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TÓPICOS GRAMATICAIS – ASPECTOS MORFOLÓGICOS E SINTÁTICOS AULA 2 Profª Yara Oneida Reis da Silva 2 CONVERSA INICIAL Olá, alunos(as)! Os textos verbais têm extensões variáveis; podem ser formados por uma única palavra, uma única frase ou por um conjunto de frases. Para constituir esses enunciados, na maioria das vezes, utilizamos verbos – as orações. Sabendo que as orações são formadas por sujeito e predicado, é necessário conhecer profundamente cada um desses termos. Nesta aula, estudaremos sobre a estrutura do predicado, termo que fala sobre o sujeito. É no predicado que encontramos os verbos das orações. Assim como o sujeito, ele também apresenta um elemento mais importante, o núcleo, que permite classificar o predicado em nominal, verbal ou verbo-nominal. Vamos lá? TEMA 1 – PREDICAÇÃO VERBAL A predicação é o ato de afirmar alguma coisa sobre outra coisa. Trata-se de algo estudado desde Aristóteles, quando já se dividia a oração em sujeito e predicado. Já o verbo é o principal componente sintático da oração e, portanto, indispensável à constituição dela; sempre estará no predicado e, dependendo das relações sintático-semânticas que se estabelecem entre ele e os demais termos, pode ser classificado como nocional ou como verbo de ligação. Para Bechara (2000, p. 429), “toda relação predicativa se estabelece por meio de um verbo”. Assim, se os verbos são o centro declarativo da sentença, ao redor deles orbitam os demais elementos, o sujeito e os complementos. Além disso, quando o verbo trouxer complemento, este ficará sintaticamente fazendo parte dele, ou seja, o predicado passará a ser constituído de todo o conjunto verbo-complemento. Todavia, para compreender os tipos de predicado, de início, é necessário distinguir os tipos de verbo que há nele. Vamos a eles? 1.1 Verbos de ligação Os verbos de ligação marcam algo estático e não apresentam significação. Já que não têm conteúdo semântico próprio, apenas funcionam com vínculo relacional entre sujeito e predicativo, isto é, servem apenas para ligar o sujeito à sua característica. A característica que nesse tipo de oração se atribui ao sujeito exerce função sintática de predicativo do sujeito. Bechara (2000, p. 428) considera que “(...) o núcleo da oração é sempre o verbo, ainda que se trate de um verbo de significado léxico muito amplo e vago”. Para ele, os verbos de ligação fazem referência muito 3 vaga ao que está sendo comunicado, de modo que o predicativo passa a carregar a informação mais relevante do predicado. Mattoso Câmara (1975) defende que os verbos de ligação podem ser analisados por três vieses: semântico, formal e funcional. O primeiro indica que uma palavra não existe sozinha e, sim, inserida em um do universo biossocial, incorporado à língua. No segundo, o termo apresenta propriedades de formas gramaticais. O terceiro indica função sintática na oração, o papel do vocábulo na sentença. Cunha e Cintra (2008, p. 129-132) definem os verbos de ligação como aqueles que “servem para estabelecer a união entre duas palavras ou expressões de caráter nominal”. Para os autores (1998, p. 129-130), os verbos que podem exercer função de verbos de ligação são: “ser, estar, permanecer, continuar, parecer, ficar, entre outros, como andar, achar-se, cair, converter-se, encontrar-se, fazer-se, meter-se a, viver, virar e tornar-se”. De acordo com Bechara (2000), os verbos de ligação, embora não tenham significação própria, podem apresentar a noção estado, qualidade ou condição do sujeito. Como exemplo, temos os verbos estar e andar, que podem indicar estado permanente; o verbo ficar, indicando mudança de estado; ou os verbos continuar e parecer, que podem indicar aparência. O quadro a seguir apresenta os verbos que mais comumente se apresentam como verbo de ligação e as relações semânticas que eles podem expressar na relação entre sujeito e predicativo. Quadro 1 – Verbos Verbos de ligação Relações de sentido Exemplos Ser estado permanente A temperatura é alta no litoral nordestino. Estar estado ocasional/transitório Os turistas estavam animados. Parecer estado aparente/continuidade de estado O cachorro parecia um leão de tão peludo. Viver continuar permanecer estado contínuo Aquele moço vive triste. As promoções continuam boas. O calouro permanecia irritado. ficar virar mudança de estado Eu ficaria feliz se passasse no concurso. O menino virou campeão de natação. Salienta-se também que em determinadas construções pode ser que o verbo de ligação fique subentendido. Veja um exemplo: 4 Ao final da partida, o jogador concedeu uma entrevista. Ele estava animado. verbo de ligação predicativo Ao final da partida, o jogador concedeu uma entrevista animado. 1.2 Verbos nocionais Diferentemente dos verbos de ligação, os verbos nocionais (também chamados de significativos) expressam, por si mesmos, uma informação, uma vez que apresentam conteúdo semântico próprio. Tais verbos podem expressar uma ação, fenômeno da natureza ou outros processos. Exemplos: Acordei! (ação) Choveu ontem. (fenômeno da natureza) Pensei bastante no assunto. (processo) TEMA 2 – TRANSITIVIDADE VERBAL Em uma oração, o verbo significativo pode ter sentido completo ou incompleto; em função dessa característica, é classificado como intransitivo ou transitivo. No caso dos transitivos, o complemento verbal pode ser apresentado com ou sem preposição obrigatória. 2.1 Verbos intransitivos São classificados verbos intransitivos aqueles que numa determinada oração, por natureza, expressam por si só sentido completo, não necessitando de outro termo que lhe complete o sentido. De acordo com Cegalla (2000), são os verbos de transitividade completa, que não precisam de complemento para formar o predicado. Para o mesmo autor (2000, p. 277), as frases “As crianças correm.” ou “Os balões caem.” são exemplos de verbos intransitivos. Segundo Kury (1985, p. 29), são habitualmente intransitivos os verbos que indicam fenômenos naturais ou acidentais (como chover, morrer, acontecer, ocorrer, acordar, surgir etc.); certos verbos de ação que exprimem fatos causados por um ser capaz de executá-los, um agente: ler, brincar, trabalhar, correr, voar etc.; verbos de movimento ou situação: chegar, partir, ir, seguir, vir, morar, estar, ficar etc. Seria próprio do verbo intransitivo fazer ‘simultaneamente’ as vezes de verbo de ligação, sem, contudo, perder seu valor nocional. Predicativo e estava verbo de ligação oculto 5 Mesquita (1996, p.393) assevera que o verbo intransitivo transmite toda a informação a respeito de quem pratica a ação verbal. Para ele, “junto ao verbo, muitas vezes, surgem palavras ou expressões que ampliam a informação que ele contém, mas que não são essenciais, para que se complete a ideia que o processo verbal indica”. Observe as duas frases a seguir. 1. sujeito predicado verbal O aluno / escreve. verbo intransitivo 2. sujeito predicado verbal A professora / ensina com amor. verbo intransitivo circunstância (adjunto adverbial) Na frase 1, o predicado compõe-se somente por um verbo. Na frase 2, o verbo é acompanhado de uma locução adverbial (na sintaxe, adjunto adverbial). Isso pode acontecer, quando o enunciador pretende acrescentar uma circunstância ao fato verbal, de lugar, de intensidade, tempo, causa entre outros. Cumpre, no entanto, mencionar que alguns verbos intransitivos requerem complemento de lugar, indispensável à predicação. Os verbos ire voltar, entre outros, são exemplos dessa exceção. Na frase Fui à praia, por exemplo, se não houvesse a presença do adjunto adverbial de lugar, a ideia ficaria incompleta. 2.2 Verbos transitivos Nesses verbos, o processo verbal parte de um agente e transita, vai até o objeto, que representa o paciente do fato verbal e pode também representar o destinatário, o benefício ou o produto/resultado desse fato verbal. Portanto, o objeto é o ponto de chegada de um processo verbal transitivo. Para Macambira (199, p. 143), ser transitivo é sinônimo de significação incompleta: transita em procura de alguma coisa para completar-se; intransitivo é sinônimo de predicação completa: não transita, não sai do lugar, porque, para completar-se, não precisa de nada; basta-se a si mesmo, é completo por si próprio. Vamos conhecer a classificação dos verbos, considerando seus objetos. 6 2.2.1 Verbo transitivo direto Não tem significação completa, precisa de complemento para inteirar a informação; é preciso acrescentar outro termo que recebe a ação, sem preposição. sujeito predicado verbal O aluno / achou a caneta perdida. verbo transitivo direto objeto direto 2.2.2 Verbo transitivo indireto O verbo transitivo indireto pede um complemento regido por preposição. sujeito predicado verbal Alguém / telefonou para mim?. verbo transitivo objeto indireto indireto preposição 2.2.3 Verbo transitivo indireto e indireto Tem a significação construída com dois objetos: um direto, outro indireto. sujeito predicado verbal A moça do caixa / devolveu o troco ao cliente. verbo transitivo objeto direto objeto indireto direto e indireto TEMA 3 – TIPOS DE PREDICADO De acordo com o tipo de informação sobre o sujeito, o predicado pode ser verbal, quando informa ação, processo; nominal, quando informa estado; ou verbo-nominal, quando, no mesmo enunciado, informa processo e estado. 3.1 Predicado verbal Informa um processo e apresentará um verbo significativo, transitivo ou intransitivo.1 1Verbos transitivos necessitam de complemento para ter significação completa. Os intransitivos não necessitam de objeto e, geralmente, apresentam sentido completo; em algumas situações, podem exigir um adjunto adverbial. 7 sujeito predicado verbal Os rios/ deságuam no oceano. verbo intransitivo sujeito predicado verbal As flores / exalam um doce perfume. verbo transitivo termo que complementa o sentido do verbo 3.1.1 Estrutura do predicado verbal Seu núcleo é formado por um verbo, pois ele é significativo, exercendo função de núcleo; tal verbo pode transitivo ou intransitivo. Para Almeida (2005), o predicado verbal é constituído ou só do verbo, por não exigir complemento (verbo intransitivo), ou do verbo que não seja de ligação e do seu complemento. predicado verbal Choveu por três dias. Núcleo (verbo intransitivo) sujeito predicado verbal As chuvas / destruíram os parques da cidade. núcleo (verbo transitivo) 3.2 Predicado nominal Por informar estado ou característica, o predicado nominal contém um verbo não significativo, de ligação. Rocha Lima (2000) considera predicado nominal como aquele que apresenta declaração sobre o sujeito e que apresenta um nome como núcleo. Para Almeida (2005, p. 418), “o predicado nominal é constituído de um verbo de ligação e do seu complemento, chamado predicativo”. É importante ressaltar que o complemento não se trata de um objeto; por apresentar uma característica, trata-se de um predicativo. 3.2.1 Predicativo do sujeito É importante pontuar que o verbo de ligação não tem definição precisa, é de sentido vago e não exprime ação ou fenômeno. A declaração que se faz sobre o sujeito não está contida no verbo e, sim, no predicativo, o qual exprime uma qualidade ou condição que se atribui ao sujeito, ou o estado em que se encontra. 8 Em outras palavras, predicativo é a característica atribuída ao sujeito, ligada a ele por um verbo de ligação; por isso, é um termo do predicado. O verbo de ligação tem papel de ligar o sujeito ao predicativo. Além disso, indica o tipo de relação que há entre sujeito e predicativo, modo, tempo, número e pessoa. sujeito predicado Lúcia / estava contente. predicativo núcleo do predicado O núcleo do predicado nominal é o predicativo do sujeito, a palavra principal do predicado. Portanto, um nome, e não o verbo de ligação, pois ele não é significativo. Mesmo que se defina o predicativo como característica, ele não deve ser constituído só de adjetivo, bem como não só de uma única palavra. A função sintática determina se a palavra, ou expressão, ou mesmo oração, ou ainda um nome seguido de subordinada adjetiva, constitui predicativo. Assim, esse termo é representado por nome, substantivo ou palavra substantivada, adjetivo, ou locução adjetiva, numeral e pronome. Exemplos: Luana parece boa aluna. Amar é viver. As pessoas estavam contentes. A comida está sem sabor. Em casa, somos quatro. Minha intenção não foi essa. Isto é o que eu quero. 3.3 Estrutura do predicado nominal É formado de verbo de ligação e predicativo do sujeito, sendo esse o núcleo. sujeito predicado predicativo Todos os convidados / estavam contentes. verbo núcleo do predicado. de ligação 3.4 Predicado verbo-nominal Por informar processo e estado, contém um verbo significativo e um de ligação subentendido, ou seja, contém outros dois predicados, verbal e nominal. Assim, apresenta dois núcleos, um de cada tipo de predicado que o formou. 9 sujeito predicado verbal José / voltou tarde para casa. verbo intransitivo núcleo do predicado sujeito predicado nominal José / estava cansado. verbo de predicativo do sujeito ligação núcleo do predicado sujeito predicado verbo-nominal José / voltou tarde para casa, cansado. verbo intransitivo predicativo do sujeito núcleo do predicado núcleo do predicado Nos enunciados, dois predicados foram transformados em apenas um, sendo que no predicado verbo-nominal o verbo de ligação fica subentendido. José voltou tarde para casa (e estava) cansado. 3.4.1 Predicativo do objeto Ao sujeitoe ao objeto pode ser atribuído um predicativo. Constitui-se de adjetivo ou substantivo que acrescenta ao objeto ideia que não lhe é essencial. Pode aparecer, portanto, em orações de verbo transitivo acompanhado de objeto. sujeito predicado verbo-nominal José / considera o amigo confiável. verbo transitivo direto predicativo do objeto núcleo do predicado núcleo do predicado 3.4.2 Estrutura do predicado verbo-nominal O predicado verbo-nominal possui dois núcleos: verbo nocional e predicativo (do sujeito ou do objeto). Sua estrutura é formada de verbo de ligação (subentendido) e predicativo do sujeito. Ele pode ser constituído por: a) Verbo intransitivo e predicativo do sujeito sujeito predicado verbo-nominal Os funcionários / chegaram cansados. verbo intransitivo predicativo do sujeito núcleo do predicado núcleo do predicado b) Verbo transitivo e predicativo do sujeito 10 sujeito predicado verbo-nominal O candidato / fez a prova confiante. verbo transitivo direto predicativo do sujeito núcleo do predicado núcleo do predicado c) Verbo transitivo e predicativo do objeto. sujeito predicado verbo-nominal O candidato / achou a prova fácil. verbo transitivo direto predicativo do sujeito núcleo do predicado núcleo do predicado objeto direto TEMA 4 – COMPLEMENTOS VERBAIS Complemento verbal, ou simplesmente objeto, é o complemento exigido pelo verbo transitivo, necessário para que o verbo tenha sentido completo. O objeto é o termo (palavra ou expressão) que, funcionando como paciente, alvo, receptor, destinatário ou resultado do fato verbal, completa o sentido de um verbo transitivo; é o complemento responsável por inteirar a informação. Como há duas espécies de verbos transitivos, há também duas espécies de objetos: direto e indireto. 4.1 Objeto direto Completa o sentido do verbo transitivo direto, ligando-se a ele sem a presença de preposição. sujeito predicado verbal O aluno / achou a caneta perdida. verbo transitivo direto objeto direto 4.2 Objeto indireto Objeto indireto é termo que completa o sentido do verbo transitivo indireto, ligando-se a ele com presença obrigatória da preposição, exigida pelo verbo. sujeito predicado verbal Alguém / telefonou para mim?. verbo transitivo objeto indireto indireto preposição 11 TEMA 5 – A TRANSITIVIDADE VERBAL E O CONTEXTO É válido e necessário ressaltar que a classificação de um verbo como verbo de ligação não é fixa, depende do contexto e, consequentemente, das relações sintáticas estabelecidas com outros elementos da oração. Igualmente, há situações em que um verbo transitivo pode ser transitivo direto ou indireto (ou ainda direto e indireto) e, com isso, indicar diferença de sentido. 5.1 Mudanças de classificação do verbo Consoante Cegalla (2000, p. 311), muitos dos verbos de ligação passam à categoria de verbos intransitivos quando são acompanhados de adjunto adverbial. Exemplo: “Era (= existia) uma vez uma princesa. / Eu não estava em casa. / Fiquei à sombra. / Anda com dificuldades. Parece que vai chover..” (Cegalla, 2000, p. 311) Cunha e Cintra (2008) destacam que a análise da transitividade verbal é feita de acordo com o contexto e não de maneira isolada. Para os autores, é necessário considerar que a transitividade é feita com base na sentença. Nos exemplos retirados de Cunha e Cintra (2008, p.152), é possível comprovar suas afirmações. Na obra, são apresentados os seguintes enunciados. a) Perdoai sempre. b) Perdoai as ofensas. c) Perdoai aos inimigos. d) Perdoai as ofensas aos inimigos. Na primeira oração, a classificação do verbo é intransitiva. Isso porque a ação não vai além do verbo, que já contém sentido completo. Nessa frase, embora haja complemento circunstancial, ele não é exigido pelo verbo. Em b, há um verbo transitivo direto, pois o verbo está ligado diretamente ao complemento, sem preposição. Na oração c, o verbo é classificado como transitivo indireto, pois se liga a seu complemento por meio de uma preposição, nesse caso, exigida pelo verbo, dado o contexto. Em d, o verbo é transitivo direto e indireto, pois há dois objetos, sendo um não preposicionado (objeto direto) e outro preposicionado (objeto indireto). A essas modificações de transitividade é dado o nome de regência verbal, que estudaremos mais a diante. 12 NA PRÁTICA Novamente, é interessante analisar textos escritos e falados para aplicar os conceitos aprendidos nesta aula. Observe como a completude verbal é efetivada na fala. Você perceberá que, muitas vezes, há utilização de preposição em verbos transitivos diretos e outras, sem ela, no uso do verbo transitivo indireto. Isso é possível, pois as regras da fala são diferentes das da escrita. No entanto, ao utilizar regras que destoam das normas gramaticais, é preciso atenção para que elas não sejam aplicadas na escrita, o que é muito comum, já que estruturas incorretas podem estar familiarizadas aos nossos ouvidos. Para resolver isso, além de conhecer as regras da língua, é necessário ler bons textos, livros de literatura e textos da mídia impressa ou virtual, desde que de fontes confiáveis. Dessa forma, a apreensão da estrutura formal da língua ocorrerá de maneira natural e, consequentemente, o uso dela também. Faça boas análises e tenha bons estudos! FINALIZANDO Depois de conhecer as características e classificações do predicado, finalizamos nossos estudos sobre os dois termos essenciais da oração. Note que quando trabalhamos com essas estruturas linguísticas, estamos teorizando aquilo que usamos no dia a dia. Afinal, há momentos em que precisamos nos comunicar, nos valendo de verbos nocionais e, outros, de verbos de ligação. Na verdade, tudo depende do que queremos expressar no enunciado! 13 REFERÊNCIAS ALMEIDA, N. M. de. Gramática Metódica da Língua Portuguesa. 45. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2000. CÂMARA JR., J. M. História e estrutura da língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1975. CEGALLA, D. P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa.São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008. KURY, A. G. Português básico e essencial. 2. ed. São Paulo: Lexikon, 2017. MACAMBIRA, J. R. A estrutura morfossintática do português: aplicação do estruturalismo linguístico. 9. ed. São Paulo: Pioneira, 1999. LIMA, R. Gramática normativa da língua portuguesa. 41. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.