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UNIDADE 2
Conceitos-chave para ações junto a migrantes e refugiados(as) na escola
As discussões propostas até agora tornam evidente a diversidade, pluralidade e complexidade linguístico-cultural que constituiu o Brasil ao longo de sua história. Para aprofundarmos ainda mais nossas reflexões de modo a contribuir para a sua formação como educador(a) preocupado(a) com a integração de migrantes nas escolas brasileiras na contemporaneidade, vamos definir alguns conceitos-chave que são frutos de amplas e consistentes trajetórias de pesquisa nas áreas de Linguística Aplicada, Sociolinguística, Políticas Linguísticas, Educação e Antropologia.
A seguir, associe o conceito ao fragmento correspondente de publicações acadêmicas que o define.
(A) Monolinguismo
(B) Diversidade Linguística
(C) Multilinguismo
(D) Bi/Plurilíngue
( B )“De acordo com Alkmim (2001, p. 33), seguindo a teoria da variação laboviana, “língua e variação são inseparáveis” e tal tendência faz jus à própria diversidade humana, que emprega os recursos linguísticos de diferentes formas, buscando atender diversos propósitos comunicativo-interacionais. Assim, se as línguas são marcadas pela diversidade, consequentemente, essa diversidade segmenta a língua em diversas normas” (BARBOSA; FREIRE, 2020, p. 654).
( D ) “A História nos mostra que poderíamos ter sido um país ainda muito mais ________, não fossem as repetidas investidas do Estado (e das instituições aliadas, ou ainda a omissão de grande parte dos intelectuais) contra a diversidade cultural e lingüística. Essa mesma História nos mostra, entretanto, que não fomos apenas um país multicultural e ________: somos um país pluricultural e multilíngue, não só pela atual diversidade de línguas faladas no território, mas ainda pela grande diversidade interna da língua portuguesa aqui falada, obscurecida por outro preconceito, o de que o português é uma língua sem dialetos. Finalmente, ainda, somos ________ porque estamos presenciando o aparecimento de “novos bilinguismos”, desencadeados pelos processos de formação de blocos regionais de países, no nosso caso o Mercosul, que acompanha outras iniciativas como a União Européia e o TLACAN (Nafta). Esses processos desencadeiam novos movimentos migratórios, novos fatos demolinguísticos e novas configurações para o chamado "bilinguismo por opção”, isto é, novas orientações para o aprendizado de línguas estrangeiras. É de se esperar que ocasionem ainda novos tipos de deslocamentos linguísticos” (OLIVEIRA, 2009, p. 25).
( A ) “Não é por casualidade que se conhecem algumas coisas e se desconhecem outras: conhecimento e desconhecimento são produzidos ativamente, a partir de óticas ideológicas determinadas, construídas historicamente. No nosso caso, produziu-se o “conhecimento” de que no Brasil se fala o português, e o “desconhecimento” de que muitas outras línguas foram e são igualmente faladas. O fato de que as pessoas aceitem, sem discutir, como se fosse um fato natural, que o português é a língua do Brasil foi e é fundamental, para obter consenso das maiorias para as políticas de repressão às outras línguas, hoje minoritárias” (OLIVEIRA, 2009, p. 20).
( C ) “Nos últimos dez anos, desde os debates em torno do Seminário sobre a Criação do Livro das Línguas, promovido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em 2006, tem crescido no Brasil, no âmbito do registro do patrimônio cultural imaterial, o interesse pela “diversidade linguística” , que , em 2010, vale destacar, culminou com a assinatura do decreto nº7.387, que instituiu o “Inventário Nacional da Diversidade Linguística”. Sob o rótulo da designação geral de diversidade linguística, foram-se“alinhando nas frentes de discussão” diferentes facetas do __________, isto é, da coexistência de línguas lado a lado na sociedade,e, de outro lado, do plurilinguismo,ou seja,da competência em mais de uma língua por um mesmo indivíduo. Esse processo se deu com tal determinação e ímpeto que muitas vezes se chegou a confundir a noção de “diversidade linguística”(de línguas) com a de “variação linguística”(inerente às línguas e variedades)” (ALTENHOFEN, 2017, p. 1).
Relacione os conceitos apresentados por ela com trechos de artigos disponibilizados abaixo. As referências completas estão ao final da unidade:
(A) Língua como instrumento de comunicação
(B) Norma culta
(C) Norma padrão
(D) Língua coloquial
(E) Língua como construção identitária
( C ) “Outra distinção importante é a que retira a _____________ do universo de variedades linguísticas reais do português brasileiro. A ___________ não é um modo de falar: como o próprio termo padrão implica, trata-se de um modelo de língua, um ideal a ser alcançado, um construto sociocultural que não corresponde de fato a nenhuma das muitas variedades sociolinguísticas existentes em território brasileiro. Por ser uma forma ideal, no sentido platônico do termo, a norma-padrão não pertence ao mundo dos fenômenos, mas exclusivamente ao mundo das ideias, sendo, portanto, um ser de razão.” (BAGNO, 2012, p. 25)
( B ) “Esse é, então, o primeiro conjunto de ideias que se esconde debaixo do rótulo _______________: uma língua ideal, baseada (supostamente) no uso dos grandes escritores (do passado, de preferência), um modelo abstrato (que não corresponde a nenhum conjunto real das regras que governam a atividade linguística por parte dos falantes). Esse modelo de língua ideal acaba criando uma grade de critérios dicotômicos empregada para qualificar as variantes linguísticas: certo vs. errado, bonito vs. feio, elegante vs. grosseiro, civilizado vs. selvagem e, é claro, culto vs. ignorante (....)", "A outra definição que se dá ao rótulo _____________ se refere à linguagem concretamente empregada pelos cidadãos que pertencem aos segmentos mais favorecidos da nossa população. Esta é a noção de __________ que vem sendo empregada em diversos empreendimentos científicos como, por exemplo, o Projeto NURC (Norma Urbana Culta), Traduzires 1 – Maio 2012 24 que desde o início dos anos 1970 vem documentando e analisando a linguagem efetivamente usada pelos falantes cultos de cinco grandes cidades brasileiras (Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre), sendo estes falantes cultos definidos por dois critérios de base: escolaridade superior completa e antecedentes biográfico-culturais urbanos. Trata-se, portanto, de um conceito de ____________a, um termo técnico estabelecido com critérios relativamente mais objetivos e de base empírica” (BAGNO, 2012, p. 23)
( A) “Considerando a linguagem como forma de ação entre homens, adentra-se nos campos da persuasão e do convencimento, porque a linguagem como meio de interação social é dotada de intencionalidade; seu fundamento está, pois, na argumentação que procura persuadir e convencer alguém a agir de determinada forma. A par disso, entende-se que a função básica da linguagem é a argumentação, uma vez que o sujeito enunciador sempre tem em vista persuadir e convencer seu interlocutor” (SITYA, 1995, p. 12)
( E ) “Vendo deste modo é impossível deixar de considerar a relação entre língua, cultura e identidade como parte fundamental da formação de um professor ou até mesmo de qualquer falante/aprendiz de outra língua. Esse tripé pode ser considerado o core da formação de professores de línguas, não importando se materna ou estrangeira, pois são esses os três aspectos que deveriam perpassar toda sua formação acadêmica, além dos aspectos sócio-histórico-culturais, seja ela pré, simultânea ou pós. Essa ideia se aproxima da afirmação de Coracini (2003, p. 193), ao dizer que a identidade do professor “se constitui no/do entrecruzamento de diversos discursos que o atravessam como sujeito”, ou seja, o professor é formado e transformado através dos diversos  confrontamentos identitários existentes no seu processo de formação. Com isso queremos dizer que em todo discurso que forma e transforma esse professor são percebidas simultaneamente a presença da língua, da cultura e da identidade de Outros.” (AMATO, 2014, p. 195)
( D )“A língua varia, ainda, de acordo com a situação em que o falante se encontra. Situações formais exigem uma variedade de língua mais cuidada, uma vez que a sociedade impõe certas regras sociais - e, conseqüentemente, lingüísticas - que espera ver cumpridas, e que qualquer desrespeito a essas regras pode provocar não só o constrangimento ao falante como também a sua não-aceitação pelo grupo. Lingüisticamente, porém, todas as formas associadas a grupos sociais e a diferentes situações são igualmente perfeitas. Nenhuma é melhor, ou mais correta ou mais bonita que outra, embora umas tenham prestígio social e outras não tenham, e embora algumas possam ser mais adequadas a certas situações sociais que outras” (COSTA, 1996, p. 54)
Observe a tira apresentada a seguir de Calvin & Haroldo, personagens criados por Bill Watterson em 1985. No diálogo entre Calvin e sua mãe, ele constata que apesar de usarem o mesmo idioma, a língua não é a mesma.
Figura 1: Tira de Calvin & Haroldo falando das sutilezas da comunicação
Fonte: http://twitpic.com/88t41a.
A partir disso, reflita: em quais contextos educacionais você, professor, já se sentiu como o Calvin? Você acredita que seus alunos podem não estar falando “a mesma língua” que o contexto escolar exige? Quais as consequências disso?
O texto “O conceito de língua em perspectiva histórica: reflexos no ensino e na formação de professores de português” , de Edleise Mendes, aborda diferentes concepções de língua e linguagem e a implicação delas na formação de professores. Apresentaremos quatro trechos de artigos e você deverá corresponder as partes entre si.
(A) “Em outra perspectiva, estavam os estudos historicistas, que construíram as bases para as ideias que aflorariam na primeira metade do século XX, visto que se debruçavam sobre as línguas vivas e suas relações entre si, reconhecendo-as como fenômenos em constante processo de mudança e reestruturação (PETTER, 2004). As ideias, desse modo, que se difundiram a partir da primeira metade do século XX, traziam a visão de língua como sistema estruturado, composto de um conjunto de elementos, cada um deles assumindo uma função específica dentro da engrenagem maior. Esse deveria ser, então, o objeto de estudo da Linguística, a língua como sistema abstrato, que deve ser estudado em seus próprios termos, observando-se as relações intraestruturais, em uma determinado estágio de sua evolução, sem que fosse necessário, para isso, qualquer ancoragem nas possíveis situações de uso dessa língua. Embora Saussure e, depois, os que assumiram a orientação estruturalista como projeto de estudo reconhecessem que a língua é um fenômeno social, isso não fazia parte de suas agendas. Essa tendência a conceber a língua como entidade abstrata, apartada de sua feição social, foi ainda reforçada por Noam Chomsky, linguista de grande prestígio em nossa área, o qual defende a ideia de que as línguas e, consequentemente, as suas gramáticas se estruturam a partir de processos mentais, adquiridos de modo inato e que se organizam por princípios que são universais. Guardadas as diferenças, ambas as concepções de língua enquadram-se em uma das grandes tendências teóricas e metodológicas que exerceu e ainda exerce larga influência nos estudos da linguagem, a perspectiva hoje conhecida como formalista” (MENDES, 2012, p. 669).
(B) “Outra grande virada que de modo semelhante sacudiu as ideias linguísticas a partir, sobretudo, das décadas de 60/70 veio com a avalanche da teoria da comunicação e do desenvolvimento das tendências funcionalistas de estudo da linguagem, encabeçadas, sobretudo, pelos últimos desenvolvimentos da Escola de Praga. Desse modo, ao lado de quadros bem informados que demonstravam os elementos que compunham o processo comunicacional, estavam as funções da linguagem de Roman Jakobson, a semiótica de Charles Sanders Pierce, além da grande influência das teorias da comunicação e da mídia que, em conjunto, contribuíram para a visão de língua como instrumento social de comunicação ou como conjunto de signos que tem como função estabelecer a comunicação. Estavam, desse modo, assegurados à língua o seu caráter social, o seu valor como código/ instrumento/conjunto de signos e a sua função de, fundamentalmente, transmitir informações, comunicar intenções de falantes, nesse contexto, apenas codificadores. Como nos diz Magda Soares (2004, p. 169): A concepção de língua como sistema, prevalente até então no ensino da gramática, e a concepção de língua como expressão estética, prevalente inicialmente no ensino da retórica e da poética e, posteriormente, no estudo de textos, são substituídas pela concepção da língua como comunicação” (MENDES, 2012, p. 671).
B - “Os objetivos passam a ser pragmáticos e utilitários: trata-se de desenvolver e aperfeiçoar os comportamentos do aluno como emissor e recebedor de mensagens, através da utilização e compreensão de códigos diversos – verbais e não-verbais.” (MENDES, 2012, p. 671)
A - “Na esfera do ensino de língua, por exemplo, esse tipo de visão vem determinando abordagens que consideram a língua um produto acabado, pronto para ser esmiuçado, como o fazem os estudos tradicionais da gramática.” (MENDES, 2012, p. 671)
Relacione os exemplos acima com as asserções a seguir (cada exemplo pode estar relacionado a mais de um item):
Exemplo 3 Foca na leitura e na produção de textos de um gênero do discurso específico, reconhecível como um texto que pode ser encontrado no mundo fora da sala de aula.
Exemplo 2 Objetiva oferecer a prática de repetição de estruturas gramaticais através do preenchimento de lacunas em um contexto comunicativo de diálogo fictício.
Exemplo 1 O foco principal é a apresentação de uma síntese de regras gramaticais, para posterior prática de repetição dos recursos linguísticos aprendidos. A prática se dá em enunciados soltos, sem textos, não sendo possível inferir o gênero do discurso implicado.
Exemplo 3 O estudo dos recursos linguísticos acontece pautado pelo estudo de textos em contextos discursivos.
Dando continuidade à ampliação dos conceitos vistos no início desta unidade, apresentamos abaixo outros conceitos-chave das áreas de Linguística Aplicada, Sociolinguística, Políticas Linguísticas, Educação e Antropologia que procuram integrar migrantes nas escolas brasileiras na atualidade. Clique na flecha que corresponde ao conceito cujo fragmento de publicações acadêmicas define.
(A) Aculturação
(B) Educação Linguística
(C) Interculturalidade
(D) Translinguagem
(E) Pedagogia Culturalmente Sensível
D “A ____________, concebida como um conceito para explicar o uso heteroglóssico das línguas, poderia remeter, ainda, às alternâncias linguísticas, tema bastante aprofundado na área da Sociolinguística. Porém, autores tais como Canagarajah (2013) e García & Wei (2014) ressaltam que o termo ____________ não se confunde com alternância linguística (ou code-switching), pois não significa somente mudar de uma língua para outra. Para esses autores, o conceito de code-switching tem em sua raiz a concepção de que as línguas dos bilíngues são dois códigos monolíngues, muitas vezes com seus usos separados e demarcados. Advogam que a____________, por sua vez, não diz respeito apenas à mudança de uma língua para outra, mas, à construção de práticas discursivas interrelacionadas e complexas, em que as línguas e conhecimento se constituem no processo interativo, não podendo, portanto, ser atribuídas e/ou encaixadas em uma definição tradicional de linguagem” (KRAUSE-LEMKE, 2020, p. 2075).
E “O conceito de ____________ foi proposto por Frederick Erickson (1987) dentro da tradição dos estudos etnográficos interpretativos que focalizam a vida no interior das escolas e a relação entre a sociabilização das crianças no lar e nas escolas. De acordo com Erickson, essa proposta pedagógica consiste num tipo especial de esforço, empreendido pela escola, que pode reduzir as dificuldades de comunicação entre professores e alunos, desenvolvendo assim a confiança e prevenindo a gênese de conflitos que se movem rapidamentealém dos mal-entendidos, evoluindo para o confronto amargo na troca de identidades entre alunos e professores” (BORTONI-RICARDO, 2003, p. 131).
C “No que diz respeito às outras duas posições, baseando-se no filósofo peruano Fidel Tubino (2005), a referida autora descreve e discute a _________ funcional e a crítica. Parte da afirmação de que a crescente incorporação da ___________no discurso oficial dos estados e organismos internacionais tem por fundamento um enfoque que não questiona o modelo sociopolítico vigente na maior parte dos países, marcado pela lógica neoliberal excludente e concentradora de bens e poder. Neste sentido, a _________ é assumida como estratégia para favorecer a coesão social, assimilando os grupos socioculturais subalternizados à cultura hegemônica. Este constitui a __________ que qualifica de funcional, orientado a diminuir as áreas de tensão e conflito entre os diversos grupos e movimentos sociais que focalizam questões socioidentitárias, sem afetar a estrutura e as relações de poder vigentes. No entanto, colocar estas relações em questão é exatamente o foco da perspectiva da ___________ crítica. Trata-se de questionar as diferenças e desigualdades construídas ao longo da História entre diferentes grupos socioculturais, étnico-raciais, de gênero, orientação sexual, entre outros. Parte-se da afirmação de que a __________ aponta à construção de sociedades que assumam as diferenças como constitutivas da democracia e sejam capazes de construir relações novas, verdadeiramente igualitárias entre os diferentes grupos socioculturais, o que supõe empoderar aqueles que foram historicamente inferiorizados” (CANDAU, 2012, p. 244).
A “(...) [para] designa[r] os fenômenos que resultam da existência de contatos diretos e prolongados entre duas culturas diferentes e que se caracterizam pela modificação ou pela transformação de um ou dos dois tipos culturais em presença” (PANOFF;  PERRIN, 1973, p. 13).
B “Entendemos por ___________ o conjunto de fatores socioculturais que, durante toda a existência de um indivíduo, lhe possibilitam adquirir, desenvolver e ampliar o conhecimento de/sobre sua língua materna, de/sobre outras línguas, sobre a linguagem de um modo mais geral e sobre todos os demais sistemas semióticos” (BAGNO; RANGEL, 2005, p. 63).
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso):
V A translinguagem é considerada uma perspectiva interna do falante, ou seja, faz parte do seu repertório linguístico em uso não monitorado e não hierarquizado.
V Uma pedagogia da translinguagem perpassa pelas crenças do professor e por suas visões de língua, de ensino e aprendizagem.
V A prática translíngue é uma constante, podendo ser aplicada em salas de aula diversas por professores de todas as áreas. 
V Formar professores em práticas translíngues é um movimento político, que afeta o cotidiano e a gestão escolar.
V Segundo o texto, a escola tem a tendência em apontar o negativo, o que falta ao estudante. Essa perspectiva, quando falamos em língua, tende a valorizar o monolinguismo, o que sabemos ser a exceção dos falantes.
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