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PRÁTICA COMO COMPONENTE 
CURRICULAR 
 
PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO 
2° SEMESTRE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
SUMÁRIO 
1. Introdução ........................................................................................... 3 
2. Carta de apresentação ........................................................................... 6 
3. Escolha do profissional entrevistado .......................................................... 6 
4. Realização da entrevista a partir do roteiro ................................................ 6 
5. Fotografar os espaços e recursos técnico-tecnológicos .................................. 7 
6. Preenchimento da declaração de presença ................................................. 7 
7. Escrita do portfólio. ............................................................................... 7 
8. Postagem .............................................................................................. 8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
 
Curso: Todas as licenciaturas 
Tema: Tecnologias voltadas à educação 
Semestre: 2º 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Este documento tem o propósito de orientá-lo na realização da Prática como 
Componente Curricular – Prática II, que é um componente curricular obrigatório em 
todos os cursos de licenciatura, nos termos da legislação vigente. É fundamental que 
você faça uma leitura atenta de todo o texto que traz informações claras sobre os 
procedimentos e as regras para a realização da Prática II. Se após a leitura persistir 
alguma dúvida, utilize os diferentes canais de comunicação para que você possa ser 
orientado, mas se lembre de que o desenvolvimento da autonomia faz parte do seu 
processo formativo. Sendo assim, faça uso das tecnologias colocando-as a favor do 
seu próprio processo de aprendizagem. 
 
1.1 Informações sobre a PCC 
 
A Prática como Componente Curricular – Prática I é uma atividade prática 
obrigatória a ser realizada in loco (presencialmente) ao longo de todos os 
semestres do curso. O cumprimento da Prática, para além da formação profissional, 
constitui-se numa exigência prevista na Resolução do Conselho Nacional de 
Educação – Resolução CNE/CP n. 2/2019 que define as Diretrizes Nacionais para 
formação inicial de professores para o exercício da educação básica, assim como 
institui a BNCC-Formação (BRASIL, 2019). 
 
Em termos gerais, a Prática como Componente Curricular se constitui num conjunto 
de atividades formativas que proporcionam experiências reais de aplicação do 
conhecimento apreendido no percurso formativo em espaços educativos (escolas, 
organizações do terceiro setor, empresas, clubes esportivos, instituições 
governamentais, dentre outros) ou desenvolvimento de procedimentos relativos ao 
exercício da docência e da gestão (BRASIL, 2005). A carga horária total da Prática 
Como Componente Curricular é de 400 horas distribuídas ao longo do curso desde 
seu início, conforme o preconizado no artigo 11, da Deliberação CEE/CP n. 2/2019. 
De modo mais efetivo, são 50 horas em cada semestre, constituindo-se em 
componentes curriculares, objetos de promoção ou reprovação. 
 
As atividades práticas estão relacionadas às disciplinas dos semestres e constituem 
uma proposta pedagógica importante para a formação docente mediante a unidade 
teoria e prática e sua articulação com os conteúdos integrados aos componentes 
curriculares acadêmicos, a partir da vivência e da simulação da prática profissional, 
desde o início da vida universitária. Na Prática II, o estudante de licenciatura 
realizará uma atividade que terá como título: Tecnologias voltadas à educação. 
 
Essa atividade teórico-prática corresponde à carga horária de 50 horas e está 
articulada com os diferentes componentes curriculares ofertados nesse período 
letivo. 
 
3 
Tecnologias voltadas à educação 
 
Quando falamos em tecnologia na educação, na atualidade, a primeira coisa em que 
pensamos costuma ser a internet e seus instrumentos de acesso. Trata-se de uma 
confusão bastante comum, porque costumamos entender como tecnologia o que na 
verdade se refere somente a instrumentos técnicos. Estes, porém, referem-se àquilo 
que o ser humano cria para aumentar suas capacidades de ação no mundo, ou seja, 
tudo aquilo que pode potencializar ou ampliar o que o corpo humano é capaz de fazer. 
Por isso, usamos talheres para nos alimentar, lápis e caneta para escrever no papel, 
escadas e andaimes para alcançar lugares e objetos altos etc. 
 
No entanto, a tecnologia é algo bem mais amplo, porque diz respeito a todo 
conhecimento produzido pelo ser humano, seja ele material ou imaterial. Isso permite 
que esse conhecimento se converta em invenções, ferramentas, processos e 
instrumentos que sejam produto da tecnologia. A rigor, poderíamos entendê-la como 
o estudo das formas pelas quais o ser humano age no mundo, ao tentar controlar a 
natureza a seu favor ou para garantir sua sobrevivência. 
 
Didaticamente, podemos compreender, então, que instrumentos técnicos são aqueles 
que potencializam o uso do corpo humano, do ponto de vista dos movimentos e do 
uso dos cinco sentidos, enquanto que instrumentos tecnológicos são “ciência 
cristalizada em objetos materiais, que não possuem nada em comum com as 
capacidades e aptidões do corpo humano” (CHAUÍ, 2003, p. 233). Ou seja, 
computadores, smartphones e tablets, por exemplo, podem ser entendidos como 
instrumentos tecnológicos, pois dispõem de recursos que extrapolam as capacidades 
do ser humano, o que envolve transmitir mensagens por codificação, por algoritmos, 
comunicar-se por criptografia ou mesmo realizar cálculos e operações matemáticas 
em altíssima velocidade. 
 
Sendo assim, quando falamos em tecnologia, estamos falando de algo que envolve 
não só equipamentos analógicos ou digitais, como os citados anteriormente, mas 
também métodos, técnicas, processos e procedimentos que vêm sendo criados pela 
humanidade desde os tempos mais remotos. 
 
A título de exemplo, ao longo da invenção da escrita na história da humanidade, o ser 
humano utilizou diferentes suportes (pedra, argila, papiro, gravetos, pena etc.) para 
registrar seus pensamentos até chegar à escrita digital. 
 
Se pensarmos no universo da escola, a invenção de instrumentos como o quadro 
negro, o giz, o mimeógrafo, bem como as réguas, canetas, borracha, flipchart, letras 
e números móveis, passando por máquinas fotográficas, microscópios, filmadora, 
retroprojetor, cartaz de pregas, calculadoras, projetor de slides, podemos nos referir a 
instrumentos técnicos que foram sendo utilizados e aprimorados ao longo do tempo. 
 
Porém, já no final do século XX, com o avanço das Tecnologias Digitais de Informação 
e Comunicação (TDICs), os instrumentos tecnológicos (televisores, rádios, 
smartphones, tablets, computadores, lousas digitais, aplicativos, sistemas de dados) 
foram se tornando mais populares, de tal modo que passaram a fazer parte do 
cotidiano. 
 
4 
 
 
 
 
Esse fato exigiu dos profissionais da educação formas mais dinâmicas, interativas, 
participativas e diversificadas de ensinar. Entretanto, sabemos que muito ainda há 
que ser feito para que todo o desenvolvimento tecnológico esteja a favor do processo 
de aprendizagem, de forma democrática, no Brasil. 
 
Apresentados alguns pressupostos e o desafio envolvido no uso das tecnologias do 
ensino, os objetivos desta Prática II são: 
 
➔ Pesquisar, conhecer e estudar historicamente os usos das tecnologias aplicadas 
à aprendizagem; 
➔ Visitar uma unidade escolar pública ou privada da Educação Básica (Educação 
Infantil, Ensino Fundamental ou Ensino Médio); 
➔ Identificar as tecnologias que existem na escola; 
➔ Verificar quais tecnologias são utilizadas na unidade escolar visitada; 
➔ Investigar as contribuições e os desafios do uso das tecnologias para os 
processos de ensino e de aprendizagem; 
➔ Analisar os dados coletados na visita à escola e refletirsobre as tecnologias que 
estão voltadas ao processo de aprendizagem dos estudantes; 
➔ Elaborar um portfólio1 reflexivo a partir das informações coletadas. 
 
1.2 Desenvolvimento 
 
Preferencialmente, a atividade deve ser realizada em grupos com até dez 
participantes matriculados no mesmo polo. 
 
Para organização dessa atividade, será necessário elaborar um portfólio a partir de 
uma visita em uma escola de acordo com o passo a passo a seguir. Além disso, será 
necessário comprovar a visita junto à unidade escolar escolhida, por meio de fotos dos 
participantes no local da visita, de declaração de presença obrigatória assinada por 
um responsável pela escola (diretor escolar, vice-diretor, supervisor ou coordenador 
pedagógico) para validação da atividade em cumprimento ao contido no § 6º, artigo 
15, da Resolução CNE/CP n. 2/2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
1.3 Escolha da escola 
 
Como já informado, a atividade deve ser realizada presencialmente em uma escola da 
Educação Básica (pública ou privada). 
 
 
2. CARTA DE APRESENTAÇÃO 
 
A carta de apresentação é um documento que apresenta ao diretor da escola a 
proposta da atividade que será desenvolvida pelos estudantes. Esse documento 
deverá ficar na escola com o diretor, caso ele aceite e autorize o desenvolvimento da 
atividade na instituição. O modelo está disponível no final deste documento. 
 
3. ESCOLHA DO PROFISSIONAL ENTREVISTADO 
 
A entrevista deverá ser realizada, preferencialmente, com um coordenador 
pedagógico ou outro profissional que exerça atividade similar na escola (pedagogo, 
orientador educacional, assistente pedagógico ou supervisor escolar). Na ausência 
desse profissional, a entrevista poderá ser realizada juntamente com o diretor, vice- 
diretor escolar ou auxiliar de direção. 
 
4. REALIZAÇÃO DA ENTREVISTA A PARTIR DO ROTEIRO 
 
Explique ao profissional escolhido o objetivo da entrevista, que ela será utilizada, 
exclusivamente, para fins acadêmicos e que, em nenhum momento, serão divulgados 
os dados pessoais contidos nela para além do portfólio que será produzido para 
postagem. Lembre-se de que é preciso solicitar a autorização do entrevistado para a 
gravação em áudio da entrevista. Se o entrevistado não autorizar ou, ainda, se você 
não tiver as condições ideais para gravar, tome nota de todas as respostas em um 
caderno, pois essas informações serão essenciais para a elaboração do portfólio da 
Prática II. 
A entrevista deverá se organizar a partir do roteiro a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
5. FOTOGRAFAR OS ESPAÇOS E RECURSOS TÉCNICO-TECNOLÓGICOS 
 
Após a realização da entrevista, verificar a possibilidade de fotografar alguns ou os 
principais espaços e recursos técnico-tecnológicos disponíveis na escola, como: sala 
de informática, laboratório de ciências, sala multimídia, sala de vídeo, quadro negro, 
quadro branco, lousa digital, mimeógrafo, celular, tablet, smartphones, computador, 
filmadora, impressora, copiadora, câmera digital, projetor multimídia, retroprojetor, 
rádio, DVD, caixa de som, televisão, roteador de internet. 
 
Tome cuidado para não capturar a imagem de estudantes que estejam presentes. 
Lembre-se de que, em hipótese alguma, poderão constar nos relatórios imagens de 
estudantes. 
 
6. PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE PRESENÇA 
 
É obrigatório providenciar uma declaração para comprovar a presença na escola 
durante o desenvolvimento da atividade. A declaração deverá ser assinada por um 
dos responsáveis da escola (supervisor, diretor, vice-diretor ou coordenador 
pedagógico), constando o carimbo da escola e o carimbo com o nome e função do 
profissional responsável. O modelo está disponível no final deste documento. 
 
7. ESCRITA DO PORTFÓLIO 
 
Chama-se de portfólio o conjunto de documentos que deverão ser entregues para 
comprovar o desenvolvimento da PCC. O portfólio será composto por: 
 
➔ Registro da entrevista, que se refere a um texto dissertativo produzido a partir 
do roteiro da entrevista, incluindo, dentre outras coisas, os registros 
fotográficos dos espaços e dos recursos técnico-tecnológicos; 
➔ Declaração de presença devidamente preenchida com nome (s) e Matrícula (s) do 
(s) estudante (s), assinatura e carimbo (com nome e função) do responsável pela 
escola e, ainda, o carimbo da escola. 
 
Atenção! O texto deve ser dissertativo seguindo as orientações dadas e não 
em forma de questionário, com reprodução das perguntas e respostas. 
 
O portfólio deverá ser estruturado a partir dos seguintes itens: 
 
a) Introdução 
Na introdução deverão ser apresentadas as informações gerais da escola e do 
entrevistado, conforme o exemplo a seguir: 
 
INFORMAÇÕES GERAIS DA ESCOLA 
Nome da escola: 
Endereço: 
Público-alvo atendido (se Educação Infantil, Ensino Fundamental ou Ensino Médio): 
 
7 
INFORMAÇÕES GERAIS DO ENTREVISTADO 
 
Função desempenhada na escola: 
 
a) Desenvolvimento 
No desenvolvimento, escreva um texto dissertativo a partir das respostas às questões 
norteadoras da entrevista e inclua as imagens coletadas dos espaços e recursos 
técnico-tecnológicos, comentando-as. 
 
b) Considerações finais 
Inicie as considerações finais retomando os objetivos propostos para essa atividade 
prática e, à medida que apresentar cada um deles, evidencie o cumprimento ou não 
do objetivo. Caso ele não tenha sido cumprido, explique os motivos. Por fim, finalize o 
portfólio expondo o seu ponto de vista ou do grupo sobre o tema investigado. 
 
c) Formatação 
O portfólio deverá ser elaborado respeitando a seguinte formatação: Tamanho da 
letra: 12; 
Fonte: Times New Roman ou Arial; Espaçamento entrelinhas: 1,5; Alinhamento do 
texto: justificado (margens alinhadas à esquerda e à direita); A postagem do arquivo 
final deverá ser em PDF. 
 
Lembre-se que um texto dissertativo deve conter coesão e coerência, não pode ser 
uma lista de itens. Não se esqueça também de revisar seu relatório antes da 
postagem, não só quanto à formatação solicitada, mas também quanto às questões 
textuais (ortografia, concordância, pontuação e paragrafação), pois esses aspectos 
também serão avaliados. 
 
Cada portfólio deve apresentar, obrigatoriamente, no mínimo 3 e no máximo 5 
páginas, sem contar capa ou folhas em branco. 
 
d) Declaração de presença 
Serão invalidados portfólios que não incluam a declaração de presença devidamente 
preenchida, carimbada e assinada. 
 
Atenção! Seu portfólio deverá conter obrigatoriamente: um texto dissertativo, 
devidamente formatado e revisado, com no mínimo três e, no máximo, cinco páginas, 
com fotografias e a declaração de presença devidamente preenchida, carimbada e 
assinada. Caso contrário, sua postagem não será validada. 
 
8. POSTAGEM 
 
O trabalho deverá ser entregue em formato digital, conforme orientado pela 
Coordenação do Polo, ou nos quadros de avisos do Ambiente Virtual de Aprendizagem – 
AVA. (Fique de olho nos avisos!) 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
 
 
Tecnologia: buscando uma definição para o conceito 
 
O artigo apresenta os conceitos de tecnologia ao longo da história e busca separar 
ciência de tecnologia. Apresenta também as diferentes facetas que se entrelaçam no 
tema: homem, cultura, saberes e necessidades, trabalho e instrumentos. 
Disponível em: https://ojs.letras.up.pt/index.php/prismacom/article/view/2065 
 
Base Nacional Comum Curricular: Tecnologias Digitais da Informação e 
Comunicação no contexto escolar 
 
O caderno de orientações para o uso das TDIC traz um alinhamento à Base Nacional 
Comum Curricular, sugerindo quais objetos de conhecimento e objetivos de 
aprendizagem devem ser associados ao uso da tecnologia voltada à educação. 
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/ 
caderno-de-praticas/aprofundamentos/193-tecnologias-digitais-da-informacao-e- 
comunicacao-no-contexto-escolar-possibilidades?highlight=WyJocSJd 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. ParecerCNE/CES n. 15/2005, aprovado em 2 de fevereiro de 2005, 
Solicitação de esclarecimento sobre as Resoluções CNE/CP n. 1/2002, que institui 
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, 
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e 2/2002, que institui a 
duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de 
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior. Disponível em: 
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/ 
CNE_pces001505.pdf?query=M%C3%89DIO. Acesso em: 26 fev. 2022. 
 
BRASIL. Resolução CNE/CP n. 2/2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais 
para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base 
Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC- 
Formação). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019- 
pdf/135951-rcp002-19/file. Acesso em: 26 fev. 2022. 
 
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2003. 
 
VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Portfólio: uma proposta de avaliação como 
reconstrução do processo de aprendizagem. Psicologia Escolar e Educacional, 
Campinas, v. 6, n. 2, pp. 149-153, dez. 2002. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/pee/a/9TFSpL6r85RKPcXy7qKN 
5dD/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 jun. 2022 
 
 
 
9 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/
http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019-
http://www.scielo.br/j/pee/a/9TFSpL6r85RKPcXy7qKN
 
 
 
 
 
CARTA DE APRESENTAÇÃO 
 
 
 
Ao(À) Senhor(a) responsável pela escola: _________________________ 
 
 
Solicitamos sua autorização para a realização da Prática como Componente Curricular (PCC) 
prevista na Resolução do Conselho Nacional de Educação – Resolução CNE/CP n. 2/2019 que 
define as Diretrizes Nacionais para formação inicial de professores para o exercício da educação 
básica, assim como institui a BNCC-Formação (BRASIL, 2019). 
 
O estudante de licenciatura realizará uma atividade prática que terá como título: Tecnologias 
voltadas à educação, que consiste em uma visita à unidade escolar com o objetivo de investigar 
as tecnologias existentes e utilizadas na escola, bem como as contribuições e desafios de seus usos 
a favor da aprendizagem dos estudantes. 
 
Contamos com a sua colaboração e agradecemos a disponibilidade de recepcionar os estudantes, 
contribuindo para a formação inicial de futuros professores da Universidade Paulista - UNIP 
 
Cidade/UF, ____ de ___________ de 20___. 
 
 
Atenciosamente, 
 
 
 
 
____________________________________ 
Nome do(a) Coordenador(a) 
Coordenador Polo – (COLOCAR O NOME DA CIDADE) 
Universidade Paulista - UNIP 
 
 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO DE PRESENÇA 
 
 
Declaramos para comprovação de presença da atividade de Prática como Componente Curricular 
que, no dia de de 20 , o(s) estudante(s) 
compareceu(ram) à escola para realização da atividade 
Tecnologias voltadas à educação. 
 
Nome(s) completo(s) do(s) estudante(s): 
 
1. Matr.: 
 
2. Matr.: 
 
3. Matr.: 
 
4. Matr.: 
 
5. Matr.: 
 
6. Matr.: 
 
7. Matr.: 
 
8. Matr.: 
 
9. Matr.: 
 
10. Matr.: 
 
 
 
 
Atenciosamente, 
Assinatura e carimbo do responsável pela escola 
 
 
 
 
Carimbo da escola 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MODELO DA ESTRUTURA FINAL DO PORTFÓLIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPA 
(MODELO PADRÃO DA UNIP) 
 
 
 
 
 
Exemplo da estrutura final do relatório: 
 
 
 
RELATÓRIO PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR II – 2º SEMESTRE 
 TECNOLOGIAS VOLTADAS À EDUCAÇÃO 
 
Nome(s) do(s) estudante (s): 
RA: 
Polo: 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
INFORMAÇÕES GERAIS DA ESCOLA 
 
 
Nome da escola: 
Endereço: 
Público-alvo atendido: 
 
 
INFORMAÇÕES GERAIS DO ENTREVISTADO 
Função desempenhada na escola: 
 
 
DESENVOLVIMENTO 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
DECLARAÇÃO DE PRESENÇA 
 
 
 
Capa 
 
▪ Alto da página: nome da instituição/departamento. 
▪ Centro da página: título do trabalho. 
▪ À direita, abaixo do título: disciplina, polo, autores. 
▪ Rodapé da página: local/data. 
▪ Exemplo: como colocar o(os) nomes(s) do(s) 
autor(es) do trabalho? 
▪ Em ordem alfabética do sobrenome: 
 
Universidade Paulista (UNIP) 
Educação a Distância 
 
 
Curso: 
 
 
Título 
 
 
Prática como componente curricular 
 
ALBUQUERQUE, Sebastiana. 
ANDRÉ, Luciana Souza. 
ANGIULIANO, Andréa. 
SILVA, Adriana Aparecida. 
 
 
▪ Margens: superior e esquerda – 3 cm cada; inferior e direita – 
2 cm cada. 
▪ Fonte: Arial, 14. 
▪ Obs.: as linhas pontilhadas são demonstrativos da distância a 
ser feita, elas não devem estar no trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LOCAL 
2023 
 
 
 
 
Nome completo / Matr. 
Nome completo / Matr. 
Nome completo / Matr. 
Nome completo / Matr. 
 
 
 
 
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
 
 
 
CURSO: 
 
 
 
 
TÍTULO: 
TECNOLOGIAS VOLTADAS 
À EDUCAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
Prática como Componente 
Curricular Nome, 
sobrenome e Matr. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIDADE – ESTADO ABREVIADO (ex.: CAMPINAS-
SP) 
 
Mês e Ano

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