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HISTÓRIA DO SUS
P R O F . T H A L E S T H A U M A T U R G O
Estratégia
MED
Prof. Thales Thaumaturgo | História do SUS 2MEDICINA PREVENTIVA
Saudações, Estrategista! 
Vamos falar sobre a história do SUS neste resumo. Esse é um 
assunto pouco incidente se considerarmos as estatísticas gerais de 
Medicina Preventiva:
Apesar disso, é possível notar que bancas como a AMP, UFES e 
diversas bancas de Minas Gerais adoram esse tema, então fique ligado!
Eu sugiro que você atente às principais características de cada 
modelo de assistência (CAP, IAP, INPS, etc.), especialmente ao tipo de 
financiamento de cada um e qual cidadão tinha acesso aos serviços. 
Dê atenção também ao período de atuação de Oswaldo Cruz, com 
sua “polícia médica”. Os demais assuntos do intensivo aparecem com 
menor frequência, mas não deixe de aprender um pouco sobre a VIII 
Conferência Nacional de Saúde e sobre a Reforma Sanitária.
Ótimos estudos!
PROF. THALES 
THAUMATURGO
INTRODUÇÃO:
@thales.thaumaturgo
32,01%
Epidemiologia
Sistema Único 
de Saúde
57,27%
1,64%
3,82%
Medicina de Família 
e Comunidade
Ética Médica
Saúde do Trabalhador
5,24%
@estrategiamed
@estrategiamed
/estrategiamed
Estratégia MED
t.me/estrategiamed
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Prof. Thales Thaumaturgo | Resumo Estratégia | 2023
História do SUS Estratégia
MED
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MEDICINA PREVENTIVA
SUMÁRIO
1.0 PERÍODO PRÉ-COLONIAL, BRASIL COLÔNIA, BRASIL IMPÉRIO 4
1.1 PERÍODO PRÉ-COLONIAL 4
1.2 BRASIL COLONIAL E BRASIL IMPERIAL 4
1.3 REPÚBLICA VELHA (1889 A 1930) 4
1.4 LEI ELOY CHAVES – SURGIMENTO DA CAIXA DE APOSENTADORIA E PENSÕES (CAP) 5
2.0 ERA VARGAS (1930 A 1945) 6
3.0 REGIME MILITAR (1964 A 1985) 6
4.0 MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA BRASILEIRA 7
5.0 VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DA SAÚDE (CNS) DE 1986 8
6.0 SISTEMAS UNIFICADOS E DESCENTRALIZADOS DE SAÚDE (SUDS) - 1987 8
7.0 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) - 1988 8
8.0 LINHA DO TEMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE NO BRASIL 9
9.0 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS RELEVANTES 9
9.1 CARTA DE OTTAWA 9
9.2 DECLARAÇÃO DE ALMA-ATA 9
9.3 RELATÓRIO FLEXNER 10
9.4 RELATÓRIO DAWSON 10
10.0 SISTEMAS DE SAÚDE E MODELOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE 11
11.0 LISTA DE QUESTÕES 12
12.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 13
13.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS 14
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História do SUS Estratégia
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MEDICINA PREVENTIVA
1.0 PERÍODO PRÉ-COLONIAL, BRASIL COLÔNIA, 
BRASIL IMPÉRIO
1.1 PERÍODO PRÉ-COLONIAL
Antes do descobrimento do Novo Mundo, predominava o modelo mágico ou xamanístico, que envolvia a utilização de ervas medicinais 
e rituais de caráter místico, espiritual ou religioso. 
1.2 BRASIL COLONIAL E BRASIL IMPERIAL
Nos períodos do Brasil colônia e do Império, o acesso a cuidados médicos dependia exclusivamente das posses das pessoas, ou seja, 
os ricos tinham acesso aos tratamentos disponíveis à época, enquanto os pobres lutavam para sobreviver às enfermidades ou buscavam 
auxílio de curandeiros. 
1.3 REPÚBLICA VELHA (1889 A 1930)
Nesse período, a falta de saúde da população era considerada um fator de grande atraso ao desenvolvimento das indústrias e ao 
crescimento nacional. 
Oswaldo Cruz tinha como grande objetivo erradicar a varíola, a peste e a febre amarela, que 
arrasavam o Rio de Janeiro e os portos e afastavam os navios que traziam imigrantes para os campos 
na América do Sul. Foi nesse período que o Rio ficou conhecido como “túmulo de imigrantes”.
Cruz instituiu a campanha de imunização compulsória contra a varíola em 1903. Essas 
ações coercitivas, que concediam poder de polícia aos agentes de saúde, os quais 
podiam fiscalizar residências, emitir ordens de despejo e internar compulsoriamente os 
doentes, ficaram conhecidas como "polícia médica". Contudo uma parcela da população 
carioca não reagiu bem à obrigatoriedade da vacina e, naquele mesmo ano, aconteceu o 
movimento popular que ficou conhecido como Revolta da Vacina.
Fonte: Shuttersctock
Com a política (controversa) imposta por Oswaldo Cruz, que controlou diversas epidemias com 
sucesso, passou a vigorar no Brasil um formato assistencial do tipo campanhista e sanitarista. Nesse modelo, 
as ações de saúde eram realizadas com o objetivo de manter a higiene sanitária dos portos (recompensando 
financeiramente as pessoas que caçavam ratos nos portos) e o controle de epidemias. 
CAPÍTULO
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MEDICINA PREVENTIVA
1.4 LEI ELOY CHAVES – SURGIMENTO DA CAIXA DE APOSENTADORIA E PENSÕES (CAP)
A Lei Eloy Chaves criou a Caixa de Aposentadorias e Pensões (CAP), inicialmente para os trabalhadores do ramo das ferrovias, mas que 
depois foi difundida para trabalhadores de outros ramos, como o marítimo e o portuário.
As CAPs eram sociedades civis voltadas para trabalhadores de uma determinada empresa, 
cuja administração e financiamento eram realizados pelo empregador e pelos empregados da 
empresa, sem a interferência do governo. 
Ou seja, os trabalhadores que contribuíam com 3% dos vencimentos mensais para a CAP e suas respectivas 
famílias tinham direito à assistência em saúde em “caso de doença”. 
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MEDICINA PREVENTIVA
2.0 ERA VARGAS (1930 A 1945) 
Em 1930, Getúlio Vargas assume o poder e acaba com as CAPs, criando os Institutos de 
Aposentadorias e Pensões (IAP), autarquias nacionais centralizadas pelo governo federal. Nos IAPs, 
cada categoria profissional possuía seu próprio sistema de previdência social e assistência à saúde, 
como o sistema previdenciário dos comerciários, o dos ferroviários e o dos bancários, entre outros. 
Fonte: Shuttersctock
O financiamento dos IAPs passou a ser tripartite, envolvendo o empregador, o 
empregado e o Estado, enquanto sua administração ficava sob responsabilidade de um 
representante determinado pelo governo.
3.0 REGIME MILITAR (1964 A 1985)
Nesse período, ocorre a unificação de todos os IAPs e surge, então, o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1966. 
O INPS unificou todas as categorias profissionais em um único sistema, com a gestão do Governo 
Federal, que passou a financiar a assistência hospitalar da iniciativa privada por meio de linhas de crédito 
específicas, com juros baixos e subsidiados pelo Estado. 
Os hospitais privados passaram a atender os integrantes do INPS mediante contratos e convênios. Cabe salientar que o 
INPS era responsável não só pela assistência médica, mas também pela previdência social de seus integrantes: trabalhadores 
formais e seus respectivos dependentes.
Em 1977, o INPS torna-se o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), que prestaria os 
serviços de saúde ainda apenas para os formais.
CAPÍTULO
CAPÍTULO
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MEDICINA PREVENTIVA
CAPÍTULO
4.0 MOVIMENTO DA REFORMA SANITÁRIA BRASILEIRA
O Movimento da Reforma Sanitária brasileira nasceu ainda na década de 1960, a partir da luta popular contra o regime militar 
e devido à insatisfação do povo com a precária prestação de serviços públicos em saúde.
 O movimento sanitário teve a participação de profissionais da saúde e pessoas vinculadas aos setores políticos, sociais e da saúde. 
Essas classes entendiam que era fundamental uma nova abordagem dos problemas de saúde da população brasileira, que deveria partir 
de um referencial médico-social, e defendiam a transformação do setor de saúde, com o objetivo de melhorar as condições e a atenção à 
saúde da população. Vamos conhecer quais eram as principais linhas que atuaram nesse movimento!
Vertentes da Reforma Sanitária Brasileira
1a vertente - Movimento estudantil e Centro Brasileiro 
de Estudos de Saúde (CEBES)
Difundiua teoria da medicina social. O debate dos 
estudantes girava em torno da consciência sanitária, 
que pregava a democratização do país e do setor de 
saúde (“saúde para todos”), posicionando-se contra 
a privatização da saúde. O CEBES teve importante 
participação na fase de implantação do SUS, propondo a 
saúde como um direito de todos e um dever do Estado.
2a vertente - Movimento de Médicos Residentes e de 
Renovação Médica
Destacou-se pela luta por melhores condições de 
trabalho e remuneração, pleiteando a renovação dos 
sindicatos e incentivando a deflagração de greves como 
formas de alcançar suas reivindicações. Esse movimento 
associou-se aos usuários de saúde, para denunciar 
as condições inadequadas de assistência médica. 
Portanto, essa vertente caracterizou-se pela busca do 
reconhecimento profissional e dos direitos trabalhistas.
3a vertente - Academia 
(docentes e pesquisadores)
Proporcionou grande produção científica na área de 
saúde coletiva com foco na medicina social. Os estudos 
da saúde ampliaram seu foco na medicina social. Os 
estudos da saúde ampliaram seu foco para áreas como 
a economia. Foram propostas formações específicas de 
recursos humanos no campo da medicina social, através 
de Residências em medicina preventiva e social e pós-
graduações em saúde coletiva. Dessa forma, foi possível 
a difusão de uma nova forma de pensar a saúde e de 
atuar no setor.
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MEDICINA PREVENTIVA
5.0 VIII CONFERÊNCIA NACIONAL DA SAÚDE (CNS) 
DE 1986
A VIII Conferência Nacional de Saúde (CNS), de 1986, foi um momento fundamental para a definição das bases da construção do que 
viria a ser o Sistema Único de Saúde (SUS) e um marco fundamental para o Movimento Sanitário brasileiro. 
Essa foi a primeira conferência nacional a contar com a participação da população e da sociedade civil. 
Os principais objetivos visavam à formulação de um novo sistema de saúde democrático e acessível. 
6.0 SISTEMAS UNIFICADOS E DESCENTRALIZADOS DE 
SAÚDE (SUDS) - 1987
Os Sistemas Unificados e Descentralizados da Saúde (SUDS) foram uma estratégia de ponte para realizar uma transição entre os 
modelos assistenciais, enquanto eram elaboradas as bases de um futuro sistema único e verdadeiramente universal de saúde.
O SUDS, como sistema universal, prestava seus serviços por meio de parcerias e convênios entre o governo 
federal e os estados conveniados. O SUDS, portanto, formava as bases para a implantação do atual Sistema Único 
de Saúde (SUS), que foi criado pela Constituição Federal de 1988.
7.0 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) - 1988
Com a Constituinte de 1988, surge o Sistema Único de Saúde (SUS).
Em 1990, o governo federal publica as chamadas Leis Orgânicas da Saúde: Lei nº 8.080 e Lei nº 
8.142, regulamentando o funcionamento do SUS e garantindo definitivamente a saúde como "dever 
do Estado e direito de todos".
CAPÍTULO
CAPÍTULO
CAPÍTULO
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MEDICINA PREVENTIVA
8.0 LINHA DO TEMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE 
SAÚDE NO BRASIL
Veja a seguir um esquema resumindo a linha do tempo das políticas de saúde no Brasil:
CAP (1923-1933)
• Por empresa
IAP (1933-1966)
• Por categorias 
profissionais
INPS (1966-1977)
• Trabalhadores formais 
e dependentes
INAMPS (1977-1993)
• Trabalhadores formais 
e dependentes
SUDS (criado 
em 1987)
• Todas as pessoas
SUS (1988 - atual) 
• Concretização da 
universalidade
9.0 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS RELEVANTES
9.1 CARTA DE OTTAWA
A Carta de Ottawa foi o documento resultante da Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, 
Canadá, em 1986. Ela traz a seguinte definição de promoção da saúde:
“é o nome dado ao processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo 
uma maior participação no controle desse processo”.
Esse documento foi considerado o marco conceitual da promoção de saúde e aborda cinco pilares fundamentais:
Cinco pilares da Promoção à Saúde da Carta de Ottawa
Construindo 
políticas públicas 
saudáveis
Criando ambientes 
favoráveis
Reforçando a ação 
comunitária
Desenvolvendo 
habilidades 
pessoais
Reorientando os 
serviços de saúde
9.2 DECLARAÇÃO DE ALMA-ATA
A Conferência Internacional de Cuidados Primários em Saúde de Alma-Ata ocorreu em 1978. O evento reuniu 134 países e 67 
organismos internacionais que se comprometeram com a meta de garantir saúde para todos até o ano 2000. 
CAPÍTULO
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MEDICINA PREVENTIVA
9.3 RELATÓRIO FLEXNER
Apenas recentemente passou a existir uma tendência para um modelo de ensino médico mais focado na atenção primária à 
saúde, contemplando o ensino voltado para uma avaliação "biopsicossocial".
9.4 RELATÓRIO DAWSON
Esse relatório trouxe à tona diversas noções de saúde que aplicamos atualmente no SUS, como o território, a territorialização, 
as populações adscritas, a porta de entrada, a referência e a atenção primária como coordenadora do cuidado.
Estrategista, o Relatório Flexner (Flexner Report), publicado em 1910, enfatizava o modelo biomédico, hospitalocêntrico e centrado 
na doença, o que resultou em programas educacionais médicos com uma visão reducionista. 
O relatório Dawson foi publicado no Reino Unido, em 1920, e propôs a organização de um sistema de saúde na forma de “rede de 
atenção à saúde”, tendo como porta de entrada um modelo parecido com o que conhecemos hoje por Atenção Primária à Saúde.
Devemos guardar dois aspectos fundamentais na declaração de Alma-Ata: a Declaração de Atenção Primária à Saúde e a 
meta Saúde para todos no ano 2000. 
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MEDICINA PREVENTIVA
10.0 SISTEMAS DE SAÚDE E MODELOS ASSISTENCIAIS 
DE SAÚDE
Estrategista, vamos revisar os principais modelos econômico-assistenciais de saúde existentes e que podem ser cobrados nas provas:
Sistema de saúde universal Sistema de saúde com base de mercado
· Todos têm acesso;
· Ações mais direcionadas para promoção da saúde e 
prevenção de doenças;
· Voltado para a atenção básica;
· Foco em tecnologias leves e resolutividade;
· Custo reduzido;
· Gestão do governo / participação popular.
· Somente quem paga tem acesso ao serviço;
· Ações mais direcionadas para a medicina curativa;
· Voltado para a atenção hospitalar e especializada;
· Foco em tecnologias avançadas;
· Custo elevado;
· Gestão da iniciativa privada.
No Brasil, temos o SUS com aspectos beveridgeanos, destacados na ampla atuação da atenção básica 
de saúde e dos cuidados primários. Por outro lado, existem características dos sistemas smithianos quando 
consideramos a atuação da iniciativa privada e sua participação no cuidado especializado e hospitalar, que não 
é suficientemente suprida pelo setor público.
Beveridge (ou sistemas de 
saúde beveridgeanos)
Bismarck (ou sistemas de 
saúde bismarckianos)
"Princípio do mérito"
Adam Smith (ou sistemas 
de saúde smithianos ou 
baseados no mercado)
• Cobertura universal;
• Financiado pela 
sociedade através 
de impostos;
• É o modelo do SUS.
• Seguros sociais obrigatórios;
• Financiado por empregados 
e empregadores; 
• Foi o modelo das Caixas de 
Aposentadorias e Pensões.
• Serviços de saúde 
predominantemente
privados;
• Financiado por contribuições 
voluntárias de indivíduos e 
empregadores;
• Modelo da iniciativa privada 
(planos e seguros de saúde).
CAPÍTULO
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MEDICINA PREVENTIVA
11.0 LISTA DE QUESTÕES
12.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. RIBEIRO, Antônio Sérgio. 29 de outubro de 1945: o fim do Estado Novo Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=279581. 
Acesso em 08 jul. 2021.
2. BRASIL. Constituição (1988) - Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Brasília: Senado 
Federal, 1988. 
3. BRASIL., de 19 de setembro de 1990: [Lei Orgânica da Saúde]. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da 
saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa 
do Brasil, Brasília, DF, p. 18.055, 20 set. 1990. 
4. BRASIL. Lei n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde 
– SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial [da] 
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, p. 25694, 31 dez. 1990. 
5. BRASIL. Ministério da Saúde. O Sistema Público de Saúde Brasileiro. Brasília – DF: 2002.
6. CANDEIAS, Nelly Martins Ferreira - Evolução histórica da educação em saúde como disciplina de ensino na Faculdade de Saúde Pública 
da Universidade de São Paulo - 1925 a 1967. Revista de Saúde Pública [online]. 1988, v. 22, n. 4, pp. 347-365. Disponível em: https://doi.
org/10.1590/S0034-89101988000400013. Epub 02 Dez 2004. ISSN 1518-8787. Acesso em 8 jul. 2021. 
7. CNS FAZ HISTÓRIA em Conferência Global de Saúde no Cazaquistão. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/ultimas-noticias-
cns/286-cns-faz-historia-em-conferencia-global-de-saude-no-cazaquistao Acesso em 08 jul. 2021.
8. CONSTITUIÇÃO 30 ANOS: As Constituições Brasileiras de 1824 a 1988 O Brasil teve sete Constituições desde o Império: as de 1824, 
1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e a de 1988, que completa 30 anos. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.
asp?idConteudo=391696#:~:text=O%20Brasil%20teve%20sete%20Constitui%C3%A7%C3%B5es,1988%2C%20que%20completa%20
30%20anos. Acesso em 08 jul. 2021.
9. BRASIL. Constituições brasileiras (Fonte: Agência Senado). Disponível em https://www12.senado.leg.br/noticias/glossario-legislativo/
constituicoes-brasileiras. Acesso em 08 jul. 2021.
10. SOUZA, Renilson Rehem de. Construindo o SUS: a lógica do financiamento e o processo de divisão de responsabilidades entre as 
esferas de governo, 2002.
11. COSTA, Ana Maria; BARROS, Fernando Passos Cupertino de; RIZZOTTO, Maria Lucia Frizon. Sistemas universais de saúde: uma 
contribuição ao debate. Revista do centro brasileiro de estudos de saúde, v.43, n. especial 5. Rio de janeiro, dez 2019.
12. CUNHA, Carlo Roberto Hackmann da et al. Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde: garantia de integralidade nas Equipes 
de Saúde da Família e Saúde Bucal no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v. 25, n. 4, pp. 1313-1326. Disponível em: https://doi.
org/10.1590/1413-81232020254.31862019. ISSN 1678-4561. Acesso em 08 jul. 2021.
13. DA CRUZ, Marly Marques. Histórico do sistema de saúde, proteção social e direito à saúde. In: GONDIM, R.; GRABOIS, V.; MENDES 
JUNIOR, W.V. (Org.). Qualificação dos Gestores do SUS. 2. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz/ENSP/EAD; 2011.
14. BRASIL. Decreto de 5 de setembro de 1991. Ressalva os efeitos jurídicos de declarações de interesse social ou de utilidade 
pública e revoga os decretos que menciona. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/dnn/Anterior%20a%202000/
Dnn7-05-09-91.htm.
15. BRASIL. Decreto nº 4.682, de 24 de janeiro de 1923. Crea, em cada uma das emprezas de estradas de ferro existentes no paiz, 
uma caixa de aposentadoria e pensões para os respectivos ernpregados. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/
Historicos/DPL/DPL4682-1923.htm. 
16. BRASIL. Decreto no 94.657, de 20 de julho de 1987. Revogado pelo decreto de 05.09.1991. Dispõe sobre a criação do Programa de 
CAPÍTULO
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=391696#:~:text=O%20Brasil%20teve%20sete%20Constitui%C3%A7%C3%B5es,1988%2C%20que%20completa%2030%20anos
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=391696#:~:text=O%20Brasil%20teve%20sete%20Constitui%C3%A7%C3%B5es,1988%2C%20que%20completa%2030%20anos
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=391696#:~:text=O%20Brasil%20teve%20sete%20Constitui%C3%A7%C3%B5es,1988%2C%20que%20completa%2030%20anos
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=391696#:~:text=O%20Brasil%20teve%20sete%20Constitui%C3%A7%C3%B5es,1988%2C%20que%20completa%2030%20anos
https://www12.senado.leg.br/noticias/glossario-legislativo/constituicoes-brasileiras
https://www12.senado.leg.br/noticias/glossario-legislativo/constituicoes-brasileiras
https://www12.senado.leg.br/noticias/glossario-legislativo/constituicoes-brasileiras
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Historicos/DPL/DPL4682-1923.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Historicos/DPL/DPL4682-1923.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Historicos/DPL/DPL4682-1923.htm
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MEDICINA PREVENTIVA
Desenvolvimento de Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde nos Estados (SUDS), e dá outras providências.
17. RIBEIRO, Antônio Sérgio. Especial Getúlio Vargas - agosto de 1954: 60 anos de uma tragédia brasileira - Agonia e morte do presidente 
Getúlio Vargas. Disponível em https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=358969. Acesso em 08 jul. 2021.
18. FERREIRA NETO, João Leite et al. Apontamentos sobre promoção da saúde e biopoder. Saúde e Sociedade [online]. 2009, v. 18, n. 3, pp. 
456-466. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-12902009000300010. Epub 05 Out 2009. ISSN 1984-0470. Acesso em 08 jul. 2021.
19. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. 2. ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2019. 
20. KUSCHNIR, Rosana; CHORNY, Adolfo Horácio. - Redes de atenção à saúde: contextualizando o debate. Ciênc. saúde coletiva, Rio 
de Janeiro, v.15, n. 5, pp. 2307-2316, ago. 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_arttext& pid=S1413 
81232010000500006&lng=en&nrm=iso. Acesso em 24 ago. 2020.
21. LOBATO, L.V.C; GIOVANELLA, L. Sistemas de saúde: origens, componentes e dinâmica. In: GIOVANELLA, L. (Org.). Políticas e sistema 
de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2017. 
22. BRASIL. Ministério da Saúde. A Carta de Ottawa (versão em português). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/
carta_ottawa.pdf. Acesso em 24 ago. 2020. 
23. NORONHA, J. C.; LIMA, L. D.; MACHADO, C. V. O Sistema Único de Saúde – SUS. In: GIOVANELLA, Lígia et al. (Org.). Políticas e sistema 
de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008.
24. PAGLIOSA, Fernando Luiz; DA ROS, Marco Aurélio. O relatório Flexner: para o bem e para o mal. Rev. bras. educ. med., Rio de Janeiro, 
v. 32, n. 4, p. 492-499, Dec. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-55022008000400012&ln
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25. PAIVA, Carlos Henrique Assunção; TEIXEIRA, Luiz Antonio. Reforma sanitária e a criação do Sistema Único de Saúde: notas sobre 
contextos e autores. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.21, n.1, jan.-mar. 2014, pp.15-35.
26. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Rouquayrol: epidemiologia & saúde. 8.ed. Rio de Janeiro: Med book, 2018.
27. TEIXEIRA, Jorge Esteves et al. Interlocuções entre a Declaração de Astana, o Direito à Saúde e a formação em Medicina de Família 
e Comunidade no Rio de Janeiro, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva [online]. 2020, v. 25, n. 4, pp. 1261-1268. Disponível em: https://doi.
org/10.1590/1413-81232020254.31252019. Epub 06 Abr 2020. ISSN 1678-4561. Acesso em 08 jul. 2021.
@thales.thaumaturgo
13.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Estrategista, chegamos ao fim deste resumo! Sugiro que se exercite respondendo às perguntas em nosso banco de questões!
Espero você nas próximas aulas, em que trarei outros temas de Medicina Preventiva para continuarmos com nossos estudos rumo 
à aprovação!
Em casos de dúvidas ou sugestões, não hesite em procurar o fórum ou enviar uma mensagem nas minhas redes sociais. Prometo que 
responderei o mais rápido possível. 
Até breve, 
Professor Thales!
CAPÍTULO
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Prof. Thales Thaumaturgo | Resumo Estratégia | 2023
História do SUS Estratégia
MED
15
MEDICINA PREVENTIVA
	1.0 Período pré-colonial, Brasil colônia, Brasil Império
	1.1 Período pré-colonial
	1.2 Brasil colonial e Brasil imperial
	1.3 República Velha (1889 a 1930)
	1.4 Lei Eloy Chaves – Surgimento da Caixa de Aposentadoria e Pensões (CAP)
	2.0 Era Vargas (1930 a 1945) 
	3.0 Regime Militar (1964 a 1985)
	4.0 Movimento da reforma sanitária brasileira
	5.0 VIII Conferência Nacional da Saúde (CNS) 
de 1986
	6.0 SISTEMAS UNIFICADOS E DESCENTRALIZADOS DE SAÚDE (SUDS) - 1987
	7.0 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) - 1988
	8.0 LINHA DO TEMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE NO BRASIL
	9.0 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS RELEVANTES
	9.1 CARTA DE OTTAWA
	9.2 DECLARAÇÃO DE ALMA-ATA
	9.3 RELATÓRIO FLEXNER
	9.4 RELATÓRIO DAWSON
	10.0 SISTEMAS DE SAÚDE E MODELOS ASSISTENCIAIS 
DE SAÚDE
	12.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
	13.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS

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