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Cadeias de Markov em Exercícios

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Questões resolvidas

O fato que ηn é uma cadeia de Markov basta mostrar que ηn+1 é uma função de ηn e uma variável aleatória independente, ou seja, ηn+1 = F (ηn, ξn+1) em que ξi são i.i.d. e ηi, ξi+1 são independentes para quaisquer i.
(a) A equação ηn+1 = ηn + ξn+1 prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), em que pij = { p se j = i+ 1 1− p se j = i− 1 i ∈ N = {0, 1, . . . }.
(b) A equação ηn+1 = max(ηn, ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), i, j = ±1, em que p−1,−1 = 1− p, p−1,1 = p, p1,−1 = 0, p1,1 = p.
(c) A equação ηn+1 = ηn · ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), i, j = ±1, em que p−1,−1 = p, p−1,1 = 1− p, p1,−1 = 1− p, p1,1 = p.

Os estados desse “passeio” pode ser representado em um dos jeitos:
(1) “1” – o quarto de amigo é par; “0” – quarto par que não é quarto de amigo; “2” – quarto impar
(2) “1” – o quarto de amigo é impar; “0” – quarto impar que não é quarto de amigo; “2” – quarto par.
A matriz de transição é a mesma para dois: 0→ 0 com probabilidade 0 0→ 1 com probabilidade 0 0→ 2 com probabilidade 1 1→ 0 com probabilidade 0 1→ 1 com probabilidade 1 1→ 2 com probabilidade 0 2→ 0 com probabilidade 2/3 2→ 1 com probabilidade 1/3 2→ 2 com probabilidade 0.

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Questões resolvidas

O fato que ηn é uma cadeia de Markov basta mostrar que ηn+1 é uma função de ηn e uma variável aleatória independente, ou seja, ηn+1 = F (ηn, ξn+1) em que ξi são i.i.d. e ηi, ξi+1 são independentes para quaisquer i.
(a) A equação ηn+1 = ηn + ξn+1 prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), em que pij = { p se j = i+ 1 1− p se j = i− 1 i ∈ N = {0, 1, . . . }.
(b) A equação ηn+1 = max(ηn, ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), i, j = ±1, em que p−1,−1 = 1− p, p−1,1 = p, p1,−1 = 0, p1,1 = p.
(c) A equação ηn+1 = ηn · ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição P = (pij), i, j = ±1, em que p−1,−1 = p, p−1,1 = 1− p, p1,−1 = 1− p, p1,1 = p.

Os estados desse “passeio” pode ser representado em um dos jeitos:
(1) “1” – o quarto de amigo é par; “0” – quarto par que não é quarto de amigo; “2” – quarto impar
(2) “1” – o quarto de amigo é impar; “0” – quarto impar que não é quarto de amigo; “2” – quarto par.
A matriz de transição é a mesma para dois: 0→ 0 com probabilidade 0 0→ 1 com probabilidade 0 0→ 2 com probabilidade 1 1→ 0 com probabilidade 0 1→ 1 com probabilidade 1 1→ 2 com probabilidade 0 2→ 0 com probabilidade 2/3 2→ 1 com probabilidade 1/3 2→ 2 com probabilidade 0.

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Lista 7. Cadeias de Markov I (tempo discreto). Gabarito.
Solução Exerćıcio 3. Pela indução. Seja fórmula para Pn é certa. Provamos que para Pn+1 é certa também:
tem que provar que(
1
2 + 1
2 (2p− 1)n 1
2 −
1
2 (2p− 1)n
1
2 −
1
2 (2p− 1)n 1
2 + 1
2 (2p− 1)n
)(
p 1− p
1− p p
)
=
(
1
2 + 1
2 (2p− 1)n+1 1
2 −
1
2 (2p− 1)n+1
1
2 −
1
2 (2p− 1)n+1 1
2 + 1
2 (2p− 1)n+1
)
Realmente
p
(
1
2
+
1
2
(2p− 1)n
)
+ (1− p)
(
1
2
− 1
2
(2p− 1)n
)
=
1
2
+
1
2
(2p− 1)n (p− (1− p))
=
1
2
+
1
2
(2p− 1)n+1
e
(1− p)
(
1
2
+
1
2
(2p− 1)n
)
+ p
(
1
2
− 1
2
(2p− 1)n
)
=
1
2
+
1
2
(2p− 1)n ((1− p)− p)
=
1
2
− 1
2
(2p− 1)n+1
O que termina a prova. �
Solução Exerćıcio 5. O fato que ηn é uma cadeia de Markov basta mostrar que ηn+1 é uma função de ηn e uma
variável aleatória independente, ou seja, ηn+1 = F (ηn, ξn+1) em que ξi são i.i.d. e ηi, ξi+1 são independentes para
quaisquer i.
(a) A equação ηn+1 = ηn + ξn+1 prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição
P = (pij), em que
pij =
{
p se j = i+ 1
1− p se j = i− 1
i ∈ N = {0, 1, . . . }.
(b) A equação ηn+1 = max(ηn, ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição
P = (pij), i, j = ±1, em que
p−1,−1 = 1− p, p−1,1 = p, p1,−1 = 0, p1,1 = p
(c) A equação ηn+1 = ηn · ξn+1) prova que ηn forma uma cadeia de Markov com seguinte matriz de transição
P = (pij), i, j = ±1, em que
p−1,−1 = p, p−1,1 = 1− p, p1,−1 = 1− p, p1,1 = p
�
Solução Exerćıcio 6. Seja d fixo. A configuração de bolas em duas caixas é determinada sabendo número de
bolas pretas em primeira caixa. Assim, o conjunto de posśıveis configurações é equivalente o conjunto E = {0, 1, . . . , d}
– posśıveis números de bolas pretas em primeira caixa. Assim, se k 6= 0, d
k → k 2 · k
d
· d− k
d
k → k + 1
(
d− k
d
)2
k → k − 1
(
k
d
)2
e
0→ 1 com probabilidade 1
d→ d− 1 com probabilidade 1
�
Solução Exerćıcio 7. Estados dessa cadeia pode ser o conjunto de quartos. Aqui supomos que o quarto de
Alfredinho é estado absorvente. Mas conjunto de estados pode ser reduzido: “0” – não é o quarto de Alfredinho, “1” –
quarto de Alfredinho. Nestes condições o passeio de Alfredinho é cadeia de Markov com seguinte matriz de transição
0→ 0 com probabilidade 5/6
0→ 1 com probabilidade 1/6
1→ 0 com probabilidade 0
1→ 1 com probabilidade 1
Por isso a probabilidade de “visitar” 10 quartos antes de entrar no seu quarto é(
5
6
)10
1
6
.
�
Solução Exerćıcio 8. Os estados desse “passeio” pode ser representado em um dos jeitos:
(1) “1” – o quarto de amigo é par; “0” – quarto par que não é quarto de amigo; “2” – quarto impar
(2) “1” – o quarto de amigo é impar; “0” – quarto impar que não é quarto de amigo; “2” – quarto par
A matriz de transição é a mesma para dois:
0→ 0 com probabilidade 0
0→ 1 com probabilidade 0
0→ 2 com probabilidade 1
1→ 0 com probabilidade 0
1→ 1 com probabilidade 1
1→ 2 com probabilidade 0
2→ 0 com probabilidade 2/3
2→ 1 com probabilidade 1/3
2→ 2 com probabilidade 0
�

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