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ESP. EM ESTRUTURAS DE CONCRETO E FUNDAÇÃO DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS I Coordenação do curso: Prof. Dr. Roberto Chust Carvalho Ministrante da aula: Prof. Tarniê Vilela Nunes Narques 1 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Introdução ➢ Escadas → Elementos projetados para que o ser humano com pouco dispêndio de energia e em espaço reduzido, consiga ir, andando, de um nível a outro, por meio de degraus. 2 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Introdução ➢ Rampas → Idem escada, porém necessita de maior espaço para seu desenvolvimento devido sua inclinação. ➢ Dimensionamento → Rampa, idem dimensionamento de escada. 3 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Geometria das escadas hd→Altura do degrau (espelho) cd→Comprimento (cobertor) 𝐿𝑖ℎ → Comprimento horizontal do lance 𝐿𝑝 → Comprimento do patamar B→Largura do degrau 0,28 ≤ 𝑐𝑑 ≤ 0,32𝑚 0,16 ≤ ℎ𝑑 ≤ 0,18𝑚 0,60 ≤ 𝑐𝑑 + 2. ℎ𝑑 ≤ 0,64𝑚 4 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Geometria das escadas Patamar → No máximo após 15 degraus VL→Vão livre vertical (≥ 2,10𝑚) Largura mínima de degrau (B): Secundárias/Serviço → 70 a 90 cm Residencial/Escritório → 120 cm Edifício Público →≥ 120 cm Espessura da Laje (hn) → 10 a 14 cm 26,5° ≤ 𝛼 ≤ 32,7° 𝑡𝑎𝑛𝑔 𝛼 = ℎ𝑑 𝑐𝑑 5 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Particularidades Concreto com Slump menor Prever armaduras de esperas Recomendável que se termine as escadas sempre em vigas Dimensionar largura em função da norma de acessibilidade (NBR 9050) Fixação de corrimão se possível com parafusos 6 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Peso Próprio 7 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Peso Próprio 8 𝑃 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑛. 𝛾𝑐 . 𝑏 𝑔𝑛 = 𝑃 𝐿𝑖 𝑔𝑛 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑛. 𝛾𝑐 . 𝑏 𝐿𝑖 𝑔𝑛 = ℎ𝑚𝑛. 𝛾𝑐 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Peso Próprio 9 𝐿𝑖 = ൗ𝐿 𝑐𝑜𝑠𝛼 ℎ𝑚𝑛 = ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼 𝑃 = 𝐿 𝑐𝑜𝑠𝛼 . ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼. 𝛾𝑐 𝑃 = 𝐿. ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 𝑔𝑣 = 𝑃 𝐿 → 𝑔𝑣 = ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Peso Próprio 10 ℎ𝑚𝑛 = ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼 𝑔𝑛𝑖 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 . 𝑐𝑜𝑠²𝛼 𝐿𝑖 𝑃. 𝑐𝑜𝑠𝛼 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑛. 𝛾𝑐 . 𝑐𝑜𝑠𝛼 𝑃. 𝑐𝑜𝑠𝛼 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 . 𝑐𝑜𝑠²𝛼 𝑔𝑛𝑖 = ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 . 𝑐𝑜𝑠²𝛼 𝑔𝑣 = ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 𝑔𝑛𝑖 = 𝑔𝑣 . 𝑐𝑜𝑠²𝛼 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Peso Próprio 11 ℎ𝑚𝑛 = ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼 𝑔𝑝𝑖 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼. 𝛾𝑐 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 𝐿𝑖 𝑃. 𝑠𝑒𝑛𝛼 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑛. 𝛾𝑐 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 𝑃. 𝑠𝑒𝑛𝛼 = 𝐿𝑖 . ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼. 𝛾𝑐 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 𝑔𝑝𝑖 = ℎ𝑚𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼. 𝛾𝑐 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 𝑔𝑣 = ℎ𝑚𝑣 . 𝛾𝑐 𝑔𝑝𝑖 = 𝑔𝑣 . 𝑐𝑜𝑠𝛼. 𝑠𝑒𝑛𝛼 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Revestimento (m² de projeção horizontal) • 𝑔2 estimado 0,5 a 1,0 kN/m² 12 𝑔2 = 𝑟1. 𝛾1 + 𝑟2. 𝛾2 + 𝑟1. ℎ𝑑 . 𝛾1 𝑐𝑑 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Parapeito • Escada apoiada em vias laterais ▪ Parapeito na própria viga • Escada sem viga lateral ou em balanço ▪ Parapeito na própria escada 13 𝑔3 = 𝐻. 𝑡. 𝛾3 Peso de 1 metro de parapeito ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Carregamento a considerar em escadas usuais • Parapeito • Escada apoiada em vias laterais ▪ Parapeito na própria viga • Escada sem viga lateral ou em balanço ▪ Parapeito na própria escada 14 𝑔3 = 𝐻. 𝑡. 𝛾3 Peso de 1 metro de parapeito Ou 𝑔3 = 𝐻.𝑡.𝛾3 𝑏 Peso por m² do parapeito ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Esforços em Vigas ou Lajes Inclinadas 15 𝑀 = 𝑔𝑣. 𝐿² 8 𝑁 = 𝑔𝑣. 𝐿 2 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 𝑉 = 𝑔𝑣. 𝐿 2 . 𝑐𝑜𝑠𝛼 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Dimensionamento das Escadas • Escadas com plano único: ▪ Cálculo de lajes (Teoria das placas elásticas ou de linhas de ruptura) 16 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Dimensionamento das Escadas • Escadas com plano único: ▪ Pode-se considerar, de forma simplificada, que as escadas trabalhem como conjuntos de vigas. 17 Despreza-se o efeito da normal no cálculo de armadura longitudinal. ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Dimensionamento das Escadas • Determinação da área de aço (𝐴𝑠) 18 𝐴𝑝 = 𝑀𝑑 (𝑑 − 0,4. 𝑥). 𝜎𝑝𝑑 𝐾𝑀𝐷 = 𝑀𝑑 𝑏𝑤. 𝑑²𝑓𝑐𝑑 𝐴𝑝 = 𝑀𝑑 𝐾𝑧. 𝑑. 𝑓𝑦𝑑 𝑥 = 0,68. 𝑑 ∓ (0,68. 𝑑)2−4.0,272. 𝑀𝑑 𝑏𝑤. 𝑓𝑐𝑑 0,544 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Dimensionamento das Escadas • Altura útil (d) 19 𝑑 = ℎ𝑔𝑛 − 𝑐 − ൗ∅ 2 𝑑 = ℎ𝑔. 𝑐𝑜𝑠𝛼 − 𝑐 − ൗ∅ 2 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Dimensionamento das Escadas • Verificação quanto a necessidade de armadura transversal: 20 𝑉𝑠𝑑 ≤ 𝑉𝑅𝑑,1 𝑉𝑅𝑑,1 = [𝜏𝑅𝑑 . 𝐾. 1,2 + 40. 𝜌 + 0,15. 𝜎𝑐𝑝]. 𝑏𝑤. 𝑑 𝜏𝑅𝑑 = 0,25. 𝑓𝑐𝑡𝑑 = 0,25.0,15. 𝑓𝑐𝑘 2/3 Tensão Resistênte de Cálculo do Concreto ao Cisalhamento 𝑘 = 1,6 − 𝑑 𝜌 = 𝐴𝑠 𝑏𝑤. 𝑑 ≤ 0,02 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Admite-se que a escada se comporte como uma laje armada em uma direção, ou como uma viga de largura igual à largura dos degraus (b) e vão na horizontal (L) igual à distância entre apoios. 21 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Armadura Principal: na direção do transito • Armadura Distribuição: perpendicular a principal. • Armadura Negativa Mínima: na ligação do lance com os apoios. • Espaçamento Máximo: 20cm • Espaçamento Mínimo: 10 cm 22 𝐴𝑠,𝑑𝑖𝑠𝑡 = ൞ 0,2. 𝐴𝑠,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 0,9 𝑐𝑚2/𝑚 3 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎𝑠 𝑝𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Armadura Principal: na direção do transito • Armadura Distribuição: perpendicular a principal. • Armadura Negativa Mínima: na ligação do lance com os apoios. • Espaçamento Máximo: 20cm • Espaçamento Mínimo: 10 cm • Espera da armadura principal 23 𝐴𝑠,𝑑𝑖𝑠𝑡 = ൞ 0,2. 𝐴𝑠,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 0,9 𝑐𝑚2/𝑚 3 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎𝑠 𝑝𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Espessura de laje em função do vão • Evitar espessuras que conduzam a armadura dupla. • Evitar espessuras que conduzam a armadura mínima. 24 VÃO ESPESSURA ≤ 3,0 10 cm 3,0 ≤ 𝐿 ≤ 4,0 12 cm ≥ 4,0 14 cm ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Escadas de dois lances com patamar intermediário 25 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Escadas de dois lances com patamar intermediário 26 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Escadas de dois lances com patamar Intermediário • Vigas no início do lance: redução do vão a ser vencido 27 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Reflexão sobre os apoios 28 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Reflexão sobre os apoios 29 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Reflexão sobre os apoios 30 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Reflexão sobre os apoios 31 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Reflexão sobre os apoios 32 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Detalhamento da Armadura 33 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Detalhamento da Armadura 34 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Longitudinal • Detalhamento da Armadura • Tendência de Retificação das Barras na seção de inflexão do lance com o patamar • Prolongamento das barras de um comprimento de ancoragem 35 Errado Correto EXERCÍCIO 1 36 ➢ Dimensionar e detalhar a escada apresentada abaixo. Considerar: 2s 𝑓𝑐𝑘 = 25 𝑀𝑃𝑎 Aço: CA50 Edifício Residencial (CAA II) S/ acesso ao público (2,5 kN/m²) Peitorilde 1,5 kN/m (interno) EXERCÍCIO 1 37 ➢ Dimensionar e detalhar a escada apresentada abaixo. Considerar: 2s Regularização (Piso/Espelho): 2cm Argamassa: Cimento e areia Revestimento (Piso/Espelho): 2cm – Granito Revestimento inferior: 1cm Argamassa: Cal, cimento e areia ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Transversal 38 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Transversal • Armadura Principal: na direção perpendicular ao transito. • Armadura Distribuição: paralela ao transito. • Armadura Negativa Mínima: na ligação do lance com os apoios. • Espaçamento Máximo: 20cm • Espaçamento Mínimo: 10 cm 39 𝐴𝑠,𝑑𝑖𝑠𝑡 = ൞ 0,2. 𝐴𝑠,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 0,9 𝑐𝑚2/𝑚 3 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎𝑠 𝑝𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada na Direção Transversal • Parapeito → Aplicado diretamente na viga. (não entra no cálculo da escada) • Laje da escada com espessura Reduzida. (≅ 8 cm) • Calculo: pode-se considerar espessura média da laje. (degraus comprimidos) EXERCÍCIO 2 41 ➢ Dimensionar e detalhar a escada apresentada abaixo. Considerar: 2s Regularização (Piso/Espelho): 2cm Argamassa: Cimento e areia Revestimento (Piso/Espelho): 2cm – Granito Revestimento inferior: 1cm Argamassa: Cal, cimento e areia 𝑓𝑐𝑘 = 25 𝑀𝑃𝑎 Aço: CA50 Edifício Residencial (CAA II) S/ acesso ao público (2,5 kN/m²) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Armada nas Duas Direções 42 𝑙𝑦 𝑙𝑥 ≥ 2,0 → Cálculo como laje ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “L” 43 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “L” ➢ Modelagem Como Laje 44 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “L” ➢ Modelagem Como Pórtico • Admite-se que o patamar é um apoio indireto para um dos lances. • Demais considerações, idem as apresentadas para as escadas anteriores 45 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “L” ➢ Modelagem Como Pórtico • Reação de apoio do patamar do pórtico com apoio indireto deve ser considerada como carga adicional no lance de escada que a recebe. 46 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “U” 47 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “U” ➢ Modelagem Como Pórtico • Admite-se que o patamar é um apoio indireto para um dos lances. • Demais considerações, idem as apresentadas para as escadas anteriores 48 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Planta em Forma de “O” 49 ➢ Modelagem Como Pórtico • Admite-se que o patamar é um apoio indireto para um dos lances. • Demais considerações, idem as apresentadas para as escadas anteriores EXERCÍCIO 3 ➢ Calcular e detalhar uma escada com planta em forma de U, de largura 1,20 m, estando o piso inferior na cota de nível acabada de 0,0 cm, e o piso superior com cota acabada de 292 cm. ➢ Considerar revestimento de piso cerâmico com espessura final de 2,5 cm no piso inferior, superior e degraus, inclusive espelhos. A parte inferior da escada recebera apenas pintura protetora. (𝛾𝑟𝑒𝑣 = 22 𝑘𝑁/𝑚³) 2s 𝑓𝑐𝑘 = 25 𝑀𝑃𝑎 Aço: CA50 Edifício Residencial (CAA II) S/ acesso ao público (2,5 kN/m²) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Plissada ou em Cascata • Escadas com fundo não plano. • Se armada longitudinalmente, deverá ser dimensionada como viga de eixo quebrado. • Se armada transversalmente, deverá ser dimensionada como vigas e(espelhos) e lajes (cobertores) • Espelho (Flexo-tração / Flexo-Compressão) • Cobertor (Flexão Simples) 51 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Plissada ou em Cascata ➢ Armadura • Contínua ➢ Execução mais complexa 52 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Plissada ou em Cascata ➢ Armadura • Estribos ➢ Execução mais simples 53 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Plissada ou em Cascata ➢ Modelo de cálculo 54 EXERCÍCIO 4 55 ➢ Dimensionar e detalhar a escada apresentada abaixo. Considerar: 2s Concreto Aparente 𝑓𝑐𝑘 = 25 𝑀𝑃𝑎 Aço: CA50 Edifício Escritório (CAA II) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Degrau em Balanço 56 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Degrau em Balanço • Degraus trabalham, como vigas em balanço engastadas na viga inclinada • A viga inclinada está submetida a, fletor, normal, cortante e a momento torçor (degraus) • Degraus podem ter altura variável. 57 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Degrau em Balanço • Carregamento/Armação • Degraus calculados para uma carga Acidental de 2,5 kN aplicada em sua extremidade. • Este carregamento não deve ser considerado para determinar os esforços da viga inclinada. 58 EXERCÍCIO 5 ➢ Dimensionar e detalhar a escada apresentada abaixo. Considerar: 2s 𝑓𝑐𝑘 = 25 𝑀𝑃𝑎 Aço: CA50 Regularização (cobertor): 1cm Argamassa: Cimento e areia Revestimento (Piso): 1cm – Granito Revestimento inferior: Concreto aparente Edifício Residencial (CAA II) S/ acesso ao público (2,5 kN/m²) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Viga Longitudinal e Degraus Isolados 60 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Viga Longitudinal e Degraus Isolados • Degraus trabalham, como vigas em balanço engastadas na viga inclinada • A viga inclinada está submetida a, fletor, normal, cortante e torçor (degraus) • Degraus podem ter altura variável. 61 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada com Viga Longitudinal e Degraus Isolados • Carregamento/Armação • Degraus calculados para uma carga Acidental de 2,5 kN aplicada em sua extremidade. • Este carregamento não deve ser considerado para determinar os esforços da viga inclinada. 62 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) 63 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Tridimensional 64 Momento Fletor Cortante ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Como Pórtico Espacial 65 ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Simplificada 66 𝑀𝑦,𝑝𝑎𝑡 = 𝑃1. 𝐵 8 8 (𝑘𝑁𝑚/𝑚) 𝑀𝑥,𝑝𝑎𝑡 = 𝑃1. 𝐿𝑝 2 2 (𝑘𝑁𝑚/𝑚) 𝑃1 → Carga uniformemente distribuída no patamar (kN/m²) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Simplificada 67 𝑃𝑝𝑎𝑡 = 𝑃1. 𝐿𝑝 (𝑘𝑁/𝑚) 𝑀𝑝𝑎𝑡 = 𝑀𝑥,𝑝𝑎𝑡 (𝑘𝑁𝑚/𝑚) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Simplificada 68 𝑅 = 𝑃𝑝𝑎𝑡 + 𝑃2. 𝐿 (𝑘𝑁/𝑚) 𝐻 = 1 𝑎𝑡𝑔𝛼 (𝑀𝑝𝑎𝑡 + 𝑃𝑝𝑎𝑡. 𝐿 + 𝑃2. 𝐿2 2 ) (𝑘𝑁/𝑚) 𝑀 𝑥 = 𝐻. 𝑥. 𝑡𝑔𝛼 −𝑀𝑝𝑎𝑡 − 𝑃𝑝𝑎𝑡. 𝑥 − 𝑃2. 𝑥2 2 (𝑘𝑁𝑚/𝑚) 𝑥 𝑀,𝑚𝑎𝑥 = 𝐻. 𝑡𝑔𝛼 − 𝑃𝑝𝑎𝑡 𝑃2 ) (𝑚) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Simplificada 69 𝑁1 = 𝐻. 𝑐𝑜𝑠𝛼 + 𝑅. 𝑠𝑒𝑛𝛼 (𝑘𝑁/𝑚) 𝑁2 = 𝐻. 𝑐𝑜𝑠𝛼 + 𝑃𝑝𝑎𝑡 . 𝑠𝑒𝑛𝛼 (𝑘𝑁/𝑚) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada em Balanço (Autoportante) • Modelagem Simplificada 70 𝑉1 = 𝑅. 𝑐𝑜𝑠𝛼 − 𝐻. 𝑠𝑒𝑛𝛼 (𝑘𝑁/𝑚) 𝑉2 = 𝑃𝑝𝑎𝑡. 𝑐𝑜𝑠𝛼 + 𝐻. 𝑠𝑒𝑛𝛼 (𝑘𝑁/𝑚) ESCADAS DE EDIFÍCIOS DE CONCRETO Escada Helicoidal (Curva) 71