Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PCNs, Diretrizes e Propostas 
Pedagógicas Estadual e Municipal do 
Ensino da Língua Portuguesa
Apresentação
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, as diretrizes e propostas pedagógicas estaduais e municipais 
do ensino da língua são documentos norteadores do ensino no Brasil. Esses documentos e 
diretrizes são usados para o nosso ensino, não com a finalidade de engessar o trabalho dos 
professores, mas sim com a proposta de unidade e sistematização de conhecimentos. 
Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai explorar a concepção de linguagem nos documentos e 
atrelar a ela a concepção do ensino por competências e habilidades. Você poderá perceber como 
cada estado pode se apropriar da LDB e dos PCNs, de modo que você entenda a importância de 
cada estado ter seu referencial curricular dadas as dimensões continentais do território brasileiro.
 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar as orientações dadas pelos PCNs, PCN+, OCEM.•
Relacionar as orientações regionais com as orientações nacionais de ensino.•
Reconhecer as competências e habilidades atuantes nos documentos norteadores.•
Desafio
Ao ler os PCNS, deparamo-nos com duas perspectivas teóricas predominantes: a 
sociointeracionista e a de letramento. Os PCNEF, de 1998, são os mais explicativos sobre a escolha 
da teoria sociointeracionista. Neles, há um panorama do ensino por meio de três grandes teorias: a 
behaviorista, a cognitivista e a sociointeracionista.
Sabendo disso, Andrea, professora de língua portuguesa das séries finais, prepara suas aulas de 
modo que haja relações de sentido nas interações entre ela e seus alunos. Um dia, a professora foi 
indagada por um pai sobre não trabalhar com lista de vocabulário na sala de aula. Como ela poderia 
explicar a teoria proposta pelos documentos que repercutem na sua sala de aula?
Infográfico
Neste infográfico, você vai conhecer quais são os três eixos dos Parâmetros Curriculares Nacionais 
(PCNs) e a função de cada um deles.
Conteúdo do livro
Para aprofundar os seus estudos sobre o assunto, leia o capítulo a seguir. Inicie seus estudos em A 
legislação escolar no Brasil e siga lendo até Competências e habilidades.
Boa leitura.
METODOLOGIA DO 
ENSINO DA 
LINGUAGEM
Leticia Finkenauer
Parâmetros Curriculares 
Nacionais, diretrizes e 
propostas pedagógicas 
estaduais e municipais 
para o ensino da língua 
portuguesa – histórias, 
concepções e práticas
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 n Identifi car as orientações dadas pelos PCNs, PCNs+ e OCEMs.
 n Relacionar as orientações nacionais com as orientações estaduais 
de ensino.
 n Reconhecer as competências e habilidades atuantes nos documentos 
norteadores.
Introdução
Neste texto, você verá quais são os documentos norteadores do ensino 
no Brasil e suas extensões para dois estados brasileiros. Desse modo, 
explorará a concepção de linguagem nos documentos e atrelará a ela 
a concepção de ensino por competências e habilidades. Além disso, 
você entenderá como cada estado pode se apropriar da LDB e dos 
PCNs. É importante que você compreenda que cada estado deve ter 
U N I D A D E 2 
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 41 07/03/2017 14:00:18
seu referencial curricular, dadas as dimensões continentais do território 
brasileiro.
A legislação escolar no Brasil
A escola é parte integrante da sociedade moderna e assume papéis que 
envolvem desde a construção do conhecimento, passando pelo auxílio ao 
gerenciamento do tempo da família, pela socialização e pelo convívio com 
as diferenças. Para que esse turbilhão de informações, conhecimento, tempo, 
espaço e pessoas possibilite a construção de um espaço escolar, são necessárias 
diretrizes, leis, parâmetros, estratégias. Para começar, você vai compreender 
melhor o que são os parâmetros. A seguir, analisará alguns caminhos traçado 
pelos documentos vigentes no Brasil a partir de uma breve explanação de 
Finkenauer (2016).
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)
Em princípio, há a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) vigente. Ela 
é baseada na LDB 4.024/61, promulgada em 1961 (BRASIL, 1961). Essa lei 
refl etia a visão de uma sociedade mais tecnicista e behaviorista. Para a teoria 
behaviorista, no ensino, o professor assumia o controle sobre a aprendizagem 
dos alunos com propostas educacionais rígidas. Desse modo, ele era visto como 
um mero reprodutor de conteúdos. Já os alunos eram tidos como indivíduos 
que deveriam reagir a estímulos dados pelo professor por meio das matérias. 
Além disso, o foco do ensino era o desenvolvimento técnico e profi ssionali-
zante. Logo, como você deve imaginar, em uma sociedade descrita assim, se 
entende como núcleo social a mecanização e a produção. No ensino de uma 
língua, isso se volta para a decodifi cação de palavras.
Com a redemocratização, nos anos 1990, se aprovou uma nova LDB, a 
LDB 9.394/96 (BRASIL, 1996). Ela propõe a divisão da educação brasileira 
em dois níveis: a educação básica e o ensino superior. Além disso, prevê que a 
educação esteja vinculada ao trabalho e à prática social. Tendo isso em mente, 
nos anos 1990, a sociedade brasileira, caracterizada como mais tecnológica, 
virtual e urbanizada, se viu questionada sobre suas concepções de educação. 
Tornou-se necessário, então, implementar novos padrões de ensino.
Metodologia do ensino da linguagem42
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 42 07/03/2017 14:00:18
A tecnologia trouxe novos desafios. Entre eles, o de repensar os conhecimentos neces-
sários para a formação dos cidadãos brasileiros, o conceito de cidadania e o papel dos 
cidadãos como sujeitos em uma sociedade moderna e tecnológica. Em consonância 
com essa formação, a LDB de 1996 (BRASIL, 1996) determina que a educação deve 
cumprir um papel econômico, científico e cultural.
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
A fi m de concretizar o cumprimento dessas determinações previstas pela LDB, 
foram criados, em 1997, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Eles 
têm o propósito de qualifi car o ensino, transformando o aluno em um cidadão 
crítico e autônomo. Sua criação se justifi ca pela necessidade de dar conta das 
discussões pedagógicas da época. Os PCNs não têm um caráter regulador. 
No entanto, servem de base para o trabalho em sala de aula. Isso ocorre pois 
têm a função de “[...] orientar e garantir a coerência dos investimentos no 
sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações” 
(BRASIL, 1997, p. 13).
Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio 
(PCNEMs)
Somente nos anos 2000 surgiram os Parâmetros Curriculares Nacionais para 
o Ensino Médio (PCNEMs). No documento em que eles são formulados, 
há uma preocupação e uma urgência em repensar as diretrizes gerais e os 
parâmetros curriculares que orientam esse nível de ensino. Nessa tentativa de 
reestruturação do Ensino Médio (EM), surge o Novo Ensino Médio. Nele, se 
busca uma reformulação, no sentido de propiciar uma formação mais geral e 
não segmentada aos estudantes. É importante que você compreenda que esse 
documento traz o conceito de “revolução do conhecimento”, ao entender que 
há uma alteração no modo da organização do trabalho e das relações sociais 
na sociedade dos anos 2000. Assim, já se demonstra um desejo embrionário 
43Parâmetros Curriculares Nacionais, diretrizes e propostas pedagógicas estaduais ...
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 43 07/03/2017 14:00:18
pela reestruturação do EM por áreas e não por disciplinas, conforme se observa 
no próprio documento.
Essa reforma do ensino médio se dá por áreas, pois os conhecimentos devem ser 
vistos e trabalhados de forma integrada, e não compartimentada. As áreas propostas 
são: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências da Natureza, Matemática e 
suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ao analisar esse documento 
(BRASIL, 2000), você pode perceber queno currículo deve aparecer, pelo menos, uma 
língua estrangeira (LE), atribuindo à comunidade escolar o poder para escolhê-la. No 
entanto, não há nenhuma menção ao E/LE.
Parâmetros Curriculares Nacionais + (PCNs+)
A fi m de que realmente ocorressem mudanças para um Novo Ensino Médio, 
em 2002 se elabora mais um documento, os Parâmetros Curriculares Nacio-
nais + (PCN+) (BRASIL, 2002). Tal documento reitera a importância de ver 
o ensino de forma integrada. Isso pode ser feito, por exemplo, ao se trabalhar 
competências gerais, como (BRASIL, 2002):
 n saber buscar informações;
 n enfrentar problemas;
 n criticar;
 n solucionar;
 n argumentar.
Há ainda uma revisão sobre a LBD vigente, além de uma crítica aos projetos 
político-pedagógicos que não se renovam.
Orientações Curriculares do Ensino Médio (OCEMs)
Depois de quatro anos, em 2006, surgem as Orientações Curriculares do Ensino 
Médio (OCEMs). Essas orientações têm como objetivo geral contribuir para 
o diálogo sobre a prática docente entre professor e escola. 
Metodologia do ensino da linguagem44
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 44 07/03/2017 14:00:18
Ao confrontar os dados identificados nos PCNs+, você pode perceber que as OCEMs 
(BRASIL, 2006) não operacionalizam as habilidades, mas esperam que elas sejam 
depreendidas por meio de projetos estruturantes com base nos gêneros textuais.
O papel dos estados
Em consonância com esses documentos apresentados, cada estado tem a auto-
nomia de elaborar seu próprio referencial curricular. No estado de São Paulo, 
há uma proposta curricular que surgiu do levantamento do acervo documental 
e técnico existente e também de dados coletados nas escolas.
Tantos os parâmetros nacionais quanto os estaduais têm separado a área 
de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias para as disciplinas de português, 
língua estrangeira moderna, arte e educação física. Isso ocorre porque os 
documentos entendem a linguagem como a capacidade humana de articular 
significados coletivos em sistemas arbitrários de representação. Assim sendo, se 
compreende a linguagem como a produção de sentido e, por isso, se trabalha de 
modo linguístico, musical, corporal, gestual. O aluno é apresentado a diversas 
experiências escolares com essa concepção de linguagem, permitindo que as 
vivências sejam cidadãs e transformadoras de realidades.
O estado de São Paulo segue a perspectiva de ensino vigente nos Parâmetros 
Curriculares Nacionais. Nele, há uma proposta integrada de ensino de português 
e literatura. Ou seja, mesmo em estudos de língua padrão há trabalho de identi-
ficação de intencionalidades de personagens, dando ao aluno a oportunidade de 
lidar com o texto em diversas situações de interação social. Segundo o documento 
de São Paulo (FINI; VIEIRA, 2011), isso é desenvolver letramento, pois há 
níveis de letramentos e eles são estabelecidos na variedade de gêneros textuais.
Na proposta curricular do estado de São Paulo (FINI, 2008), os eixos são apresentados 
sobre os pilares de tipologias textuais, gêneros textuais, texto e discurso e texto e história.
45Parâmetros Curriculares Nacionais, diretrizes e propostas pedagógicas estaduais ...
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 45 07/03/2017 14:00:18
Já no estado do Rio Grande do Sul, a Secretaria de Educação (SEDUC RS) 
adotou medidas para essa realidade. Ela elaborou os referenciais curriculares 
para as escolas estaduais gaúchas. A perguntas norteadora para a elaboração 
desse documento é “[...] o que se quer que os alunos aprendam e o que e como 
ensinar para que essas aprendizagens aconteçam?”.
Os Parâmetros não são um material a mais para enviar às escolas sozi-
nhos. Formulados em nível nacional para um país grande e diverso, os 
Parâmetros também não continham recomendações suficientes sobre 
como fazê-los acontecer na prática. Eram necessariamente amplos e, 
por essa razão, insuficientes para estabelecer a ponte entre o currículo 
proposto e aquele que deve ser posto em ação na escola e na sala de 
aula. (RIO GRANDE DO SUL, 2009).
Desse modo, as competências de referência são as do Exame Nacional 
do Ensino Médio (ENEM). Já as habilidades são as que possibilitam apren-
der os conteúdos disciplinares, ou seja, observar, identificar, comparar, 
reconhecer, calcular, discutir, definir a ideia principal, desenhar, respeitar, 
consentir, etc.
Nos referenciais curriculares do Rio Grande do Sul (2009), as competên-
cias norteadores são ler, escrever e resolver problemas. Como competências 
correspondentes, há um recorte dos eixos dos PCNs+ transposto para o do-
cumento gaúcho. Os eixos são: representação e comunicação, investigação e 
compreensão e contextualização sociocultural.
Cada eixo possui uma função. O eixo da representação e comunicação abarca conheci-
mentos sobre significação do mundo e interação interpessoal. O eixo da investigação e 
compreensão é aquele responsável por possibilitar conhecer as formas de representar 
o mundo. O último eixo, por sua vez, é aquele que se ocupa da interação com o outro 
no espaço em que acontece.
Competências e habilidades
Outra questão fundamental dos parâmetros nacionais e estaduais é a abordagem 
do ensino por competências e habilidades. O desenvolvimento da habilidade 
Metodologia do ensino da linguagem46
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 46 07/03/2017 14:00:19
linguística não é somente do domínio metalinguístico nem envolve apenas 
fazer árvores sintáticas. Ele está na competência performativa, ou seja, no 
uso da língua em diferentes espaços e situações. Desse modo, você pode 
considerar como competências:
n Dominar a norma-padrão da língua portuguesa e fazer uso das lingua-
gens matemática, artística e científica.
n Construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a
compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos,
da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
n Relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conheci-
mentos disponíveis em situações concretas para construir argumentação 
consistente.
n Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaborar
propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores 
humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Como você pode perceber, em meio aos parâmetros nacionais e estaduais, 
os termos da vez são letramento, competências e habilidades para as aulas de 
língua materna. Desse modo, se faz necessário estudar referenciais teóricos, 
diretrizes e parâmetros antes de preparar materiais para sala de aula. Isso 
ocorre porque cada aula e cada turma de alunos exigem particularidades que 
são previstas nos documentos e que, no entanto, não são receitas.
47Parâmetros Curriculares Nacionais, diretrizes e propostas pedagógicas estaduais ...
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 47 07/03/2017 14:00:19
BRASIL. Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Fixa as diretrizes e bases da educação 
nacional. Brasília, DF, 1961. Disponível em: . Acesso em: 24 fev. 2016.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da 
educação nacional. Brasília, DF, 1996. Disponível em: . Acesso em: 24 fev. 2016.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Linguagens, códigos e 
suas tecnologias. Brasília, DF, 2006. (Orientações Curriculares Para o Ensino Médio, v. 1).
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares 
Nacionais: Ensino Médio: orientações educacionais complementares aos Parâmetros 
Curriculares Nacionais: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, DF, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros 
Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: língua es-
trangeira. Brasília, DF, 1998.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâ-
metros CurricularesNacionais: Ensino Médio. Brasília, DF, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâ-
metros Curriculares Nacionais: Ensino Médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. 
Brasília, DF, 1999.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 
introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF, 1997.
FINI, M. I. (Coord.). Proposta curricular do Estado de São Paulo: língua portuguesa. São 
Paulo: Secretaria da Educação, 2008.
FINI, M. I.; VIEIRA, A. (Coord.). Currículo do Estado de São Paulo: linguagens, códigos e 
suas tecnologias. 2. ed. São Paulo: Secretaria da Educação, 2011.
FINKENAUER, L. Estudo da competência lexical em espanhol como língua estrangeira: 
dos documentos oficiais ao ENEM. 2016. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Letras, 
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2016.
RIO GRANDE DO SUL. Referenciais curriculares: ciências humanas e suas tecnologias: 
história, geografia, sociologia e filosofia. Porto Alegre: Secretaria da Educação, 2009.
Metodologia do ensino da linguagem50
Metodologia_do_ensino_U2_C01.indd 50 07/03/2017 14:00:19
 
Dica do professor
Neste vídeo, você vai analisar as orinetações curriculares para o Rio de Janeiro. Neste documento, 
que se assemelha bastante a documentos de ordem nacional, você vai conhecer o conceito de 
linguagem e, com isso, quais são os objetivos a serem alcançados na língua portuguesa para este 
estado especificamente.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/6ab64aa772e8b08e3fa1d9dc61986b6b
Exercícios
1) No Volume 1 das OCEMs, temos orientações sobre português, literatura, língua estrangeira 
(espanhol e inglês), arte e educação física, sendo cada uma dessas disciplinas separadas em 
capítulos próprios, ou seja, o espanhol tem um capítulo separado inclusive do capítulo de 
LEs. Como nos documentos anteriores, esse documento também prioriza o quê? 
A) A leitura, a prática escrita e a comunicação oral contextualizada.
B) A leitura, a prática digital e a comunicação social.
C) A escrita, a leitura em voz alta e a comunicação entre colegas.
D) A escrita, a leitura de contos e a comunicação oral contextualizada.
E) A leitura, a decodificação e a escrita.
2) O discurso teórico das OCEM é muito importante justamente por trazer uma visão positiva 
sobre variantes, dialetos, línguas em contato, embora careça de orientações mais concretas 
para serem aplicadas em sala de aula. No entanto, faltam algumas orientações neste 
documento, como quais? 
A) Por ser o último documento norteador lançado em nível nacional, esperaríamos que 
oferecesse esse tipo de informação para auxiliar o professor em suas atividades práticas de 
sala de aula, principalmente com relação aos gêneros e à variação linguística. Desse modo, 
sentimos falta de um documento que tente refletir de modo prático essas orientações.
B) Por ser o último documento norteador lançado em nível nacional, esperaríamos que 
oferecesse esse tipo de informação para auxiliar o professor em suas atividades práticas de 
sala de aula, principalmente com relação à construção frasal e à variação linguística. Desse 
modo, sentimos falta de um documento que tente refletir de modo prático essas orientações.
C) Por ser o último documento norteador lançado em nível nacional, esperaríamos que 
oferecesse esse tipo de informação para auxiliar o professor em suas atividades práticas de 
sala de aula, principalmente com relação aos anseios de como lidar com alunos de inclusão. 
Desse modo, sentimos falta de um documento que tente refletir de modo prático essas 
orientações.
D) Por ser o último documento norteador lançado em nível nacional, esperaríamos que 
oferecesse esse tipo de informação para auxiliar o professor em suas atividades práticas de 
sala de aula, principalmente com relação à redação de vestibular. Desse modo, sentimos falta 
de um documento que tente refletir de modo prático essas orientações.
E) Por ser o último documento norteador lançado em nível nacional, esperaríamos que 
oferecesse esse tipo de informação para auxiliar o professor em suas atividades práticas de 
sala de aula, principalmente com relação aos gêneros tecnológicos. Desse modo, sentimos 
falta de um documento que tente refletir de modo prático essas orientações.
3) Quais mudanças podemos perceber depois de termos os PCNs no Brasil? 
A) São organizados por áreas, mas as disciplinas permanecem. Construtivismo amparado pela 
Psicologia, Sociologia e Filosofia da Educação, e Diversidade e Unicidade Regional seguem 
pouco abordadas.
B) São organizados por áreas, mas as disciplinas permanecem. Construtivismo amparado pela 
Psicologia, Sociologia e Filosofia da Educação, e Diversidade e Pluralidade Cultural seguem 
pouco abordadas.
C) São organizados por materias. Construtivismo amparado pela Psicologia, Sociologia e Filosofia 
da Educação, e Diversidade e Pluralidade Cultural seguem pouco abordadas.
D) São organizados por áreas, mas as disciplinas permanecem. Construtivismo amparado pela 
Gerativa, Sociologia e Filosofia da Educação e Diversidade e pluralidade cultural seguem 
pouco abordadas.
E) São organizados por áreas, mas as disciplinas permanecem. Behaviorismo amparado pela 
Psicologia, Sociologia e Filosofia da Educação, e Diversidade e Pluralidade cultural seguem 
pouco abordadas.
4) Os Parâmetros Curriculares Nacionais, mais conhecidos como PCNs, é uma coleção de 
documentos que compõem a grade curricular de uma instituição educativa. Esse material foi 
elaborado a fim de servir como ponto de partida para o trabalho docente, norteando as 
atividades realizadas na sala de aula. Por que é importante que cada escola monte o seu 
parâmetro a partir dos PCNs? 
A) Cada instituição deve montar o seu projeto político pedagógico, sua proposta pedagógica, 
trazendo os conteúdos de outras realidades à realidade social da localidade onde está 
inserida.
B) Cada instituição deve montar o seu projeto político pedagógico restrita por 10 anos, sua 
proposta pedagógica.
C) Cada instituição deve montar o seu projeto político pedagógico, sua proposta pedagógica, 
adaptando esses conteúdos à realidade social da localidade onde está inserida.
D) Cada instituição deve montar o seu projeto político pedagógico, sua proposta pedagógica, 
adaptando esses conteúdos aos projetos do exterior.
E) Cada instituição deve montar o seu projeto político pedagógico, transmitindo esses 
conteúdos à realidade social da localidade onde está inserida.
5) Em todos os documentos estudados, qual é a competência primordial para ser desenvolvida? 
 
A) Escrita.
B) Escuta.
C) A leitura.
D) Decodificação.
E) Expressão corporal.
Na prática
Ao ler os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), um estudante de letras do último ano de 
graduação ficou em dúvida de como aplicaria muitos daqueles conceitos orientadores de ensino na 
prática. Refletindo sobre o conceito de integração, ele percebeu que ele é uma competência no 
próprio documento e que como competência requer muitas habilidades.
Ao investigar esse conceito nos documentos, o estudante, quase professor, descobriu que, na área 
de língua portuguesa, ele se ocupa de empréstimos linguísticos usados no português falado e 
escrito. Ao entender que não se deve trabalhar com vocabulário solto ou lista de palavras, o 
estudante montou um texto em que eram recorrentes os empréstimos linguísticos, além de trazer 
muita publicidades para o roteiro de aula.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Entrevista professora Walkyria Mont Mór - OCEM - Parte I
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
As respostas para 20 dúvidas sobre inclusão
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique nocódigo para acessar.
O legado dos Parâmetros Curriculares Nacionais
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/zwcxfy6zON4
https://novaescola.org.br/conteudo/1896/as-respostas-para-20-duvidas-sobre-inclusao
https://novaescola.org.br/conteudo/2885/o-legado-dos-parametros-curriculares-nacionais

Mais conteúdos dessa disciplina