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HISTÓRIA 
 
 PROFESSOR NILTON SOUSA 
 
 
fariasbrito.com.br @fariasbrito canalfariasbrito@fariasbrito colegiofariasbrito
NÚCLEO ALDEOTA
(85) 3486.9000
NÚCLEO CENTRAL
(85) 3464.7788 (85) 3064.2850
NÚCLEO SUL
(85) 3260.6164
NÚCLEO EUSÉBIO
(88) 3677.8000
NÚCLEO SOBRAL
 
AULA 1 
 
1. (Unirio) “... era como se os Estados Unidos tivessem 
como objetivo uma missão civilizatória junto aos povos 
da América Latina.” 
 
The Promisse of American Life, Hervert Croly. 
 A consolidação do capitalismo nos Estados Unidos da 
América, ao longo do século XIX, identificou-se em seu 
processo de expansão territorial, que se relaciona 
corretamente com o(a): 
a) destino Manifesto, que fundamentava a distinção 
política e econômica entre os estados sulistas 
escravocratas e os nortistas industriais. 
b) fim da guerra hispano-americana, que acarretou a 
incorporação da Flórida, de Cuba e da zona do Canal 
do Panamá. 
c) vitória no conflito contra o México, que resultou na 
anexação dos territórios do Texas, Novo México e 
Califórnia. 
d) Marcha para o Pacífico, que estendeu o território 
americano até a costa oeste, com a invasão e a 
ocupação do Alasca e dos territórios do noroeste do 
Canadá. 
e) Doutrina Monroe, que ratificou a compra dos 
territórios franceses e ingleses na América, tais como 
a Luisiana e o Oregon. 
 
2. (EsPCEx (Aman)) Nos primeiros anos da década de 
1930, o mundo assistiu a uma grave crise econômica que 
atingiu boa parte do mundo capitalista. Para combatê-la, 
o governo dos Estados Unidos da América adotou um 
conjunto de medidas que ficou conhecido como New 
Deal. Esse programa 
a) diminuiu a intervenção do Estado na economia. 
b) aumentou a intervenção do Estado na economia. 
c) retirou a presença do Estado da economia. 
d) tornou a economia americana mais liberal. 
e) provocou a quebra da Bolsa de Valores de Nova 
Iorque, dando origem ao episódio que ficou 
conhecido como a “quinta-feira negra”. 
 
3. (FGV) Esses anos [pós-guerra] também foram notáveis 
sob outro aspecto, pois à medida que o tempo passava, 
tornava-se evidente que aquela prosperidade não duraria. 
Dentro dela estavam contidas as sementes de sua própria 
destruição. 
J. K. Galbraith, “Dias de boom e de desastre”. In J. M. 
Roberts (org), História do século XX, 1974, p. 1331 
Segundo Galbraith, 
a) crise do capitalismo norte-americano em 1929 não 
abalou os seus fundamentos, porque foi gerada por 
ele mesmo, isto é, o funcionamento da economia 
provocou a superprodução agrícola e industrial, a 
especulação na bolsa de valores, e a expansão do 
crédito, o que garantiu os lucros aos empresários, 
diminuindo a desigual distribuição de renda com o 
recuo do desemprego. 
b) a época referida no texto diz respeito à crise dos anos 
1950, pós-Segunda Guerra, portanto externa ao 
capitalismo dos Estados Unidos, uma vez que os 
Estados europeus, endividados e destruídos, 
continuaram a contrair empréstimos e a comprar 
produtos norte-americanos, e os empresários, 
internamente, especularam na bolsa de valores, para 
minimizar os efeitos do desemprego. 
c) nos fins dos anos 1920, com a economia 
desorganizada pela Primeira Guerra Mundial, o 
capitalismo norte-americano cresceu rumo à 
superprodução, com investimentos na indústria, à 
restrição ao crédito e ao controle da especulação na 
bolsa de valores, pois a crise foi motivada apenas por 
motivos internos, o que facilitou a intervenção do 
Estado. 
d) a crise de 1929 foi gerada pelo próprio funcionamento 
do capitalismo nos Estados Unidos dos anos 1920, em 
um clima de euforia com o aumento da produção, a 
especulação na bolsa de valores, a concentração de 
renda e o crédito fácil, sem intervenção do Estado, 
apesar da diminuição das importações europeias e dos 
crescentes índices de desemprego. 
e) a crise dos anos pós-Segunda Guerra Mundial mostrou 
a importância da ação do Estado, na medida em que 
a intervenção reduziu os desequilíbrios causados pelo 
próprio funcionamento da economia norte-
americana, isto é, preservou o lucro dos empresários, 
baixou os índices da produção agrícola e industrial, e 
controlou os altos níveis do desemprego. 
 
4. (Enem) Ao deflagrar-se a crise mundial de 1929, a 
situação da economia cafeeira se apresentava como se 
segue. A produção, que se encontrava em altos níveis, 
teria que seguir crescendo, pois os produtores haviam 
continuado a expandir as plantações até aquele momento. 
Com efeito, a produção máxima seria alcançada em 
1933, ou seja, no ponto mais baixo da depressão, como 
reflexo das grandes plantações de 1927-1928. Entretanto, 
era totalmente impossível obter crédito no exterior para 
financiar a retenção de novos estoques, pois o mercado 
internacional de capitais se encontrava em profunda 
depressão, e o crédito do governo desaparecera com a 
evaporação das reservas. 
 
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. São Paulo: 
Cia. Editora Nacional, 1997. Adaptado. 
HISTÓRIA 
 
 
2 
 Uma resposta do Estado brasileiro à conjuntura 
econômica mencionada foi o(a) 
a) atração de empresas estrangeiras. 
b) reformulação do sistema fundiário. 
c) incremento da mão de obra imigrante. 
d) desenvolvimento de política industrial. 
e) financiamento de pequenos agricultores. 
 
5. (FGV) Quando se processaram as eleições de novembro 
de 1932, o país estava numa situação pior do que nunca. 
Todas as “curas” do Sr. Hoover não conseguiram dar 
vigor ao paciente moribundo. Os trabalhadores eram 
assolados pelo desemprego; os lavradores eram arrasados 
pela crise da agricultura; a classe média tinha perdido 
suas economias nas falências dos bancos e temia pela sua 
segurança econômica. 
 Em 8 de novembro de 1932, o povo americano elegeu 
Franklin D. Roosevelt para presidente dos Estados 
Unidos. 
 O “New Deal” do Sr. Roosevelt foi chamado de 
revolução. Era e não era. Era uma revolução quanto às 
ideias, mas não na sua parte econômica. 
História da riqueza dos EUA (Nós, o povo). Leo Huberman. 
 Não era uma revolução econômica, pois 
a) o volume de recursos destinados à recuperação 
econômica era pequeno e beneficiou apenas as 
regiões industrializadas. 
b) não ocorreu qualquer alteração no direito à 
propriedade privada, assim como foi mantida a 
mesma estrutura de classe. 
c) os operários e produtores rurais não tiveram nenhum 
ganho importante, uma vez que os benefícios 
atingiram exclusivamente as classes médias. 
d) os principais causadores da crise – os grandes 
conglomerados oligopolistas – foram os que mais 
recursos receberam do governo americano. 
e) privilegiaram-se os investimentos diretos em agentes 
econômicos tradicionais, como as grandes casas 
bancárias e as principais corporações. 
 
6. (FGVRJ) O período entre as duas grandes guerras 
mundiais, de 1918 a 1939, caracterizou-se por uma 
intensa polarização ideológica e política. Eis os 
elementos vinculados a esse período: 
a) New Deal; Globalização; Guerra do Vietnã. 
b) Guerra do Vietnã; Revolução Cubana; Muro de 
Berlim. 
c) Guerra Civil Espanhola; Nazifascismo; Quebra da 
Bolsa de Nova York. 
d) Nazifascismo; New Deal; Crise dos Mísseis. 
e) Doutrina Truman; República de Weimar; Revolução 
Sandinista. 
 
• Leia o texto a seguir para responder à questão 07. 
 
 A história dos vinte anos após 1973 é a de um mundo 
que perdeu suas referências e resvalou para a 
instabilidade e a crise. Só no início da década de 1990 
encontramos o reconhecimento de que os problemas 
econômicos eram de fato piores que os da década de 
1930. Em muitos aspectos, isso era intrigante. Por que 
deveria a economia mundial ter-se tornado menos 
estável? 
Eric Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado. 
 
7. (Unesp) Os problemas econômicos da década de 1930, 
citados no texto, derivaram, entre outros fatores, 
a) dos fortes movimentos sociais e mobilizaçõesrevolucionárias na América Latina, em especial no 
México, que impediram a exportação de produtos 
industrializados norte-americanos para a região. 
b) do conjunto de reformas financeiras e sociais 
realizadas na União Soviética após a Revolução de 
1917, que fechou os mercados do bloco socialista aos 
países capitalistas do Ocidente. 
c) da ascensão do nazismo alemão e dos regimes 
fascistas na Itália, Espanha e Portugal, que 
provocaram a Segunda Guerra Mundial e paralisaram 
a produção industrial europeia. 
d) de uma ampla crise do liberalismo, que ganhou 
contornos mais nítidos após a Primeira Guerra 
Mundial e desembocou na quebra da Bolsa de 
Valores de Nova York, em 1929. 
e) do forte crescimento econômico da Alemanha na 
passagem do século XIX para o XX e da acirrada 
competição comercial e naval deste país com a Grã-
Bretanha e a França. 
 
8. (IFSP) Em seu discurso de posse, em 1933, o presidente 
dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, tentou encorajar 
seus compatriotas: “O único medo que devemos ter é do 
próprio temor. Uma multidão de cidadãos desempregados 
enfrenta o grave problema da subsistência e um número 
igualmente grande recebe pequeno salário pelo seu 
trabalho. Somente um otimista pode negar as realidades 
sombrias do momento.” 
 
 O problema que atemorizava os EUA, cujos efeitos 
foram desemprego e baixos salários, referido pelo 
presidente Roosevelt, era: 
a) a Primeira Guerra Mundial, em que os EUA lutaram 
ao lado da Tríplice Entente contra a Tríplice Aliança, 
obtendo a vitória após três anos de combate. 
Entretanto, a vitória não trouxe crescimento 
econômico, mas, sim, desemprego e fome. 
b) a Segunda Guerra Mundial, quando os norte-
americanos lutaram ao lado dos Aliados contra o Eixo 
nazifascista. Embora vencedores, o ônus financeiro 
da guerra foi muito pesado. 
HISTÓRIA 
 
 
3 
c) a Guerra do Vietnã, quando os EUA apoiaram o 
Vietnã do Sul contra o avanço comunista do Vietnã 
do Norte, tendo gasto milhões de dólares em uma 
guerra infrutífera. 
d) a depressão de 1929, causada pela existência de uma 
superprodução, acompanhada de um subconsumo, 
crise típica de um Estado Liberal. 
e) a primeira Guerra do Golfo, quando o Iraque invadiu 
o Kuwait e os EUA , na defesa de seus interesses 
petrolíferos, invadiram o Iraque na defesa de seu 
pequeno estado aliado. 
 
9. (Enem PPL) A Inglaterra deve governar o mundo porque 
é a melhor; o poder deve ser usado; seus concorrentes 
imperiais não são dignos; suas colônias devem crescer, 
prosperar e continuar ligadas a ela. Somos dominantes, 
porque temos o poder (industrial, tecnológico, militar, 
moral), e elas não; elas são inferiores; nós, superiores, e 
assim por diante. 
 
SAID, E. Cultura e imperialismo. São Paulo: 
Cia das Letras, 1995. Adaptado. 
 
 O texto reproduz argumentos utilizados pelas potências 
europeias para dominação de regiões na África e na Ásia, 
a partir de 1870. Tais argumentos justificavam suas ações 
imperialistas, concebendo-as como parte de uma 
a) cruzada religiosa. 
b) catequese cristã. 
c) missão civilizatória. 
d) expansão comercial ultramarina. 
e) política exterior multiculturalista. 
 
10. (FGVRJ) Entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885, 
representantes de países europeus, dos Estados Unidos e 
do Império Otomano participaram de negociações sobre 
o continente africano. O conjunto de reuniões, que ficou 
conhecido como a Conferência de Berlim, tratou da 
a) incorporação da Libéria aos domínios norte-
americanos, em troca do controle da África do Sul 
pela Inglaterra e Holanda. 
b) independência de Angola e Moçambique e da 
incorporação do Congo ao império ultramarino 
português. 
c) ocupação e do controle do território africano de 
acordo com os interesses das diversas potências 
representadas. 
d) condenação do regime do Apartheid estabelecido na 
África do Sul e denunciado pelo governo britânico. 
e) incorporação da Etiópia aos domínios italianos e à 
transformação do Egito em protetorado da Alemanha. 
 
 
 
GABARITOS 
 
1 2 3 4 5 
C B D D B 
6 7 8 9 10 
C D D C D 
 
 
 
 
 
SUPERVISOR(A)/DIRETOR(A): MARCELO PENA – AUTOR(A): NLTON SOUSA 
028.020 - 151095/20 - DIG.: REJANE – REV.: RITA 
 
Aldisio
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