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PNEUMONIAS
Profª Ms Flávia Pereira Carnaúba
PROFA Dra GISELE HIRANO
2024
ANATOMIA E FISIOLOGIA PULMONAR
DEFINIÇÃO 
• Doença inflamatória aguda que 
acomete os pulmões e pode ser 
provocada por bactérias, vírus, 
fungos ou pela inalação de 
produtos tóxicos.
• Quando um indivíduo tem 
pneumonia, os alvéolos ficam 
cheios de pus e líquido, o que 
torna a respiração dolorosa e 
limita a ingestão de oxigênio. 
Epidemiologia
• É a principal causa de morte por doenças infecciosas 
nos EUA
• países em desenvolvimento: etiologia bacteriana
• países desenvolvidos: origem viral 
• publicações recentes sugerem que a incidência das 
infecções bacterianas seria maior que o informado 
ETIOLOGIA
FATORES DE RISCO
• Os meios pelos quais os patógenos penetram no trato 
respiratório inferior consistem em: broncoaspiração, 
inalação, disseminação hematogênica de um local 
distante e translocação;
• Fatores de risco são aquele que predispõem um 
indivíduo a um desses mecanismos, e podem ser 
classificados em:
(1) condições que aumentam a colonização da 
orofaringe
(2) condições que favorecem a broncoaspiração
(3) condições que exigem intubação prolongada
(4) fatores do hospedeiro
FISIOPATOLOGIA
Resposta inflamatória ao corpo estranho inalado ou aspirado ou 
à multiplicação descontrolada de microrganismos que invadem o 
trato respiratório inferior. 
Essa resposta resulta no acúmulo de neutrófilos e outras 
citocinas próinflamatórias nos brônquios periféricos e nos 
espaços alveolares.
O sistema de defesa do corpo, que inclui as defesas 
anatômica, mecânica, humoral e celular, destina-se a repelir e 
remover os organismos que penetram no trato respiratório.
Fisiopatologia
• Invasão
• Resposta inflamatória
• Secreção no alvéolo
• Hipoventilação
• hipóxia
• Hepatização vermelha
• Dilatação dos capilares e inflamação 
intensa
• Hepatização cinza
• Diminui o fluxo sanguíneo e a fibrina 
ajuda a reparar a lesão pulmonar
• Resolução 
Hepatização vermelha Hepatização cinza
Manifestações clínicas
• Calafrios
• Febre rápida e crescente
• Dor pleurítica:
• piora ao respirar profundamente e tossir
• Taquipneia
• Dispneia
• Uso de musculatura acessória
• Taquicardia
• Cefaléia
• Mialgia
• Faringite
• Bochechas ruborizadas
• Ortopneia
• Diminuição do apetite
• Sudorese
• Cansaço
• Tosse com secreção mucopurulenta
• AP:roncos pulmonares
• Percussão pulmonar: áreas de submacicez
• Leitos ungueais e lábios cianóticos
• Cianose = sinal TARDIO de má oxigenação
Classificação 
• Adquirida na comunidade
• Adquirida no hospital
• No hospedeiro 
imunocomprometido
• Por aspiração
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE(PAC)
• Ocorre no ambiente comunitário ou nas 48h primeiras de internação
• Apesar da vasta microbiota respiratória, da ampla disseminação de agentes 
potencialmente patogênicos, do fenômeno da globalização e da ocorrência de 
epidemias virais, o Streptococcus pneumoniae permanece como a bactéria de 
maior prevalência de PAC dentre os agentes etiológicos
• H. influenzae: idosos e com dça crônica
• Legionella
• P. aeruginosa
• No Brasil, apesar da redução de mortes, devido às melhores condições 
socioeconômicas da população e à vacinação, ainda é a terceira causa de 
morte
PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL (PAH)
• Aquela que ocorre após 48 h da admissão hospitalar, geralmente 
tratada na unidade de internação (enfermaria/apartamento), não se 
relacionando à intubação endotraqueal e VM; podendo, entretanto, 
deve ser encaminhada para tratamento em UTI, quando se apresenta 
ou evolui de forma grave.
• 15% das IH
• PAH precoce: até 4º dia de internação
• PAH tardia: após o 5º dia de internação
PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL (PAH)
• É a IH mais letal
• Enterobacter
• E. coli
• Klebsiella
• Proteus
• S. aureus: inalação do agente ou disseminação sangue
• Bacteremias e cult sg +
• 30% das PAH
• Alta mortalidade
• P. aeruginosa: pct debilitado, doente mental, IOT e 
traqueostomia
• Defesas hospedeiro comprometidas
• Inóculo de agentes atinge VAI e supera defesas
• Agente altamente virulento
PAH polimicrobiana é muito comum!
PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL
• São considerados fontes de patógenos para PAH muitos dispositivos e 
equipamentos utilizados no ambiente hospitalar, e seus elementos 
associados, como: ar, água, sondas, tubos e fômites.
• Uma outra fonte importante de infecção decorre da transferência de 
patógenos entre pacientes, ou entre estes e os profissionais de saúde.
• A via principal para a entrada de microorganismos no trato respiratório 
inferior consiste na aspiração de secreção da orofaringe. Nos casos de 
pacientes intubados, podem originar-se da secreção que se acumula acima do 
balonete do tubo. Outros reservatórios potenciais são as cavidades sinusais, e 
o trato digestivo superior, embora ainda persistam controvérsias a esse 
respeito.
PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO 
MECÂNICA (PAVM)
A suspeita clínica de PAVM se baseia no 
aparecimento de infiltrado pulmonar 
novo ou progressivo à radiografia do 
tórax, associado à presença de sinais e 
alterações laboratoriais, tais como: 
1) febre (>38 °C), 
2) leucocitose (>10.000/mm3) ou 
leucopenia (55 anos)
• Doença pulmonar crônica 
• Aspiração/microaspiração resultante de cuidados em posição supina
• Cirurgia do tórax ou abdômen superior
• Terapia antibiótica anterior, especialmente antibióticos de amplo 
espectro 
• Re-intubação após extubação malsucedida, ou intubação prolongada
• Síndrome do desconforto respiratório agudo 
• Trocas frequentes de circuito de ventilador
• Paciente com politraumatismo 
• Paralisia prolongada 
• Condições pré-mórbidas como desnutrição, insuficiência renal e anemia
PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO 
MECÂNICA
PREVENÇÃO
• Desmame precoce do ventilador mecânico
• Manter decúbito elevado (30 – 45°)
• Profilaxia para úlceras de estresse
• Higiene oral frequente (utilização de 
antissépticos à base de clorexidina)
• Aspiração subglótica
https://www.youtube.com/watch?v=fYW-0C9Rc4I
Diagnóstico 
•Exame físico
•RX 
•Hemocultura
•Escarro 
•USG de tórax
•TC de tórax
BRONCOPNEUMONIA
Tratamento 
• ATB – exceto viral
• VIRAL: suporte
• Hidratação
• Anti-térmicos
• Anti-tussígenos
• Inalação úmidas e quentes
• Anti-histamínicos
• Descongestionantes nasais
• Repouso
• Oxigênio
PROCESSO DE ENFERMAGEM
• Avaliação de enfermagem
• Exame físico
• TºC
• FC
• FR
• Tosse com secreção e aspecto da secreção
• Quantidade
• Odor
• Coloração
• Frequência e intensidade da tosse
• Dispneia
• Roncos pulmonares
• RX
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM E PROBLEMAS 
INTERDEPENDENTES
• Desobstrução Ineficaz das Vias Aéreas relacionada com as secreções pulmonares
• Ansiedade relacionada ao comprometimento da função respiratória
• Troca de gases prejudicada relacionada com o desequilíbrio de ventilação-perfusão
• Risco de Volume de Líquido Deficiente relacionado com dispneia e febre
• Tolerância à Atividade diminuída relacionada com o desequilíbrio entre suprimento e 
demanda de oxigênio
• Padrão Respiratório Ineficaz relacionado com a fadiga dos músculos respiratórios
• Conhecimento Deficiente relacionado ao processo patológico e tratamento
• Nutrição: Desequilibrada: menor do que as Necessidades Corporais relacionada 
com diminuição do apetite em consequência do tratamento clínico e fadiga
• Risco de Infecção
• Distúrbio do Padrão do Sono relacionado com a dispneia
INTERVENÇÕES 
DE 
ENFERMAGEM
Melhorar permeabilidade de vias aéreas
Promover repouso
Promover a ingestão de líquidos
Manter nutrição
Promover o conhecimento do paciente
Monitorar e tratar complicações potenciais
• PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM
• Estimular ingesta hídrica
• Estimular e observar tosse e expectoração
• Manter repouso relativo
• Manter cabeceira elevada
• Verificar FC, FR,T e SpO2
• Observar padrão respiratório
• Observar fadiga
• Observar cansaço
• Explicar o tratamento e as formas de 
prevenção e as possíveis complicações
• Estimular respiração profunda e lenta
• Avaliar presença de dor
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR
DEFINIÇÃO
• Tromboembolismo pulmonar 
(TEP) consiste na obstrução 
aguda da circulação arterial 
pulmonar pela instalação de 
coágulos sangüíneos, geralmente, 
oriundos da circulação venosa 
sistêmica, com redução ou 
cessação do fluxo sangüíneo 
pulmonar para a área afetada.
DEFINIÇÃO
• A embolia pulmonar (EP) 
ocorre como conseqüência 
de um trombo, formado no 
sistema venoso profundo, 
que se desprende e, 
atravessando as cavidades 
direitas do coração, obstrui 
a artéria pulmonar ou um 
de seus ramos.
Epidemiologia
• Incidência na população geral é 
estimada em 5/10.000 pacientes
• 60-70 casos/100.000 habitantes 
• Mortalidade quatro vezes maior 
quando o tratamento não é instituído
Fatores de risco
• As situações em que prevaleçam um ou mais componentes da tríade de Virchow 
(estase venosa, lesão endotelial e estado de hipercoagulabilidade) são as propícias 
ao desenvolvimento da trombose.
• trauma não cirúrgico e cirúrgico; 
• idade maior que 40 anos; 
• tromboembolismo venoso prévio;
• imobilização; 
• doença maligna,
• insuficiência cardíaca; 
• infarto do miocárdio; 
• paralisia de membros inferiores; 
• obesidade; 
• veias varicosas; 
• estrogênio;
• gravidez e puerpério; 
• doença pulmonar obstrutiva crônica.
TRÍADE DE VIRCHOW
Sinais e sintomas
• A apresentação clínica da EP é geralmente 
inespecífica dificultando o diagnóstico. 
• Os sinais e sintomas dependem, da 
localização e tamanho do trombo e do estado 
cardiorrespiratório prévio do paciente. 
• A EP pode ser classificada em três síndromes 
clínicas: 
• colapso circulatório: embolia maciça 
• hipotensão arterial sistêmica e 
choque
• Insuficiência ventricular direita
• Síncope
• Taquicardia 
• Dispneia 
• Cianose 
• dispneia não explicada: embolia 
submaciça 
• Dor torácica
• Dor pleurítica
• Dispneia 
• Taquipneia 
• Tosse
• Hemoptise /hemoptóicos, 
• Taquicardia 
• Febre 
• Cianose 
• dor torácica do tipo pleurítica: infarto 
pulmonar
• correlaciona-se com os êmbolos 
que alcançam a periferia dos 
pulmões, levando ao infarto ou à 
hemorragia pulmonar
FISIOPATOLOGIA
Obstrução de artéria pulmonar por um trombo 
a área afetada recebe pouco ou nenhum fluxo sanguíneo 
troca gasosa prejudicada ou ausente
O Coágulo libera substâncias nas áreas circunvizinhas 
constrição de vasos sanguíneos regionais e 
bronquíolos 
aumento da resistência vascular pulmonar 
(desequilíbrio ventilação-perfusão)
Aumento da pressão arterial 
pulmonar
Aumento do trabalho do VD
Insuficiência do VD
Redução do DC
Choque
3 - dor na região tórax, que piora a 
inspiração profunda. Pode haver também 
uma tosse seca e eventualmente 
expectoração com sangue.
2 – além da dor e da tosse, apresenta 
também súbita falta de ar, palpitações e 
tosse com expectoração sanguinolenta.
1 - chamado tromboembolismo maciço. O êmbolo é tão grande que obstrui a circulação sanguínea de 
praticamente todo o pulmão. Este quadro é gravíssimo pois além de infartar todo um pulmão, o sangue que 
não consegue ultrapassar a barreira imposta pelo êmbolo, volta para o coração causando um súbito aumento 
da pressão dentro deste e uma rápida dilatação do mesmo. O paciente pode morrer em minutos por falência 
cardíaca.
DIAGNÓSTICO
• Exame físico
• Sinais e sintomas
• Raio-x de tórax
• Angiografia pulmonar
• ECG
• Gasometria arterial
• D- dímero
• Marcadores de necrose miocárdica
• USG com doppler de MMII
• Ecocardiograma
• TC
• RM
TRATAMENTO 
• agentes inotrópicos e vasoconstritores, e suporte ventilatórioMedidas gerais
• Heparina não fracionada
• Heparina de baixo peso molecular (HBPM)Anticoagulação
• manter o INR entre 2,0 e 3,0. O tempo médio para se obter a 
anticoagulação adequada com o warfarin é de cinco dias, período no 
qual o paciente deverá estar em uso concomitante de heparina
Anticoagulantes orais
• Alteplase (rTPA) ou Estreptoquinase (A trombólise é indicada apenas 
para casos de TEP maciço, com comprometimento hemodinâmico ou 
respiratório) 
Trombolíticos
• Trombectomia mecânica (instabilidade hemodinâmica, após 
trombólise ineficaz) Cirurgia
• Prevenção em pacientes com contra-indicação a anticoagulaçãoFiltro de veia cava
FILTRO DE VEIA 
CAVA
https://www.youtube.com/watch?v=w91m06Bs268
PREVENÇÃO
Evitar a trombose venosa profunda:
• Exercícios ativos com a perna
• Deambulação precoce
• Uso de meias compressivas em indivíduos com mobilidade reduzida
• Evitar sentar com as pernas cruzadas por longos períodos de tempo
• Quando viajar, mudar de posição frequentemente, realizar pequenas caminhadas
• Fazer exercícios ativos com as pernas e tornozelos quando estiver sentado
https://www.youtube.com/watch?v=lexsHJZ8Ifo
Outras causas de TEP
a) Usuários de drogas injetáveis podem sofrer embolização por 
materiais presentes na droga.
b) Embolia gasosa que ocorre se injetarmos ar nas veias.
c) Embolia gordurosa quando há fraturas de grandes ossos com 
liberação da medula óssea para a corrente sanguínea.
d) Embolia séptica, quando pedaços de vegetações causada por 
colônias de bactérias viajam pela corrente sanguínea. Isso ocorre 
principalmente na endocardite (infecções das válvulas do 
coração).
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Preventivo 
Sempre avaliar cuidadosamente os 
pacientes com risco de TEP para 
identifica-lo precocemente
Incentivar deambulação
Se acamado, estimular a
movimentação das pernas
Não deixar pernas pendentes
Atentar para o uso de cateteres IV
Avaliar MMII: rubor, calor e 
inflamação
Durante: trombólise
Repouso absoluto
SSVV 2/2 h
Observar sangramento
TEP instalado
Decúbito elevado
Controle da dor
Mudança de decúbito
Estimular resp profunda
Drenagem postural
Tapotagem
Monitorar sat O2
Obs ansiedade
• https://forms.gle/k73SFkbe5Vfpe3
mv7
REFERÊNCIAS
https://doi.org/10.1590/S0066-782X2004002000001
Corrêa RA, Costa AN, Lundgren F, Michelin L, Figueiredo MR, Holanda M, Gomes M, 
Teixeira PJZ, Martins R, Silva R, Athanasio RA, Silva RM, Pereira MC. Recomendações 
para o manejo da pneumonia adquirida na comunidade 2018. J Bras Pneumol. 
2018;44(5):405-424
Volschan, André et al. Diretriz de Embolia Pulmonar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 
[online]. 2004, v. 83, suppl 1 [Acessado 12 Abril 2022] , pp. 1-8. Disponível em: 
. Epub 15 Dez 2004. ISSN 1678-
4170. https://doi.org/10.1590/S0066-782X2004002000001.
MORTON. Cuidados críticos de Enfermagem – uma abordagem holística. Guanabara e 
Koogan, 2011
SMELTZER, S. Brunner & Suddart, tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005
SUGESTÃO DE VIDEO AULA: https://www.youtube.com/watch?v=-uA9K2qI524 – 
Prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica
2019 ESC Guidelines for the diagnosis and management of acute pulmonary 
embolism developed in collaboration with the European Respiratory Society (ERS): 
The Task Force for the diagnosis and management of acute pulmonary embolism of 
the European Society of Cardiology 
(ESC).https://academic.oup.com/eurheartj/article/41/4/543/5556136?login=false#211
358821
https://doi.org/10.1590/S0066-782X2004002000001
	Slide 1: PNEUMONIAS
	Slide 2
	Slide 3: DEFINIÇÃO 
	Slide 4
	Slide 5: Epidemiologia
	Slide 6: ETIOLOGIA
	Slide 7: FATORES DE RISCO
	Slide 8: FISIOPATOLOGIA
	Slide 9: Fisiopatologia
	Slide 10
	Slide 11: Manifestações clínicas
	Slide 12: Classificação 
	Slide 13: PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE(PAC)
	Slide 14: PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL (PAH)
	Slide 15: PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL (PAH)
	Slide 16: PNEUMONIA ADQUIRIDA NO HOSPITAL
	Slide 17: PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA (PAVM)
	Slide 18: PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA
	Slide 19: PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃOMECÂNICA
	Slide 20
	Slide 21: Diagnóstico 
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27: Tratamento 
	Slide 28: PROCESSO DE ENFERMAGEM
	Slide 29: DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM E PROBLEMAS INTERDEPENDENTES
	Slide 30: INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
	Slide 31
	Slide 32: TROMBOEMBOLISMO PULMONAR
	Slide 33: DEFINIÇÃO
	Slide 34: DEFINIÇÃO
	Slide 35: Epidemiologia
	Slide 36: Fatores de risco
	Slide 37: Sinais e sintomas
	Slide 38: FISIOPATOLOGIA
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41: DIAGNÓSTICO
	Slide 42
	Slide 43: TRATAMENTO 
	Slide 44
	Slide 45: PREVENÇÃO
	Slide 46: Outras causas de TEP
	Slide 47: CUIDADOS DE ENFERMAGEM
	Slide 48
	Slide 49: REFERÊNCIAS

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