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Curso Psicologia Universidade Paulista - UNIP Instituto de Ciências Humanas AULA PLENA 5 - Vida Pré-natal e Nascimento Profª Dra. Sabrina Pani DISCIPLINA: Psicologia do Desenvolvimento: Ciclo Vital O QUE JÁ SABEMOS? A FAMÍLIA É UMA INSTITUIÇÃO SOCIAL A família mudou sua função social ao longo da história O mesmo ocorre com a produção de subjetividades que se dá em seu interior FAMÍLIA COMO CONSTRUÇÃO HISTÓRICA E SOCIAL A família, como a conhecemos hoje, não é uma organização natural nem uma determinação divina. A organização familiar transforma-se no decorrer da história do homem. A família está inserida na base material da sociedade ou, dito de outro modo, as condições históricas e as mudanças sociais determinam a forma como a família irá se organizar para cumprir sua função social, ou seja, garantir a manutenção da propriedade e do status quo das classes superiores e a reprodução da força de trabalho — a procriação e a educação do futuro trabalhador — das classes subalternas. A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM A família, como primeiro grupo de pertencimento do indivíduo, é, por excelência, em nossa sociedade, o espaço em que este aprendizado ocorre, embora possa ocorrer também em qualquer grupo humano do qual participe em seus primeiros anos de vida. CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A FAMÍLIA O vínculo, em seus aspectos biológico (o cordão umbilical), social (o grupo familiar e suas responsabilidades, inclusive legais) e afetivo (o acolhimento) é condição para o crescimento e desenvolvimento global da criança. Não há possibilidade de sobrevivência física e psíquica no desamor. As doenças mentais e mesmo as físicas, em crianças pequenas, denunciam a fragilidade de vínculos familiares, a dificuldade dos adultos em criar um ambiente estável e seguro — isto é, amoroso —, a negligência, os maus-tratos. CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A FAMÍLIA Abordar a importância deste elo de ligação, o vínculo, é dizer que sempre existe ou deve existir um outro significativo que lhe assegura as condições de vida, de crescimento e desenvolvimento (senão a criança adoece, morre). Nesta perspectiva, é necessário dizer que o vínculo tem mão dupla para ser significativo, ou seja, a criança também é importante para os pais, muda suas vidas, ocupa-os. Aliás, por serem as crianças e os adolescentes importantes para os pais é que estes tornam-se importantes para eles. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: CICLO VITAL AULA 5 - 22/03 Tema da aula: Vida Pré-Natal e Nascimento Objetivo: Expor ao aluno os processos naturais e normais que envolvem o início da vida humana: concepção, gravidez e nascimento Bibliografia básica: PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013; pág. 106-114; pág.124-133. Bibliografia complementar: TOURRETTE, C. Introdução à psicologia do desenvolvimento: do nascimento à adolescência. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2013; pág.37 a 59. Desenvolvimento Pré-Natal Mesmo antes da ausência do período menstrual, o corpo de uma mulher grávida passa por alterações sutis, porém perceptíveis. Durante a gestação, o período entre a concepção e o nascimento, o nascituro passa por processos dramáticos de desenvolvimento. Normalmente a gestação varia entre 37 e 41 semanas (Martin, Hamilton et al., 2009). Desenvolvimento Pré-Natal SINAIS DE GRAVIDEZ Mamas ou mamilos sensíveis Fadiga: necessidade de tirar mais Sangramento leve ou cólicas Desejos por comida Náusea com ou sem vômito A náusea matinal pode começar já duas semanas após a concepção, mas geralmente de quatro a oito semanas, e pode ocorrer a qualquer hora do dia. Vontade frequente de urinar. Leves dores de cabeça frequentes Constipação Variações de humor Fraqueza e tontura Aumento na temperatura basal do corpo Desenvolvimento Pré-Natal O teste para gravidez identifica a presença da gonadotrofina coriônica humana, que somente é produzida por embriões e fetos. Portanto, não há falsos positivos. A gravidez poderá não ser viável, mas um teste positivo para gravidez inequivocamente indica a ocorrência da concepção. Desenvolvimento Pré-Natal Quais os fatores ambientais ocorridos na fase da gestação podem afetar o desenvolvimento do futuro Indivíduo? ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL Período germinal As duas primeiras semanas do desenvolvimento pré-natal, caracterizadas por rápida divisão celular, formação do blastócito e implantação na parede do útero. Apenas de 10 a 20% dos óvulos fecundados completam a implantação e continuam a se desenvolver. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL Período Embrionário Segundo período da gestação (da segunda à oitava semana), caracterizado pelo rápido crescimento e desenvolvimento dos principais sistemas e órgãos do corpo. Aborto espontâneo Expulsão natural do útero sofrida por um embrião que não pode sobreviver fora do útero. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL Aborto espontâneo O aborto espontâneo que ocorrer 20 semanas após a gestação geralmente é caracterizado como nascimento de natimorto. Calcula-se que 1 em cada 4 condições de reconhecida gravidez termina em aborto espontâneo, e as cifras reais podem chegar a 1 em cada 2 porque muitos abortos espontâneos ocorrem antes da mulher perceber que está grávida. A maior parte dos abortos espontâneos resulta de gravidez anormal; entre 50 e 70% envolvem anomalias cromossômicas (Hogge, 2003). Tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas e o uso de drogas aumentam os riscos desse tipo de aborto (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL Período Fetal Período final da gestação (da oitava semana até o nascimento), caracterizado pela crescente diferenciação das partes do corpo e grande aumento de seu tamanho. O feto cresce rapidamente até cerca de 20 vezes seu comprimento anterior, e os órgãos e sistemas do corpo tornam-se mais complexos. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL Ultrassom Procedimento clínico pré-natal que utiliza ondas sonoras de alta frequência para detectar os contornos do feto e seus movimentos, de modo a determinar se a gravidez segue normalmente. Fetos não são passageiros passivos no útero das mãe. Eles respiram, chutam, viram-se, flexionam o corpo, dão cambalhotas, movimentam os olhos, engolem, cerram os punhos, soluçam e sugam os polegares. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Teratógeno é um agente ambiental, como, por exemplo, vírus, drogas ou radiações, que pode interferir com o desenvolvimento pré-natal normal. Nem todos os riscos ambientais, porém, são igualmente nocivos a todos os fetos. Um evento, substância ou processo pode ser teratogênico para alguns fetos, mas ter pouco ou nenhum efeito para outros INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Nutrição e peso da mãe Mulheres grávidas precisam de 300 a 500 calorias adicionais por dia, incluindo proteína extra. Mulheres com peso e constituição física normal que ganham entre 7 e 18 quilos ou mais têm menor probabilidade de ter complicações no nascimento ou de gerar bebês cujo peso ao nascer seja perigosamente baixo ou excessivamente alto. No entanto, cerca de um terço das mães norte-americanas ganha mais ou menos peso que o recomendado INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Nutrição e peso da mãe É muito importante o que uma gestante come. Ômega 3 – melhora o padrão de sono do bebê. Ácido Fólico – sua falta causa anencefalia e espinha bífida. Espinha bífida é um defeito congênito que ocorre quando os ossos da coluna não se formam completamente. Primordialmente isto ocorre no início da gravidez. Como resultado observamos uma abertura da coluna nas costas, geralmente no fim da coluna (região sacral). A espinha bífida pode ser leve a grave. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Atividade física e trabalho pesado Entre os ifaluk das Ilhas Carolinas Ocidentais, as mulheres são aconselhadas a se absterem da colheita das safras durante os primeiros sete meses da gravidez,quando o feto em desenvolvimento é considerado fraco, mas reassumir o trabalho braçal durante os dois últimos meses para estimular um parto rápido (Le, 2000). Na verdade, exercícios moderados a qualquer momento durante a gravidez não parecem pôr em risco os fetos de mulheres saudáveis. (Committee on Obstetric Practice, 2002; Riemann e Kanstrup Hansen, 2000). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Consumo de drogas Praticamente tudo o que uma gestante ingere chega até o útero. Drogas podem atravessar a placenta, assim como o oxigênio, o dióxido de carbono e a água o fazem. A vulnerabilidade é maior nos primeiros meses de gestação, quando o desenvolvimento é mais rápido INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Medicamentos Medicamentos Já se acreditou que a placenta protegia o feto contra medicamentos que a mãe tomasse durante a gravidez – até que no começo da década de 1960, quando um tranquilizante chamado talidomida foi proibido depois de se descobrir que ele era a causa de membros atrofiados, ou mesmo da ausência deles, sérias deformidades faciais e órgãos defeituosos em cerca de 12 mil bebês. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Síndrome alcoólica fetal (SAF) Combinação de anomalias mentais, motoras e do desenvolvimento que afeta os filhos de algumas mulheres que bebem muito durante a gravidez. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Síndrome alcoólica fetal (SAF) Mesmo o consumo social moderado de bebida alcoólica pode prejudicar o feto (Sokol et al., 2003), e quanto mais a mãe bebe, maior é o efeito. O consumo moderado ou excessivo durante a gravidez parece perturbar o funcionamento neurológico e comportamental do bebê, e isso pode afetar as primeiras interações sociais com a mãe, que são vitais para o desenvolvimento afetivo (Nugent, Lester, Greene, Wieczorek-Deering e Mahony, 1996). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Síndrome alcoólica fetal (SAF) Como seria antiético conduzir o tipo de pesquisa experimental randomizada que responderia a pergunta, não podemos determinar quais são os níveis “seguros” de bebida. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Nicotina O tabagismo materno durante a gravidez tem sido identificado como o fator mais importante para nascimento de baixo peso em países desenvolvidos (DiFranza, Aligne e Weitzman, 2004). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Cafeína A cafeína que a gestante ingere no café, no chá, nos refrigerantes à base de cola ou no chocolate pode causar problemas para o feto? Parece claro que a cafeína não é uma substância teratogênica para bebês humanos (Christian e Brent, 2001). Um estudo controlado de 1.205 mães e seus recém-nascidos não identificou nenhum caso de criança com baixo peso no nascimento, nascimento prematuro ou retardo do crescimento fetal devido ao uso da cafeína (Santos et al., 1998). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Cafeína Por outro lado, num estudo controlado com 1.063 gestantes, aquelas que consumiam pelo menos duas xícaras de café comum ou cinco de refrigerante cafeinado diariamente tiveram um risco duas vezes maior de aborto espontâneo que aquelas que não consumiram cafeína nenhuma (Weng, Odouli e Li, 2008). Quatro ou mais xícaras de café por dia durante a gravidez podem aumentar consideravelmente o risco de morte súbita na primeira infância INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Maconha, cocaína e metanfetamina Estudos sobre o uso de maconha entre mulheres grávidas são escassos. Algumas evidências, entretanto, indicam que o uso excessivo de maconha pode resultar em defeitos congênitos; baixo peso e sintomas parecidos com a abstinência (choro e tremores excessivos), no nascimento; e maior risco de transtornos de atenção e de problemas de aprendizagem no futuro. (March of Dimes Birth Defects Foundation, 2004b). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Maconha, cocaína e metanfetamina O uso de cocaína durante a gravidez tem sido associado ao aborto espontâneo, retardo no crescimento, parto prematuro, baixo peso no nascimento, cabeça pequena, defeitos congênitos e desenvolvimento neurológico deficiente. Em alguns estudos, recém-nascidos expostos à cocaína demonstram síndrome de abstinência aguda e perturbações do sono. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS Doenças Maternas HIV – evita-se com tratamento adequado e cesárea Toxoplasmose – pode causar danos ao cérebro do bebe O seu veterinário poderá fazer um teste de sangue com o seu gato para verificar a presença do parasita. Outra possibilidade é testar o seu próprio sangue para anticorpos da toxoplasmose. Se você foi previamente exposto, está livre de perigo. Ansiedade, estresse e depressão materna Idade materna INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES PATERNOS A exposição ao chumbo, maconha ou fumaça de tabaco, álcool ou radiação em grande quantidade, pesticidas ou altos níveis de ozônio pode resultar em espermatozoides anormais ou de baixa qualidade (Sokol et al., 2006; Swan et al., 2003). Homens que fumam têm maior probabilidade de transmitir anomalias genéticas (AAP Committee on Substance Abuse, 2001). A exposição passiva da gestante à fumaça do pai tem sido associada ao baixo peso no nascimento, infecções respiratórias e morte súbita do lactente, e câncer na infância e na vida adulta. Pais mais velhos podem ser uma fonte significativa de defeitos congênitos devido à presença de espermatozoides danificados ou deteriorados. INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES PATERNOS A exposição ao chumbo, maconha ou fumaça de tabaco, álcool ou radiação em grande quantidade, pesticidas ou altos níveis de ozônio pode resultar em espermatozoides anormais ou de baixa qualidade (Sokol et al., 2006; Swan et al., 2003). INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES PATERNOS Homens que fumam têm maior probabilidade de transmitir anomalias genéticas (AAP Committee on Substance Abuse, 2001). A exposição passiva da gestante à fumaça do pai tem sido associada ao baixo peso no nascimento, infecções respiratórias e morte súbita do lactente, e câncer na infância e na vida adulta. Pais mais velhos podem ser uma fonte significativa de defeitos congênitos devido à presença de espermatozoides danificados ou deteriorados. Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer Antes do século XX, o nascimento de uma criança na Europa e nos Estados Unidos, assim como na maioria dos países desenvolvidos, era um ritual social feminino1. A mulher, cercada por parentes e vizinhos do sexo feminino, ficava sentada em sua cama, vestida apenas com um lençol; se ela quisesse, ficar de pé, andar ou agachar-se sobre um “tamborete de parto”. Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer A parteira que comandava o evento não tinha nenhum treinamento formal; ela oferecia “conselhos, massagens, poções, irrigações e talismãs” (Fontanel e d’Harcourt, 1997, p. 28). Depois que o bebê era expulso do útero, a parteira cortava e amarrava o cordão umbilical, além de limpar e examinar o recém-nascido. Passadas algumas horas, ou alguns dias, a mãe camponesa estaria de volta ao trabalho no campo; uma mulher mais abastada poderia descansar por algumas semanas. Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer Naquele tempo, o nascimento de uma criança era “uma luta contra a morte”, tanto para a mãe quanto para o bebê (Fontanel e d’Harcourt, 1997, p. 34). Nos séculos XVII e XVIII, na França, a mulher tinha uma chance em dez de morrer ao dar à luz, ou pouco depois. Milhares de bebês eram natimortos e um em cada quatro que nasciam vivos morria no primeiro ano de vida. Seriado- “Call the Midwife” – Chamem a parteira (Atualmente no PrimeVideo) Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer A QUESTÃO SERIA A FORMA DO PARTO OU AS CONDIÇÕES DE ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL? Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer As notáveis reduções nos riscos que envolvem a gravidez e o nascimento de um bebê em países industrializados, especialmente nos últimos 50 anos, são devidas em grande parte à disponibilidadede antibióticos, transfusões de sangue, anestesia segura, melhorias de higiene e medicamentos para induzir o parto. Entretanto, a “medicalização” do nascimento teve custos sociais e emocionais, afirmam alguns críticos (Fontanel e d’Harcourt, 1997). Hoje, uma pequena, porém crescente, parcela de mulheres em países desenvolvidos está voltando para as experiências íntimas e pessoais de um parto doméstico, que pode envolver toda a família (MacDorman, Menacker e Declercq, 2010). Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer Algumas providências talvez precisem ser tomadas com um médico e um hospital próximo, no caso de surgir alguma emergência. Alguns estudos indicam que partos domésticos planejados, com rápida transferência para um hospital disponível, em caso de necessidade, podem ser tão seguros quanto os partos de baixo risco feitos em hospitais por parteiras ou enfermeiras obstetras (American College of Nurse-Midwives, 2005). Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer PARTO VAGINAL VERSUS PARTO CESARIANO CIRURGIA CESARIANA - o bebê é removido cirurgicamente do útero. PARTO NATURAL - Método que procura evitar a dor eliminando o medo por meio da educação sobre a fisiologia da reprodução e treinando respiração e relaxamento durante o parto. PARTO PREPARADO - Método que utiliza instrução, exercícios de respiração e apoio social para induzir respostas físicas controladas às contrações uterinas e reduzir o medo e a dor. Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer OXITOCINA A oxitocina está envolvida em diversas interações sociais positivas, fora da relação materna inclusive. Por exemplo, sprays nasais de oxitocina podem ajudar pessoas de baixa competência social a interpretar as emoções dos outros. (Bartz, 2010) Apelidado de “hormônio do amor” é liberado durante o trabalho de parto naturalmente, quando a mulher se sente confortável e segura. Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer OXITOCINA AMBIENTE HOSPITALAR PODE DIFICULTAR A LIBERAÇÃO DESTE HORMÔNIO, POIS ESTE HORMONIO NÃO SE PRODUZ EM SITUAÇÃO DE ESTRESSE OU MEDO. O MESMO HORMÔNIO É PRODUZIDO DURANTE A RELAÇÃO SEXUAL. HOSPITAIS NÃO AGUARDAM OU ACOLHEM O INÍCIO DO TRABALHO DE PARTO NATURAL E APLICAM OXITOCINA SINTÉTICA. ESTA SUBSTÂNCIA SINTÉTICA AUMENTA CONSIDERAVELMENTE AS DORES DAS CONTRAÇÕES. PDCV AULA 6 - 29/03 Tema da aula: Do nascimento ao ingresso na escola (0 a 3 anos) Objetivo: Conhecer o desenvolvimento físico, perceptual, cognitivo e linguagem, personalidade e social da criança de 0 a 3 anos Bibliografia básica: PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013; pág.147-156. Bibliografia complementar: MOURA, M. L. S. de & RIBAS, A. F. P., Evidências sobre características de bebês recém-nascidos: um convite a reflexões teóricas. In: MOURA, M. L. S. de (org.) - O Bebê do século XXI e a psicologia em desenvolvimento. São Paulo: Casa Do Psicólogo, 2004 – cap. 1 (Coleção Psicologia e educação). THOMAZ, A. C.P. et al. Relações afetivas entre mães e recém-nascidos a termo e pré-termo: variáveis sociais e perinatais. In: Estud. Psicol. (Natal). Natal, v. 10, n. 1, 2005. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo. TOURRETTE, C. Introdução à psicologia do desenvolvimento: do nascimento à adolescência. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2013; pág.60 a 99. image2.jpg image3.jpeg image4.png image5.tiff image6.tiff image7.tiff image8.tiff media1.mp4 image9.png media2.mp4 image10.png