Prévia do material em texto
História do Direito do Trabalho • A história do trabalho humano é uma história de terror (a palavra trabalho tem origem em tripalium, instrumento usado para a pratica de tortura). • A primeira civilização conhecida já era escravocrata, há mais de 5.000 anos. • Ao senhor dos escravos tudo era permitido: torturas, mutilações, amputações de toda ordem. • O trabalho humano não tinha limite de horário ou esforço. A vida do escravo, mera mercadoria, dependia apenas do desejo do opressor. Sociedades primitivas • Nas sociedades primitivas as pessoas se agrupavam em tribos, definidas predominantemente por razões geográficas. • O trabalho e os afazeres domésticos eram divididos entre os membros do grupo conforme suas habilidades e sexo, sendo destinada ao homem a tarefa da caça. • O homens mais fortes e melhores guerreiros, bem como os chefes das tribos, faziam significativo numero de escravos. Direito do Trabalho I Professora: Patrícia Scorzelli Idade Média • A Idade Média caracterizou-se pela economia ruralizada. • No campo econômico, o sistema de produção era feudal, com sociedade hierarquizada, sem perspectivas de ascensão dos servos. • Características: Produção autossuficiente, técnica rudimentar, poder local concentrado nas mãos dos senhores feudais, donos das terras que exerciam controle sobre as pessoas que nela habitavam, os servos pagavam com produtos o direito de usar a terra e recebiam em troca, proteção militar de seus senhores. As Corporações de Ofício • Nas cidades destacaram-se os artesãos e os comerciantes., mais tarde chamados de burgueses. Estas camadas sociais, para conquista de direitos e liberdades, formaram confrarias. Os comerciantes formaram as guildas, os artesãos , num segundo momento, criaram associações denominadas corporações de ofício. • Os artesãos mantinham assistentes, denominados aprendizes, que se aproximavam daqueles para aprender o ofício. Após ficar pronto para a execução do trabalho, o aprendiz abria sua própria oficina ou não tendo economia para tanto, continuava a trabalhar para o seu mestre na condição de jornaleiro. Esse era um trabalhador que recebia por dia de trabalho, sendo sua remuneração considerada salário. • No dia 17 de março de 1791 a assembleia da Revolução aprovava um projeto de Visconde de Novilles suprimindo todas as corporações. No dia 17 de junho do mesmo ano a Lei Chapelier considerou as corporações atentatórias aos direitos do homem e do cidadão. Revolução Comercial • As bases do capitalismo se iniciaram na Revolução Comercial do século XV, quando seu eixo economico-produtivo foi transferido, gradualmente, do campo para a cidade. Nessa época espalhou-se o costume de trocas. A Revolução Industrial O trabalho moderno é fruto da Revolução Industrial, que ocorreu primeiramente na Inglaterra, em meados do século XVIII. Alguns fatores são destacados para que esta Revolução Industrial, e consequentemente, o capitalismo, tenha se iniciado na Inglaterra. Em primeiro lugar, os relatos apontam para a invenção das máquinas a vapor, alterando o processo produtivo, na Inglaterra e a concentração e o excesso de mão de obra nas cidades, em razão da expulsão dos camponeses por iniciativa dos nobres ingleses. A legislação de proteção ao trabalho Na Inglaterra e na Alemanha Após a aprovação da primeira lei inglesa de proteção ao trabalho, em 1802, seguiram-se as leis de 1819 (idade para trabalho das crianças nas fábricas), de 1833 (inspeção nas oficinas) e de 1844 (medidas de segurança no trabalho). Na Alemanha, com Bismarck, criou-se um verdadeiro código de seguridade social. Na França Avanço legislativo mais lento. Registra-se a primeira lei de proteção em 22 de março de 1841., proibindo o trabalho nas usinas em manufaturas de crianças com menos de 8 anos, limitando o trabalho em 8 horas por dia para crianças menores de 12 anos, além de fixar para os adolescentes , de 12 a 16 anos, jornada de 12 horas de trabalho. A legislação de proteção ao trabalho No Brasil O Decreto 1.313 de 1891 foi apontado como a primeira legislação trabalhista brasileira. Esse decreto regulou o trabalho das crianças e dos adolescentes, também, proibiu o trabalho noturno dos menores de 15 anos e limitou a 7 horas a jornada dos menores. A lei 4.928 de 25 de dezembro de 1925 dispôs sobre a concessão de 15 dias de férias aso trabalhadores da indústria, do comércio e aos bancários. O Decreto 17.934-A de 21 de outubro de 1927, instituiu o Código de Menores que dispôs, sobre normas de proteção proibindo o trabalho do menor de 12 anos, bem como o do menor de 14 anos que não tivesse ao menos instrução primária, entre restrições. A legislação de proteção ao trabalho No Brasil Os anos 1930, impulsionados pela Revolução de 1930, pela qual Getúlio Vargas foi conduzido à Presidência da Republica, foram de enorme expansão do Direito do trabalho. Nesse período, as conquistas aprovadas no âmbito da OIT foram objeto de diversas leis no Brasil, em sua maioria de iniciativa da Presidência da Republica, diante da politica trabalhista de Getúlio Vargas. A legislação de proteção ao trabalho A Consolidação das Leis do Trabalho ( CLT ) - 1943 Promulgada pelo Decreto-Lei nº 5.452/1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), reunindo os temas de direito individual do trabalho, direito coletivo do trabalho e direito processual do trabalho. A legislação de proteção ao trabalho A Constituição Federal de 1988 A Constituição de 1988 foi um marco na consagração, em seu art. 7º, de direitos individuais dos trabalhadores, denominados direitos sociais, como também e, principalmente, foi responsável por um novo processo de amadurecimento do movimento sindical brasileiro, em razão da autonomia sindical, ainda que relativa, consagrada em seu art. 8º. Trabalho: origem da palavra • Do ponto de vista histórico e etimológico a palavra trabalho decorre de algo desagradável: dor, castigo, sofrimento, tortura. • O termo trabalho tem origem no latim – tripalium. • Tripalium = espécie de instrumento de tortura. • Tripaliare = trabalhar Definição de Trabalho • Se no passado tinha conotação de tortura, hoje significa toda energia física ou intelectual empregada pelo homem com finalidade produtiva. • Nem toda atividade humana produtiva constitui objeto do Direito do trabalho, pois somente a feita em favor de terceiros interessa ao nosso estudo e não a energia desprendida para si próprio. Direito do Trabalho: Conceito • Três correntes a respeito: - Subjetiva - Objetiva - Mista Corrente Subjetiva • Prioriza os sujeitos (pessoas) da relação de emprego: o empregado e o empregador. • Ao se conceituar sob a ótica subjetivista, destaca-se a fragilidade da condição econômica do empregado na relação jurídica. • Para Cesarino Junior, no Direito do Trabalho, o empregado tem papel de destaque: É o conjunto de leis que consideram individualmente o empregado e o empregador, unidos numa relação contratual. (...) O sistema jurídico protege o economicamente fraco na relação jurídica. Corrente Objetiva • A corrente objetiva observa o conteúdo do Direito do Trabalho e não seus destinatários. Segundo Vólia Bonfim, não prioriza os sujeitos da relação jurídica, mas a lei, o campo objetivo. Tem como fio condutor a prestação de serviço subordinado, objeto do contrato de trabalho. • Para Vólia não há como dissociar as duas correntes pois uma complementa a outra. Corrente Mista (majoritária na doutrina) • A terceira corrente é majoritária pois engloba as duas correntes anteriores valorando tanto os sujeitos da relação de trabalho quanto o conteúdo do Direito do Trabalho. • A corrente mista tem como adeptos: Sergiohttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado a) De serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo. Diz respeito à execução de atividades trabalhistas transitórias ou a prestação serviços de natureza transitória como por exemplo a contratação de um professor de espanhol para ministrar aulas durante dois ou três meses, visando transmitir noções básicas aos empregados de uma agencia de turismo, ou ainda, a realização de atividade laboral transitória coincidente com a atividade permanente da empresa que seria o caso de uma fábrica de peças que tivesse que aumentar sua produção normal, em caso excepcional, essa empresa poderia contratar empregados para suprir essa necessidade. Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado b) De atividades empresariais de caráter transitório A própria atividade a ser desenvolvida é de caráter transitório. Exemplos: Empresa que somente desenvolve suas atividades no período que antecede a Páscoa para a produção de ovos de chocolate, empresas que trabalham com produtos de festa junina em meados do ano. Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado c) Contrato de experiência É aquele destinado a permitir que o empregador, durante o prazo máximo de 90 dias (noventa) dias, verifique as aptidões do empregado e decida sobre a conveniência de contratá-lo por prazo indeterminado. Ao empregado admitido para o período de experiência aplicam-se normalmente as regras da CLT. Ele é considerado pela lei como empregado, deve ser registrado, sua carteira anotada etc. Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado c) Contrato de experiência Súmula nº 188 do TST CONTRATO DE TRABALHO. EXPERIÊNCIA. PRORROGAÇÃO O contrato de experiência pode ser prorrogado, respeitado o limite máximo de 90 (noventa) dias. Art. 451 CLT O contrato de trabalho por prazo determinado que, tácita ou expressamente, for prorrogado mais de uma vez passará a vigorar sem determinação de prazo. Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado c) Contrato de experiência O prazo máximo de vigência de um contrato de experiência é de 90 dias e não de 3 meses. Vale ressaltar que não é todo mês que tem 30 dias. A prorrogação é admitida uma única vez, dentro do prazo máximo de 90 dias. Art. 445 CLT - O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, observada a regra do art. 451. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) Parágrafo único. O contrato de experiência não poderá exceder de 90 (noventa) dias. (Incluído pelo Decreto-leinº 229, de 28.2.1967) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art445 Interrupção e Suspensão do Contrato de Trabalho O Contrato Individual de Trabalho é um contrato de trato sucessivo, no qual os direitos e as obrigações se renovam a cada período. Assim poderão ocorrer diversos eventos no curso da relação empregatícia, que poderão resultar na interrupção ou suspensão dos efeitos principais do contrato. Interrupção do Contrato de Trabalho Características - Manutenção do vínculo empregatício - O empregado não presta serviços ao empregador - Pagamento dos salários no período - Cômputo do período como tempo de serviço - Há recolhimento do FGTS - Sustação restrita e unilateral dos seus principais efeitos. Suspensão do contrato de Trabalho Características - Manutenção do vínculo empregatício - O empregado não presta serviços ao empregador - Não há o pagamento dos salários no período - Em regra, não há cômputo do período como tempo de serviço - Em regra, não há recolhimento do FGTS - Sustação ampliada e recíproca dos seus principais efeitos. Suspensão do contrato de Trabalho No âmbito da Suspensão do contrato de Trabalho, não há computo do período como tempo de serviço e não há o respectivo recolhimento do FGTS. Mas, essas regras, comportam duas exceções, que são atípicas de suspensão do contrato individual de trabalho , que são, acidente de trabalho após o 15º dia e prestação de serviço militar obrigatório ( arts. 4º, parágrafo único da CLT e 15, §5º , da Lei 8.036/1990. Suspensão do Contrato de Trabalho Art. 4ºCLT Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada. Parágrafo único - Computar-se-ão, na contagem de tempo de serviço, para efeito de indenização e estabilidade, os períodos em que o empregado estiver afastado do trabalho prestando serviço militar ... (VETADO) ... e por motivo de acidente do trabalho. (Incluído pela Lei nº 4.072, de 16.6.1962). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4072.htm#art4p Suspensão do Contrato de Trabalho Lei 8.036/90 Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965. (Vide Lei nº 13.189, de 2015) Vigência § 5º O depósito de que trata o caput deste artigo é obrigatório nos casos de afastamento para prestação do serviço militar obrigatório e licença por acidente do trabalho. (Incluído pela Lei nº 9.711, de 1998) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art457 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art457 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art457 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art457 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art458 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art458 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art458 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art458 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art458 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4090.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4749.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art9 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13189.htm#art12 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9711.htm#art22 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho São causas justificadas pelo ordenamento trabalhista vigente: Art. 473 CLT - O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) I - até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) – LICENÇA NOJO - II - até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) – LICENÇA GALA III - por um dia, em caso de nascimento de filho no decorrer da primeira semana; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) – TRATA-SE DE NORMA CONSTITUCIONAL DE EFICÁCIA LIMITADA, OU SEJA , DEPENDE DE LEI INFRACONSTITUCIONAL REGULAMENTADORA PARA A PRODUÇÃO DE TODOS OS SEUS EFEITOS, NOS TERMOS DO ART. 10, §1º , DO ADCT. PRAZO DE 5 DIAS. ATUALMENTE PREVALECE O ENTENDIMENTO QUE ESSE DISPOSITIVO FOI REVOGADO TACITAMENTE PELO ADVENTO DO ART.7º, XIX, DA CF/88. IV - por um dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) V - até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos têrmos da lei respectiva. (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) VIDE TAMBÉM ART.98 DA LEI 9.504/1997 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art473 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho VI - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. 65 da Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar). (Incluído pelo Decreto-lei nº 757, de 12.8.1969) VII - nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior. (Inciso incluído pela Lei nº 9.471, de 14.7.1997) VIII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo. (Incluído pela Lei nº 9.853, de 27.10.1999) Súmula 155/TST - 08/03/2017. Falta ao serviço. Ausência ao serviço. Comparecimento como parte. Salário. Impossibilidade de desconto. «As horas em que o empregado falta ao serviço para comparecimento necessário, como parte, à Justiça do Trabalho, não serão descontadas de seus salários.» ART.822 CLT= Art. 822 - As testemunhas não poderão sofrer qualquer desconto pelas faltas ao serviço, ocasionadas pelo seucomparecimento para depor, quando devidamente arroladas ou convocadas. Art. 463. CPC O depoimento prestado em juízo é considerado serviço público. Parágrafo único. A testemunha, quando sujeita ao regime da legislação trabalhista, não sofre, por comparecer à audiência, perda de salário nem desconto no tempo de serviço IX - pelo tempo que se fizer necessário, quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro. (Incluído pela Lei nº 11.304, de 2006) X - até 2 (dois) dias para acompanhar consultas médicas e exames complementares durante o período de gravidez de sua esposa ou companheira; (Incluído dada pela Lei nº 13.257, de 2016) XI - por 1 (um) dia por ano para acompanhar filho de até 6 (seis) anos em consulta médica. (Incluído dada pela Lei nº 13.257, de 2016) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4375.htm#art65c http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0757.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9471.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9853.htm#art2 https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=155#topo http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htmhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11304.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13257.htm#art37 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho - Licenças remuneradas Qualquer licença remunerada concedida ao empregado será considerada interrupção do contrato de trabalho. Exemplo: afastamento remunerado para fins de estudo = Sabático - Férias – art. 7º, XVII CF/88 - Descanso semanal remunerado - art. 7º, XV CF/88 - Feriados Civis e Religiosos Causas de Interrupção do contrato de Trabalho - Licença –maternidade art. 7º, XVIII CF/88 = 120 dias Art. 392. A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego e do salário. (Redação dada pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) § 1o A empregada deve, mediante atestado médico, notificar o seu empregador da data do início do afastamento do emprego, que poderá ocorrer entre o 28º (vigésimo oitavo) dia antes do parto e ocorrência deste. (Redação dada pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) § 2o Os períodos de repouso, antes e depois do parto, poderão ser aumentados de 2 (duas) semanas cada um, mediante atestado médico.(Redação dada pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) § 3o Em caso de parto antecipado, a mulher terá direito aos 120 (cento e vinte) dias previstos neste artigo. (Redação dada pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) § 4o É garantido à empregada, durante a gravidez, sem prejuízo do salário e demais direitos:(Redação dada pela Lei nº 9.799, de 26.5.1999) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho I - transferência de função, quando as condições de saúde o exigirem, assegurada a retomada da função anteriormente exercida, logo após o retorno ao trabalho; (Incluído pela Lei nº 9.799, de 26.5.1999) II - dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de, no mínimo, seis consultas médicas e demais exames complementares. (Incluído pela Lei nº 9.799, de 26.5.1999) § 5o (VETADO) (incluído pela Lei nº 10.421, de 2002) Art. 392-A. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade nos termos do art. 392, observado o disposto no seu § 5o. (Incluído pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) Art. 392-A. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade nos termos do art. 392. (Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013) § 1o No caso de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade, o período de licença será de 120 (cento e vinte) dias.(Incluído pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) (Revogado pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência § 2o No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro) anos de idade, o período de licença será de 60 (sessenta) dias.(Incluído pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) (Revogado pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência • s, para as demais seguradas. (Incluído pela lei nº 9.876, de 26.11.99) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art392 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/Mensagem_Veto/2002/Vep264-L10421-02.pdf http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art7 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art7 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho • OBS: O salário –maternidade está previsto nos arts. 71 a 73 da Lei 8.213/91Art. 71. O salário-maternidade é devido à segurada da Previdência Social, durante 120 (cento e vinte) dias, com início no período entre 28 (vinte e oito) dias antes do parto e a data de ocorrência deste, observadas as situações e condições previstas na legislação no que concerne à proteção à maternidade. (Redação dada pala Lei nº 10.710, de 5.8.2003) • Parágrafo único. A segurada especial e a empregada doméstica podem requerer o salário-maternidade até 90 (noventa) dias após o parto. (Incluído pela Lei nº 8.861, de 1994) (Revogado pela Lei nº 9.528, de 1997) • Art. 71-A. À segurada da Previdência Social que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança é devido salário-maternidade pelo período de 120 (cento e vinte) dias, se a criança tiver até 1(um) ano de idade, de 60 (sessenta) dias, se a criança tiver entre 1 (um) e 4 (quatro) anos de idade, e de 30 (trinta) dias, se a criança tiver de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade. (Incluído pela Lei nº 10.421, de 15.4.2002) • Art. 71-A. À segurada da Previdência Social que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança é devido salário-maternidade pelo período de cento e vinte dias. (Redação dada pela Medida Provisória nº 619, de 2013) • Parágrafo único. O salário-maternidade de que trata este artigo será pago diretamente pela Previdência Social. (Incluído pela Lei nº 10.710, de 5.8.2003) • Art. 71-A. Ao segurado ou segurada da Previdência Social que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança é devido salário-maternidade pelo período de 120 (cento e vinte) dias. (Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013) • § 1o O salário-maternidade de que trata este artigo será pago diretamente pela Previdência Social. (Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013) • § 2o Ressalvado o pagamento do salário-maternidade à mãe biológica e o disposto no art. 71-B, não poderá ser concedido o benefício a mais de um segurado, decorrente do mesmo processo de adoção ou guarda, ainda que os cônjuges ou companheiros estejam submetidos a Regime Próprio de Previdência Social.(Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art71 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8861.htm#art71p http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9528.htm#art15 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10421.htm#3 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Mpv/mpv619.htm#art3 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Mpv/mpv619.htm#art3 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art71ap http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho Art. 71-B. No caso de falecimento da segurada ou segurado que fizer jus ao recebimento do salário-maternidade, o benefício será pago, por todo o período ou pelo tempo restante a que teria direito, ao cônjuge ou companheiro sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, exceto no caso do falecimento do filho ou de seu abandono, observadas as normas aplicáveis ao salário- maternidade. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) § 1o O pagamento do benefício de que trata o caput deverá ser requerido até o último dia do prazo previsto para o término do salário-maternidade originário. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) § 2o O benefício de que trata o caput será pago diretamente pela Previdência Social durante o período entre a data do óbito e o último dia do término do salário-maternidade originário e será calculado sobre: (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) I - a remuneração integral, para o empregado e trabalhador avulso; (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) II - o último salário-de-contribuição, para o empregado doméstico; (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) III - 1/12 (um doze avos) da soma dos 12 (doze) últimos salários de contribuição, apurados em um período não superior a 15 (quinze) meses, para o contribuinte individual, facultativo e desempregado; e (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) IV - o valor do salário mínimo, para o segurado especial. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) § 3o Aplica-se o disposto neste artigo ao segurado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção.(Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) Art. 71-C. A percepção do salário-maternidade, inclusive o previsto no art. 71-B, está condicionada ao afastamento do segurado do trabalho ou da atividade desempenhada, sob pena de suspensão do benefício. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) (Vigência) Art. 72. O salário-maternidade para a segurada empregada ou trabalhadora avulsa consistirá numa renda mensal igual à sua remuneração integral e será pago pela empresa, efetivando-se a compensação quando do recolhimento das contribuições, sobre a folha de salários. Parágrafo único. A empresa deverá conservar durante 10 (dez) anos os comprovantes dos pagamentos e os atestados correspondentes para exame pela fiscalização da Previdência Social. Art. 72. O salário-maternidade para a segurada empregada ou trabalhadora avulsa consistirá numa renda mensal igual a sua remuneração integral.(Redação Dada pela Lei nº 9.876, de 26.11.99) § 1o Cabe à empresa pagar o salário-maternidade devido à respectiva empregada gestante, efetivando-se a compensação, observado o disposto no art. 248 da Constituição Federal, quando do recolhimento das contribuições incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço. (Incluído pela Lei nº 10.710, de 5.8.2003) § 2o A empresa deverá conservar durante 10 (dez) anos os comprovantes dos pagamentos e os atestados correspondentes para exame pela fiscalização da Previdência Social. (Incluído pela Lei nº 10.710, de 5.8.2003) § 3o O salário-maternidade devido à trabalhadora avulsa será pago diretamente pela Previdência Social. (Incluído pela Lei nº 10.710, de 5.8.2003) § 3o O salário-maternidade devido à trabalhadora avulsa e à empregada do microempreendedor individual de que trata o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, será pago diretamente pela Previdência Social. (Redação dada pela Lei nº 12.470, de 2011) Art. 73. O salário-maternidade será pago diretamente pela Previdência Social à empregada doméstica, em valor correspondente ao do seu último salário-de-contribuição. Art. 73. O salário-maternidade será pago diretamente pela Previdência Social a empregada doméstica, em valor correspondente ao do seu último salário-de-contribuição, e à segurada especial, no valor de 1 (um) salário mínimo, observado o disposto no regulamento desta lei. (Redação dada pela Lei nº 8.861, de 1994) Art. 73. Assegurado o valor de um salário mínimo, o salário-maternidade para as demais seguradas consistirá: (Redação dada pela lei nº 9.876, de 26.11.99) Art. 73. Assegurado o valor de um salário-mínimo, o salário-maternidade para as demais seguradas, pago diretamente pela Previdência Social, consistirá: (Redação dada pela Lei nº 10.710, de 5.8.2003) I - em um valor correspondente ao do seu último salário-de-contribuição, para a segurada empregada doméstica; (Incluído pela lei nº 9.876, de 26.11.99) II - em um doze avos do valor sobre o qual incidiu sua última contribuição anual, para a segurada especial; (Incluído pela lei nº 9.876, de 26.11.99) III - em um doze avos da soma dos doze últimos salários-de-contribuição, apurados em um período não superior a quinze meses http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art5 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art248 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art72§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art72§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art72§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art72§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art72§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp123.htm#art18a http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp123.htm#art18a http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp123.htm#art18a http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp123.htm#art18a http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12470.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8861.htm#art73 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art73 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.710.htm#art73 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9876.htm#art2 Causas de Interrupção do contrato de Trabalho § 3o No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito) anos de idade, o período de licença será de 30 (trinta) dias.(Incluído pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) (Revogado pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência § 4o A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã.(Incluído pela Lei nº 10.421, 15.4.2002) § 5o A adoção ou guarda judicial conjunta ensejará a concessão de licença-maternidade a apenas um dos adotantes ou guardiães empregado ou empregada. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) Art. 392-B. Em caso de morte da genitora, é assegurado ao cônjuge ou companheiro empregado o gozo de licença por todo o período da licença- maternidade ou pelo tempo restante a que teria direito a mãe, exceto no caso de falecimento do filho ou de seu abandono. Art. 392-B. Em caso de morte da genitora, é assegurado ao cônjuge ou companheiro empregado o gozo de licença por todo o período da licença- maternidade ou pelo tempo restante a que teria direito a mãe, exceto no caso de falecimento do filho ou de seu abandono. (Redação dada pela Lei nº 12.873, de 2013)(Vigência) Art. 392-C. Aplica-se, no que couber, o disposto no art. 392-A e 392-B ao empregado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção. (Incluído pela Lei nº 12.873, de 2013) Art. 393. Durante o período a que se refere o artigo anterior, a mulher terá direito aos salários integrais, calculados de acordo com a média dos seis últimos meses de trabalho, sendo-lhe ainda facultado reverter à função que anteriormente ocupava. Parágrafo único. A concessão de auxílio-maternidade por parte de instituição de previdência social não isenta o empregador da obrigação a que alude o artigo. Art. 393 - Durante o período a que se refere o art. 392, a mulher terá direito ao salário integral e, quando variável, calculado de acordo com a média dos 6 (seis) últimos meses de trabalho, bem como os direitos e vantagens adquiridos, sendo-lhe ainda facultado reverter à função que anteriormente ocupava. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) Art. 394 - Mediante atestado médico, à mulher grávida é facultado romper o compromisso resultante de qualquer contrato de trabalho, desde que este seja prejudicial à gestação. Art. 394-A. A empregada gestante ou lactante será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, devendo exercer suas atividades em local salubre. (Incluído pela Lei nº 13.287, de 2016) Parágrafo único. (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.287, de 2016) Art. 395 - Em caso de aborto não criminoso, comprovado por atestado médico oficial, a mulher terá um repouso remunerado de 2 (duas) semanas, ficando- lhe assegurado o direito de retornar à função queocupava antes de seu afastamento. Art. 396 - Para amamentar o próprio filho, até que este complete 6 (seis) meses de idade, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a 2 (dois) descansos especiais, de meiahora cada um. Parágrafo único - Quando o exigir a saúde do filho, o período de 6 (seis) meses poderá ser dilatado, a critério da autoridade competente http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art8 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm#art7 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10421.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art63ii http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12873.htm#art6 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art393 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art393 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art393 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13287.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13287.htm Causas de Interrupção do contrato de Trabalho OBS: prevalece o entendimento que a hipótese em estudo é causa de interrupção do contrato de trabalho.... OBS 2: Lei 11.770/2008 – criou o programa empresa cidadã. Causas de Interrupção do contrato de Trabalho • Aborto não criminoso –art.395 CLT • Aviso Prévio – art. 488 – CLT • Intervalo intrajornada Causas de Suspensão do contrato de Trabalho • Faltas injustificadas • Licenças não remuneradas • Greve – art. 7º Lei 7.783/90 • Empregado eleito diretor da empresa • Aposentadoria por invalidez • Suspensão disciplinar Alteração do Contrato de Trabalho Segundo Vólia Bonfim, sendo o contrato de trabalho um ajuste de trato sucessivo, isto é, cuja execução não se exaure num único momento, pois se dá de forma continuada, é possível que durante sua vigência as condições iniciais de trabalho sofram mudanças e acarretem modificações do conteúdo, das cláusulas, dos direitos e obrigações dos contratantes. Essas alterações contratuais viabilizam a continuidade da relação de emprego de forma a não onerar excessivamente nenhum dos contratantes, adaptando o contrato as mudanças necessárias. Alteração do Contrato de Trabalho Fala-se em alteração do contrato de trabalho, mas na verdade, o que ocorre, é a modificação de suas cláusulas. Alteração do Contrato de Trabalho Quantitativa Qualitativa Obrigatória ou imperativa Voluntária ou espontânea Alteração Contratual Unilateral Bilateral Legal Ilegal Alteração do Contrato de Trabalho Alteração Quantitativa É a mudança contratual que acarreta aumento ou diminuição do salário, da jornada, da quantidade de afazeres. Alteração do Contrato de Trabalho Alteração Qualitativa Será qualitativa quando ocorrer mudança da qualidade ou na natureza do trabalho. Isto ocorre quando há promoção, rebaixamento, alteração da função, cargo, status, atribuições, horário e turno (não alterando a jornada), local (espaço físico) ou localidade (município, estado ou país) da prestação de serviço, etc. Para Délio Maranhão o local da prestação de serviços (sala, mesa, andar) importa alteração contratual salvo se causar prejuízo para o empregado como local mal iluminado, sem ventilação etc., condições que inexistiam anteriormente. Alteração do Contrato de Trabalho Alteração Obrigatória É aquela pela qual a vontade individual das partes não concorre, pois decorre de fonte formal heterônoma de direito que obriga e vincula o empregador. Logo, todas as alterações determinadas pelo Estado (Constituição, Leis, Decretos...) são consideradas obrigatórias. Exemplos: são aquelas que implicam benefícios ao empregado, tais como estabilidades, majoração salarial decorrentes de ajustes legais, redução da jornada de trabalho etc. Alteração do Contrato de Trabalho As alterações imperativas não ocorrem apenas pelas modificações da legislação. Também se apresentam quando os fatos, as condições de trabalho, a forma de execução do contrato se modificam e, por isso, passam a se enquadrar em outras regras. Exemplo: o bancário que retorna do cargo de chefia para o efetivo, retornando à jornada de seis horas, quando antes era de oito horas. Exemplo 2: Art. 461 CLT - Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade. Exemplo 3: Art. 469 CLT- Ao empregador é vedado transferir o empregado, sem a sua anuência, para localidade diversa da que resultar do contrato, não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio . § 3º - Em caso de necessidade de serviço o empregador poderá transferir o empregado para localidade diversa da que resultar do contrato, não obstante as restrições do artigo anterior, mas, nesse caso, ficará obrigado a um pagamento suplementar, nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) dos salários que o empregado percebia naquela localidade, enquanto durar essa situação. Alteração do Contrato de Trabalho Alterações Voluntárias São aquelas que as partes concorrem para a mudança diretamente ou através das normas coletivas. Podem ser unilaterais ou bilaterais Devem observar sempre o art. 468 da CLT Art. 468 CLT- Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. Parágrafo único - Não se considera alteração unilateral a determinação do empregador para que o respectivo empregado reverta ao cargo efetivo, anteriormente ocupado, deixando o exercício de função de confiança. Alteração do Contrato de Trabalho Alterações Voluntárias Unilateral É exemplo, o aumento espontâneo do salário. OBS: Se a alteração, for prejudicial ao trabalhador, haverá a automática substituição da cláusula contratual nula pela norma legal mínima ou anterior. Assim, não poderá o empregador, por exemplo, que sempre concedeu alimentação graciosa, suprimi-la, ou aquele que pagava gratificação por tempo de serviço deixar de pagar. Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Para Sergio Pinto Martins, o empregador poderá fazer, unilateralmente, ou em certos casos especiais pequenas modificações no contrato de trabalho que não venham a alterar significativamente o pacto laboral, nem importem prejuízo ao operário. É o ius variandi, que decorre do poder de direção do empregador. Não são alterações substanciais. Exemplos: Alteração da função do empregado, seu horário de trabalho, o local da prestação de serviços, substituição de férias de colega de trabalho. Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Exemplo 1: A alteração do horário de trabalho pode acontecer, como no fato de o trabalhador que prestava serviços à noite passar a trabalhar durante o dia, o que é admitido implicitamente de acordo com a Súm 265 do TST ( ADICIONAL NOTURNO. ALTERAÇÃO DE TURNO DE TRABALHO. POSSIBILIDADEPinto Martins, Mauricio Godinho, Arnaldo Süssekind dentre outros. Corrente Mista • Para Vólia Bonfim, o conceito de Direito do Trabalho é um sistema jurídico permeado por institutos, valores, regras e princípios dirigidos aos trabalhadores subordinados, aos empregadores, empresas coligadas, tomadores de serviço, para tutela do contrato mínimo de trabalho, das obrigações decorrentes das relações de trabalho, das medidas que visam a proteção da sociedade trabalhadora, sempre norteadas pelos princípios constitucionais, principalmente o da dignidade da pessoa humana. Características Característica mais marcante do Direito do Trabalho é a proteção do trabalhador, seja através da norma sobre as regulamentações da relação de emprego, seja através de medidas sociais adotadas e implementadas pelo governo e pela sociedade. Direito do Trabalho Definição O Direito do Trabalho pode ser conceituado como o ramo da ciência jurídica dotado de um conjunto de princípios, regras, instituições e institutos próprios que disciplinam a relação de emprego. Direito do Trabalho Finalidade A finalidade do Direito do Trabalho é estabelecer normas protetivas para o empregado com o escopo da promoção de condições dignas de labor. Assim, o grande objetivo do Direito do Trabalho é a melhoria da condição social do trabalhador. Esse ideário encontra respaldo no art. 1º, III da CF/88 que rege o princípio da dignidade da pessoa humana. Direito do Trabalho Divisão O Direito do trabalho divide-se em direito individual e o direito coletivo. O Direito individual caracteriza-se pela existencia de uma relação jurídica cujos interesses são concretos tanto para os empregados quanto aos empregadores (empresários). Já o Direito coletivo foca os interesses abstratos do grupo, como a organização sindical e a forma de representação coletiva dos interesses da classe profissional e econômica. Direito do Trabalho Natureza Jurídica Existem 5 correntes quanto à natureza jurídica do Direito do Trabalho. 1) Direito Publico 2) Direito Privado 3) Direito Social 4) Direito Misto 5) Direito Unitário Direito do Trabalho Natureza Jurídica Direito Público Entende que o Direito do Trabalho faz parte do Direito Público, tendo em vista a natureza de suas normas, que são imperativas, cogentes e de ordem administrativa. O Estado determina as regras mínimas do contrato, é intervencionista e considera nulo qualquer ato que vise desvirtuar a aplicação da legislação trabalhista – art. 9º CLT. Art. 9º CLT - Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação. O Direito do trabalho tem finalidade social, de proteger os hipossuficientes, suas normas dizem respeito a direitos indisponíveis. Direito do Trabalho Natureza Jurídica Direito Privado Essa corrente defendida por Sérgio Pinto Martins, Hugo Gueiros, Vólia Bonfim e Délio Maranhão, classifica o Direito do Trabalho como de natureza privada pois decorre de um contrato feito entre particulares, normalmente sujeitos privados. Direito do Trabalho Natureza Jurídica Direito Social Cesarino Junior é o defensor dessa corrente, que classifica o Direito do Trabalho como Direito Social por amparar os hipossuficientes, em face do caráter protetivo e social. Vólia Bonfim, rebate essa corrente , dizendo que todo Direito tem fim social, especialmente os voltados para as minorias. Direito do Trabalho Natureza Jurídica Direito Misto Para essa corrente, o Direito do Trabalho tem traços tanto do Direito Publico quanto privado, cujas normas coexistem sem divergências. De Direito Publico pois há grande intervenção estatal na legislação para a proteção do trabalhador, com regras indisponíveis. De Direito Privado, pois o Direito do Trabalho instrumentaliza-se através de um contrato, em que há autonomia de vontade na admissão, demissão e algumas cláusulas contratuais, desde que não violem a lei. Direito do Trabalho Natureza Jurídica Direito Unitário Para Arnaldo Süssekind e Evaristo de Moraes Filho, inspirados nas correntes alemãs, defendem que o Direito do Trabalho é uma fusão entre as normas de Direito Publico e de Direito Privado, constituindo algo novo, inseparável, onde não é possível identificar , de forma isolada, a parte referente ao caráter público ou privado. Flexibilização das normas trabalhistas Com a mudança da economia mundial e o consequente enfraquecimento da politica interna de cada país, dos altos índices de desemprego mundial e de subempregos de milhões de pessoas, necessário se faz a adoção de medidas que harmonizem os interesses empresariais com as necessidades profissionais, justificando a flexibilização de determinados preceitos rígidos ou de criação de regras alternativas para justificar a manutenção da saúde da empresa e da fonte de emprego. Flexibilização das normas trabalhistas Flexibilizar Pressupõe a manutenção da intervenção estatal nas relações trabalhistas estabelecendo as condições mínimas de trabalho, sem as quais não se pode conceber a vida do trabalhador com dignidade (mínimo existencial), mas autorizando, em determinados casos, exceções ou regras menos rígidas, de forma que possibilite a manutenção e dos empregos. Flexibilização das normas trabalhistas Para Rosita Nassar, a flexibilização das normas trabalhistas faz parte integrante de um processo maior de flexibilização do mercado de trabalho, consistente em um conjunto de medidas destinadas a dotar o Direito do Trabalho de novos mecanismos capazes de compatibiliza-lo com as mutações decorrentes de fatores de ordem econômica, tecnológica ou de natureza diversa. A flexibilização compreende estratégias políticas, econômicas e sociais, e não apenas jurídicas. Flexibilização das normas trabalhistas Para Maria Lucia Roboredo, um dos princípios primordiais da flexibilização é o princípio protetor do Direito do Trabalho, que incentiva o sindicato a atuar como representante dos empregados, para zelar pela classe operária. Flexibilização do Direito do Trabalho OBS: A flexibilização não pode servir ao empregador como desculpa para ter lucro superior, para aumentar sua rendimentos. A flexibilização é um direito do empregador mas deve ser usada com cautela e apenas em caso de real e comprovada necessidade de recuperação da empresa. Flexibilização do Direito do Trabalho Alice Monteiro de Barros e Arnaldo Süssekind defendem que o Brasil adotou a flexibilização negociada ou autônoma, sob o forte argumento de que a Constituição Federal de 1988 apenas autorizou em 3 hipóteses e sempre com a chancela sindical a flexibilização das normas trabalhistas no art. 7º, VI,XIII e XIV. Flexibilização das normas trabalhistas Art. 7º, CF/88- São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: VI - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo; XIII - duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; (vide Decreto-Lei nº 5.452, de 1943) XIV - jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2DE SUPRESSÃO (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 - A transferência para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno). A noite é o período em que a pessoa deve descansar! Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Exemplo 2: Permite a fixação do turno em 8 horas diárias, deixando o empregado de trabalhar 6 horas por dia. Por ato unilateral do empregador é possível para recuperação de paralisações – art. 61,§3º CLT Art. 61 CLT - Ocorrendo necessidade imperiosa, poderá a duração do trabalho exceder do limite legal ou convencionado, seja para fazer face a motivo de força maior, seja para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis ou cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto. § 3º - Sempre que ocorrer interrupção do trabalho, resultante de causas acidentais, ou de força maior, que determinem a impossibilidade de sua realização, a duração do trabalho poderá ser prorrogada pelo tempo necessário até o máximo de 2 (duas) horas, durante o número de dias indispensáveis à recuperação do tempo perdido, desde que não exceda de 10 (dez) horas diárias, em período não superior a 45 (quarenta e cinco) dias por ano, sujeita essa recuperação à prévia autorização da autoridade competente. Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi SUM-423 TST = TURNO ININTERRUPTO DE REVEZAMENTO. FIXAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO MEDIANTE NEGOCIAÇÃO COLETIVA. VALIDADE (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 169 da SBDI- 1) - Res. 139/2006 – DJ 10, 11 e 13.10.2006 Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva, os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não tem direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras. Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Exemplo 3: O empregado que tem deficiência física ou mental atestada pelo INSS pode ser readaptado em nova função. Art. 461 CLT - Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade. (Redação dada pela Lei nº 1.723, de 8.11.1952) § 4º - O trabalhador readaptado em nova função por motivo de deficiência física ou mental atestada pelo órgão competente da Previdência Social não servirá de paradigma para fins de equiparação salarial. (Incluído pela Lei nº 5.798, de 31.8.1972) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1723.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5798.htm Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Exemplo 4: O empregador poderá, também, alterar o local da prestação de serviços, transferindo o empregado, como ocorre nas hipóteses do art. 469 da CLT Art. 469 CLT- Ao empregador é vedado transferir o empregado, sem a sua anuência, para localidade diversa da que resultar do contrato, não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio . § 1º - Não estão compreendidos na proibição deste artigo: os empregados que exerçam cargo de confiança e aqueles cujos contratos tenham como condição, implícita ou explícita, a transferência, quando esta decorra de real necessidade de serviço. (Redação dada pela Lei nº 6.203, de 17.4.1975) § 2º - É licita a transferência quando ocorrer extinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado. § 3º - Em caso de necessidade de serviço o empregador poderá transferir o empregado para localidade diversa da que resultar do contrato, não obstante as restrições do artigo anterior, mas, nesse caso, ficará obrigado a um pagamento suplementar, nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) dos salários que o empregado percebia naquela localidade, enquanto durar essa situação. (Parágrafo incluído pela Lei nº 6.203, de 17.4.1975) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6203.htm#art469#art2 Alteração do Contrato de Trabalho Jus Variandi Ao empregado do garantido pela estabilidade que deixar de exercer cargo de confiança é assegurada, salvo no caso de falta grave, a reversão ao cargo efetivo que haja anteriormente ocupado . Art. 499 CLT - Não haverá estabilidade no exercício dos cargos de diretoria, gerência ou outros de confiança imediata do empregador, ressalvado o cômputo do tempo de serviço para todos os efeitos legais. § 1º - Ao empregado garantido pela estabilidade que deixar de exercer cargo de confiança, é assegurada, salvo no caso de falta grave, a reversão ao cargo efetivo que haja anteriormente ocupado. Jornada de Trabalho Jornada de trabalho pode ser conceituada como tempo diário em que o empregado fica à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens. Art. 4ºCLT - Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada. Jornada de Trabalho Súmula nº 429 do TST: TEMPO À DISPOSIÇÃO DO EMPREGADOR. ART. 4º DA CLT. PERÍODO DE DESLOCAMENTO ENTRE A PORTARIA E O LOCAL DE TRABALHO – Res. 174/2011, DEJT divulgado em 27, 30 e 31.05.2011. Considera-se à disposição do empregador, na forma do art. 4º da CLT, o tempo necessário ao deslocamento do trabalhador entre a portaria da empresa e o local de trabalho, desde que supere o limite de 10 (dez) minutos diários. Jornada de Trabalho Assim, para o TST, o trajeto interno entre a portaria da empresa e o local de trabalho constitui tempo à disposição do empregador, nos termos do art. 4º da CLT, desde que o tempo gasto no percurso no início das atividades e no seu retorno, supere o limite de 10 (dez) minutos diários, conforme disposto no art. 58, § 2º da CLT, e na Súmula nº 366 do mesmo Tribunal. Jornada de Trabalho Algumas decisões do TST: “RECURSO DE EMBARGOS INTERPOSTO PELA RECLAMADA. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM RECURSO DE REVISTA COM AGRAVO. (…) B) HORAS IN ITINERE ALUSIVAS AO TRAJETO INTERNO. SÚMULA N° 429 DO TST. TEMPO DE PERCURSO. 1. Segundo a diretriz da Súmula n° 429 desta Corte Superior, considera- se à disposição do empregador, na forma do art. 4º da CLT, o tempo necessário ao deslocamento do trabalhador entre a portaria da empresa e o local de trabalho, desde que supere o limite de dez minutos diários. 2. Na hipótese dos autos, o acórdão turmário entendeu, com suporte no verbete sumulado supramencionado, que o tempo despendido pelo reclamante no trajeto entre a portaria da empresa e o efetivo local de trabalho devia ser remunerado como hora extraordinária, bem como que a verificação dos minutos diários devidos a esse título devia ser relegada à fase de liquidação da sentença. 3. Ora, o fato de o Tribunal a quo não ter registrado qual o tempo demandado pelo trabalhador para realizar o percurso entre a portaria da empresa e o seu local de trabalho não pode ser óbice à conclusão de que no mencionado interregno, de fato, estava à disposição do empregador, pois, nessas hipóteses, a questão referente ao tempo de percurso deverá ser resolvida na fase de liquidação de sentença, na esteira do entendimento desta Subseção Especializada. Recurso de embargos conhecido e não provido. (…)” (E-ED-ARR – 78400- 08.2006.5.02.0464, Relatora Ministra: Dora Maria da Costa, Data de Julgamento: 20/02/2014, Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, Data de Publicação: DEJT 07/03/2014) Jornada de Trabalho “RECURSO DE EMBARGOS EM RECURSO DE REVISTA. ACÓRDÃO PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI 11.496/2007. HORAS IN ITINERE. TRAJETO INTERNO DA PORTARIA ATÉ O LOCAL DE EFETIVO TRABALHO. SÚMULA 429/TST. APURAÇÃO DO TEMPO GASTO EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. Cinge-se a controvérsia a se definir se a ausência do tempo efetivamente gasto no trajeto entre a portaria da empresa e o local de trabalho, nas decisões proferidas antes da edição da Súmula nº 429 do TST, constitui óbice à aplicação do entendimento da aludida súmula. Da leitura atenta da decisão embargada, que transcreve o acórdão regional, resta claro que o e. Tribunal Regional, ao adotar a tese de que ‘O trajeto percorrido pelo autor entre a portaria e o efetivo local de trabalho não se insere dentro do contexto de local de trabalho de difícil acesso ou não servido por transporte regular público, cujo regular fornecimento se faz até à portaria da empresa’ (fl. 405), não mencionou o tempo efetivamente despendido pelo empregado no deslocamento entre a portaria da empresa e o local de trabalho, razão pela qual decidiu a e. 8ª Turma que, ‘restando controvertida a duração do trajeto realizado entre a portaria e o local de trabalho do Reclamante, bem como em razão da impossibilidade do revolvimento de fatos e provas nesta instância recursal (Súmula 126 do TST) a fim de se delimitar o tempo efetivamente despendido pelo empregado no referido trajeto, não há como adequar a decisão recorrida aos termos da Súmula 429 do TST’ (fl. 406). Esta e. Subseção, de forma reiterada, tem entendido que, em casos tais, ‘O fato de o Tribunal Regional não ter registrado qual o tempo demandado pelo reclamante no percurso entre a portaria da empresa e o seu local de trabalho não constitui óbice à aplicação da Súmula 429 do TST, pois os minutos diários gastos no trajeto em questão podem ser apurados em liquidação de sentença’ (E-ED-ED-RR-129541-12.2005.5.02.0461, Data de Julgamento: 27/06/2013, Relator Ministro: Augusto César Leite de Carvalho). Dessa forma, o tempo efetivamente gasto no trajeto diário do trabalhador, da portaria da empresa ao seu local de trabalho, devido a título de horas in itinere, deverá ser apurado em liquidação de sentença, observando-se os parâmetros constantes da Súmula 429 do TST. Precedentes. Recurso de embargos conhecido e provido.” (Processo: E-ED- RR – 229700-83.2007.5.02.0463 Datas de Julgamento: 13/02/2014, Relator Ministro: Alexandre de Souza Agra Belmonte, Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, Data de Publicação: DEJT 21/02/2014) Jornada de Trabalho Súmula 118 TST: JORNADA DE TRABALHO. HORAS EXTRAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho, não previstos em lei, representam tempo à disposição da empresa, remunerados como serviço extraordinário, se acrescidos ao final da jornada. Jornada de Trabalho TST - RECURSO DE REVISTA RR 12791620135040103 (TST) Data de publicação: 17/04/2015 Ementa: TEMPO GASTO COM CAFÉ DA MANHÃ. TEMPO À DISPOSIÇÃO DO EMPREGADOR. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 118 DO TST . É incontroverso, nos autos, que havia um tempo destinado ao café da manhã, entre às 7h15min e 7h30min, antes do início da jornada de trabalho. Para o Tribunal Regional, esse tempo não pode ser considerado à disposição do empregador. Com efeito, por ser tratar de período não previsto em lei e que enseja o elastecimento da jornada, deve ser remunerado como hora extraordinária, conforme o disposto na Súmula nº 118 do TST, segundo a qual: "Os intervalos concedidos peloempregador na jornada de trabalho, não previstos em lei, representam tempo à disposição da empresa, remunerados como serviço extraordinário, se acrescidos ao final da jornada". Precedentes. Recurso de revista conhecido e provido . ATIVIDADE INSALUBRE. ACORDO DE COMPENSAÇÃO. INSPEÇÃO PRÉVIA PELO ÓRGÃO COMPETENTE INEXISTENTE. HORAS EXTRAS DEVIDAS. O cancelamento da Súmula nº 349 do TST pelo Tribunal Pleno (DEJT 30/5/2011) decorreu do entendimento desta Corte quanto à impossibilidade de negociação coletiva para compensação de jornada de trabalho em atividade insalubre, sem que haja inspeção prévia da autoridade competente. No caso dos autos, o regime compensatório nem sequer passou pelo crivo da negociação coletiva, mas foi adotado individualmente pelas partes, mesmo em se tratando de prestação de serviços em condições insalubres. Assim, incontroverso que não existe autorização administrativa para prestação de horas extras em condições insalubres , revela-se inválido o regime compensatório adotado. Recurso de revista conhecido e provido https://tst.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/182352163/recurso-de-revista-rr-12791620135040103 https://tst.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/182352163/recurso-de-revista-rr-12791620135040103 https://tst.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/182352163/recurso-de-revista-rr-12791620135040103 https://tst.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/182352163/recurso-de-revista-rr-12791620135040103 Jornada de Trabalho A limitação da duração do trabalho é fundamental para a proteção da saúde e da segurança no trabalho (direito tutelar do trabalho), bem como para a fixação do salário dos empregados. Jornada de Trabalho Previsão Constitucional Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XIII - duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; (vide Decreto-Lei nº 5.452, de 1943) XIV - jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva; XVI - remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal; (Vide Del 5.452, art. 59 § 1º) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art59§1 Jornada de Trabalho A Constituição Federal de 1988 traz dois limites à duração do trabalho: 1) 8 horas diárias 2) 44 horas semanais OBS: A prestação de hora extra resultará no pagamento do adicional de hora extra, correspondente a , no mínimo, 50% do valor da hora normal. Jornada de Trabalho A CF/88 traz a faculdade da estipulação da compensação de horários e redução da jornada de trabalho mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. OJ 358 da SDI-1 do TST. SALÁRIO MÍNIMO E PISO SALARIAL PROPORCIONAL À JORNADA REDUZIDA. EMPREGADO. SERVIDOR PÚBLICO (redação alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 16.02.2016) - Res. 202/2016, DEJT divulgado em 19, 22 e 23.02.2016 I - Havendo contratação para cumprimento de jornada reduzida, inferior à previsão constitucional de oito horas diárias ou quarenta e quatro semanais, é lícito o pagamento do piso salarial ou do salário mínimo proporcional ao tempo trabalhado. OBS: A sigla SDI_1 TST significa a Primeira turma da Seção de Dissídios Individuais (é uma turma que trabalha para tentar uniformizar a jurisprudência em relação aos processos laborais, emitindo orientações jurisprudenciais, pacificando temas controversos). Jornada de Trabalho Jornada 12 x 36 É admitido pela doutrina e pela jurisprudência a jornada de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, muito comum entre profissionais de saúde. Nessa hipótese, exige-se a celebração de acordo ou convenção coletiva de trabalho. Jornada de Trabalho Jornada 12 x 36 No sistema 12 x 36, se o empregado trabalha domingo e feriado, não há o pagamento em dobro do dia trabalhado, pois o respectivo repouso já está embutido nas 36 horas de descanso. Jornada de Trabalho Jornada 12 x 36 OJ-SDI1-388. JORNADA 12X36. JORNADA MISTA QUE COMPREENDA A TOTALIDADE DO PERÍODO NOTURNO. ADICIONAL NOTURNO. DEVIDO. (DEJT divulgado em 09, 10 e 11.06.2010) O empregado submetido à jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, que compreenda a totalidade do período noturno, tem direito ao adicional noturno, relativo às horas trabalhadas após as 5 horas da manhã. Jornada de Trabalho Jornada 12 x 36 Súmula nº 444 do TST JORNADA DE TRABALHO. NORMA COLETIVA. LEI. ESCALA DE 12 POR 36. VALIDADE. - Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012 - republicada em decorrência do despacho proferido no processo TST-PA- 504.280/2012.2 - DEJT divulgado em 26.11.2012 É valida, em caráter excepcional, a jornada de doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso, prevista em lei ou ajustada exclusivamente mediante acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva de trabalho, assegurada a remuneração em dobro dos feriados trabalhados. O empregado não tem direito ao pagamento de adicional referente ao labor prestado na décima primeira e décima segunda horas. Jornada de Trabalho Existem três tipos de repouso da jornada de trabalho o intrajornada, interjornada e intersemanal Intervalo Intrajornada: É o intervalo caracterizado por transcorrer na própria jornada de trabalho; isso é entre o início e o término da prestação de serviço. Ex: alimentação, descanso. Em qualquer trabalho que exceda 6 horas detrabalho, salvo por acordo ou contrato coletivo porém não devendo ultrapassar 2 horas , é obrigatório a concessão do intervalo, sendo ele de no mínimo 1 hora, este limite poderá ser reduzido através do Ministério do Trabalho que irá verificar as condição para que isso ocorra. Trabalhos que não excedam 6 horas e que ultrapassem 4 horas terão um intervalo obrigatório de 15 min. Se o empregador não conceder o intervalo, terá de remunerar o período correspondente a no mínimo 50% sobre o valor da hora normal de trabalho. Intervalos não previstos em lei concedidos pelo empregador representando tempo à disposição da empresa deverá ser acrescido como horas extras, salvo acordo ou contrato coletivo. É nula a opção de extinguir o intervalo pois agride o direito fundamental a higiene, saúde e segurança do trabalhador. Jornada de Trabalho Art. 71 CLT- Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. § 1º - Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. § 2º - Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. § 3º O limite mínimo de uma hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio, quando ouvido o Serviço de Alimentação de Previdência Social, se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios, e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares. § 4º - Quando o intervalo para repouso e alimentação, previsto neste artigo, não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. § 5o O intervalo expresso no caput poderá ser reduzido e/ou fracionado, e aquele estabelecido no § 1o poderá ser fracionado, quando compreendidos entre o término da primeira hora trabalhada e o início da última hora trabalhada, desde que previsto em convenção ou acordo coletivo de trabalho, ante a natureza do serviço e em virtude das condições especiais de trabalho a que são submetidos estritamente os motoristas, cobradores, fiscalização de campo e afins nos serviços de operação de veículos rodoviários, empregados no setor de transporte coletivo de passageiros, mantida a remuneração e concedidos intervalos para descanso menores ao final de cada viagem. Jornada de Trabalho Jornada de Trabalho Trabalho Intervalo Intrajornada Até 4 horas diárias Nenhum Acima de 4 h até 6hs diárias 15 minutos Acima de 6h até 8hs diárias No mínimo de 1 hora, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, não poderá exceder 2 horas diárias Jornada de Trabalho IMPORTANTE: O intervalo intrajornada não é computado na jornada de trabalho. Para que haja a redução desse intervalo, à luz do §3º do art. 71 da CLT, há a necessidade da presença de 3 requisitos cumulativos: a) Autorização do Ministério do Trabalho e Emprego; b) A empresa deverá ter refeitório organizado; c) Os empregados não poderão estar prestando horas extras Jornada de Trabalho Intervalo Interjornada: caracteriza- se entre duas jornadas de trabalho, sendo o período mínimo de repouso de 11hs entre uma jornada e outra. Algumas categorias possuem cargas horárias diferenciadas, porem revezamentos que possam trazer prejuízo ao trabalhador de intervalos de no mínimo 11hs devem ser remuneradas como horas extras. Art. 66 CLT- Entre 2 (duas) jornadas de trabalho haverá um período mínimo de 11 (onze) horas consecutivas para descanso. Súmula 110/TST - 08/03/2017. Jornada de trabalho. Intervalo. Revezamento. Repouso Semanal Remunerado - RSR. Horas extras. CLT, art. 59. «No regime de revezamento, as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas, com prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas, devem ser remuneradas como extraordinárias, inclusive com o respectivo adicional.» https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=110#topo Jornada de Trabalho Intervalo Intersemanal: nada mais é do que o DSR - descanso semanal remunerado sendo ele de 24hs consecutivas, que deverá ser assegurado ao empregado, salvo por motivos de conveniência publica ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir em todo ou em parte com o domingo. Jornada de Trabalho DESCUMPRIR INTERVALO INTERJORNADA DE 11 HORAS GERA CONDENAÇÃO EM HORAS EXTRAS Fonte: TRT/MG - 19/08/2015 - Adaptado pelo Guia Trabalhista Ele era empregado de uma empresa que prestava serviços de segurança e trabalhava como vigilante em agências bancárias. Cumpria jornada contratual das 19h às 7h, com uma hora de intervalo, no sistema de 12 X 36 (12 horas de trabalho por 36 horas de descanso). Mas, por 8 vezes por mês, logo após o encerramento do horário contratual, fazia plantões extras, no horário das 7h às 19h, quando dobrava a jornada. Esse foi o quadro encontrado pela juíza Ana Maria Espí Cavalcanti, ao analisar a ação trabalhista ajuizada pelo trabalhador na 37ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. A julgadora condenou a empregadora e, de forma subsidiária, o banco tomador dos serviços, a pagar ao trabalhador as horas extras trabalhadas no plantão e, ainda, aquelas decorrentes do desrespeito do intervalo mínimo de 11 horas entre as jornadas de trabalho. Inicialmente, a magistrada constatou que os plantões realizados pelo reclamante nem mesmo eram registrados nos cartões de ponto e, portanto, não lhe eram pagos. Mas não foi só. Tendo em vista que, logo após o encerramento de uma jornada, o trabalhador dava início a outra, a julgadora concluiu que houve ofensa ao intervalo obrigatório entre jornadas, que deve ser no mínimo de 11 horas consecutivas, conforme previsto no artigo 66 da CLT. http://www.guiatrabalhista.com.br/ http://www.guiatrabalhista.com.br/ http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/horas_extras.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/horas_extras.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/horas_extras.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/intervalos_descanso.htm Jornada de Trabalho Na visão da juíza sentenciante, essa irregularidade não representa apenas infração administrativa, mas gera o direito do trabalhador ao recebimento de horas extras. "Há entendimento pacificado na Jurisprudência no sentido de que a não-concessão do intervalo mínimo de 11 (onze) horas para descanso acarreta os mesmos efeitos do § 4º, do art. 71, da CLT, que trata do descumprimento do intervalo intrajornada", ressaltou.E, para ela, não poderia ser diferente, já que o objetivo de ambas as normas é assegurar ao trabalhador proteção à sua saúde, direito constitucionalmente garantido (art. 7º, XXII). A magistrada frisou que a não concessão do intervalo mínimo entre as jornadas traz prejuízo para a saúde física e mental do empregado: física, pelo cansaço e ausência de tempo para recompor as energias; mental, pela privação do convívio familiar e gozo do lazer. "Assim, considerar que o previsto na norma caracteriza apenas infração administrativa é desprezar a garantia prevista na Constituição Federal", ponderou. Inclusive, segundo ressaltou a julgadora, já existe jurisprudência uniforme, Orientação Jurisprudencial n. 355 da SDI-I do TST, respaldando esse entendimento, com o seguinte teor: "INTERVALO INTERJORNADAS. INOBSERVÂNCIA. HORAS EXTRAS. PERÍODO PAGO COMO SOBREJORNADA. ART. 66 DA CLT. APLICAÇÃO ANALÓGICA DO § 4º DO ART. 71 DA CLT. O desrespeito ao intervalo mínimo interjornadas previsto no art. 66 da CLT acarreta, por analogia, os mesmos efeitos previstos no § 4º do art. 71 da CLT e na Súmula nº 110 do TST, devendo-se pagar a integralidade das horas que foram subtraídas do intervalo, acrescidas do respectivo adicional". Por essas razões, a juíza concluiu que, além das horas extras pelo trabalho nos plantões, o reclamante tem direito a receber 11 horas extras pela não-concessão do intervalo mínimo interjornadas, nas ocasiões das dobras de jornada. Não houve recurso da sentença ao TRT/MG. Processo nº 02324-2013- 137-03-00-3. http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm Jornada de Trabalho Controle da Jornada Utilizando o conceito de Ricardo Resende quanto à classificação da jornada de trabalho em relação ao controle, podemos constatar as jornadas controladas e as jornadas não controladas. A regra geral é que a jornada de trabalho seja controlada pelo empregador, isto é, o tempo efetivamente laborado pelo empregado será controlado pelo empregador. Neste sentido, é a determinação do artigo 74, parágrafo 2º, da CLT, o seguinte: “Art. 74 - § 2º - Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, devendo haver pré-assinalação do período de repouso.” Jornada de Trabalho DO QUADRO DE HORÁRIO Art. 74 CLT - O horário do trabalho constará de quadro, organizado conforme modelo expedido pelo Ministro do Trabalho, Industria e Comercio, e afixado em lugar bem visível. Esse quadro será discriminativo no caso de não ser o horário único para todos os empregados de uma mesma seção ou turma. § 1º - O horário de trabalho será anotado em registro de empregados com a indicação de acordos ou contratos coletivos porventura celebrados. § 2º - Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, devendo haver pré-assinalação do período de repouso. (Redação dada pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989) § 3º - Se o trabalho for executado fora do estabelecimento, o horário dos empregados constará, explicitamente, de ficha ou papeleta em seu poder, sem prejuízo do que dispõe o § 1º deste artigo http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7855.htm#art1 Jornada de Trabalho DA JORNADA DE TRABALHO Art. 58 - A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 (oito) horas diárias, desde que não seja fixado expressamente outro limite. § 1o Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários. Jornada de Trabalho Súmula 366/TST - 08/03/2017. Jornada de trabalho. Cartão de ponto. Registro. Horas extras. Minutos que antecedem e sucedem a jornada. CLT, art. 58, § 1º. «Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário do registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários. Se ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal, pois configurado tempo à disposição do empregador, não importando as atividades desenvolvidas pelo empregado ao longo do tempo residual (troca de uniforme, lanche, higiene pessoal, etc).» https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=366#topo Jornada de Trabalho Empregados excluídos do controle de jornada Existem alguns empregados que estão excluídos do controle de jornada, não fazendo jus ao adicional de hora extra, ao adicional noturno e aos intervalos interjornada e intrajornada bem como a redução da jornada no curso do aviso- prévio. Jornada de Trabalho São eles: a) Os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação da jornada como por exemplo, vendedor externo que não comparece todos os dias à empresa. b) Os empregados que exercem função de confiança e recebem gratificação de função de pelo menos 40% do salário efetivo. Art. 62 CLT - Não são abrangidos pelo regime previsto neste capítulo:I - os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho, devendo tal condição ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no registro de empregados; II - os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito do disposto neste artigo, os diretores e chefes de departamento ou filial. Parágrafo único - O regime previsto neste capítulo será aplicável aos empregados mencionados no inciso II deste artigo, quando o salário do cargo de confiança, compreendendo a gratificação de função, se houver, for inferior ao valor do respectivo salário efetivo acrescido de 40% (quarenta por cento). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8966.htm#art1 Jornada de Trabalho Trabalho Noturno Art. 7º CF/88 São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno Jornada de Trabalho Trabalho noturno = Empregado urbano O trabalho noturno do empregado urbano tem previsão no art.73 da CLT Art. 73 CLT . Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno terá remuneração superior a do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20 % (vinte por cento), pelo menos, sobre a hora diurna. § 1º A hora do trabalho noturno será computada como de 52 minutos e 30 segundos. § 2º Considera-se noturno, para os efeitos deste artigo, o trabalho executado entre as 22 horas de um dia e as 5 horas do dia seguinte. § 3º O acréscimo, a que se refere o presente artigo, em se tratando de empresas que não mantêm, pela natureza de suas atividades, trabalho noturno habitual, será feito, tendo em vista os quantitativos pagos por trabalhos diurnos de natureza semelhante. Em relação às empresas cujo trabalho noturno decorra da natureza de suas atividades, o aumento será calculado sobre o salário mínimo geral vigente na região, não sendo devido quando exceder desse limite, já acrescido da percentagem. § 4º Nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, aplica-se às horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos. § 5º Às prorrogações do trabalho noturno aplica-se o disposto neste capítulo. Jornada de Trabalho Características do trabalho noturno urbano: a) Horário noturno: das 22h às 5 h; b) Adicional noturno: de , no mínimo 20% sobre a hora diurna; c) Hora noturna reduzida de 52 minutos e 30 segundos. Logo, 7 horas noturnas, equivalem a 8 horas diurnas. Jornada de Trabalho Trabalho noturno = Empregado urbano Art. 7º do Decreto 5.889/73 Para os efeitos desta Lei, considera-se trabalho noturno o executado entre as vinte e uma horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte, na lavoura, e entre as vinte horas de um dia e as quatro horas do dia seguinte, na atividade pecuária. Parágrafo único. Todo trabalho noturno será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração normal. Jornada de Trabalho Características do trabalho noturno rural: a) Horário noturno: das 21h às 5 h (lavoura/agricultura) e das 20h às 4h (pecuária); b) Adicional noturno: de , no mínimo 25% sobre a hora diurna; c) Não há hora noturna reduzida. Logo, 8 horas noturnas, equivalem a 8 horas diurnas. Jornada de Trabalho FÉRIAS Art. 7º, CF/88 São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XVII - gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal; Jornada de Trabalho FÉRIAS Art. 129, CLT - Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração. Art. 130,CLT - Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: I - 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes; II - 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas; III - 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas; IV - 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas. § 1º - É vedado descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço. § 2º - O período das férias será computado, para todos os efeitos, como tempo de serviço Jornada de Trabalho FÉRIAS Art. 130-A, CLT Na modalidade do regime de tempo parcial, após cada período de doze meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: I - dezoito dias, para a duração do trabalho semanal superior a vinte e duas horas, até vinte e cinco horas; II - dezesseis dias, para a duração do trabalho semanal superior a vinte horas, até vinte e duas horas; III - quatorze dias, para a duração do trabalho semanal superior a quinze horas, até vinte horas; IV - doze dias, para a duração do trabalho semanal superior a dez horas, até quinze horas; V - dez dias, para a duração do trabalho semanal superior a cinco horas, até dez horas; VI - oito dias, para a duração do trabalho semanal igual ou inferior a cinco horas. Parágrafo único. O empregado contratado sob o regime de tempo parcial que tiver mais de sete faltas injustificadas ao longo do período aquisitivo terá o seu período de férias reduzido à metade Jornada de Trabalho Férias – Período Aquisitivo O período aquisitivo é o tempo de 12 meses que o empregado presta serviços ao empregador para ter o direito ao gozo de férias integrais. Jornada de Trabalho Férias – Hipóteses de perda do direito a férias Art. 133,CLT - Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: I - deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída; II - permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; e IV - tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos. § 1º - A interrupção da prestação de serviços deverá ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social. § 2º - Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado, após o implemento de qualquer das condições previstas neste artigo, retornar ao serviço. § 3º - Para os fins previstos no inciso lIl deste artigo a empresa comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa, e, em igual prazo, comunicará, nos mesmos termos, ao sindicato representativo da categoria profissional, bem como afixará aviso nos respectivos locais de trabalho. Jornada de Trabalho Concessão das Férias O período concessivo é o tempo de 12 meses subsequentes ao término do período aquisitivo em que o empregador deverá conceder ao empregado o gozo dos dias de férias que este faz jus. O período concessivo encontra amparo legal nos arts. 134 a 138 da CLT. Jornada de Trabalho Concessão das Férias em período único e possibilidade de fracionamento Art. 134 CLT- As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 (doze) meses subseqüentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. § 1º - Somente em casos excepcionais serão as férias concedidas em 2 (dois) períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 (dez) dias corridos. § 2º - Aos menores de 18 (dezoito) anos e aos maiores de 50 (cinqüenta) anos de idade, as férias serão sempre concedidas de umasó vez. Jornada de Trabalho Concessão das Férias em período único e possibilidade de fracionamento O Brasil ratificou a Convenção 132 da OIT que trata das férias remuneradas Art. 8 1. O fracionamento do período de férias anuais remuneradas pode ser autorizado pela autoridade competente ou pelo órgão apropriado de cada país. 2. Salvo estipulação em contrário contida em acordo que vincule o empregador e a pessoa empregada em questão, e desde que a duração do serviço desta pessoa lhe dê direito a tal período de férias, uma das frações do referido período deverá corresponder pelo menos a duas semanas de trabalho ininterruptos. Jornada de Trabalho Férias – época da concessão Art. 136, CLT - A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador. § 1º - Os membros de uma família, que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa, terão direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem e se disto não resultar prejuízo para o serviço. § 2º - O empregado estudante, menor de 18 (dezoito) anos, terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares. Jornada de Trabalho Férias – Comunicação Antecipada escrita e anotação Art. 135 - A concessão das férias será participada, por escrito, ao empregado, com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias. Dessa participação o interessado dará recibo. § 1º - O empregado não poderá entrar no gozo das férias sem que apresente ao empregador sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, para que nela seja anotada a respectiva concessão. § 2º - A concessão das férias será, igualmente, anotada no livro ou nas fichas de registro dos empregados Jornada de Trabalho Férias- vencimento do período concessivo Art. 137, CLT - Sempre que as férias forem concedidas após o prazo de que trata o art. 134, o empregador pagará em dobro a respectiva remuneração. § 1º - Vencido o mencionado prazo sem que o empregador tenha concedido as férias, o empregado poderá ajuizar reclamação pedindo a fixação, por sentença, da época de gozo das mesmas. § 2º - A sentença cominará pena diária de 5% (cinco por cento) do salário mínimo da região, devida ao empregado até que seja cumprida. § 3º - Cópia da decisão judicial transitada em julgado será remetida ao órgão local do Ministério do Trabalho, para fins de aplicação da multa de caráter administrativo. Jornada de Trabalho Férias- proibição de prestação de serviços a outro empregador no período de gozo de férias Art. 138, CLT - Durante as férias, o empregado não poderá prestar serviços a outro empregador, salvo se estiver obrigado a fazê-lo em virtude de contrato de trabalho regularmente mantido com aquele. Jornada de Trabalho Férias Coletivas Art. 139, CLT - Poderão ser concedidas férias coletivas a todos os empregados de uma empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da empresa. § 1º - As férias poderão ser gozadas em 2 (dois) períodos anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias corridos. § 2º - Para os fins previstos neste artigo, o empregador comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim das férias, precisando quais os estabelecimentos ou setores abrangidos pela medida. § 3º - Em igual prazo, o empregador enviará cópia da aludida comunicação aos sindicatos representativos da respectiva categoria profissional, e providenciará a afixação de aviso nos locais de trabalho. Art. 140,CLT - Os empregados contratados há menos de 12 (doze) meses gozarão, na oportunidade, férias proporcionais, iniciando-se, então, novo período aquisitivo. Art. 141, CLT - Quando o número de empregados contemplados com as férias coletivas for superior a 300 (trezentos), a empresa poderá promover, mediante carimbo, anotações de que trata o art. 135, § 1º. § 1º - O carimbo, cujo modelo será aprovado pelo Ministério do Trabalho, dispensará a referência ao período aquisitivo a que correspondem, para cada empregado, as férias concedidas. § 2º - Adotado o procedimento indicado neste artigo, caberá à empresa fornecer ao empregado cópia visada do recibo correspondente à quitação mencionada no parágrafo único do art. 145. § 3º - Quando da cessação do contrato de trabalho, o empregador anotará na Carteira de Trabalho e Previdência Social as datas dos períodos aquisitivos correspondentes às férias coletivas gozadas pelo empregado. Jornada de Trabalho Remuneração das Férias Art. 142, CLT - O empregado perceberá, durante as férias, a remuneração que lhe for devida na data da sua concessão. § 1º - Quando o salário for pago por hora com jornadas variáveis, apurar-se-á a média do período aquisitivo, aplicando-se o valor do salário na data da concessão das férias. § 2º - Quando o salário for pago por tarefa tomar-se-á por base a media da produção no período aquisitivo do direito a férias, aplicando-se o valor da remuneração da tarefa na data da concessão das férias. § 3º - Quando o salário for pago por percentagem, comissão ou viagem, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem à concessão das férias. § 4º - A parte do salário paga em utilidades será computada de acordo com a anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. § 5º - Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias. § 6º - Se, no momento das férias, o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo, ou quando o valor deste não tiver sido uniforme será computada a média duodecimal recebida naquele período, após a atualização das importâncias pagas, mediante incidência dos percentuais dos reajustamentos salariais supervenientes. Art. 148, CLT - A remuneração das férias, ainda quando devida após a cessação do contrato de trabalho, terá natureza salarial, para os efeitos do art. 449. Jornada de Trabalho Férias- Abono pecuniário ou celetista de férias Arts. 143 e 144 da CLT disciplinam o assunto É facultado ao empregado converter 1/3 do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário, no valor da remuneração que lhes seria devida nos dias correspondentes. Deverá ser requerido até 15 dias antes do término do período aquisitivo. OBS: No caso de férias individuais, o abono consubstancia um direito potestativo do empregado. Assim, manifestada opção pelo empregado, o empregador não poderá se opor. Se for o caso de férias coletivas, a conversão se dará por acordo coletivo. OBS2: os empregados sob o regime de tempo parcial não gozam desse direito. Jornada de Trabalho Férias- Abono pecuniário ou celetista de férias Natureza Jurídica= a natureza é indenizatória, em regra. Se o abono concedido pela CLT somando ao concedido em virtude de cláusula do contrato individual de trabalho, do regulamento da empresa, de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, não exceder ao equivalente de 20 dias do salário, não integrarão a remuneração do empregado para os efeitos da legislação trabalhista. De outro lado, se o valor a ser pago ao empregado for superior a 20 dias de salário, terá natureza salarial. Jornada de Trabalho Pagamento das férias Art. 145,CLT - O pagamento da remuneração das férias e, se for o caso, o do abono referido no art. 143 serão efetuados até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período. Parágrafo único - O empregado dará quitação do pagamento, com indicação do início e do termo das férias. Jornada de Trabalho Pagamento das férias OJ-SDI1-386 FÉRIAS. GOZO NA ÉPOCA PRÓPRIA. PAGAMENTO FORA DO PRAZO. DOBRA DEVIDA. ARTS. 137 E 145 DA CLT. OJ-SDI1-386 FÉRIAS. GOZO NA ÉPOCA PRÓPRIA. PAGAMENTO FORA DO PRAZO. DOBRA DEVIDA. ARTS. 137 E 145 DA CLT. (cancelada em decorrência da sua conversão na Súmula nº 450) - Res.194/2014, DEJT divulgado em 21, 22 e 23.05.2014 É devido o pagamento em dobro da remuneração de férias, incluído o terço constitucional, com base no art. 137 da CLT, quando, ainda que gozadas na época própria, o empregador tenha descumprido o prazo previsto no art. 145 do mesmo diploma legal. Súmula nº 7 do TST - FÉRIAS (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 A indenização pelo não-deferimento das férias no tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida ao empregado na época da reclamação ou, se for o caso, na da extinção do contrato. Jornada de Trabalho Férias e extinção do contrato de trabalho Arts. 146 e 147 da CLT Art. 146, CLT - Na cessação do contrato de trabalho, qualquer que seja a sua causa, será devida ao empregado a remuneração simples ou em dobro, conforme o caso, correspondente ao período de férias cujo direito tenha adquirido. Parágrafo único - Na cessação do contrato de trabalho, após 12 (doze) meses de serviço, o empregado, desde que não haja sido demitido por justa causa, terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias, de acordo com o art. 130, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de serviço ou fração superior a 14 (quatorze) dias. Art. 147,CLT - O empregado que for despedido sem justa causa, ou cujo contrato de trabalho se extinguir em prazo predeterminado, antes de completar 12 (doze) meses de serviço, terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias, de conformidade com o disposto no artigo anterior. Jornada de Trabalho Prescrição das férias Art. 149, CLT - A prescrição do direito de reclamar a concessão das férias ou o pagamento da respectiva remuneração é contada do término do prazo mencionado no art. 134 ou, se for o caso, da cessação do contrato de trabalho. Remuneração e salário Remuneração e salário não se confundem. O art. 457 da CLT CLT estabelece a diferença. A remuneração do salário pode ser conceituada como o somatório do salário do empregado com as suas gorjetas. Fórmula para memorização Remuneração = salário + gorjetas O salário é a contraprestação paga diretamente pelo empregador ao empregado como contraprestação dos serviços. OBS: as gorjetas integram a remuneração do empregado e não o salário. Remuneração e salário Art. 457, CLT - Compreendem-se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que receber. (Redação dada pela Lei nº 1.999, de 1.10.1953) § 1º - Integram o salário não só a importância fixa estipulada, como também as comissões, percentagens, gratificações ajustadas, diárias para viagens e abonos pagos pelo empregador. (Redação dada pela Lei nº 1.999, de 1.10.1953) § 2º - Não se incluem nos salários as ajudas de custo, assim como as diárias para viagem que não excedam de 50% (cinqüenta por cento) do salário percebido pelo empregado. § 3º Considera-se gorjeta não só a importância espontaneamente dada pelo cliente ao empregado, como também o valor cobrado pela empresa, como serviço ou adicional, a qualquer título, e destinado à distribuição aos empregados. (Redação dada pela Lei nº 13.419, de 2017) § 4o A gorjeta mencionada no § 3o não constitui receita própria dos empregadores, destina-se aos trabalhadores e será distribuída segundo critérios de custeio e de rateio definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 5o Inexistindo previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, os critérios de rateio e distribuição da gorjeta e os percentuais de retenção previstos nos §§ 6o e 7o deste artigo serão definidos em assembleia geral dos trabalhadores, na forma do art. 612 desta Consolidação. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L1999.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art612 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 Remuneração e salário § 6o As empresas que cobrarem a gorjeta de que trata o § 3o deverão: (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) I - para as empresas inscritas em regime de tributação federal diferenciado, lançá-la na respectiva nota de consumo, facultada a retenção de até 20% (vinte por cento) da arrecadação correspondente, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, para custear os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados, devendo o valor remanescente ser revertido integralmente em favor do trabalhador; (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) II - para as empresas não inscritas em regime de tributação federal diferenciado, lançá-la na respectiva nota de consumo, facultada a retenção de até 33% (trinta e três por cento) da arrecadação correspondente, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, para custear os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados, devendo o valor remanescente ser revertido integralmente em favor do trabalhador; (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) III - anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no contracheque de seus empregados o salário contratual fixo e o percentual percebido a título de gorjeta. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 7o A gorjeta, quando entregue pelo consumidor diretamente ao empregado, terá seus critérios definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho, facultada a retenção nos parâmetros do § 6o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 8o As empresas deverão anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social de seus empregados o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos doze meses. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 9o Cessada pela empresa a cobrança da gorjeta de que trata o § 3o deste artigo, desde que cobrada por mais de doze meses, essa se incorporará ao salário do empregado, tendo como base a média dos últimos doze meses, salvo o estabelecido em convenção ou acordo coletivo de trabalho. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 10. Para empresas com mais de sessenta empregados, será constituída comissão de empregados, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, para acompanhamento e fiscalização da regularidade da cobrança e distribuição da gorjeta de que trata o § 3o deste artigo, cujos representantes serão eleitos em assembleia geral convocada para esse fim pelo sindicato laboral e gozarão de garantia de emprego vinculada ao desempenho das funções para que foram eleitos, e, para as demais empresas, será constituída comissão intersindical para o referido fim. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) § 11. Comprovado o descumprimento do disposto nos §§ 4o, 6o, 7o e 9o deste artigo, o empregador pagará ao trabalhador prejudicado, a título de multa, o valor correspondente a 1/30 (um trinta avos) da média da gorjeta por dia de atraso, limitada ao piso da categoria, assegurados em qualquer hipótese o contraditório e a ampla defesa, observadas as seguintes regras: (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) I - a limitação prevista neste parágrafo será triplicada caso o empregador seja reincidente; (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) II - considera-se reincidente o empregador que, durante o período de doze meses, descumpre o disposto nos §§ 4o, 6o, 7o e 9o deste artigo por mais de sessenta dias. (Incluído pela Lei nº 13.419, de 2017) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm#art478§2 Flexibilização das normas trabalhistas OBS: A Cláusula convencional que retira do empregado o direito de desfrutar do intervalo para descanso e alimentação é ineficaz em face da norma legal, de ordem publica que obriga a concessão desse descanso. OBS 2: AS normas que regulam as medidas referentes à medicina e a segurança do trabalho escapam da esfera negocial conferida aos sindicatos. Essas disposições são de ordem pública, revestem-se de caráter imperativo para a proteção do hipossuficiente, motivo pelo qual são inderrogáveis pela vontade das partes. Flexibilização das normas trabalhistas OBS 3: A Lei tem autorizado, cada vez mais, outras hipóteses de flexibilização, além das previstas na Constituição Federal de 1988, seja através de acordo entre as partes, sem intervenção sindical, como é o caso de acordo de compensação de jornada (Art. 7, XIII da CF/88 c/c Súmula nº85, I e II, do TST). SUM-85 COMPENSAÇÃO DE JORNADA (inserido o item VI) - Res. 209/2016, DEJT divulgado em 01, 02 e 03.06.2016 I. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva. (ex-Súmula nº 85 - primeira parte - alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003) II. O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. (ex-OJ nº 182 da SBDI-1 - inserida em 08.11.2000). Flexibilização das normas trabalhistas Exemplo 1 A compensação pode ser por opção do empregado, apenas com a chancela sindical, como ocorre no contrato por tempo parcial de acordo com o art. 58-A,§2º CLT Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte e cinco horas semanais. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) § 2o Para os atuais empregados, a adoção do regime de tempo parcial será feita mediante opção manifestada perante a empresa, na forma prevista em instrumento decorrente de negociação coletiva. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 Flexibilização das normas trabalhistas Exemplo 2 Pode ser pela suspensão do contrato de trabalho para realização de curso – art.476-A da CLT Art. 476-A - O contrato de trabalho poderá ser suspenso, por um período de dois a cinco meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, com duração equivalente à suspensão contratual, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho e aquiescência formal do empregado, observado o disposto no art. 471 desta Consolidação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.164-41, de 2001) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2164-41.htm#art1 Flexibilização das normas trabalhistas Exemplo 3 Há, ainda, a possibilidade de descontos no salário em virtude de empréstimo bancário (Lei nº 10.820/2003). Fontes do Direito do Trabalho Fontes Fonte significa a origem o nascedouro, o princípio. As fontes do Direito, representam a origem das normas jurídicas, a forma pela qual o direito se manifesta. Fontes do Direito do Trabalho De acordo com a doutrina, as fontes do Direito do Trabalho são classificadas da seguinte maneira: 1) Fontes Materiais 2) Fontes Formais 2.1) Fontes Formais Autônomas 2.2) Fontes Formais Heterônomas Fontes do Direito do Trabalho Fontes Materiais As Fontes Materiais representam o momento que antecede a materialização da norma, ou seja, o momento que inspira o legislador na elaboração da norma. Dessa forma, as fontes materiais do Direito do Trabalho são os fatores econômicos,http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13419.htm#art2 Remuneração e salário Princípios que regem o salário - Princípio da irredutibilidade salarial – art. 7º, VI, CF/88 - Princípio da intangibilidade salarial – art. 462, CLT Remuneração e salário Art. 462,CLT - Ao empregador é vedado efetuar qualquer desconto nos salários do empregado, salvo quando este resultar de adiantamentos, de dispositivos de lei ou de contrato coletivo. § 1º - Em caso de dano causado pelo empregado, o desconto será lícito, desde de que esta possibilidade tenha sido acordada ou na ocorrência de dolo do empregado. § 2º - É vedado à empresa que mantiver armazém para venda de mercadorias aos empregados ou serviços estimados a proporcionar-lhes prestações " in natura " exercer qualquer coação ou induzimento no sentido de que os empregados se utilizem do armazém ou dos serviços. § 3º - Sempre que não for possível o acesso dos empregados a armazéns ou serviços não mantidos pela Empresa, é lícito à autoridade competente determinar a adoção de medidas adequadas, visando a que as mercadorias sejam vendidas e os serviços prestados a preços razoáveis, sem intuito de lucro e sempre em benefício das empregados. § 4º - Observado o disposto neste Capítulo, é vedado às empresas limitar, por qualquer forma, a liberdade dos empregados de dispor do seu salário. Remuneração e salário OBS: É possível o desconto no salário do empregado em caso de culpa, desde que essa possibilidade tenha sido acordada entre as partes. Súmula 342/TST - 08/03/2017. Salário. Descontos salariais. CLT, art. 462. «Descontos salariais efetuados pelo empregador, com a autorização prévia e por escrito do empregado, para ser integrado em planos de assistência odontológica, médico-hospitalar, de seguro, de previdência privada, ou de entidade cooperativa, cultural ou recreativa associativa dos seus trabalhadores, em seu benefício e dos seus dependentes, não afrontam o disposto no art. 462 da CLT, salvo se ficar demonstrada a existência de coação ou de outro defeito que vicie o ato jurídico.» https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=342#topo Remuneração e salário Natureza jurídica do salário É voz corrente no mundo jurídico atual que salário tem a sua natureza jurídica reconhecida como sendo alimentar (BUENO MAGNO (1993, v. II, p. 279, nº 177). No mesmo sentido proclama DELGADO (2005:73), afirmando que a intangibilidade dos salários merece garantias diversificadas, de modo a assegurar seu valor, montante e disponibilidade em benefício do empregado, em virtude da sua natureza de caráter alimentar, atendendo às exigências naturais e as necessidades do ser humano. A natureza alimentar do salário é ressaltada por RUSSOMANO (1978, p. 439) para quem o salárioe a remuneração possuem traços comuns e ambos são essencialmente alimentares, isto é, constituem meios de subsistência dos trabalhadores. De forma mais incisiva RUSSOMANO (1978, p. 447) afirma: “a natureza alimentar do salário reclama, de parte do legislador, regulamentação cuidadosa”. Seguindo a doutrina tradicional, reconhecendo a natureza alimentar do salário MARTINS (2006, p. 310) após afirmar que o Direito do Trabalho tem como um de seus postulados fundamentais o princípio da intangibilidade salarial, esclarece que o mencionado princípio mostra a natureza alimentar do salário. Não se pode ter dúvida de que a natureza do salário é mesmo alimentar. É o salário quem garante a sobrevivência do empregado, até mesmo porque este só trabalha por necessidade de sobreviver. Sendo o salário de natureza alimentar, sempre que dele subtrair algum valor, estar-se-á subtraindo algo dos alimentos do empregado e com isso diminuindo a sua capacidade de alimentação e, por via de consequência, está diminuindo a sua capacidade de sobrevivência. O salário do empregado, pela sua natureza alimentar, é a conta gota da sobrevivência do empregado. Assim, qualquer diminuição ou desconto sobre o salário será, sem dúvida alguma, diminuição na condição de vida do empregado. Remuneração e salário Parcelas Sobressalário As denominadas parcelas sobressalário, que integram o salário do empregado, tem previsão nos §§1º e2º do art. 457 da CLT. Art. 457, CLT - Compreendem-se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que receber. (Redação dada pela Lei nº 1.999, de 1.10.1953) § 1º - Integram o salário não só a importância fixa estipulada, como também as comissões, percentagens, gratificações ajustadas, diárias para viagens e abonos pagos pelo empregador. (Redação dada pela Lei nº 1.999, de 1.10.1953) § 2º - Não se incluem nos salários as ajudas de custo, assim como as diárias para viagem que não excedam de 50% (cinqüenta por cento) do salário percebido pelo empregado. Remuneração e salário Parcelas Sobressalário Regras par o enquadramento das parcelas em natureza salarial ou indenizatória: 1) Integram o salário (Parcelas Sobressalário): comissões, percentagens, gratificações ajustadas, diárias para viagens que excedam 50% do salário percebido pelo empregado e abonos (adiantamento salariais) pagos pelo empregador. 2) Não integram o salário indenizatório (natureza indenizatória): ajudas de curso e diárias para viagens que não excedam 50% do salário recebido pelo empregado. Remuneração e salário SUM-101 TST DIÁRIAS DE VIAGEM. SALÁRIO (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 292 da SBDI- 1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 Integram o salário, pelo seu valor total e para efeitos indenizatórios, as diárias de viagem que excedam a 50% (cinqüenta por cento) do salário do empregado, enquanto perdurarem as viagens. (primeira parte - ex-Súmula nº 101 - RA 65/1980, DJ 18.06.1980; segunda parte - ex-OJ nº 292 da SBDI-1 - inserida em 11.08.2003) Histórico: Súmula mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 Nº 101 Diárias de viagem. Salário Integram o salário, pelo seu valor total e para efeitos indenizatórios, as diárias de viagem que excedam a 50% (cinqüenta por cento) do salário do empregado. Redação original - RA 65/1980, DJ 18.06.1980 Nº 101 Integram o salário, pelo seu valor total e para efeitos indenizatórios, as diárias de viagem que excedam a 50% do salário do empregado. Súmula 318/TST - 08/03/2017. Salário. Diárias. Base de cálculo para integração ao salário. CLT,art. 457. «Tratando-se de empregado mensalista, a integração das diárias ao salário deve ser feita tomando-se por base o salário mensal por ele percebido, e não o salário-dia, somente sendo devida a referida integração quando o valor das diárias, no mês, for superior à metade do salário mensal.» Súmula mantida pelo Pleno do TST (Res. 121, de 28/10/2003). https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo https://www.legjur.com/sumula/busca?tri=tst&num=318#topo Remuneração e salário Salário Básico ( salário base) O Salário Básico , classificado da seguinte forma: a) Salário simples ou puro: é aquele pago totalmente em dinheiro b) Salário composto ou misto: é aquele pago parte em dinheiro e parte e parte em utilidades (salário in natura). Nesse caso, a parte em dinheiro deverá respeitar o equivalente mínimo de 30%. Remuneração e salário O salário básico encontra amparo constitucional e infraconstitucional: Art. 7º , CF/88 -São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: IV - salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. Art. 78, CLT - Quando o salário for ajustado por empreitada, ou convencionado por tarefa ou peça, será garantida ao trabalhador uma remuneração diária nunca inferior à do salário mínimo por dia normal da região, zona ou subzona. Parágrafo único. Quando o salário-mínimo mensal do empregado a comissão ou que tenha direito a percentagem for integrado por parte fixa e parte variável, ser-lhe-á sempre garantido o salário-mínimo, vedado qualquer desconto em mês subseqüente a título de compensação. (Incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) Remuneração e salário Salário in Natura Art. 458, CLT - Além do pagamento em dinheiro, compreende-se no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações "in natura" que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) § 1º Os valores atribuídos às prestações "in natura" deverão ser justos e razoáveis, não podendo exceder, em cada caso, os dos percentuais das parcelas componentes do salário-mínimo (arts. 81 e 82). (Incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) § 2o Para os efeitos previstos neste artigo, não serão consideradas como salário as seguintes utilidades concedidas pelo empregador: (Redação dada pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) I - vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho, para a prestação do serviço; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) II - educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, compreendendo os valores relativos a matrícula, mensalidade, anuidade, livros e material didático; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) III - transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou não por transporte público; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) IV - assistência médica, hospitalar e odontológica, prestada diretamente ou mediante seguro-saúde; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) V - seguros de vida e de acidentes pessoais; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) VI - previdência privada; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) VII - (VETADO) (Incluídopela Lei nº 10.243, de 19.6.2001) VIII - o valor correspondente ao vale-cultura. (Incluído pela Lei nº 12.761, de 2012) § 3º - A habitação e a alimentação fornecidas como salário-utilidade deverão atender aos fins a que se destinam e não poderão exceder, respectivamente, a 25% (vinte e cinco por cento) e 20% (vinte por cento) do salário-contratual. (Incluído pela Lei nº 8.860, de 24.3.1994) § 4º - Tratando-se de habitação coletiva, o valor do salário-utilidade a ela correspondente será obtido mediante a divisão do justo valor da habitação pelo número de co-habitantes, vedada, em qualquer hipótese, a utilização da mesma unidade residencial por mais de uma família. (Incluído pela Lei nº 8.860, de 24.3.1994) Remuneração e salário Normas de proteção ao salário 1) Irredutibilidade 2) Inalterabilidade – art. 468, CLT 3) Intangibilidade e descontos – art. 462, CLT 4) Isonomia salarial – art. 461, CLT 5) Impenhorabilidade Remuneração e salário Adicionais 1) Adicional por trabalho noturno 2) Adicional- insalubridade – art. 194, CLT 3) Adicional – periculosidade – art. 193, CLT Extinção do Contrato de Trabalho Resilição do contrato Trabalho A resilição do contrato Trabalho é uma espécie de extinção do contrato de trabalho caracterizada pela manifestação de vontade de uma ou de ambas as partes com o objetivo de extinguir o contrato de traballho. São espécies: 1) Despedida sem justa causa 2) Pedido de demissão 3) Distrato (ex. PDV) Extinção do Contrato de Trabalho Resolução do contrato de trabalho A resolução do contrato de trabalho ocorre quando uma das partes ou ambas as partes cometem falta grave (justa causa), levando a extinção do contrato de trabalho. A resolução pode ocorrer tanto nos contratos por prazo indeterminado quanto nos contratos a termo. Extinção do Contrato de Trabalho Resolução do contrato de trabalho São espécies de resolução: 1) Despedida com justa causa – art. 482 CLT 2) Rescisão indireta- art. 483 CLT 3) Culpa recíproca – art. 484 CLT Extinção do Contrato de Trabalho Prazo para pagamento das verbas trabalhistas O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos (2 regras): 1) Aviso prévio trabalhado ou término normal do contrato a termo: até o 1º dia útil imediato ao término do contrato de trabalho; 2)Ausência de Aviso prévio, aviso prévio indenizado ou dispensa de seu cumprimento: até o 10º dia, contado da data da notificação da dispensa. Extinção do Contrato de Trabalho Se o empregador não respeitar o prazo, deverá arcar com a multa do art. 477, 8º da CLT, ou seja, o valor equivalente a um salário efetivo empregado, salvo quando, comprovadamente, o trabalhador der causa à mora como por exemplo, não comparecer à data marcada para homologação. Extinção do Contrato de Trabalho Art. 477, CLT - É assegurado a todo empregado, não existindo prazo estipulado para a terminação do respectivo contrato, e quando não haja ele dado motivo para cessação das relações de trabalho, o direto de haver do empregador uma indenização, paga na base da maior remuneração que tenha percebido na mesma empresa. (Redação dada pela Lei nº 5.584, de 26.6.1970) § 8º - A inobservância do disposto no § 6º deste artigo sujeitará o infrator à multa de 160 BTN, por trabalhador, bem assim ao pagamento da multa a favor do empregado, em valor equivalente ao seu salário, devidamente corrigido pelo índice de variação do BTN, salvo quando, comprovadamente, o trabalhador der causa à mora. (Incluído pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989 Garantia de emprego:Estabilidade no emprego ESTABILIDADE PROVISÓRIA Estabilidade provisória é o período em que o empregado tem seu emprego garantido, não podendo ser dispensado por vontade do empregador, salvo por justa causa ou força maior. ESTABILIDADES PREVISTAS EM LEI CIPA De acordo com o artigo 10, inciso II, alínea "a" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal/88, o empregado eleito para o cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes, desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato, não pode ser dispensado arbitrariamente ou sem justa causa. GESTANTE O artigo 10, II, "b" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal/88 confere à empregada gestante a estabilidade provisória, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/justa_causa_empregado.htm Garantia de emprego: Estabilidade no emprego DIRIGENTE SINDICAL De acordo com o artigo 543, parágrafo 3º da CLT, e artigo 8º da Constituição Federal, não pode ser dispensado do emprego o empregado sindicalizado ou associado, a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação, de entidade sindical ou associação profissional, até um ano após o final do seu mandato, caso seja eleito, inclusive como suplente, salvo se cometer falta grave devidamente apurada nos termos da legislação. DIRIGENTE DE COOPERATIVA A Lei nº 5.764/71, art. 55, prevê que “os empregados de empresas que sejam eleitos diretores de sociedades cooperativas por eles mesmos criadas gozarão das garantias asseguradas aos dirigentes sindicais pelo art. 543 da CLT” – ou seja, desde o registro da candidatura até um ano após o término de seu mandato. ACIDENTE DO TRABALHO De acordo com o artigo 118 da Lei nº 8.213/91, o segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo de 12 meses, a manutenção de seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-doença acidentário, independente de percepção de auxílio-acidente. Significa dizer que tem garantido o emprego o empregado que recebeu alta médica, após o retorno do benefício previdenciário. http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/acidente_resp_empregador.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/acidente_resp_empregador.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/acidente_resp_empregador.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/acidente_resp_empregador.htm http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/acidente_resp_empregador.htm Garantia de emprego: Estabilidade no emprego ESTABILIDADES PREVISTAS EM ACORDOS EM CONVENÇÃO COLETIVA Os sindicatos, com a intenção de assegurar aos empregados garantia de emprego e salário, determinam em Acordos e Convenções algumas estabilidades, tais como: -Garantia ao Empregado em Vias de Aposentadoria -Aviso Prévio -Complementação de Auxílio-Doença -Estabilidade da Gestante O empregador deverá verificar, junto ao sindicato, as garantias asseguradas à categoria profissional a que pertencem os seus empregados, visto que as situações apresentadas podem não contemplar todas as hipóteses. Garantia de emprego Diferenças entre readmissão e reintegração Reintegração é o retorno do empregado estável ao emprego na mesma função que exercia, em face da dispensa patronal arbitrária ou sem justa causa. Readmissão é a “recontratação” do empregado, ocorre quando o empregado é dispensado e, posteriormente, readmitido, computando os períodos, ainda que tiver trabalhado anteriormente na empresa, salvo nas hipóteses previstas no art. 453 da CLT. Segurança do trabalho Segurança do trabalho (ou também denominado segurança ocupacional) é um conjunto de ciências e tecnologias que tem o objetivo de promover a proteção do trabalhador no seu local de trabalho, visando a redução de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. É uma das áreas da segurança e saúde ocupacionais, cujo objetivo é identificar, avaliar e controlar situações de risco, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para as pessoas. Destacam-se entre as principais atividades da segurança do trabalho:-Prevenção de acidentes -Promoção da saúde -Prevenção de incêndios -Promoção de treinamentos Seguro-Desemprego O Seguro-Desemprego é um benefício temporário concedido ao trabalhador desempregado, dispensado sem justa causa ou em decorrência de rescisão indireta. Tem como objetivos básicos prover a assistência financeira temporária e imediata do trabalhador desempregado, e auxiliá-los na busca de novo emprego. O Seguro-Desemprego é um auxílio previdenciário, porém o controle é feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego, pois é este órgão que possui cadastros que possibilitam o controle de desempregados no país. É custeado com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). PREVISÃO LEGAL - Constituição Federal/1998, artigo 7 °, inciso II, e artigo 201, inciso III. - Lei n° 7.998, de 11 de janeiro de 1990 e Lei nº 8.900, de 30 de junho de 1994. Seguro-Desemprego DIREITO AO SEGURO DESEMPREGO Todo o trabalhador dispensado sem justa causa, ou em decorrência de rescisão indireta, que comprovar: - Ter recebido salários consecutivos nos últimos 6 meses; - Ter trabalhado pelo menos 6 meses nos últimos 36 meses; - Não estar recebendo nenhum benefício da Previdência Social de prestação continuada, exceto auxílio acidente ou pensão por morte; - Não possuir renda própria para o seu sustento e de seus familiares. Seguro-Desemprego VALOR DO SEGURO DESEMPREGO Para a apuração do valor do valor do benefício, tem-se como base o salário mensal do último vínculo empregatício, na seguinte ordem: - Tendo o trabalhador recebido três ou mais salários mensais a contar desse último vínculo empregatício, a apuração considerará a média dos salários dos últimos três meses; - Caso o trabalhador, em vez dos três últimos salários daquele vínculo empregatício, tenha recebido apenas dois salários mensais, a apuração considerará a média dos salários dos dois últimos meses; - Caso o trabalhador, em vez dos três ou dois últimos salários daquele mesmo vínculo empregatício, tenha recebido apenas o último salário mensal, este será considerado, para fins de apuração. Seguro-Desemprego SUSPENSÃO DO BENEFÍCIO O pagamento do benefício do Seguro-Desemprego será suspenso nas seguintes situações: - admissão do trabalhador em novo emprego; - início de percepção de benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto o auxílio- acidente e a pensão por morte. Caso o motivo da suspensão tenha sido a admissão em novo emprego, o que implica em não recebimento integral do Seguro-Desemprego, o trabalhador poderá receber as parcelas restantes, referentes ao mesmo período aquisitivo, desde que venha a ser novamente dispensado sem justa causa. Na hipótese da retomada prevista no parágrafo anterior, o período aquisitivo será encerrado e será iniciado novo período a partir dessa demissão. Seguro-Desemprego CANCELAMENTO DO BENEFÍCIO O cancelamento do beneficio do Seguro- Desemprego ocorrerá nos seguintes casos: - pela recusa, por parte do trabalhador desempregado, de outro emprego condizente com sua qualificação e remuneração anterior; - por comprovação de falsidade na prestação das informações necessárias à habilitação; - por comprovação de fraude visando à percepção indevida do benefício do Seguro-Desemprego; - por morte do segurado Seguro-Desemprego BENEFÍCIO INTRANSFERÍVEL O Seguro-Desemprego é benefício intransferível, salvo nos casos de: - morte do segurado, para efeito das parcelas vencidas, quando será pago aos seus dependentes mediante apresentação de alvará judicial; - grave moléstia do segurado, comprovada por perícia médica do INSS, quando será pago ao seu curador, ou ao seu representante legal, na forma admitida pela autarquia. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) FGTS é a sigla de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. É um depósito mensal, referente a um percentual de 8% do salário do empregado, que o empregador fica obrigado a depositar em uma conta bancária no nome do empregado que deve ser aberta na Caixa Econômica Federal. O FGTS tem o objetivo de auxiliar o trabalhador, caso esse seja demitido, em qualquer hipótese de encerramento da relação de emprego, seja ela por motivo de doenças graves e até catástrofes naturais. O FGTS não é descontado do salário do empregado e sim uma obrigação do empregador. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, conhecido pela sigla FGTS foi criado pela Lei n. 5.107 em 1966 e regulamentado pelo Decreto 59.820/66, com o objetivo de proteger o trabalhador contra a demissão imotivada. Já foram publicadas diversas leis para regulamentar o FGTS, atualmente é regido pela Lei n. 8.036/90, principal fonte de consulta para as questões que o envolve. Todos os empregadores ficam obrigados a depositar, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8% da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os artigos 457 e 458 da CLT (comissões, gorjetas, gratificações, etc.) e a gratificação de Natal a que se refere a Lei 4.090/1962, com as modificações da Lei 4.749/1965. http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/l4090.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm http://www.normaslegais.com.br/legislacao/trabalhista/lei4749.htm Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) NATUREZA JURÍDICA DO FGTS A natureza jurídica do FGTS tem causado intensa controvérsia entre os doutrinadores, resultando nos mais variados posicionamentos. Para Délio Maranhão, o FGTS não passa de "crédito legal dos trabalhadores, decorrentes da execução do contrato de trabalho". Tal definição é bastante assemelhada à de Arnaldo Süssekind que assim conclui: "o FGTS corresponde a créditos do trabalhador, que se acumulam mediante depósitos mensais em conta vinculada" Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Amaro Barreto, por sua vez, entende ser a natureza jurídica do FGTS um "prêmio proporcional ao tempo de serviço do empregado". Há quem entenda ainda ter o FGTS natureza jurídica meramente indenizatória. Carlos Henrique da Silva Zangrando, por exemplo, ser o FGTS "um meio sagazmente concebido de permitir a indenização do empregado pela despedida injustificada, proporcionalmente ao seu tempo de serviço e ao salário. Assim, apesar das ilustres posições em contrário, não temos dúvida em afirmar que a natureza jurídica do FGTS é puramente indenizatória". Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Vale ainda mencionar a posição do insigne professor Sérgio Pinto Martins, para quem o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço possui natureza jurídica híbrida, uma vez que deve ser distinguida sob dois ângulos, tais sejam: o ponto de vista do empregado e o do empregador. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Sob a perspectiva do empregado, deve o FGTS ser entendido como "um crédito feito na conta vinculada do trabalhador, uma espécie de poupança forçada feita em seu proveito" , com o objetivo de, levando-se em consideração o tempo de serviço prestado pelo empregado, compensar, de alguma maneira, adespedida realizada unilateralmente pelo empregador. Não se confunde, desse modo, com a indenização, uma vez que não se tem em vista apenas a reparação de alguma espécie de dano causado ao empregado pela cessação do vínculo empregatício por iniciativa do empregador. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Já sob o ponto de vista do empregador, o Fundo de Garantia possui natureza jurídica de tributo, mais especificamente de uma contribuição social. O próprio Supremo Tribunal Federal já declarou possuírem os depósitos do FGTS natureza jurídica de contribuição social. Não deve ser outro o entendimento a ser seguido, até mesmo tendo em vista que se trata de uma contribuição de intervenção no domínio econômico com destinação vinculada à habitação, infra-estrutura e saneamento básico, além de encontrar-se estritamente ligada aos interesses das diversas categorias profissionais de nosso país. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) A posição do professor Sérgio Pinto Martins parece ser a mais acertada dentre aquelas citadas, entendendo ser a natureza jurídica do FGTS, na verdade, híbrida, devendo ser analisada sob duas diferentes perspectivas, ou seja, do empregado e do empregador, já comentadas acima. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Hipóteses de levantamento dos depósitos. Todos os trabalhadores contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) têm direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), incluindo os trabalhadores rurais, temporários, avulsos, safreiros, diretores não-empregados e atletas profissionais. Para os empregados domésticos , o direito ao FGTS depende de acordo conveniado com o empregador. Normalmente, os recursos do FGTS são sacados quando da demissão do empregado, mas algumas outras situações também permitem a retirada, como no caso de doença grave, aposentadoria ou falecimento do trabalhador (quando os familiares recebem), ou ainda para aquisição da casa própria. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Hipóteses de levantamento dos depósitos. A conta do FGTS pode ser sacada nas seguintes situações: - Demissão sem justa causa; - Término do contrato por prazo determinado; - Aposentadoria; - Suspensão do trabalho avulso; - Falecimento do trabalhador; - Necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública forem assim reconhecidos, por meio de portaria do governo federal; - Ter o titular da conta vinculada idade igual ou superior a 70 anos; - Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV; - Quando o trabalhador ou seu dependente for acometido de neoplasia maligna (câncer); Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Hipóteses de levantamento dos depósitos. - Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave, e possuir conta cujo saldo seja decorrente do complemento dos planos econômicos, quando formalizada a adesão até 30/12/2003; - Permanência da conta sem depósito por 3 anos ininterruptos, para os contratos rescindidos até 13/7/1990 e, para os demais, a permanência do trabalhador por igual período fora do regime do FGTS; - Aquisição da casa própria; - Pagamento de parte do valor das prestações de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH); - Amortização e/ou liquidação de saldo devedor de financiamento do SFH; - Aplicação em Fundo Mútuo de Participação (FMP), vinculado ao FGTS, quando da venda de empresas públicas; - Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior; - Rescisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa; - Decretação de nulidade do contrato de trabalho nas hipóteses previstas no art. 37 § 2º, da - Constituição Federal, quando mantido o direito ao salário, ocorrida após 28/7/2001; - Rescisão do contrato por falecimento do empregador individual. Fundo de Garantia por tempo de serviço (FGTS) Indenização pela dispensa arbitrária ou sem justa causa. A despedida sem justa causa se trata, por um lado, de prerrogativa do empregador, desde que pague a indenização decorrente de seu ato. A “indenização compensatória” de que trata a CF/88 é, simplesmente, na maioria dos entendimentos, aquela multa complementar do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço equivalente a 40% do saldo existente na conta vinculada do empregado. Portanto, uma vez que não há, ainda, Lei Complementar que regule o supracitado art. 7º, I, da CF/88, é aplicável, no que concerne à indenização compensatória, o artigo 18, parágrafo 1º, da Lei 8.036/90: "Art. 18. (...) § 1º. Na hipótese de despedida pelo empregador sem justa causa, depositará este, na conta vinculada do trabalhador no FGTS, importância igual a quarenta por cento do montante de todos os depósitos realizados na conta vinculada durante a vigência do contrato de trabalho, atualizados monetariamente e acrescidos dos respectivos juros.” http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641213/artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641213/artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10727036/inciso-i-do-artigo-7-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988 http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988 http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11326597/artigo-18-da-lei-n-8036-de-11-de-maio-de-1990 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11326566/par%C3%A1grafo-1-artigo-18-da-lei-n-8036-de-11-de-maio-de-1990 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11326566/par%C3%A1grafo-1-artigo-18-da-lei-n-8036-de-11-de-maio-de-1990 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11326566/par%C3%A1grafo-1-artigo-18-da-lei-n-8036-de-11-de-maio-de-1990 http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11326566/par%C3%A1grafo-1-artigo-18-da-lei-n-8036-de-11-de-maio-de-1990 http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104148/lei-do-fgts-lei-8036-90 http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104148/lei-do-fgts-lei-8036-90 http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104148/lei-do-fgts-lei-8036-90 BIBLIOGRAFIA • CESARINO JUNIOR. Direito Social. São Paulo LTr,1980.p.52-54. • BARROS, Alice Monteiro de. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTr, 2005. • BONFIM, Vólia. Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Ed. Gen/Metodo,2016. • MARTINS, Sérgio. Direito do Trabalho. São Paulo: Ed. Saraiva, 2016. • NASSAR, Rosita de Nazaré. Flexibilização do Direito do Trabalho. São Paulo: LTr, 1991. • PEREIRA, Leone. Direito do Trabalho. Coleção Elementos do Direito , nº9. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais. 2015. • ROBOREDO, Maria Lúcia. Flexibilização do Direito laboral no Cone Sul. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho,1997. Tese de doutorado. • SÜSSEKIND, Arnaldo. Direito Constitucional do Trabalho. Rio de Janeiro: Renovar. 1999.sociais, políticos, históricos, culturais, filosóficos etc. que motivam a construção da norma jurídica. Exemplo: Greve (pressão exercida pelos trabalhadores em face do estado capitalista e dos empregadores). Fontes do Direito do Trabalho Fontes Formais As fontes formais representam o momento eminentemente jurídico, ou seja, a norma já materializada, a regra já construída, a norma jurídica em si. Existem 2 teorias a cerca das fontes formais 1) Teoria Monista: Entende que as fontes formais do Direito do Trabalho Fontes do Direito do Trabalho Existem 2 teorias a cerca das fontes formais 1) Teoria Monista Entende que as fontes formais do Direito do Trabalho apresentam apenas um único centro de positivação das normas, qual seja, o Estado, pois todas as normas jurídicas emanam da vontade do Estado. POSIÇÃO MINORITÁRIA. 2) Teoria Pluralista Estabelece que as fontes formais do Direito do Trabalho tem vários centros de positivação das normas. O Estado continua sendo ao principal centro de positivação das regras jurídicas laborais, mas existem outros centros de positivação oriundos da própria sociedade, como por exemplo a gorjeta (costume). POSIÇÃO MAJORITÁRIA. Fontes do Direito do Trabalho Fontes Formais Autônomas As fontes formais autônomas são aquelas elaboradas com a participação imediata dos destinatários principais das regras jurídicas, sem a intervenção do Estado. Exemplos: Acordo coletivo, convenção coletiva de trabalho, usos e costumes e regulamento da empresa. Fontes do Direito do Trabalho Fontes Formais Heterônomas As Fontes Formais Heterônomas são aquelas elaboradas por um terceiro, em geral o Estado, sem a participação imediata dos destinatários principais das regras jurídicas. Exemplos: Constituição Federal – Normas do art. 59, leis, decretos expedidos pelo Poder Executivo etc. OBS: Arnaldo Süssekind entende que são fontes formais de Direito do Trabalho as fontes subsidiárias. Aponta o art. 8º da CLT ( As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições legais ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência, por analogia, por eqüidade e outros princípios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho, e, ainda, de acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira que nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público). Entretanto, os demais juristas consideram esses elementos como métodos de interpretação ou integração da lei e não como fontes. Fontes do Direito do Trabalho Fontes Nacionais e Internacionais As fontes nacionais são oriundas do ordenamento jurídico interno. Exs: Acordo coletivo de trabalho, convenção coletivas de trabalho, costume, Constituição Federal, súmulas vinculantes, medidas provisórias etc. As fontes Internacionais são aquelas oriundas do ordenamento jurídico internacional. Exs: Tratados e Convenções Internacionais, como as convenções da OIT (A OIT funda-se no princípio de que a paz universal e permanente só pode basear-se na justiça social. Fonte de importantes conquistas sociais que caracterizam a sociedade industrial, a OIT é a estrutura internacional que torna possível abordar estas questões e buscar soluções que permitam a melhoria das condições de trabalho no mundo). . https://pt.wikipedia.org/wiki/Justi%C3%A7a_social https://pt.wikipedia.org/wiki/Justi%C3%A7a_social https://pt.wikipedia.org/wiki/Justi%C3%A7a_social https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_industrial https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_industrial https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_industrial Fontes do Direito do Trabalho Fontes 1) Constituição Federal A primeira Constituição a tratar das normas trabalhistas foi a de 1934. A Constituição Federal de 1988 dispõe a respeito das normas trabalhistas em alguns dispositivos. São eles: arts. 7º a 11 (especificam vários direitos trabalhistas), art.22, I (competência exclusiva da União para legislar a respeito das normas trabalhistas). Fontes do Direito do Trabalho 2) Leis - Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT - Lei 605/49 – repouso semanal remunerado - Lei 5.889/73 – trabalhador temporário rural - Lei 6.019/74 - trabalhador temporário - Lei 7.783/89 – greve - Lei 8.036/90 – FGTS - Dentre outras Fontes do Direito do Trabalho 3) Atos do Poder Executivo O Poder Executivo edita Medidas Provisórias, que têm força de lei no período de 60 dias (art. 62 da CF/88) prorrogável uma vez por igual período. O Poder Executivo também pode editar Decretos e Regulamentos ( art. 84,IV, da CF/88). Dessa forma, já foram editados diversos decretos visando o cumprimento da legislação, como o Decreto nº27.048/49 (repouso remunerado) , o Decreto nº 57.155/65 (13º salário), o Decreto nº 71.885/73 (empregado doméstico). OBS: O Ministério do Trabalho também expede portarias, ordens de serviço etc. ( art. 87, parágrafo único , II da CF/88) como por exemplo a Portaria nº 3214/78, que especifica questões sobre medicina e segurança do trabalho. Fontes do Direito do Trabalho 4) Sentença Normativa De acordo com Sérgio Pinto Martins, a sentença normativa constitui fonte importante e presente no Direito do Trabalho. Considera-se sentença normativa a decisão dos tribunais regionais do trabalho ou do TST no julgamento dos dissídios coletivos. O art. 114, caput, e seu §2º, dão competência à Justiça do Trabalho para estabelecer normas e condições do trabalho. Assim, por meio das sentenças normativas em dissídio coletivo que serão criadas, modificadas ou extintas as normas e condições aplicáveis ao trabalho, gerando direitos e obrigações a empregados e empregadores. Obs: A sentença normativa tem efeito erga omnes, valendo para todos envolvidos no dissídio coletivo. Fontes do Direito do Trabalho 5) Convenções e acordos coletivos As Convenções e acordos coletivos exteriorizam a autonomia dos sindicatos nas negociações trabalhistas. O art. 7º , XXVI da CF/88 dispõe que: Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social XXVI - reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. As Convenções Coletivas são pactos firmados entre dois ou mais sindicatos (estando de um lado o sindicato patronal e de outro o sindicato profissional – dos trabalhadores) a respeito de condições de trabalho para a categoria (art. 611 da CLT). Os Acordos Coletivos são os ajustes celebrados entre uma ou mais empresas e o sindicato da categoria profissional a respeito de condições do trabalho (§ 1º do art. 611 da CLT). Fontes do Direito do Trabalho 6) Regulamentos da empresa Há divergência na doutrina se o regulamento da empresa é fonte do Direito do Trabalho , pois nesse caso, o empregador está determinando as condições de trabalho no regulamento, e disciplinando as relações entre os sujeitos do contrato de trabalho. O regulamento vincula os empregados atuais e futuros da empresa. Para Sérgio Pinto Martins, é fonte formal de elaboração de normas trabalhistas, uma forma como se manifestam as normas jurídicas, de origem extraestatal, autônoma, visto que não são impostos por agentes externos , mas são organizadas pelos próprios interessados. Geralmente, o regulamento de empresa é preparado unilateralmente pelo empregador, mas é possível a participação do empregado na sua elaboração. Para Evaristo de Moraes Filho, o regulamento de empresa é fonte do Direito do Trabalho , pois as suas cláusulas aderem ao contrato. Fontes do Direito do Trabalho 7) Disposições contratuais De acordo com Sérgio Pinto Martins, o art. 8º da CLT faz menção expressa às disposições contratuais como fonte do Direito do Trabalho. São as determinações inseridas no contrato de trabalho que irão dar origem a direitos e deveres do empregado e do empregador. O Art. 444, CLT - As relações contratuais de trabalho podemser objeto de livre estipulação das partes interessadas em tudo quanto não contravenha às disposições de proteção ao trabalho, aos contratos coletivos que lhes sejam aplicáveis e às decisões das autoridades competentes. Fontes do Direito do Trabalho 8) Usos e Costumes O art. 8º da CLT dispõe que os usos e costumes são fonte supletiva na falta de disposição legal e contratual sobre questões. Art. 8º - As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições legais ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência, por analogia, por eqüidade e outros princípios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho, e, ainda, de acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira que nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público. Ex. a gratificação é um pagamento feito pelo empregador que tem por natureza o costume. O 13ºsalário também nasceu de um costume de tanto os empregadores pagarem uma gratificação natalina, ela passou ser compulsória com a Lei 4.090/62 O próprio contrato de trabalho não precisa ser necessariamente escrito, podendo ser regido por aquelas regras do costume, ou seja, o que foi acordado tacitamente acordado pelas partes. Art. 443 - O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito e por prazo determinado ou indeterminadores (art.443 da CLT). Fontes do Direito do Trabalho 9) Normas Internacionais As Normas Internacionais são fontes de direitos e de obrigações, como ocorre com os Tratados e Convenções da OIT, que obrigam seus signatários. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da proteção ao trabalhador Esse princípio está caracterizado pela intensa intervenção estatal brasileira nas relações entre o empregado e o empregador. Obs: Os princípios de Direito do Trabalho se aplicam a todos os empregados, inclusive àqueles excluídos da CLT, como os domésticos. Princípios do Direito do Trabalho O princípio da Proteção ao Trabalhador, divide- se em: 1) Princípio da prevalência da norma mais favorável ao trabalhador 2) Princípio da prevalência da condição mais benéfica ao trabalhador 3) Princípio da interpretação: in dubio pro misero Princípios do Direito do Trabalho Princípio da prevalência da norma mais favorável ao trabalhador Segundo o princípio da norma mais favorável ao trabalhador, havendo duas ou mais normas, estatais ou não estatais, sobre a mesma matéria, deverá ser aplicada, no caso concreto, a mais benéfica para o trabalhador. Ex: Se a lei ordinária garante férias de 30 dias ao empregado e a convenção coletiva assegura férias de 60 dias, esta ultima será a “norma fundamental”. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da prevalência da condição mais benéfica ao trabalhador Determina que toda circunstancia mais vantajosa em que o empregado se encontrar habitualmente prevalecerá sobre a situação anterior, seja oriunda da lei, do contrato etc. Art. 468 da CLT - Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. Tem como base o art. 5º, XXXVI, CF/88 que estabelece a regra do Direito Adquirido. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da prevalência da condição mais benéfica ao trabalhador Ex: Contrato de trabalho estabelece o labor das 8 horas às 17 horas, de segunda a sexta feira, com 1 hora de refeição e das 8 às 12 horas aos sábados com descanso aos domingos, respeitando o limite legal de 44 horas semanais. Mas, se o empregador permitiu, nos últimos 3 anos de contrato, que o empregado cumprisse, de segunda a sexta feira, a jornada de 6 horas, concedendo folga todos os sábados e domingos. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da interpretação: in dubio pro misero Esse princípio recomenda que o intérprete deve optar, quando estiver diante de uma norma que comporte mais de uma interpretação razoável e distinta, por aquela mais favorável ao trabalhador, já que este é a parte fraca na relação. Princípios do Direito do Trabalho Outros princípios.... Princípio da irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas. Em regra, os direitos trabalhistas são irrenunciáveis pelo trabalhador. Art. 9º CLT - Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação. Ex: Não pode o empregado renunciar seu direito de férias somente diante do empregador. Para Sérgio Pinto Martins, o trabalhador poderá renunciar a seus direitos se estiver em juízo, diante do juiz do trabalho, pois nesse caso não se pode dizer que o empregado esteja forçado a faze-lo. Estando o trabalhador ainda na empresa é que não poderá falar em renuncia a direitos trabalhistas, pois poderia ensejar fraudes. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da irrenunciabilidade dos direitos trabalhistas. Segundo Sérgio Pinto Martins, não se pode renunciar o direito às verbas rescisórias, inclusive o Aviso Prévio. Súmula nº 276 do TST “Aviso prévio. Renúncia pelo empregado – O direito ao aviso prévio é irrenunciável pelo empregado. O pedido de dispensa de cumprimento não exime o empregador de pagar o respectivo valor, salvo comprovação de haver o prestador dos serviços obtido novo emprego.” TRT-18 - RECURSO ORDINARIO TRABALHISTA RO 00015411620125180004 GO 0001541- 16.2012.5.18.0004 (TRT-18) Data de publicação: 23/04/2013 Ementa: PEDIDO DE DEMISSÃO. DISPENSA DO AVISO PRÉVIO PELO EMPREGADOR. INAPLICABILIDADE DA SÚMULA Nº 276 DO TST. AÇÃO AJUIZADA APÓS DECORRIDOS MAIS DE DOIS ANOS DO TÉRMINO DO CONTRATO DE TRABALHO. PRESCRIÇÃO BIENAL QUE SE DECLARA. O entendimento jurisprudencial consubstanciado na Súmula nº 276 do TST, segundo a qual o aviso prévio é um direito irrenunciável, salvo quando o empregado obtiver novo emprego, é aplicável às hipóteses em que a iniciativa do rompimento contratual é do empregador, e não aos casos em que a rescisão do contrato de trabalho decorre de pedido de demissão do empregado. Restando incontroverso nos autos o pedido de demissão, com dispensa do cumprimento do (TRT18, RO - 0001541-16.2012.5.18.0004, Rel. ELVECIO MOURA DOS SANTOS, 3ª TURMA, 23/04/2013). http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 http://trt-18.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/208320217/recurso-ordinario-trabalhista-ro-15411620125180004-go-0001541-1620125180004 Princípios do Direito do Trabalho Princípio da continuidade do emprego Esse princípio entende que, em regra, o contrato de trabalho terá validade por prazo indeterminado pois a relação de emprego tem caráter de continuidade. Os contratos se presume indeterminados; a situação contrária, ou seja, a determinação do prazo precisa ser provada. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da primazia da realidade Reza esse princípio que, no âmbito do Direito do Trabalho os fatos valem mais do que os documentos, do que os ajustes formalmente celebrados. Quando houver confronto entre a verdade real e a verdade formal prevalecerá a verdade real. Art. 9º CLT - Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar, impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação. Princípios do Direito do Trabalho Princípio da primazia da realidade O contrato de trabalho é conhecido como contrato realidade, pois para o Direito do Trabalho, prevalece os fatos que acontecem na prática, rechaçando-se uma forma fraudulenta que não corresponda à essa realidade. Ex: cartão de ponto SUM-338 – TST- JORNADA DE TRABALHO. REGISTRO. ÔNUS DA PROVA (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nºs 234 e 306 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 III - Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir. (ex-OJ nº 306 da SBDI-1- DJ 11.08.2003). Princípios do Direito do Trabalho Princípio da Boa-fé O princípio da boa-fé pressupõe deve e que todos devem comportar- se de acordo com um padrão ético, moral, de confiança, e lealdade que se espera de um homem comum. A boa-fé deve estar presente no ato da contratação, na execução e na extinção do contrato de trabalho. Ex: Empregador comunica à empregada que pretende demiti-la e que só não o fará caso ela informe que está grávida. Diante da declaração do patrão espera-se como conduta natural da empregada que ela o informe do seu verdadeiro estado. Isto quer dizer que, em caso de silêncio intencional para omitir a gravidez, ficará constatada sua má-fé e, como tal, deve ser repelida pelo direito e equiparada a ato de renúncia à estabilidade. Contrato de Trabalho O contrato individual de trabalho é o ajuste de vontades pelo qual uma pessoa física (empregado) se compromete a prestar pessoalmente serviços subordinados, não eventuais a outrem (empregador) mediante o pagamento de salário. Contrato de Trabalho Definição de Empregador e Empregado de acordo com a CLT Art. 2º CLT - Considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviço. § 1º - Equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de emprego, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitirem trabalhadores como empregados. § 2º - Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas. Art. 3º CLT - Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. Parágrafo único - Não haverá distinções relativas à espécie de emprego e à condição de trabalhador, nem entre o trabalho intelectual, técnico e manual. Contrato de Trabalho Características - Bilateral = produz direitos e obrigações para ambos. - Comutativo= as prestações de ambas as partes apresentam relativa equivalência, sendo conhecidas no momento da celebração do contrato. - Consensual = basta a anuência das partes. - Subordinação= o empregado está sujeito às ordens do empregador, que assumiu os riscos do empreendimento. - Pessoalidade (intuitu personae)= a pessoa do empregado é considerado determinante no momento da contratação, não podendo aquele ser substituído na prestação laboral sem o consentimento do empregador. - Não Eventualidade= a execução do contrato não se exaure numa única prestação, ele prolonga-se no tempo. - Oneroso (salário) – a remuneração é requisito essencial. Contrato de Trabalho Sujeitos da relação de emprego A figura do empregador Empregador é a pessoa física ou jurídica que assume os riscos da atividade econômica, admite, assalaria, dirige a prestação pessoal de serviços Contrato de Trabalho Grupos de Empresas Reunião de várias empresas em um grupo econômico, sob controle, direção ou administração de apenas uma delas. Haverá responsabilidade jurídica solidária entre e empresa principal e suassubordinadas em relação as obrigações trabalhistas. Contrato de Trabalho Sucessão de empresas O Contrato de trabalho que é pessoal em relação ao empregado não é intuitu personae em relação ao empregador. A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa em nada afeta os contratos de trabalho (art.448 CLT) dos respectivos empregados (princípio da continuidade do contrato de trabalho). Dessa forma, não pode o empregado se recusar a trabalhar e dar por rescindido o contrato pela mera sucessão. Art. 448 CLT- A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa não afetará os contratos de trabalho dos respectivos empregados. Contrato de Trabalho Sucessão de empresas Exceção Quando ocorrer a morte do empregador constituído em empresa individual. É Facultado ao empregado rescindir o contrato de trabalho – art. 483, § 2º CLT. Art. 483 – CLT - O empregado poderá considerar rescindido o contrato e pleitear a devida indenização quando: § 2º - No caso de morte do empregador constituído em empresa individual, é facultado ao empregado rescindir o contrato de trabalho. Obs: O empregado está dispensado de cumprir aviso prévio nessa hipótese. Contrato de Trabalho Responsabilidade dos sócios Há tendência jurisprudencial no sentido de levar a responsabilidade trabalhista além dos limites do capital social da empresa, comprometendo também os bens particulares dos sócios dirigentes. Contrato de Trabalho Poderes do Empregador Poder de Direção O empregador detém o poder de organizar, fiscalizar e controlar o desenvolvimento de sua empresa. Este poder deriva do direito de propriedade, das prerrogativas inerentes ao contrato de trabalho subordinado e das normas que regulam a empresa como instituição voltada para fim determinado. Contrato de Trabalho O Poder de Direção do empregador manifesta- se de 3 formas: - Poder disciplinar - Poder organizador - Poder controlador Contrato de Trabalho Poder Disciplinar No exercício do Poder Disciplinar, pode o empregador aplicar penalidades ao empregado indisciplinado ou desidioso. São 3 as penalidades admissíveis: - Advertência (escrita ou verbal) - Suspensão (por até 30 dias - Art. 474 CLT- A suspensão do empregado por mais de 30 (trinta) dias consecutivos importa na rescisão injusta do contrato de trabalho.) - Demissão por justa causa Contrato de Trabalho Poder Controlador O Poder de Controle é o de fiscalização. Admite-se a revista pessoal no empregado, desde que não cause vexame ou ofensa a integridade moral. É proibida a revista intimas nas empregadas. Art. 373-A CLT. Ressalvadas as disposições legais destinadas a corrigir as distorções que afetam o acesso da mulher ao mercado de trabalho e certas especificidades estabelecidas nos acordos trabalhistas, é vedado: (Incluído pela Lei nº 9.799, de 26.5.1999) VI - proceder o empregador ou preposto a revistas íntimas nas empregadas ou funcionárias. (Incluído pela Lei nº 9.799, de 26.5.1999). Outros exemplos: fiscalização do e-mail corporativo de seus empregados, instalação de câmeras no ambiente de trabalho. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9799.htm#art1 Contrato de Trabalho Poder de Organizar É o poder de nortear os rumos da empresa, materializando-se na emissão de ordens, que podem ser pessoais ( ao empregado) ou gerais (para todos os empregados). Terceirização Terceirização é a relação trilateral formada entre trabalhador, intermediador e mão de obra ( empregador aparente) e o tomador de serviços (empregador real), caracterizada pela não coincidência do empregador real com o formal. Terceirização Segundo Maurício Godinho, terceirização é o fenômeno pelo qual se dissocia a relação econômica de trabalho da relação justrabalhista que lhe seria correspondente. É o mecanismo jurídico que permite a um sujeito de direito tomar serviços no mercado de trabalho sem responder, diretamente, pela relação empregatícia estabelecida com o respectivo trabalhador. Terceirização Atividade-fim e atividade-meio Definição Tanto a doutrina como a jurisprudência definem como atividade-meio aquela que não é inerente ao objetivo principal da empresa, trata-se de serviço necessário, mas que não tem relação direta com a atividade principal da empresa, ou seja, é um serviço não essencial e, como atividade-fim, aquela que caracteriza o objetivo principal da empresa, a sua destinação, o seu empreendimento, normalmente expresso no contrato social. A jurisprudência consubstanciou o seu entendimento acerca do tema por meio da Súmula TST nº. 331 do Tribunal Superior do Trabalho o qual dispõe: “SÚM 331. Contrato de prestação de serviços. Legalidade I – A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº. 6.019, de 03/01/1974). II – A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988). III – Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20/06/1983) e de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade- meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta. IV – O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias,das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº. 8.666, de 21/06/1993). Terceirização O entendimento doutrinário e jurisprudencial predominante admite que a empresa contrate empresas prestadoras de serviços à terceiros para a realização das suas atividades-meio, ou seja, aquelas atividades que não são voltadas diretamente para a atividade principal da empresa contratante. Contudo, tal entendimento exige que não haja na prestação dos serviços à terceiros, a pessoalidade e a subordinação direta. Daí depreende-se que a empresa contratada dirigirá a prestação dos serviços dos seus respectivos empregados na empresa contratante, e não haverá vinculação pessoal do empregado ao serviço a ser realizado, o que significa que o trabalho pode ser realizado por diferentes trabalhadores. OBS: Com o projeto de terceirização será permitida a terceirização também para a atividade fim Terceirização Para fins de licitude da terceirização de serviços, deve-se separar a atividade-fim da empresa das atividades-meio. Compreende-se como atividade-fim aquela que compreende as atividades essenciais e normais para as quais a empresa se constituiu. É o seu objetivo a exploração do seu ramo de atividade expresso em contrato social. Atividades-meio é aquela não relacionada, diretamente, com a atividade-fim empresarial. Exemplo: indústria de móveis. A atividade fim é a industrialização, uma das atividades-meio é o serviço de limpeza, vigilância, manutenção de máquinas e equipamentos, contabilidade, etc. A terceirização pode ser aplicada em todas as áreas da empresa definida como atividade-meio, em uma indústria, por exemplo, as seguintes atividades: Serviços de alimentação, serviços de conservação patrimonial e de limpeza, serviço de segurança, serviços de manutenção geral predial e especializada, engenharias, arquitetura, manutenção de máquinas e equipamentos, serviços de oficina mecânica para veículos, frota de veículos, transporte de funcionários, serviços de mensageiros, distribuição interna de correspondência, serviços jurídicos, serviços de assistência médica, serviços de telefonistas, serviços de recepção, serviços de digitação, serviços de processamento de dados, distribuição de produtos, serviços de movimentação interna de materiais, administração de recursos humanos, administração de relações trabalhistas e sindicais, serviços de secretaria e em serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador de serviços. Fonte pesquisada: https://mapajuridico.wordpress.com/2015/09/08/atividade-fim-x-atividade-meio- diferenciacao/ Terceirização Observa-se ainda, que o TST é favorável à aplicação da responsabilidade subsidiária nas relações entre as empresas tomadora e prestadora dos serviços. Assim, as obrigações trabalhistas são, a princípio, da empresa contratada que admite seu empregado, contudo, caso esta não cumpra as suas obrigações, os trabalhadores poderão acionar o devedor secundário (empresa tomadora dos serviços), o qual responderá pelos direitos correspondentes ao período em que os serviços lhe foram prestados. Terceirização Entrevista sobre terceirização http://g1.globo.com/economia/noticia/entenda -o-projeto-de-lei-da-terceirizacao-para-todas-as- atividades.ghtml Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego A figura do empregado Conceito de empregado: É a pessoa física que presta pessoalmente a outrem serviços não eventuais, subordinados e assalariados. O empregado é sempre pessoa física. Não é possível, dada a natureza personalíssima das obrigações que ele assume, ser pessoa jurídica. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado é um trabalhador não eventual, que presta seus serviços habitualmente, devendo esses ter relação com a atividade da empresa. Deve haver a habitualidade na prestação laboral, já que o contrato de trabalho é de prestação sucessiva, que não se esgota numa única prestação. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação Empregado é um trabalhador cuja atividade é exercida sob dependência de outrem, para quem ela é dirigida. Se os serviços executados não são subordinados, o trabalhador não será empregado, mas sim trabalhador autônomo, não regido pela CLT. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação A doutrina aponta 4 tipos de subordinação: a) Econômica b) Técnica c) Hierárquica d) Jurídica Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação Subordinação Econômica Essa subordinação explicada pela dependência econômica resulta do fato do empregado necessitar, para sua subsistência, da remuneração recebida pelo empregador. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação Subordinação Técnica Na subordinação técnica, o empregado seria subordinado porque dependeria dos conhecimentos técnicos do empregador. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação Subordinação Hierárquica A tese da subordinação hierárquica explica o fato de o empregado ser subordinado ao patrão em vista estar ele inserido nos quadros funcionais da empresa, em que o empregador ocupa uma posição de superioridade, de comando. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado – Subordinação Subordinação Jurídica Essa decorre do contrato de trabalho, em que o empregado se sujeita a receber ordens do empregador , a ser comandado pelo por ele (empregador). Essa é a justificativa mais aceita para a existência de subordinação na relação de emprego: decorrer ela (subordinação) do vínculo jurídico contratual estabelecido voluntariamente entre as partes. Essa subordinação é a que mais interessa pois repousa numa relação contratual entre as partes. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego A figura do empregado Trabalhadores Especiais 1) Trabalhador Avulso São características do Trabalho Avulso: a) Ausência de habitualidade (não eventualidade) b) É aquele que presta serviços a diversas empresas com intermediação obrigatória do sindicato ou do OGMO (Órgão Gestor de Mão de Obra) c) Relação jurídica triangular ou trilateral – 3 atores sociais envolvidos: o trabalhador, tomador de serviços e intermediador de mão de obra. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Trabalhador Avulso Decreto 3.048/99 Art. 9º São segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: VI - como trabalhador avulso - aquele que, sindicalizado ou não, presta serviço de natureza urbana ou rural, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, com a intermediação obrigatória do órgão gestor de mão-de-obra, nos termos da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, ou do sindicato da categoria, assim considerados: a) o trabalhador que exerce atividade portuária de capatazia, estiva, conferência e conserto de carga, vigilância de embarcação e bloco; b) o trabalhador de estiva de mercadorias de qualquer natureza, inclusive carvão e minério; c) o trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios); d) o amarrador de embarcação; e) o ensacador de café, cacau, sal e similares; f) o trabalhador na indústria de extração de sal; g) o carregador de bagagem em porto; h) o prático de barra em porto; i) o guindasteiro; j) o classificador, o movimentador e o empacotador de mercadorias em portos http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8630.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8630.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8630.htm Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Trabalhador Avulso X Trabalhador EventualSão características do trabalhador eventual: a) Ausência de habitualidade (não eventualidade) b) Presta serviços esporádicos de curta duração c) Não atua com profissionalidade d) Relação jurídica bilateral entre o trabalhador e o tomador dos serviços ( 2 atores). Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado Doméstico O trabalhador doméstico é definido pela Lei 5.859/72 como sendo “aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial desta”. A Lei Complementar 150/2015 modificou as normas trabalhistas das Domésticas e regulamentou a Emenda Constitucional 72 (PEC das domésticas). Conceito dado ao empregado doméstico pela LC 150/2015- Art. 1o Ao empregado doméstico, assim considerado aquele que presta serviços de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas, por mais de 2 (dois) dias por semana, aplica-se o disposto nesta Lei. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego O doméstico faz jus: a) Registro em CTPS; b) Ao salarial estadual, fixado em lei; c) Jornada de trabalho não superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais; d) Seguro contra acidentes de trabalho; e) Irredutibilidade do salário; f) Horas Extras– com no mínimo 50% de acréscimo sobre o valor da hora normal; g) Adicional noturno – equivalente 20% do valor da hora normal; h) Décimo terceiro salário; i) Repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos; j) Férias vencidas, acrescidas de 1/3 constitucional; k) Férias proporcionais, acrescidas de 1/3 constitucional; l) Férias em dobro, quando concedidas ou pagas fora do prazo; m) Salário-família n) Vale Transporte, nos termos da lei; o) FGTS equivalente a 8% da remuneração do empregado. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego A Lei 11324/2006 trouxe 4 grandes atualizações de direitos trabalhistas para os empregados domésticos. 1) A empregada doméstica gestante passou a gozar de estabilidade provisória no emprego, desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto. 2) O empregado doméstico passou a ter direito a 30 dias de férias, e não mais 20 dias úteis. 3) O empregado doméstico passou a gozar do direito à licença remunerada nos feriados civis e religioso. 4) É vedado ao empregador doméstico efetuar descontos no salário do empregado por fornecimento de alimentação, vestuário, higiene e moradia. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego OBS: Dúvida muito comum da prática e ponto controvertido na doutrina justrabalhista e nos tribunais do trabalho é a diferença entre a empregada doméstica e a diarista da empregada. Quantas vezes por semana de prestação de serviços diferenciam a diarista da empregada doméstica? Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado Rural O art. 7º, caput, da CF/88 traz a igualdade dos direitos trabalhistas entre empregados urbanos e rurais. Conceito: O empregado rural é aquele que presta serviços a empregador rural em propriedade rural ou prédio rustico, nas atividades relacionadas à agricultura (lavoura) ou pecuária. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego O trabalhador rural não é regido pela CLT mas sim pela Lei 5.889/73, regulamentada pelo Decreto nº73.626/74. Contrato de Trabalho Sujeitos da Relação de Emprego Empregado rural é toda pessoa física que, em propriedade rural ou prédio rústico, presta serviços de natureza não e e mediante eventual a empregador rural, sob dependência deste e mediante salário. Exemplos: aquele que planta, aduba, ordenha o gado, o tratorista, o boiadeiro, o administrador de fazenda etc. Empregador rural é a pessoa física ou jurídica proprietário ou não, que explore atividade agroeconomica, inclusive a exploração industrial em estabelecimento agrário. Duração do Contrato de Trabalho Os contratos de trabalho podem ser : - Por Prazo indeterminado - Por Prazo determinado Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Indeterminado Um dos grandes princípios do Direito do Trabalho é o da continuidade da relação de emprego. Dessa forma, a presunção relativa de que o contrato de trabalho é celebrado por prazo indeterminado. Súm. 212 TST DESPEDIMENTO. ÔNUS DA PROVA O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado. Duração do Contrato de Trabalho Contrato por prazo Determinado Segundo as normas da CLT, o contrato de trabalho por prazo determinado só será válido nas seguintes hipóteses: Art. 443 - O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito e por prazo determinado ou indeterminado. § 1º - Considera-se como de prazo determinado o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada. (Parágrafo único renumerado pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) § 2º - O contrato por prazo determinado só será válido em se tratando: (Incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) a) de serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo; (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) b) de atividades empresariais de caráter transitório; (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) c) de contrato de experiência. (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0229.htm#art443§2