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GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 1 APG 3 - OSTEOMIELITE OBJETIVOS - ANALISAR MORFOFISIOLOGIA ÓSSEA E DA COLUNA VERTEBRAL TORÁXICA. - ANALISAR A DEFINIÇÃO, EPIDEMIOLOGIA, ETIOLOGIA, FISIOPATOLOGIA, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA OSTEOMIELITE. RESUMO ANALISAR MORFOFISIOLOGIA ÓSSEA E DA COLUNA VERTEBRAL TORÁXICA SISTEMA ESQUELÉTICO: TECIDO ÓSSEO - O tecido ósseo está em contínuo processo de crescimento, remodelamento e reparo. Contribui para a homeostasia do corpo, fornecendo sustentação e proteção, produzindo células do sangue e armazenando minerais e triglicerídeos. - O tecido ósseo é um tecido vivo complexo e dinâmico. - Sobre as funções do tecido, temos que são 6: Sustentação, Proteção, Assistência em movimento, Homeostasia mineral (armazenamento e liberação, Produção de células sanguíneas e Armazenamento de triglicerídeos. - Sobre a sua estrutura temos que, ela pode ser analisada considerando as partes de um osso longo, como o úmero (o osso do braço- comprimento maior que a largura ). Consiste em: *DIÁFISE (crescimento longitudinal) é a porção principal, cilíndrica e longa do osso. Ela é também denominada de corpo ou haste. *EPÍFISES (crescimento sobre; o singular é epífise) são as extremidades proximal e distal dos ossos. *METÁFISES (meta- = além; o singular é metáfise) são as regiões entre a diáfise e as epífises. *PLACA EPIFISÁRIA (crescimento e fica em cada metáfise), uma camada de cartilagem hialina que permite o crescimento em comprimento da diáfise do osso, até a idade que para de crescer 14 a 24 anos e assim ela será substituída e será uma estrutura óssea, tornando-se a LINHA EPIFISÁRIA. *CARTILAGEM ARTICULAR é uma fina camada de cartilagem hialina que cobre parte da epífise, onde o osso forma uma articulação (junta) com outro osso o que reduz o atrito e por não ter vasos, o reparo de danos é limitado. *PERIÓSTEO (peri- = ao redor) é uma bainha de tecido conjuntivo resistente e seu suprimento sanguíneo associado, que circunda a superfície óssea em locais em que não esteja coberto por cartilagem articular. *CAVIDADE MEDULAR (medula- = medula) é um espaço oco e cilíndrico dentro da diáfise, que contém medula óssea amarela gordurosa e numerosos vasos sanguíneos. Essa cavidade minimiza o peso do osso, reduzindo o material ósseo denso onde é menos necessário. * ENDÓSTEO (endo- = dentro) é uma membrana fina que reveste a cavidade medular e os espaços do osso esponjoso. GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 2 - Sobre o suprimento sanguíneo e a questão vascular óssea temos que o osso é rico em sangue. - Os vasos sanguíneos, que são particularmente abundantes em porções dos ossos contendo medula óssea vermelha, passam para os ossos a partir do periósteo. - Os canais perfurantes (canais de Volkmann) são pequenos canais que transportam pequenas artérias do periósteo para o osso. Na diáfise de um osso longo, artérias periosteais, pequenas artérias acompanhadas por nervos, entram na diáfise através de numerosos canais perfurantes e entram nos canais osteônicos dos ósteons próximos da superfície. A partir desses canais osteônicos, os canais transversos transportam vasos sanguíneos de um canal osteônico para o próximo. - A maioria dos ossos, como a tíbia, tem apenas uma artéria nutrícia que entra na diáfise; outros, como o fêmur (osso da coxa), contêm várias artérias. - As veias que transportam o sangue dos ossos longos são evidentes em três sítios: (1) Uma ou duas veias nutrícias acompanham a artéria nutrícia e saem pela diáfise; (2) numerosas veias epifisárias e veias metafisárias acompanham suas respectivas artérias e saem pelas epífises e metáfises, respectivamente; (3) muitas veias periosteais pequenas acompanham suas respectivas artérias e saem pelo periósteo. - Os nervos acompanham os vasos sanguíneos que suprem os ossos. O periósteo é rico em nervos sensoriais, alguns dos quais transmitem sensações de dor. MORFOFISIOLOGIA DAS VERTEBRAS CERVICAIS - As 12 vértebras torácicas são ossos fortes que estão localizados no meio da coluna vertebral na parte posterior do tórax, entre as vértebras cervicais acima e as vértebras lombares abaixo. - Existem várias características anatômicas que as tornam bastante distintas em comparação com outros grupos de vértebras. Várias vértebras torácicas são "especiais" de certa forma, seja em termos de sua estrutura ou fornecendo um marco importante que os médicos usam para se orientar e localizar GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 3 outras estruturas anatômicas. Dois músculos também interagem com essas doze vértebras, sendo estes o músculo espinhal torácico e o músculo longuíssimo. ANALISAR A DEFINIÇÃO, EPIDEMIOLOGIA, ETIOLOGIA, FISIOPATOLOGIA, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA OSTEOMIELITE DEFINIÇÃO - Osteomielite é à infecção/inflamação no osso causada por bactérias, micobactérias ou fungos. Na grande maioria dos casos, o agente patogênico é o Staphylococcus aureus, bactéria que pode formar colônias na pele e instalar-se nas fossas nasais de pessoas saudáveis, sem causar danos ao hospedeiro. O transtorno só ocorre, quando elas conseguem penetrar no organismo através de uma pequena lesão na pele, na mucosa ou através da ingestão de alimentos contaminados, por exemplo. - É uma inflamação óssea devido a um processo de infecção constante, que se dá quando um patógeno tem acesso ao osso através de uma ferida exposta, ou decorrente de um trauma ou um pós procedimento cirúrgico. - Infecção óssea caracterizada pela destruição progressiva do osso cortical e cavidade medular. EPIDEMIOLOGIA - Ocorre mais comumente em crianças pequenas e em pessoas idosas, porém, todas as faixas etárias estão em risco. A osteomielite também é mais frequente em pessoas com quadros clínicos graves. - 1 em cada 5000 crianças menores que 13 anos apresenta um quadro de osteomielite na vida, sendo este quadro mais comum em meninos. - Afeta com maior frequência os ossos longos, especialmente nos membros inferiores, sendo o fêmur mais afetado, seguido pela tíbia e úmero. - A osteomielite vertebral é a forma mais comum de osteomielite hematogênica em adultos. - A incidência de osteomielite em 2,4 casos por 100.000, com a incidência aumentando com a idade. - Mesmo com o decréscimo da mortalidade para aproximadamente 2% atualmente em âmbito nacional, osteomielite continua sendo uma doença relevante em decorrência das suas prováveis consequências, entre elas a necrose óssea. - A osteomielite dos ossos do pé em pacientes adultos com diabetes, neuropatia e insuficiência arterial é muito comum. - Maior número de pacientes internados por osteomielite são idosos, dentre estes, a maior taxa é do sexo masculino. Além disso, foi possível constatar que a etnia branca tem maior prevalência em número de casos relatados. GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 4 ETIOLOGIA - A infecção pode ser causada pela: • Penetração direta ou contaminação de uma fratura exposta, ferida ou lesão (origem exógena); • Disseminada pela corrente sanguínea (disseminação hematogênica); • Extensão de um local contíguo • Infecções de pele em pessoas com insuficiência vascular. - Ex de causas de Osteomielite: • Lesões, um corpo estranho (como uma articulação artificial infectada) e redução do fornecimento de sangue a órgãos ou tecidos (isquemia) podem causar osteomielite. • A osteomielite pode se formar sob úlceras de decúbito profundas. • Resultado de invasões diretas ou infecções em tecidos moles adjacentes (como uma úlcera no pé causada por má circulação ou diabetes). • Disseminação através do sangue (ocorre nas extremidades dos ossos da perna e do braço). • O Staphylococcus aureus é a bactéria mais frequentemente responsávelpela osteomielite que se dissemina pela corrente sanguínea. Mycobacterium tuberculosis (a bactéria que causa a tuberculose) e fungos podem se disseminar pela mesma via e causar osteomielite, particularmente em pessoas com um sistema imunológico enfraquecido (como aquelas com infecção por HIV, com determinados tipos de câncer ou que se submeteram ao tratamento com medicamentos que suprimem o sistema imunológico) ou que vivem em áreas onde determinadas infecções fúngicas são comuns. • Invasão direta, onde infectam o osso diretamente através de fraturas expostas, durante uma cirurgia óssea ou através de objetos contaminados que perfuram o osso. • Após uma peça de metal ter sido ligada cirurgicamente a um osso, como ocorre na reparação de fraturas do quadril ou outras fraturas. Além disso, bactérias ou esporos fúngicos podem infectar o osso no qual uma articulação artificial (prótese) está implantada. • Disseminação a partir de estruturas adjacentes, ocorre particularmente em pessoas idosas. começar em uma área danificada por uma lesão ou cirurgia, radioterapia ou câncer ou em uma úlcera cutânea (particularmente uma úlcera no pé) causada por má circulação ou diabetes. Uma infecção nos seios nasais, gengivas ou dentes pode se espalhar para o crânio. CLASSIFICAÇÃO - Não há um sistema de classificação abrangente e amplamente aceito para a classificação de osteomielite, principalmente devido à apresentação multifacetada dessa infecção. - A classificação vem baseando-se na via de infecção, apresentação histológica, estágio de apresentação e anatomia da infecção intra-óssea. - Outra classificação usada tradicionalmente considera somente o tempo de infecção: • AGUDA: até 2 semanas de evolução. • SUBAGUDA: 2 semanas a até 3 meses de evolução. • CRÔNICA: mais de 3 meses de evolução. GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 5 - O Sistema de estadiamento de Cierny-Mader é útil principalmente para os cirurgiões do trauma. Esse sistema classifica a osteomielite de acordo com: + LOCAL ANATÔMICO + Tipo I: Apenas medular (hematogênica aguda). + Tipo II: Cortical superficial (por contiguidade). + Tipo III: Localizada (cortical e medular com estabilidade mecânica). + Tipo IV: Difusa (cortical e medular com instabilidade mecânica). + COMORBIDADES + ESTADO FISIOLÓGICO PACIENTE + saudável, comprometido por fatores sistémicos ou incurável. + ACHADOS RADIOGRÁFICOS. *Esse sistema engloba fatores sistêmicos e locais que afetam o estado de imunidade, o metabolismo e a vascularidade local. - Uma das classificações mais utilizadas é classificação de Waldvogel (4): • OSTEOMIELITE HEMATOGÊNICA AGUDA (OHA- atinge crianças acometendo qualquer osso corporal com notável preferência pela metáfise de ossos longos). • OSTEOMIELITE POR CONTIGUIDADE - com ou sem insuficiência vascular ( tem tipos distintos, como as fraturas expostas infectadas e fraturas por armas de fogo, osteomielite a partir de partes moles, como em escaras de decúbito infectadas (sem insuficiência vascular) e osteomielites em pés diabéticos (com insuficiência vascular). Nesse grupo incluem- se também as infecções pós-operatórias agudas). • OSTEOMIELITE DA COLUNA VERTEBRAL (osteomielite do corpo vertebral e a discite que são formas diferentes de infecção hematogênica, porém com origem comum no osso adjacente a placa cartilaginosa vertebral). • OSTEOMIELITE CRÔNICA (OC- é a evolução de todos os outros tipos de osteomielite em que não se controlou a infecção primária do osso). GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 6 FATORES DE RISCO - Comprometimento do Sistema Imunológico: + Diabetes Mellitus: Pacientes diabéticos, especialmente aqueles com controle glicêmico inadequado, são mais suscetíveis devido à neuropatia periférica e doença vascular periférica. + Imunossupressão: Devido ao uso de medicamentos imunossupressores, como corticosteroides, ou doenças que comprometem a imunidade, como HIV/AIDS. - Trauma e Cirurgias: + Fraturas abertas: Onde o osso é exposto ao ambiente externo, aumentando o risco de infecção. + Cirurgias ortopédicas: Especialmente se houver uso de próteses ou outros dispositivos implantáveis. + Feridas ou úlceras crônicas: Comumente observadas em pacientes diabéticos ou com doença vascular periférica. - Doenças Crônicas: + Insuficiência renal crônica: Pacientes em hemodiálise têm maior risco devido ao acesso vascular e imunossupressão associada. + Doenças hepáticas crônicas: Podem levar a imunossupressão. - Uso de Drogas Intravenosas: + Usuários de drogas intravenosas têm maior risco devido à inoculação direta de bactérias. - Idade Avançada: + Pessoas idosas têm maior risco devido à redução da imunidade e aumento da fragilidade óssea. - Obesidade: + A obesidade pode contribuir para o desenvolvimento de úlceras de pressão e dificuldade na cicatrização de feridas. - História Prévia de Osteomielite: - Desnutrição: + Pacientes desnutridos têm um sistema imunológico comprometido e menor capacidade de cicatrização. * Podem atuar de forma isolada ou combinada, aumentando a susceptibilidade do indivíduo à infecção óssea. FISIOPATOLOGIA -HEMATOGÊNICA: - Difere em crianças e adultos. - Crianças, a infecção geralmente afeta os ossos longos do esqueleto apendicular. *CRIANÇAS: Começa na região metafisária (região favorável p/ fixar bactérias) -> avanço da infecção -> acúmulo de exsudato purulento no tecido ósseo (por causa do pouco espaço para o edema o exsudato desloca sob o periósteo e seciona as artérias que irrigam o cortéx) -> necrose do osso cortical -> drenagem purulenta penetra o periósteo e a pele (forma uma cavidade) -> afeta articulação (em crianças) -> depois -> formação do osso periosteal novo e do osso reativo -> contém a infecção. *ADULTOS, a microcirculação dos ossos longos já não favorece a disseminação, e a infecção hematogênica raramente afeta o esqueleto apendicular. A infecção geralmente envolve primeiro o osso subcondral, espalhando-se para o espaço articular. Causando a destruição sequencial da placa terminal, do disco adjacente e do corpo vertebral contíguo. A infecção menos comumente começa na articulação e se espalha para o osso adjacente. GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 7 - CONTIGUIDADE: - Difere da infecção hematogênica em que potencialmente qualquer osso traumatizado estará envolvido. - Embora o osso saudável seja altamente resistente à infecção, a lesão pela inflamação local e pelo trauma pode desvitalizar o osso e tecido circundante, fornecendo uma matriz inerte na qual crescem os microrganismos introduzidos durante o traumatismo. * começa em tecidos moles ( lesão, úlcera de pressão, ferida cirúrgica, ou pé diabético)-> Propagação da Infecção (bactéria se espalha)-> Colonização Óssea e sua proliferação -> Resposta Imune que gera inflamação -> Dano ao Tecido Ósseo (necrose óssea)-> Formação de Abscesso (subperiosteais) -> aumento da pressão -> compromete o suprimento de sangue do osso infectado. - COLUNA VERTEBRAL: * Introdução de Patógenos (hematogênica ou contígua)-> Colonização Inicial (da coluna)-> Resposta Inflamatória (edema e aumento de pressão) -> Dano Tecidual e Necrose-> Propagação da Infecção-> Formação de Sequestro ( osso necrosado pode se separar do osso vivo ) -> vir a cronificar ou reagudizar. - CRÔNICA: * resultar de um episódio agudo inadequadamente tratado ou ser a forma primária da infecção. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - HEMATOGÊNICA +Febre alta e calafrios +Dor intensa localizada no osso afetado +Inchaço e vermelhidão sobre o osso +Restrição de movimento na área afetada *Em crianças, irritabilidade e recusa em usar o membro afetado - CONTIGUIDADE +Dor e inchaço na área afetada +Vermelhidãoe calor localizados + Fístula com drenagem de pus (em casos avançados) + Febre e mal-estar (menos comum do que na hematogênica) GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 8 - VERTEBRAL + Dor nas costas persistente e progressiva + Sensibilidade à palpação sobre as vértebras afetadas + Febre e calafrios (podem estar ausentes) + Sintomas neurológicos, como fraqueza ou dormência, se houver compressão medular + Rigidez e espasmos musculares - CRÔNICA + Dor persistente no osso afetado + Inchaço crônico e drenagem intermitente de pus + Presença de fístulas e cicatrizes na pele + Deformidades ósseas e perda de função do membro afetado + Sintomas sistêmicos geralmente ausentes ou leves DIAGNÓSTICO - A avaliação do paciente começa com a coleta detalhada do histórico clínico. ▪ Informações como infecção prévia focal ou sistêmica podem levantar suspeita quanto à disseminação infecciosa para um determinado sítio, seja o evento recente ou remoto. ▪ Histórico de trauma prévio que levou a complicação local de pele ou de partes moles também é um dado relevante. ▪ A ocorrência de fratura e suas características, como grau de exposição e tratamento instituído (cirurgia para limpeza local, fixação de fraturas, desbridamentos, presença de implante ou corpo estranho), são fundamentais na abordagem inicial do paciente. * EXAME FÍSICO: - É bastante comum a osteomielite causar sensibilidade e muitas vezes produz enduração sobre a área afetada. Na infecção de longa duração ou na exacerbação aguda de uma infecção crônica, em geral há envolvimento de tratos sinusais cutâneos, frequentemente com drenagem. A infecção vertebral pode causar sensibilidade sobre a coluna espinal, embora este seja um sinal pouco confiável. - Em pacientes com lesões ulceradas do pé diabético, a osteomielite sem suspeita clínica é uma ocorrência frequente. As técnicas de imagem ideais permitem identificar esta condição em até 1/3 dos casos. - Revisões sistemáticas sobre a acurácia dos vários exames usados na detecção da osteomielite em pacientes com úlcera podal diabética descobriram que a presença de um osso não exposto ou a existência de um resultado positivo em um teste de sonda-osso (osso palpável com uma sonda metálica cega) apresentam sensibilidade igual a 0,6; especificidade igual a 0,9; e razão de verossimilhança igual a 6. GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 9 GUSTAVO MENDES SARMENTO – 5º PERÍODO- 2024.2 Pá gi na 10 REFERÊNCIAS -TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e Fisiologia . Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. E-book. ISBN 9788527739368. - NETTER, Frank H. Netter: Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788595150553. - OSTEOMIELITE: REVISÃO DE LITERATURA OSTEOMYELITIS: LITERATURE REVIEW MUNER, Maristela Campos1 ; MORAES, Mayra Brolezze2 ; OLIVEIRA, Laira Lúcia Damasceno3. - GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC; DIAS, Lêda C. Tratado de medicina de família e comunidade - 2 volumes: princípios, formação e prática . Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788582715369. - HOCHBERG, Marc C. Reumatologia . Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788595155664.