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FUNDAMENTOS DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Prof. Leandro Nascimento Diretrizes da PIC ▰ Ação de atendimento lenta ao usuário do SUS. ▰ OMS indica que os países organizem políticas para um melhor acesso a estas práticas. ▰ A procura social pelas PIC deve-se por méritos próprios a inclusão do paciente como centro da atenção; consideram a relação curador- paciente como elemento fundamental da terapêutica; sempre buscando meios terapêuticos simples, menos dependentes de tecnologia científica, custo baixo e, entretanto, com igual ou maior eficácia nas situações comuns de adoecimento (TESSER, 2008). 2 Portaria 971 – (PNPIC) no Sistema Único de Saúde ▰ Inserção em todos os níveis de atenção, com ênfase na atenção básica; desenvolvimento em caráter multiprofissional; estabelecimento de mecanismos de financiamento; elaboração de normas técnicas e operacionais para implantação; e articulação com as demais políticas do Ministério da Saúde. ▰ Desenvolvimento de estratégias de qualificação em PIC, Educação contínua. 3 Fonte: (BRASIL, 2006). Portaria 971 – (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. ▰ (...) incentivo a divulgação e a informação dos conhecimentos básicos das PIC para profissionais de saúde, gestores e usuários(...). ▰ Estimula ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral. ▰ Propõe o fortalecimento da participação social. ▰ Ressalta o provimento do acesso e ampliação da produção pública de medicamentos homeopáticos e fitoterápicos. 4 Fonte: (BRASIL, 2006). Portaria 971 – (PNPIC) no Sistema Único de Saúde 5 ▰ Garante o acesso aos demais insumos estratégicos das PIC, com qualidade e segurança das ações. ▰ Propõe o desenvolvimento de ações de acompanhamento e avaliação das PIC. ▰ Promove a cooperação nacional e internacional nos campos da atenção, educação e pesquisa. ▰ Garante o monitoramento da qualidade dos fitoterápicos pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Fonte: (BRASIL, 2006). MTC E SUAS PRATICAS. ▰ A Medicina Tradicional Chinesa (MTC) tem como característica principal um método sistêmico médico integral, tem como origem milhares de anos na China, seus primeiros registros são datados de 5000 a.C. ▰ A abordagem de cada paciente é global, envolvendo corpo, mente, espírito, e ambiente (ABE, 2006). 6 Acupuntura ▰ Aborda de modo integral e dinâmico o processo saúde-doença, podendo ser associada com outros recursos terapêuticos. ▰ É baseada em práticas essencialmente preventivas, em que o indivíduo é orientado a ter alguns cuidados para que ele não adoeça. Estes cuidados incluem a alimentação adequada, do sono de qualidade, prática sexual, atividade mental e física, entre outros. Porém, diferente do oriente, geralmente no ocidente as pessoas buscam a técnica quando o sintoma já está doente, e em condições crônicas (BRASIL, 2015). 7 Acupuntura no Brasil ▰ No Brasil, a acupuntura foi introduzida há cerca de 40 anos. Em 1988, por meio da Resolução nº 5/88, da Comissão Interministerial de Planejamento e Coordenação (Ciplan), teve as suas normas fixadas para o atendimento nos serviços públicos de saúde. Vários conselhos de profissões da Saúde regulamentadas reconhecem a acupuntura como especialidade em nosso País, e os cursos de formação encontram-se disponíveis em diversas unidades federadas (BRASIL, 2015). 8 REFERÊNCIAS ▰ ABE, Gislaine Cristina. Medicina Tradicional Chinesa (MTC). Revista Neurociências, v. 14, p. 80-85, 2006. ▰ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 971, de 03 de maio de 2006. Dispõe sobre a política nacional de práticas integrativas e complementares no sistema único de saúde. diário oficial da união, Brasília, 4 maio 2006. seção 1, p. 20. ▰ BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de práticas integrativas e complementares no SUS: atitude de ampliação de acesso / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. 96 p. ▰ TESSER, Charles Dalcanale; BARROS, Nelson Filice de. Medicalização social e medicina alternativa e complementar: pluralização terapêutica do Sistema Único de Saúde. Revista de Saúde Pública, v. 42, p. 914-920, 2008. 9 10 Obrigado(a)! Prof. Leandro Nascimento Contatos: leandroenf09@gmail.com