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Escola do SESI Campo Grande MS 
 
 
 
 
 
 
Larissa Palácios Ferraz, Marcus Vinicius Costa, Mariana Andréa 
 
 
 
 
 
 
 
N3 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Professor: Newton Miranda 
Biologia Avaliação Externa 
 
30/0 
Programa Nacional de Imunização: 
o Programa Nacional de Imunizações, responsável por elaborar a política de 
vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina até a definição do 
público que será imunizado. O Programa Nacional de Imunizações do Brasil tem 
avançado ano a ano para proporcionar melhor qualidade de vida à população com 
a prevenção de doenças. O Programa Nacional de Imunizações do Brasil é um dos 
maiores do mundo, disponibiliza gratuitamente no Sistema Único de Saúde - SUS 
48 imunobiológicos: 31 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas para toda a 
população. Há vacinas destinadas a todas as faixas-etárias sendo 17 vacinas para 
crianças, sete para adolescentes, cinco para adultos e idosos e três para gestantes, 
e campanhas anuais para atualização da caderneta de vacinação 
 
Objetivos: 
• Melhorar a qualidade de vida da população com a prevenção de doenças 
• eliminar e controlar várias doenças imunopreveníveis 
• Oferecer todas as vacinas com qualidade a todas as crianças que nascem 
anualmente no Brasil 
• definir a política de vacinação do País 
 
Calendário de Vacinação Nacional: 
Calendário Nacional de Vacinação, um documento que estabelece a aplicação das 
vacinas de rotina para cada fase da vida. é aquele definido pelo Programa Nacional 
de Imunizações (PNI), O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina 
dos serviços, 20 vacinas que protegem o indivíduo em todos ciclos de vida, desde 
o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas estão a 
poliomelite, sarampo, rubéola, tétano, coqueluche e outras doenças graves e 
muitas vezes fatais. O Calendário Nacional de Vacinação pode ajudar a descobrir 
quais vacinas seu filho precisa e quando. 
 
Composição das Vacinas 
• Antígeno: Componente essencial que causa a produção de anticorpos; 
• Adjuvantes: Substância adicionada a uma vacina para potencializar a resposta 
imunológica ao antígeno. O adjuvante mais frequentemente utilizado é o 
hidróxido de alumínio, porém, outras substâncias têm sido usadas à base de 
esqualeno; 
• Conservantes: para impedir que a vacina seja contaminada depois de aberta; 
• Estabilizantes: Para prevenir reações químicas nas vacinas; 
• Líquido diluente: Para deixar a vacina na concentração correta imediatamente 
antes do seu uso. 
 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/poliomielite
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sarampo
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/rubeola
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/tetano-neonatal
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/coqueluche
Tipos de vacinas de acordo com a produção 
Vacinas de vírus inativados: 
Contêm vírus inteiros inativados por processos químicos ou físicos. Embora o 
vírus não cause a doença, o sistema imunológico reage e produz uma resposta 
protetora. Exemplos: vacina inativada da poliomielite (VIP) e vacina da hepatite 
A. 
 
Vacinas de vírus atenuados: 
Contêm vírus vivos enfraquecidos em laboratório. Eles não causam doença em 
pessoas saudáveis, mas provocam uma resposta imunológica duradoura. 
Exemplos: vacina MMR (sarampo, caxumba e rubéola) e vacina oral contra 
poliomielite (VOP). 
 
Vacinas de subunidades: 
Contêm partes específicas do patógeno, como proteínas ou polissacarídeos. 
Exemplos: vacina contra a gripe e vacina contra o HPV. 
 
Vacinas de toxoides: 
Baseadas em toxinas inativadas produzidas por bactérias. Estimulam a produção 
de anticorpos contra a toxina. Exemplos: vacina contra tétano e difteria. 
 
Vacinas de ácidos nucleicos 
Usam material genético (DNA ou RNA) do patógeno. As vacinas de mRNA, 
como as contra a COVID-19, introduzem o material genético nas células, que 
produzem proteínas virais e desencadeiam uma resposta imunológica. 
 
Exemplos: 
 
Tipos De Vacinas V: vacina poliomielite inativada 1, 2 e 3 (VIP) 
Composição: vacina é trivalente e contém os vírus da poliomielite dos tipos 1, 2 e 
3, obtidos em cultura celular e inativos. 
Via: intramuscular. 
 
Hepatite A 
Composição: antígeno do vírus da hepatite A. 
Via: intramuscular. 
 
Vacina influenza 
Composição: diferentes cepas do vírus Myxovirus influenzae inativados, 
fragmentados e purificados, cultivados em ovos embrionados de galinha 
Via: intramuscular. 
 
 
 
 
 
 
As principais vacinas infantis 
A vacinação infantil segue as recomendações do Ministério da Saúde, que tem 
uma cartilha indicando a idade e a dosagem correta. 
Hepatite A 
Vacinação em dose única para crianças de 15 a 23 meses. 
Hepatite B 
São três doses: 1º no primeiro dia de vida 12 horas após o nascimento, 2º após o 
intervalo de um mês e a 3º dose após seis meses da primeira dose. 
BCG 
Vacina que protege o bebê do desenvolvimento grave de tuberculose, sendo 
aplicada no braço direito no primeiro mês de vida. 
É comum que apareçam efeitos colaterais ou reações após algumas semanas. 
DTP 
Essa vacina é chamada de “penta”, pois serve ao combate de 5 doenças: 
o Hepatite B; 
o Tétano; 
o Coqueluche; 
o Infecções da bactéria Haemophilos B; 
o Difteria. 
Deve ser tomada em 3 doses aos 2º, 4º e 6º meses de vida, sendo que tem reforço 
ao 15º mês e depois, aos 4 anos de idade. 
 
VIP e VOP 
A vacina VIP e VOP serve para a proteção contra poliomielite e paralisia infantil, 
também segue as mesmas dosagens iniciais (VIP) e de reforço (VOP) que a DTP. 
As três primeiras doses são injetáveis, enquanto as doses de reforço são em 
gotinhas. 
Rotavírus 
A vacina do rotavírus é tomada em duas doses, sendo no 2º e no 4º mês de vida, 
combatendo infecções gastrointestinal que acarretam desidratações severas e até 
mesmo levam ao óbito. 
Febre amarela 
A vacina de febre amarela deve ser tomada aos nove meses de idade em dose 
única. 
A dose de reforço só é indicada em casos de áreas de risco, em que há muita 
contaminação pelo vírus. 
Tríplice viraL 
São duas doses de vacina que protege contra caxumba, rubéola e sarampo, sendo 
administrada aos 12º e 15º mês de vida, com dois reforços aos 4 e 6 anos de idade. 
Influenza 
A vacina da gripe deve ser tomada uma vez ao ano a partir dos 6 meses até os 5 
anos de idade. 
 
 
Vacinação em adultos e idosos 
 
Vacinação em idosos 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define idosos como pessoas a partir dos 
60 anos. Na população idosa brasileira, cerca de 57% são mulheres e 43% são 
homens. 
 
Segundo o Guia de Vacinação da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 
(SBGG) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), os objetivos da 
vacinação para os idosos são: 2 
• Protegê-los de doenças infecciosas potencialmente graves; 
• Reduzir o risco de quadros infecciosos graves pela presença de 
comorbidades; 
• Prevenir a descompensação de doenças crônicas causadas por doenças 
infecciosas; 
• Melhorar a qualidade e expectativa de vida. 
Existem algumas vacinas oferecidas gratuitamente pelo Ministério da Saúde e são 
recomendadas para a população acima de 60 anos: 2 
• Influenza; 
• Pneumocócica 23-valente; 
• Difteria e tétano; 
• Febre amarela; 
• Hepatite B; 
 
Vacinação em adultos: 
 
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) já oferece seis vacinas diferentes 
para a imunização de adultos, sendo elas: 3 
• Hepatite B; 
• Febre amarela; 
• Difteria e tétano; 
• Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); 
• Difteria, tétano e coqueluche acelular (para gestantes); 
• HPV. 
 
	Objetivos:
	Calendário de Vacinação Nacional:
	Composição das Vacinas
	Tipos de vacinas de acordo com a produção
	Hepatite A
	Hepatite B
	BCGDTP
	VIP e VOP
	Rotavírus
	Febre amarela
	Tríplice viraL
	Influenza
	Vacinação em adultos:

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