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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
CURSO: BACHARELADO EM ENFERMAGEM DICIPLINA:PPCSCA 
 
NOME DO ALUNO: SADRAQUE GERALDO BERNALDO 
 
R.A: 2290955 POLO: TABATINGA – CENTRO – AM 
 
DATA: 30/08/24 
 
TABATINGA-AM 
2024 
INTRODUÇAO 
Apresenta o contexto no qual serão discutidas a propedêutica e processo de 
cuidar na saúde da criança e do adolescente, experiências realizadas em 
sala de aula. A abordagem descrever os aspectos gerais do universo da 
pediatria, a atenção a saúde da criança requer um conhecimento abrangente 
e especializado em uma variedade de áreas. Desde o momento do 
nascimento, os profissionais de suade devem estar preparados para lidar 
com uma série de procedimentos e cuidados específicos que garantem o 
desenvolvimento saudável e o bem-estar das crianças. Neste contexto, 
abordaremos diversos tópicos essenciais relacionados a assistência medica 
pediátrica, que vão desde os reflexos neurológicos do recém-nascido até 
procedimentos como administração de medicamento, suporte básico de 
vida e manejo de situações de emergência, como a obstrução das vias 
aéreas por corpo estranho. A compreensão dos reflexos neurológicos 
recém-nascido e crucial para avaliar o desenvolvimento neuromotor inicial. 
Além disso, discutiremos a importância do banho do recém-nascido, as 
medidas antropométricas para acompanhar o crescimento, os sinais vitais 
(SSVV) e o exame físico da criança como ferramentas fundamentais para 
monitorar a saúde infantil. A administração de medicamento em pediatria e 
uma pratica delicada que requer doses precisas e considerações especiais de 
segurança. Abordaremos também as observações essenciais para todas as 
vias de administração de medicamentos, incluindo oral, intravenosa e 
intramuscular. Procedimentos como punção venosa periférica, com ou sem 
o uso de scalp (cateter agulhado), são frequentemente necessários para 
coletar exames ou administrar tratamentos. Explicaremos os principais 
tipos de cateteres intravenosos e os materiais envolvidos no processo, bem 
como orientações sobre como inserir sondas nasoentericas e nasogastricas 
em pediatria. Além disso exploramos a bolsa de coleta de urina na pediatria 
e a sondagem vesical, incluindo a sondagem vesical de demora feminina, 
como procedimentos importantes em certos contextos clínicos. Para 
situações em que a oxigenação e fundamental, abordaremos a 
oxigenoterapia por cateter nasal e técnicas de aspiração de via aérea 
superior para manter as vias respiratórios desobstruídas. Finalmente, 
entenderemos os princípios do suporte básico de vida em pediatria, 
destacado a importância de estar preparado para situações de emergência, 
como a obstrução das vias aéreas por corpo estranho, e como agir de 
maneira rápida e eficaz. Essa variedade de tópicos demostra a 
complexidade e a importância dos cuidados pediátricos, refletindo a 
dedicação dos profissionais de saúde em garantir a saúde e o bem-estar das 
crianças desde os primeiros momentos de suas vidas até a idade infantil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
TITULO DO ROTEIRO: Reflexos Neurológicos do Recém-Nascido 
DIA: 30/08/24 AULA: 01 ROTEIRO: 01 
 
Em sala de aula, o professor descreveu o que são os reflexos neurológicos 
do recém-nascido, aonde a natureza dos reflexos inconscientes em recém-
nascidos, sugerindo que eles são resultado da imaturidade do sistema 
nervoso nessa fase inicial da vida. Isso e correto, pois os reflexos são 
respostas automáticas do sistema nervoso a estímulos específicos e podem 
ser mais pronunciados em bebes devido a imaturidade do sistema nervoso 
central. Entre os objetivos dos reflexos em recém-nascidos e garantir sua 
sobrevivência. Esses reflexos ajudam o bebe a realizar ações vitais, como 
mamar e respirar, mesmo antes de desenvolver plenamente suas 
habilidades motoras e cognitivas. 
E fundamental que os profissionais de saúde, como enfermeiros, estejam 
cientes de que a presença e a forca dos reflexos em recém-nascido são 
indicativos importantes de seu desenvolvimento e saúde neurológica, e que 
reflexos fracos, ausentes ou assimétricos podem ser de problemas e 
devem ser investigados. 
O professor explicou que, na criança, ressalta a importância dos reflexos 
também em criança mais velhas. O desaparecimento prematuro de reflexos 
que normalmente deveriam estar presentes pode indicar problemas, 
incluindo lesões cerebrais. E vital monitorar o desenvolvimento de reflexos 
ao longo do tempo para detectar potenciais problemas de saúde neurológica 
em crianças. 
Para iniciar os exames, o enfermeiro deve: 
a. Certifique-se de instruir os pais sobre a técnica e o propósito dos 
testes. 
b. Prepare um ambiente adequado, preferencialmente tranquilo, bem 
iluminado e com uma maca pediátrica. 
c. Lave bem as mãos antes de iniciar o procedimento. 
d. Organize os materiais necessários com antecedência. 
e. Inicie a realização dos testes conforme o protocolo estabelecido. 
f. Após a conclusão dos testes, compartilhe e discuta os resultados 
encontrados com familiares. 
O professor comentou os principais reflexos primitivos, que são: 
Reflexo apreensão ou preensão palmar 
O reflexo de preensão palmar, também conhecido como reflexo de 
apreensão palmar, e um reflexo que pode ser observado em bebes recém-
nascidos. Este reflexo e desencadeado quando algo toca a palmar da mão 
do bebe. Quando isso acontece, o bebe instintivamente fecha os dedos em 
direção a palmar, agarrando o objetivo ou o dedo que está tocado a mão, 
conforme demonstrado na figura 1. 
Figura 1 – reflexo apreensão 
 
 
 
 
Segundo professor, este reflexo e considerado uma resposta automática e 
involuntária do sistema nervoso central do bebe. Ele geralmente está 
presente nos primeiros meses de vida e e um indicativo do 
desenvolvimento neuromotor saudável. A medida que o bebe cresce e seu 
sistema nervoso amadurece, esse reflexo tende a diminuir e, eventualmente, 
desaparecer por volta dos 4 a 6 meses de idade. 
O reflexo de preensão palmar tem um proposito biológico importante, pois 
ajuda o bebe a agarrar objetivos que podem ser necessários para a 
alimentação ou para a exploração do ambiente. E um dos muitos 
reflexos primitivos que os bebes tem ao nascer para facilitar a 
sobrevivência e o desenvolvimento nos primeiros estágios da vida. A 
observação dos reflexos, incluindo o reflexo de preensão palmar, pode ser 
uma ferramenta útil para avaliar o desenvolvimento neurológico saudável 
em bebes. 
 
 
Reflexo de procura 
 
Segundo Mibrath (2020, p. 49), sugerem reflexo de procura e um 
comportamento reflexo observado em bebes recém-nascidos. Quando a 
bochecha ou a boca do bebe e tocada, ele automaticamente vira a cabeça na 
direção do estimulo em busca do contato com a fonte do toque. Esse 
reflexo ajuda na busca e no início da amamentação, facilitando a conexão 
com a mãe e a obtenção de alimento. Esse comportamento e uma parte 
importante dos reflexos neonatais que promovem a sobrevivência e o 
vínculo entre o bebe e a mãe nos primeiros momentos de vida. 
 
Reflexo de sucção 
 
Cita Milbrath (2020, p. 72), o reflexo de sucção e um padrão de 
movimento em bebes que os leva a sugar objetos que seus lábios ou palato. 
Esse reflexo e essencial para a amamentação e a alimentação nos primeiros 
meses de vida, permitindo que o bebe se alimente de forma eficaz, 
ajudando no desenvolvimento e fornecimento de nutrientes necessários 
para o crescimento saudável. 
 
Reflexo de Babinski 
 
Descreve (DEMARTINI, 2021, p. 55), o reflexo de babinski e um reflexo 
neurológico que envolve a extensão do dedão do pé e a abertura dos outros 
dedos quando a sola do pé e estimulada com um objeto pontiagudo, visto 
na figura 2. 
 
 
 
 
 
 
Figura 2 – reflexo de babinski 
 
 
 
 
 
Estereflexo e normalmente observado em bebes e geralmente desaparece a 
medida que a criança cresce e o sistema nervoso amadurece. 
A persistência do reflexo de babinski em criança mais velhas ou adultos 
pode ser um sinal de anormalidade neurológica e requer avaliação medica. 
E um importante indicador de reflexos do sistema nervoso central. 
 
 
Reflexo de Moro ou Startle 
 
Descreve (DEMARTINI, 2021, p. 62), o reflexo de moro, também 
conhecido como reflexo de startle, e um dos reflexos primitivos observados 
em recém-nascidos. Este reflexo ocorre quando o bebe e subitamente 
estimulado por um som alto, um movimento brusco ou uma sensação de 
queda. O bebe responde estendendo os braços e pernas e depois trazendo-
os de volta para perto do corpo em uma posição semelhante à de um 
abraço, demonstrado na figura 3. 
 
 
 
Figura 3 – Reflexo de Moro 
 
 
 
 
Esse reflexo e considerado uma resposta de sobressalto e é uma parte 
normal do desenvolvimento neurológico inicial do bebe. Com o tempo, ele 
diminui e geralmente desaparece completamente em alguns meses. O 
reflexo de moro e importante para a sobrevivência inicial, pois ajuda o bebe 
a reagir a estímulos inesperados ou ameaçadores. A persistência desse 
reflexo após o período esperado pode ser um sinal de anormalidade 
neurológica e requer avaliação medica. 
 
 
 
 
 
 
 
Reflexo de marcha 
 
O reflexo de marcha e um dos reflexos primitivos observados em bebes 
recém-nascidos. Quando um bebe e segurado verticalmente com os pês 
tocando uma superfície plana, ele irá automaticamente levantar os pés em 
movimentos de “marcha”, como se estivesse andado. Esse reflexo e mais 
evidente nos primeiros meses de vida e tende a desaparecer à medida que o 
bebe cresce e seu sistema nervoso amadurece. 
O reflexo de marcha e um exemplo dos muitos reflexos que os bebes 
possuem para auxiliar no desenvolvimento motor e na exploração de seu 
ambiente. A medida que o bebe ganha controle voluntario sobre seus 
movimentos, esse reflexo desaparece, dando lugar aos movimentos de 
locomoção mais coordenados. A persistência anormal desse reflexo em 
crianças mais velhas pode indicar problemas neurológicos e deve ser 
avaliada por um profissional de saúde. 
 
 
Reflexo de galant 
 
 
Conforme (DEMARTINI, 2021, P. 78), o reflexo de galant, também 
conhecido como reflexo cutâneo lombar lateral, e um reflexo observado em 
bebes recém-nascidos e lactentes. Quando o bebe e colocado de bruços e a 
pele da região lombar e estimulada, geralmente tocada ou acariciada, o 
bebe respondera curvando o corpo na direção do estimulo, com uma flexão 
lateral da coluna na direção da estimulação, demonstrado na figura 4. 
Esse reflexo tem importância no desenvolvimento neuromotor inicial do 
bebe, auxiliado na exploração do ambiente e na preparação a locomoção. 
Geralmente, o reflexo de garant desaparece em poucos meses a medida que 
o bebe desenvolve maior controle sobre seus movimentos. 
 
 
 
Figura 4 – reflexo de galant 
 
 
 
 
 
A persistência anormal desse reflexo pode ser um sinal de anormalidades 
neurológicas e requer avaliação medica. Em resumo, o reflexo de galant e 
um dos muitos reflexos primitivos importantes para o desenvolvimento 
inicial do bebê. 
 
 
 
Reflexo de à asfixia 
 
O reflexo de fuga à asfixia é um reflexo de proteção importante observado 
em bebes e crianças. Esse reflexo é desencadeado quando ocorre uma 
situação de asfixia ou obstrução das vias aéreas. O bebê ou criança reage 
instintivamente com movimentos de tossir, engasgar, ou tentativas de 
remover o objeto ou alimento que está causando a obstrução. 
Esse reflexo e fundamental para a sobrevivência, pois ajuda a prevenir 
situações potencialmente perigosas, como a aspiração de alimentos ou 
objetos estranhos. Os cuidadores e pais devem estar atentos a sinais de 
asfixia e serem treinados para agir rapidamente em casos de obstrução das 
 
Vias aéreas para evitar possíveis complicações. Portanto, o reflexo de fuga á 
Asfixia é um mecanismo de defesa importante no sistema respiratório das 
crianças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
TITULO DO ROTEIRO: Banho do recém-nascido 
DIA: 30/08/24 AULA: 02 ROTEIRO:01 
 
 
O professor comentou que, o banho do recém-nascido desempenha um 
papel fundamental em sua saúde e bem-estar. Ele, descreveu algumas das 
razoes pelas quais o banho e importante: 
1. Higiene: o banho ajuda a manter a pele do bebê limpa, 
removendo impurezas, suor e resíduos que podem se 
acumular. Isso ajuda a prevenir irritações na pele e infecções. 
2. Regulação da temperatura: o banho, quando realizado 
corretamente, pode ajudar a regular a temperatura corporal do 
bebê, garantindo que ele não fique muito quente ou frio. É 
importante controlar a temperatura da agua e manter o bebê 
aquecido após o banho. 
3. Relaxamento: o banho pode ser uma experiência relaxante 
para o bebê, ajudando a acalma-lo e a promover um sono 
melhor. Isso também podem fortalecer o vínculo entre o bebê 
e os pais, proporcionando um momento de interação e carinho. 
4. Estimulo sensorial: o contato com a agua, a sensação da agua 
morna na pele e o toque suave durante o banho ajudam a 
estimular os sentidos do bebê e a promover seu 
desenvolvimento sensorial. 
5. Rotina: estabelecer uma rotina de banho pode ser benéfico 
para o bebê, ajudando-o a entender os horários e os rituais do 
dia, o que pode contribuir para um sono mais regular e 
previsível. 
6. Exame físico: durante o banho, os pais podem verificar a pele, 
cabelo, olhos, umbigo e outras partes do corpo do bebê em 
busca de possíveis problemas de saúde, como erupções 
cutâneos, infecções ou anormalidades. 
7. Introdução de agua: o banho inicial e muitas vezes a 
primeira experiência do bebê com a agua, o que pode ajudar a 
prepara-lo para atividades aquáticas futuras, como nadar. 
 
Segundo o professor, é importante notar que o banho do recém-nascido 
deve ser realizado com cuidado e atenção, seguindo as orientações do 
profissional de saúde ou da pediatria do bebê. A temperatura da agua, a 
escolha de produtos de limpeza suaves e a manipulação delicada são 
essenciais para garantir a segurança e o conforto do bebê durante o banho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TITULO DO ROTEIRO: medidas antropométricas, SSVV e exame físico 
da criança 
DIA: 30/08/24 AULA: 03 ROTEIRO: 01 
 
 
Em sala de aula o professor comentou que, as medidas antropométricas, 
SSVV (sinais vitais) e o exame físico são componentes fundamentais da 
avaliação da saúde e do desenvolvimento de uma criança. Eles 
desempenham um papel crucial na detecção de problemas de saúde, no 
acompanhamento do crescimento e no monitoramento do estado geral da 
criança. Aqui estão algumas das principais razoes pelas quais essas 
medidas são importantes: 
1. Avaliação do crescimento e desenvolvimento: as medidas 
antropométricas, como altura, peso, circunferência da cabeça e idade 
gestacional, permitem que os profissionais de saúde acompanhem o 
crescimento físico da criança ao longo do tempo. Isso e crucial para 
identificar atrasos no desenvolvimento e possíveis problemas de 
saúde, como desnutrição ou obesidade infantil. 
2. Detecção de problemas de saúde: o exame físico, que inclui a 
avaliação da pele, olhos, ouvidos, nariz, garganta, coração, pulmões, 
abdômen e genitais, pode ajudar a identificar sinais de doença ou 
condições medicas. Isso permite um diagnóstico precoce e a 
intervenção necessária. 
3. Monitoramento da saúde cardiovascular: os SSVV, que incluem a 
medição da pressão arterial, frequência cardíaca, frequência 
respiratório e temperatura, são indicadores vitais da saúde 
cardiovascular de uma criança. Eles são fundamentais para 
identificar problemas como hipertensão ou febre.4. Acompanhamento da saúde em longo prazo: o registro regular 
dessas medidas ao longo tempo fornece um histórico valioso da 
saúde da criança. Isso ajudar os profissionais de saúde a detectar 
tendências preocupantes e tomar medidas preventivas ou corretivas 
apropriadas. 
5. Aconselhamento e orientação aos pais: as medidas 
antropométricas e os resultados do exame físico podem ser usados 
para educar os pais sobre a saúde de seus filhos. Os profissionais de 
saúde podem oferecer orientações sobre dieta, exercícios, higiene e 
outros aspectos importantes do cuidado infantil. 
6. Triagem de condições genéticas e metabólicas: algumas medidas 
antropométricas, como a circunferência da cabeça, podem ajudar na 
detecção precoce de condições genéticas ou metabólicas, como a 
microcefalia. 
7. Avaliação do nutricional: as medidas antropométricas, como o 
índice de massa corporal (IMC), são usadas para avaliar o estado 
nutricional da criança. Isso e importante para identificar a 
desnutrição ou risco de obesidade. 
8. Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor: durante o exame 
físico, os profissionais de saúde podem observar o comportamento e 
a interação da criança com o ambiente, o que pode ajudar na 
avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor. (LEONE, 
TRONCHIM, TOMA, 2021, P. 86) 
 
Em resumo, as medidas antropométricas, os SSVV e o exame físico da 
criança desempenham um papel vital na promoção da saúde, na detecção 
precoce de problemas médicos e no acompanhamento do desenvolvimento 
infantil. Eles são ferramentas essenciais para garantir que as crianças 
cresçam de maneira saudável e recebam a atenção medica necessária 
quando necessário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TITULO DO ROTEIRO: Medicação em pediatria 
DIA: 30/08/24 AULA: 04 ROTEIRO: 01 
 
Segundo professor, a mediação desempenha um papel crucial na pediatria, 
abrangendo desde o tratamento de doença até a promoção do crescimento e 
desenvolvimento saudáveis, passando pelo alivio de sintomas, a prevenção 
de complicações e o suporte a procedimentos médicos. A gestão de 
condições crônicas e transtornos psiquiátricos em criança também e 
frequentemente dependente de medicamentos. No entanto, o uso de 
medicamentos em crianças exige uma abordagem especializada, 
considerando as diferenças em suas respostas e necessidades. Os 
profissionais de saúde pediátrica desempenham um papel fundamental na 
garantia do uso adequado e seguro de medicamento, trabalhando em 
estreita colaboração com os pais ou responsáveis para otimizar o cuidado 
de saúde infantil. 
Para o procedimento, o enfermeiro antes de dar qualquer medicamento a 
um bebê ele deve: 
Passo 1: lave as mãos 
 Antes de lidar com o bebê ou qualquer mediação, lave bem mãos 
com agua e sabão. Isso ajuda a prevenir a propagação de germes. 
Passo 2: preparação do medicamento 
 Certifique-se de ter a dose correta do medicamento prescrito pelo 
médico. 
 Verifique a data de validade do medicamento e o rotulo para garantir 
que seja o medicamento certo. 
 Se necessário, dilua o medicamento de acordo com as instruções 
medicas. 
Passo 3: posicionamento do bebê 
 Coloque o bebê em um local seguro e confortável, como uma 
trocador ou berço com uma superfície firme. 
 Mantenha o bebê deitado de costas. 
 Passo 4: administração do medicamento 
 Use uma seringa oral ou conta-gotas de dose adequada para 
administrar o medicamento. 
 Coloque o medicamento na bochecha interna do bebê, evitando a 
garganta para evitar engasgos. 
 Administre o medicamento lentamente para garantir que o bebê 
possa engolir confortavelmente. 
Passo 5: observação e conforto 
 Após a administração do medicamento, segure o bebê gentilmente e 
acalme-o, se necessário. 
 Mantenha o bebê na posição vertical por alguns minutos para ajudar 
na digestão. 
 Observe o bebê para garantir que não haja reações adversas ao 
medicamento. 
Passo 6: descarte 
 Descarte a seringa ou conta-gotas de dose usada de acordo com as 
diretrizes de segurança. 
E vital seguir rigorosamente as instruções do médico para a administração 
de qualquer medicamento a um recém-nascido. Além disso, nunca altere a 
dosagem ou interrompa um tratamento sem consultar o médico. Se tiver 
dúvidas ou preocupações sobre a mediação do seu recém-nascido, sempre 
consulte um profissional de saúde. 
 
OBSERVACOES PARA TODAS AS VIAS DE ADMINISTRACAO 
DE MEDICACOES EM PEDIATRIA 
 
Administração de medicamento via intravenosa (IV) pediatria 
 
Os principais cuidados na administração de tratamento intravenosos (IV): 
 
1. Higiene as mãos: lave as mãos e use luvas estéreis quando 
necessário. 
2. Escolha do local de inserção: selecione cuidadosamente a veia de 
inserção. 
3. Assepsia: mantenha uma técnica asséptica rigorosa para prevenir 
infecções. 
4. Equipamento estéril: utilize equipamentos estéreis, incluindo 
seringas e cateteres. 
5. Compatibilidade: verifique a compatibilidade da medicação ou 
fluido. 
6. Calculo de dosagem: calcule a dosagem com precisão. 
7. Monitoramento: monitore o local de inserção e o paciente. 
8. Rotação de locais: evite o uso prolongado do mesmo local. 
9. Fixação adequado: fixe o cateter de forma segura. 
10. Avaliação do paciente: esteja atento a reações adversas. 
11. Troca regular: siga as diretrizes para trocar os acessos IV. 
12. Registro preciso: mantenha registros detalhados. 
13. Treinamento e competência: professionais devem ser treinados e 
competentes. 
14. Comunicação: mantenha uma comunicação clara com a equipe e o 
paciente. 
15. Preparação para emergências: esteja preparado para complicações. 
 
A administração intravenosa e uma pratica que requer cuidado meticuloso e 
conformidade com as melhores práticas para garantir a segurança do 
paciente. 
 
Administração de medicamento via oral (VO) pediátrico 
 
Os principais cuidados na administração de medicamento via oral: 
1. Verifique a identidade do paciente. 
2. Conheço o medicamento, sua dosagem e efeitos colaterais. 
3. Lave as mãos antes de manusear o medicamento. 
4. Prepare o medicamento corretamente. 
5. Posicione o paciente adequadamente. 
6. Administre com agua suficiente. 
7. Assegure que o paciente engula o medicamento. 
8. Registre a administração no prontuário. 
9. Monitore reações adversas. 
10. Forneça instruções claras ao paciente. 
11. Tenha cuidado especial com pacientes específicos. 
12. Descarte resíduos de acordo com as normas locais. 
 
A administração oral de medicamentos e segura quando esses cuidados são 
seguidos, sob orientação medica ou de enfermagem, levando em conta as 
necessidades individuais do paciente e do medicamento. 
 
Administração de medicamento via otológica pediátrico 
 
Os principais cuidados otológicos: 
 
1. Evite inserir objetos no canal auditivo, como cotonetes, para evitar 
lesões e empurrar a cera mais profundamente. 
2. Use protetores auriculares em ambientes ruidosos e proteja os 
ouvidos do vento frio. 
3. Seque os ouvidos após exposição a agua para prevenir infecções. 
4. Não exponha os ouvidos a vapor ou umidade excessiva por longos 
períodos. 
5. Trate infecções nos ouvidos com orientação medica, não tente trata-
las por conta própria. 
6. Faca exames auditivos regulares para detectar problemas 
precocemente, especialmente com histórico de perda auditiva na 
família. 
7. Controle alergias e resfriados, pois eles podem afetar os ouvidos. 
8. Evite exposição a produtos químicos agressivos. 
9. Use fones de ouvido com moderação e em volumes seguros. 
10. Consulte um especialista se notar qualquer alteração na audição, dor 
no ouvido, zumbido ou outros sistemas preocupantes. 
 
Cuidar da saúde auditiva e essencial para evitar problemas auditivos e 
garantir uma boa qualidade de vida. Consultar um profissional de saúde 
auricular e fundamental em casos de sistemas ou preocupações. 
 
Administraçãode medicamento via inalatória (IN) pediátrico 
 
Os principais cuidados na administração de medicamentos via inalaria: 
 
1. Verifique a identidade do paciente. 
2. Lave as mãos para evitar a contaminação. 
3. Verifique a validade e a integridade do dispositivo e medicamento. 
4. Instrua o paciente sobre a técnica adequada de uso. 
5. Encoraje a respiração profunda para uma inalação eficaz. 
6. Use espaçadores, se necessário. 
7. Limpe o dispositivo de acordo com as instruções do fabricante. 
8. Não compartilhe dispositivos inalatórios. 
9. Monitore o paciente durante a administração. 
10. Esteja atento a reações adversas e oriente o paciente a relata-las 
11. Registre a administração no portuário. 
12. Mantenha consultas regulares para revisar o tratamento. 
13. Oriente sobre o armazenamento adequado do medicamento e do 
dispositivo. 
14. Forneça um plano de ação em casos de doenças respiratórios 
crônicas. 
 
Esses cuidados são essenciais para garantir que o medicamento seja 
administrado de maneira eficaz e segura, especialmente em condições 
respiratórias crônicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Preparo e administração de medicamento por via enteral (VE) 
pediátrico 
 
Os principais cuidados para o preparo e administração de medicamento por 
via enteral em recém-nascidos: 
 
1. Lave as mãos para garantir a higiene. 
2. Verifique a identificação do paciente. 
3. Confirme a prescrição medica, incluindo dosagem e via de 
administração. 
4. Calcule a dosagem com base no peso e idade gestacional do recém-
nascido. 
5. Escolha a formula enteral apropriada. 
6. Prepare o medicamento de acordo com as instruções. 
7. Introduza a sonda enteral com cuidado. 
8. Administre o medicamento lentamente. 
9. Verifique a posição da sonda e a ausência de obstruções. 
10. Mantenha o recém-nascido em posição semi-inclinada. 
11. Aspire o conteúdo gástrico após a administração. 
12. Registre a administração no prontuário do paciente. 
13. Monitore o recém-nascido para reações adversas. 
14. Eduque os pais ou responsáveis se o recém-nascido estivar em casa. 
15. Comunique qualquer problema a equipe de saúde. 
 
 
Esses cuidados são essenciais para garantir a segurança e eficácia da 
administração de medicamentos enterais em recém-nascidos. Profissionais 
de saúde treinados devem realizar esse procedimento, e a comunicação 
continua com a equipe medica é fundamental para um cuidado adequado. 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TITULO DO ROTEIRO: Punção venosa periférica em pediatria 
DIA: 28/09/24 AULA: 05 ROTEIRO: 01 
 
Segundo o professor, os principais passos no procedimento detalhado de 
punção venosa periférica, frequentemente usado em pacientes pediátricos. 
Aqui está um resumo do procedimento: 
Preparação: 
1. Higienizar as mãos 
2. Separar o material necessário. 
3. Desinfetar a bandeja ou cuba rim com álcool 70%. 
4. Preparar o material e a seringa com soro fisiológico. 
5. Conversar e orientar o paciente, seus pais e verificar o 
comportamento da criança. 
6. Usar um brinquedo terapêutico para distrair a criança. 
Procedimento: 
7. Auxiliar a criança a manusear o material no brinquedo. 
8. Contar uma história relacionada ao procedimento. 
9. Observar a reação da criança e responder as suas dúvidas. 
10. Comunicar o final da brincadeira e preparar a criança para 
procedimento. 
11. Higienizar as mãos com álcool 70%. 
12. Calca as luvas de procedimento. 
13. Iniciar a punção venosa periférica. 
14. Posicionar o paciente confortavelmente e proteger a área de punção. 
15. Inspeção e palpação de rede venosa, usando um garrote se 
necessário. 
Inserção do cateter: 
16. Abrir a embalagem do cateter de forma estéril. 
17. Garrotear o local da punção. 
18. Fazer a antissepsia do local. 
19. Realizar a punção com o cateter. 
20. Estabilizar o cateter quando o refluxo sanguíneo for visualizado. 
21. Aplicar uma leve pressão acima do local de inserção. 
22. Retirar o guia do dispositivo sobre a agulha e ativar o dispositivo de 
segurança, se necessário. 
23. Acoplar o equipo multivias, preenchido com solução fisiológica, ao 
cateter. 
24. Testar o fluxo do acesso venoso. 
Finalização: 
25. Salinizar o acesso e fechar o multivias. 
26. Fixar o cateter adequadamente. 
27. Identificar a punção com informações relevantes. 
28. Recolher o material e descartar adequadamente. 
29. Retirar as luvas. 
30. Higienizar as mãos novamente. 
31. Realizar anotações do procedimento. 
Observações: 
 É importante usar técnicas de distração e comunicação adequadas 
para crianças. 
 A punção deve ser feita de forma cuidadosa e estéril. 
 Monitorar o local de inserção e a integridade do dispositivo após o 
procedimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌLTULO DO ROTEIRO: inserção de sonda nasoentèrica em pediatria 
DIA: 28/09/24 AULA: 06 ROTEIRO: 01 
 
 
Conforme o professor comentou, a padronização no procedimento de 
passagem de sonda nasoenteral em crianças e adolescentes. 
 
Materiais necessários: 
 
Sonda nasoenteral de calibre apropriado (nº 6, 8, 10 ou 12) 
Equipamentos de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de 
proteção, luvas de procedimento, gorro) 
Lubrificante hidrossolúvel (lidocaína gel 2%) 
Toalha ou lenço de papel 
Cuba rim ou bandeja 
Esparadrapo hipoalérgico 
Seringa de 5 ml para criança e 10 ml para adolescentes 
Estetoscópio 
Compressa gaze 
Procedimento: 
 
1. Verificar a prescrição medica. 
2. Realizar a higienização das mãos. 
3. Organizar os materiais e selecionar o calibre da sonda de acordo com 
a idade do paciente. 
4. Confirmar a identidade do paciente e o procedimento com a idade do 
paciente. 
5. Explicar o procedimento ao paciente e acompanhamento. 
6. Colocar EPIs, incluindo luvas. 
7. Posicionar o paciente sentado ou em Fowler, inclinando a cabeça 
para frente. 
8. Proteger o tórax do paciente com toalhas de papel. 
9. Medir a sonda de acordo com idade. 
10. Marcar a sonda com esparadrapo. 
11. Verificar a qualidade da sonda quanto a rupturas ou obstruções, 
usando o fio guia. 
12. Aplicar gel lubrificante hidrossolúvel (lidocaína gel 2%) na 
extremidade da sonda. 
13. Introduzir a sonda lentamente pela narina do paciente com 
movimentos unidirecionais até a marcação. 
14. Incentivar o paciente a ajudar, se possível, realizando movimentos de 
deglutição. 
15. Confirmar o posicionamento no estomago: encher a seringa com ar e 
auscultar a região epigástrica com o estetoscópio. 
16. Fixar a sonda no nariz do paciente com esparadrapo, datar e anotar o 
calibre da sonda. 
17. Realizar os EPIs. 
18. Realizar a higienização das mãos. 
19. Encaminhar o paciente para um raio-x para confirmar a localização 
da sonda. 
20. Após a confirmação radiográfica, retirar o fio guia e iniciar a 
nutrição/medicação. 
21. Registrar no prontuário eletrônico o procedimento, calibre e 
localização da sonda, bem como quaisquer sinais de resíduos ou 
intercorrências. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: Inserção de sonda nasogastrica em pediatria 
DIA: 28/09/24 AULA: 07 ROTEIRO: 01 
 
O professor comento que, a inserção de uma sonda nasogastrica em 
pediatria e um procedimento médico realizado para introduzir uma sonda 
através do nariz e até o estomago de uma criança. Isso e feito por razoes 
diagnosticas ou terapêuticas, como administra alimentação enteral ou 
medicamentos, retirar conteúdo gástrico ou realizar procedimentos 
cirúrgicos mínimos. Aqui estão algumas informações importantes sobre o 
procedimento: 
Passos do procedimento: 
1. Preparação: o médico ou profissional de saúde ira explicar o 
procedimento aos pais ou responsáveis e obter consentimento. 
2. Posicionamento: a criança e colocado em uma posição adequado, 
muitas vezes com a cabeça ligeiramente inclinada para trás. 
3. Medição: a sonda nasogastrica e medida apartir do nariz da criança 
até o ponto onde deseja-se que ela chegue no estomago. 
4. Lubrificação: a extremidade da sonda e lubrificada para facilitar a 
inserção. 
5. Inserção: a sonda suavemente introduzida pelo nariz da criança e 
avançada pela garganta até chegar ao estomago. 
6. Verificação: após a inserção, e verificado se a sonda está no local 
correto, muitas vezes através da aspiração de fluido gástrico e 
confirmação do pH ácido. 
7. Fixação: a sonda e fixada no nariz da criança para evitar movimentos 
acidentais. 
8. Uso: a sonda nasogastrica e usada de acordo com a fidelidade do 
procedimento, como alimentação enteral, administração de 
medicamento ou outras necessidades medicas. 
 
É importante que a inserção da sonda seja realizada por um profissional de 
saúde treinado, como um médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem, 
para garantir a segurança da criança. Além disso, a escolha do tamanho 
apropriado da sonda e essencial para evitar desconforto e complicações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: Bolsa de coleta de urina na pediatrixa 
DIA: 26/10/24 AULA: 08 ROTEIRO: 01 
 
A bolsa de coleta de urina pediátrica (FIGURA 1) e indicado com menos 
de 2 anos de idade, tem por finalidade a utilização na coleta de amostras de 
urina de pacientes pediátricos para posterior diagnostico clinico. Os 
principais aspectos relacionados a coleta de urina utilizando na bolsa de 
coleta. 
1. Indicações: a coleta de urina em criança e fundamental para 
diagnostico e monitoramento de diversas condições medicas. 
2. Idade e capacidade: a bolsa de coleta e especialmente útil em bebê 
e crianças que ainda não controlam suas funções urinarias. 
FIGURA 1 – Reflexo de Galant 
 
3. Tipos de bolsas: existem diferentes tipos de bolsas de coleta, 
incluindo as adesivas e as que se adaptam a fraldas descartáveis. 
4. Preparação: e importante limpar cuidadosamente a área genital da 
criança antes da coleta, evitando produtos irritantes. 
5. Fixação adequada: garanta que a bolsa esteja bem fixada para evitar 
vazamentos e contaminação da amostra. 
6. Tempo de coleta: a coleta de urina geralmente e feita durante um 
período especifico, conforme a necessidade do teste. 
7. Armazenamento: a urina coletada deve ser armazenada 
corretamente até ser entregue ao laboratório para análise. 
8. Conforto da criança: mantenha a criança confortável durante o 
processo, usando distrações, como brinquedos. 
9. Comunicação com os pais: forneça instruções claras aos pais ou 
responsáveis sobre a coleta e preparação necessária. 
10. Analise laboratorial: a urina coletada será enviada para análise em 
laboratório. 
11. Segurança e limpeza: mantenha padrões rigorosos de higiene para 
evitar contaminação. 
A coleta de urina em criança pode ser desafiadora e requer sensibilidade e 
paciência por parte dos profissionais de saúde. A cooperação da criança e a 
comunicação eficaz com os pais são essenciais para um processo bem-
sucedido. 
 
 
 
 
RUSULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DE ROTEIRO: sondagem vesical na pediatria 
DIA: 26/10/24 AULA 09 ROTEIRO: 01 
 
Segundo o professor, a indicações para a sondagem vesical em pediatria e 
realizada em várias situações, como quando uma criança não consegue 
urinar normalmente devido a obstruções, trauma, cirurgia ou 
monitoramento da função renal. 
1. Técnica: a sondagem vesical envolve a introdução cuidado de um 
cateter estéril na urina de criança e, em seguida, avançando-o até a 
bexiga. Em um procedimento delicado que requer habilidade e 
treinamento médico. 
2. Cateteres: existem diferentes tipos de cateteres disponíveis para uso 
pediátrico, incluindo cateteres de foley, cateteres retos e cateteres 
intermitentes. O tipo usado depende da situação clínica e das 
necessidades da criança. 
3. Sedação: em alguns casos, pode ser necessário administrar sedação 
ou anestesia para garantir que a criança fique calma e confortável 
durante o procedimento. 
4. Riscos e complicações: a sondagem vesical em pediatria pode estar 
associada a riscos, como infecções do trato urinário, trauma uretral 
ou desconforto. E importante que os profissionais de saúde sigam 
diretrizes estritas de assepsia e tomem precauções para minimizar 
esses riscos. 
5. Monitoramento: após a sondagem vesical, a criança pode ser 
monitorada quanto a quantidade de urina produzida e a presença de 
sangue ou outros sinais de complicações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: Oxigenoterapia por cateter nasal 
DIA: 26/10/24 AULA: 10 ROTEIRO: 01 
 
Segundo o professor, a oxigenoterapia por cateter nasal e um tratamento 
médico que envolve a administração de oxigênio diretamente nas narinas 
do paciente. Esse procedimento e frequentemente utilizado para aumentar 
os níveis de oxigênio no sangue em pessoas com problemas respiratórios 
ou condições medicas que afetam a capacidade do corpo de obter oxigênio 
suficiente. 
A oxigenoterapia por cateter nasal e considerada uma forma menos 
invasiva de fornecer oxigênio em comparação com métodos como a 
ventilação mecânica. Ela e frequentemente usada em situações de curto 
prazo, como em paciente que estão se recuperando de cirurgia, pessoas com 
insuficiência respiratória aguda ou em casos de hipoxemia (baixa 
oxigenação do sangue). No entanto, também pode ser usada em tratamentos 
de longo prazo para pessoas com doença crônicas, como doença pulmonar 
obstrutiva crônica (DPOC) ou fibrose cística. 
O oxigênio e fornecido através de um cateter nasal, que é um tubo fino e 
flexível que é inserido na narina do paciente. O médico ajustara a taxa de 
fluxo de oxigênio para atender as necessidades do paciente, monitorando os 
níveis de saturação de oxigênio no sangue. 
É importante observar que a oxigenoterapia por cateter nasal deve ser usada 
sob supervisão medica, pois a administração inadequada de oxigênio pode 
ter efeitos adversos. E fundamental que a prescrição e o acompanhamento 
sejam realizados por profissionais de saúde treinados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: Aspiração de via aérea superior 
DIA: 09/11/24 AULA: 11 ROTEIRO:01 
 
A aspiração de via aérea superior e um procedimento médico que envolve a 
remoção de objetos estranhos ou secreções das vias aéreas superiores, 
como a boca, a garganta e as vias nasais. Esse procedimento e 
frequentemente realizado em situações de emergência, quando um paciente 
está com dificuldade respiratória devido a obstrução das vias aéreas. 
A aspiração de via aérea superior pode ser realizada utilizando 
equipamentos como cânulas de aspiração, que permitem a sucção de 
materiais indesejados das vias aéreas. Esse procedimento e comumente 
executado por professionais de saúde, como enfermeiros, paramédicos e 
médicos, em ambientes como hospitais, clinicas de emergência ou unidades 
de terapia intensiva. 
A obstrução das vias aéreas superiores pode ser causada por diversos 
fatores, como alimentos ou objetos estranhos que são acidentalmente 
aspirados, inchaço da garganta devido a uma reação alérgica, secreções 
excessivas ou outras condições medicas. A aspiração e essencial para 
desobstruir as vias aéreas e restauras a capacidade de respirar do paciente. 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: suporte de vida em pediatria para profissionais 
de saúde 
DIA: 09/11/24 AULA: 12 ROTEIRO: 01 
 
Segundo o professor, o suporte de vida em pediatria, um tema crucial para 
profissionais de saúde que atendem criança e adolescentes. O objetivo e 
fornecer uma visão geral dos principais conceitos, procedimentos e 
diretrizes para garantir o atendimento eficaz em situações de emergência. 
 
A importância do suporte de vida em pediatria 
O atendimento a crianças e adolescentes em situações de emergência exige 
umconhecimento especifico e habilidades aprimoradas. As diferenças 
fisiológicas entre crianças e adultos, como o menor tamanho das vias 
aéreas, a maior frequência cardíaca e a menor capacidade de compensação, 
exigem adaptações no manejo e nos protocolos de suporte de vida. O 
suporte de vida em pediatria engloba uma serie de procedimento e técnicas 
que visam manter as funções vitais, como respiração e circulação, em 
situações de parada cardiorrespiratória ou outras emergências medicas. A 
abordagem sistemática e a rápida intervenção são fundamentais para 
aumentar as chances de sobrevivência e minimizar sequelas. 
 
 
Níveis de suporte de vida em pediatria 
O suporte de vida em pediatria e dividido em dois níveis principais: 
 Suporte básico de vida (SBV): compreende as manobras iniciais e 
essenciais para manter a vida, como abertura das vias aéreas, 
respiração artificial e compressões torácicas. O SBV é deve ser 
realizado por qualquer profissional de saúde que se depare com uma 
criança em situação crítica. 
 Suporte avançado de vida em pediatria (SAVP): envolve técnicas 
e procedimentos mais complexos, como intubação endotraqueal, 
administração de medicamento e monitorização avançada. O SAVP e 
realizado por profissionais com treinamento especifico e geralmente 
em ambiente hospitalar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSAO: 
 
TÌTULO DO ROTEIRO: OVACE – Obstrução de vias aéreas por corpo 
estranho 
DIA: 09/11/24 AULA: 13 ROTEIRO: 01 
 
Em sala de aula, o professor comentou que a obstrução das vias aéreas por 
um corpo estranho e situação de emergência critica em crianças, pois pode 
levar a falta de oxigênio e se tornar potencialmente fatal em questão de 
minutos. E fundamental agir rapidamente e com eficácia em casos de 
obstrução das vias aéreas em crianças. Aqui estão aas diretrizes básicas 
para lidar com uma obstrução das vias aéreas por corpo estranho em uma 
criança: 
 
1. Avaliação da gravidade: 
 Primeiro, avalie a gravidade da obstrução completa ocorre quando a 
criança não consegue tossir, falar ou respirar. Uma obstrução parcial 
pode permitir a passagem de ar, mas ainda representa um risco. 
 
2. Chame ajuda medica: 
 Se a obstrução for completa ou se a criança não conseguir tossir, 
chame imediatamente o serviço de emergência ou procure assistência 
medica. 
 
3. Manobra de heimlich para crianças maiores (1 ano ou mais): 
 Se a criança estiver consciente e consciente da situação, siga estas 
etapas: 
 Posicione-se atrás da criança (FIGURA 1). 
FIGURA 1 – Manobra de heimlich 
 
 
 Coloque um punho logo acima do umbigo, mais abaixo do esterno. 
 Segure o punho com a outra mão e aplique pressão para dentro e para 
cima, em direção ao diafragma. 
 Repita até que o objeto seja expelido ou a criança pare de responder. 
 
4. Manobra de back blows e chest thrust para bebes e crianças 
pequenas (menos de 1 ano). 
 Se a criança estiver inconsciente ou não estiver consciente da 
situação, siga estas etapas: 
 Para bebês (menos de 1 ano), coloque a criança de bruços em seu 
antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo (FIGURA 2). 
 
 
 
FIGURA 2 – Manobra de back blows 
 
 
 Dê 5 (cinco) pancadas firmes nas costas da criança, entre as 
omoplatas, com a parte inferior da sua mão. 
 Verifique se o objeto foi expelido após cada série de cinco pancadas 
nas costas. 
 Se as pancadas nas costas não funcionarem, vire a criança com o 
peito para cima e use dois dedos para dar cinco compressões rápidas 
no peito, longo abaixo da linha dos mamilos 
 Verifique se o objeto foi expelido após cada série de cinco 
compressões no peito. 
 Continue alternando entre pancadas nas costas e compressões no 
peito até que o objeto seja expelido ou a criança pare de responder. 
 
 
 
5. Monitoramento e apoio: 
 
 Continue monitorando a criança e fornecendo apoio até a 
ajuda medica chegue ou até que a situação seja resolvida. 
A segurança e o cuidado com a criança são prioridades máximas durante 
uma obstrução das vias aéreas por corpo estranho. Procurar assistência 
medica imediatamente e crucial, mesmo que o objeto seja expelido, para 
garantir que a criança não tenha sofrido lesões internas. É altamente 
recomendável que pais, cuidadores e profissionais de saúde que lidam com 
crianças recebam treinamento em primeiros socorros, incluindo manobras 
de desobstrução de vias aéreas em crianças (SILVEIRA, 2021, p. 39). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONCLUSAO 
Em conclusão, o contexto da propedêutica e do processo de cuidar na saúde 
da criança e do adolescente é multifacetado e fundamental para garantir um 
começo saudável na vida de nossos pequenos. Os profissionais de saúde 
que se dedicam a pediatria enfrentam desafios variados e complexos, desde 
o momento do nascimento até a adolescência, onde é crucial fornecer 
cuidados abrangentes e especializados. Neste contexto, discutimos uma 
ampla gama de tópicos essenciais relacionados a assistência medica 
pediátrica, abordando desde os reflexos neurológicos do recém-nascido até 
procedimentos como administração de medicamentos, suporte básico de 
vida e manejo de situações de emergência. A compreensão desses aspectos 
e fundamental para garantir que as crianças cresçam e se desenvolvam de 
maneira saudável, física e emocionalmente. 
Os profissionais de saúde que trabalham com crianças e adolescentes 
devem estar bem preparados, atualizados e dedicados, pois cada ação que 
tomam pode ter um impacto duradouro na vida das crianças e em sua 
qualidade de vida futura. A pediatria e uma disciplina que exige não apenas 
conhecimento técnico, mas também empatia, paciência e uma compreensão 
profunda das necessidades especificas das crianças e adolescentes. 
Em última análise, o objetivo dos cuidados pediátricos e garantir que as 
crianças e adolescentes cresçam com saúde, segurança e bem-estar, para 
que possam alcançar todo o seu potencial. Isso requer um compromisso 
continuo com uma aprendizagem e aprimoramento por parte dos 
profissionais de saúde, bem como uma abordagem holística que considere 
não apenas o aspecto físico, mas também o emocional e psicossocial das 
crianças. A pediatria e uma jornada desafiadora, mais incrivelmente 
gratificante, que molda o futuro da próxima geração. 
REFERÊNCIA 
 
Anatomia das mamas. Disponível em: 
https://anatomiaefisioterapia.com/15-anatomia-das-mamas/. Acesso em: 
14 out. 2023. 
DOS SANTOS, V. S. sistema reprodutor feminino. Disponível em: 
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-
reprodutor-feminino.htm. Acesso em: 14 out. 2023. 
LEONE, Clèa Rodrigues; TRONCHIM, Daisy Maria Rizatto; TOMA, Edi. 
Assistência integrada ao recém-nascido de baixo risco. 2 ed. São Paulo: 
Atheneu, 2020. 
MIBRATH, Viviane Marten et al. Família da criança com paralisia 
cerebral: percepção sobre as orientações da equipe de saúde. Texto & 
contexto enfermagem, Florianópolis, v. 21, n. 4, p.921-928, dez. 2021. 
SILVEIRA, Rita de Cássia. Manual seguimento ambulatorial do 
prematuro de risco. 1 ed. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Pediatria. 
Departamento Cientifico de Neonatologia, 2021. 
DEMARTINI, Adriane de André Cardoso et al. Crescimento de crianças 
nascidas prematuras. Arq Bras Endocrinol Metab. Curitiba, v. n. 55, n.8, 
2019. 
 
 
 
https://anatomiaefisioterapia.com/15-anatomia-das-mamas/
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-reprodutor-feminino.htm
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-reprodutor-feminino.htm

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