, e como avaliam suas 
condições e oportunidades.
LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: 
Penso, 2023.
LORIGA, S. A experiência militar. APUD: LEVI, G; SCHMITT, J. C. História dos Jovens, vol. 2. São 
Paulo: Companhia das Letras, 1996.
PERNOUD, R. Luz sobre a Idade Média. Publicações Europa-América, 1997.
PERROT, M. A juventude operária: da oficina à fábrica. APUD: LEVI, G; SCHMITT, J. C. História dos 
Jovens, vol. 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
SCOTT; A. S. V; BASSANEZI, M. S. C. B. Jovens imigrantes e jovens descendentes: presença e 
vivências no Brasil (século XIX – século XXI). Apud: PRIORE, M D. (Org.) História dos Jovens no 
Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2022.
THOMAS, K. Age and authority in early modern England. Oxford University Press, London, 1976.
Lista de imagens e vídeos:
Slide 3 – Jovem Aprendiz. Disponível em: https://cutt.ly/k7pMMBG. Acesso em: 23 fev. 2024.
Slide 4 e 5 – BRASIL. Lei nº 12.852, de 5 de agosto de 2013. Institui o Estatuto da Juventude e dispõe 
sobre os direitos dos jovens, os princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude e o Sistema 
Nacional de Juventude – SINAJUVE. Disponível em: https://cutt.ly/27p7wfT. Acesso em: 05 mar. 2023.
Slide 8 – Manuscritos ilustrados do final do século XIV, conhecidos como Tacuinum Sanitatis, um guia 
para uma vida saudável (Domínio público).Getty Images. Disponível em: https://cutt.ly/M7akRRH. 
Acesso em: 05 abr. 2023; Um padeiro medieval com seu aprendiz. Biblioteca Bodleiana, Oxford. 
Disponível em: https://cutt.ly/f7azcJJ. Acesso em: 23 fev. 2024.
Slide 13 – Crianças e jovens adolescentes trabalhando em minas de carvão na Pensilvânia, EUA. 
Fotografia publicada em 1911, por Lewis W. Hine. Fonte: Divisão de Impressos e Fotografias da 
Biblioteca do Congresso Washington/DC, EUA. Imagens disponíveis em: https://cutt.ly/c7audOW. 
Acesso em: 23 fev. 2024.
https://cutt.ly/k7pMMBG
https://cutt.ly/27p7wfT
https://cutt.ly/M7akRRH
https://cutt.ly/f7azcJJ
https://www.loc.gov/pictures/resource/nclc.01130/?co=nclc
https://cutt.ly/c7audOW
Lista de imagens e vídeos:
Slide 15 – Europeus recém-chegados a São Paulo no pátio central da Hospedaria dos Imigrantes por 
volta de 1890. Fotografia de Guilherme Gaensly (1843-1928). Fundação Patrimônio da Energia de 
São Paulo / Memorial do Imigrante. Disponível em: https://cutt.ly/x7a5kue. Acesso em: 23 fev. 2024.
Slide 19 – Jornal da USP. Desemprego entre os jovens aponta mercado de trabalho desafiador. Por 
Vitória Pierri. Disponível em: https://cutt.ly/x7fJvFE. Acesso em: 06 mar. 2023.
Gifs e imagens ilustrativas elaboradas especialmente para este material a partir do Canva. 
Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/. Acesso em: 23 fev. 2024.
https://cutt.ly/x7a5kue
https://cutt.ly/x7fJvFEhttps://www.canva.com/pt_br/
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4: Título I  Dos direitos e das políticas públicas de juventude Capítulo I  Dos princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude
	Slide 5: Seção III – Do Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda
	Slide 6: Nos slides a seguir, leia os textos historiográficos e observe as imagens para apresentar suas hipóteses. Registre!
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9: FONTE 4. 
	Slide 10: Correção
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15: Texto III. Invisibilidade da categoria: jovem
	Slide 16
	Slide 17: Correção
	Slide 18: Correção
	Slide 19: Leia o texto abaixo e siga as orientações do slide a seguir para realizar a proposta de discussão!
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25

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