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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO 
CARBOXITERAPIA X OZÔNIOTERAPIA: QUAL PROCEDIMENTO 
ESTÉTICO IDEIAL PARA O FOTIPO 5 E 6 . 
 
 
 
 
 
 SÃO PAULO, 2024 
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CARBOXITERAPIA X OZÔNIOTERAPIA: QUAL 
PROCEDIMENTO ESTÉTICO IDEAL PARA 
FOTOTIPO V E VI 
Giovanni Ramos Barbosa Silva RA:916109824 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO, 2024 
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SUMÁRIO 
 
Resumo...................................................................................................................3 
Abstract..................................................................................................................4 
Introdução..............................................................................................................5 
Metodologia............................................................................................................7 
Desenvolvimento....................................................................................................8 
Considerações finais.............................................................................................13 
Referencias Bibliográficas....................................................................................14 
 
 
 
 
 
RESUMO 
 Este artigo propõe uma análise comparativa entre duas técnicas amplamente utilizadas 
na área de estética: a Carboxiterapia e a Ozônioterapia. Ambos os procedimentos têm 
ganhado popularidade na busca por melhorias na textura, firmeza e saúde da pele. No 
entanto, a questão crucial que se coloca é: qual destas abordagens se revela a mais 
eficaz e segura para os fototipos 5 e 6. 
 Essa pesquisa tem como objetivo estudar como ambas as práticas executadas e como 
atuam no mercado trazendo em destaque o seu tratamento em tons de mais peles 
escuros, cujo âmbito de atuação e pesquisa é pouco explorado. 
 A discussão tem como objetivo trazer a discussão sobre dois tratamentos que possuem 
uma mesma proposta, porém com técnicas diferentes e concluir como agem e qual trará 
um resultado mais favorável para as disfunções estéticas da pele morena e negra. 
Palavras-chave: Carboxiterapia, Ozônioterapia, fototipos, 5 e 6. 
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ABSTRACT 
 This article proposes a comparative analysis between two techniques widely used in 
the area of aesthetics: Carboxytherapy and Ozonetherapy. Both procedures have gained 
popularity in the search for improvements in skin texture, firmness and health. 
However, the crucial question that arises is: which of these approaches proves to be the 
most effective and safe for phototypes 5 and 6. 
 This research aims to study how both practices are carried out and how they operate 
in the market, highlighting their treatment for darker skin tones, whose scope of action 
and research is little explored. 
 The aim of the discussion is to discuss two treatments that have the same proposal, 
but with different techniques, and to conclude how they act and which will bring a more 
favorable result for the aesthetic dysfunctions of dark and black skin 
.Key words: Carboxytherapy, Ozonetherapy, phototypes, V and VI. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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INTRODUÇÃO 
 O campo da Biomedicina estética tem testemunhado um crescimento exponencial 
nas últimas décadas, oferecendo uma vasta gama de procedimentos e terapias para 
atender às crescentes demandas dos pacientes em busca da melhoria de sua aparência e 
bem-estar. Dois desses procedimentos que ganharam destaque na área são a 
Carboxiterapia e a Ozônioterapia. Ambas as técnicas demonstram potencial no 
aprimoramento da saúde e beleza da pele, mas sua escolha e eficácia podem variar 
consideravelmente, dependendo das necessidades individuais dos pacientes. 
 A Carboxiterapia tem sido reconhecida por seus resultados notáveis em diversas 
aplicações estéticas e terapêuticas. Este procedimento não cirúrgico envolve a 
administração controlada de dióxido de carbono (CO2) para fins terapêuticos, sendo 
utilizado em diversas condições dermatológicas e estéticas, como celulite e estrias 
(Martignago et al., 2023). Os autores observaram que a intervenção produziu uma 
melhoria nos aspectos da pele, proporcionando uma melhor textura, diminuição da 
gravidade da celulite e SD, e aumento da satisfação do paciente. Além disso, foi 
observado um aumento na espessura da pele e no número de fibras de colágeno, bem 
como uma diminuição do edema e um aumento do infiltrado inflamatório. 
Os efeitos da Carboxiterapia são amplamente positivos, incluem melhoria na 
textura da pele, diminuição da gravidade da celulite e estrias, aumento da satisfação do 
paciente, e aumento da espessura da pele, porém também foram observados efeitos 
colaterais, como eritema transitório e hiperpigmentação pós-inflamatória, que causaram 
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desconforto, mas foram transitórios e permitiram que os pacientes retornassem às 
atividades normais com o uso de fotoproteção (Martignago et al., 2023). 
 
Assim como vários tratamentos estéticos, a Carboxiterapia é um procedimento 
estético que possui algumas contraindicações como em pessoas que tenham processos 
inflamatórios ou infecciosos no local da aplicação, em mulheres grávidas ou em período 
de amamentação, pacientes com distúrbios no processo de coagulação ou na vigência do 
uso de anticoagulantes e em pessoas com histórico de cicatrização anormal. 
 
 A Ozônioterapia é uma técnica realizada por meio da administração do ozônio no 
corpo, que utiliza uma mistura de diferentes concentrações de ozônio (O3) e de oxigênio 
(O2), por isso ela também é chamada de oxigênio ozônio que tem como objetivo auxiliar 
na oxigenação dos tecidos, a fim de aumentar a resposta de sistemas como o imunológico. 
(LOPEZ, 2021). 
 
 Na estética a Ozônioterapia pode ser utilizada para melhorar a circulação 
sanguínea, estimular a produção de colágeno, reduzir inflamação e promover também a 
cicatrização de feridas. (DIAS, JURADO, 2021; CUCCIO, FRANZINI, 2016). Pela 
técnica intradérmica ela é frequentemente utilizada no tratamento de rugas, flacidez, 
estrias, acne, cicatrizes e hipercromia. Já pela técnica subcutânea, ela é muito utilizada 
para o tratamento de fibroedema geloide e gordura localizada, popularmente conhecida 
como celulite, visto que tais disfunções são devido à má oxigenação e circulação 
periférica, inflamação, bem como ao acúmulo de toxinas. (BESSA, 2019). 
 
As contraindicações para o uso da Ozônioterapia é para pessoas com 
hipertireoidismo ou hipertensão arterial descompensado, anemias graves, hemorragia 
recente de órgãos, caquexia ou patologias com alto estresse oxidativo. (DOS 
SANTOS BORGES, 2021). 
 
De acordo com a classificação de Fitzpatrick o fototipo V e VI é caracterizado 
como pele morena e negra, é um tipo de pele que possui características específicas devido 
à maior quantidade de melanina, o pigmento que dá cor à pele, cabelos e olhos. 
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No entanto, existem considerações específicas que devem ser levadas em conta 
quando se trata do fototipo V e VI, como por exemplo sua maior capacidade de 
hiperpigmentação, ou seja, maior risco de possíveis manchas na pele. Diante disso, 
pessoas com o fototipo V e VII necessitam um cuidado maior na busca de tratamentos 
estéticos, como Carboxterapia e Ozônioterapia, para promover os tratamentos estéticos 
mais eficaz e seguros. 
 
 
 
METODOLOGIA 
A pesquisa incide em uma revisão de literatura que foi desenvolvida 
fundamentada na leitura sintética de artigos acadêmicos em relação a temática 
abordada. No que diz respeito aos processos metodológicos, a pesquisa bibliográfica 
utilizou as principais bases de dados referidas a seguir: Research, Society and 
Development,Sociedade Brasileira Dermatológica, Revista Multidisciplinar e de 
Psicologia, Repositório Universitário de ÂNIMA (RUNA), Saúde Social São Paulo, 
Scielo, Revista Eletrônica da Universidade Federal do Piauí _________. Sendo os 
critérios de inclusão usados e que estão dentro do desígnio deste trabalho foram: 
artigos publicados no período de 2008 até 2023. 
 
 
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DESENVOLVIMENTO 
A Carboxiterapia constitui-se de uma técnica que é utilizada na área da estética, 
sobretudo nas disfunções dermatológicas. Ela é caracterizada pelo uso terapêutico do gás 
carbônico medicinal, sendo ele injetado no tecido subcutâneo, promovendo efeitos 
fisiológicos e tendo como um dos objetivos uma vasodilatação periférica. Ou seja, essa 
prática desencadeia uma resposta inflamatória na qual gera uma série de eventos no tecido 
conjuntivo vascularizado, vasos sanguíneos e nos componentes extravasculares do tecido 
conjuntivo, com o objetivo de cicatrizar e reconstruir o tecido lesado (BORGES, 2016). 
Esta metodologia é segura, eficaz e sem grandes contraindicações, cumprindo com o seu 
objetivo por meio da administração e utilização do anidro carbônico (também 
denominado gás carbônico ou CO2) através de injeção hipodérmica notecido subcutâneo 
diretamente nas áreas afetadas (SCORZA, 2015). 
 
O CO2 é controlado por equipamentos apropriados tendo controle de velocidade 
e quantidade de gás infiltrado. É uma técnica invasiva, o gás é incolor, inodoro e atóxico 
o gás carbônico medicinal é utilizado com 99,9% de pureza aplicado no tecido 
subcutâneo, é injetado no tecido através da utilização de um equipamento (aparelho) com 
registro na ANVISA, que se liga a um cilindro, um equipo (sonda) e uma agulha (30G 
1/2), onde então irá ser aplicada sobre a região a ser tratada (ALVES, 2018) 
 
 Destaca-se que a Carboxiterapia produziu melhorias significativas na textura da 
pele, redução da gravidade da celulite, estrias, e aumento da satisfação do paciente, além 
de aumentar a espessura da pele e o número de fibras de colágeno (MARTIGNAGO, 
2023) 
 Os efeitos fisiológicos agem de dois modos, sendo a ação mecânica que é 
promovida pela entrada do gás na pele causando inflamação, destruindo mecanicamente 
a célula de gordura e ajudando na reorganização da microcirculação, onde irá diminuir as 
toxinas, o edema, favorecendo a restauração do tecido. E a ação química onde a 
hemoglobina tem maior afinidade pelo gás carbônico (do que pelo oxigênio (O2), com 
isso, a hemoglobina capta CO2 e libera O2 para o tecido, então se tem a melhora da 
oxigenação, consequentemente, melhora de microcirculação, ajudando por exemplo do 
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tratamento de fibroedema geloide, gordura localizada, e estrias (SCORZA E BORGES, 
2008). Ou seja, tecido melhor oxigenado queima mais gordura, cicatriza melhor e produz 
mais colágeno. 
 A Carboxiterapia tem sido reconhecida por seus resultados notáveis em diversas 
aplicações estéticas mas dentre todos os tratamentos existentes, a carboxiterapia tem se 
mostrado como a mais promissora para o tratamento da FEG (fibroedema geloide) , por 
se tratar de uma técnica muito usada na área da estética com intuito de melhorar o aspecto 
da celulite, diminuir a gordura localizada, melhorar a flacidez e o aspecto das estrias, que 
são complicações que alcançam em média, 60 a 80%, das mulheres (HEXSEL, 2010). 
 Assim como todos os procedimento estéticos a Carboxiterapia também existem 
contraindicações, na qual podemos citar: flebite, gangrena, epilepsia, insuficiência 
cardíaco respiratória, insuficiência renal e hepática, hipertensão arterial severa, 
gestação e adulterações de condutas psiquiátricas (Solá, 2004) 
 A Ozônioterapia é uma técnica terapêutica que começou a ser utilizada para tratar 
doenças que dispõe-se do uso de gás ozônio (O3) sendo que atua-se no estresse oxidativo 
crônico provocado por algumas enfermidades, como: aterosclerose; diabetes; 
infecções virais e bacterianas, feridas, queimaduras, úlceras diabéticas, dentre outras 
patologias. (Haddad,2009). O ozônio é uma molécula instável e um poderoso 
antioxidante que elimina microrganismos sem causar qualquer tipo de resistência, 
produzido naturalmente por neutrófilos supostamente ativados em estado de defesa 
do corpo humano. (Yucesoy ,2017) 
 A eficácia do tratamento com o ozônio explica-se pelas ações sistêmicas do gás 
que atua diretamente nos componentes de gordura (fosfolipídios) de todas as 
membranas celulares e no sistema de regulação fisiológica chamado Nrf2 (Fator 
Nuclear Eritróide 2), promovendo o reequilíbrio das funções biológicas. Já o seu uso em 
tratamentos estéticos, desde os anos 2000, excelentes resultados clínicos têm-se 
verificado na literatura, respaldando a utilização do ozônio em diversos tratamentos 
estéticos, tais como, no combate a gordura localizada, celulite, rugas, flacidez, acne, 
hipercromias, estrias, (Silva, 2010). 
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 As maneiras mais simples de efetivar a ozonioterapia são por meio da utilização tópica 
com água e óleo ozonizados, bolsas plásticas ou através de injeções sob a pele, 
articulares e musculares. Para fazer o tratamento é preciso um gerador de ozônio 
medicinal (Ozonyx Plus Gerador de Ozônio) e os materiais para a realização da 
terapeutica como touca, agulhas, seringas touca térmica e bolsa. Por causa do baixo 
investimento com os materiais, a aplicação ser fácil e os resultados satisfatórios, a 
ozonioterapia tem se tornado uma terapêutica de grande excelência em relação as 
disfunções estéticas total (Bessa, 2019; Dias, & Jurado, 2021). 
 São o uso de forma continuada Ozônioterapia, tais como diminuição da gordura 
localizada. Tais obras descreveram que o ozônio tem sua funcionalidade como um 
fantástico agente lipolítico, diminuindo desta maneira as adiposidades com poucas 
aplicações. Contudo para conseguir os efeitos aguardados na terapêutica de 
disfunções estéticas é necessário conhecer a técnica e das concentrações corretas da 
utilização do ozônio (Dias&Jurado, 2021; Fernandes, 2020; Lopez, 2021) 
 Há as contraindicações para a utilização da Ozônioterapia são para pessoas com 
deficiência pautada à enzima glicose--fosfato desidrogenase (G6PD), porque quando há 
carência ou ausência da enzima G6PD pode acontecer destruição em massa das 
hemácias. Já as contraindicações respectivas falam acercado hipertireoidismo ou 
hipertensão arterial descompensado, anemias profundas, hemorragias recentes, caquexia 
ou doenças com alto estresse causador de alguma alergia (Dos Santos Borges, 2021). 
 Em todos os procedimentos, vários fatores devem ser levados em consideração, 
principalmente quanto âmbito é sobre estética. Um dos parâmetros é a questão do fototipo 
de cada paciente, a mais famosa classificação dos fototipos cutâneos é a escala 
Fitzpatrick, pelo médico Thomas B. Fitzpatrick. Que classificou a pele em fototipos de 
um a seis, a partir da capacidade de cada pessoa em se bronzear, assim como, 
sensibilidade quando exposta ao sol. Em foco, a discussão é sobre dois, o 5 que 
corresponde a pele morena escura que raramente queima, sempre bronzeia e pouco 
sensível ao sol; e o 6 a pele negra Pele que assim como a anterior, queima raramente , 
totalmente pigmentada e minimamente sensível ao sol. 
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 Isso ocorre devido a coloração da pele depende de fatores que vão desde a condição 
do estrato córneo até a quantidade de pigmentos presentes. As células epidérmicas e 
dérmicas fornecem um tom natural branco ou amarelo de acordo com sua espessura, 
enquanto os vasos sangüíneos contribuem com a coloração conforme o número, nível de 
dilatação, proximidade coma superfície da pele e grau de oxigenação, fornecendo um 
tom roxo a azulado devido à hemoglobina. Os carotenóides da hipoderme também 
contribuem para determinar a cor, que, no entanto, depende principalmente da melanina 
sintetizada (VIGLIOGLIA, 1991). 
 O que diferencia esses dois fototipos dos restantes são: a quantidade de melanina na 
epiderme é maior, possuem melanossomas grandes, com número aumentado na camada 
basal e distribuídos por todas as camadas da epiderme; os fibroblastos da tons mais 
escuros de pele são maiores, bi ou multinucleados, em maior número e hiperativos, o que, 
combinado à diminuição da atividade da colagenase, pode originar a formação de 
quelóide, de incidência maior em negros. (Alchorne e Abreu, 2008) 
 Também como as outras cores de pele, indivíduos com tom de pele mais escuro, 
existem preocupações com as tendencia de disfunções estetcicas que podem aparecer, 
como destaques o melasma, a hiperpigmentação e hipopigmentação pós-inflamatória, a 
pitiríase alba, a hipomelanose gutata idiopática, o vitiligo e as acromias secundárias 
(Alchorne e Abreu, 2008). Além disso mulheres dificilmente têm problemas com celulite 
e flacidez, pois geralmente têm mais tonicidade e massa muscular, mas devem tomar 
cuidado com as estrias, pois sua pele tem uma trama mais fechada que se rompe com mais 
facilidade. Logo ao pensar em algum tratamento estético deve ser levado essas 
considerações, como a análise sobre Carboxiterapia e Ozônioterapia e qual é o mais ideal 
para peles mais pigmentadas. 
 Segundo os estudos, Carboxiterapia produziu melhorias significativas em diminuir a 
gordura localizada, melhorar a flacidez e o aspecto das estrias, que são complicações que 
alcançam em média, 60 a 80%, das mulheres (HEXSEL, 2010). É importante ser levado 
em consideração por conta que fototipos 5 e 6 possuem uma trama mais fechada que se 
rompe com mais facilidade, ou seja, o aumento de flacidez e estrias. Mesmo sendo um 
tipo de disfunção estética menos comum nesses tons de pele, quando ocorre, é mais difícil 
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o tratamento, porém o uso de CO2 na estética como Carboxiterapia tem mostrado 
resultados promissores. 
 O mesmo ocorre com o uso de Ozônioterapia, que trata as mesmas disfunções estéticas 
que a Carboxiterapia. Porém o que faz com que o uso de ozônio medicinal seja descartado 
como ideal para os fototipos 5 e 6 é a sua contraindicação para pessoas com deficiência 
pautada à enzima glicose--fosfato desidrogenase (G6PD) que pode causar episódios de 
hemólise aguda, ou anemia hemolítica crônica, ou ainda ser assintomático. A deficiência 
é um importante marcador genético de etnias e populações, ou seja, existem variantes. A 
variante G-6-PD A-, também chamada de Africana, é a mais comum em tons de peles 
mais escuros, herança a comunidade quilombola (SARDINHA, 2009). Com isso se 
destaca a alta prevalência da deficiência em populações afrodescendente brasileira, é um 
traço carregado que muitas vezes ressaltando a importância de conhecer a informação 
para não haver nenhuma complicação no procedimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 Esse projeto contextualizou sobre dois tratamentos, Carboxiterapia e 
Ozônioterapia ,focado em procurar qual é o mais ideal para o fototipo 5 e 6, sendo que o 
primeiro faz o uso de gás carbônico em seus procedimentos e o segundo utiliza óxido 
medicinal. Mesmo com técnicas diferentes ambos podem tratar as mesmas disfunções 
estéticas, como celulite, estrias, flacidez e gordura localizada, o que tem trazido resultados 
promissores. 
Porém ao estudar, é concluído que a Carboxiterapia é o tratamento mais ideal e 
segura para as peles mais escuras, já que uma das contraindicações do uso da 
Ozônioterapia é o paciente que possui a deficiênciada enzima glicose--fosfato 
desidrogenase (G6PD), o que é presente na população afrodescendente brasileira. Tal que 
para haver menos complicações e o paciente tenha mais segurança no tratamento, a 
Carboxiterapia é o procedimento mais ideal para os fototipos 5 e 6. 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
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Piauí Associação da deficiência da glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) em 
população brasileira afrodescendente Disabilities association of glucose-
6phosphate dehydrogenase (G6PD) in brazilian population afrodescendant. [s.l: 
s.n.]. Disponível em: 
. Acesso em: 10 nov. 2023. 
 
 
 
 
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	Resumo...................................................................................................................3 Abstract..................................................................................................................4 Intr...
	RESUMO
	ABSTRACT
	INTRODUÇÃO
	METODOLOGIA
	DESENVOLVIMENTO
	CONSIDERAÇÕES FINAIS
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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