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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: BACHARELADO EM ENFERMAGEM DICIPLINA:PPCSCA NOME DO ALUNO: SADRAQUE GERALDO BERNALDO R.A: 2290955 POLO: TABATINGA – CENTRO – AM DATA: 30/08/24 TABATINGA-AM 2024 INTRODUÇAO Apresenta o contexto no qual serão discutidas a propedêutica e processo de cuidar na saúde da criança e do adolescente, experiências realizadas em sala de aula. A abordagem descrever os aspectos gerais do universo da pediatria, a atenção a saúde da criança requer um conhecimento abrangente e especializado em uma variedade de áreas. Desde o momento do nascimento, os profissionais de suade devem estar preparados para lidar com uma série de procedimentos e cuidados específicos que garantem o desenvolvimento saudável e o bem-estar das crianças. Neste contexto, abordaremos diversos tópicos essenciais relacionados a assistência medica pediátrica, que vão desde os reflexos neurológicos do recém-nascido até procedimentos como administração de medicamento, suporte básico de vida e manejo de situações de emergência, como a obstrução das vias aéreas por corpo estranho. A compreensão dos reflexos neurológicos recém-nascido e crucial para avaliar o desenvolvimento neuromotor inicial. Além disso, discutiremos a importância do banho do recém-nascido, as medidas antropométricas para acompanhar o crescimento, os sinais vitais (SSVV) e o exame físico da criança como ferramentas fundamentais para monitorar a saúde infantil. A administração de medicamento em pediatria e uma pratica delicada que requer doses precisas e considerações especiais de segurança. Abordaremos também as observações essenciais para todas as vias de administração de medicamentos, incluindo oral, intravenosa e intramuscular. Procedimentos como punção venosa periférica, com ou sem o uso de scalp (cateter agulhado), são frequentemente necessários para coletar exames ou administrar tratamentos. Explicaremos os principais tipos de cateteres intravenosos e os materiais envolvidos no processo, bem como orientações sobre como inserir sondas nasoentericas e nasogastricas em pediatria. Além disso exploramos a bolsa de coleta de urina na pediatria e a sondagem vesical, incluindo a sondagem vesical de demora feminina, como procedimentos importantes em certos contextos clínicos. Para situações em que a oxigenação e fundamental, abordaremos a oxigenoterapia por cateter nasal e técnicas de aspiração de via aérea superior para manter as vias respiratórios desobstruídas. Finalmente, entenderemos os princípios do suporte básico de vida em pediatria, destacado a importância de estar preparado para situações de emergência, como a obstrução das vias aéreas por corpo estranho, e como agir de maneira rápida e eficaz. Essa variedade de tópicos demostra a complexidade e a importância dos cuidados pediátricos, refletindo a dedicação dos profissionais de saúde em garantir a saúde e o bem-estar das crianças desde os primeiros momentos de suas vidas até a idade infantil. RESULTADOS E DISCUSSAO: TITULO DO ROTEIRO: Reflexos Neurológicos do Recém-Nascido DIA: 30/08/24 AULA: 01 ROTEIRO: 01 Em sala de aula, o professor descreveu o que são os reflexos neurológicos do recém-nascido, aonde a natureza dos reflexos inconscientes em recém- nascidos, sugerindo que eles são resultado da imaturidade do sistema nervoso nessa fase inicial da vida. Isso e correto, pois os reflexos são respostas automáticas do sistema nervoso a estímulos específicos e podem ser mais pronunciados em bebes devido a imaturidade do sistema nervoso central. Entre os objetivos dos reflexos em recém-nascidos e garantir sua sobrevivência. Esses reflexos ajudam o bebe a realizar ações vitais, como mamar e respirar, mesmo antes de desenvolver plenamente suas habilidades motoras e cognitivas. E fundamental que os profissionais de saúde, como enfermeiros, estejam cientes de que a presença e a forca dos reflexos em recém-nascido são indicativos importantes de seu desenvolvimento e saúde neurológica, e que reflexos fracos, ausentes ou assimétricos podem ser de problemas e devem ser investigados. O professor explicou que, na criança, ressalta a importância dos reflexos também em criança mais velhas. O desaparecimento prematuro de reflexos que normalmente deveriam estar presentes pode indicar problemas, incluindo lesões cerebrais. E vital monitorar o desenvolvimento de reflexos ao longo do tempo para detectar potenciais problemas de saúde neurológica em crianças. Para iniciar os exames, o enfermeiro deve: a. Certifique-se de instruir os pais sobre a técnica e o propósito dos testes. b. Prepare um ambiente adequado, preferencialmente tranquilo, bem iluminado e com uma maca pediátrica. c. Lave bem as mãos antes de iniciar o procedimento. d. Organize os materiais necessários com antecedência. e. Inicie a realização dos testes conforme o protocolo estabelecido. f. Após a conclusão dos testes, compartilhe e discuta os resultados encontrados com familiares. O professor comentou os principais reflexos primitivos, que são: Reflexo apreensão ou preensão palmar O reflexo de preensão palmar, também conhecido como reflexo de apreensão palmar, e um reflexo que pode ser observado em bebes recém- nascidos. Este reflexo e desencadeado quando algo toca a palmar da mão do bebe. Quando isso acontece, o bebe instintivamente fecha os dedos em direção a palmar, agarrando o objetivo ou o dedo que está tocado a mão, conforme demonstrado na figura 1. Figura 1 – reflexo apreensão Segundo professor, este reflexo e considerado uma resposta automática e involuntária do sistema nervoso central do bebe. Ele geralmente está presente nos primeiros meses de vida e e um indicativo do desenvolvimento neuromotor saudável. A medida que o bebe cresce e seu sistema nervoso amadurece, esse reflexo tende a diminuir e, eventualmente, desaparecer por volta dos 4 a 6 meses de idade. O reflexo de preensão palmar tem um proposito biológico importante, pois ajuda o bebe a agarrar objetivos que podem ser necessários para a alimentação ou para a exploração do ambiente. E um dos muitos reflexos primitivos que os bebes tem ao nascer para facilitar a sobrevivência e o desenvolvimento nos primeiros estágios da vida. A observação dos reflexos, incluindo o reflexo de preensão palmar, pode ser uma ferramenta útil para avaliar o desenvolvimento neurológico saudável em bebes. Reflexo de procura Segundo Mibrath (2020, p. 49), sugerem reflexo de procura e um comportamento reflexo observado em bebes recém-nascidos. Quando a bochecha ou a boca do bebe e tocada, ele automaticamente vira a cabeça na direção do estimulo em busca do contato com a fonte do toque. Esse reflexo ajuda na busca e no início da amamentação, facilitando a conexão com a mãe e a obtenção de alimento. Esse comportamento e uma parte importante dos reflexos neonatais que promovem a sobrevivência e o vínculo entre o bebe e a mãe nos primeiros momentos de vida. Reflexo de sucção Cita Milbrath (2020, p. 72), o reflexo de sucção e um padrão de movimento em bebes que os leva a sugar objetos que seus lábios ou palato. Esse reflexo e essencial para a amamentação e a alimentação nos primeiros meses de vida, permitindo que o bebe se alimente de forma eficaz, ajudando no desenvolvimento e fornecimento de nutrientes necessários para o crescimento saudável. Reflexo de Babinski Descreve (DEMARTINI, 2021, p. 55), o reflexo de babinski e um reflexo neurológico que envolve a extensão do dedão do pé e a abertura dos outros dedos quando a sola do pé e estimulada com um objeto pontiagudo, visto na figura 2. Figura 2 – reflexo de babinski Estereflexo e normalmente observado em bebes e geralmente desaparece a medida que a criança cresce e o sistema nervoso amadurece. A persistência do reflexo de babinski em criança mais velhas ou adultos pode ser um sinal de anormalidade neurológica e requer avaliação medica. E um importante indicador de reflexos do sistema nervoso central. Reflexo de Moro ou Startle Descreve (DEMARTINI, 2021, p. 62), o reflexo de moro, também conhecido como reflexo de startle, e um dos reflexos primitivos observados em recém-nascidos. Este reflexo ocorre quando o bebe e subitamente estimulado por um som alto, um movimento brusco ou uma sensação de queda. O bebe responde estendendo os braços e pernas e depois trazendo- os de volta para perto do corpo em uma posição semelhante à de um abraço, demonstrado na figura 3. Figura 3 – Reflexo de Moro Esse reflexo e considerado uma resposta de sobressalto e é uma parte normal do desenvolvimento neurológico inicial do bebe. Com o tempo, ele diminui e geralmente desaparece completamente em alguns meses. O reflexo de moro e importante para a sobrevivência inicial, pois ajuda o bebe a reagir a estímulos inesperados ou ameaçadores. A persistência desse reflexo após o período esperado pode ser um sinal de anormalidade neurológica e requer avaliação medica. Reflexo de marcha O reflexo de marcha e um dos reflexos primitivos observados em bebes recém-nascidos. Quando um bebe e segurado verticalmente com os pês tocando uma superfície plana, ele irá automaticamente levantar os pés em movimentos de “marcha”, como se estivesse andado. Esse reflexo e mais evidente nos primeiros meses de vida e tende a desaparecer à medida que o bebe cresce e seu sistema nervoso amadurece. O reflexo de marcha e um exemplo dos muitos reflexos que os bebes possuem para auxiliar no desenvolvimento motor e na exploração de seu ambiente. A medida que o bebe ganha controle voluntario sobre seus movimentos, esse reflexo desaparece, dando lugar aos movimentos de locomoção mais coordenados. A persistência anormal desse reflexo em crianças mais velhas pode indicar problemas neurológicos e deve ser avaliada por um profissional de saúde. Reflexo de galant Conforme (DEMARTINI, 2021, P. 78), o reflexo de galant, também conhecido como reflexo cutâneo lombar lateral, e um reflexo observado em bebes recém-nascidos e lactentes. Quando o bebe e colocado de bruços e a pele da região lombar e estimulada, geralmente tocada ou acariciada, o bebe respondera curvando o corpo na direção do estimulo, com uma flexão lateral da coluna na direção da estimulação, demonstrado na figura 4. Esse reflexo tem importância no desenvolvimento neuromotor inicial do bebe, auxiliado na exploração do ambiente e na preparação a locomoção. Geralmente, o reflexo de garant desaparece em poucos meses a medida que o bebe desenvolve maior controle sobre seus movimentos. Figura 4 – reflexo de galant A persistência anormal desse reflexo pode ser um sinal de anormalidades neurológicas e requer avaliação medica. Em resumo, o reflexo de galant e um dos muitos reflexos primitivos importantes para o desenvolvimento inicial do bebê. Reflexo de à asfixia O reflexo de fuga à asfixia é um reflexo de proteção importante observado em bebes e crianças. Esse reflexo é desencadeado quando ocorre uma situação de asfixia ou obstrução das vias aéreas. O bebê ou criança reage instintivamente com movimentos de tossir, engasgar, ou tentativas de remover o objeto ou alimento que está causando a obstrução. Esse reflexo e fundamental para a sobrevivência, pois ajuda a prevenir situações potencialmente perigosas, como a aspiração de alimentos ou objetos estranhos. Os cuidadores e pais devem estar atentos a sinais de asfixia e serem treinados para agir rapidamente em casos de obstrução das Vias aéreas para evitar possíveis complicações. Portanto, o reflexo de fuga á Asfixia é um mecanismo de defesa importante no sistema respiratório das crianças. RESULTADOS E DISCUSSAO: TITULO DO ROTEIRO: Banho do recém-nascido DIA: 30/08/24 AULA: 02 ROTEIRO:01 O professor comentou que, o banho do recém-nascido desempenha um papel fundamental em sua saúde e bem-estar. Ele, descreveu algumas das razoes pelas quais o banho e importante: 1. Higiene: o banho ajuda a manter a pele do bebê limpa, removendo impurezas, suor e resíduos que podem se acumular. Isso ajuda a prevenir irritações na pele e infecções. 2. Regulação da temperatura: o banho, quando realizado corretamente, pode ajudar a regular a temperatura corporal do bebê, garantindo que ele não fique muito quente ou frio. É importante controlar a temperatura da agua e manter o bebê aquecido após o banho. 3. Relaxamento: o banho pode ser uma experiência relaxante para o bebê, ajudando a acalma-lo e a promover um sono melhor. Isso também podem fortalecer o vínculo entre o bebê e os pais, proporcionando um momento de interação e carinho. 4. Estimulo sensorial: o contato com a agua, a sensação da agua morna na pele e o toque suave durante o banho ajudam a estimular os sentidos do bebê e a promover seu desenvolvimento sensorial. 5. Rotina: estabelecer uma rotina de banho pode ser benéfico para o bebê, ajudando-o a entender os horários e os rituais do dia, o que pode contribuir para um sono mais regular e previsível. 6. Exame físico: durante o banho, os pais podem verificar a pele, cabelo, olhos, umbigo e outras partes do corpo do bebê em busca de possíveis problemas de saúde, como erupções cutâneos, infecções ou anormalidades. 7. Introdução de agua: o banho inicial e muitas vezes a primeira experiência do bebê com a agua, o que pode ajudar a prepara-lo para atividades aquáticas futuras, como nadar. Segundo o professor, é importante notar que o banho do recém-nascido deve ser realizado com cuidado e atenção, seguindo as orientações do profissional de saúde ou da pediatria do bebê. A temperatura da agua, a escolha de produtos de limpeza suaves e a manipulação delicada são essenciais para garantir a segurança e o conforto do bebê durante o banho. RESULTADOS E DISCUSSAO: TITULO DO ROTEIRO: medidas antropométricas, SSVV e exame físico da criança DIA: 30/08/24 AULA: 03 ROTEIRO: 01 Em sala de aula o professor comentou que, as medidas antropométricas, SSVV (sinais vitais) e o exame físico são componentes fundamentais da avaliação da saúde e do desenvolvimento de uma criança. Eles desempenham um papel crucial na detecção de problemas de saúde, no acompanhamento do crescimento e no monitoramento do estado geral da criança. Aqui estão algumas das principais razoes pelas quais essas medidas são importantes: 1. Avaliação do crescimento e desenvolvimento: as medidas antropométricas, como altura, peso, circunferência da cabeça e idade gestacional, permitem que os profissionais de saúde acompanhem o crescimento físico da criança ao longo do tempo. Isso e crucial para identificar atrasos no desenvolvimento e possíveis problemas de saúde, como desnutrição ou obesidade infantil. 2. Detecção de problemas de saúde: o exame físico, que inclui a avaliação da pele, olhos, ouvidos, nariz, garganta, coração, pulmões, abdômen e genitais, pode ajudar a identificar sinais de doença ou condições medicas. Isso permite um diagnóstico precoce e a intervenção necessária. 3. Monitoramento da saúde cardiovascular: os SSVV, que incluem a medição da pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratório e temperatura, são indicadores vitais da saúde cardiovascular de uma criança. Eles são fundamentais para identificar problemas como hipertensão ou febre.4. Acompanhamento da saúde em longo prazo: o registro regular dessas medidas ao longo tempo fornece um histórico valioso da saúde da criança. Isso ajudar os profissionais de saúde a detectar tendências preocupantes e tomar medidas preventivas ou corretivas apropriadas. 5. Aconselhamento e orientação aos pais: as medidas antropométricas e os resultados do exame físico podem ser usados para educar os pais sobre a saúde de seus filhos. Os profissionais de saúde podem oferecer orientações sobre dieta, exercícios, higiene e outros aspectos importantes do cuidado infantil. 6. Triagem de condições genéticas e metabólicas: algumas medidas antropométricas, como a circunferência da cabeça, podem ajudar na detecção precoce de condições genéticas ou metabólicas, como a microcefalia. 7. Avaliação do nutricional: as medidas antropométricas, como o índice de massa corporal (IMC), são usadas para avaliar o estado nutricional da criança. Isso e importante para identificar a desnutrição ou risco de obesidade. 8. Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor: durante o exame físico, os profissionais de saúde podem observar o comportamento e a interação da criança com o ambiente, o que pode ajudar na avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor. (LEONE, TRONCHIM, TOMA, 2021, P. 86) Em resumo, as medidas antropométricas, os SSVV e o exame físico da criança desempenham um papel vital na promoção da saúde, na detecção precoce de problemas médicos e no acompanhamento do desenvolvimento infantil. Eles são ferramentas essenciais para garantir que as crianças cresçam de maneira saudável e recebam a atenção medica necessária quando necessário. RESULTADOS E DISCUSSAO: TITULO DO ROTEIRO: Medicação em pediatria DIA: 30/08/24 AULA: 04 ROTEIRO: 01 Segundo professor, a mediação desempenha um papel crucial na pediatria, abrangendo desde o tratamento de doença até a promoção do crescimento e desenvolvimento saudáveis, passando pelo alivio de sintomas, a prevenção de complicações e o suporte a procedimentos médicos. A gestão de condições crônicas e transtornos psiquiátricos em criança também e frequentemente dependente de medicamentos. No entanto, o uso de medicamentos em crianças exige uma abordagem especializada, considerando as diferenças em suas respostas e necessidades. Os profissionais de saúde pediátrica desempenham um papel fundamental na garantia do uso adequado e seguro de medicamento, trabalhando em estreita colaboração com os pais ou responsáveis para otimizar o cuidado de saúde infantil. Para o procedimento, o enfermeiro antes de dar qualquer medicamento a um bebê ele deve: Passo 1: lave as mãos Antes de lidar com o bebê ou qualquer mediação, lave bem mãos com agua e sabão. Isso ajuda a prevenir a propagação de germes. Passo 2: preparação do medicamento Certifique-se de ter a dose correta do medicamento prescrito pelo médico. Verifique a data de validade do medicamento e o rotulo para garantir que seja o medicamento certo. Se necessário, dilua o medicamento de acordo com as instruções medicas. Passo 3: posicionamento do bebê Coloque o bebê em um local seguro e confortável, como uma trocador ou berço com uma superfície firme. Mantenha o bebê deitado de costas. Passo 4: administração do medicamento Use uma seringa oral ou conta-gotas de dose adequada para administrar o medicamento. Coloque o medicamento na bochecha interna do bebê, evitando a garganta para evitar engasgos. Administre o medicamento lentamente para garantir que o bebê possa engolir confortavelmente. Passo 5: observação e conforto Após a administração do medicamento, segure o bebê gentilmente e acalme-o, se necessário. Mantenha o bebê na posição vertical por alguns minutos para ajudar na digestão. Observe o bebê para garantir que não haja reações adversas ao medicamento. Passo 6: descarte Descarte a seringa ou conta-gotas de dose usada de acordo com as diretrizes de segurança. E vital seguir rigorosamente as instruções do médico para a administração de qualquer medicamento a um recém-nascido. Além disso, nunca altere a dosagem ou interrompa um tratamento sem consultar o médico. Se tiver dúvidas ou preocupações sobre a mediação do seu recém-nascido, sempre consulte um profissional de saúde. OBSERVACOES PARA TODAS AS VIAS DE ADMINISTRACAO DE MEDICACOES EM PEDIATRIA Administração de medicamento via intravenosa (IV) pediatria Os principais cuidados na administração de tratamento intravenosos (IV): 1. Higiene as mãos: lave as mãos e use luvas estéreis quando necessário. 2. Escolha do local de inserção: selecione cuidadosamente a veia de inserção. 3. Assepsia: mantenha uma técnica asséptica rigorosa para prevenir infecções. 4. Equipamento estéril: utilize equipamentos estéreis, incluindo seringas e cateteres. 5. Compatibilidade: verifique a compatibilidade da medicação ou fluido. 6. Calculo de dosagem: calcule a dosagem com precisão. 7. Monitoramento: monitore o local de inserção e o paciente. 8. Rotação de locais: evite o uso prolongado do mesmo local. 9. Fixação adequado: fixe o cateter de forma segura. 10. Avaliação do paciente: esteja atento a reações adversas. 11. Troca regular: siga as diretrizes para trocar os acessos IV. 12. Registro preciso: mantenha registros detalhados. 13. Treinamento e competência: professionais devem ser treinados e competentes. 14. Comunicação: mantenha uma comunicação clara com a equipe e o paciente. 15. Preparação para emergências: esteja preparado para complicações. A administração intravenosa e uma pratica que requer cuidado meticuloso e conformidade com as melhores práticas para garantir a segurança do paciente. Administração de medicamento via oral (VO) pediátrico Os principais cuidados na administração de medicamento via oral: 1. Verifique a identidade do paciente. 2. Conheço o medicamento, sua dosagem e efeitos colaterais. 3. Lave as mãos antes de manusear o medicamento. 4. Prepare o medicamento corretamente. 5. Posicione o paciente adequadamente. 6. Administre com agua suficiente. 7. Assegure que o paciente engula o medicamento. 8. Registre a administração no prontuário. 9. Monitore reações adversas. 10. Forneça instruções claras ao paciente. 11. Tenha cuidado especial com pacientes específicos. 12. Descarte resíduos de acordo com as normas locais. A administração oral de medicamentos e segura quando esses cuidados são seguidos, sob orientação medica ou de enfermagem, levando em conta as necessidades individuais do paciente e do medicamento. Administração de medicamento via otológica pediátrico Os principais cuidados otológicos: 1. Evite inserir objetos no canal auditivo, como cotonetes, para evitar lesões e empurrar a cera mais profundamente. 2. Use protetores auriculares em ambientes ruidosos e proteja os ouvidos do vento frio. 3. Seque os ouvidos após exposição a agua para prevenir infecções. 4. Não exponha os ouvidos a vapor ou umidade excessiva por longos períodos. 5. Trate infecções nos ouvidos com orientação medica, não tente trata- las por conta própria. 6. Faca exames auditivos regulares para detectar problemas precocemente, especialmente com histórico de perda auditiva na família. 7. Controle alergias e resfriados, pois eles podem afetar os ouvidos. 8. Evite exposição a produtos químicos agressivos. 9. Use fones de ouvido com moderação e em volumes seguros. 10. Consulte um especialista se notar qualquer alteração na audição, dor no ouvido, zumbido ou outros sistemas preocupantes. Cuidar da saúde auditiva e essencial para evitar problemas auditivos e garantir uma boa qualidade de vida. Consultar um profissional de saúde auricular e fundamental em casos de sistemas ou preocupações. Administraçãode medicamento via inalatória (IN) pediátrico Os principais cuidados na administração de medicamentos via inalaria: 1. Verifique a identidade do paciente. 2. Lave as mãos para evitar a contaminação. 3. Verifique a validade e a integridade do dispositivo e medicamento. 4. Instrua o paciente sobre a técnica adequada de uso. 5. Encoraje a respiração profunda para uma inalação eficaz. 6. Use espaçadores, se necessário. 7. Limpe o dispositivo de acordo com as instruções do fabricante. 8. Não compartilhe dispositivos inalatórios. 9. Monitore o paciente durante a administração. 10. Esteja atento a reações adversas e oriente o paciente a relata-las 11. Registre a administração no portuário. 12. Mantenha consultas regulares para revisar o tratamento. 13. Oriente sobre o armazenamento adequado do medicamento e do dispositivo. 14. Forneça um plano de ação em casos de doenças respiratórios crônicas. Esses cuidados são essenciais para garantir que o medicamento seja administrado de maneira eficaz e segura, especialmente em condições respiratórias crônicas. Preparo e administração de medicamento por via enteral (VE) pediátrico Os principais cuidados para o preparo e administração de medicamento por via enteral em recém-nascidos: 1. Lave as mãos para garantir a higiene. 2. Verifique a identificação do paciente. 3. Confirme a prescrição medica, incluindo dosagem e via de administração. 4. Calcule a dosagem com base no peso e idade gestacional do recém- nascido. 5. Escolha a formula enteral apropriada. 6. Prepare o medicamento de acordo com as instruções. 7. Introduza a sonda enteral com cuidado. 8. Administre o medicamento lentamente. 9. Verifique a posição da sonda e a ausência de obstruções. 10. Mantenha o recém-nascido em posição semi-inclinada. 11. Aspire o conteúdo gástrico após a administração. 12. Registre a administração no prontuário do paciente. 13. Monitore o recém-nascido para reações adversas. 14. Eduque os pais ou responsáveis se o recém-nascido estivar em casa. 15. Comunique qualquer problema a equipe de saúde. Esses cuidados são essenciais para garantir a segurança e eficácia da administração de medicamentos enterais em recém-nascidos. Profissionais de saúde treinados devem realizar esse procedimento, e a comunicação continua com a equipe medica é fundamental para um cuidado adequado. RESULTADOS E DISCUSSAO: TITULO DO ROTEIRO: Punção venosa periférica em pediatria DIA: 28/09/24 AULA: 05 ROTEIRO: 01 Segundo o professor, os principais passos no procedimento detalhado de punção venosa periférica, frequentemente usado em pacientes pediátricos. Aqui está um resumo do procedimento: Preparação: 1. Higienizar as mãos 2. Separar o material necessário. 3. Desinfetar a bandeja ou cuba rim com álcool 70%. 4. Preparar o material e a seringa com soro fisiológico. 5. Conversar e orientar o paciente, seus pais e verificar o comportamento da criança. 6. Usar um brinquedo terapêutico para distrair a criança. Procedimento: 7. Auxiliar a criança a manusear o material no brinquedo. 8. Contar uma história relacionada ao procedimento. 9. Observar a reação da criança e responder as suas dúvidas. 10. Comunicar o final da brincadeira e preparar a criança para procedimento. 11. Higienizar as mãos com álcool 70%. 12. Calca as luvas de procedimento. 13. Iniciar a punção venosa periférica. 14. Posicionar o paciente confortavelmente e proteger a área de punção. 15. Inspeção e palpação de rede venosa, usando um garrote se necessário. Inserção do cateter: 16. Abrir a embalagem do cateter de forma estéril. 17. Garrotear o local da punção. 18. Fazer a antissepsia do local. 19. Realizar a punção com o cateter. 20. Estabilizar o cateter quando o refluxo sanguíneo for visualizado. 21. Aplicar uma leve pressão acima do local de inserção. 22. Retirar o guia do dispositivo sobre a agulha e ativar o dispositivo de segurança, se necessário. 23. Acoplar o equipo multivias, preenchido com solução fisiológica, ao cateter. 24. Testar o fluxo do acesso venoso. Finalização: 25. Salinizar o acesso e fechar o multivias. 26. Fixar o cateter adequadamente. 27. Identificar a punção com informações relevantes. 28. Recolher o material e descartar adequadamente. 29. Retirar as luvas. 30. Higienizar as mãos novamente. 31. Realizar anotações do procedimento. Observações: É importante usar técnicas de distração e comunicação adequadas para crianças. A punção deve ser feita de forma cuidadosa e estéril. Monitorar o local de inserção e a integridade do dispositivo após o procedimento. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌLTULO DO ROTEIRO: inserção de sonda nasoentèrica em pediatria DIA: 28/09/24 AULA: 06 ROTEIRO: 01 Conforme o professor comentou, a padronização no procedimento de passagem de sonda nasoenteral em crianças e adolescentes. Materiais necessários: Sonda nasoenteral de calibre apropriado (nº 6, 8, 10 ou 12) Equipamentos de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção, luvas de procedimento, gorro) Lubrificante hidrossolúvel (lidocaína gel 2%) Toalha ou lenço de papel Cuba rim ou bandeja Esparadrapo hipoalérgico Seringa de 5 ml para criança e 10 ml para adolescentes Estetoscópio Compressa gaze Procedimento: 1. Verificar a prescrição medica. 2. Realizar a higienização das mãos. 3. Organizar os materiais e selecionar o calibre da sonda de acordo com a idade do paciente. 4. Confirmar a identidade do paciente e o procedimento com a idade do paciente. 5. Explicar o procedimento ao paciente e acompanhamento. 6. Colocar EPIs, incluindo luvas. 7. Posicionar o paciente sentado ou em Fowler, inclinando a cabeça para frente. 8. Proteger o tórax do paciente com toalhas de papel. 9. Medir a sonda de acordo com idade. 10. Marcar a sonda com esparadrapo. 11. Verificar a qualidade da sonda quanto a rupturas ou obstruções, usando o fio guia. 12. Aplicar gel lubrificante hidrossolúvel (lidocaína gel 2%) na extremidade da sonda. 13. Introduzir a sonda lentamente pela narina do paciente com movimentos unidirecionais até a marcação. 14. Incentivar o paciente a ajudar, se possível, realizando movimentos de deglutição. 15. Confirmar o posicionamento no estomago: encher a seringa com ar e auscultar a região epigástrica com o estetoscópio. 16. Fixar a sonda no nariz do paciente com esparadrapo, datar e anotar o calibre da sonda. 17. Realizar os EPIs. 18. Realizar a higienização das mãos. 19. Encaminhar o paciente para um raio-x para confirmar a localização da sonda. 20. Após a confirmação radiográfica, retirar o fio guia e iniciar a nutrição/medicação. 21. Registrar no prontuário eletrônico o procedimento, calibre e localização da sonda, bem como quaisquer sinais de resíduos ou intercorrências. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasogastrica em pediatria DIA: 28/09/24 AULA: 07 ROTEIRO: 01 O professor comento que, a inserção de uma sonda nasogastrica em pediatria e um procedimento médico realizado para introduzir uma sonda através do nariz e até o estomago de uma criança. Isso e feito por razoes diagnosticas ou terapêuticas, como administra alimentação enteral ou medicamentos, retirar conteúdo gástrico ou realizar procedimentos cirúrgicos mínimos. Aqui estão algumas informações importantes sobre o procedimento: Passos do procedimento: 1. Preparação: o médico ou profissional de saúde ira explicar o procedimento aos pais ou responsáveis e obter consentimento. 2. Posicionamento: a criança e colocado em uma posição adequado, muitas vezes com a cabeça ligeiramente inclinada para trás. 3. Medição: a sonda nasogastrica e medida apartir do nariz da criança até o ponto onde deseja-se que ela chegue no estomago. 4. Lubrificação: a extremidade da sonda e lubrificada para facilitar a inserção. 5. Inserção: a sonda suavemente introduzida pelo nariz da criança e avançada pela garganta até chegar ao estomago. 6. Verificação: após a inserção, e verificado se a sonda está no local correto, muitas vezes através da aspiração de fluido gástrico e confirmação do pH ácido. 7. Fixação: a sonda e fixada no nariz da criança para evitar movimentos acidentais. 8. Uso: a sonda nasogastrica e usada de acordo com a fidelidade do procedimento, como alimentação enteral, administração de medicamento ou outras necessidades medicas. É importante que a inserção da sonda seja realizada por um profissional de saúde treinado, como um médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem, para garantir a segurança da criança. Além disso, a escolha do tamanho apropriado da sonda e essencial para evitar desconforto e complicações. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: Bolsa de coleta de urina na pediatrixa DIA: 26/10/24 AULA: 08 ROTEIRO: 01 A bolsa de coleta de urina pediátrica (FIGURA 1) e indicado com menos de 2 anos de idade, tem por finalidade a utilização na coleta de amostras de urina de pacientes pediátricos para posterior diagnostico clinico. Os principais aspectos relacionados a coleta de urina utilizando na bolsa de coleta. 1. Indicações: a coleta de urina em criança e fundamental para diagnostico e monitoramento de diversas condições medicas. 2. Idade e capacidade: a bolsa de coleta e especialmente útil em bebê e crianças que ainda não controlam suas funções urinarias. FIGURA 1 – Reflexo de Galant 3. Tipos de bolsas: existem diferentes tipos de bolsas de coleta, incluindo as adesivas e as que se adaptam a fraldas descartáveis. 4. Preparação: e importante limpar cuidadosamente a área genital da criança antes da coleta, evitando produtos irritantes. 5. Fixação adequada: garanta que a bolsa esteja bem fixada para evitar vazamentos e contaminação da amostra. 6. Tempo de coleta: a coleta de urina geralmente e feita durante um período especifico, conforme a necessidade do teste. 7. Armazenamento: a urina coletada deve ser armazenada corretamente até ser entregue ao laboratório para análise. 8. Conforto da criança: mantenha a criança confortável durante o processo, usando distrações, como brinquedos. 9. Comunicação com os pais: forneça instruções claras aos pais ou responsáveis sobre a coleta e preparação necessária. 10. Analise laboratorial: a urina coletada será enviada para análise em laboratório. 11. Segurança e limpeza: mantenha padrões rigorosos de higiene para evitar contaminação. A coleta de urina em criança pode ser desafiadora e requer sensibilidade e paciência por parte dos profissionais de saúde. A cooperação da criança e a comunicação eficaz com os pais são essenciais para um processo bem- sucedido. RUSULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DE ROTEIRO: sondagem vesical na pediatria DIA: 26/10/24 AULA 09 ROTEIRO: 01 Segundo o professor, a indicações para a sondagem vesical em pediatria e realizada em várias situações, como quando uma criança não consegue urinar normalmente devido a obstruções, trauma, cirurgia ou monitoramento da função renal. 1. Técnica: a sondagem vesical envolve a introdução cuidado de um cateter estéril na urina de criança e, em seguida, avançando-o até a bexiga. Em um procedimento delicado que requer habilidade e treinamento médico. 2. Cateteres: existem diferentes tipos de cateteres disponíveis para uso pediátrico, incluindo cateteres de foley, cateteres retos e cateteres intermitentes. O tipo usado depende da situação clínica e das necessidades da criança. 3. Sedação: em alguns casos, pode ser necessário administrar sedação ou anestesia para garantir que a criança fique calma e confortável durante o procedimento. 4. Riscos e complicações: a sondagem vesical em pediatria pode estar associada a riscos, como infecções do trato urinário, trauma uretral ou desconforto. E importante que os profissionais de saúde sigam diretrizes estritas de assepsia e tomem precauções para minimizar esses riscos. 5. Monitoramento: após a sondagem vesical, a criança pode ser monitorada quanto a quantidade de urina produzida e a presença de sangue ou outros sinais de complicações. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: Oxigenoterapia por cateter nasal DIA: 26/10/24 AULA: 10 ROTEIRO: 01 Segundo o professor, a oxigenoterapia por cateter nasal e um tratamento médico que envolve a administração de oxigênio diretamente nas narinas do paciente. Esse procedimento e frequentemente utilizado para aumentar os níveis de oxigênio no sangue em pessoas com problemas respiratórios ou condições medicas que afetam a capacidade do corpo de obter oxigênio suficiente. A oxigenoterapia por cateter nasal e considerada uma forma menos invasiva de fornecer oxigênio em comparação com métodos como a ventilação mecânica. Ela e frequentemente usada em situações de curto prazo, como em paciente que estão se recuperando de cirurgia, pessoas com insuficiência respiratória aguda ou em casos de hipoxemia (baixa oxigenação do sangue). No entanto, também pode ser usada em tratamentos de longo prazo para pessoas com doença crônicas, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou fibrose cística. O oxigênio e fornecido através de um cateter nasal, que é um tubo fino e flexível que é inserido na narina do paciente. O médico ajustara a taxa de fluxo de oxigênio para atender as necessidades do paciente, monitorando os níveis de saturação de oxigênio no sangue. É importante observar que a oxigenoterapia por cateter nasal deve ser usada sob supervisão medica, pois a administração inadequada de oxigênio pode ter efeitos adversos. E fundamental que a prescrição e o acompanhamento sejam realizados por profissionais de saúde treinados. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: Aspiração de via aérea superior DIA: 09/11/24 AULA: 11 ROTEIRO:01 A aspiração de via aérea superior e um procedimento médico que envolve a remoção de objetos estranhos ou secreções das vias aéreas superiores, como a boca, a garganta e as vias nasais. Esse procedimento e frequentemente realizado em situações de emergência, quando um paciente está com dificuldade respiratória devido a obstrução das vias aéreas. A aspiração de via aérea superior pode ser realizada utilizando equipamentos como cânulas de aspiração, que permitem a sucção de materiais indesejados das vias aéreas. Esse procedimento e comumente executado por professionais de saúde, como enfermeiros, paramédicos e médicos, em ambientes como hospitais, clinicas de emergência ou unidades de terapia intensiva. A obstrução das vias aéreas superiores pode ser causada por diversos fatores, como alimentos ou objetos estranhos que são acidentalmente aspirados, inchaço da garganta devido a uma reação alérgica, secreções excessivas ou outras condições medicas. A aspiração e essencial para desobstruir as vias aéreas e restauras a capacidade de respirar do paciente. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: suporte de vida em pediatria para profissionais de saúde DIA: 09/11/24 AULA: 12 ROTEIRO: 01 Segundo o professor, o suporte de vida em pediatria, um tema crucial para profissionais de saúde que atendem criança e adolescentes. O objetivo e fornecer uma visão geral dos principais conceitos, procedimentos e diretrizes para garantir o atendimento eficaz em situações de emergência. A importância do suporte de vida em pediatria O atendimento a crianças e adolescentes em situações de emergência exige umconhecimento especifico e habilidades aprimoradas. As diferenças fisiológicas entre crianças e adultos, como o menor tamanho das vias aéreas, a maior frequência cardíaca e a menor capacidade de compensação, exigem adaptações no manejo e nos protocolos de suporte de vida. O suporte de vida em pediatria engloba uma serie de procedimento e técnicas que visam manter as funções vitais, como respiração e circulação, em situações de parada cardiorrespiratória ou outras emergências medicas. A abordagem sistemática e a rápida intervenção são fundamentais para aumentar as chances de sobrevivência e minimizar sequelas. Níveis de suporte de vida em pediatria O suporte de vida em pediatria e dividido em dois níveis principais: Suporte básico de vida (SBV): compreende as manobras iniciais e essenciais para manter a vida, como abertura das vias aéreas, respiração artificial e compressões torácicas. O SBV é deve ser realizado por qualquer profissional de saúde que se depare com uma criança em situação crítica. Suporte avançado de vida em pediatria (SAVP): envolve técnicas e procedimentos mais complexos, como intubação endotraqueal, administração de medicamento e monitorização avançada. O SAVP e realizado por profissionais com treinamento especifico e geralmente em ambiente hospitalar. RESULTADOS E DISCUSSAO: TÌTULO DO ROTEIRO: OVACE – Obstrução de vias aéreas por corpo estranho DIA: 09/11/24 AULA: 13 ROTEIRO: 01 Em sala de aula, o professor comentou que a obstrução das vias aéreas por um corpo estranho e situação de emergência critica em crianças, pois pode levar a falta de oxigênio e se tornar potencialmente fatal em questão de minutos. E fundamental agir rapidamente e com eficácia em casos de obstrução das vias aéreas em crianças. Aqui estão aas diretrizes básicas para lidar com uma obstrução das vias aéreas por corpo estranho em uma criança: 1. Avaliação da gravidade: Primeiro, avalie a gravidade da obstrução completa ocorre quando a criança não consegue tossir, falar ou respirar. Uma obstrução parcial pode permitir a passagem de ar, mas ainda representa um risco. 2. Chame ajuda medica: Se a obstrução for completa ou se a criança não conseguir tossir, chame imediatamente o serviço de emergência ou procure assistência medica. 3. Manobra de heimlich para crianças maiores (1 ano ou mais): Se a criança estiver consciente e consciente da situação, siga estas etapas: Posicione-se atrás da criança (FIGURA 1). FIGURA 1 – Manobra de heimlich Coloque um punho logo acima do umbigo, mais abaixo do esterno. Segure o punho com a outra mão e aplique pressão para dentro e para cima, em direção ao diafragma. Repita até que o objeto seja expelido ou a criança pare de responder. 4. Manobra de back blows e chest thrust para bebes e crianças pequenas (menos de 1 ano). Se a criança estiver inconsciente ou não estiver consciente da situação, siga estas etapas: Para bebês (menos de 1 ano), coloque a criança de bruços em seu antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo (FIGURA 2). FIGURA 2 – Manobra de back blows Dê 5 (cinco) pancadas firmes nas costas da criança, entre as omoplatas, com a parte inferior da sua mão. Verifique se o objeto foi expelido após cada série de cinco pancadas nas costas. Se as pancadas nas costas não funcionarem, vire a criança com o peito para cima e use dois dedos para dar cinco compressões rápidas no peito, longo abaixo da linha dos mamilos Verifique se o objeto foi expelido após cada série de cinco compressões no peito. Continue alternando entre pancadas nas costas e compressões no peito até que o objeto seja expelido ou a criança pare de responder. 5. Monitoramento e apoio: Continue monitorando a criança e fornecendo apoio até a ajuda medica chegue ou até que a situação seja resolvida. A segurança e o cuidado com a criança são prioridades máximas durante uma obstrução das vias aéreas por corpo estranho. Procurar assistência medica imediatamente e crucial, mesmo que o objeto seja expelido, para garantir que a criança não tenha sofrido lesões internas. É altamente recomendável que pais, cuidadores e profissionais de saúde que lidam com crianças recebam treinamento em primeiros socorros, incluindo manobras de desobstrução de vias aéreas em crianças (SILVEIRA, 2021, p. 39). CONCLUSAO Em conclusão, o contexto da propedêutica e do processo de cuidar na saúde da criança e do adolescente é multifacetado e fundamental para garantir um começo saudável na vida de nossos pequenos. Os profissionais de saúde que se dedicam a pediatria enfrentam desafios variados e complexos, desde o momento do nascimento até a adolescência, onde é crucial fornecer cuidados abrangentes e especializados. Neste contexto, discutimos uma ampla gama de tópicos essenciais relacionados a assistência medica pediátrica, abordando desde os reflexos neurológicos do recém-nascido até procedimentos como administração de medicamentos, suporte básico de vida e manejo de situações de emergência. A compreensão desses aspectos e fundamental para garantir que as crianças cresçam e se desenvolvam de maneira saudável, física e emocionalmente. Os profissionais de saúde que trabalham com crianças e adolescentes devem estar bem preparados, atualizados e dedicados, pois cada ação que tomam pode ter um impacto duradouro na vida das crianças e em sua qualidade de vida futura. A pediatria e uma disciplina que exige não apenas conhecimento técnico, mas também empatia, paciência e uma compreensão profunda das necessidades especificas das crianças e adolescentes. Em última análise, o objetivo dos cuidados pediátricos e garantir que as crianças e adolescentes cresçam com saúde, segurança e bem-estar, para que possam alcançar todo o seu potencial. Isso requer um compromisso continuo com uma aprendizagem e aprimoramento por parte dos profissionais de saúde, bem como uma abordagem holística que considere não apenas o aspecto físico, mas também o emocional e psicossocial das crianças. A pediatria e uma jornada desafiadora, mais incrivelmente gratificante, que molda o futuro da próxima geração. REFERÊNCIA Anatomia das mamas. Disponível em: https://anatomiaefisioterapia.com/15-anatomia-das-mamas/. Acesso em: 14 out. 2023. DOS SANTOS, V. S. sistema reprodutor feminino. Disponível em: https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema- reprodutor-feminino.htm. Acesso em: 14 out. 2023. LEONE, Clèa Rodrigues; TRONCHIM, Daisy Maria Rizatto; TOMA, Edi. Assistência integrada ao recém-nascido de baixo risco. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2020. MIBRATH, Viviane Marten et al. Família da criança com paralisia cerebral: percepção sobre as orientações da equipe de saúde. Texto & contexto enfermagem, Florianópolis, v. 21, n. 4, p.921-928, dez. 2021. SILVEIRA, Rita de Cássia. Manual seguimento ambulatorial do prematuro de risco. 1 ed. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Cientifico de Neonatologia, 2021. DEMARTINI, Adriane de André Cardoso et al. Crescimento de crianças nascidas prematuras. Arq Bras Endocrinol Metab. Curitiba, v. n. 55, n.8, 2019. https://anatomiaefisioterapia.com/15-anatomia-das-mamas/ https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-reprodutor-feminino.htm https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-reprodutor-feminino.htm